25 de junho de 2016

Detran orienta exame toxicológico para CNHs


O exame toxicológico é pré-requisito para a renovação ou mudança de categoria para CNHs C, D e E. Todos os condutores terão que fazer o teste comprovando que não fez uso de drogas nos últimos três meses. O exame é previsto no artigo 148 do Código de Trânsito Brasileiro, que entrou em vigor no dia 2 de março. Em Goiás, o prazo foi estendido por força de liminar que questionou a falta de laboratórios credenciados em quantidade suficiente para atender a demanda. Agora, com a revogação da liminar, o Departamento de Trânsito de Goiás também exige o exame.

O Detran orienta que o exame deve ser feito antes de solicitar a renovação ou mudança da CNH. O laudo deve ser apresentado no momento do exame médico no Detran. O condutor terá que procurar a clínica de sua preferência para fazer o exame. Caso o candidato não apresente o laudo, não poderá renovar ou obter a CNH categorias C, D e E independente de exercer ou não atividade remunerada. O candidato reprovado no exame toxicológico, segundo o CTB, tem o direito de dirigir suspenso pelo período de três meses. O resultado do exame só será apresentado ao interessado e não pode ser usado para outros fins.

O exame toxicológico deve identificar o uso de substâncias psicoativas no organismo do motorista. A análise clínica pode ser realizada pelo fio de cabelo ou pelas unhas para detectar diversos tipos de drogas e seus derivados, como cocaína (crack e merla), maconha e derivados, morfina, heroína, ecstasy (MDMA e MDA), ópio, codeína, anfetamina (Rebite) e metanfetamina (Rebite). Os laboratórios demoram, em média 12 dias, para entregar o resultado.

Clínicas credenciadas junto ao Denatran
Laboratório Contraprova
Laboratório Latet
Maxilabor
Psychmedics Exames Tóxicológicos
Laboratório Morales
Laboratório Chromathox

Confira o valor no Laboratório Conceito no Centro de Aparecida de Goiânia
Telefone: (62) 3952-1040
Endereço: Av. das Nações - St. Central, Aparecida de Goiânia - GO

Fonte: Goiás Agora

Olímpico será entregue no dia 25 de julho


Durante café da manhã para a imprensa e convidados, a Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop) apresentou o novo Olímpico, ontem (16)

Durante café da manhã para a imprensa e convidados, a Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop) apresentou o novo Olímpico, ontem. A previsão de inauguração do estádio é para o dia 25 de julho. A tendência é que seja realizado um jogo entre ex-jogadores, competições de atletismo e também um treinamento da seleção olímpica nesse dia.

Dez anos depois de ser demolido, o Estádio Olímpico foi reconstruído e tem capacidade para 13,5 mil torcedores. De acordo com a Agetop, foram investidos R$ 105 milhões na obra. Na mesma data da inauguração, o Laboratório de Capacitação, que faz parte do Centro de Excelência, também será entregue.

“O futebol goiano precisava ver o Estádio Olímpico novamente de pé. O estádio ficou bonito. Acho que o torcedor vai ficar satisfeito e confortável de vir no novo Estádio Olímpico”, disse o presidente da Federação Goiana de Futebol, André Pitta.

Antes de estreia nas Olimpíadas, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu que Goiânia sediará o último amistoso da seleção brasileira. 

“Gostaríamos que a seleção jogasse aqui (no Olímpico), mas entendemos algumas ponderações técnicas da CBF em virtude do Estádio Olímpico ter uma capacidade inferior a do Serra Dourada”, completou o mandatário da Federação Goiana de Futebol.

Fonte: Jornal O Hoje

Março de 2017: ANTT confirma a Marconi início das obras do Anel Leste da BR-153


Presidente da ANTT se compromete a destravar as medidas administrativas

Em reunião de trabalho com o governador Marconi Perillo, no Palácio das Esmeraldas, na tarde desta quinta-feira (23/6), o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, garantiu que as obras do Anel Leste da BR-153, em Goiânia, e da melhoria na infraestrutura viária no trecho urbano da rodovia começarão em março do ano que vem, após o fim do período chuvoso.

Participaram da reunião, realizada no gabinete do governador, o secretário de Cidades, Infraestrutura e Meio Ambiente, Vilmar Rocha, e os prefeitos de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e de Senador Canedo, Misael Oliveira.

O novo trajeto do Anel Leste da BR-153, que desafogará o trânsito da rodovia em Goiânia e Aparecida,  prevê que a rodovia seja construída no município de Senador Canedo, com início no posto da Polícia Rodoviária Federal, próximo a Hidrolândia, até o posto da PRF nas proximidades do Parque Ecológico de Goiânia. Misael disse que a prioridade do município é a construção de viadutos nos entroncamentos da BR-153 com a GO-403, duplicada pelo governo Marconi Perillo, e com a Avenida Progresso.

Maguito, por sua vez, defendeu o início das obras de prolongamento da BR-153, para que o tráfego de veículos pesados seja desviado da área de conurbada, e a construção de uma ponte na altura do Country Clube. Marconi reforçou o pleito dos prefeitos e pediu urgência na complementação do Anel Viário de Goiânia e a continuidade da proposta de implantação do trem de passageiros entre a capital e Brasília, passando por Anápolis.

O presidente da ANTT se comprometeu a destravar as medidas administrativas que impedem o início das obras, entre elas o pedido de financiamento feito pela empresa concessionária da BR-153 junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na reunião, o secretário Vilmar Rocha observou que, de sua parte, o Governo de Goiás “tomou todas as providências necessárias para garantir as liberações e autorizações das obras”. Bastos explicou que as obras deverão começar no ano que vem em função da necessidade de desapropriação.

“Temos tratado disso com o doutor Jorge já há dois anos. Os projetos estão prontos. Há hoje uma dificuldade financeira por parte do BNDES, por parte da Caixa Econômica Federal. Conversamos sobre todos os gargalos que existem ainda para serem resolvidos pela concessionária e ele se prontificou”, afirmou o governador, acerca das providências para liberação da BR-153. “Essas obras são importantes para hoje e são importantes para daqui a 100 anos. Estamos tendo uma visão global do contorno da Região Metropolitana”, afirmou o Marconi.

Jorge Bastos disse que o governo federal está “fazendo todo o empenho para que as obras comecem o mais rápido possível” e que “desde que foi concedido esse trecho da BR-153 e da BR-060, temos conversado com o governador sobre qual a melhor opção de contorno”. “Nós chegamos ao contorno ideal, o Governo de Goiás ajudou demais, porque conseguiu as licenças ambientais. Já está licenciado, o trajeto já está definido, coisas que em outras concessões são muito mais complicadas”, afirmou o diretor-geral da ANTT.

Segundo Bastos, “da parte do governo estadual está tudo resolvido” e será preciso agora “viabilizar junto à concessão, porque a concessão depende de um financiamento de longo prazo, que ele está negociando com o BNDES. Acerca das outras demandas, Bastos disse que “o complemento do Contorno do Anel Viário de Goiânia será incluído nas próximas licitações. Ele também disse que o governo federal vai retomar as discussões sobre as obras da Ferrovia.

Fonte: DM

Marconi entrega primeiro Credeq


Tudo pronto - Complexo do Credeq em Aparecida de Goiânia é inaugurado hoje após três anos de obras

Após três anos em obra, será inaugurado hoje, em Aparecida de Goiânia, o Centro de Recuperação de Dependentes Químicos (Credeq) Jamil Issy. O Credeq iniciará as atividades com um terço da capacidade e vai atender, a partir de amanhã, homens que esgotaram, sem sucesso, diversas tentativas de se livrar do vício em álcool e outras drogas. O atendimento ocorrerá apenas via sistema regulador.

“O Credeq é a última instância. É para o paciente que faz acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), mas está tendo problemas, resistência ao tratamento, é reincidente, rompeu os laços com a família ou está em exclusão social”, diz o superintendente executivo da SES, Halim Antonio Girade.

Quando estiver operando com 100% da capacidade, o Credeq terá 96 leitos. O secretário estadual de Saúde, Leonardo Vilela, diz que os leitos estarão todos ocupados até o final do ano. “A unidade está sendo inaugurada com tudo pronto e esse aumento gradativo vai se dar em função desse entrosamento da equipe, da familiarização do trabalho.

Nesta primeira etapa, iniciará os trabalhos apenas com a ala masculina adulta. São 30 leitos, sendo 6 para desintoxicação e 24 para internação. Na implantação das etapas seguintes, o projeto prevê o atendimento de mulheres, adolescentes e crianças.

“Apenas homens adultos poderão ser encaminhados para a unidade nesta etapa inicial”, explica a gerente saúde mental da SES, Nathália dos Santos Silva

O atendimento no Credeq se dará de forma regulada. Isso quer dizer que quem bater na porta de forma espontânea não será atendido. “Só atenderemos pessoas enviadas pelos centros especializados em álcool e drogas (CAPs-AD), via Central de Regulação Estadual”, frisa Nathália.

A gerente de saúde mental explica que usuários e dependentes químicos com surtos psicóticos não serão encaminhados para o local. Nesse caso, o destino será um hospital de urgência e emergência.

Atenção psicossocial

Para Nathália, o Credeq poderá provocar a implantação da rede de atenção psicossocial nos municípios, o que a gerente vê como positivo. “O uso problemático de droga evidencia um problema maior na vida da pessoa, que pode ser social, psicológico, familiar e até mesmo econômico. Uma unidade, sozinha, não dá conta de dar respostas eficientes à complexidade da questão.”

A unidade em Aparecida de Goiânia é a primeira das cinco prometidas pelo governo de Goiás. O Credeq fica na Avenida Copacabana, sem número, Setor Expansul, em Aparecida de Goiânia.


Prefeitura instalará escultura “Eu ❤ Goiânia” na nova Praça do Sol


Revitalização de um dos espaços públicos mais tradicionais da capital deve ser entregue em outubro deste ano

A Prefeitura de Goiânia deu início a revitalização da Praça do Sol, localizada no Setor Oeste. O projeto é o primeiro a receber novo conceito arquitetônico proposto pela administração Paulo Garcia (PT) e será entregue em 90 dias.

Cerca de 70 servidores da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) estão no local executando os serviços de remoção das calçadas, bancos, canteiros, gramas e meio fio. Em seguida, serão feitas limpeza e terraplanagem do terreno, para posteriormente serem iniciados os serviços de infraestrutura e paisagismo.

Toda grama retirada será reaproveitada na Avenida Liberdade, no Conjunto Riviera. Já o meio fio será reutilizado no Aterro Sanitário, informa a pasta.

De acordo com o prefeito, o projeto é moderno, acessível, inovador, sustentável e propõe uma nova concepção arquitetônica e paisagística. Baseado em uma visão fotográfica, a ideia é implantar corredores de concreto simbolizando raios de Sol, com quatro círculos voltados para a Rua 13.

Cada círculo contemplará uma atividade diferente, sendo um de 340 m², com concreto na cor vermelha e academia ao ar livre; outro de 285 m², com piso de borracha nas cores azul e verde, com o parque infantil com brinquedos acessíveis para crianças com deficiência; outro círculo de 460 m², que receberá o anfiteatro com duas arquibancadas de alvenaria e piso de concreto na cor amarelo; e o último, de 85 m², com uma estrutura especial para receber animais de estimação, como cachorros e gatos. O pet place será o primeiro construindo em áreas públicas da capital.

Um dos pontos mais chamativos do projeto é a escultura “EU ❤ GOIÂNIA”, construída em concreto, com uma altura estimada em dois metros que será implantada na praça. A cor dos letreiros será branca e a do coração vermelha. A escultura também será voltada para a Rua 13.

Segundo o presidente da Comurg, Edilberto Dias, a Praça do Sol será a primeira em Goiânia a receber este tipo de material. Ele ainda acrescentou que novas vagas de estacionamento para portadores de necessidades especiais e idosos serão implantadas.

A Praça do Sol é uma das principais da região e recebe todos os domingos a Feira do Sol, conhecida nacionalmente pela variedade de mercadorias comercializadas.

Neste período de obras, a feira será realizada nas Ruas 13 e João de Abreu. A decisão foi acordada entre os feirantes e representantes da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT). “Nossa intenção é valorizar ainda mais o local que movimenta a economia da região. Além disso, a nova Praça do Sol será mais um cartão postal na cidade”, finaliza Dias.

Quando entregue, a praça continuará a abrigar a feira. (As informações são da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Goiânia)


13 de junho de 2016

Juiz determina suspensão de obras do Nexus, no Setor Marista


Em caso de descumprimento quanto à paralisação das obras, a empresa terá que pagar multa diária no valor de R$ 5 mil

Acolhendo pedido feito em ação proposta pelo Ministério Público de Goiás, o juiz Fabiano Abel Fernandes determinou a paralisação ou do início da execução das obras do empreendimento Nexus Shopping & Business, no Setor Marista, em Goiânia. Também foram suspensos os efeitos do alvará para a construção. Pela decisão, as empresas Consciente JFG Incorporações SPE estão obrigadas ainda a apresentar ao Município de Goiânia novo Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), assim como realizar Estudo de Impacto de Trânsito (EIT).

Conforme exigido pelo magistrado, o EIV deverá compreender uma nova pesquisa de opinião, na qual deverão ser apontados claramente os nomes dos entrevistados, o local da entrevista e seus documentos pessoais, viabilizando assim futura comprovação judicial da legitimidade da pesquisa. Já a apresentação e aprovação do EIT, pelo município, serão condicionantes para a execução das obras.

Além disso, tão logo sejam apresentados os Estudos de Impacto de Vizinhança e de Trânsito, o Município de Goiânia deverá tomar as medidas necessárias a lhes conferir publicidade, viabilizando, assim, a participação popular.

Em caso de descumprimento quanto à paralisação das obras e suspensão do alvará para a construção do empreendimento, o magistrado fixou o pagamento de multa diária no valor de R$ 5 mil. Segundo apontou Fabiano Fernandes, a aprovação do projeto de construção do empreendimento deve ser revista pelo Município, “impondo-se a realização de novo EIV que contemple efetivamente a pesquisa pública de opinião e a participação popular, bem assim a prévia apresentação do Estudo de Impacto de Trânsito, que deverá abordar os termos já referenciados pela Secretaria Municipal de Trânsito”.

E acrescentou que “os malefícios que podem vir a ser causados com a construção do complexo certamente serão bem maiores que eventuais aborrecimentos e prejuízos que os adquirentes das unidades imobiliárias poderão vir a sofrer, daí porque, sopesando os interesses postos em juízo, bem assim o perigo de irreversibilidade dos danos urbanísticos decorrentes da construção”. Clique aqui para ler a íntegra da decisão. 

Fonte: Jornal Opção

Goiânia, Brasília e Cuiabá batem recorde de frio


A massa polar mais forte do ano até agora conseguiu provocar frio intenso em muitas áreas do Centro-Oeste. Como o previsto, a queda de temperatura foi bem maior do aconteceu no final do mês de abril. 

Pelo segundo dia consecutivo, as capitais Cuiabá, Goiânia e Brasília bateram recorde de frio na madrugada desta segunda-feira (13). De acordo com a medição do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima hoje foi de 12ºC em Cuiabá. O recorde anterior aconteceu no domingo (12) com 12,6°C. Goiânia, registrou hoje mínima de 12,6ºC. O recorde anterior também aconteceu ontem com 13,8°C. Brasília foi outra capital que bateu recorde de menor temperatura do ano. Pelo INMET, a mínima hoje foi de 12,3ºC, superando o recorde de frio do domingo, de 13,5°C.

Outros municípios do Centro-Oeste também tiveram queda acentuada nas temperaturas. A menor temperatura observada em Mato Grosso do Sul foi de 0,5°C nas cidades de Amambaí e Rio Brilhante. Em Mato Grosso, a menor foi de 8,2°C em Alto Araguaia. No Distrito Federal, a menor temperatura foi registrada em Ponte Alta com 9,2°C. No sul de Goiás, o frio chegou a 3,8°C em Jataí. Os dados também são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Como fica o tempo na semana
A passagem dessa forte massa polar, além de derrubar as temperaturas, deixa a atmosfera mais seca e os níveis de umidade relativa do ar entram em queda. No decorrer da semana, a população deve ficar atenta para a forte queda nos níveis de umidade que vai acontecer por muitas áreas. Várias cidades poderão registrar umidade do ar até um pouco abaixo dos 20%, deixando municípios em alerta. 

Com relação ao frio, a tendência é de elevação de temperatura. "Aos poucos as madrugadas vão ficando menos frias e já não há expectativa de novos recordes para a Região", afirma a meteorologista Josélia Pegorim. As tardes também vão ficando mais quentes e a semana vai seguir seca, sem previsão de chuva para a maioria das áreas. 

Fonte: Clima Tempo
Foto: Wildes Barbosa

8 de junho de 2016

Goiânia precisa aprender a gostar de bicicletas para sobreviver como cidade


Se você já tentou pedalar em Goiânia, vai ter noção do que relatado neste texto. Primeiramente, antes de tudo mesmo, vai descobrir que, para pegar uma bicicleta e andar por uma cidade esta capital, só tendo prazer e coragem.

Faz dois meses, desde que tive um acidente urbano de proporções um pouco acima da média e que demandariam certo tempo de “estaleiro” para o carro, tenho a experiência de viver na cidade dos automóveis sem estar com um.

E Goiânia é feita para os carros. Cada vez mais. Se for para ser condescendente, posso dizer: feita para carros e motos. Ah, sim: mas temos as picapes – nenhuma capital do País tem tanta caminhonete quanto aqui. E não falo em números proporcionais, não: mesmo sem olhar os registros nos respectivos Detrans, tenho absoluta convicção de que há mais desses veículos em ruas goianienses do que paulistanas.

A frase inicial do parágrafo anterior, consolidada pelo que a segue, impõe que vivemos em uma cidade movida a motor. E motor de veículo particular. Com o passar dos anos, o mito de cidade planejada que Goiânia tinha foi aos poucos sendo derrubado em seus vários pilares. Um deles foi o da mobilidade.

Uma cidade moderna que se preze não poderia jamais abrir mão de um eficiente transporte coletivo. E disso, desde que caiu nas mãos dos eternos concessionários, Goiânia passou a não fazer mais questão. A tal ponto de eu, que moro a mais de duas léguas do local de trabalho, preferir pegar uma bicicleta a enfrentar as agruras do “andar de ônibus”. Porque não é só tomar a condução: é preciso caminhar até o ponto, esperar – e daí além de tomar a condução, tomar também sol ou chuva –, fazer a viagem, por vezes bem desconfortável, e depois empreender nova marcha até o local de destino.

De bicicleta, em um ritmo nem tão pesado, dá para cumprir a rota em igual intervalo de tempo do que seria apenas a viagem de ônibus em si. Nada mau, não é?

Sim, nada mau – desde que os ciclistas tivessem seu espaço garantido nas vias. O Estatuto das Cidades faz uma série de previsões sobre os direitos de mobilidade que deveriam ser garantidos a quem transita de bicicleta, mas que são solenemente ignorados. Inclusive nas metrópoles. A lei é de 2001, mas somente agora, no governo de Paulo Garcia (PT), Goiânia começou a ter, de fato, alguma estrutura cicloviária. Tudo de forma ainda tímida, mas não dá para negar que seja um avanço.

Entretanto, pedalar por Goiânia continua sendo um exercício para quem tem coragem. Ora, se o trânsito está entupido de automóveis, cada um se defende – ou ataca – como pode. E assim, tentam buscar os meandros para escapar do caos. Em uma situação assim, a lei do mais forte prevalece, e a fatura será paga por quem pode menos. No caso, pedestres e ciclistas. Dessa forma, as calçadas são invadidas por carros, bem como são obstruídas suas rampas de acesso para cadeirantes. O ciclista vê sua circulação ser impedida em obras que visam favorecer exclusivamente os automotores – em Goiânia, tanto no túnel da Avenida Araguaia como no viaduto da Praça do Ratinho está vetado o trânsito de bicicletas.

Veja bem: em uma cidade com todo o potencial para o tráfego cicloviário, ele acaba por sofrer com incremento de barreiras, em vez de equipamentos para sua garantia. Em que pesem as ciclovias e ciclofaixas em obras ou já em operação, ainda não há rotas conectadas entre as várias regiões da cidade. Ou seja, quem quiser sair da região norte para o Flamboyant de bicicleta, por exemplo, vai sofrer o estresse de dividir uma pista que não é para ele. Mais do que isso: entre os sujeitos da mobilidade urbana, o ciclista é o único que não tem seu espaço minimamente garantido.

Aí então podem dizer: ora, mas a demanda de bicicletas é muito pequena para que a cidade gaste com isso. Primeiramente, essa é uma afirmação bastante contestável, para não dizer errônea. Em segundo lugar, ainda que houvesse apenas uma bike em circulação pela cidade, esta teria de se mostrar com a estrutura de mobilidade adequada para satisfazer esse cidadão. É o que prevê a legislação, então que ela seja respeitada. Temos na estrutura cicloviária a primeira base do tripé dos gargalos a serem resolvidos: é preciso garantir as “ruas” de quem trafega de bicicleta, o que só ocorre, ainda, em pequenos trechos.

Ainda falando de estrutura, temos uma total falta de logística para o ciclista. No clima goianiense, fica nítido que quem pedalar provavelmente vai chegar ao destino suado e precisando de um banho. E são poucas as empresas que hoje demonstram, de alguma forma, ter interesse em dar suporte estrutural para seus trabalhadores, nesse sentido. Uma pena, pois, se o ciclo de apoio ao ciclista se fechasse de forma satisfatória, as ocorrências de falta ao trabalho por motivo de saúde em breve baixariam, pelo ganho com a prática rotineira de exercícios físicos.

O segundo ponto é a segurança. Fala-se muito do roubo de carros e motos, mas as mesmas estatísticas, quando relativas às bicicletas, são desprezadas, embora não sejam, de forma alguma, desprezíveis. Muitos dos ciclistas que são assaltados nem chegam a prestar queixa ou registrar boletim de ocorrência, por entender que “não vai dar em nada mesmo”. Um sentimento que tem razão de ser: uma bicicleta “vale” pouco para o empenho da polícia, diante da quantidade também considerável de carros e motos roubadas. É assim que pensam, infelizmente, muitos delegados.

A terceira base desse tripé é a civilidade. Aqui fica o recado: seria preciso detonar dois processos com urgência. O primeiro, de papel remediador, é uma campanha massiva de conscientização e incentivo ao uso da bicicleta como meio saudável de locomoção; o outro é a introdução da disciplina “educação para o trânsito” no currículo das escolas públicas.

O Brasil como um todo precisa repensar sua política de mobilidade urbana, e isso está cada vez mais claro. Mas Goiânia, em particular, tem de se reinventar como cidade para sobreviver ao caos. E isso passa pelo respeito à bicicleta e ao espaço do ciclista. Uma Goiânia com menos carros e mais bicicletas nas ruas não tem como ser uma cidade pior. Só pode melhorar.


Goiânia pode registrar mínima de 9ºC nos próximos dias


A passagem de uma frente fria por Goiás deve provocar uma queda brusca nas temperaturas em todo o Estado nos próximos dias. Segundo informações do site Climatempo, no domingo, 12 de junho, a temperatura mínima na capital e em outras cidades goianas pode chegar a 9ºC.

O Instituto Nacional de Metereologia (Inmet) apresenta uma previsão com temperaturas mais amenas, com mínima de 14ºC e máxima de 34ºC.

Apesar do frio, o clima deve permanecer nublado a parcialmente nublado, com poucas chances de incidência de chuva.

Fonte: Jornal Opção

Projeto de trem Brasília-Goiânia prevê viagem em 95 minutos por R$ 60


Estudos de viabilidade foram concluídos; não há data para lançar licitação. Obra deve custar R$ 7 bilhões em capital público e privadoe durar três anos

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou, nesta quinta-feira (2), os estudos de viabilidade de uma nova ferrovia que pode ligar Brasília e Goiânia até o fim de 2020. Otimista, o documento prevê mais de 40 milhões de passageiros transportados no primeiro ano de operação. O custo total do projeto, apelidado na região de "Transpequi", deve atingir R$ 7 bilhões.

O percurso de 207 quilômetros seria percorrido a uma velocidade média de 160 km/h, ao custo de R$ 60. O preço é similar ao praticado pelas empresas de ônibus em viagens expressas, e cerca de 50% mais alto que a passagem de viagens paradoras.

Pesquisa feita pelo G1 no site das principais companhias aéreas, na noite desta sexta (3), apontou tíquetes com valores entre R$ 291 e R$ 2,5 mil. A viagem entre Brasília e Goiânia, hoje, leva de 45 minutos (em voo direto, descontado o tempo no aeroporto) a 4 horas (de ônibus, com paradas, sem trânsito).

O estudo da ANTT custou R$ 5,5 milhões, parcialmente custeados por um contrato com o Banco Mundial, e aponta viabilidade técnica, econômica, socioambiental a jurídico-legal para o projeto. Os R$ 7 bilhões serão repartidos entre os governos federal, do Distrito Federal, de Goiás e parceiros privados.

O formato da parceria será definido nos próximos meses. Antes, a ANTT deve promover duas reuniões com investidores para sentir "o risco e o apetite" do mercado, nas palavras do gerente de Regulação e Outorga da agência, Juliano Samor. Os encontros acontecem até o fim do mês, em Brasília e Goiânia.

"Para projetos dessa grandeza, é normal que o governo precise investir. Mesmo assim, é um projeto interessante do ponto de vista econômico e social. Os estudos indicam que há viabilidade econômica, que ele pode ser interessante aos olhos do investidor", diz Samor. Segundo ele, não há previsão de "segurar" a licitação até que a situação econômica do país melhore.

O investimento governamental, segundo Samor, não precisa ser apresentando na forma de dinheiro vivo. Como alternativa, o poder público pode abrir mão de impostos, conceder benefícios ou facilitar a transferência dos terrenos, por exemplo. O estudo apresentado pela ANTT sugere um prazo de concessão de 30 anos, renováveis por igual período.
Trajeto

O projeto em análise pela ANTT e pelos governos locais prevê estações em Goiânia, Anápolis, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas e Brasília. A ideia é reformar e revitalizar a Rodoferroviária, que deixou de receber transporte de passageiros e, hoje, abriga apenas órgãos administrativos do governo.

Os técnicos estudam a possibilidade de uma sexta estação em Ceilândia,mas o local exato ainda não foi definido. A ferrovia será construída "do zero", sem aproveitar nenhum trecho de linha férrea que já exista na região.

O projeto inicial previa o compartilhamento dos trilhos entre vagões de passageiros e composições de carga, como forma de ajudar a escoar a produção agrícola da área, mas a ideia foi abandonada "por enquanto". O mesmo aconteceu com as intenções de instalar um Trem de Alta Velocidade (TAV), termo que define viagens a mais de 260 km/h.

Detalhes técnicos dos vagões serão definidos mais claramente na licitação, mas a ANTT diz que o conforto proporcionado aos passageiros e a performance das máquinas serão "similares aos dos trens da Europa".

Fonte: G1 Goiás

5 de junho de 2016

Goiânia: Inaugurada pista de skate mais moderna do Brasil no Parque do Autódromo


A Praça do Autódromo “Marcos Veiga Jardim” inaugurada nesta quarta-feira (3), é um espaço dedicado as atividades esportivas. O espaço está localizado no Parque Lozandes, região Sul de Goiânia. O local possui 66 mil metros quadrados, quadras poliesportivas, quadras de areia, teatro de arena, parquinho, estação de ginástica, lanchonetes, sanitários, além de pista de corrida e ampla área verde.

No espaço, também foi inaugurada a pista de skate “Lucas Camargo Alves”, em homenagem ao filho da jornalista Cileide Alves, atuante na área dos esportes, morto em 2002, em decorrência de uma queda de skate. A pista é considerada a mais moderna do Brasil e foi acompanhada de perto por skatistas de Goiânia.

Segundo o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, foram gastos na obra R$ 9,7 milhões do Tesouro Estadual. De acordo com ele, a praça é uma obra pública, mas com preço e qualidade de obra privada.

Já o governador de Goiás, Marconi Perillo, afirmou durante a inauguração que a obra é do povo de Goiânia e de Goiás, uma conquista da população e, principalmente, dos amantes das práticas esportivas. Ainda de acordo com o governador, é preciso que o povo cuide do espaço e não permita que “vândalos” destruam o local.

Para a arquiteta Júlia Rocha Müller, moradora do Recanto dos Buritis, e nova frequentadora do parque, o espaço é mais uma opção de lazer para os goianienses. Ela ressalta os pontos técnicos da obra como as calçadas e banheiros acessíveis, além de afirmar que o parque atende a todas as necessidades da população.

Fotos:





Fonte: Diario de Goiás

Estádio Olímpico: agora vai?


Em junho de 2006, o velho Estádio Olímpico foi colocado abaixo. Após inúmeros episódios envolvendo projetos, cifras e desencontros de datas, a nova praça esportiva, que custou cerca de R$ 105 milhões, com capacidade para cerca de 13 mil pessoas, será inaugurada nos próximos dias.

É o que garante o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincon. “Se precisar, a gente conclui (a obra) em 30 dias, se não precisar, a obra vai em um ritmo normal e leva cerca de 45 dias”, estimou.

A ideia era de inaugurar o estádio com o amistoso da seleção olímpica, que participará da Rio 2016, mas a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) preferiu uma praça maior para o duelo diante do Japão, no dia 30 de julho. Assim, o Serra Dourada abrigará o evento.

Um treino da seleção, que deve contar com o atacante Neymar, na véspera da partida, pode ser parte integrante da programação de inauguração. Porém, a intenção do governo estadual é de contar com uma agenda mais extensa, com outras modalidades, já que além do estádio o laboratório de capacitação que faz parte do Centro de Excelência também será entregue.

Enquanto isso, o processo de escolha de uma Organização Social para administrar o centro está em andamento. Apenas duas instituições estão habilitadas junto ao governo para gerir o local, até o momento.

Fotos:












Fonte: Jornal O Popular