Deteriorados, pontos de ônibus da Capital oferecem perigo a usuários do transporte coletivo

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Processo licitatório para terceirização dos abrigos se arrasta há mais de três anos. Para vereador, Poder Público “não colabora com o cidadão”

Abandonados. Esta é a palavra que melhor define a situação dos pontos de ônibus da capital. As estruturas que, em tese, deveriam oferecer proteção aos usuários do transporte coletivo soam mais como uma grande ameaça. A impressão é de que, a qualquer momento, algumas estruturas poderão ceder e atingir aqueles que nelas procuram abrigo.

A maioria delas já foram tomadas pelo desgaste decorrente da falta de manutenção atrelada ao tempo de uso. O ideal seria que esses espaços oferecessem mais proteção e conforto aos passageiros.

O Poder Público até poderia entregar os “pontos” e colocar a responsabilidade nas mãos de uma empresa privada. Há, inclusive, um processo de licitação nesse sentido. Acontece que ele aguarda, desde 2017, pela celeridade da Prefeitura de Goiânia.

A ideia seria que a manutenção e construção desses abrigos ficassem a cargo de uma empresa que, em troca, poderia explorar os pontos com publicidade. Ou seja, é uma relação de ganhos. A empresa vencedora do processo de licitação ganharia o direito de fazer seus anúncios, ao passo em que a prefeitura ganharia o direito de ser omissa à administração e manutenção. Por fim, o usuário — o mais interessado e atingido — ganharia mais dignidade enquanto espera pelo transporte.

Acontece que esse projeto parece ter sido abandonado pelo Poder Público que não quis comentar sobre o assunto. Haja vista que o Jornal Opção procurou por diversas vezes a Prefeitura de Goiânia, mas até o fechamento dessa reportagem, não obteve respostas para nenhum dos questionamentos enviados.

Sem os devidos reparos, os usuários continuarão expostos, não só ao sol e a chuva, mas também aos perigos recorrentes. Não é preciso muito para que se perceba o protagonismo dos assentos amassados ou quebrados, das coberturas precárias, da ferrugem e pichação, além da falta de iluminação.

Em entrevista ao Jornal Opção, o vereador Lucas Kitão (PSL) não escondeu o sentimento de pesar. “Sabemos que Goiânia é uma cidade que tem tudo para dar certo e infelizmente o Poder Público não colabora com o cidadão”, lamentou.

“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada [o processo de licitação] não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas. Não há outra explicação”, considerou o parlamentar que disparou em seguida: “não haveria uma maneira melhor do que terceirizar essa manutenção e construir novos abrigos”.

Ele explica que a terceirização tem como contrapartida “apenas a permissão de que a empresa faça mídia”. “É uma ideia boa e barata; simples e criativa. Acho que a cidade pode melhorar com ideias modernas como essa”, finalizou.

Iris lança, no Parque Oeste Industrial, 43º parque urbanizado de Goiânia

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Maquete do Parque Sebastião Júlio Aguiar, lançado pelo prefeito Iris Rezende, no setor Parque Oeste Industrial: unidade vai beneficiar região Oeste da capital, onde vivem cerca de 150 mil moradores, com investimento previsto de R$ 7 milhões

O prefeito Iris Rezende lançou, neste domingo (28/04), durante 19º mutirão, as obras do 43º parque de Goiânia, denominado Sebastião Júlio Aguiar, no setor Parque Oeste Industrial. A unidade vai beneficiar a região Oeste da capital, onde vivem cerca de 150 mil moradores. “A construção é resultado de mais uma parceria da Prefeitura de Goiânia com a iniciativa privada em prol da cidade”, afirma Iris. O investimento previsto é da ordem de R$ 7 milhões.

“É o espírito de mutirão que prevalece e garante o desenvolvimento com mais rapidez e eficiência”, disse o prefeito. Com 112,757 mil m², o parque vai abrigar uma grande veredas de buritis, que será cercada e preservada, e ganhará um lago, bicicletário, playground, faixa de caminhada para pedestres, estacionamento e faixa de ciclovia em seu entorno.

A previsão é de que o parque seja entregue para a população em outubro. Ao todo, 40 trabalhadores atuarão no local. O projeto foi desenvolvido pela Prefeitura de Goiânia em parceria com empresas CMO Construtora, Dinâmica Engenharia, Engel Engenharia, Tropical Urbanismo, e a família de Sebastião Júlio Aguiar, loteadora no bairro.

Homenagem

O nome do parque é uma homenagem ao antigo proprietário da área, deputado Sebastião Júlio de Aguiar, mineiro que chegou em Goiânia nos anos 1950 e deu início à urbanização do setor Parque Oeste Industrial, em 1957, quando foi aprovado o loteamento do bairro.

No projeto inicial de loteamento já havia a previsão da área do parque municipal, mas a família transferiu mais área privada para esta finalidade, o que o tornou duas vezes maior que original.

Serra Dourada é reaberto após quase 40 dias de reparos

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Estádio receberá primeiro jogo do Goiás em casa na Série A do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira (1°), às 21h30, contra o São Paulo Após ficar 36 dias fechado para reparos em sua estrutura, o Estádio Serra Dourada, principal praça esportiva do futebol goiano, foi liberado e está pronto para receber o primeiro compromisso, marcado para esta quarta-feira (1°), quando o Goiás, clube responsável por financiar, juntamente com a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), a reforma no local, encara o São Paulo, às 21h30, em jogo válido pela 2ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Dentre as mudanças, algumas delas exigidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para receber jogos da elite do futebol nacional, o Serra Dourada conta agora com um camarote para o clube mandante das partidas no estádio, além de vestiários com manutenção em dia.

A edição de 2019 da Série A contará com a presença do árbitro assistente de vídeo (VAR, na sigla em inglês) em todos os seus 380 jogos. Em função disso, uma sala exclusiva para a equipe que comandará a ferramenta tecnológica foi construída. As comissões técnicas dos clubes que forem disputar jogos no Serra Dourada também terão salas dedicadas, construídas durante a reforma. Nos bancos de reservas, o número de assentos foi ampliado de 18 para 23 lugares.

Uma novidade a ser observada por atletas, torcedores e imprensa será a iluminação geral do estádio, que foi consertada durante os trabalhos. As duas fileiras de refletores têm, agora, a capacidade de 870lux, medida para observação de luminosidade. O número supera o mínimo exigido pela CBF, que é de 800lux.








Prefeitura divulga que na Estação Ferroviária funcionará uma galeria de artes e um café

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Local também terá um posto da guarda civil e uma unidade da Atende Fácil 

A Prefeitura de Goiânia divulgou oficialmente pelas redes sociais na tarde desta terça-feira (16) que na Estação Ferroviária, no Centro da capital, irá funcionar uma galeria de artes, um posto da guarda civil, uma unidade do Atende Fácil e um café.

Segundo o prefeito Iris Rezende (MDB), os trabalhos vão contemplar também a revitalização de uma parte da Praça do Trabalhador, que será realizada ao final da restauração da Estação Ferroviária. “A previsão é de que o projeto seja finalizado neste semestre”.

Como reportado pelo POPULAR no início de março, uma novidade do local é a Locomotiva Maria Fumaça, que volta ao seu local de origem, diante da antiga plataforma de embarque e desembarque, onde ficavam os trilhos. A locomotiva integra a parte artística do local.

A obra custou R$ 5,87 milhões, foi realizada com verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas e executada seguindo o “ritmo normal” previsto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Novos usos

Estação Ferroviária de Goiânia deverá ser dividida entre:

Museu Frei Confaloni: com galerias de arte e exposições permanentes, deve ocupar a maior parte do local

Centro de Atendimento ao Turista (CAT): instalado na antiga bilheteria

Unidade Atende Fácil

Base da Guarda Civil Metropolitana

Café

Locomotiva Maria Fumaça, que ficava exposta na parte da frente da Estação Ferroviária, é transferida para a parte de trás do prédio, onde originalmente os vagões faziam as paradas

Atração Internacional: Liam Payne vem para o Festival Villa Mix em Goiânia

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Directioners, estão preparadas para este momento? Porque os boatos eram reais! O cantor Liam Payne vem ao Brasil este ano para se apresentar em Goiânia, no Festival Villa Mix, no dia 29 de Junho.

Essa não é a primeira passagem do britânico pelo país, ele já veio outras vezes com o One Direction e passou por aqui em 2018 para realizar ações de divulgação do single Familiar. 

O Festival ficou conhecido por ser um dos principais para a música sertaneja, porém já tem um tempo que a produção do evento passou a investir em diferentes artistas internacionais como Demi Lovato, Shawn Mendes e Nick Jonas.

Os ingressos já estão sendo vendidos e os preços variam entre 50 e 3 mil reais, para garantir o seu, entre no site do festival ou compareça no ponto de venda oficial do evento. E para comemorar, que tal relembrar a última vinda do cantor ao Brasil?

Fonte: Capricho

Aeroporto de Goiânia é bem avaliado em pesquisa feita pela Infraero

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Santa Genoveva ficou com média superior a outros 20 aeroportos. Entretanto pesquisa geral mostra que há o que ser melhorado

O Aeroporto de Goiânia parece estar agradando os passageiros. Em uma pesquisa  da Secretaria de Aviação Civil, que mede a satisfação com itens de infraestrutura e atendimento, o Santa Genoveva alcançou 4,50 pontos, ficando com média superior a outros 20 avaliados na pesquisa.

Para os usuários que participaram da pesquisa, limpeza geral do aeroporto, sensação de segurança, velocidade da restituição e integridade da bagagem e tempos de fila para check-in estão entre principais pontos positivos. Entretanto a pesquisa geral mostra instafistação com itens como preços da alimentação e qualidade da rede WI-FI.

Para a presidente da Infraero, Martha Seillier, a pesquisa, além de ajudar a conhecer melhor a percepção do passageiro, estimula uma busca competitiva saudável entre os aeroportos por melhores resultados.

“Ela tem fomentado uma concorrência por melhores resultados, o que é muito bom para todos, para a Rede Infraero e para os nossos usuários. A gente brinca que é o Oscar da aviação civil e todo mundo quer ganhar esse prêmio”, disse.

Para o secretário de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, o desempenho dos aeroportos da Infraero é sinal de resultado das diretrizes de gestão para o setor aeroportuário. “Conseguimos, enquanto promotores de política pública, atingir nossa meta, com a avaliação média do passageiro acima da nota 4,0, em relação aos aeroportos pesquisados”, avalia.


Abril tem o dobro de chuva para o período em Goiânia

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Temporal volta a causar impactos em Goiânia. Precipitação foi concentrada entre 16 e 17 horas. Terminal Bandeiras foi descoberto por ventania O temporal ocorrido na tarde desta segunda-feira (22) em Goiânia elevou o índice de precipitação na capital em abril a quase o dobro do esperado para todo o mês. Até às 20 horas, o total de chuva registrado foi de 259,6 milímetros (mm), enquanto a média histórica para abril é de 130,3 mm, valor calculado entre 1981 e 2010.

O maior impacto foi causado por uma chuva concentrada entre as 16 e as 17 horas. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste período houve 34,8 mm de chuva, conforme registrado por uma estação automática localizada no Setor Santa Genoveva. No restante do dia, pouco choveu.

É a segunda vez neste mês em que há muita precipitação durante um curto período de tempo. No último dia 8, 51,4 mm de chuva foram verificados. Estes dois registros contribuíram para elevar, de forma significativa, o índice do mês, segundo analisa o gerente do Sistema de Meteorologia e Hidrologia do Estado de Goiás (Simehgo), André Amorim. “Desconsiderando essas duas ocorrências, o valor acumulado fica pouco acima do que estava previsto pela climatologia”, diz ele. Desta forma, a precipitação acumulada seria de 173,4 mm. “Olhando por este lado, não tem chovido tanto”.

Danos

Apesar da curta duração, o temporal ocorrido nesta segunda-feira foi intenso, com rajadas de vento de até 70 quilômetros por hora (km/h). Os efeitos do fenômeno meteorológico ficaram visíveis na cidade, com o alagamento de ruas e avenidas, quedas de árvores e danos a estruturas como a do Terminal Bandeiras, no Setor Jardim Europa, que foi descoberto. Na Rua 44, no Setor Norte Ferroviário, a queda de uma mangueira destruiu uma Kombi. Aparentemente, as raízes da planta estavam fragilizadas.

No Setor Jardim América, um carro teve de ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros após boiar. Até a noite desta segunda-feira, não havia informações sobre possíveis ocupantes do veículo. No Setor Central, uma palmeira de grande porte caiu no cruzamento da Rua 2 com a Avenida Goiás. O trânsito foi prejudicado, mas ninguém se feriu.

Tais consequências, de acordo com Amorim, são típicas de tal fenômeno. “Esse tipo de chuva não é de qualidade. Cai, causa transtornos, como alagamentos, e não tem a quantidade. Se tivesse chovido os 35 mm durante o dia todo, seria bem melhor”, explica.

Após o temporal, um jovem de 18 anos levou um choque em uma fiação que estava solta no Setor Campinas. A vítima caminhava por uma calçada na Rua P-25 e encostou involuntariamente em um fio, sendo atingido pela descarga elétrica. Consciente, o rapaz foi atendido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol), onde estava em estado regular no início da noite desta segunda-feira. O local em que o acidente ocorreu teve de ser isolado.

Fonte: Jornal O Popular

Goiânia: Festa da fantasia e Aviões Fantasy

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Data: 04/05/2019
Local:: Estacionamento do Shopping Passeio das Águas.
Cidade: Goiânia - Goiás

Festa da Fantasia + Aviões Fantasy juntas em Goiânia numa edição única e espetacular que promete ser a melhor festa do Brasil!
E quem é que vai embarcar nessa com a gente? Marca nos comentários quem você vai levar pra esse evento imperdível! A 24ª edição consecutiva da Festa da Fantasia acontece no próximo dia 4 de maio.


Shows: 

- Aviões Fantasy
- JetLag
- Dj Bhaskar


Ingressos: 

Feminino – R$ 250
Masculino – R$ 380

* All Inclusive


Vendas:

 Baladapp e TicMix

Loja Texas Center - Alameda Ricardo Paranhos n 1.484, no Setor Marista.
E Noha Shoes - Goiânia Shopping, segundo piso.
Vendas Online: BaladApp e TicMix

Mais informações : (62) 3434-8450 - Whatsapp (62) 99305-7463

Presidente do Goiás explica novas cores do Serra Dourada e veto ao verde

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Alguns torcedores não gostaram da nova pintura do Estádio Serra Dourada, nas cores azul piscina, azul escuro e laranja. Por ser o clube financiador da reforma, dirigentes do Goiás foram cobrados para que o estádio fosse pintado de verde. Porém, por uma determinação do governo do Estado de Goiás, o presidente Marcelo Almeida disse que o clube não poderia tomar tal atitude.

“Se eu fosse escolher a cor que eu gostaria, era a cor verde. Isso é óbvio. Eu pintaria o Serra Dourada todo de verde. Mas o Serra Dourada não é um patrimônio particular do Goiás. Aquilo que eu gostaria de fazer, eu não posso fazer. Existiu uma cobrança dos órgãos competentes para que as cores do Serra não envolvessem interesse próprio. Eu não posso pintar de verde porque seria do interesse do Goiás. Também não pode envolver cores dos adversários. E também para quem não tivesse cor de partido político. Não preciso dizer quais. Então foram vetadas cores de clubes e partidos. Sobraria só o branco e as cores que estão lá", disse Marcelo Almeida

Além da pintura das arquibancadas, o Goiás também bancou a reforma dos vestiários, iluminação e de melhorias nas tribunas de dirigentes. A estreia da equipe no Campeonato Brasileiro está marcada para o dia 1º de maio, contra o São Paulo. Será o segundo jogo da equipe na competição, que antes enfrenta o Fluminense, no Rio, no Maracanã.

Tachões derrubam pelo menos 12 motociclistas em ciclofaixa de Aparecida de Goiânia

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Estrutura instalada para separar trânsito e resguardar ciclistas provocou acidentes em avenida Pelo menos 12 motociclistas se acidentaram na Avenida Benedito Silvestre de Toledo, no Jardim Riviera, em Aparecida de Goiânia, nesta terça-feira (16). O motivo das quedas foi a instalação de tachões (tecnicamente conhecidos como prismas catadiópicos) na ciclovia que está em fase de implantação na região. As estruturas foram fixadas na madrugada desta terça-feira (16) e pegaram de surpresa os condutores que trafegavam pela via.

A Superintendência Executiva de Mobilidade de Aparecida de Goiânia, que executa o programa Mobilidade Urbana, responsável pelas vias cicláveis, afirmou que a avenida conta com toda a sinalização vertical e horizontal necessária.

Por volta das 17 horas, o POPULAR flagrou o que os moradores do local afirmaram que seria o 12º acidente do dia. O auxiliar de produção Everton das Neves Souza, de 25 anos, tinha acabado de cair de sua motocicleta e aguardava a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu). Everton, que mora no Jardim Alto Paraíso, passa pela via todos os dias para ir para a casa da namorada, que reside na região. Ele não viu os tachões e acabou caindo quando a roda dianteira do veículo passou em um deles. “Não tem nada (avisando). Tinha de ter alguma coisa para o motorista saber dos tachões, porque eu não vi”, disse.

Toda a extensão da avenida já conta com a pintura das ciclofaixas e placas de sinalização. O trabalho vem sendo desempenhado, segundo a Superintendência de Mobilidade, há 15 dias. Contudo, a reclamação dos moradores é sobre os tachões que, até a última segunda-feira, não estavam na via. Os objetos não foram sinalizados e não contam com faixas reflexivas. Além disso, outro agravante é que as estruturas foram fixadas em apenas uma parte da rodovia. Segundo Everton, foi isso que ocasionou a sua queda. “Toda a pista está pintada, mas tem só a faixa branca, eu só vi que tinha tachões nesta parte quando eu encostei a roda em um deles. Aí o guidom já começou a tremer e eu bati em outro. Foi a hora que eu caí”, contou.

O engenheiro de trânsito e professor do Instituto Federal de Goiás (IFG), Marcos Rothen, declara que a ação foi um equívoco. “Aquilo é uma pegadinha. Se você muda a condição de uma via de repente, você tem de avisar para o motorista”, diz. “A prefeitura tinha de colocar placas avisando para o motorista, ainda mais porque é só em um pequeno trecho, que daqui a tantos metros a ciclofaixa vai virar ciclovia”, disse. Ademais, segundo ele, os tachões precisam de faixas reflexivas, já que eles são chanfrados. “Não tem problema colocar, mas precisa de sinalização e da faixa reflexiva, se não é irregular”.

Sobre a sinalização, a prefeitura afirmou que os prismas têm o chamado “olho de gato” e uma pintura especial que reflete a luz. Contudo, no local visitado pela reportagem, os tachões não contavam com o dispositivo refletor. Ainda segundo a prefeitura, a ciclovia ainda não está pronta e, dentro dos próximos dias, toda a extensão sinalizada como ciclofaixa receberá a fixação das estruturas. O projeto para implantação da via para ciclistas conta com 17 km de extensão, percorrendo diversos bairros de Aparecida, com destino final no Setor Garavelo. A Superintendência de Mobilidade também afirma que realiza estudos para apurar os acidentes.

Nova empresa de compartilhamento de patinetes elétricos chega a Goiânia

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A novidade, dessa vez, é poder realizar o pagamento em dinheiro

Desde a última terça-feira (16) a empresa de soluções de mobilidade urbana individual, Yellow vem oferecendo a opção de compartilhamentos de patinetes elétricos em Goiânia. Essa já é uma realidade que os goianienses conhecem, já que desde março passado a empresa Grin inaugurou este tipo de segmento na capital. 

A Yellow irá atender aos mesmos bairros que a Grin já disponibiliza seus veículos, região entre os bairros Setor Bueno, Setor Marista, Setor Bela Vista, Setor Nova Suiça e Setor Oeste. O valor também é o mesmo: R$ 3 o desbloqueio + R$ 0,50 a cada minuto de uso. “Nossa atuação em Goiânia começa com uma área total de 7,8 quilômetros quadrados. A intenção é ir crescendo aos poucos”, explica Marcel Bely, gerente de Relações Públicas da Yellow.

A grande diferença da empresa são as formas de pagamento. Enquanto a Grin disponibiliza apenas a opção do cartão de crédito cadastrado no app para quitar o valor, a Yellow oferece a possibilidade do pagamento em dinheiro. Para isso o usuário tem de comprar créditos em bancas de jornal e lojas espalhadas pela cidade, que vão receber o valor em espécie e transferir, na hora, o montante para o app do usuário, como já acontece com as recargas de celular.

Os patinetes estarão disponíveis todos os dias da semana das 6 às 22 horas em um dos pontos privados parceiros. São disponibilizados todas as manhãs os veículos nesses locais; já o usuário pode encerrar a corrida em um desses pontos ou em qualquer local da área de atendimento, contanto que tome cuidado para não atrapalhar o fluxo de pedestres. Os patinetes podem ser estacionados em vagas públicas e gratuitas, também utilizada por automóveis. Neste caso o patinete deve ser estacionado na perpendicular, da mesma forma que ocorre com as motocicletas. No final do dia a empresa recolhe os patinetes para recarga, manutenção e limpeza. E na manhã seguinte, os disponibiliza novamente para uso nos pontos privados.

Segurança

Os patinetes possuem buzina, farol noturno, luz indicadora de freio, indicador de velocidade e bateria, freio motor e mecânico, todos os requisitos previstor por lei. Eles podem circular nas calçadas com até 6km/h ou nas ciclovias e ciclofaixas com velocidade máxima de 20km/h.

As dicas para usar o meio de transporte de forma correta são: 

- Antes de sair, planeje o caminho.

- Use sempre o capacete bem preso à cabeça e ajustado adequadamente.

- Não trafegar com mais de 1 pessoa;

- Idade mínima de 18 anos para locação de equipamentos;

- Dê sempre preferência ao pedestre. Lembre-se: o pedestre é o mais vulnerável. É obrigação de todos cuidar da sua segurança.

- Não use celular nem fone de ouvido enquanto conduz o patinete. Esteja atento a sua condução.

- Respeite sempre os semáforos e as sinalizações de trânsito.

- Jamais conduza o patinete se houver ingerido álcool.

- Segure sempre o guidão com as duas mãos.

- Esteja atento a irregularidades nas vias, como buracos, bem como galhos e árvores que possam oferecer riscos no seu trajeto.

Outro ponto para garantir a segurança dos consumidores são os ‘Guardiões Yellow’ que circulam todos os dias da semana para mapear os patinetes, organizá-los, redistribuí-los estrategicamente e retirá-los para manutenção quando necessário, contribuindo, assim, para a melhor distribuição e posicionamento dos equipamentos pela cidade, além de apoiar os usuários e garantir as boas práticas.

Prefeitura de Goiânia abre licitação para dois viadutos e ponte

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Intenção administração municipal é iniciar obras ainda neste ano, todas sob a justificativa de aliviar o tráfego de veículos em razão do adensamento urbano, ao custo de R$ 46,8 milhões A solução para desafogar o tráfego de veículos do trânsito em três pontos que são gargalos em Goiânia vai ser proposta pela Prefeitura com a construção de viadutos e ponte. Já estão lançados três editais de licitação para a execução das obras viárias. A abertura dos envelopes está prevista para maio em todos os casos e se referem à construção de um viaduto sobre a BR-153, do Setor Leste Universitário ao Jardim Novo Mundo, o viaduto da Avenida Jamel Cecílio com a Marginal Botafogo e o prolongamento da Avenida dos Alpes com ponte sobre o Córrego Cascavel, na Região Sudoeste.

Ao todo, a previsão é que a Prefeitura gaste cerca de R$ 46,8 milhões para a realização das obras que constam na relação estimada em R$ 1 bilhão para novas construções na capital até o final do mandato de Iris Rezende (MDB). O viaduto sobre a BR-153 sairá da Rua 117, cujo trecho final existente hoje é utilizado como estacionamento público, tendo até mesmo pinturas que delimitam os espaços dos carros e também “vagas” para idosos e motoristas com deficiência, além de ter piso com pedras hexagonais e não com o asfaltamento padrão.

A obra será responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), apesar de entrar no domínio da União, já que a BR-153 é federal. O secretário da Seinfra, Dolzonan da Cunha Mattos, explica que o projeto do viaduto foi feito em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e, além disso, deve ser submetido à apreciação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Triunfo Concebra, concessionária responsável pela BR-153. A obra na Rua 117 não consta dentre as ordenadas pela ANTT para a empresa durante o processo de concessão.

No caso, a Triunfo deveria realizar dois viadutos em Aparecida de Goiânia e outro em Goiânia, na região do Aeroporto Santa Genoveva. Em relação à obra no Setor Leste Universitário, Mattos reitera que o local é de atribuição municipal e um antigo desejo, desde administrações anteriores, pela realização do chamado “viaduto da Celg”. O nome se dá porque a via passa ao lado da sede da, agora, Enel Goiás, que adquiriu a Celg em fevereiro de 2017. A Enel, no entanto, confirma que a área do viaduto é de domínio público, não sendo proprietária do espaço. Além disso, a Rua 117 hoje se encerra em um muro que fecha uma área da Saneago, localizada às margens da BR-153.

De acordo com a Saneago, a empresa informa que “não foi notificada da intenção da construção da obra do viaduto”. Considera ainda que “a área onde está localizado o Centro de Reservação Celg é da Saneago”. No entanto, o projeto que consta no processo de licitação não considera qualquer área para desapropriação. Mattos diz que a proposta é que a via seja construída fora da área de domínio tanto da Saneago quanto da Enel. Mas não haveria espaço para a passagem de duas vias entre os lotes sem a derrubada do muro.

O secretário afirma que já entrou em contato com a presidência da Triunfo Concebra para que a mesma receba o projeto e possa deliberar para que o mesmo seja realizado. “A nossa ideia é que todas as três licitações estejam prontas até o mês que vem e que possa ser aproveitado esse período de estiagem de agora para iniciar e finalizar”, conta Mattos. O projeto prevê que não será necessária a interrupção no tráfego da rodovia durante a realização da obra, que tem previsão de conclusão em 180 dias.

“Pode ser que, para montar a estrutura metálica, fique em meia pista, mas será rápido”, assegura. A obra vai permitir levar veículos entre os setores Leste Universitário e o Jardim Novo Mundo e a expectativa é que se diminua o congestionamento causado na rodovia com a Avenida Anhanguera.

Obra de 450 dias

Entre as três obras previstas para Goiânia, a mais demorada deve ser o viaduto da Avenida Jamel Cecílio com a Marginal Botafogo, com a previsão de duração em 450 dias, enquanto o viaduto da BR-153 e o prolongamento da Avenida dos Alpes estão previstos para serem finalizados em 180 dias.

Assim mesmo, o secretário da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), Dolzonan da Cunha Mattos, afirma que a obra deve ser iniciada mesmo sem o término da trincheira que está sendo construída na Avenida 136 com a Rua 90. Isso porque a 136 é a continuação da Jamel Cecílio e há bloqueio de tráfego na Rua 90 atualmente.

“Vamos aproveitar lá, não posso deixar terminar a trincheira para só depois começar o viaduto. Tem que fazer junto”, diz. A previsão é que a trincheira seja finalizada em novembro deste ano, enquanto que o viaduto só vai ficar pronto no segundo semestre de 2020. A construção prevê três níveis para o tráfego, com o elevado na Jamel Cecílio e o tráfego da Marginal passando por baixo.

Sem Melhorias: Passagem de ônibus de é reajustada para R$ 4,30

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A Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (CDTC) aprovou na manhã desta quarta-feira (17), o aumento da tarifa para R$ 4,30. A reunião foi, a portas fechadas, realizada no salão nobre do Paço Municipal. A imprensa não teve acesso. A decisão do aumento de passagem foi aprovada por 7 a 2 e já passa a valer a partir da próxima sexta-feira (19), a partir das 5h.

A Câmara é composta por 11 membros, destes apenas Euripedes Barsanulfo (Agência Goiana de Regulação-AGR) e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, não compareceram a decisão.Entre os presentes, o deputado estadual Alysson Lima e o vereador Lucas Kitão foram os únicos contrários ao aumento das passagens.

O presidente da CDTC e prefeito de Trindade, Jânio Darrot, explicou que o aumento foi aprovado pelos órgãos de fiscalização e é um ato automático previsto em contrato.

“Em dezembro foi solicitado um aumento por parte das empresas a CMTC que fez os estudos técnicos e passou para a análise da AGR. A Agência de Goiana de Regulação do Governo de Goiás fez também os seus estudos e aprovou o aumento. A CMTC acaminhou o parecer para a CDC para que fosse então deliberado sobre o aumento que já deveria ter sido implantado no mês de dezembro, mas nós estamos discutindo uma série de melhorias no transporte como melhoria dos ônibus e no conforto dos passageiros durante os meses de janeiro fevereiro março e agora nesse mês de abril”, explicou Darrot.

Em 28 de fevereiro, o presidente da CDTC, disse à Sagres que o aumento de tarifa só seria aprovado depois da reestruturação do transporte. Hoje, depois da aprovação do reajuste, ele disse que "reunirá nos próximos dias “para deliberar sobre melhorias, condições e metas para que as empresas cumpram”, sem detalhar como isso será feito.

O presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Benjamim Kennedy, em entrevista coletiva, explicou que um dos problemas é que a passagem é a fonte de recursos para o transporte público e a solução para melhores tarifas seria a desoneração do sistema

“Com a desoneração da tarifa nós teremos o custeio dos terminais que passaram para o poder público, o custeio do órgão gestor que passaria para o poder público e também da gratuidade que representa praticamente 23% do sistema. Idoso, portador de deficiência e demais pessoas que não pagam a tarifa do transporte coletivo são esses valores eles são todos sustentados pela tarifa atual”, explicou Kennedy.

Benjamim Kennedy sugere que além da passagem, outras fontes sejam implementadas dentro do sistema que poderiam vir do uso de veículo individual ou de estacionamentos.

Histórico dos valores das passagens de ônibus na Região Metropolitana de Goiânia

-2008 Passagem custava R$ 2,00

-2009 Passagem subiu de R$ 2,00 para R$ 2,25

-2010 Passagem ficou mantida em R$ 2,25

-2011 Aumento de R$ 2,25 para R$ 2,50

-2012 (Aumento de R$ 2,50 para R$ 2,70- valor começou a ser aplicado em 20 de maio)

-2013 (Congelamento do valor da passagem em R$ 2,70, oficializado em 19 de junho)

-2014 (Aumento de R$ 2,70 para 2,80- valor começou a ser aplicado em 3 de maio)

-2015 (Aumento de R$ 2,80 para R$ 3,30- valor começou a ser aplicado em 16 de fevereiro)

-2016 (Aumento de R$ 3,30 para R$ 3,70- valor começou a ser aplicado em 6 de fevereiro)

-2017 (Congelamento do valor da passagem em R$ 3,70, oficializado em 18 de maio e confirmado em 12 de junho)

-2018- (Aumento de R$ 3,70 para R$ 4,00- valor começou a ser aplicado em 24 de janeiro)

-2019 (Aumento de R$ 4,00 para R$ 4,30- valor começará a ser aplicado em 19 de abril)

Eixo Anhanguera

O prefeito de Goiânia entregou aos integrantes da CDTC uma carta de intenções assinada por ele e pelo governador Ronaldo Caiado (DEM)O prefeito de Goiânia entregou aos integrantes da CDTC uma carta de intenções assinada por ele e pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) que expressa a intenção de efetivar estudos para avaliar a viabilidade jurídica e econômica da rescisão amigável da concessão do Eixo e a necessidade de uma licitação para selecionar empresa que cará a frente do serviço. Na fundamentação da carta, é exposta a situação financeira da Metrobus, cuja crise estaria prejudicando a qualidade do transporte no Eixo Anhanguera.

Integrantes da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo:

-- Prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha

-- Prefeito de Goiânia, Iris Rezende

-- Prefeito de Trindade, Jânio Darrot representante dos demais prefeitos da Região Metropolitana (Presidente da CDTC)

-- Secretária de Estado de Meio Ambiente (que responde pela região metropolitana de Goiânia), Andreia Vulcanis

-- Secretário municipal de Planejamento e Habitação, Henrique Alves

-- Secretário municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade de Goiânia, Fernando Santana

-- Presidente da CMTC, Benjamin Kennedy

-- Presidente da Agência Goiana de Regulação, Eurípedes Barsanulfo

-- Deputado estadual Allysson Lima, representante da Assembleia Legislativa

-- Vereador Lucas Kitão, representante da Câmara de Goiânia

-- Vereador de Trindade representando as demais cidades

Fonte: Sagres 

Secretário anuncia construção de novo hospital para desafogar Materno Infantil

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O secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino Júnior, disse em entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira, 12, no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), que a nova gestão irá trabalhar na construção de um novo hospital, no intuito de desafogar a demanda do Materno infantil. Além disso, anunciou a ampliação da oferta de leitos pediátricos na unidade de emergência.

“Temos pautado nossa gestão sem perder o foco do usuário. No primeiro dia de governo, eu, o governador Ronaldo Caiado e o deputado Zacharias Calil (DEM) estivemos no Materno Infantil, às 11h da noite, e as condições que encontramos eram condições jamais imaginadas dentro de um hospital que é referencia em saúde infantil do Estado. Aquilo nos incomodou profundamente, e desde então, com o apoio do governador, do ministro, deputados estaduais e federais, temos trabalhado diuturnamente para mudar a realidade da pediatria no Estado”, declarou o secretário.

Na ocasião, esteve presente, também, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que anunciou a liberação de R$ 14,7 milhões de recursos federais para ampliar e qualificar a assistência em saúde no estado de Goiás.  A capital, por sua vez, vai receber R$ 1,5 milhão para reforçar a atenção à saúde da gestante, do bebê, e das pessoas com deficiência.

O secretário disse ainda, que viram no Materno Infantil a oportunidade de dar uma resposta rápida antes de construírem uma resposta definitiva, referindo-se ao novo hospital que está previsto para ser entregue nesta gestão.

“Há mais ou menos duas ou três semanas, foi noticiada uma fatalidade no HMI, as crianças estavam sendo atendidas no corredor por excesso de contingente de pacientes, agora, essas crianças passarão a ter dignidade no atendimento com essa ampliação de 55 leitos de pediatria, 45 de enfermaria e 10 de unidade de terapia intensiva”, pontuou Ismael.

O deputado Zacharias Calil usou a palavra para falar de sua luta na questão da pediatria no estado. “Entrei no serviço público em 1986, sempre estive no Materno Infantil e sempre falei para os nossos governadores que a pediatria encontrava-se esquecida, por isso chegamos aonde chegamos, em um ponto crítico”. O deputado afirmou, ainda, que o hospital está sem condições de atendimento, e reiterou o apoio da bancada federal nesta questão.

As medidas emergenciais para dar suporte ao HMI anunciadas, hoje, no Hugol entram em vigor imediatamente, e segundo o Diretor Geral da unidade, Hélio Ponciano Trevenzol, esses leitos irão melhorar a oferta de atendimento pediátrico humanizado para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), em Goiânia.

Pintura da arquibancada começa a dar cara nova ao Estadio Serra Dourada

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Estádio começa a ganhar cores mais fortes. Reforma é tocada pelo Goiás, por meio de acordo de cooperação, em várias frentes.

O Estádio Serra Dourada começa a mostrar sua nova cara para o torcedor goiano. Passando por reformas desde o final de março, a principal praça esportiva do Estado passa por modificações para receber jogos da Série A do Campeonato Brasileiro.

Com a competição batendo à porta (tem início daqui a 12 dias), as obras seguem a todo vapor para que tudo fique pronto para a estreia do Goiás em casa, diante do São Paulo, no dia 1º de maio, uma quarta-feira.

Até o momento, as arquibancadas já começaram a ser pintadas (nas tonalidades laranja e azul), a sala do VAR (árbitro de vídeo), que será obrigatório na competição deste ano, já está sendo construída, os vestiários estão sendo pintados e recebem melhorias (como iluminação e parte elétrica).

Além disso, os bancos de reserva estão sendo trocados, além da iluminação geral do estádio, que tem sido melhorada e testada - o índice de luminosidade precisa ser dobrado em relação ao que vinha apresentando. Segundo o presidente esmeraldino Marcelo Almeida, diferentes equipes estão trabalhando simultaneamente para que tudo fique pronto.

A reforma é bancada pelo Goiás, que estimou, antes do início da reforma, gastar R$ 600 mil nos reparos. O clube tocará a reforma por meio de acordo de cooperação, firmado entre o alviverde, a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e a Procuradoria-Geral do Estado. O acordo foi publicado no Diário Oficial no dia 26 de março.

A estreia do Goiás no Brasileiro será no dia 28 de abril, mas fora de casa, contra o Fluminense.

Fonte: Jornal O Popular

Bar em formato de navio é inaugurado em Goiânia

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A proposta é para que o público se sinta dentro de um navio, fazendo uma viagem especial de cruzeiro

Decorado com a temática de navio e viagens de cruzeiros, o espaço chamado ‘Atlantic's Bar’ tem 480 metros quadrados de lounge com camarotes em formato de cabines e dois com ofurôs (que podem ser utilizados com agendamento do cliente). Localizado na avenida T-2, no setor Sol Nascente, o novo bar tem ainda espaço de hookah e oferece ao público diversão interativa e sensorial.

O objetivo da casa é oferecer uma experiência inédita. A proposta é para que o público se sinta dentro de um navio, fazendo uma viagem especial de cruzeiro. Para isso, o local oferece o coach beer, garçons com treinamento especial para indicar aos clientes as melhores opções em drinks e animadores para divertir a galera na pista de dança.

O menu de bebidas tem 12 drinques autorais, com nomes de mares e cidades paradisíacas. Durante a semana, sempre há apresentações de DJs, cantores e duplas. No espaço também são promovidos sunsets aos domingos iniciando às 18h.

Anápolis: Prefeitura terá aplicativo para resolver problemas em 24 horas

21:12 0 Comments A+ a-


Tapar buracos, reabastecer a farmácia municipal, fazer roçagem, eliminar focos do mosquito da Dengue, religar sinaleiros e trocar lâmpadas estão entre os serviços que a prefeitura de Anápolis pretende resolver em 24 horas. Em entrevista exclusiva ao Jornal A Redação, o prefeito da cidade, Roberto Naves, informou em primeira mão que lançará em maio um aplicativo que permitirá a população relatar problemas diretamente ao profissional responsável.

A ferramenta teve custo zero, já que foi desenvolvida pelos próprios funcionários do Programa Inovação da prefeitura. Chamado de ‘+Anápolis’, o app vai encurtar o caminho que uma demanda da população percorre até chegar ao órgão responsável. “O cidadão que passar por um buraco, por exemplo, pode fazer uma foto e enviar junto com a localização para o responsável já cadastrado no aplicativo. Aquela demanda vira uma ordem de serviço no tablet do motorista do caminhão que está fazendo o recapeamento. Nós tiramos do caminho dessa solicitação o prefeito, o secretário e o gerente”, explica Roberto Naves.

A ferramenta permitirá o acompanhamento da resolução do problema por meio de “balões coloridos” e em tempo real. “Se o buraco foi tapado em 24 horas, o balão fica azul e depois some. Se a demanda não for cumprida em 24 horas, o balão fica amarelo. Se em 48 horas o problema não for resolvido, o balão fica vermelho, o gestor da área recebe uma notificação e imediatamente entra em contato com o responsável da área”, detalha. 

Assim que o problema for resolvido, segundo o prefeito, o encarregado do serviço faz uma foto do trabalho e encaminha diretamente para o solicitante.

O app já está funcionando em fase de teste em 70 aparelhos. Ainda neste mês, a prefeitura pretende instalar o ‘+Anápolis’ em mil celulares. A ferramenta será colocada à disposição em sistemas operacionais IOS e Android a partir de maio. “A gente espera resolver os problemas da cidade de forma mais rápida e eficiente, dando o retorno necessário para a população”, finaliza Naves.

69 árvores de replantio na Avenida Goiás Norte estão com problemas

21:06 0 Comments A+ a-



Parte de mudas da compensação ambiental pela retirada de espécimes na passagem do corredor, entre a Perimetral Norte e a Avenida Eurico Viana, já morreu.

As obras do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul já foram responsáveis pela derrubada de 1.141 árvores ao longo do trecho de 22 quilômetros do corredor exclusivo do transporte coletivo e outras 1.306 foram plantadas no local e mais cerca de 5 mil em outros locais da cidade. No entanto, pelo menos 69 destas novas árvores já apresentam problemas, muitas já foram retiradas do plantio e outras estão com apenas um galho completamente seco, apresentando que estejam já mortas. Elas estão na Avenida Goiás Norte entre os cruzamentos com a Avenida Perimetral Norte e a Avenida Eurico Viana.

Neste mesmo espaço, a estimativa era de que 576 árvores tivessem sido plantadas, somando os dois sentidos da via. Ou seja, 12% delas já estão com problemas. Também neste trecho, os espécimes começaram a ser plantados entre 2016 e 2017 e a maior parte já possui entre 1,5 metro e 2 metros de altura. Embora não seja possível confirmar se todas as árvores que aparentam problemas estejam de fato mortas sem um laudo técnico, os aspectos de um único galho seco e sem qualquer broto, enquanto as demais estão com folhas bem verdes, demonstram que não estejam totalmente saudáveis, mesmo neste período chuvoso.

Em alguns dos casos, no entanto, há apenas os buracos nos canteiros em que haveriam mudas e em outros os próprios galhos secos já estão derrubados. Há ainda situações em que foram colocadas ripas de madeira na tentativa de segurar a árvore em pé, sem sucesso. Neste mesmo trecho, há apenas uma árvore já adulta, mas é possível que ela já estivesse no local antes da obra, pois há marcação de contagem em seu caule principal, o que indica que ela fazia parte do levantamento dos espécimes que seriam derrubado.

No restante da via, entre a Perimetral Norte e a Praça do Trabalhador, as árvores plantadas já estão em tamanho adulto e inclusive floresceram no ano passado. Secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Dolzonan da Cunha Mattos, explica que todas as árvores que morreram serão substituídas. “Estamos atentos com essa situação. Na realidade, vamos plantar muito mais do que o previsto, estamos buscando parceria com a Amma (Agência Municipal de Meio Ambiente) para definir isso”, conta.

Diretor de Áreas Verdes e Unidades de Preservação e Conservação Ambiental da Amma, Ormando Pires, explica que o consórcio responsável pela execução do BRT já foi notificado com relação às árvores mortas na Avenida Goiás Norte e os técnicos da Prefeitura, de acordo com a espécie plantada, dá um prazo e define qual será a nova muda colocada no lugar. A reportagem apurou que as árvores mortas foram plantadas logo antes da paralisação das obras, em julho de 2017, e que, por isso, não tinha quem fizesse o cuidado e a manutenção das mudas, já que os funcionários do consórcio foram demitidos em razão da falta de recursos.

Lojistas fazem ações para manter clientes
Os empresários da Rua 90, que está com o tráfego de veículos parcialmente bloqueado desde o início do mês em razão da construção de uma trincheira no cruzamento com a Avenida 136 (uma das frentes do BRT), estão se reunindo e formalizando ações conjuntas para indicar aos clientes que eles continuam abertos e com capacidade de atendimento aos clientes mesmo nestas condições. 

Na manhã de ontem, um grupo ligado ao setor moveleiro, que se concentra na via entre a Praça do Cruzeiro e a Avenida 136, se reuniu com o prefeito Iris Rezende (MDB) para pedir sua presença em um evento que deve ocorrer no começo de maio. A ideia é mostrar que existe apoio para a obra no local e que os clientes estão conseguindo chegar até suas lojas e até mesmo estacionando os seus carros nos espaços destinados pelos lojistas.

“É um grupo de empresários favoráveis à obra, mas que também está preocupado com o seu desenrolar. Estamos fazendo uma associação informal para mostrar aos clientes que continuamos funcionando normalmente”, diz o empresário Agenor Braga. Ele conta que foi formado o grupo 90 Design que já adquiriu bandeirolas para colocar na frente às lojas e está promovendo um evento para a região. “Há outros lojistas, de outros segmentos, também imbuídos em fazer ações para mostrar a força do comércio, mas este é específico sobre o setor de móveis, que é forte na região.”

Segundo Braga, com a fala do prefeito e o andamento da obra foi possível perceber que existe a vontade de finalizar a construção no tempo estimado e, por isso, não se colocam contra a realização. Na semana anterior ao início da nova frente de serviços do BRT, moradores e empresários se reuniram no Paço pedindo o adiamento dos trabalhos para que os mesmos pudessem se preparar e que fossem dadas garantias de que a obra não seria paralisada, como em outros anos.

Pavimentação: Iris Rezende prepara R$ 1 bilhão em obras para Goiânia

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Grande parte será destinada à pavimentação

O prefeito Iris Rezende celebra relatório divulgado pelo Tesouro Nacional na segunda-feira (08/04) ao antecipar a informação de que a cidade evoluiu da nota C para a B e agora se torna uma das poucas localidades do país apta a captar empréstimos com aval da União. Com isso, a Prefeitura de Goiânia pôs fim ao principal entrave para viabilizar o recapeamento de 628 ruas em 107 bairros da Capital. Além de restauração de vias, até o final de 2020 o município já tem definido quase R$ 1 bilhão para investimentos em obras, incluindo pavimentação de 31 bairros.

Passível de contratualizar mais de R$ 4,9 bilhões, neste momento Goiânia pleiteia cerca de R$ 400 milhões para substituir 627 quilômetros de pavimentação que, com deficiências estruturais, já não respondem a reparos paliativos, a exemplo das intervenções conhecidas como “operações tapa-buracos”.

“Hoje a situação fiscal de Goiânia garante qualquer investimento até esse limite de R$ 4 bilhões”, diz o secretário municipal de Finanças, Alessandro Melo. “Aquilo que o prefeito Iris Rezende entender que a cidade precisa, do ponto de vista técnico e da realidade fiscal, depois de dois anos de muito trabalho, pode ser feito”, assegura.

Em 2018, a cidade alcançou nota C na Capacidade de Pagamento (Capag), portanto, abaixo da classificação necessária à captação de recursos tendo o Governo Federal como avalista. Agora, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) aponta classificação A para Goiânia em dois dos três indicadores que compõem a análise: liquidez e endividamento.

Apenas no índice poupança corrente a cidade obteve nota B. No ano passado, a classificação nesse quesito era C. Aperfeiçoar o desempenho em relação a esse indicador é um dos objetivos da Secretaria de Finanças (Sefin) ao longo de 2019.

“No relatório da situação fiscal de entes federativos, divulgado pela STN, o pior desempenho de Goiânia era a ausência de liquidez”, diz o secretário. “Isso significa que Goiânia tinha mais dívidas na praça do que dinheiro para pagar”, explica. “Trata-se de um efeito direto do déficit mensal da ordem de R$ 31 milhões que foi revertido em 2018”, descreve. “Quando Goiânia passou a ter superávit, conseguimos melhorar a liquidez, que é o principal indicador da Capag”, pontua.

Crédito
Diante da Capacidade de Pagamento divulgada nesta segunda-feira, a Prefeitura de Goiânia solicitará à STN avaliação da operação de crédito junto à CAF (Corporação Andina de Fomento - Banco de Desenvolvimento da América Latina) a partir dos dados de 2018 e o encaminhamento do projeto de reconstrução asfáltica ao Senado Federal.

A aprovação pelos senadores é o último passo para liberação da transação. A meta é que o contrato de operação de crédito seja assinado até o final de junho e que as obras comecem já no segundo semestre, de acordo com o trâmite do processo licitatório.

“Com a situação da prefeitura organizada, e esse indicador da Capag é um grande resultado desse equilíbrio fiscal que o prefeito Iris Rezende vem buscando, agora é deslanchar os investimentos”, destaca o secretário de Finanças, Alessandro Melo. “A ideia é que, a partir deste ano, com a retomada da situação fiscal favorável, a capacidade de pagamento se reverta em benefícios para a cidade”, conclui.

No pacote de obras prioritárias à administração, com investimentos em torno de R$ 1 bilhão, destacam-se pavimentação asfáltica de todos os 31 bairros habitados que não possuem o benefício; a continuidade da Avenida Leste-Oeste; o prolongamento da Marginal Botafogo; a construção de um viaduto na confluência entre o Jardim Novo Mundo e Marginal Botafogo; a conclusão do Hospital e Maternidade Oeste; a sequência das obras do BRT e do parque Macambira Anicuns e 15 novos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis).

Fonte: A Redação

Obra do BRT ainda deve plantar 11 mil árvores na região do corredor em Goiânia

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Intervenção já foi responsável por derrubar 1.141 espécimes desde 2015 e 6.306 foram plantadas, mas Amma pede 17,1 mil novos exemplares.

Desde que as obras do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul começaram em Goiânia, em maio de 2015, 1.141 árvores, entre palmeiras (como os 100 exemplares cortados esta semana) e outras espécies, foram extirpadas ao longo dos 22 quilômetros de corredor exclusivo que contemplam a construção. Neste mesmo período, o consórcio responsável pela obra já replantou 1.306 espécimes ao longo do corredor e outras 5 mil mudas em locais diversos da cidade, de acordo com as empresas responsáveis, totalizando 6.306. Apesar de um número maior de replantio do que de retirada, faltaria ainda ao consórcio replantar quase 11 mil árvores pela cidade. 

A quantidade replantada está aquém do estipulado porque a compensação ambiental prevê 15 árvores repostas a cada 1 retirada, o que soma 17.115 espécimes. Os dados, no entanto, não estão referendados pela Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), que é quem firma o acordo de compensação ambiental. Mas este número já seria mais do que o previsto no projeto básico do corredor, em relação ao que deve ser plantado apenas ao longo da extensão do BRT. A estimativa é que novas árvores no corredor somariam 15.059, isso sem levar em consideração o replantio em outros locais.

Nesta mesma estimativa do projeto básico, 2.351 árvores seriam extirpadas entre os 22 quilômetros de obras, ou seja, ainda restariam 1.210 espécimes vegetais a serem derrubadas apenas para a passagem do corredor de ônibus em Goiânia.

No entanto, válido lembrar que ao menos uma dessas árvores será preservada. Isso porque, em 2016, uma lei municipal declarou como patrimônio histórico a gameleira da Avenida Goiás Norte com a Avenida Eurico Viana, no Setor Parque das Nações. Com isso, a obra teve de se adaptar e uma bifurcação nas pistas dos ônibus foi realizada.

Avenida Goiás Norte

Dentre as árvores já plantadas, a maior parte se encontra no trecho entre a Praça do Trabalhador e a Avenida Perimetral Norte, justamente onde as primeiras extirpações ocorreram, ainda em 2015. A retirada dos flamboyants que enfeitavam a via foi a primeira polêmica da obra do BRT. O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) contabilizou 169 árvores da espécie retirada da Avenida Goiás Norte à época. Além disso, constatou que não havia licença ambiental que indicasse a compensação pelos cortes nos vegetais.

O promotor da 81ª Promotoria de Justiça, Marcelo Fernandes de Melo, impetrou ação civil pública pedindo a paralisação das obras do BRT até que se tivesse a definição do projeto executivo da construção, contendo a licença ambiental adequada com a devida compensação. Houve pedido de liminar pela paralisação. Mas a justiça não deferiu a liminar e o caso segue a espera da decisão do mérito.

Em março de 2017, o Paço Municipal, já na gestão Iris Rezende (MDB), retomou as obras que estavam paradas desde outubro do ano anterior e abriu nova frente de trabalho. Iniciou a construção no trecho entre o Terminal Isidória e a Avenida Rio Verde. Os trabalhadores do consórcio chegaram a derrubar 141 árvores, a maioria paineiras, que ficavam no canteiro central da via, o que gerou críticas da população. Os problemas ficaram ainda piores porque já em julho do mesmo ano a obra do BRT teve nova paralisação.

A construção foi retomada após a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), mas o acordo foi de que o trecho entre o Terminal Isidória e o Terminal Cruzeiro do Sul não fosse realizado no momento. A razão é que o local tem recursos do Orçamento Geral da União (OGU), sem contrapartidas municipais, e não pode ter modificações no contrato. Assim, não há definição sobre quando novas árvores serão replantadas nesse trecho.


Amma ainda vai definir áreas que receberão compensação da Rua 90

Na tarde desta quarta-feira (10), o presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Gilberto Marques Neto, esteve reunido com representantes do consórcio responsável pela construção do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul de Goiânia para discutir onde serão plantadas as árvores de compensação àquelas que foram derrubadas nesta última semana no trecho da Rua 90 entre a Praça do Cruzeiro e a Rua 115. 

Ao todo, 844 espécimes podem ser extirpados de todo o trecho entre a Praça Cívica e o Terminal Isidória e, pelos cálculos da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), cerca de 100 palmeiras que estavam ao longo da pista central, destinada aos ônibus, já foram retiradas. 

A Amma ainda vai definir, tecnicamente em quais locais da cidade serão necessárias a colocação de novas árvores. Além disso, já está prevista o plantio de espécies ao longo do próprio trecho, tanto no canteiro central quanto nas calçadas. Já está certo que a compensação ambiental do BRT Norte-Sul vai fazer parte do programa de reposição da vegetação em troca das árvores de jamelão que estão espalhadas pela cidade. 

A ideia deste programa é que se faça o plantio de espécies nativas do Cerrado ao lado dos jamelões e, quando esta nova árvore atingir a idade adulta, as espécies frutíferas serão retiradas. Isso porque os frutos dos jamelões, ao caírem nas ruas e calçadas e em contato com a água das chuvas, tornam o piso escorregadio, tornando os locais com riscos de acidentes e, assim, a ideia é que eles sejam trocados por espécies que não produzem frutos deste mesmo tipo ou parecido.

Os técnicos da Amma também confirmaram a constatação da Seinfra de que as palmeiras na Rua 90 estavam plantadas sobre o asfalto, apenas com uma fina camada de substrato. Com isso, a raiz principal não conseguia atingir o lençol freático e receber nutrientes, o que fazia com que as árvores não conseguissem crescer como o esperado.

Após a definição dos locais de plantio, o consórcio vai fazer a ação e apresentar relatório aos técnicos da Amma, que vão supervisionar se o trabalho foi feito e referendar se a compensação ambiental foi cumprida, na proporção estimada de 15 árvores plantadas para cada uma replantada. Não há um prazo para o cumprimento, podendo se estender até ao final da obra.

Palmeiras são retiradas para obra do BRT na Rua 90, em Goiânia

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Autorização permite a extirpação de até 844 espécimes, mas ação se deu apenas entre Praça do Cruzeiro e Rua 115 

O consórcio construtor do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul já realiza, há três dias, a retirada de palmeiras que estavam plantadas ao longo do corredor exclusivo do transporte coletivo da Rua 90. A autorização recebida pela obra junto à Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) permite a extirpação de até 844 espécimes, mas, neste primeiro momento, a ação será focada no trecho entre a Praça do Cruzeiro e a Rua 115, nas proximidades do Parque Areião. Ainda não se tem o cálculo de quantas árvores já foram retiradas do trecho específico.

Essa região já está sendo bloqueada para o tráfego de veículos em razão das obras de construção da trincheira da Rua 90 com a Avenida 136, na Praça Gibran Khalil. A obra teve início no começo deste mês e gerou transtornos no trânsito da capital em razão dos bloqueios.

A ideia de já fazer a retirada das árvores e iniciar as obras no trecho é justamente para que não se tenha que realizar novos bloqueios no tráfego em um momento futuro. “Estamos aproveitando que já está bloqueado para adiantar esse serviço. A ideia é que a Rua 90 seja já uma rua do BRT, revitalizada entre a Praça do Cruzeiro e a Rua 115”, disse o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Dolzonan da Cunha Mattos.

Compensação 
Mattos explica que a licença ambiental da obra, feita pela Amma, permitiu a retirada das árvores em razão de uma compensação ambiental. Assim, para cada espécime retirado o consórcio responsável pela obra deverá plantar outras 15 árvores em locais diferentes da cidade. Serão plantadas espécimes nas calçadas da Rua 90, em que serão utilizadas as palmeiras jerivá, segundo explica o secretário.

“Vamos revitalizar toda a Rua 90, com novas calçadas, iluminação, com as estações, mobiliário. E as árvores vão ficar nas calçadas. Vamos deixar a 90 como uma avenida pronta do BRT, como está sendo com a Avenida Goiás Norte”, diz Mattos.

O secretário conta que chamou a atenção dos técnicos o modo como as palmeiras estavam plantadas ao longo da Rua 90. Isso porque o plantio foi feito sob o asfalto. Ou seja, colocaram apenas uma camada de substrato em cima da rua e plantaram os vegetais. “Não enraizavam, por isso elas estavam tão murchas. Agora vamos plantar outras nas calçadas do jeito certo.”

Polêmica

A obra do BRT gerou polêmica em 2015 justamente na Avenida Goiás Norte, quando foi feita a retirada de todos os Flamboyants que enfeitavam o canteiro central da via. Situação parecida ocorreu em junho de 2017, quando mais de 100 paineiras foram cortadas do canteiro central da Avenida 4ª Radial. No último caso, o projeto está parado e sem data para ser retomado.

Empresas devem mostrar melhorias no transporte público antes de passagem subir para R$ 4,30

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Proposta, apresentada pelo deputado Lucas Calil (PSD), segue em processo de aprovação pelo relator, deputado Virmondes Cruvinel, na CCJ.

Antes que a passagem do transporte público suba para R$4,30 em Goiânia e Região Metropolitana, as empresas responsáveis devem divulgar uma lista de melhorias na prestação do serviço. Essa proposta foi apresentada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e segue em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

De autoria do deputado Lucas Calil (PSD), o Projeto de Lei 1458/19 tem como justificativa “a necessidade de melhorias no transporte público, como determina a Emenda Constitucional nº 19. Além disso, os contratos de concessão devem estar atrelados à qualidade e bom provimento do serviço ao usuário, tais como: continuidade, regularidade, segurança, atualidade e generalidade.”

O objetivo, segundo o autor, é fazer com que a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) apresente um plano de melhorias e benfeitorias no transporte público, diante da possibilidade do aumento da passagem. Essa lista, ainda de acordo com a matéria, deverá ser divulgada em meio público e de relevância estadual para que ocorra o previsto aumento de R$ 0,30 na tarifa de ônibus.

A proposta aguarda aprovação do relator, deputado Virmondes Cruvinel (Cidadania), na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Reajuste na passagem no transporte coletivo em Goiânia

No dia 18 de março, os cálculos de reajuste da tarifa foram aprovados em uma reunião do Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização dos Serviços Públicos (AGR). Esses cálculos devem ser analisados pela CDTC e se aprovados, a passagem pode custar até R$ 4,30. Atualmente, a tarifa do transporte público custa R$ 4,00.

Sete dias após a aprovação do cálculo, no 25 de março, um grupo de deputados protocolou, junto ao Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), um requerimento contra o aumento da passagem de ônibus em Goiânia e na Região Metropolitana. A proposta é avaliada pela promotora Leila Maria de Oliveira.

Uma reunião da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC) marcada para o dia 26 de março, para discutir e definir o novo valor da tarifa da passagem foi adiada pela segunda vez. A informação foi divulgada por meio de nota enviada à imprensa. Uma nova data ainda não foi definida.

Fonte: Dia Online

Pecuária de Goiânia 2019

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Data: 18 a 27 de Maio de 2018
Local: Goiânia
Cidade: Goiânia - Goiás

Shows:

18/05 - Zé Neto e Cristiano -  Diego Victor Hugo
19/05 - Show Infantil
23/05 - Marília Mendonça - Maiara e Maraisa
24/05 - Ferrugem
25/05 - Show Recordações (Paraná - Matogrosso e Mathias - Gian e Giovani)

Ingressos: 

R$: 60 - Inteira
R$: 30 - Meia

Pontos de Vendas:

Online: Meu bilhete


Transferência do Terminal Isidória em razão do BRT gera insatisfação em Goiânia

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O terminal provisório será construído a cerca de 1 km do atual Terminal Isidória, pelo tempo necessário para reconstrução no novo terminal apropriado para o BRT.

A implantação do já quase lendário BRT em Goiânia, que já está em atraso, está gerando bastante polêmica entre os usuários do transporte coletivo na capital. Isso porque a execução do projeto vai exigir a transferência provisória do Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico, para um local a 1 quilômetro dali.

Conforme apurado pela reportagem do Dia Online, o terminal provisório será construído no canteiro central da Alameda João Elias da Silva Caldas, cerca de 1 km do atual Terminal Isidória, pelo tempo necessário para reconstrução no novo terminal apropriado para o BRT. No entanto, a comunidade local não teria sido informada e não houve diálogo sobre os impactos de trânsito e ambiental que a região irá sofrer.

O departamento da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) responsável pelas obras e implentação do BRT foi contatado pela reportagem do Dia Online, e disse em nota que o canteiro que será usado para o terminal provisório será restaurado após ser usado e transformado em praça. Confira abaixo:

“O Consórcio responsável pelas obras do BRT informa que os trabalhos para  instalação do terminal provisório no Setor Pedro Ludovico já foram iniciadas e serão entregues em 60 dias. Na sequencia, a empresa inicia as obras de requalificação do Terminal Isidória, prevista para ser entregue no fim de 2020.

Vereador fará reunião para tratar da insatisfação da população quanto à transferência do Terminal Isidória por causa do BRT

O vereador de Goiânia Paulo Magalhães (PSD), representante do Setor Pedro Ludovico, informou por meio de sua assessoria que vai realizar nesta segunda-feira (8/4), a partir das 19h, uma reunião com moradores, comerciantes e representantes da CMTC, Prefeitura de Goiânia, Seinfra e das empresas do consórcio do BRT, para discutir a mudança provisória do Terminal Isidória para implantação do BRT. O encontro irá ocorrer na Alameda João Elias da Silva Caldas.

“Durante décadas, essa avenida ficou abandonada e a cerca de 11 anos conseguimos, com recurso próprio, revitalizar e construir os canteiros centrais. É um absurdo destruir esse espaço e, principalmente, sem comunicar a população local. Compreendo a importância do BRT para mobilidade urbana, mas não posso concordar em destruir uma praça, sendo que existem outros locais no setor para abrigar o terminal provisório”, declarou Paulo Magalhães.

O vereador ainda pretende apresentar à equipe responsável pela obra outras duas áreas no Setor Pedro Ludovico que podem abrigar o terminal provisório. E caso não haja entendimento, o vereador disse que vai exigir um acordo por escrito para que o consórcio do BRT, após terminar a construção do novo terminal, reconstrua e faça benfeitorias nas quatro ilhas da Avenida João Elias.

Fonte: Dia Online