29 de dezembro de 2015

Jamelões na T-63 serão substituídos por ipês


A Prefeitura de Goiânia iniciou na manhã de ontem a retirada dos pés de jamelão existentes ao longo da Avenida T-63. O trabalho está sendo feito pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg),

A justificativa é de que a medida impedirá que possíveis acidentes ocorram com motociclistas e ciclistas por causa dos frutos, que - depois de maduros e no solo - fazem com que a via fique escorregadia. A situação se agrava no período chuvoso.

A Comurg afirma que há três anos iniciou o plantio de 102 ipês para substituir os 103 pés de jamelão. Hoje, os ipês já estão com idade e tamanho suficientes para substituir as árvores que estão sendo retiradas. No fim de semana, a companhia fez uma enquete na rede social Twitter para saber a opinião dos internautas sobre a medida. A maioria aprovou a substituição, segundo a Prefeitura.

De acordo com o presidente da Comurg, Edilberto Dias, o órgão está atendendo a uma reivindicação antiga dos moradores e comerciantes da região.

Acidentes

Ele ressalta ainda que o pé de jamelão não é uma árvore apropriada para o local, principalmente por se tratar de uma ciclovia. “Além de inviabilizarem o uso da ciclovia, as frutas, quando caem, mancham o asfalto e a calçada, atraem insetos e ainda causam acidentes.”

Comerciante da região, Noêmia Mesquita lembra que já presenciou vários acidentes causados pela fruta. “Quem trabalha por aqui sabe, somos testemunhas dos acidentes causados por estas frutinhas. Os mais prejudicados são os motoqueiros e também quem anda de bicicleta; eles caem ao passar em cima deles”, relata a empresária.

A Comurg questiona a população da capital sobre a retirada e substituição das árvores por meio do Twitter




A Companhia de Utilização Urbana de Goiânia (Comurg) usou o Twitter, nesta sexta-feira (25), para questionar os moradores da capital sobre a substituição de jamelões no canteiro central em trecho da Avenida T-63. A sugestão da Comurg é a retirada das árvores frutíferas e o plantio de ipês, típicos do cerrado e mais adaptados a área urbana.

Já no questionamento à população a companhia argumenta que os “jamelões sujam (as vias) e causam acidentes graves”.  A presença de frutos no asfalto na época de chuva deixam as pistas escorregadias e atrapalham a frenagem. Há jamelões distribuídos por várias ruas e avenidas da cidade.

Em 2012, quando o problema ganhou mais visibilidade por causa dos acidentes, eram estimadas 2 mil plantas frutíferas na capital. Desde aquela época, a substituição dos pés de jamelão já estava nos planos da Prefeitura de Goiânia.

Fonte: Jornal O Popular