Pecuária de Goiânia 2020

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Pecuária de Goiânia 2020

Data: 12 a 23 de Maio de 2020
Local: Goiânia
Cidade: Goiânia - Goiás

Shows:

12/05 -  Maiara & Maraisa (Gravação do DVD)
15/05 - Wesley Safadão
16/05 - Luisza e Maurilio / Gustavo Mioto
17/05 - Marília Mendonça / Jorge & Mateus
22/05 - Zé Neto & Cristiano  Diego & Victor Hugo
23/05 - Henrique & Juliano

Ingressos: 

12/05 -  Maiara & Maraisa (Gravação do DVD)

R$ 10,00 - Meia
R$ 20,00 - Inteira

Outros Shows

R$ 25,00 - Meia
R$ 50,00 - Inteira

Vendas Online: Meu Bilhete 

Goiânia tem o janeiro mais chuvoso dos últimos três anos

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Sete das oito estações de monitoramento em Goiânia registraram volumes acima da média. Na Região Leste, no Jardim Olinda, precipitação foi de 75% acima do esperado para o mês

O acumulado das chuvas de janeiro de 2020 é o maior registro para o mês dos últimos três anos em Goiânia. Levantamento do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo) mostra que das oito estações de monitoramento, em apenas uma não houve acúmulo acima da média climatológica, que é de 247,8 milímetros (mm). A medição da estação do Jardim Olinda, na região Leste de Goiânia, chegou à marca de 434,8 mm, 75% acima do esperado para o período. 

Gerente do Cimehgo, André Amorim diz que este é o janeiro mais chuvoso desde 2018, quando foram iniciadas as medições em oito estações espalhadas em diferentes pontos da cidade. Ele conta que este ano não houve, inclusive, o veranico, período contínuo de pelo menos 7 dias sem chuva, comum em anos anteriores. O comportamento pluviométrico está bem diferente do ano passado, por exemplo, quando as chuvas ficaram muito abaixo do que é previsto para Goiânia. 

Para se ter uma ideia, na mesma estação em que houve o maior registro de 2020, em 2019 o volume não chegou a 100 mm (veja quadro). No ano passado, em nenhuma das estações de toda a capital chegou-se à média esperada para o mês. O menor índice foi marcado no equipamento que faz a medição na região Norte da cidade, com apenas 47 mm no mês todo. A Região Central, com medidor instalado na Avenida Paranaíba, teve o maior registro de 2019 para o mês de janeiro, com 143 mm. 

Em 2018 a seca não foi tão intensa quando no ano passado, mas apenas a estação que fica no Jardim Olinda (a mesma que registrou o maior acúmulo neste ano), na região Leste, chegou à média para o mês, com 250 mm. Nas outras estações os acumulados foram menores, mas em todos os casos, superiores a 100 milímetros em cada. Na Região Noroeste, por exemplo, chegou-se a 218 mm, mas na região norte não ultrapassou 130,6 mm. 

Variação 

Chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás, Elizabeth Alves Ferreira diz que nos últimos dez anos houve bastante variação para os registros do primeiro mês do ano. Em 2010, o acumulado registrado na estação que fica no Centro (a mais antiga da capital) foi de 98,4 mm. Em 2011 foi de 287,8; em 2012: 467,4 mm; em 2013: 353,5 mm; em 2014: 143,6 mm. Em 2015, o total do mês foi de 73,7 registrando a menor média dos dez anos analisados. Já em 2016, 484,8 mm, sendo o maior da década. Em 2017, 176,1 mm. 

Elizabeth diz que este ano não está sofrendo influência de fenômenos como o El Niño e La Niña, por isso é chamado de ano neutro. “O que temos observado é que ano após anos, a chuva tem atrasado mais. Em 2019, por exemplo, choveu pouco por diversos fatores no mês de outubro. Então vemos mais chuvas fortes em épocas que a estiagem deveria iniciar. Fevereiro, pelo que já podemos conferir, será de chuvas irregulares, mas esperamos que seja dentro da normalidade, que pode variar de acordo com a região do Estado, mas com acumulado entre 200 e 250 milímetros para o mês”, diz. 

Na madrugada e início da manhã desta quinta-feira (6), choveu de forma espaçada na Capital. A Região Noroeste registrou novamente um grande volume, com 64,2 mm de entre 2 horas e 7h40. “O problema é quando chove 64 mm em pouco tempo”, comenta André Amorim, do Cimehgo.Mesmo não sendo concentrada, a precipitação causou estragos na GO-070. 

Na madrugada desta quinta-feira, também choveu bastante na região do Balneário Meia Ponte, com 36,2 mm. O prognóstico para fevereiro demonstra que as chuvas devem continuar. 

Obra fica pronta em dois meses 

A pesar de ter sido distribuída ao longo de 5 horas, a chuva desta quinta-feira foi suficiente para arrastar parte das ações de obras que foram iniciadas para recuperação da cratera aberta na GO-070, no setor Chácaras Mansões Rosas, próximo ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), na saída para Inhumas. 

Em nota, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) informou que o local está sendo monitorado e que estão sendo realizadas intervenções para reduzir danos que possam aparecer no local da erosão até que se conclua a obra. Ainda de acordo com Goinfra, a previsão para a entrega da obra em definitivo é de 60 dias e o prazo não será ampliado. No dia 24 do mês passado, a rodovia foi interditada com risco de desabar após parte da via ceder devido ao volume de chuvas. 

A chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás diz que a previsão é de novas chuvas. Ela explica que este mês ainda está dentro do período considerado chuvoso. “As chuvas ainda serão irregulares, apesar de esperarmos a normalidade.”

Fonte: O Popular

Cerca de 300 toneladas de lixo são retiradas todo mês dos bueiros de Goiânia

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Balanço divulgado pela Prefeitura de Goiânia indica que todo mês são retiradas uma média de 300 toneladas de lixo de dentro dos bueiros da capital. Jogar lixo na rua é a principal prática que acarreta em muito trabalho para as equipes de limpeza urbana. O trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Público  (Seinfra) é intensificado durante o período chuvoso, evitando enchentes. 

Embalagens plásticas, vidros, garrafas pet, entulho de construção e até eletrodomésticos são exemplos do que é encontrado dentro dos bueiros. "Até vaso sanitário já foi encontrado dentro de um bueiro em Goiânia. É preciso lembrar que todo lixo descartado irregularmente nas ruas vai parar dentro dos reservatórios e o resultado é o alagamento de ruas e avenidas da cidade, problema que, juntamente com a impermeabilização do solo,  está ligado diretamente à falta de conscientização de boa parte da população", afirma o titular da Seinfra, Dolzonan Matos. 

Os serviços preventivos são realizados de forma rotineira durante todo ano e intensificados antes e durante cada período chuvoso. Em 2019, foram feitas limpezas em 27.579 bocas de lobo, uma média de 2.298 por mês, com a retirada de cerca de 3 mil toneladas de lixo.

“A limpeza é feita primeiro de forma manual, com a retirada de entulho pelos próprios servidores. Dependendo da situação do bueiro, a desobstrução pode ser feita com ajuda de um caminhão hidrojato que suga os resíduos quando a quantidade de lixo é maior”, destaca o diretor da Seinfra, Marcelo Torrubia de Oliveira. Um único bueiro entupido pode acarretar em um dia inteiro de trabalho", explica.

O diretor lembra ainda que a Seinfra dispõe de canais de comunicação para que o cidadão solicite serviços de infraestrutura, como limpeza de bocas de lobo, substituição de lâmpadas queimadas e remoção de entulhos, entre outros. As equipes podem ser solicitadas pelos telefones 3524-8363 e 3524-8373 ou WhatsApp (62) 98493 7229.

Fonte: A Redação

Justiça condena Município de Goiânia a realizar manutenção definitiva no asfalto da Av. Anhanguera

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Decisão foi proferida em ação ajuizada pela Metrobus, que alega que a má conservação da via em que trafega o Eixo Anhanguera ocasiona o desgaste dos veículos e acarreta em atrasos e falhas nos ônibus, prejudicando a população

A Justiça de Goiás condenou o Município de Goiânia a realizar a manutenção definitiva no asfalto da Avenida Anhanguera, acusado pela Metrobus Transporte Coletivo S/A, empresa que detém a concessão do Eixo Anhanguera, de ser responsável pela má conservação da via pública, o que estaria ocasionando o desgaste precoce dos veículos, danificando peças e acarretando atrasos e falhas nas viagens, prejudicando a população. 

Segundo a Metrobus, o Pacto Metropolitano pelo Transporte Coletivo, que visava melhorias para o transporte da capital, foi recepcionado pela Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) em 2014, quando também ficou decidido que o Eixo Anhanguera passaria atender os municípios de Trindade, Goianira e Senador Canedo. Contudo, segundo consta nos autos, as melhorias não ocorreram. 

Em sua decisão, proferida na última sexta-feira (7), a juíza Jussara Cristina Oliveira Louza, da 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos, destacou que “é fato público e notório a má conservação das vias públicas na cidade de Goiânia, as quais estão tomadas por buracos, causando diversos transtornos à população local e seus visitantes, bem como dificultando o trânsito de veículos, pedestres e ciclistas”. 

Para a magistrada, a Metrobus não tem condições de prestar um bom serviço diante da péssima conservação das vias públicas. “Caso a manutenção da Avenida Anhanguera não seja realizada, poderão ocorrer acidentes ainda mais graves, dentre outros prejuízos à autora no que se refere ao exercício das atividades de transporte público, essencial à população que dela depende”, diz na sentença. 

Condenado, o Município terá 30 dias para apresentar em juízo o cronograma de obras de recuperação, para que o cumprimento seja acompanhado pela Justiça. A juiz também estabeleceu o ressarcimento de eventuais custas e despesas processuais à parte autora, no valor de R$ 2 mil. 

Em nota enviada à reportagem, a Procuradoria Geral do Município de Goiânia (PGM) informou que não foi notificada sobre a decisão referente à manutenção definitiva da pavimentação asfáltica da Avenida Anhanguera e que aguardará a intimação nos autos judiciais para tomar conhecimento integral da sentença. A PGM informou também que irá recorrer da decisão no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). 

O Município, no entanto, destacou que, segundo o contrato administrativo de concessão do serviço público, “a Metrobus encarrega-se dos custos operacionais, devendo responder também pelos gastos indispensáveis ao funcionamento pleno e regular do serviço sob sua responsabilidade, dentre os quais os gastos referentes à infraestrutura necessária à operação do correspondente serviço”.

Epic City Home: conheça o apartamento mais caro de Goiânia

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Cobertura do Epic City Home, de 1361 m², em frente ao Parque Vaca Brava, no Setor Bueno passa a ser o apartamento mais caro e o maior já lançado em Goiânia.

Você consegue imaginar um apartamento dúplex de 1.361,73 m²? Essa é a metragem do apartamento mais caro de Goiânia, que o coloca também como o maior já lançado na Região Centro-Oeste.  Trata-se da cobertura do Epic City Home, prédio que está sendo construído no Setor Bueno, em frente ao Parque Vaca Brava, e promete ser um cartão postal da nossa capital.

Agora, para pra pensar e me responda. Quanto você acha que custava esse apartamento? Sim, a pergunta foi feita no “passado”, pois esse imóvel  já foi vendido! E aí, quanto você acha que custou?

Sem mais mistérios, vamos à resposta. O valor de tabela praticado pela City e pela OM Incorporadora, as responsáveis pelo projeto, na época do lançamento se aproximava de R$ 14 milhões, mas a venda foi concretizada por valores próximos aos R$ 11 milhões.

A cobertura do Epic City Home conta com áreas sociais e de serviço no pavimento inferior e os quartos e a área de lazer, que tem uma piscina de 13 metros, com vista panorâmica, ficam no pavimento superior.

Além disso, a cobertura ainda tem 7 vagas de garagem, jardim suspenso e outras atrações.

Epic City Home tem localização mais valorizada de Goiânia

A área de aproximadamente 3.000 m², onde o Epic City Home está sendo construído, é a última na orla do Parque Vaca Brava, para a construção de edifícios. E justamente por isso, a mais valorizada. No lançamento, as unidades estavam sendo vendidas a R$ 10 mil o metro quadrado. O empreendimento ficará na esquina da avenida T-5, com a T-61, na parte mais alta do Parque Vaca Brava.

Projeto ousado, original e autêntico assinado por Arthur Casas

O Epic City Home conta com a assinatura de Arthur Casas, um dos arquitetos mais conceituados no mundo atualmente, com projetos no Rio de Janeiro e São Paulo, além de obras em cidades como Nova York, Tóquio, Paris e Milão.

E a City, definiu Arthur Casas assim: “Em seus trabalhos, as linhas marcantes, os contornos funcionais e o design aplicado em formas inusitadas são diferenciais que despertam sensações e interagem com o público, assim como uma verdadeira obra de arte.”

Trazendo esse texto bonito para prática, o Epic City Home tem um design bem diferente mesmo. Pra se ter uma ideia, são 67 apartamentos, em 31 andares e as metragens variam entre 333 a 875 m², além da cobertura de 1361 m². E o mais interessante é que os andares não seguem uma linha única. O Epic City Home não é aquele prédio retinho, todo simétrico. Muito pelo contrário.

Se você pegar um andar para comparar, nem o de cima, nem o debaixo tem o mesmo alinhamento e a mesma metragem de construção. Um tem a sacada maior, outro tem um espaço maior de paisagismo, outros tem piscina na sacada. Enfim, ele é bem diferente mesmo.

Acabamento de alto padrão e lazer completo

Pelo preço, já é de se imaginar um acabamento impecável e de altíssimo padrão no Epic City Home. E é justamente o que a City e a OM Incorporadoras prometem entregar. Com bancadas em quartzo, metais e louças de alto padrão, acabamentos em mármore, e tudo focado em oferecer conforto, sustentabilidade e sofisticação.

O prédio ainda vai oferecer lazer completíssimo, incluindo quadra de tênis, o que é bem raro nos empreendimentos desse porte, um academia de 180 m², piscina com vista panorâmica na área comum, áreas gourmet com churrasqueiras, salão de festas e muito mais.

E ainda tem a integração entre o paisagismo e a arquitetura do prédio. Seguindo o conceito “green building”, bastante utilizado nas principais cidades do mundo, o Epic City Home foi projetado de forma a oferecer uma extensão do Parque Vaca Brava para todo o empreendimento, formando um verdadeiro jardim suspenso, ou jardim vertical na fachada do prédio.



Fonte: Dia Online

Retomada das obras do BRT Norte-Sul na Praça do Cruzeiro vai exigir paciência dos motoristas

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Trabalhos foram suspensos para que a Enel remanejasse postes e a rede de energia elétrica que ficam no entorno

As obras do BRT Norte-Sul na Praça do Cruzeiro, em Goiânia, foram retomadas nesta terça-feira (11). Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), o trabalho estava suspenso para que a Enel remanejasse 10 postes e a rede de energia elétrica que ficam no entorno. A previsão é que a obra seja concluída em 15 dias. 

De acordo com a Seinfra, a concessionária já removeu oito das dez estruturas e os funcionários trabalham do lado esquerdo, sentido Praça do Cruzeiro - Praça Cívica para retirar os dois restantes. Enquanto isso os trabalhados seguem pelo lado direito. Após essa etapa, as obras se estenderão pela Avenida 84 até a Praça Cívica. 

Em nota, a Enel informou que o serviço de deslocamento dos cabos e equipamentos está sendo feito com equipes de Linha Viva, que contam com profissionais especializados em trabalhar com a rede elétrica energizada, evitando desligamentos do fornecimento de energia e diminuindo os impactos sentidos pelos clientes da região. A distribuidora esclarece que, por questões de segurança, as equipes não podem trabalhar enquanto estiver chovendo, o que tem prejudicado o andamento do serviço nos últimos dias. 

A Seinfra informou ainda que no local serão instaladas duas estações de embarque e desembarque de passageiros, uma de cada lado da Praça, seguindo o mesmo estilo das que foram aprovadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a Praça Cívica. Cada plataforma ocupará um espaço no passeio de 3,5 m de largura e deverão ficar prontas junto com toda a estrutura do sistema, em outubro deste ano. 

Trânsito 

Segundo a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMT) o motorista que segue pela Rua 87, sentido Oeste-Leste, com destino às Ruas 90/88/86/84, entrará à direita na Rua 124, passará pela Rua 89 e poderá acessar todas essas vias, até à Rua 84. Já o motorista que está na Rua 84, sentido Leste-Oeste, com destino à Av. 85, entrará à direita na Rua 124 

BRT Norte-Sul 

O BRT Norte-Sul tem uma extensão de 21,7 km, saindo do terminal Recanto do Bosque, na Região Norte da Capital até o terminal Cruzeiro, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. O trecho em construção está orçado em R$ 275 milhões, em valores iniciais, sendo R$ 140 milhões de recursos do FGTS e o restante de contrapartida da Prefeitura de Goiânia. Em valores atualizados chegará a R$ 400 milhões. 

Já o trecho de 5,1 km entre os Terminais Isidória e Cruzeiro está orçado em R$ 87.366.081,03, valor proveniente do Orçamento Geral da União (R$ 70 milhões) e do tesouro municipal (R$ 17.366.081,03). A empresa vencedora terá 18 meses para entregar a obra.

As obras começaram em março de 2015, mas, por divergências entre a Prefeitura, a Caixa Econômica Federal e órgãos de controle, sofreram uma paralisação de oito meses, sendo retomadas em março do ano passado, após assinatura de um TAC entre o Ministério Público e os envolvidos.

Fonte: O Popular

Ainda sem companhias confirmadas, internacionalização do Aeroporto de Goiânia entra na reta final

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De acordo com o presidente da Goiás Turismo, processo deve ser concluído até o dia 28 deste mês, mas processo ainda tem pendências

Desde o final do ano passado, excursionistas e empresários de Goiás observam com otimismo uma notícia dada pelo governo do Estado. Em setembro, o secretário de Indústria e Comércio (SIC), Wilder Morais, anunciou o início do processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia – Santa Genoveva – após uma reunião com o superintendente da Infraero, Antônio Sales.

A novidade animou tanto quem trabalha com turismo quanto quem usufrui dele, uma vez que, atualmente, para embarcar em um voo internacional, quem mora em Goiás precisa se deslocar para outros aeroportos, como o de Brasília ou São Paulo, uma vez que o de Goiânia opera apenas com voos nacionais.

A internacionalização deve propiciar a partida direta de Goiânia para outros países. Isso pode mudar completamente o cenário turístico goiano. Entretanto, os procedimentos para o “upgrade” do aeroporto ainda estão em andamento. Mas o destino dessa ideia segue incerto.

Para ser internacionalizado, ou seja, dispor de voos internacionais que decolem diretamente do Aeroporto de Goiânia, o terminal precisa passar pelo crivo de uma série de órgãos federais que emitem exigências a serem cumpridas para a conclusão do processo. São eles: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); Departamento de Polícia Federal (DPF); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DAS/Mapa).

Conforme o órgão nacional de aviação civil, a análise é feita mediante requerimento do operador local. A solicitação precisa estar instruída por decisões administrativas que atestem a capacidade do aeroporto de atendimento às operações de tráfego aéreo internacional pelas entidades federais já mencionadas.

Entretanto, até quarta-feira, 5, a Anac, que realiza a designação de aeroporto como internacional na última etapa, informou que ainda não havia recebido qualquer documentação

O presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, explicou a ausência de documentação na Anac para análise. O titular da pasta responsável pelo processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia juntamente com a SIC informou que adaptações e implementações da estrutura física do aeroporto precisaram ser realizadas em cumprimento às exigências dos órgãos competentes. Conforme Amaral, tais implementações só foram finalizadas na quarta-feira. E a documentação que comprova as alterações seria remetida à Anac no dia seguinte.

As mudanças no Aeroporto de Goiânia foram autorizadas e realizadas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, a Infraero. Ao Jornal Opção, a empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura  falou sobre as adaptações no âmbito do processo de internacionalização.

A estatal confirmou que as adequações do Aeroporto de Goiânia foram concluídas e o processo encontra-se em “fase de validação por parte dos órgãos públicos envolvidos para consolidação e envio à Anac para fins análise e emissão de Portaria, tornando-o aeroporto apto a receber voos internacionais”.

Segundo a Infraero, entre as adequações realizadas estão a instalação de balcões para a Polícia Federal, esquadrias de vidros, aparelho de raio-X, adaptações nas áreas de embarque, desembarque e triagem de bagagens.

Fabrício Amaral explicou que o processo de internacionalização conta com várias etapas. Uma delas, agora concluída, é a alteração da estrutura física do aeroporto. O presidente da Goiás Turismo também destacou que o governo de Goiás tem preparado o terreno há algum tempo para que o terminal passe a operar com voos internacionais. Uma das iniciativas enfatizadas por Amaral é a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do combustível de aviação.

Em novembro de 2019, o governador Ronaldo Caiado (DEM) assinou o termo celebrado pelo governo, por meio da SIC, Secretaria da Economia e Goiás Turismo, que dá efetividade ao Decreto nº 9.560. A decisão reduzir a tributação sobre o querosene de aviação (JET-A1) de 15% para 7%.

Na época, Caiado declarou que “a maior demanda, em qualquer um dos 246 municípios goianos, é a oportunidade de emprego”. Por isso, o governador afirmou que era preciso “identificar e alavancar os setores capazes de fazer com que o emprego chegue mais rápido ao interior”. “O turismo é fator determinante para avançarmos em qualidade de vida das pessoas pelo interior”, concluiu.

Na solenidade de assinatura da redução do ICMS, que foi realizada no Aeroporto de Goiânia, o titular da Goiás Turismo também apontou a medida como importante porque “o turismo mobiliza 50 segmentos econômicos diretos e mais de 500 indiretamente, segundo estudos recentes”. De acordo com Amaral, “os aeroportos e toda sua reverberação são plataformas muito fortes de desenvolvimento, e o  Brasil ainda não acordou para isso, sobretudo no aspecto regional”.

Ao Jornal Opção, o titular da agência disse que o projeto de internacionalização é “tocado a várias mãos”. Amaral se refere às articulações de Wilder Morais na SIC e toda a documentação necessária que seria enviada à Anac no dia 6.

O presidente da pasta de turismo afirmou não ter controle sobre o prazo de análise no órgão de aviação civil, mas adiantou que o processo todo deve ser concluído até o final do mês. “Até o dia 28 de fevereiro, no máximo início de março, o Aeroporto de Goiânia deve ser internacional”, declarou.

“Estamos contando os dias” para a internacionalização do Aeroporto de Goiânia, diz diretora de agência de viagens

A diretora comercial Valéria Nogueira, proprietária de uma agência de viagens de Goiânia, vê com ótimos olhos a iminente conclusão do processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia. Para a empresária, a novidade pode alavancar o turismo regional e aumentar ainda mais o fluxo de visitantes estrangeiros em Goiás.

De acordo com Valéria, a expectativa é boa pois a disponibilização de voos internacionais com partida de Goiânia pode aumentar exponencialmente a procura por destinos internacionais. “Isso vai impactar tanto o turismo receptivo quanto o emissivo. A TAP, por exemplo, se passar a operar aqui vai ser muito bom, pois Portugal é um dos lugares mais procurados aqui com a gente, até por ser um local mais barato de se viajar”, disse. A diretora comercial explicou que quanto antes a internacionalização for concretizada melhor. “Estamos contando os dias”, observou.

Nádia Cruvinel é outra proprietária de agência de viagens que está ansiosa para a finalização do processo no Aeroporto de Goiânia. A empresária acredita que a internacionalização vai “melhorar, e muito, a vida do goiano”, uma vez que o tempo gasto para se viajar será significativamente reduzido.

“Com a abertura dos voos internacionais aqui em Goiânia, muita gente vai ser beneficiada. Pessoas que vão para Portugal, por exemplo, saem de Goiânia e têm que ir pra Brasília para pegar o voo de lá, e o aeroporto de Brasília tem estado com pouquíssimos voos para Portugal. Essa internacionalização vai economizar no mínimo umas seis horas de viagem”, afirmou.

A agente de viagens também observou que muitos lugares com potencial atrativo para turismo têm poucos frequentadores justamente pela dificuldade de acesso. “Com essa mudança no aeroporto isso vai melhorar demais”, avaliou.

Estado negocia com companhias aéreas; empresas que atuam em Goiás não manifestaram interesse

Amaral disse que tem dialogado com representantes de empresas aéreas de Portugal, Panamá e Argentina. O objetivo é fechar negócio com grandes companhias para operações fixas de voos internacionais no Aeroporto de Goiânia.

O titular da Goiás Turismo revelou que está com as conversas adiantadas com o CEO da panamenha Copa Airlines, empresa aérea que faz voos para importantes pontos turísticos como Orlando e Nova York, nos Estados Unidos. O presidente da Goiás Turismo também informou que se reuniu recentemente com representantes da portuguesa TAP Air e pautou a possibilidade de a companhia operar no Santa Genoveva.

Entretanto, nada está definido. “Vamos homologar primeiro [a internacionalização] para tratarmos melhor dessa questão”, afirmou.

Apesar das animadas expectativas para a vinda de novas companhias aéreas, algumas das maiores empresas do Brasil, e que atualmente operam em Goiânia, não manifestaram interesse em operar voos internacionais na capital.

A GOL declarou que, como empresa competitiva, “avalia constantemente novas oportunidades para seu negócio e que possam oferecer ainda mais opções de voos aos seus clientes”. Segundo a companhia, no momento, não estão previstas operações internacionais no aeroporto de Goiânia”.

A Azul Linhas Aéreas foi outra que descartou expandir suas operações no Santa Genoveva. Assim como a rival GOL, a Azul afirmou também que, no momento, “a empresa não tem planos para lanços voos internacionais” com partida da capital de Goiás.

Já a Latam informou que “avalia constantemente as oportunidades de mercado conforme a demanda de cada região”. A empresa afirmou que “segue atenta às necessidades dos clientes para iniciar, ampliar ou adequar as suas operações”. A Latam aérea não confirmou se pode oferecer voos internacionais em Goiânia, mas deixou a possibilidade aberta ao declarar que “qualquer novidade é comunicada oportunamente pela companhia”.

Goiânia será cenário da próxima novela das 9 da Globo

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Goiânia estará de volta à telinha da Rede Globo como cenário de mais uma novela. "Em Seu Lugar", próxima trama das nove, vai suceder "Amor de Mãe". A equipe de gravação está desde o início da semana na capital captando imagens para o folhetim que deve estrear em maio.

No primeiro dia de captação de imagens, foram gravadas cenas externas no terminal Padre Pelágio na terça-feira (4) e no final da manhã desta quarta-feira (5) na Rodoviária de Goiânia e na parte da tarde na Praça do Ratinho e novamente no Padre Pelágio. Estão previstas ainda cenas na quinta-feira (6) no Morro do Além e em pontos da cidade. No primeiro momento não está previsto gravação com os atores em Goiânia.

Cauã Reymond

Em Seu Lugar terá Cauã Reymond como protagonista e na trama o seu personagem passará um momento em Goiânia. O ator viverá irmãos gêmeos que levam vidas bem diferentes e fará par romântico com Andrea Horta e com Alinne Moraes, sua ex-mulher na vida real. Os atores engataram namoro em 2002 e se separaram em novembro de 2005.

Cauã Reymond retorna às novelas depois de cinco anos. O último papel na telinha foi o personagem Juliano Pereira, em A Regra do Jogo. O trabalho mais recente do ator é a segunda temporada da série Ilha de Ferro, disponível na plataforma Globoplay.

Elenco 

O elenco conta ainda com Marieta Severo, Marco Ricca, Andréa Beltrão, Maria Flor, Marcelo Faria, Denise Fraga, Marcos Caruso e Fabrício Boliveira. A direção da novela será de Lícia Manzo, que estreia no horário das nove. Ela traz no currículo boas tramas das seis, A Vida da Gente (2011) e Sete Vidas (2015).

A última vez que Goiânia foi cenário de uma novela da Rede Globo foi na trama Em Família, de Manoel Carlos, em 2014. Na época, a atriz Bruna Marquezine fez cenas na Praça Cívica e os atores Gabriel Braga Nunes e Helena Ranaldi gravaram no Parque Vaca Brava. A cidade de Goiás e Pirenópolis também foram cenários do folhetim.

Fonte: O Popular

Yellow retira bicicletas e patinetes de Goiânia e outras 13 cidades

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Falta de capital afetou operação

Criada há um ano, a partir da fusão da mexicana Grin com a brasileira Yellow, a startup de mobilidade Grow nasceu já com a expectativa de se tornar rapidamente um "unicórnio" - como são conhecidas as empresas de tecnologia avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão. Mas a ambição não se concretizou.

A empresa de aluguel de bicicletas e patinetes sofreu nos últimos meses com falta de capital, disputas de poder, questões regulatórias e o alto custo das viagens em patinetes, apurou o jornal O Estado de São Paulo. Esses fatores levaram o negócio a não cumprir a promessa de revolucionar o transporte urbano.

Para sobreviver, agora a Grow irá no caminho contrário a que as startups estão acostumadas: dará uma freada brusca na operação. Nessa quarta-feira, 22, a startup começou a recolher seus patinetes em 14 cidades do País - agora, vai passar a operar só em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Já o compartilhamento de bicicletas será interrompido em todo o País, para "checagem das condições de operação e segurança". Em nota, a Grow confirmou que fará demissões, embora tenha negado a revelar o número ao jornal O Estado de São Paulo, citando "razões estratégicas". O anúncio do freio nas operações da Grow é o segundo baque no mercado de micromobilidade no Brasil - há duas semanas, a americana Lime deixou de oferecer patinetes na América Latina.

Tropeços
Segundo pessoas próximas à Grow, a falta de capital afetou a saúde da empresa. Em 2019, havia expectativa de uma nova rodada de aportes - em abril, o jornal O Estado de São Paulo chegou a noticiar que a startup negociava investimentos de US$ 150 milhões liderados pelo grupo japonês SoftBank. A negociação não foi adiante, e a Grow ficou com o caixa prejudicado. Procurado, o SoftBank não comentou.

Pesou também a divisão entre os sócios brasileiros e mexicanos: desde o início, a Grin apostava nos patinetes. Já a Yellow via as bicicletas, de preços mais acessíveis, como porta de entrada de novos usuários. Havia uma questão estratégica: cofundador da Yellow, Eduardo Musa, foi presidente da Caloi. Os outros dois cofundadores da brasileira, Renato Freitas e Ariel Lambrecht, também fundaram a 99, primeira startup brasileira a se tornar unicórnio.

A queda de braço entre brasileiros e mexicanos foi vencida pela ala da Grin, com maior poder no conselho de administração após a fusão. Essas disputas internas teriam prejudicado o foco no negócio e levado Lambrecht a se afastar do dia a dia da empresa. A assessoria de imprensa da Grow disse que o executivo é apenas "fundador e acionista" da companhia. Assim, toda a ala da Yellow deixou a operação - Freitas e Musa já não são sócios da empresa desde 2019. Em nota, a startup afirmou que a reestruturação "não se baseou em questões de liderança."

Dificuldades
Segundo fontes, houve também vários erros operacionais. O custo das corridas em patinetes - de R$ 8 para cada dez minutos - seria considerado alto pelos clientes. A expansão acelerada, de 4 para 17 municípios em apenas um ano, também não teria levado em consideração as particularidades de cada local. A falta de resistência e a difícil manutenção dos patinetes e das bicicletas, que têm muitas peças importadas, agravaram a situação.

Aposta para reduzir problemas e baratear a operação, a fábrica de bicicletas e patinetes na Zona Franca de Manaus não saiu do papel - o plano era entregar as primeiras unidades ainda no início de 2020. Questionada, a Grow disse que ainda avalia como seguirá com o projeto. Por fim, a falta de regulamentação sobre o uso de patinetes e a falta de diálogo entre autoridades e startups levou à apreensão de patinetes na capital paulista, em julho. (Agência Estado)

Fonte: A Redação

Nova alta no preço dos combustíveis coincide com fim de férias

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Com o fim das férias escolares esta semana, o preço dos combustíveis aumentou em Goiânia. A maior demanda, por conta do período de retorno das famílias à rotina, faz os donos de postos tradicionalmente elevarem os valores nesta época. Mas, desta vez, o consumidor sentiu a maior diferença no etanol. Ontem, o litro era encontrado por até R$ 3,67, o que representa alta de 2,22% (R$ 0,08) em comparação com o maior preço praticado até sábado (18). 

No caso da gasolina, o valor mais alto encontrado ontem pela reportagem na capital já era o praticado desde a semana passada em alguns locais, R$ 4,89. A diferença é que mais postos resolveram elevar o preço. Na Avenida T-63 no Setor Bueno, por exemplo, um estabelecimento passou de R$ 4,75 para R$ 4,86, o que representa R$ 0,11 a mais. 

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), Márcio Andrade, a baixa demanda em janeiro fez empresários não repassarem altas do preço nas distribuidoras que ocorreram desde dezembro. Mas o aumento da demanda com o fim das férias e baixa no estoque levou à elevação dos preços. 

“Houve um represamento de aumento, uma ‘promoção’ que o consumidor não pode ver, quando o posto deixou de passar aumentos, e agora chega o momento de recompor as margens de lucro”, afirma. No caso do etanol, elevações têm ocorrido no período da entressafra, que começou em novembro e vai até abril. Ele fica mais caro com redução de estoques das usinas. Como faz parte da mistura da gasolina – que tem 27% de etanol anidro –, também puxa o preço desse combustível. 

Márcio reforça ainda que há, consequentemente, aumento da base de cálculo do ICMS. “É um somatório.” Porém, o aumento do etanol na usina foi até menor do que o que ocorreu em outros locais do Brasil. 

Estoque 

Do início do mês até semana passada, houve aumento de R$ 0,04 no valor do etanol hidratado e de R$ 0,07 no anidro vendidos pelas indústrias em Goiás, conforme indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). Enquanto em São Paulo, foi de R$ 0,05 e R$ 0,08, respectivamente. 

O presidente dos Sindicatos da Indústria de Fabricação de Açúcar e de Etanol (Sifaeg/Sifaçúcar), André Rocha, explica que os estoques estão mais reduzidos e na mão de poucas usinas, apesar da safra ter sido recorde. O consumo foi alto pela competitividade do combustível durante o ano passado e contribuiu para redução maior. 

Sobre a diferença com São Paulo, afirma que incentivos diluem a carga tributária o que reduz o repasse para distribuidoras. “Infelizmente, o preço não chega da mesma forma para o consumidor, porque o preço na bomba fica até mais caro.” 

Há usinas em Goiás com produção prevista para fevereiro e também há oferta do etanol de milho, porém, André lembra que isso contribui pouco.

Fonte: O Popular

“Inflação e juros baixos, é um bom momento para comprar imóvel”, afirma Ademi-GO

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O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliários em Goiás (Ademi-GO), Roberto Elias, explicou à Sagres 730 nesta quarta-feira (22), o levantamento realizado pela Ademi-GO e a Caixa Econômica Federal que aponta que Goiás é líder nacional em contratação de financiamento habitacional por pessoa física e com baixo índice de inadimplência 1.6 %, contra o 2.2% registrado no Brasil. Para 2020, a Caixa prevê crescimento de 30% para o mercado goiano.

Segundo o presidente, Goiás é um polo logístico do agronegócio e isso contribui para que as pessoas queiram morar no Estado. Aliado a isso, Roberto Elias apontou outro fator que favorece esse índice, que é o valor do m² ser um dos mais baratos do país. “O m² de construção ainda é muito baixo, Goiás é um dos m² mais baratos do Brasil. Então enquanto o cidadão em Brasília vai comprar apartamento pelo valor de R$ 10 mil m² aqui ele paga R$ 6 mil m² quase a metade do preço”, disse.

Dado do Índice Geral de Preços Imobiliários – Comercial (IGMI-R) da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) aponta que o preço dos imóveis novos comercializados em 2019 registrou alta de 4,11% no acumulado do ano. De acordo com o presidente da Ademi-GO houve um período de resseção no país com um alto número de desemprego, isso fez com que o mercado imobiliário estagnasse.

A expectativa para 2020 melhora segundo Roberto Elias. “Como o m² não subia a muito tempo, a gente acredita que em 2020 devemos ter uma pequena correção nesse valor do m²”, pontuou. Ressalta também que o momento está favorável para adquirir o imóvel. “Estamos com juros baixo e inflação baixa, é um bom momento para comprar imóvel”.

Foto: Fernando Branco - AeroCam / Shutterstock.com

Homologada licitação para continuação da Marginal Cascavel

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Empresa vencedora será responsável também pela canalização do Córrego Cascavel, no trecho de 1,76 km, entre as Avenidas T-9 e C-12, construção de calçadas acessíveis e sinalização

A empresa Sobrado Construções Ltda foi a vencedora da concorrência pública, do tipo menor preço, para a execução das obras de construção das pistas marginais e de acesso e de canalização do Córrego Cascavel, no trecho entre as Avenidas T-9, no Setor Bueno, e C-12, na Vila Alpes, numa extensão de 1,76 km. O contrato contempla ainda a sinalização horizontal e vertical e a construção de calçadas acessíveis.

A licitação foi homologada no último dia 10 e, após a certificação e a assinatura do contrato, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) expedirá a ordem de serviço para o início dos trabalhos.

Orçada em R$ 25.349.847,00, a licitação foi fechada por R$ 18.961.679,57, um deságio de mais de 25%. A empresa deverá iniciar os trabalhos em até 10 dias úteis após o recebimento da ordem de serviço e executar num prazo de 240 dias.

De acordo com o projeto, a pista a ser construída varia de 9 m a 11,98 m de largura, com acessos de 6 m a 6,73 m de largura, e camada de revestimento em concreto betuminoso na espessura de 10 cm, dividido em uma camada de 5 cm de pavimento asfáltico, recoberta por outro camada de 5 cm de capa para as vias marginais.

As alças e as vias da Avenida dos Alpes terão camada em 5 cm de revestimento em CBUQ, uma vez que se espera um fluxo de tráfego significativamente menor do que para as vias principais das marginais.

Para as calçadas, o projeto indica concreto de 20 Mpa, dos dois lados da via, com 2 m de largura e espessura de 6 cm.

Canalização
Segundo o projeto, a canalização proposta para esse trecho do Córrego Cascavel é uma estrutura de concreto armado composta de segmentos com 19,98 m de extensão, interligadas por juntas de dilatação, com fundo plano interligado a paredes verticais com as dimensões projetadas.

O canal foi dimensionado para atender a uma vazão de 171,668 m³/s e tempo de recorrência de 100 anos para pontes e canais em concreto e borda livre aproximada de 38,50 cm para o topo das paredes do canal.

Obras relacionadas
Algumas estruturas que compõem a Marginal Cascavel já foram executadas, como a restauração da Avenida C-7 para utilização como marginal esquerda (Avenida dos Alpes / Avenida C-12); execução das pistas esquerda e direita da Avenida do Alpes pelo lado da Vila União (margem esquerda do Córrego) até as proximidades do apoio extremo das pontes de transposição das marginais; alça de acesso da Avenida C-7 para a Avenida dos Alpes; e 120 metros de canal a jusante do ponto de implantação das pontes da Avenida dos Alpes, que está sendo executada e deverá ser concluída no mês de março. Já foram concretados os pilares, as lajes de transição e as travessas de apoio. Também está em execução a forma e escoramento para as travessas de apoio à superestrutura.

Nara Serra, da editoria de Infraestrutura

Prefeitura inicia construção da ponte da Leste-Oeste sobre a Marginal

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O Prefeito Iris Rezende assinou na segunda-feira (20/1), a ordem de serviço para o início das obras de construção da ponte da Avenida Leste-Oeste sobre a Marginal Botafogo, no cruzamento das duas vias, no Setor Leste Vila Nova. O prazo para conclusão é de sete meses. Para realizar os serviços, o trânsito nas imediações será alterado.

De acordo com o projeto, as pistas da Avenida Leste-Oeste passarão sobre a Marginal Botafogo. Serão dois viadutos, em concreto armado, estruturalmente justapostos, sendo que cada um tem duas faixas de segurança de 1,50 m, duas faixas de rodagem de 3,50 m, uma faixa de pedestres de 2,0 m, duas barreiras guarda-rodas de 0,40 m e uma barreira guarda corpo de 0,20 m rígidos, de concreto armado, padrão ABNT, que totalizam uma largura constante de 13,0 m. A ponte terá de 53 m de extensão.

Trânsito

As intervenções já implantadas na região serão mantidas. Em razão da continuação das obras da Avenida Leste-Oeste, a Marginal Botafogo terá circulação restrita, nos dois sentidos.

A Rua 227 será interditada nos dois sentidos para receber os pilares do viaduto da Avenida Leste-Oeste. Já o cruzamento da Rua 67-A com a Avenida Contorno será bloqueado e a circulação será restrita, com acesso local, na Rua 67-A, via Marginal Botafogo.

Os desvios implantados na região, em dezembro de 2019, serão mantidos.

Avenida Leste-Oeste

A Avenida Leste-Oeste é dividida em dois tramos: o primeiro se refere ao Tramo Oeste,

que se localiza entre a Rua 74, no Centro de Goiânia, e a rodovia municipal Gyn 20, no Conjunto Vera Cruz; e o seguinte, referente ao Tramo Leste, entre a Praça do Trabalhador e o perímetro urbano de Senador Canedo (GO 403). 

A Avenida permitirá uma ligação contínua entre a divisa de Senador Canedo até a Gyn 20, numa extensão total de 40 quilômetros, sendo 10,2 km relativos à rodovia GO 403, que se encontra duplicada.

Os trabalhos para implantação da via foram elaborados em 1987, dentro do Plano Diretor de Transportes de Goiânia – PDTU, que recomendou a adoção de melhorias mobilidade urbana e no transporte de pessoas e mercadorias na Capital.

Em 1992, o Instituto de Planejamento de Goiânia elaborou o Plano de Desenvolvimento Integrado de Goiânia, incorporando as recomendações do PDTU.

Em 1993, a Prefeitura de Goiânia, por meio do antigo DERMU, elaborou o projeto básico e licitou as obras para a construção da avenida, entre a Praça do Trabalhador e o Conjunto Vera Cruz, mas o processo só foi retomado em 2002.

Atualmente, o trecho entre a Praça do Trabalhador/Avenida Castelo Branco, assim como a ligação da Avenida Leste-Oeste com a Avenida República do Líbano, está implantado; entre a Rua da Alegria/Conjunto Vera Cruz encontra-se implantada com alguns trechos ainda em pista simples.

No dia 15 de julho do ano passado, teve início a construção dos 8,1 km do tramo leste da via, entre a Praça do Trabalhador e a Rodovia GO-403, com a construção do bueiro sobre o Córrego Palmito, já concluído. O bueiro do Córrego da Onça está com 90% da obra pronta.

Estão em execução os serviços de terraplanagem e da rede de drenagem, já finalizada em vários trechos: na Praça do Trabalhador, entre a Rua 44 e Rua 68; entre a Av. Rasmussen e a chácara Jaime Câmara, no Bairro Feliz; entre o Bueiro do Córrego da Onça e a Rua 402, na Vila Viana. Está em execução o guarda-corpo do muro de arrimo da Praça do Trabalhador.

O trecho do tramo Oeste, de 1,7 km, entre a Avenida Castelo Branco e a Rua da Alegria, será executado após a conclusão das desapropriações e desocupações das áreas no trajeto por onde vai passar a via.

Subtrechos da Av. Leste-Oeste
Subtrecho 1:
Localização: Trindade
Extensão: 6 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 2:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,7 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 3:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,6 km
Situação: Projeto Implantado
Subtrecho 4:
Localização: Goiânia
Extensão:  1,7 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 5:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,8 km
Situação: Projeto Implantado
Subtrecho 6:
Localização: Goiânia
Extensão:  8,1 km
Situação: Projeto em Implantação
Subtrecho 7:
Localização: Senador Canedo
Extensão:  10,20 km
Situação: Rodovia duplicada

Nara Serra, da editoria de Infraestrutura, com Veruska Narikawa, da editoria de Trânsito, Transportes e Mobilidade 

Goiás pode ter pior chuva do ano a partir desta quarta-feira (22) com ápice na sexta-feira (24)

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Valores superiores a 300 mm são previstos para cair nas regiões central e Norte do Estado; há a possibilidade de ocorrerem desastres naturais como inundações, enxurradas, alagamentos, deslizamentos de terra e corridas de solo 

O Estado de Goiás pode ser atingido, a partir desta quarta-feira (22), pela pior chuva de todo o ano. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam para uma expectativa de que o volume de água a cair sobre a região ultrapasse 300 mm.

Segundo o Inmet, as regiões mais afetadas devem ser o centro e o norte do Estado. A projeção é que o ponto crítico deve ser na sexta-feira (24). O alerta ressalta que alguns municípios dessas áreas tiveram acumulados significativos de chuva e a previsão para esta semana indica valores ainda mais elevados.

Para Goiânia e região metropolitana, a previsão é de que chova mais de 150 mm nesta sexta-feira (24). O volume de água esperado para todo o mês de janeiro na capital era de 427 mm.

O informe é do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR); do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet); do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden); e do Serviço Geológico Brasileiro (CPRM).

O Governo Federal emitiu o alerta para que órgãos de proteção e defesa civil estaduais e municipais e moradores de áreas de risco nas regiões que podem ser afetadas se organizem. 

Devido ao grande volume de água, há a possibilidade de ocorrerem desastres naturais como inundações, enxurradas, alagamentos, deslizamentos de terra e corridas de solo.

Como janeiro é um mês tradicionalmente chuvoso em Goiás, é possível que este específico período em 2020 ultrapasse as médias históricas na maioria das cidades goianas.

A Defesa Civil Nacional orienta que as pessoas e famílias que moram em áreas de risco, ou que já tenham registrado desastres anteriormente, devem procurar urgentemente os órgãos locais de defesa civil para ter acesso ao plano de contingência para suas regiões. 

Entre as recomendações a serem seguidas por moradores das cidades afetadas pela chuva estão: evitar áreas de inundação e não trafegar em ruas sujeitas a alagamentos ou próximas a córregos e ribeirões no momento mais intenso da tempestade. As pessoas também devem evitar estacionar debaixo de árvores ou atravessar ruas alagadas. 

Chuva desta terça

A forte chuva que caiu na tarde desta terça-feira (21) na região metropolitana de Goiânia causou diversos estragos. Uma família chegou a ficar ilhada no telhado de uma casa aguardando resgate na Rua Monte Sinai, do setor Jardim Mirabel, na capital, e uma ponte desabou no Setor Recreio Panorama junto com um carro que passava pela estrutura. Contudo, as pessoas que estavam dentro do veículo conseguiram sair a tempo e não se feriram.

Além disso, um córrego transbordou e a água chegou a alagar a Avenida Lago Azul e uma praça na divisa entre o Jardim Nova Esperança a Vila Finsocial. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não houve nenhuma vítima com ferimentos graves. Devido à enchente, veículos estão impedidos de circular pelo local.

Goiânia: Setor Alto da Glória é a bola da vez

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Empreendimentos empresariais e residenciais fazem com que o setor seja um dos mais cobiçados de Goiânia

A região sul de Goiânia vem se despontando nos últimos anos como uma parte da capital com enormes potencialidades. O Setor Alto da Glória é um dos protagonistas que faz o local ser um dos mais cobiçados de Goiânia. Dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que 5.049 pessoas moram no Alto da Glória. A valorização da região, que inclui o Jardim Goiás, é alavancada pelo Parque Flamboyant. Com mais de 125.000m², a área inclui espaços altamente arborizados, lagos, pistas para caminhada e ciclismo, bem como opções de lazer para as crianças.

Outro grande fator que faz com que o Sul de Goiânia possua um crescimento exponencial é o Shopping Flamboyant. O empreendimento oferece mais de 255 lojas, incluindo marcas internacionais, como Louis Vuitton, Swarovski, Adidas e Coach. Além das lojas, o shopping é um polo gastronômico de referência, uma vez que importantes e sofisticados restaurantes se instalaram na região.  O Shopping Flamboyant foi inaugurado no início dos anos 80, quando Goiânia tinha pouco mais de 300 mil habitantes. Hoje, a capital ultrapassa de 1 milhão os moradores e o Setor Alto da Glória é uma das regiões mais cobiçadas da cidade.

No início de dezembro de 2019, o Grupo Flamboyant e o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, anunciaram o projeto de um complexo de saúde. O empreendimento será erguido na antiga área da loja de materiais de construção Tend Tudo. O centro médico compreenderá clínicas e laboratórios, bem como espaços que valorizam o bem-estar, como academias e ambientes para a prática de ioga. O Sírio Libanês goiano terá proporções inéditas e será referência no Centro-Oeste, totalizando 20.000m².

De acordo com o empresário, especialista em mercado imobiliário da URBS-RT, Ricardo Teixeira, são escassos os terrenos ociosos nesta região. “O Alto da Glória é um setor, em Goiânia, totalmente consolidado que só aprimora, com o tempo. Tem o Parque Flamboyant, o Shopping Flamboyant e inúmeros empreendimentos comerciais, além de uma área gastronômica que só valorizou”, afirma o empresário.

Neste métier imobiliário, o Alto da Glória é uma excelente região para morar. A Elmo Incorporadora lançou o Lux Flamboyant, empreendimento compacto de alto padrão. O residencial será construído em torre única, com apartamentos de dois e três quartos. Ainda de acordo com Ricardo Teixeira, a localização é excepcional, “basta atravessar a rua e você está dentro do Shopping Flamboyant”. Para o especialista, o perfil dos compradores são casais jovens, casais com um filho ou investidores. A propósito, o empresário garante que é uma excelente oportunidade de investimento. “É um produto com enorme potencial de valorização, por isso é um excelente negócio. Com a redução das taxas de financiamento imobiliário, o valor do financiamento vai ser muito próximo do que o investidor vai receber do aluguel e, acima de tudo, o imóvel vai valorizar”, explica.

Os apartamentos do Lux Flamboyant são um sucesso em vendas, restam cerca de 30% dos imóveis. Segundo Ricardo Teixeira, isso se explica porque morar no Alto da Glória é um objeto desejo, porque além da localização, é possível fazer tudo a pé, andando poucos passos para ter acesso aos serviços na região.

Na foto: Lux Flamboyant/Perspectiva

Aparecida de Goiânia espera avançar na industrialização com chegada de 230 empresas

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PIB do município cresceu 122% em nove anos

Aparecida de Goiânia anunciou que no início de 2020 há 230 pedidos de empresas que pretendem se instalar no município ou querem abrir novas unidades. 

Nos últimos dez anos, o número de CNPJs ativos em Aparecida de Goiânia saltou de 6 mil para cerca de 54 mil, entre indústrias, empresas e comércios, de acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda.

Em 2019, a cidade viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer 122%, considerando a evolução de 2010 a 2018. Para a Prefeitura de Aparecida, essa elevação no conjunto de bens e serviços produzidos na cidade é fruto de um processo contínuo de industrialização, iniciado nos anos de 1990, que tem expandido a oferta de empregos, gerado renda para os moradores e oportunidades de novos empreendimentos. 

Além do IBGE, onde é possível confirmar a evolução do PIB de Aparecida, a prosperidade econômica da cidade fica evidente também nos pedidos de registro de empresas protocolizados na Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

Fora a capital, Goiânia, o grupo das quatro maiores economias de Goiás tem Aparecida como protagonista no quesito abertura de novas empresas. O município fica à frente de Anápolis, Catalão e Rio Verde. Comparando apenas as solicitações de empresas individuais de responsabilidade limitada, Aparecida foi a cidade com mais pedidos registrados nos anos de 2017, 2018 e 2019, entre os meses de janeiro e novembro.

No ano passado, por exemplo, 581 empresas individuais de responsabilidade limitada pediram autorização para se instalar em Aparecida, segundo a Juceg. Anápolis teve 546 solicitações; Catalão, 87; e Rio Verde, na Região Sudoeste, 282 pedidos em igual período.

Para o prefeito Gustavo Mendanha, os investimentos feitos pela administração municipal em obras de mobilidade urbana; de recapeamento e pavimentação de bairros; de reforma e construção de unidades escolares, unidades de saúde e espaços de lazer; de instalação de câmeras de videomonitoramento e capacitação para a vida profissional têm favorecido Aparecida no sentido de atrair empresas para o município. “Os investimentos públicos feitos na cidade ajudaram a mudar a característica de Aparecida. Temos hoje uma população mais escolarizada, mais preparada, com melhor qualidade de vida e com isso conseguimos fixar empresas e indústrias em nosso município”, ressalta.

Crescimento a dois dígitos
Os sete polos industriais e empresariais de Aparecida geram atualmente mais de 120 mil postos de trabalho. Para o prefeito Gustavo Mendanha, esse é o principal benefício de ter a economia local sustentada na industrialização. “Empreendimentos industriais geram emprego, divisa de receitas e muito desenvolvimento para o município. Aparecida é hoje uma cidade de oportunidades. O município deixou de ser cidade dormitório e passou a ser uma cidade industrial e universitária, e é claro que esse tipo de empreendimento vem para corroborar com o bom momento que estamos vivendo”, argumenta o prefeito.

Em 2010, o PIB de Aparecida era de R$ 5,8 bilhões. O número subiu para R$ 12,9 bilhões em 2018. Nesse período, a economia de Aparecida cresceu 17,40% ao ano, segundo a Secretaria Municipal da Fazenda. “É um crescimento chinês aqui em Aparecida”, lembra o ex-prefeito Maguito Vilela em referência à taxa de expansão do PIB da China, uma das potências que mais evoluiu na última década e é hoje o maior parceiro comercial do Brasil.

Maguito atribui a efervescência na economia de Aparecida ao fato de o prefeito Gustavo Mendanha adotar medidas que desburocratizam a gestão tributária das empresas na cidade. “Isso faz com que os empreendedores sejam mais competitivos”, lembra ele.

Fonte: A Redação

Pontos de alagamento quase dobram em um ano, em Goiânia; veja os 94

17:41 0 Comments A+ a-



Endereços que estão distribuídos por 62 bairros são acompanhados pela Defesa Civil para evitar situações de risco A Defesa Civil monitora 94 pontos de alagamento em Goiânia. Matéria divulgada na semana passada pelo POPULAR mostra que o número de pontos quase dobrou em relação ao ano passado, que chegava a 50. Agora endereços que estão distribuídos por 62 bairros são acompanhados para evitar situações de risco.

Todos os pontos tiveram ocorrências de grandes enxurradas, alagamento e inundações graduais em 2019. Um dos motivos segundo a Defesa Civil, para tantas áreas de alagamento é a impermeabilização do solo e consequentemente o comportamento das pessoas, por conta do acúmulo de lixo e os bueiros entupidos.

Veja a lista com os pontos de alagamento em Goiânia:

Parque Amazonas
- Avenida Feira de Santana
- Rua C-183
- Avenida José Rodrigues de Morais Neto
- Rua Anacá, chacara 67, 107 e 108
- Avenida Dona Terezinha de Morais

Vila Redenção
- Rua Nonato Mota

Jardim América
- Avenida C-107
- Rua C-107 com rua C-190
- Rua 206, com rua C-198
- Avenida C-107, com rua 187

Setor Pedro Ludovico Teixeira

- Avenida 2ª radial
- Avenida 3ª radial
- Avenida 1ª radial (próximo ao Hugo)

Vila Nova Horizonte

- Avenida Mauricio Gomes
- Avenida Cesar Lates

Jardim Presidente
- Avenida Presidente Kubistchek

Vila Alto da Glória
- Avenida Recife

Setor Novo Horizonte
- Avenida Miguel do Carmo

Jardim Planalto
- Avenida T-9

Jardim Esmeralda
- Rua Terezinha (frente à Unifan)

Setor Aeroviário
- Avenida Anhanguera com a rua 13 (Terminal do Dergo)
- Córrego Cascavel (próximo à Faculdade Padrão)

Setor Bueno

- Avenida T-9 (próximo ao clube Oasis)
- Avenida T-10 (ao lado do Parque Vaca Brava)
- Avenida T-8 esquina coma T-27
- Avenida T-8 com a T-30
- Avenida T-2 com a Avenida T-8

Conjunto Caiçara
- Rua Dona Maria Kubistchek/ irmã Helena de Figueiredo

Campinas
- Avenida Anhanguera com a Quintino Bocaíuva

Centro
- Avenida Dona Gercina Borges com a Alameda dos Buritis
- Avenida 85 com a Praça Pedro Ludovico Teixeira
- Avenida Paranaíba com a rua 23 (frente ao Estádio Olímpico)
- Avenida Paranaíba (frente ao Ginásio Rio Vermelho)

Cidade Jardim
- Avenida Armando de Godoy (próximo ao Detran)

Setor Coimbra
- Rua 217 com a Praça A

Curitiba III
- Avenida Oriente com a rua JC 51

Estrela Dalva
- Avenida Oriente com Airton Sena

Setor dos Funcionários
- Avenida Anhanguera com a Avenida Perimetral

Setor Goiânia Viva
- Avenida Tóquio (próximo ao terminal de ônibus)

Bairro João Braz
- Rua Marajoara entre o bairro Goya e João Braz

Jardim Guanabara
- Rua Belo Horizonte

Residencial Itamaracá
- Rua RIT 13
- Rua RIT com a SP19

Jardim Novo Mundo
- Avenida Anhanguera

Setor Oeste

- Avenida Anhanguera (baixada Lago das Rosas)
- Avenida T-7 com a rua 31
- Avenida T-7 com Ruy Brasil Cavalcante
- Avenida Assis Chateaubriand

 Setor Perim
- Rua da Alegria com Vila da Geni e da Mina

Recanto do Bosque
- Avenida Goiás com Avenida Mangalô

Santo Hilário
- Rua Abel Rodrigues

Setor Sul
- Rua 87 (próximo a Praça do Ratinho)
- Rua 83 com a rua 83-A

Setor Centro Oeste
- Avenida B com a rua 41

Conjunto Vera Cruz
- Avenida Dona Gercina

Jardim Goiás
- Viaduto da Avenida H com a Jamel Cecílio

Parque Industrial João Braz I e II
- Avenida Francisco Alves de Oliveira

Vila Izaura
- Avenida Senador Jaime (entre a rua 4 e 10)

Setor Rio Formoso
- Rua Miguel do Carmo entre a Via Celso Nascimento e  Via Augusto Borges de Oliveira

Prefeitura de Goiânia retoma obras de canalização do Córrego Cascavel

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Trabalhos devem durar cerca de um ano

A Prefeitura de Goiânia retoma as obras de canalização do córrego Cascavel, no trecho entre a Avenida Castelo Branco e Avenida Leste-Oeste. A empresa Arte Construções Ltda foi definida por meio de concorrência pública do tipo menor preço e deve  começar os trabalhos em até 10 dias úteis, após a emissão da ordem de serviço, com prazo de 360 dias para conclusão.

Com recursos do governo federal, as obras estão orçadas em R$ 25.144.014,21, a licitação foi fechada em R$ 20.979.488,63, um deságio de 16%. A canalização do Córrego Cascavel foi iniciada em fevereiro de 2015 e paralisada nove meses depois, em novembro de 2015. Nesse período foi executado o início da canalização no trecho entre a Avenida Castro Branco e Avenida Anhanguera.

O Córrego Cascavel tem 11 km de extensão. Nasce na Vila Rosa e deságua no Ribeirão Anicuns, na Vila Irany, na região de Campinas, passando pelo Jardim Atlântico, Parque Anhanguera, Jardim América, Vila Rezende, Vila Bela, Vila Alpes, Setor Sol Nascente, Vila Teófilo Neto, Vila Boa Sorte, Vila Santa Efigênia, Vila Bela, Vila Aguiar, Setor Coimbra, Setor Rodoviário, Granja Santos Dumont, Vila São José e Vila São Paulo.

De acordo com o projeto, o trecho a ser canalizado é de 2.188,27 m, iniciando-se na Avenida Castelo Branco e se estendendo até a Avenida Leste-Oeste e estão previstos três tipos de revestimentos: 1) concreto armado, onde não é possível a recuperação do leito e das margens por meio de soluções mais simples, como grama e gabião; 2) revestimento com paredes em gabião e o fundo com revestimento natural, no trecho onde o fundo do curso d’água é rochoso; 3) paredes em gabião e o fundo em concreto armado.

No trecho localizado na Avenida Anhanguera, em Campinas a parede do lado direito do canal terá 2 m de altura, para funcionar como vertedor, pois do lado extremo do canal foi projetada uma bacia de amortecimento de cheias.

Como o leito do córrego apresenta curvas em alguns trechos, o projeto prevê uma retificação geral nesses locais, proporcionando melhor condição de escoamento e também a construção de degraus em concreto simples com altura suficiente para evitar o solapamento do fundo.

Bueiros
Para a compatibilização das vazões, alguns bueiros existentes ao longo do trecho a ser canalizado (travessias das Avenidas Anhanguera, Castelo Branco, 24 de outubro, Padre Wendell, Rua Santo Afonso e Leste-Oeste) serão ampliados ou substituídos. No córrego açude, afluente do Cascavel, será implantado um bueiro de 2,5 m x 2,0 m.

Tanque de detenção
Será implantado ainda, numa área de 4.000 m², um tanque de detenção de 8.000 m³, com 50 m de largura, 80 m de comprimento, paralelo ao córrego, e 2 m de altura. O vertedor terá altura de 30 m, com capacidade para vazão de 6 m³ por segundo. Após ocorrência da cheia, o esvaziamento do tanque será feito por gravidade no próprio leito do canal, por uma tubulação de 600 mm.

Fonte: A Redação