Passageiros reclamam da não utilização das plataformas cobertas no Aeroporto Santa Genoveva

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Eles questionam a razão de ter que caminhar entre o saguão do aeroporto e a aeronave, enquanto plataformas estão vazias Passageiros que passam pelo Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, reclamam que as companhias aéreas, muitas vezes, não utilizam os fingers (plataformas cobertas para embarque e desembarque), mesmo quando alguns estão vazios. A queixa dos usuários é ter que caminhar do saguão do Aeroporto até as aeronaves, algumas vezes sob sol ou chuva, o que causa desconforto e pode danificar as rodinhas das malas, já que o asfalto não é totalmente nivelado.

Depois de receber reclamações de leitores, O POPULAR foi até o Aeroporto Santa Genoveva ouvir os passageiros e constatou a insatisfação de muitos. “Se existe o finger, é para dar comodidade e ele deve ser usado. Quando chove ou o sol está forte, é desconfortável fazer essa caminhada com mala”, diz o empresário Paulo Sérgio de Carvalho. Ele também lembra que o asfalto no pátio tem desníveis que podem estragar as malas.

O assistente administrativo Eudes Raul Gomes e a professora aposentada Anésia Gomes da Silva também defendem o uso do finger pelos mesmos motivos. “Se existe a plataforma, não há motivo para não usar, ainda mais quando o fluxo é menor e elas estão vazias”, dizem. A opinião é compartilhada pelo funcionário público Luiz Fernandes. “Me incomodo de ter que caminhar porque eles param no pátio enquanto existem fingers vazios, principalmente quando está chovendo ou o sol está muito forte”, afirma.

Aproximadamente 80 voos utilizam as estruturas de finger nos dias mais movimentados no Aeroporto Santa Genoveva, o que representa uma média de 80% das operações, enquanto 20% param na pista. A programação é realizada pela própria Infraero, a partir de dados repassados pelas empresas aéreas. Em casos específicos, a companhia solicita posição em áreas mais remotas para operações críticas, isto é, quando pode haver atraso, pouco tempo em solo, manutenção de equipamentos, entre outros.

Ainda de acordo com a Infraero, os critérios para adoção do finger incluem a quantidade de passageiros por aeronave e presença de pessoas com necessidades especiais. Além disso, existem aeronaves que não usam a ponte de embarque por não serem compatíveis com o equipamento, ou seja, serem de menor porte. Quanto ao custo, o valor para uso do pátio de manobras varia de acordo com o porte da aeronave, mas é o mesmo usando ou não o finger.

A Azul informa que cerca de 90% de suas operações em Goiânia acontecem utilizando os fingers em condições normais. Segundo a companhia, na semana passada, devido a oscilações de energia, houve dificuldades na utilização das plataformas e uma delas precisou passar por manutenção, reduzindo as pontes disponíveis. A Azul garante que, no geral, a maioria de suas operações utiliza os fingers.

A Latam informa que, por questões operacionais, dois voos da companhia operados no Santa Genoveva são atendidos com o embarque e desembarque remoto. Segundo a companhia, este tipo de embarque é um procedimento regular nas operações aeroportuárias e todas as suas decisões visam garantir uma operação segura.

A GOL diz que prioriza que o acesso de seus clientes à aeronave seja realizado em finger, busca oferecer a melhor experiência de viagem a todos, e faz revisões constantes em seus procedimentos, além de trabalhar em conjunto com as concessionárias aeroportuárias para aprimorar o atendimento, embarque e desembarque.

O assistente administrativo Eudes Raul Gomes e a professora aposentada Anésia Gomes da Silva também defendem o uso do finger

UFG informa que irá reduzir serviços, mas que ato não será suficiente para evitar paralisação total

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UFG informa que irá reduzir serviços, mas que ato não será suficiente para evitar paralisação total

Universidade divulgou que R$ 27 milhões destinados ao custeio do segundo semestre estão bloqueados, o equivalente a 69% do orçamento previsto Em nota oficial, divulgada na tarde desta quarta-feira (10), a Universidade Federal de Goiás (UFG) informou que novas medidas de racionamento e redução de serviços estão sendo analisadas e implementadas pela gestão, mas que provavelmente elas não serão suficientes para evitar a paralisação total das atividades de ensino, pesquisa e extensão antes do fim deste semestre, o que deve acarretar em “graves prejuízos à comunidade acadêmica e, consequentemente, à sociedade”.

O anúncio se deu em função do bloqueio de 30% do orçamento feito pelo governo federal no mês de abril para todas as universidades e institutos federais.

A reitoria informou que, para os próximos meses, estariam reservados cerca de R$ 39 milhões, metade do orçamento anual de custeio previsto em Lei para a UFG em 2019. Desse montante, aproximadamente R$ 27 milhões destinados ao custeio estão bloqueados, representando um déficit de 69% do orçamento previsto para o pagamento de “serviços essenciais, como energia, água, segurança e limpeza, além do pagamento de parte das bolsas de ensino, pesquisa e extensão a alunos de graduação e de pós-graduação”.

“Iniciamos o segundo semestre com bastante preocupação, visto não haver ainda qualquer sinalização por parte do Ministério da Educação quanto ao desbloqueio no orçamento das Universidades”.

A reitoria também informou que, com o apoio das demais universidades federais, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) e de entidades da sociedade civil e parlamentares, tentará intensificar as ações junto ao governo federal para reverter esse quadro.

Confira a nota na íntegra:

A Universidade Federal de Goiás, ao longo dos últimos anos, tem trabalhado para aperfeiçoar os instrumentos de gestão orçamentária e financeira de forma a garantir o funcionamento de suas atividades, buscando sempre maior eficiência e economicidade. Com o bloqueio de 30% do orçamento pelo governo federal no mês de abril, a UFG chegou ao fim do primeiro semestre de 2019 com severas dificuldades para a manutenção das atividades meio, como contratações e aquisições, porém preservando as atividades fins: ensino, pesquisa e extensão.
Logo após a divulgação do bloqueio orçamentário, as universidades federais iniciaram uma intensa mobilização para reverter esse quadro. Iniciamos o segundo semestre com bastante preocupação, visto não haver ainda qualquer sinalização por parte do Ministério da Educação quanto ao desbloqueio no orçamento das Universidades.

Distribuído de forma equânime entre os semestres, a dotação de cada ano é planejada pela equipe gestora da UFG de acordo com as necessidades contratuais e prioridades da instituição. Para os próximos seis meses, estariam reservados cerca de 39 milhões, metade do orçamento anual de custeio previsto em Lei para a UFG em 2019.

Desse montante, aproximadamente 27 milhões destinados ao custeio estão bloqueados, representando um déficit de 69% do orçamento previsto para o pagamento de serviços essenciais, como energia, água, segurança e limpeza, além do pagamento de parte das bolsas de ensino, pesquisa e extensão a alunos de graduação e de pós-graduação.

Considerando que o orçamento disponível (não bloqueado) não será suficiente para custear as despesas da instituição até o final do ano, novas medidas de racionamento e redução de serviços estão sendo analisadas e implementadas.

A Reitoria da UFG, de forma articulada com as demais universidades federais, com a Andifes e com entidades da sociedade civil e parlamentares, intensificará as ações junto ao Governo Federal para reverter esse quadro. Caso o bloqueio do orçamento persista, a UFG não terá como evitar a paralisação total de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, acarretando graves prejuízos à comunidade acadêmica e, consequentemente, à sociedade.

Concessão do Eixo Anhanguera será devolvida para Prefeitura de Goiânia

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Iris e Caiado discutiram sobre privatização

O governador Ronaldo Caiado e o prefeito Iris Rezende se reuniram, no final da manhã desta terça (9/7), para discutir a devolução da concessão do Eixo Anhanguera ao município de Goiânia. 

A audiência, ocorrida no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, contou ainda com a presença do presidente da Metrobus, Paulo Reis, com a promotora do Ministério Público de Goiás, Leila Maria, com o secretário de Governo do município, Paulo Ortegal, com o procurador-geral de Goiânia, Brenno Kelvys, com a procuradora-geral do Estado, Juliana Prudente, e com o presidente da Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo (CMTC), Benjamim Kenedy.

Em fevereiro deste ano, um acordo assinado entre o Governo de Goiás e a Prefeitura de Goiânia já previa a devolução da concessão da linha para a capital e sua posterior privatização. A audiência serviu para avançar nas conversações, uma vez que o município já emitiu um parecer jurídico favorável à mudança.

Na oportunidade, o prefeito Iris Rezende afirmou que o caminho para privatização da linha está sendo construído em parceria com estado e o MP-GO. “Vamos garantir que uma empresa preste, de forma digna, este serviço aos usuários do eixo Anhanguera”, afirma. “Não podemos permitir que um meio de locomoção tão importante para a cidade continue atuando tão precariamente”, destaca.

Em seguida, Iris disse que as mudanças serão promovidas sem afetar a rotina do transporte público. “A transição da linha deve ser feita de forma pacífica para não prejudicar aos usuários”, afirma. “Queremos garantir avanço na prestação do serviço do eixo Anhanguera sem qualquer trauma”, ressalta. “Todas as preocupações da população, como valor da tarifa, também são nossas. Não deixaremos de prever nenhuma situação”, complementa.  

Com a mudança, serão realizadas melhorias e obras estruturais nos terminais e nas plataformas do eixo Anhanguera. Está prevista, também, aquisição de novos ônibus com tarifas mais justas.

Fonte: Jornal Opção

Veja como votaram os deputados goianos na aprovação do texto da Previdência

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10/7), em primeiro turno, o texto principal da reforma da Previdência. A proposta teve 379 votos a favor e 131 votos contra. 

A reforma da Previdência precisava de 308 votos, o equivalente a três quintos dos deputados, para ser aprovada. Se aprovado em segundo turno, o texto segue para análise do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

Os 17 deputados goianos participaram da sessão. Veja como cada um deles votou: 

Dr. Zacharias Calil (GO) - SIM
Jose Mario Schreiner (GO) - SIM
Alcides Rodrigues (GO) - SIM
Magda Mofatto (GO) - SIM
José Nelto (GO) - SIM
Adriano do Baldy (GO) - SIM
Professor Alcides (GO) - SIM
João Campos (GO) - SIM
Glaustin Fokus (GO) - SIM
Francisco Jr. (GO) - SIM
Célio Silveira (GO) - SIM
Delegado Waldir (GO) - SIM
Major Vitor Hugo (GO) - SIM
Lucas Vergilio (GO) - SIM
Flávia Morais (GO) - NÃO  
Elias Vaz (GO) - NÃO
Rubens Otoni (GO) - NÃO  

Fonte: A Redação

Ao custo de R$ 68 milhões, obras da Avenida Leste-Oeste começam na segunda (15)

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Ordem de serviços para início dos trabalhos foi assinada ontem, 11, pelo secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), Dolzonan Matos.

A Prefeitura de Goiânia dará início na próxima segunda-feira, 15, às obras de continuação da Avenida Leste/Oeste, tramo Leste, no trecho compreendido entre a Rua 74, no Centro, até à Rodovia GO-403, via que dá acesso à cidade de Senador Canedo, na região metropolitana. A ordem de serviços para início dos trabalhos foi assinada ontem, 11, pelo secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), engenheiro Dolzonan da Cunha Matos.

Pelo projeto estrutural da obra, que foi doado pelo Codese ao município de Goiânia, o trajeto da Leste-Oeste em seu sentido leste terá 8,1 km de extensão e servirá de eixo de transporte entre Goiânia e Senador Canedo. De acordo com a Seinfra, a obra é de suma importância para o município e vai contribuir para desafogar o trânsito em uma das regiões mais movimentadas de Goiânia.

O custo total da obra, que será dividido em quatro etapas, foi orçado em R$ 68 milhões e será bancado com recursos próprios da Prefeitura de Goiânia e do Estado de Goiás, que deve arcar com 50% desse valor por força de convênio firmado com o município. A via deve ser entregue até o final de 2020.

A continuação da Leste/Oeste é mais uma das obras que integram o grande catálogo de investimentos propostos pelo prefeito Iris Rezende para o atual mandato. Estão previstas para iniciar nos próximos dias a reconstrução asfáltica de 630 km de ruas e avenidas de 107 bairros de Goiânia, além da construção do viaduto na confluência da Avenida Jamel Cecílio e Marginal Botafogo e do viaduto que vai ligar o Jardim Goiás e o Jardim Novo Mundo, na altura da antiga Celg.

Serão entregues ainda este ano as obras da Maternidade Oeste, no Conjunto Vera Cruz, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, Trincheira da Rua 90 com a Avenida 136 e a revitalização da Praça do Trabalhador e as obras de drenagem da Avenida Goiás, no centro de Goiânia.

Cloves Reges, da Diretoria de Jornalismo.

Projeto: 



Marginal Botafogo





BR-153



Fonte: Prefeitura de Goiânia

Trindade recebeu mais de 3 milhões de romeiros na Festa do Divino Pai Eterno 2019

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Mais de 3 milhões e 200 mil romeiros passaram por Trindade nos 10 dias da Tradicional Romaria do Divino Pai Eterno de Trindade, conforme informou a Sala de Gestão Integrada (SGI) que acompanha e monitora todas as ações da festa.

O prefeito de Trindade Jânio Darrot (PSDB) comemora o resultado positivo da romaria 2019. Segundo ele, o resultado foi possível graças à coordenação conjunta da Prefeitura com a Igreja Católica, com as Policias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros.

Segundo Jânio, o número de roubos e violência contra os romeiros diminuiu drasticamente, isso graças ao trabalho da polícia, e ressalta que não aconteceu nenhum procedimento anormal por parte do Corpo de Bombeiros.

“Trabalhamos incansavelmente para que cada romeiro que veio até a nossa cidade, pudesse sentir acolhido, como se estivesse em sua casa”, afirmou o prefeito.  

Jânio afirmou ainda que a Prefeitura de Trindade, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou 10 mil e 114 atendimentos e procedimentos na área médica.

Frio próximo de 0°C em Goiás em 6 e 7 de julho de 2019

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A grande e intensa massa de ar frio de origem polar que entrou sobre Brasil no primeiro fim de semana de julho de 2019 causou frio extremo no Sul, no Sudeste e sobre o Centro-Oeste do país, com temperaturas muito baixas. Não é em todo inverno que ocorrem temperaturas tão baixas no Brasil como as que foram registradas nos dias 6 e 7 de julho de 2019.

Mato Grosso do Sul teve temperatura abaixo de 0°C nos dias 6 e 7 de julho, o que não é comum. As outras regiões do estado amanheceram com temperatura entre 0°C e 5°C.  A capital, Campo Grande, bateu o recorde de frio para 2019 no primeiro fim de semana de julho de 2019.

O ar polar também atingiu forte o sul e o oeste de Mato Grosso e o centro-sul de Goiás fazendo a temperatura baixar de 10°C

Mas foi no domingo, 7 de julho, como foi previsto, que o frio foi ainda mais intenso e as áreas com temperaturas muito baixas se ampliou pelo Centro-Oeste. As capitais Goiânia, Brasília e Cuiabá estabeleceram novos recordes de frio. Desde o inverno de 2000 não fazia tanto frio em Brasília como fez na madrugada de 7 de julho de 2019. Gama, uma das cidades satélites, teve frio em torno dos 6°C.

O frio do sul de Goiás em 7 de julho de 2019 foi muito intenso, com temperaturas entre 2°C e 5°C, não podendo ser descartada a ocorrência de alguma geada.

Temperaturas extremas

Confira agora um levantamento de menores temperaturas registradas no dia 7 de julho de 2019 em Goiás conforme a medição do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)

Cidade / T min (°C)  - 06/07/19

Mineiros 7,2

Rio Verde 7,6

São Simão 7,7

Jataí 8,0

Caiapônia 10,1

Morrinhos 10,3

Edeia 10,8

Paraúna 11,1

Itumbiara 11,7

Iporá 12,3

Alto Paraíso de Goiás 12,5

Silvânia 13,4

Catalão 13,7



Cidade / T min (°C)  - 07/07/19


Rio Verde 2,4

Jataí 2,6

Morrinhos 2,9

Itumbiara 3,7

Ipameri 4,2

Edeia 4,3

São Simão 4,4

Pires do Rio 4,7

Cristalina (Fazenda Santa Mônica) 5,2

Mineiros 5,3

Catalão 6,2

Paraúna 6,3

Caiapônia 6,8

Silvânia 6,9

Cristalina 7,4

Luziânia 7,9

Iporá 8,5


Goiânia registrou neste domingo madrugada mais fria desde 2003, segundo site

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Temperaturas podem se elevar em Goiás, mas continua friozinho pelos próximos dias.

A capital goiana registrou neste domingo (7/7) a madrugada mais fria, com 9ºC, desde o ano de 2003, quando computou-se 8,3ºC, de acordo com o Instituto ClimaTempo. A temperatura mais baixa registrada este ano em Goiânia havia sido 13,7°C, no dia 17 de junho. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a massa de ar frio deve continuar sobre Goiás pelos próximos dias.

Conforme a publicação, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Cuiabá, Brasília, Rio Branco e Porto Velho também registraram recordes de frio nesta madrugada. A capital carioca também está entre as cidades que registaram temperaturas mais baixas no país.

Em Goiás, diversas cidades registraram temperaturas abaixo dos 5ºC, sendo elas: Jataí 2,6ºC; Morrinhos 2,9ºC; Rio Verde 3,1ºC; Itumbiara 3,7ºC; e São Simão 4,4ºC.

Temperaturas baixas em Goiânia nos próximos dias

A intensa onda de frio chegou em Goiânia acompanhada por uma breve chuva ocorrida entre os dias 6 e 7 de julho. Segundo a previsão, nas capitais do Centro-Oeste, do Sul, Acre, Rondônia e São Paulo, a tendência é de elevação da temperatura a partir desta segunda-feira (8/7), mas ainda assim o tempo frio permanece por pelo menos até o fim da semana.

O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo), informou que a massa de ar polar que chegou ao estado começa a perder a intensidade, mas continua frio no início desta semana. De acordo com o Inmet, até a próxima sexta-feira (12/7), as temperaturas variam de 8ºC de mínima e 30ºC.

Fonte: Dia online

Goiânia pode ter tarde e noite chuvosas, nesta sexta-feira (05/07) e frio no final de semana

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Temperatura na capital pode registrar mínima de 14º e máxima de 29º

Chuvas podem aparecer na capital, nesta sexta-feira, 5. Segundo informação do Clima Tempo, a temperatura deve oscilar de 14º a 29º, com tempo nublado pela manhã e possibilidades de chuva à tarde e à noite.

Ainda conforme o site, a umidade no ar deve variar de 38% a 87%, com possibilidade de ventos de 13km/h.

De fato, a notícia é semelhante em toda a região Centro-Oeste. O Mato Grosso do Sul também deve ter chuvas, exceção às regiões sul e sudoeste do Estado, pontos de umidade baixa.

O Distrito Federal deve registrar tempo parcialmente nublado e nublado, enquanto no oeste de Mato Grosso também deve chover. As informações são Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Fonte: Jornal Opção


Goiânia pode bater recorde de frio nesse final de semana. 

A grande e forte onda de frio que está chegando do Brasil vai fazer a temperatura cair muito em praticamente todas as áreas da Região Centro-Oeste. Temperaturas abaixo dos 10°C devem ser registradas em muitas áreas e as capitais devem estabelecer novos recordes de frio nos próximos dias.

Em Goiânia, o primeiro recorde de frio por causa desta forte massa polar já poderá ocorrer na madrugada do sábado, 6. A madrugada do domingo, 7, poderá ser com recorde de menor temperatura de 2019 em Goiânia e em Brasília, com marcas abaixo dos 10°C.

Confira as menores temperaturas registradas pelo Instituto Nacional de Meteorologia

Goiânia (GO)
menor temperatura do ano: 13,7°C em 13/6/19
menor temperatura máxima do ano: 23,1°C em 17/2/19
menor temperatura em 2018: 9,1°C em 21/5/2018

Brasília (DF)
menor temperatura do ano: 10,8°C em 11/6/19
menor temperatura máxima do ano: 22,7°C em 16/6/19
menor temperatura em 2018: 9,3°C em 21/5/2018

Fonte: Clima Tempo

Transtornos em obra do BRT Norte-Sul na Avenida Goiás, em Goiânia, devem durar um ano

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Pistas da Avenida Goiás terão trechos interditados em três etapas, cada uma com duração estimada de até dois meses, para obras de drenagem e construção do corredor Os transtornos para a execução do corredor exclusivo de ônibus do BRT Norte-Sul na Avenida Goiás devem durar cerca de um ano, segundo o secretário da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), Dolzonan da Cunha Mattos. 

Serão seis meses para cada sentido da via, iniciando no trecho entre a Avenida Independência e a Rua 55, cuja interdição total da pista Norte-Sul começa na próxima segunda-feira (8). A ideia é fazer toda a expansão no sistema de drenagem, as mudanças nas pistas e a construção das estações de embarque e desembarque, atuando em cada quadra.

De acordo com Mattos, a obra vai ser dividida em seis etapas e cada uma deve durar dois meses. Cada etapa é um trecho da avenida, sendo entre a Independência e a Paranaíba, entre esta e a Anhanguera e depois até a Praça Cívica, mas cada um destes será feito primeiro no sentido Norte-Sul, o que deve terminar no fim deste ano, e depois no sentido Sul-Norte, até junho de 2020. 

O secretário explica que vai ser feito primeiro o trecho Norte-Sul em razão das obras de drenagem, já que, como as águas pluviais correm neste sentido para o Córrego Capim Puba, as tubulações poderão ser utilizadas já no próximo período chuvoso.

“Lá vai ser diferente da Rua 90, em que foi possível manter o tráfego local e fazer os desvios. Na Goiás vai ter de interditar tudo mesmo, então vamos fazer por quadra. A gente já tem condições de iniciar a obra nesta semana, mas preferimos primeiro avisar todo mundo, os moradores, comerciantes e motoristas para não ter aquele problema de dizerem que não foram avisados”, diz Mattos. 

Até mesmo as estações de embarque, mesmo sendo uma de frente à outra, serão construídas separadamente. Pelo projeto original, a Avenida Goiás teria nove estações separadas e alternadas quanto ao sentido, mas foi alterado a pedido do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) passando a ter três estações conjuntas para ambos os sentidos (ver quadro).

De acordo com a coordenadora técnica do Iphan em Goiás, Beatriz Otto de Santana, o órgão deu o parecer de autorização da obra em janeiro deste ano. “Resta apenas o detalhamento do paisagismo, as rampas, mobiliário, jardins, mas não é nada que impeça as obras de drenagem e de infraestrutura. Podemos receber estes detalhes depois”, diz. A adequação do projeto se deu para tentar minimizar os impactos na paisagem, já que o trajeto da Avenida Goiás faz parte do traçado urbano original da cidade, que é tombado, além de estar no envoltório de outros bens tombados, como a Praça Cívica e o Grande Hotel.

Segundo Santana, algumas coisas do ambiente poderão ser removidas, mas somente o necessário para implantar o corredor. No caso, haverá a remoção de quatro árvores ao longo da Avenida Goiás, sendo duas nas proximidades da Avenida Anhanguera e as demais próximas da Avenida Independência, em todos os casos para a implantação das estações de embarque e desembarque. 

As informações da Seinfra são de que outras árvores também serão retiradas, mas, no caso, serão aquelas que estão condenadas por técnicos da Prefeitura e serão trocadas por espécimes novos.

Outras quatro árvores deverão ser removidas na Praça Cívica, segundo o projeto, para a instalação das estações no local. No entanto, de acordo com Mattos, as obras na praça não serão feitas neste momento. Após a execução na Goiás, a frente de serviços deve ir para a Rua 84.

CAU-GO se preocupa com alterações

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO), apesar de reiterar a necessidade da obra do BRT Norte-Sul para a mobilidade urbana de Goiânia, tem se preocupado com as alterações no visual da Avenida Goiás, considerada um marco histórico e paisagístico da cidade. 

O principal problema, segundo a arquiteta e urbanista Fernanda Mendonça, conselheira da entidade, é em relação às estações de embarque e desembarque. “As estações são elevadas, acima do piso normal da calçada, e uma plataforma maior porque tem maior demanda. 

Nossa preocupação é de trazer intrusão na paisagem, se vai trazer alguma integração com o piso”, avalia. Fernanda lembra que a Avenida Goiás já tem o desenho para o corredor exclusivo, com pistas segregadas, mas que as estações devem ser integradas à paisagem, tentando que as mesmas sejam “invisíveis”. Ela reforça que é positiva a mudança do Iphan para diminuir o número de estações, mas é preciso avaliar como isso vai ser para o passageiro. “As estações existem para evitar uma caminhada mais longa. 

No caso, não vai ter estação da Praça Cívica até a Avenida Anhanguera”, diz. Segundo conta, o CAU dialoga com a Prefeitura de Goiânia para analisar e dar sugestões aos projetos.



Fonte: Jornal O Popular

Parque Mutirama reabre nesta quinta (4/7) com horários especiais

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Abertura dos portões será às 10 h

O Parque Mutirama funcionará com horários especiais após receber 17.656 visitantes no sábado (29/6) e domingo (30/6), um público recorde desde a inauguração, em 1969. Os ajustes serão gradativos. Esta semana, as atividades começam na quinta-feira (4/7), com abertura dos portões às 10h e encerramento das atividades às 17h. No sábado e domingo, o horário é de 9h às 17h30.

Para a próxima semana, de acordo com a direção do Mutirama, as atividades serão retomadas mais cedo, na quarta-feira (10/07), das 10h às 17h. A partir daí, o parque manterá a rotina de fechar apenas às segundas-feiras para manutenção e limpeza, com funcionamento a partir das terças-feiras, das 10h às 17h.

O centro de lazer foi reaberto com a presença do prefeito Iris Rezende, após laudos e autorização de órgãos de controle. A diversão foi garantida pelos 18 brinquedos disponíveis, além de áreas para convívio social e de piqueniques.

“Tudo saiu conforme planejamos”, disse o presidente da Agência Municipal de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul) Urias Júnior. “Nós vimos aqui famílias fazendo piquenique, jovens e crianças brincando, pessoas das mais diversas classes sociais com a mesma intenção, a de se divertir”, prossegue. “Essa foi a determinação do prefeito Iris, ou seja, proporcionar lazer à comunidade goianiense”, destaca.

Segundo Urias Júnior, as atividades que permitiram a volta do parque duraram um ano e sete meses. “Primeiro foi o diagnóstico, depois os reparos dos brinquedos e a revitalização do espaço, sempre com o acompanhamento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) e do Ministério Público”, explica ele.  

Os mais de 100 servidores do parque receberam treinamento. A qualificação inclui o funcionamento dos brinquedos e todos os protocolos de segurança. Já as atividades da Comurg incluíram ajardinamento, poda das árvores, varrição, rastelação, pintura das grades, reparos no piso paver, nas instalações, dentre outras ações de limpeza, obras e infraestrutura. Também foram inseridos nas dependências do parque 50 novas lixeiras, bancos e mesas. 

Fonte: A Redação

Goiás é sexto no Brasil, com obras públicas suspensas ou paralisadas

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                                                     Hospital e Maternidade Oeste esta com as obras paradas

Goiás está entre os seis estados brasileiros com maior quantidade de grandes obras públicas suspensas ou paralisadas.

Goiás está entre os seis estados brasileiros com maior quantidade de grandes obras públicas suspensas ou paralisadas. A informação é de um diagnóstico realizado pelos 33 tribunais de contas do país, entre os dias 15 de fevereiro e 15 de março deste ano, agrupado pela Associação dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). O levantamento não é conclusivo, por ter sido obtido mediante pesquisa declaratória, a partir de um questionário elaborado pelos TCs e aplicado junto aos jurisdicionados de cada um.

Para obtenção desse diagnóstico preliminar, foram consideradas as obras com valores de contrato acima de R$ 1,5 milhões e iniciadas a partir de 2009. Com base nesses critérios de referência, os tribunais de contas do Brasil detectaram 2.555 obras (paralisadas ou suspensas), com valores contratados que atingem a cifra de R$ 89.559.633.165,90.

Em Goiás, são 116  grandes obras paralisadas, alocadas em 113 contratos, segundo informaram os órgãos oficiados. Estão incluídas obras de responsabilidade da Goinfra, Saneago, Secretaria da Saúde, Secretaria de Indústria e Comércio, Agehab, Codego e Ipasgo.

O presidente da Atricon, Fábio Nogueira, diz que, embora não tenha sido empregado um procedimento de auditoria, os números são expressivos e corroboram a necessidade de uma correção de forças interinstitucionais. Ele se referiu à Cooperação Técnica envolvendo a Atricon, o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal de Contas da União, com fundamento na Lei n. 8.666, de 1993, cujo Termo foi assinado no último dia 4 de junho, em solenidade no CNJ.

Razões apontadas para paralisação das obras
Os números mais expressivos de obras paralisadas ou suspensas estão na região Sudeste do país: São Paulo com 325; Rio de Janeiro com 224; e Minas Gerais com 189. Dentre as razões gerais apontadas para a paralisação das obras, a suspensão de repasses de recursos conveniados é a mais relevante, com 20,9% das respostas. Os gestores também declararam pendências com as construtoras contratadas (20,5%), seguido de falhas no planejamento (19,1%).

Fábio Nogueira, informou que esse primeiro diagnóstico irá servir como subsídio às próximas etapas. Segundo ele,  a partir dessas informações, cada Tribunal de Contas,  irá relacionar as obras consideradas prioritárias , por exemplo daquelas que contemplam as áreas de saúde e educação – para um aprofundamento analítico das causas da paralisação, ou impedimento da continuidade dos serviços.

Nessa fase, conforme Fábio Nogueira, serão empregados critérios de auditoria, com análise de documentos, verificação in loco, dentre outros procedimentos específicos. “A intenção principal é encontrar meios para destravar essas obras, a fim de que a população possa se beneficiar de serviços públicos de qualidade”, destacou.

De acordo com Fábio Nogueira, a reativação das obras, também, deverá representar um significativo incremento na economia do país e, além disso, poderá disponibilizar equipamentos e serviços públicos, que fazem falta à população.

Fonte: Dia Online

Revitalização retira 72 árvores da Praça do Trabalhador, em Goiânia

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Do total autorizado pela Amma, 64 exemplares haviam sido cortados até esta terça-feira (2). 

Seinfra diz que fará compensação ambiental, mas projeto ainda não está pronto A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) autorizou a retirada de 72 árvores da Praça do Trabalhador cujas obras de revitalização se iniciaram no último dia 17. De acordo com a agência, todas possuem condições fitossanitárias comprometidas e 64 delas, das espécies sete-copas, pau-formiga, pau-ferro, ipê, jacarandá-mimoso, palmeira-rabo-de-peixe, já foram removidas. O Termo de Compensação Ambiental foi assinado com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) no último dia 28 de junho e o prazo para entrega do Projeto de Arborização Urbano termina no próximo dia 28.

Presidente da Amma, Gilberto Marques Neto diz que, além das condições fitossanitárias, a retirada das árvores atende a uma obra de interesse público e garante que o novo projeto contemple a arborização necessária. A agência afirma que, para cada espécime extirpado, deverão ser plantadas dez exemplares nativos, os quais ficarão na área da obra e em seu entorno. O presidente da Seinfra, Dolzonan Mattos, afirma, entretanto, que o número deve ultrapassar 720.

“O projeto ainda não está pronto, mas será apreciado pela Gerência de Arborização Urbana da Amma. Vamos primeiro terminar as obras e depois fazer o plantio. Também não sabemos ainda quais serão as espécies, mas a exigência é que sejam nativas. Sou ambientalista e ativista desde sempre. Farei, com certeza, o que for melhor para a população e para o Meio Ambiente”, garante Dolzonan.

Os primeiros dias de revitalização contaram com a instalação do canteiro de obras, cercamento da área e locação topográfica. A meta, segundo a Prefeitura, é retirar 95% do piso, incluindo concreto, entulhos e asfalto. Desta forma, foi iniciada a terraplanagem, bem como a preparação para a rede de drenagem, além da construção da administração e de um banheiro. O que se vê no local são máquinas trabalhando e todas as árvores da parte inferior da praça - que está cercada - já removidas. Segundo a Seinfra, as oito árvores restantes devem ser retiradas ainda nesta semana.

Microclima

Integrante do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU), Adriana Mikulaschek explica que a retirada de tantas árvores de uma região significa uma piora para o microclima, mesmo quando logo em seguida se plantam outras. Isto porque, as árvores pequenas não têm a mesma capacidade de absorção de água que as árvores grandes. Ela cita ainda a colaboração para a drenagem do solo, absorção de dióxido de carbono e diminuição da poluição.

“A região da (Rua) 44 é muito quente, por conta da falta de vegetação, da ventilação urbana precária, pouco sombreamento e um excesso de áreas de concreto, que refletem e absorvem o calor. Uma copa grande recebe toda a chuva e a encaminha para o tronco e para as raízes. Ela precisa de uma área permeável ao redor dela para escoar a água e adentrar ao lençol freático. É um funil e diminui a quantidade de chuva lançada nas vias”, completa a arquiteta e urbanista.

A conselheira cita ainda a proximidade com a Marginal Botafogo, no final de uma descida. “Toda a água da região mais alta desce. Toda essa água desce para o Córrego Botafogo e aumenta problemas que já temos naquela área. Importante aumentar a área permeável. O correto seria que toda a cidade fosse mais permeável”, finaliza Adriana.

No projeto de revitalização da Praça do Trabalhador serão eliminados os desníveis, com o objetivo de facilitar a acessibilidade tanto para pedestres, quando para cadeirantes. Em resumo, as passarelas para os pedestres serão oferecidas nas laterais dos canteiros com a interligação realizada por escadas e rampas.

Prefeitura reafirma previsão de 5 meses para realização de trabalho

A previsão da Prefeitura de Goiânia é que os trabalhos na Praça do Trabalhador, no Centro, continuem por cerca de cinco meses e, neste período, a Feira Hippie funcionará ao redor da praça. Para isto, uma pista da Rua 44, entre a Viela da 44 e Avenida Independência, será interditada para o trânsito no sentido Norte/Sul. Feirantes também ocuparão o trecho da Rua 67-A, paralelo à Avenida Independência, entre a Rua 44 e a Goiás Norte. Para facilitar a circulação no maior bloco da Feira Hippie, será criada uma via central entre a 44 e a Avenida Goiás Norte. A Feira da Madrugada ocupará a Viela da 44.

Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), após a finalização dos trabalhos de revitalização, a Feira Hippie voltará a funcionar de sexta a domingo e a Feira da Madrugada às quartas e quintas-feiras. Todas as bancas agora serão projetadas em metalon e cobertas com lona na cor bege.

Novo Hospital das Clínicas de Goiânia está 85% concluído

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Novo bloco do Hospital das Clínicas, vinculado à universidade, deve ficar pronto no final deste ano. Inauguração vai acontecer com o funcionamento de metade de sua capacidade total O novo Hospital das Clínicas de Goiás (HC), que começou a ser construído em 2002, tem previsão para ser concluído em dezembro. A obra, com 20 pavimentos, tem capacidade para 530 leitos de enfermaria e 70 de unidade de terapia intensiva (UTI), mas apenas metade deve entrar em funcionamento quando o prédio for ativado. A expectativa é de aumento da capacidade na velocidade de 100 novos leitos por ano.

Segundo o superintendente do HC, José Garcia Neto, a mudança do hospital antigo para o novo deve acontecer no início do ano que vem, com o remanejamento dos 300 leitos de um para o outro. O prédio antigo, com construção da década de 1950, deve servir como um novo pronto socorro. Atualmente, o pronto socorro funciona no mesmo espaço de pacientes eletivos.

“Pretendemos transformar nosso pronto socorro em um grande pronto socorro. Isso vai ser muito salutar. Urgência estar junto com eletiva é muito ruim. Os prontos socorros atuais são bem estruturados, como se fossem unidades para urgência”, explica o superintendente.

Além disso, de acordo com Garcia Neto, já foram comprados novo mobiliário e equipamentos, como monitores, respiradores e macas de cirurgia. Parte dessas aquisições estão guardadas por falta de espaço no prédio velho.

3 perguntas para Sandramara Matias Chaves

Vice-reitoria da UFG conversou com a reportagem do POPULAR em live do Facebook, onde falou sobre o diferencial do atual bloqueio de 30% do orçamento da instituição de ensino

1 - Qual a diferença do atual bloqueio de 30% do orçamento para cortes de anos anteriores?
Realmente as universidades federais já vem vivenciando reduções no seu orçamento há alguns anos. Quando você chega a um índice de 30% de contingenciamento tem um impacto muito maior, porque somado a essas reduções anteriores esse impacto é grande. Já houve contingenciamento, mas não em um valor tão significativo quanto esse desse ano. 

2 - Houve falta de projetos de extensão que permitiram que a sociedade não conhecesse a universidade? 
Eu não diria falta de extensão, porque nós temos inúmeros projetos de extensão, que envolve mais de 16 mil pessoas da universidade e atingiu, em 2017, por exemplo, um público de mais de 500 mil pessoas com nossas atividades de extensão. Mas realmente a universidade precisa se mostrar mais por meio de suas diferentes ações. 

3 - Qual sua expectativa?
A Andifes já está com audiência marcada com o Governo Federal no sentido de mostrar o que são as universidades federais e o quanto a redução de 30% comprometeria as nossas atividades. Para isso a gente conta também, não só com o apoio da comunidade universitária, mas com o apoio da sociedade. 

Uma das novidades do novo HC é o formato mais moderno das enfermarias, com apenas dois leitos em cada uma. No hospital atual há em média seis macas por enfermaria, o que aumenta o risco sanitário e dificulta o isolamento de um paciente. Atualmente, 60 leitos do HC estão sem funcionar por conta de reformas.

Segundo Garcia Neto, existe uma previsão de aumento de 100 leitos por ano até completar a capacidade do novo hospital. No entanto, isso vai depender de aportes do Governo Federal. “A construção foi iniciada antes da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, administradora do hospital), muito antes”, explica. O projeto do novo HC prevê um andar só para maternidade, com UTI Neonatal, outro só para pacientes transplantados e dois exclusivos para centro cirúrgico.

A construção do HC completa 17 anos em 2019. Foram três paralisações até agora: em 2002 por falta de recursos, em 2009 por conta da falência da construtora licitada e em 2017 por falta de repasses do Governo Federal. A maior parte do novo hospital foi feita com verba de emenda parlamentar da bancada goiana no Congresso Nacional. Quando aprovado, esse tipo de recurso entra no orçamento da União.

A última etapa da construção do HC é feita pela Engemil Engenharia. Faltam as partes de instalações elétrica e sanitária, climatização, elevadores e acabamento. O contrato inicial com a empresa ia até agosto e era de 54,2 milhões. Um aditivo de R$ 13,2 milhões foi feito com alterações nas instalações visando a eficiência energética e adequação às normas vigentes. Os reajustes anuais somam R$ 3,3 milhões a mais. Outras etapas da construção foram feitas por duas empresas diferentes. As informações são da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) da UFG, que é o antigo Centro de Gestão do Espaço Físico (Cegef).

“Estamos esperando, se der tudo certo do repasse financeiro, se for disponibilizado a parte financeira, que a obra termine em dezembro”, explica o titular da Seinfra, Marco Antonio de Oliveira.

Apesar de ser vinculado à Universidade Federal de Goiás (UFG), o HC não deve ser atingido pelo bloqueio de 30% do orçamento da instituição, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) na semana passada. O Hospital das Clínicas é administrado pela Ebserh. “Não está previsto corte nenhum”, garante José Garcia Neto.

5 mil no Espaço das Profissões 

O câmpus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG) recebeu cerca de 5 mil estudantes no Espaço das Profissões nesta terça-feira (7). Hoje é o segundo dia do evento, que deve receber no total mais de 20 mil pessoas que vão até a instituição de ensino para conhecer mais sobre seus cursos e faculdades. 
A novidade neste ano é o lançamento da “Plataforma Studio”, uma página interativa com vídeos informativos sobre os cursos e formas de ingresso na UFG.

Segundo a pró-reitora de graduação, Jaqueline Araújo Civardi, a ideia é transformar o projeto, que foi lançado oficialmente ontem, em um aplicativo de celular. 
O Espaço das Profissões atrai estudantes do Ensino Médio que estão prestes a prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além de abrir as portas da universidade para a comunidade, o evento serve para ajudar os alunos a escolher seu futuro profissional. “É um momento que os estudantes têm oportunidade de conhecer melhor os cursos com os quais eles irão optar”, diz a pró-reitora. 

O movimento foi grande durante todo o dia de ontem, mas deve ser maior hoje. Muitos alunos vêm em caravanas de seus respectivos colégios. Teve ônibus com estudantes vindo de Mozarlândia, região Norte do Estado, 311 km de Goiânia. As áreas mais procuradas são as interativas, como o planetário e o herbário. 

Jaqueline Civardi entende que um evento como esse é importante para mostrar como a universidade realmente é, em um contexto de bloqueio de 30% de seu orçamento. “É um momento que a população vê a universidade, tem acesso a aquilo que produzimos, não só em termos de ensino, mas aí pode pensar questões didático pedagógicas, o que cursos oferecem, mas também acesso a investigações que são desenvolvidas, estudantes que começam ainda na iniciação científica, na graduação.”

“É sacrossanto o orçamento?”

Após bloquear 30% dos recursos das universidades federais do País, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, minimizou o tamanho do contingenciamento em audiência na Comissão de Educação, no Senado, nesta terça-feira, 7. “É sacrossanto o orçamento? Não podem economizar nem uma migalha?”, disse ao ser questionado sobre a dificuldade relatada pelos reitores em manter as instituições após a redução de recursos.

“A universidade federal hoje no País custa R$ 1 bilhão. Não dá para buscar nada? Todo mundo no País está apertando o cinto”, completou Weintraub. Ele esteve no Senado para apresentar as diretrizes e programas prioritários para a pasta, no entanto, não apresentou projetos. O ministrou criticou programas petistas, como Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), e voltou a defender cortes na área de humanas.

Economia

Com o um bloqueio de R$ 7,3 bilhões do orçamento do Ministério da Educação (MEC), o ministro negou por diversas vezes que haja corte de recursos para as universidades federais e disse que houve um contingenciamento. “Se a economia tiver crescimento, com a aprovação da Reforma da Previdência, se descontingencia o recurso. Não há corte, a economia impôs o contingenciamento diante da arrecadação mais fraca e nós obedecemos”, disse.
Ele ainda propôs aos reitores que marquem reuniões com o MEC para discutir a nova situação financeira das universidades federais. Ele chegou a comparar a situação do contingenciamento com a situação de empresas privadas. “30% é sobre uma parte pequena do volume total de despesa. O dono de uma empresa às vezes tem que fazer corte de 20% e sobrevive”, disse o ministro aos parlamentares. (Agência Estado)

Prefeito de Goiânia autoriza obra do Hospital Público Veterinário

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Proposta do vereador Zander Fábio será regulamentada via decreto e obras terão prazo de três meses

Em reunião nesta terça-feira, 11, com secretários e o vereador Zander Fábio (propositor do projeto na Câmara de Vereadores), o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, autorizou o início da obra da Unidade Ambiental de Saúde e Bem Estar Animal em Goiânia.

O prefeito assinará o decreto que  regulamenta o Projeto de Lei que cria o hospital público veterinário para atender animais domésticos, domesticados, nativos ou exóticos de todos os tamanhos que vivem em estado de abandono ou que pertençam a pessoas sem condições financeiras para pagar tratamentos ou ações preventivas, além de animais que forem encaminhados por órgãos públicos, ONGs ou protetores.

Segundo o prefeito, a iniciativa visa promover a saúde dos animais e da população em geral. 'Vamos dar celeridade à implantação deste projeto. O objetivo é buscar soluções rápidas, eficientes e de baixo custo, além de parcerias para garantir o atendimento de excelência no hospital. Universidades e entidades do setor veterinário podem somar muito”, destaca. 

O autor do projeto ressalta que a unidade será instalada no antigo Centro de Zoonoses do Setor Balneario Meia Ponte. “Será equipado por uma sede administrativa, laboratório e centro cirúrgico”, destaca, ao acrescentar que terá capacidade inicial para 100 atendimentos por dia. 

O presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), Gilberto Marques Neto, esclarece que no funcionamento da unidade não será utilizada a verba pública destinada à saúde da população. “Serão recursos do fundo do meio ambiente para resolver esse assunto que é de grande relevância para a cidade”, garante. 

No local será oferecido atendimento hospitalar cirúrgico e internação, atendimento emergencial 24h, vacinação, castração, resgate de animais vítimas de acidentes, fisioterapia, adestramento, atendimento farmacológico e exames laboratoriais.

Após a assinatura do decreto nos próximos dias, a previsão é que as obras terminem em no máximo 90 dias, depois  da Ordem de Serviço. 

Presidente do Goiás dá detalhes sobre a construção da Arena da Serrinha e pede paciência ao torcedor

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Em fevereiro, o Goiás anunciou o projeto para a Arena da Serrinha, com ampliação do estádio para 20 mil pessoas, com melhorias na estrutura e construção de vários novos complexos. Em entrevista à Sagres 730, o presidente Marcelo Almeida disse que o projeto ainda precisa da aprovação da prefeitura, mas que tudo está dentro do cronograma elaborado.

“O nosso projeto ficou muito bonito e foi aprovado pelo nosso Conselho. Já está dentro da prefeitura para análise. Tudo é feito por partes. Primeiro precisamos da aprovação do projeto. Se não for aprovado, não podemos dar início às obras. Segundo momento é fazer uma programação das etapas e dos custos. A gente sabe que é um estádio grandioso, consequentemente, caro também”, disse o dirigente.

No planejamento esmeraldino, em um tom otimista, as obras deverão ter início somente no fim do ano. Por conta do impacto que causará na região, que já tem um trânsito bastante denso, a prefeitura precisa aprovar o projeto ou pedir modificações em alguns termos para se adequar à realidade e necessidade do setor.

Logo após o anúncio oficial do projeto da construção da Arena da Serrinha, em fevereiro, a diretoria do Goiás encaminhou o projeto para a prefeitura, que ainda está analisando o material que foi enviado.

“O projeto da nossa arena é grandioso e complexo. Demos entrada na prefeitura e essa análise de aprovação não é feita com rapidez por conta da complexidade. Isso causa impacto no trânsito, temos de oferecer várias vagas de estacionamento. As exigências são muito rigorosas pelos nossos órgãos públicos”, garantiu.

Apesar de ainda não ter recebido o aval da prefeitura para a Serrinha, o presidente esmeraldino disse que as obras não estão paradas e que o clube ataca em outras frentes.

“A execução do projeto tem várias situações. Existe o projeto arquitetônico e, por trás dele, tem os projetos complementares, como o projeto de estrutura, cobertura, hidráulico, elétrico, etc... O projeto arquitetônico foi aprovado por nós e agora está na prefeitura para ser analisado. Mas paralelamente, estamos executando os projetos complementares, que são bem difíceis. Cada um desses projetos complementares que falei tem uma equipe de engenharia por trás disso”, explicou.

Por fim, Marcelo Almeida pediu paciência ao torcedor, mas garantiu que tem feito muito esforço para que o projeto não fique só no papel.

“É um projeto muito complexo e que demanda tempo. Peço paciência para os nossos torcedores. Só de ter tido um pontapé inicial já é uma grande vitória”, definiu o dirigente.

Fonte: Sagres

Aparecida de Goiânia implanta projeto piloto “Frente Segura” para motociclistas e ciclistas

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Pensando na segurança dos motociclistas e ciclistas, que trafegam pelo município, a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, por meio da Secretaria Executiva de Mobilidade iniciou nesta quinta-feira, 13, a implantação da faixa para motos nos sinaleiros das principais avenidas da cidade. Os primeiros pontos a receberem a orientação, que faz parte de um projeto piloto denominado “Frente Segura” foram as Avenidas Rio Verde e Independência.

A ação consiste em um espaço reservado para que os motociclistas e ciclistas aguardarem a abertura do semáforo, como forma de prevenir acidentes no momento da arrancada e dando a oportunidade de não ficarem entre os corredores formados pelos veículos automotores.

Inicialmente o projeto piloto “Frente Segura” foi implantado ao longo da Avenida Rio Verde, nas proximidades do Buriti Shopping e Terminal do Cruzeiro, e na Avenida Independência, desde o Centro de Aparecida até o Setor Colina Azul. Os trabalhos devem ser finalizados na próxima semana, já que as pinturas são feitas durante o período noturno, quando o fluxo de veículos é menor. “Este projeto vem dando certo em outras cidades e resolvemos trazê-lo para Aparecida. Queremos promover um trânsito mais seguro, diminuindo os índices de acidentes com condutores de moto”, explicou o secretário Avelino Marinho.

Como não é uma Lei de trânsito, os agentes da secretaria de Mobilidade irão orientar os motoristas e motociclistas sobre o novo projeto assim que forem finalizados os serviços de pintura das faixas ao longo das avenidas.

CMTC apresenta proposta que reduz valor da passagem para R$ 2,83

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A proposta foi apresentado durante um workshop na sede do Conselho Regional de Engenharia de Goiás (CREA-GO).

O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) apresentou, na última quarta-feira (12/6), uma proposta alternativa para o transporte público que diminuiria o valor pago pelos usuários para R$ 2,83 reais. A proposta foi apresentado durante um workshop na sede do Conselho Regional de Engenharia de Goiás (CREA-GO).

Conforme a proposta apresentada pelo presidente Benjamin Kennedy, no modelo atual vigente a tarifa pública cobre 100% dos custos operacionais, gratuidades, benefícios e remuneração do operador. Entretanto, o modelo ideal, apresentado no workshop, seria onde a receita para cobertura dos custos totais seria igual à receita da tarifa pública somada à receita extra tarifária “que assegura a modicidade e desoneração da tarifa pública, assim como expansão dos serviços e investimentos”.

Uma das alternativas propostas para a redução da tarifa do transporte seria a criação de taxa sobre o licenciamento de veículos de transporte individual. De acordo com Kennedy, o próximo passo após a apresentação da proposta será envolver diretamente tanto os prefeitos de todas as cidades que compõem a Região Metropolitana de Transporte Coletivo bem como o governador de Goiás. “Estaremos apresentando a nossa proposta da formatação de um projeto de lei para que o governo possa enviá-lo a Assembleia e que ele seja aprovado, essa  é a nossa expectativa”, explica o presidente.

Quando questionado sobre o acréscimo da taxa sobre o licenciamento dos veículos de transporte individual, Kennedy, explica que “conforme diz a Lei do Plano Nacional de Mobilidade no artigo 23, que estabelece parâmetros para que receitas extra-tarifarias possam ser criadas dentro de cada município e de cada Região Metropolitana, entende-se que essa taxa a ser acrescida poderá ser questionada, mas nada mais é do que o cumprimento das determinações das Leis existentes”.

“Teremos após a divulgação e também o entendimento do usuário do transporte coletivo, e principalmente do proprietário  de veículo individual, de que esses R$ 64 anuais vai representar R$5 mensais que poderá ser diluído inclusive na própria utilização do transporte coletivo por esse proprietário de veículo. A concessão de um crédito para ser utilizado pelo proprietário do veículo individual”, esclarece.

Projeto da CMTC agradou prefeito Iris Rezende

Segundo o presidente da CMTC, o projeto, para caminhar, agora depende de uma agenda com o governador. Ele revela que ainda não foi possível se reunir com Ronaldo Caiado, mas espera que isso seja feito em breve. Entretanto, as conversas com o prefeito de Goiânia já parecem estar encaminhadas. “Já conversamos com o prefeito de Goiânia e a proposta agradou bastante, já que ele também busca a solução imediata para o transporte coletivo.  O usuário subsidia 100% do transporte coletivo, e nessa reunião com o governador nós mostraremos como é o transporte hoje e como poderá ser no futuro breve com a atuação do governo estadual”, diz.

A um veículo local, o especialista em finanças públicas Jeovalter Correia, responsável pela elaboração da proposta, disse que a  proposta da taxa sobre licenciamento é pioneira com possibilidade de ser estendida para os demais países. “A ideia é buscar uma receita que seja regular, ou seja, todo mês tem uma parte dos carros que são financiados de acordo com o final da placa, tem uma tendência de média anual, porque não pode ser uma receita que seja sazonal demais. Então, o licenciamento é o que mais se aproxima disso, tem regularidade, potencial de arrecadação e o cidadão é obrigado a licenciar anualmente o seu veículo. Essa proposta pode ser usada em outros Estados e países”, diz.

Fonte: Dia Online

Para entrega, 20% das obras do Hospital do Servidor Público precisam ser finalizadas

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Na próxima semana Ipasgo terá acesso a relatório sobre situação da instituição. Sobre migração do HMI para a estrutura, presidente nega possibilidade

O presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Fernandes, informou que, na próxima semana, deve ter acesso ao relatório da situação completa do Hospital do Servidor Público. Segundo ele, o serviço ambulatorial funciona normalmente, mas ainda faltam 20% das obras para serem concluídas.

O relatório está sendo formulado por uma comissão instaurada por Sílvio no fim de fevereiro. O objetivo é verificar o que foi feito e o que ainda há para fazer. “As obras estão paralisadas desde novembro passado”, disse.

Ainda segundo o presidente, as obras devem ser retomadas imediatamente após a apresentação do relatório. “Não dá para retomar enquanto houver divergência de dados”, explica.

Sobre uma nova licitação, ele diz que, provavelmente, a mesma empresa, a Oliveira Melo, deve dar sequência. Segundo ele, essa mudança só seria necessária se houvesse demora na apuração dos dados.

HMI
Rumores sugeriam que o Hospital Materno Infantil (HMI), que já tem solicitação para interdição, migrasse para o Hospital do Servidor Público. O presidente nega. “O hospital é do Ipasgo, do servidor. Qualquer destinação diferente teria que fazer uma venda”, reafirma.

Silvio, por fim, lembra que a construção do hospital teve início em 2015 e a previsão era para durar 15 meses. Até o momento, conforme ele, foram 17 aditivos (valores e outros) e um gasto de R$ 82 milhões. Fernandes também disse que só terá acesso a outros valores com o relatório em mãos. A expectativa é que a conclusão ocorra seis meses após a retomada.

Com orçamento de R$ 400 mil, coreto da Praça Cívica passará por revitalização

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Obra conta com recursos do Iphan e visa a recuperação completa do cartão-postal, como canteiros, piso, bancos e reconstituição dos adornos Um dos símbolos da memória de Goiânia, o coreto da Praça Cívica, no Centro, passará por um processo de revitalização nos próximos meses. O processo licitatório para a obra de restauração está em fase de finalização, com projeto de intervenção assinado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de Goiânia, esta responsável pelo cartão-postal.

A obra visa a recuperação completa do coreto, incluindo canteiros, serviço de drenagem, recuperação do piso, bancos em granitina, reconstituição do reboco, adornos e elementos decorativos, e por último, a pintura. A revitalização contará com recursos do próprio Iphan, atualmente uma autarquia do Ministério da Cidadania, na ordem de R$ 400 mil.

“É um belo símbolo histórico de Goiânia e precisa, mais do que nunca, de uma revitalização. Tentaremos também colocar a torre do relógio, ali ao lado, para funcionar”, explica a superintendente do Iphan em Goiás, Salma Saddi.

Ao longo dos anos, o coreto passou por diferentes modificações que acabaram transformando o seu projeto original. Em 1978, o então prefeito Hélio Mauro Humbelino Lobo fez com que a obra voltasse ao modelo arquitetônico original.

Apesar das mudanças, todas as modificações que o coreto sofreu ao longo do tempo não comprometeram as linhas principais do desenho arquitetônico inicial da capital, em art déco. Atualmente a construção tem servido como abrigo para pessoas em situação de rua.

Ruas e canteiros de Aparecida de Goiânia recebem ciclofaixas e ciclovias dentro do projeto de Mobilidade Urbana

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Condutores, ciclistas e pedestres terão melhores condições de trânsito e a garantia de acessibilidade 

Para atender as necessidades do crescimento urbano e populacional da cidade, a Prefeitura de Aparecida está implantando quilômetros de ciclovias e ciclofaixas em regiões diferentes do município. O projeto de mobilidade urbana passou por estudo técnico de engenharia e está sendo executado pelas secretarias de Infraestrutura e Mobilidade e Defesa Social, e tem como objetivo, propor aos condutores de veículos, ciclistas e pedestres, um trânsito mais seguro e acessível nas ruas da cidade.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, o projeto de mobilidade urbana contempla os eixos Norte-Sul, Leste-Oeste, São João e a trincheira da Avenida São Paulo – que interligam as regiões de Aparecida. Neste pontos serão implantados cerca de 20 mil metros de ciclovia e ciclofaixas; 39 mil metros de calçadas, 31 mil metros de paisagismo; 2,5 mil metros de asfalto e recapeamento; 17.780 mil metros de meio-fio e 104 novos pontos de ônibus. As obras são parte do financiamento do Programa Pró-Transporte da Caixa Econômica Federal e União cujo investimento é de R$ 57 milhões.

“A implantação deste mega sistema de infraestrutura e mobilidade integrará a cidade, beneficiando a todos, motoristas, ciclistas e pedestres, contribuindo na promoção do desenvolvimento territorial, econômico e social de Aparecida, como também para a melhoria do bem-estar da população”, pontuou o prefeito Gustavo Mendanha, que é entusiasta da ideia de um trânsito seguro e acessível para todos.  “O número de veículos nas ruas e o índice populacional aumentou e, consequentemente, isso contribui para que novas intervenções urbanas sejam implantadas. E para atender a todos, de modo igual, a prefeitura está desenvolvendo este projeto que é estratégico, trabalhando a inclusão e propondo melhorar o trânsito para todos”, destacou ainda.

O projeto de criar ciclovias, que são os espaços destinados para os ciclistas nos canteiros de ruas e avenidas e as ciclofaixas, que são a faixa de domínio implantada na pista de rolamento, ou seja, no asfalto, atende as normas gerais e os critérios básicos da lei federal para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida. O projeto em Aparecida visa atender também uma necessidade de melhorar as condições de trânsito da cidade, proporcionando espaço adequado e seguro para todos os meios de transporte.

A obra de implantação da ciclovia/ciclofaixa está sendo realizada em etapas, começando com a demarcação de faixas, pintura de branco e vermelho, implantação da sinalização horizontal e vertical e dos tachões, no caso das ciclofaixas, separando o espaço para as bicicletas dos veículos automotores. “As intervenções que estamos fazendo estão eliminando barreiras e vão oferecer maior acessibilidade e segurança no trânsito, e isso deve ser observado pela população. Estamos modernizando as vias públicas, organizando o trânsito para que todos possam circular de modo digno e acessível e com livre circulação para todos”, pontou o superintendente de Infraestrutura, Roberto Lemos.

De acordo com ele, as obras de implantação de ciclovias e ciclofaixas devem vir acompanhadas de mudanças de hábitos da população e maior consciência de todos. “O condutor e o pedestre precisam ter consciência da necessidade de um trânsito mais seguro e desta forma, cada um fazer a sua parte, exercendo sua cidadania, respeitando a sinalização e os espaços reservados para carros, motos, caminhões, ônibus, ciclistas e pedestres. É preciso eliminar a imprudência, o desrespeito e outras infrações. Só assim teremos um trânsito com menos acidentes, mais seguro e tranquilo para toda a comunidade”, disse Roberto.

Ciclofaixas e ciclovias – Atualmente está em execução os 17 quilômetros de ciclofaixas que interligarão a Região Leste de Aparecida à Região Oeste, saindo da Avenida Santana no Polo Industrial vice-presidente José Alencar, passando pelo centro e bairros como Independência, Riviera e Cidade Livre, alcançando o Jardim Tropical, chegando no Terminal de Ônibus do Setor Garavelo. “A obra está dentro do Eixo Leste-Oeste, e visa proporcionar maior segurança para o trabalhador que utiliza a bicicleta como meio de locomoção de sua casa para o trabalho. Estamos realizando a obra por etapas e em alguns locais ela já está completa, com sinalização e tachões separando o fluxo de veículos”, comentou Roberto Lemos.

Já como parte dos Eixos Estruturantes Norte-Sul, foram implantadas as ciclofaixas da Avenida São João e Eixo Norte-Sul 04, na Vila Alzira e Parque América, ligando a Avenida São Paulo ao Polo Empresarial Goiás e Anel Viário; e os 13 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas na Avenida Jataí (Eixo Norte-Sul 01), que liga toda a região Leste, partindo do Jardim Bela Vista na divisa com a capital, passando pelos bairros Jardim dos Buritis, Chácara São Pedro e chegando no Polo Industrial vice-presidente José Alencar. “Estamos trabalhando para deixar o trânsito democrático, seguro e acessível a todos”, finalizou o prefeito.