Inova Goiás: “O foco é infraestrutura, mobilidade urbana, saneamento e competitividade”

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Recursos serão usados no abatimento da dívida pública, no Inova Goiás e para investir em infraestrutura

O governo estadual definiu que pelo menos um terço dos recursos oriundos da venda da Celg Distribuição (Celg D) deve ir para investimentos em obras de infraestrutura. Outro terço será destinado ao Programa Estadual de Inovação e Tecnologia (Inova Goiás) e o restante servirá ao menos em parte para abater a dívida pública. Para esta semana, está previsto que um esboço do laudo de avaliação da empresa fique pronto, o que definirá seu preço mínimo e facilitará o planejamento da destinação da verba.

Há expectativa do governo goiano de que a distribuidora seja vendida por R$ 10 bilhões em leilão previsto para 19 de novembro. Caso se aproxime desse valor, o Estado ficaria com cerca de R$ 4 bilhões e o restante iria para a União, seguindo a divisão das ações. Sobre a destinação dos recursos da privatização, um projeto de lei será enviado à Assembleia Legislativa de Goiás em outubro e a intenção é de que os investimentos sigam cronograma a ser definido e não sejam todos feitos no primeiro ano pós-venda.

De acordo com a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, a elaboração do projeto ainda está em fase inicial. “O governador deixou claro que a destinação visa avanços estruturais no Estado para ações perenes”, informou. Ela evita dizer valores e afirma que reuniões com os secretários de Infraestrutura, Desenvolvimento e Planejamento é que definirão projetos, programas e obras que serão contemplados e os porcentuais da divisão – que dependem também da data da privatização. José Carlos Siqueira, da Casa Civil, deve participar da discussão na Assembleia.

“O foco é infraestrutura, mobilidade urbana, saneamento e competitividade”, resume Ana Carla. Estradas, pontes, praças de pesagem de veículos em rodovias e a Plataforma Logística Multimodal estão entre itens que podem ser contemplados, bem como o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) de Goiânia, conforme apurou O POPULAR. O programa Inova é certo na lista, segundo informações do próprio governo, justificado pela intenção de promover o desenvolvimento competitivo da economia goiana.

Alívio no caixa

A privatização da concessionária de energia também promete representar alívio no caixa. “A orientação principal é de que a venda se transforme em novos ativos, em melhorias e não seja para cobrir gastos correntes, mas para alavancar crescimento, desenvolvimento. A melhora do perfil da dívida entra na medida que libera o tesouro”, destaca a Ana Carla. O Estado paga R$ 236 milhões mensalmente em dívidas. Somente de janeiro a agosto totalizou R$ 1,9 bilhão destinado aos débitos.

No caso da União, a Celg D também pode render receita extra para auxiliar fechar as contas de 2015 e 2016, tanto que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, havia pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) rapidez para liberar o governo para renovar as concessões das distribuidoras. A venda de empresas estatais do setor elétrico pode render ao menos R$ 21 bilhões ao governo federal.

Além disso, também pode elevar arrecadação pela cobrança de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). O desinvestimento com a venda ao menos servirá para não pressionar o Tesouro, disse o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante evento sobre energia eólica no Rio de Janeiro, no dia 1º de setembro. Segundo ele, a operação da Celg D causa prejuízo mensal de R$ 80 milhões no caixa da Eletrobras. A expectativa da própria estatal é de que mesmo se a venda for realizada em novembro só geraria dividendos para acionistas em 2016.

Da Celg Par, que possui 49% das ações da Celg Distribuição, também faz parte a Celg Geração e Transmissão que é estatal goiana que não faz parte dessa negociação.

Fonte: Jornal O Popular


Projeto de lei quer proibir festas open bar em Goiás

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Deputado Marlúcio Pereira entende que eventos estimulam jovens a consumir álcool sem limites

Tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa um projeto de lei que visa proibir a realização de eventos open bar em todo o estado de Goiás.

O projeto é de autoria do deputado Marlúcio Pereira (PTB), que defende a ideia dizendo que as festas aumentam o estímulo dos jovens em relação ao consumo álcool, por incluirem bebida à vontade no preço da entrada.

“Nesses eventos open bar, as pessoas tentam compensar o dinheiro investido no ingresso por meio da bebida e não se controlam. Todos dizem saber seu limite, mas isso não é verdade”, explica o deputado.

A proposta prevê que, em caso de descumprimento, proprietários e responsáveis pela organização dos eventos estariam sujeitos a pena de multa de dez a doze salários mínimos. Além da multa seria aplicada a suspensão do alvará de autorização de realização de eventos.

Fonte: Jornal O Popular


Morro da Serrinha: uma joia sem proteção

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Um jardim natural do Cerrado. Apesar de maltratado, segue generosamente florido. Assim é o Morro da Serrinha, em Goiânia, uma joia abandonada à própria sorte e sujeita a todo tipo de degradação. Basta passar ao redor para ver casas construídas de forma irregular. Invasões, desmatamento, queimadas, erosões, lixo e até criação de galinha há no terreno onde a sociedade e o Ministério Público pedem a construção de um parque. Mas até agora, prefeitura e Estado nada fizeram para reverter essa situação. Uma dó!

Mesmo degradado, o Morro da Serrinha vale uma visita. Do alto é possível ter uma vista privilegiada tanto de Goiânia quanto de Aparecida de Goiânia. É ponto de encontro de diferentes tipos de visitantes. Desde a comunidade evangélica, em busca de um lugar mais alto para as orações, passando por ciclistas e motociclistas que fazem trilha no local.

Mas é preciso cuidado! A parte com mata é frequentada por usuários de drogas e servem até como motel improvisado (o prédio do jornal O POPULAR fica em frente a Serrinha e a lista de situações bizarras que a gente vê ali é grande). A dica é ir durante as horas movimentadas do dia e acompanhado.

Do ponto de vista biológico, a área é uma joia verde dentro da cidade. De acordo com um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG), sua vegetação é de "cerrado típico”, com dois estratos, um rasteiro e outro arbustivo-arbóreo, com árvores de pequeno porte. Não há esse tipo de Cerrado em outras unidades de conservação dentro da capital.

Para uma pessoa apaixonada por flores rústicas, como eu, visitar o morro é uma alegria. De longe, a vegetação retorcida pode até parecer sem graça. Mas basta subir a ladeira para encontrar ipê-amarelo nativo (aquele pequenininho com buquês que parecem feitos de papel crepom), murici florido, pau-terra, algodãozinho-do-campo, entre outras.

Ficou interessado? Dê um pulinho lá para conferir!







Fonte: Jornal O Popular
Fotos: Gabriela Lima,


Prefeitura de Anápolis inicia nesta terça-feira, 22, a maior obra da história da cidade

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Construção de viadutos e corredores para o transporte público na Avenida Brasil darão início às obras de mobilidade urbana

A Prefeitura de Anápolis vai dar início na próxima terça-feira, 22, à maior obra de mobilidade urbana de sua história. A assinatura da ordem de serviço que permitirá o início das intervenções pela implantação dos seis grandes corredores para o transporte público acontece na área que fica no cruzamento da Avenida Brasil, esquina com a Rua Barão do Rio Branco, às 09 horas.

Serão mais de R$ 74 milhões aplicados na construção de 47 quilômetros de corredores exclusivos para o transporte coletivo. Devido à sua grandiosidade, o projeto será executado em etapas e a primeira delas será a construção dos dois primeiros corredores ao longo da Avenida Brasil em seu eixo Norte – Sul, que compreende, também, a construção dos dois grandes viadutos que vão ser instalados nos cruzamentos das avenidas Brasil e Goiás e Rua Barão do Rio Branco e também no cruzamento da Avenida Brasil como a Rua Amazílio Lino.

Segundo o secretário municipal da Obras, Leonardo Viana, as construções dos dois corredores e dos dois viadutos na Avenida Brasil serão simultâneas. “Esta primeira etapa tem prazo de conclusão para até o final do primeiro semestre de 2016”, disse. Ele ainda exemplificou as demais etapas que compreendem a execução das obras de mobilidade em Anápolis. “A implantação dos demais corredores, ou seja, nas avenidas Pedro Ludovico, Presidente Kennedy, Fernando Costa, São Francisco e JK, também serão iniciadas nos próximos meses. Nossa previsão é que tudo fique pronto ainda em 2016”, destacou o secretário.

O diretor-geral da Companhia Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT), Alex Araújo reafirmou o principal benefício que a população anapolina vai ganhar com a execução das obras. “Vamos reduzir, consideravelmente, o tempo de operação do sistema viário. Popularmente falando, vamos reduzir o tempo em que os cidadãos levam em seus deslocamentos diários”, disse, afirmando que as obras atenderão tanto os usuários do sistema de transporte público, quanto os condutores de veículos. “Todos vão sair ganhando”, finalizou.

Interdições

Alex Martins ainda ressalta sobre uma das principais preocupações da população no período de execução das obras: as possíveis interdições. Ele afirma que todos podem ficar tranquilos, pois estas serão realizadas de forma parcial. “Não vamos bloquear o tráfego durante as obras. Na avenida Brasil, por exemplo, a quantidade de faixas de rolamento nos permite realizar interdições simples que não inutilizará o uso desta importante via”, ressaltou.

Fonte: Prefeitura de Anápolis

Trem Brasília-Luziânia começa a entrar nos trilhos

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ANTT publica no Diário Oficial da União chamamento público para selecionar empresas interessadas em explorar o serviço

Foi dada a largada para reativar a linha férrea que liga Brasília a Luziânia (GO). A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, nesta quinta-feira (17/9), o chamamento público para selecionar empresas que tenham interesse em explorar o serviço. O trem Brasília-Luziânia será a primeira ferrovia de transporte de passageiros por meio de Parceria Público Privada (PPP).

De acordo com o edital, a ferrovia terá 76 km e 14 estações entre Luziânia e a Rodoferroviária. Moradores de Cidade Ocidental, Novo Gama, Valparaíso, Jardim Ingá e Céu Azul, em Goiás, e Gama e Santa Maria, no DF, serão beneficiados.

O projeto prevê duas linhas. A linha Bernardo Sayão (foto), entre o Núcleo Bandeirante e o Park Way, já existe e será revitalizada. A segunda somente será construída a partir do momento que a primeira entrar em operação.

Fonte: Metropoles

Se 2015 está quente, 2016 vai ser pior

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Essa é a previsão de vários especialistas em estudos climáticos para o mundo. O Brasil e Goiás não ficarão de fora dessa rota do calor

Na última semana, uma notícia da agência meteorológica Met Office, do Reino Unido, reforçou os alertas dos cientistas que estudam as mudanças no clima do planeta Terra. De acordo com a agência, os próximos dois anos podem ser os mais quentes já registrados no Mundo. Em Goiás, as previsões não são nada otimistas.

Embora não haja estudos conclusivos que apontem o quanto pode subir a temperatura, especialistas ouvidos por O HOJE acreditam que existem chances de serem registradas temperaturas máximas mais altas que as do passado em determinadas regiões do Estado. Eles alertam que essa mudança terá reflexos na economia, sobretudo na agricultura, e saúde.

“O que nós estamos observando, dentro deste contexto, é que algumas localidades (do Estado) vão ter valores mais extremos, outras nem tanto”, explica a chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás, Elizabete Ferreira.

Em relação à Goiânia, os dados das estações meteorológicas do Inmet têm demonstrado a tendência de elevação nas temperaturas máximas para este mês de setembro, que costuma ser o mais quente do ano. “Segundo nossos estudos, o que nós observamos é que esse ano está registrando temperaturas acima da média”, relata Elizabete.

A professora de climatologia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Iesa) da Universidade Federal de Goiás (UFG), Gislaine Cristina Luiz, considera que é notável que “as temperaturas estão se elevando nos momentos mais críticos do ano”, mas alerta que uma previsão como a da agência do Reino Unido tem que ser tratada com cuidado porque “não quer dizer que você vai ter isso em todo Planeta”, ressalva.

Elevação

“Em média, nos últimos 50 anos, nós tivemos um decréscimo de 7% na umidade, a temperatura mínima aumentou até 2ºC e a máxima se elevou entre 1,8ºC e 2ºC em média, em Goiânia” complementa Gislaine, que durante o estudo que conduziu para defesa de seu doutorado, chegou a registrar em 2010, 42ºC e umidade de 8% em campo - método de coleta diferente das estações meteorológicas.

Gislaine acredita que isto está relacionado à forma “como estamos ocupando o espaço” e defende que essa realidade precisa ser levada em conta no planejamento urbano, ou seja, a impermeabilização do solo, ocupação de áreas de Cerrado e autorização de empreendimentos carece de reflexão a respeito da questão.

O Inmet levantou, com exclusividade para O HOJE, vários dados dos últimos dez anos. Neste período, de acordo com a média das temperaturas máximas - cálculo que considera apenas as temperaturas máximas no intervalo observado - os meses de setembro mais quentes na capital ocorreram em 2007, 2010 e 2011. A média das máximas variou entre 35,1ºC e 31,7ºC.

No entanto, a temperatura mais alta registrada em um dia foi de 39,4ºC. Isso aconteceu em 17 de outubro de 2007 e se repetiu nos dias 15 e 17 de outubro do ano passado.

Saúde e agricultura sentirão mudança

Correlata: A elevação nos termômetros é um desafio a mais para agricultores. É que essas alterações provocam mudanças no desenvolvimento das plantas. “Um clima muito quente, até embaixo dos pivôs, pode resultar em perda de produtividade. Ele prejudica a formação e a sobrevivência das flores”, detalha o consultor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em Goiás, Pedro Arantes.

Ele afirma que, diante deste cenário, o produtor precisa escolher plantas que “suportem melhor o calor” e contratar seguro para a plantação. Ele acredita que o conjunto de medidas resulta em um inevitável “aumento no preço dos produtos”.

Doenças

O infectologista, Boaventura Braz, esclarece que a elevação da temperatura não interfere significativamente no nosso organismo porque o corpo humano possui capacidade de controlar a própria temperatura. Entretanto, ele alerta que esse fenômeno já tem contribuído para o aparecimento de doenças em regiões frias. “Determinadas regiões do globo, que não seriam afetadas por epidemias, podem ter doenças que não tiveram no passado. Se você olhar no nosso país, têm regiões dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, que dificilmente você tinha problemas com determinadas doenças como dengue e malária, e que já começam a aparecer”, diz. (Deivid Souza)

Fonte: Jornal O Hoje
Fotos: Argosfotos.com.br

Ciclofaixa de lazer é novo marco histórico no trânsito de Goiânia

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A Prefeitura de Goiânia lançou nesta manhã ensolarada de domingo, 20, no Lago das Rosas, a ciclofaixa de lazer que interliga três grandes parques na capital: Areão, Vaca Brava e Lado das Rosas. O circuito que tem um total de 14,3 km foi planejado pela Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) e recebeu sugestões de cicloativistas que aproveitaram o dia para pedalar e participar de passeios ciclísticos que estavam sendo realizados pela cidade.

Antônio Santana, que é servidor público aposentado e complementa a renda vendendo água no Parque Lago das Rosas, disse que ficou impressionado com a disposição do prefeito Paulo Garcia que participou do passeio Bora de Bike antes do lançamento do projeto. ‘Eu nunca vi um prefeito andar de bicicleta por aqui. E isso aqui ficou bom demais depois da ciclofaixa porque até minha renda aumentou’, comemorou o aposentado. Santana destacou também a cordialidade do prefeito. ‘Eu gosto demais dele porque ele cumprimenta as pessoas, conversa com todo mundo e ainda anda de bicicleta’, destacou.

Acompanhou o prefeito no passeio e na inauguração da ciclofaixa a primeira dama, Tereza Beiler, o presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente, Nelcivone Melo e o secretario da SMT, Andrey Azeredo. Ao chegar ao parque, Paulo Garcia comentou sobre sua disposição. “Mal suei durante o trajeto que teve início lá na Cidade Jardim. A cada dia que passa me sinto melhor para pedalar”, ressaltou.

O prefeito falou sobre o desempenho da SMT quanto a implantação das ciclofaixas. “Tenho visto o trabalho da secretaria que não mede esforços para sinalizar toda a cidade. O trabalho dos agentes de trânsito também tem sido fundamental para orientação ao motorista e a segurança de ciclistas e pedestres no circuito. Todos estão realmente de parabéns”, destacou o prefeito. Somente neste domingo foram guinchados quatro veículos estacionados no trajeto da ciclofaixa de lazer, que são exclusivas aos ciclistas das 7 às 16 horas.

Paulo Garcia reforçou também o compromisso com os goianienses de implantar o projeto que prevê 140 quilômetros de espaço destinado ao ciclistas. “Acredito que seja um marco para a cidade de Goiânia, um divisor de águas em que motoristas, ciclistas e pedestres convivam em harmonia. Até o final da gestão vamos implantar ciclofaixas, ciclovias e ciclorrotas para que o modal seja realmente uma opção para quem transita nas nossas ruas”, reforçou o prefeito.

Para o secretário da SMT, Andrey Azeredo, os servidores da pasta estão empenhadas no projeto em andamento. “A equipe de sinalização trabalharam durante dia e noite para que as ciclofaixas sejam uma realidade em Goiânia. Os agentes fiscalizadores autuam e guincham os veículos que estacionam na ciclofaixa. Creio que esse trabalho é fundamental para que todos respeitem seus espaços e convivam em harmonia e, principalmente, de forma segura”, endossou Azeredo.

Quem circulou pelos trechos da ciclofaixa que interliga os parques Lago das Rosas, Vaca Brava e Areião neste domingo, pode ver ciclistas de todas as idades aproveitando o dia ensolarado para pedalar. De acordo com a central de ocorrências de trânsito da SMT não foi registrado nenhum acidente no circuito.

Maysa Manoela (Secom)

Fonte: Folha Geral 

Em Brasília, Dilma e Marconi discutem sobre novo aeroporto de Goiânia e Ferrovia Norte-Sul

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Por quase uma hora, presidente e governador trataram de projetos que estão em andamento e beneficiam Goiás e a Região Centro-Oeste

As obras do Aeroporto Internacional de Goiânia, a construção dos viadutos de acesso ao novo terminal e o processo de recuperação da Celg Distribuição foram assuntos de reunião entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador Marconi Perillo (PSDB) na noite de quinta-feira (17), no Palácio da Alvorada, em Brasília.

A continuidade das obras da Ferrovia Norte-Sul (FNS) foi colocada em pauta. Especificamente no tronco sul, que interligará o Centro-Oeste à Região Sul e Sudeste do País, onde estão localizados portos estratégicos para as exportações.

A Hidrovia Paranaíba-Tietê-Paraná e o trâmite da contratação de operações de crédito também foram destacados.

Marconi cumpriu agenda em Brasília o dia inteiro, inclusive enviou o vice-governador José Eliton (PP) para representá-lo em evento na Região Noroeste da capital na manhã de quinta-feira (17). “Discutimos extensa pauta administrativa comum que Goiás e a Região Centro-Oeste têm com o governo federal”, disse o tucano.

Fonte: Jornal Opção


BRT segue com indefinições: Onde a obra do BRT não anda

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Após 5 meses de trabalho, O POPULAR verificou todos trechos da obra, que pode ser paralisada pela Justiça

Cerca de 150 dias depois de iniciada, a construção do corredor de trânsito rápido para ônibus, o BRT (Bus Rapid Transit, da sigla em inglês) está com problemas espalhados em sua extensão, o que prejudica o avanço da obra. O principal deles é a judicialização do processo desde que o promotor de Justiça Marcelo Fernandes de Melo pediu a paralisação da obra solicitando que seja feito estudo ambiental que justificasse a retirada de cerca de 2 mil árvores.

A juíza Zilmene Gomide da Silva Manzolli, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, deve citar a Prefeitura nos próximos dias para justificar a defesa no processo e, posteriormente, decidir se acata ou não o pedido do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO). O caso tem sido apontado como o problema para ampliar as frentes de serviço do BRT, mas, mesmo antes disso, o consórcio responsável pela obra mantém operários em um local, na Avenida Goiás Norte.

O frentista Bonfim Neres Leite, de 38 anos, trabalha em um posto de combustíveis na Avenida Goiás Norte e, mesmo estando no local mais avançado das obras do BRT, duvida que o corredor seja terminado no prazo estimado, até o início de 2017. Para ele, os transtornos no local e os diversos problemas em outros trechos vão fazer com que a construção atrase.

A reportagem do POPULAR percorreu, na tarde de ontem, toda a extensão do BRT e, desde a Avenida Rio Verde e até o Setor Recanto do Bosque, e viu que há desconfiança da população. Comerciantes próximos ao Terminal Recanto do Bosque, por exemplo, duvidam que o corredor vai passar do cruzamento com a Avenida Perimetral Norte. A Prefeitura de Goiânia informou que, em respeito ao processo judicial sobre a obra, não vai se manifestar em relação a continuidade do BRT.

Fonte: Jornal O Popular


Governo planeja construir 300 km de terceira faixa em rodovias estaduais

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Presidente da Agetop, Jayme Rincón, revelou que pasta já estuda novo programa de investimentos nas estradas

O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón (PSDB), anunciou, durante o lançamento de uma campanha nacional de trânsito, que o governo de Goiás já estuda a construção de 300 quilômetros de terceira faixa em rodovias do Estado.

Ainda em fase inicial de análise, o projeto foi compromisso de campanha do governador Marconi Perillo (PSDB), que já acenou positivamente à ideia. Mesmo sem data prevista para execução, Rincón se mostra animado para viabilizar a implantação. “Transformaremos as rodovias de Goiás nas mais seguras do País. Já avançamos muito nos últimos quatro anos e seguiremos em frente”, destacou.

Durante discurso, o presidente lembrou, ainda, que na última gestão do governador mais de 2 mil quilômetros de rodovias foram construídos e outros 2 mil reformados, por meio do programa Rodovida.

“Desde 2011 temos melhorado substancialmente a qualidade da malha asfáltica do Estado. Investimos pesadamente porque acreditamos que é papel do governo oferecer segurança aos usuários. Além disso, temos nos atentado para a manutenção permanente das rodovias, com o objetivo de não perder o que conquistamos”, pontuou.

No auditório da Agetop, autoridades e especialistas se reuniram na manhã desta quinta-feira (17/9) para o lançamento da Semana Nacional de Trânsito — que será realizada entre os dias 18 e 25 de setembro. A ação é uma parceria entre o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran) e a Agetop, com o objetivo de debater e conscientizar sobre a alta quantidade de mortos e feridos em ruas e rodovias brasileiras.

Programação das palestras - Semana Nacional do Trânsito

As palestras serão realizadas no auditório da Agetop

Dia 17/09/2015 
9h - Lançamento da Campanha da Semana Nacional de Trânsito 2015 - Com foco nas rodovias estaduais
10h - O papel do SAMU nos acidentes de trânsito – Dr. Carlos Henrique Duarte Bahia (SAMU)

Dia 21/09/2015 
8h - Direitos humanos nas rodovias – Ins. Fabrício Rosa (PRF)
9h - Direção defensiva – Ins. Newton Morais (PRF)

Dia 22/09/2015 
8h - JARI -AGETOP na educação de trânsito – Bruno Marques Correia (Agetop)
9h - A importância da manutenção na segurança viária – Flavio Cavalcante Reis (Agetop)

Dia 23/09/2015 
8h - A influência dos fatores geológicos e geotécnicos na melhoria das rodovias – Victor Emmanuel dos Reis (Agetop)
9h - Educação de trânsito – Horácio Mello e Cunha Santos (Cetran-GO)

Dia 24/09/2015 
8h - Transporte de produtos perigosos – Prof. João Norberto (Sest/Senat)
9h - Responsabilidade civil e penal nos acidentes de trânsito (Sest/Senat)

Dia 25/09/2015 
8h - Reflexos e consequências dos acidentes de trânsito – Cel Carlos Antônio Borges (Policia Militar de Goiás)
10h - Encerramento Agetop - Mesa para divulgação dos resultados da campanha

Fonte: Jornal Opção


Trabalhadores deixam obra do Olímpico, que deve ficar paralisada

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Cerca de 20 operários terminaram o turno de trabalho às 16 horas com orientação de não voltar na segunda-feira. Estádio Olímpico está com 90% dos trabalhos já executados.

Funcionários que trabalham na obra do Estádio Olímpico deixaram o trabalho por volta das 16 horas desta sexta-feira (18) no que deve ser o último dia de atividade antes da paralisação da construção. A orientação é de que não voltam na segunda-feira. Como mostrou o POPULAR na edição desta sexta-feira, por falta de pagamento à construtora Porto Bello, a obra deve ficar parada até que o repasse da última parcela do financiamento seja feito.

O valor que o Estado deveria repassar à Porto Bello desde dezembro de 2014 é de cerca de R$ 40 milhões para o Olímpico e o Laboratório de Pesquisa e Capacitação. Segundo a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), que admite a falta de pagamento, o repasse não foi feito por causa da não liberação do dinheiro por parte do Banco do Brasil, que não comentou o assunto em contato com a reportagem.

O Estádio Olímpico é um dos integrantes do complexo do Centro de Excelência do Esporte e está com 90% dos trabalhos já executados.

Sem dinheiro, sem obra

Agetop admite não pagamento desde dezembro, mas confia em recurso e promete conclusão até fim do ano

A obra do Estádio Olímpico, um dos módulos do Centro de Excelência do Esporte, pode ser paralisada com 90% dos trabalhos já executados. De acordo com a construtora Porto Belo, responsável pela obra, a partir de hoje não haverá mais operários no local, apenas um segurança. Para justificar a paralisação, a empresa alega não estar recebendo os pagamentos da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) desde dezembro do ano passado.

A despeito do anúncio da paralisação, o presidente da Agetop, Jayme Rincón, prometeu entregar o estádio e o Laboratório de Pesquisa e Capacitação, outra parte do complexo, até o fim deste ano. Até então, ele preferia não estipular um prazo.

“Estávamos confiando nas promessas”, informou o presidente da Porto Belo, Celso de Paula. Segundo ele, a interrupção não ocorreu antes porque a falta de repasse ainda não tinha afetado a saúde financeira da empreiteira. Ontem, a Agetop, em reunião com a construtora, propôs abrir outro financiamento com o banco Credit Suisse (no valor de R$ 65 milhões) numa tentativa de evitar a paralisação.

“Já falaram tantas vezes. Não adianta mais. Na hora que o dinheiro sair, a gente volta”, relatou o empreiteiro. Segundo a Agetop, o débito com a Porto Belo é decorrente da não liberação da 3ª e última parcela do financiamento feito pelo governo estadual junto ao Banco do Brasil, que contempla também o Laboratório. De acordo com a Agência, é por isso que as faturas estimadas em R$ 40 milhões no período reclamado não foram de fato liquidadas. Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil não se manifestou a respeito do financiamento.

Jayme Rincón disse acreditar que, se houver paralisação, será breve, nada que possa afetar o cronograma de obras. Ele conta com a aprovação do financiamento com o Credit Suisse em até 15 dias. “Sentimos, em Brasília, que o dinheiro vem do Banco do Brasil ou do Credit Suisse. O recurso está garantido”, afirmou.

O presidente da Agetop assegurou que os dois módulos do Centro de Excelência serão inaugurados ainda este ano. Para ele, os atrasos do repasse da verba prevista estão relacionados a dificuldades do Tesouro Nacional.

Fotos:







Fonte: Jornal O Popular


Estádio Serra Dourada: Reforma não sai antes de 2017

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Projeto de escritório de São Paulo, que teve consultoria do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, custou R$ 255 mil e foi parcialmente entregue ao governo. Estudos complementares estão previstos

A reforma do Serra Dourada é uma demanda latente, mas o torcedor terá de esperar mais por ela. A estrutura remodelada foi vista há poucos dias, graças à divulgação de imagens produzidas por computador pela GCP Arquitetos, de São Paulo, escritório responsável pelo projeto modernização. Porém, será preciso esperar ao menos até 2017 para que saia a licitação que transformará o velho estádio, que se tornou quarentão em março, em arena.

De acordo com o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, o projeto arquitetônico, que custou ao Estado R$ 255 mil, é apenas um passo no sentido de remodelar o Serra. O que foi desenvolvido pela GCP – com a consultoria de Paulo Mendes da Rocha, arquiteto responsável pela obra original – foi parcialmente repassado à Agetop.

O GCP informou que “poderá haver nova fase de projeto que tratará do entorno do estádio” para correções de acesso e segurança que garantam a eficácia da setorização do público. O escritório também foi responsável pela elaboração da Arena Pantanal, em Cuiabá, e do Centro de Formação Olímpica, em Fortaleza.

Até a publicação da licitação da reforma há muito a ser feito. A lista inclui estudos – hidráulico, elétrico e de irrigação são exemplos –, que resultarão nos projetos complementares e devem ser realizados a partir do ano que vem. Só depois disso é que será possível estimar o custo da construção e estabelecer qual será a duração da obra.

“Reformar o Serra é um compromisso. Temos segurança que será feito neste mandato (do governador Marconi Perillo, que termina em 2018). Mas não tem como colocar como prioridade por causa da situação (econômica) do Estado”, afirmou Rincón.

Fonte: Jornal O Popular (Paula Falcão)


Prefeitura apresenta projeto de requalificação da Praça do Trabalhador

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Secretário de Desenvolvimento e Tecnologia revelou detalhes com exclusividade ao Jornal Opção. Se aprovada, obra será entregue ainda na gestão do prefeito Paulo Garcia

O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia, Paulo Borges (PMDB), revelou, com exclusividade ao Jornal Opção, o projeto de requalificação da Rua 44 e da Praça do Trabalhador.

Um dos locais mais tradicionais da capital goiana recebe, todas as semanas, centenas de milhares de pessoas vindas das mais diversas partes do Brasil. Atraídos pelo forte comércio têxtil, os turistas movimentam a economia local.

De olho no mercado — que é o terceiro maior polo turístico de Goiás –, o secretário apresentará o projeto que vai reformar e requalificar a região. Assinada pelo arquiteto Jesus (o mesmo que projetou a requalificação da Avenida Goiás), a proposta será apresentada ao prefeito Paulo Garcia (PT) na quarta-feira (16/9).

Entre as mudanças previstas, está a instalação de vestiários e banheiros, a padronização das bancas dos feirantes, estacionamento para carros e ônibus em escama, e até bicicletário. “É uma parceria entre a prefeitura, governo do Estado e iniciativa privada. Está muito bonito e bem estruturado”, afirma Paulo Borges.

O secretário explica que, durante a semana, o espaço funcionará como estacionamento, que será operado por meio de concessão. Assim, a prefeitura terá mais uma fonte de renda e os usuários mais segurança e tranquilidade.

“É um projeto arrojado”, completou ele. A ideia de requalificar o espaço já havia sido mencionada pelo prefeito e, caso aprovado, o projeto deverá ser concluído ainda nesta gestão. “O tempo é curto, mas é possível, sim”, arrematou Paulo Borges.

Veja fotos do projeto abaixo:





Fonte: Jornal Opção


Saem as árvores, chega a ciclovia

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As obras de construção do corredor preferencial de ônibus da Avenida T-7 estão exigindo a retirada de 36 palmeiras de guarirobas da Avenida Assis Chateaubriand, entre a Rua 1, no Setor Oeste, e a rotatória do Bosque dos Buritis, no Centro da capital. As palmeiras, já adultas e um símbolo da via, estão sendo replantadas na Praça Tamandaré após avaliação fitossanitária de profissionais da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) e sob observação de um engenheiro florestal da Companhia Municipal de Urbanização de Goiânia (Comurg). Já foram transferidas 29, mas outras sete terão o mesmo destino.

Diretor técnico da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso explica que a retirada das palmeiras foi necessária porque elas foram plantadas de forma desalinhada, impedindo a continuidade das obras da ciclovia. “No lugar das 36 arrancadas vamos plantar outras 54 nas laterais, de quatro em quatro metros, formando um corredor para servir de proteção aos ciclistas”, explica. De acordo com Sávio Afonso, a recomposição do trecho com novas palmeiras será feita após o término do pavimento da ciclovia.

Fonte: Jornal O Popular


Roberto Carlos brinda os fãs com show em Goiânia

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Ingressos variam de R$ 50 a R$ 480

Depois do sucesso da 11ª edição do Projeto “Emoções em Alto Mar” e de uma longa turnê internacional, Roberto Carlos presenteia a cidade de Goiânia, no dia 24 de setembro, às 21h, em uma única apresentação no Ginásio Internacional Goiânia Arena, em Goiânia.

Roberto Carlos é um exemplo vivo do sucesso mundial da música popular brasileira. O cantor, que em Novembro de 2015 será homenageado pelo Grammy Latino  como personalidade do ano e está finalizando o CD Abbey Road, desperta todo o carinho, admiração e idolatria nos milhões de fãs que o acompanham pelo Brasil e pelo mundo.

Um ícone da credibilidade, romantismo, da religiosidade e da família. Roberto Carlos promete mais uma vez arrebatar os fãs com mais um show impecável ao lado de sua orquestra e coral.

Serviço

Data: 24 de Setembro
Local: Ginásio Internacional Goiânia Arena (Av.Fued José Sebba, Via Acesso Serra Dourada. Jardim Goiás – Goiânia)
Telefone: (62) 3218- 5252
Horário: 21h
Abertura dos Portões: 19h
Classificação Indicativa: 16 anos

Ingressos

Setor Azul Numerado: R$ 480,00 (Open Bar: Cerveja, Água e Refrigerante)
Setor Amarelo Numerado: R$ 320,00 (Open Bar: Cerveja, Água e Refrigerante)
Arquibancada Inferior: R$: 140,00 (Open Bar: Cerveja, Água e Refrigerante)
Arquibancada Superior Lote 1: R$ 60,00 (R$ 30,00 meia entrada)
Arquibancada Superior Lote 2: R$ 80,00 (R$ 40,00 meia entrada)
Arquibancada Superior Lote 3: R$ 100,00 (R$ 50,00 meia entrada)

Vendas: FNAC - Flamboyant Shopping Center ou pelo site www.ingressorapido.com.br

Fonte: Jornal A Redação


Prefeitura vai acolher 50 jovens da comunidade Sírio-Libanesa em Goiânia

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A Prefeitura de Goiânia vai acolher 50 jovens estudantes refugiados da comunidade Sírio-Libanesa e, em parceria com uma instituição universitária local, vai buscar viabilizar bolsas para que eles possam concluir seus estudos e fazer faculdade. A decisão foi tomada durante reunião, na manhã desta terça-feira (15/9), no Paço Municipal, em Goiânia, entre o prefeito, Paulo Garcia, e representantes da comunidade Sírio-Libanesa.

A prefeitura encaminhou ofício ao Ministério da Justiça para que a tramitação legal de acolhimento dessas pessoas, com o visto de permanência no País, seja viabilizada pelo Brasil. “Nos propusemos, com o auxílio da comunidade, a acolher 50 jovens que estão refugiados, vivendo por uma verdadeira catástrofe humana”, ressaltou Paulo Garcia.

Na correspondência, o prefeito afirma a disposição da prefeitura de Goiânia de, juntamente com setores da sociedade civil, Embaixadas, Consulados, receber no município 50 jovens em idade escolar, sendo 25 do Líbano e 25 da Síria, que estejam vivendo fora de seus domicílios, na condição de refugiados.

Segundo informações do consulado da Síria, durante a guerra já foram destruídas cerca de seis mil escolas no país.

Fonte: A Redação

Mega empreendimento no Marista já preocupa vizinhos

13:01 0 Comments A+ a-


Quem mora e trabalha perto da área que abrigará as futuras instalações do Nexus Shopping & Business acha que trânsito caótico da região vai piorar

Nem bem foi anunciado, um mega empreendimento em Goiânia já causa preocupação a quem mora e trabalhar na região onde será construído. O Nexus Shopping & Business é uma obra avaliada em R$ 550 milhões, que será edificado numa área de quase 10 mil metros quadrados, localizada na Av. D com 85,no setor Marista (onde funcionava o antigo Supermercado Marcos). O ponto, ao longo de seus 136 mil metros quadrados de área construída, deve abrigar um hotel executivo de alto padrão, um centro de convenções e 27 lajes de até 545 metros quadrados cada.

Financiado pelos empresários José Batista Júnior – o Júnior Friboi – e Ilézio Ferreira, da Consciente Construtora, o complexo multiuso está sendo construído com a promessa de “elevar o ambiente de negócios de serviços de Goiânia ao patamar internacional”. O problema é que moradores e comerciantes da região não entendem como um empreendimento desse porte obteve licença para ser construído naquela região, que já sofre com o trânsito caótico e a falta de vagas de estacionamento. Para dar conta da demanda, que deve se multiplicar com a conclusão do complexo, as construtoras preveem a criação de 1.738 vagas no local.

Vale ressaltar que a estimativa da construtora é que o complexo abrigue 392 salas comerciais, 192 unidades hoteleiras, centro de convenções com capacidade para mais de 1.110 pessoas e 140 lojas no centro comercial. A circulação diária de pessoas no ponto deve ficar em torno de 9 mil em todo o complexo. Assim, é difícil não fazer coro com os vizinhos do empreendimento e questionar: como as 1,7 mil vagas de garagem previstas podem ser suficientes para um projeto dessa magnitude e de que forma o trânsito da região será realmente afetado?

Falta de vagas

Maria Lúcia Macedo, gerente da Criatto, que fica localizada em frente aos futuros prédios, não está animada com o projeto, com previsão de conclusão em 2020. “Vai acontecer, quer a gente queira ou não, mas ficamos preocupados, com a falta de garagem principalmente”, relata. Segundo ela, as poucas vagas que existem em frente à loja em que trabalha costumam ser ocupadas por pessoas que não são clientes e esse processo deve se intensificar com o término do complexo.

As preocupações são compartilhadas pelas sócias da Projeto Luz, Kátia Nowak e Regina Andrade. De acordo com elas, a situação já é complicada hoje, com poucas vagas e trânsito conturbado, especialmente por volta das 17h. “Cada funcionário aqui tem um carro. Atualmente temos que deixá-los todos espalhados para não ocupar as poucas vagas que temos.”

 Estudo preliminar foi aprovado pela SMT

Ao O HOJE, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) se posicionou sobre o assunto: “A empresa responsável pelo empreendimento já apresentou um estudo preliminar sobre o impacto na área de trânsito. O órgão da Prefeitura aprovou o estudo, mas, segundo a SMT, com diretrizes específicas ao empreendimento, como por exemplo, preocupação com criação de vagas internas de estacionamento e construção de áreas específicas para embargue e desembargue.” Um estudo definitivo de impacto no trânsito deve ser apresentado após a conclusão do empreendimento para a retirada do alvará de funcionamento.

As construtoras estipulam a atração de 557 veículos em média nos horários de pico às sexta-feiras e de 746 aos sábados e garantem que “o cálculo levou em consideração a projeção de veículos que Goiânia terá em 2020”. As 1.738 vagas de estacionamento planejadas estariam “acima da demanda necessária dos futuros ocupantes do empreendimento e da necessidade de atender a quantidade de acesso de veículos nos horários de pico.”

Fonte: Jornal O Hoje


Com 20 anos de tradição: Secretaria Municipal de Cultura considera Goiânia Noise “sem relevância cultural”

12:51 0 Comments A+ a-


Festival foi reprovado no último edital da Lei de Incentivo à Cultura sob o argumento de que o projeto não demonstrou “o impacto e a relevância cultural suficiente”

Em 2005, a revista Bravo! (uma das principais publicações culturais do País) elegeu o Goiânia Noise Festival como uma das 100 mais importantes manifestações culturais do Brasil, alegando que o evento “reescreveu a geografia do rock brasileiro”, deslocando a produção e a força da produção musical do eixo Rio-São Paulo para o interior do País. Um ano depois, a revista Veja afirmou que “Goiânia tornou-se, efetivamente, um dos principais centros do rock brasileiro na atualidade”, graças também ao Goiânia Noise.

Em 2015, o festival segue firme e forte em seus conceitos (de fomentar, valorizar e divulgar a cena local, além de favorecer a circulação e o intercâmbio entre artistas de todo o Brasil) e rumo à sua 21ª edição ininterrupta. Mais um feito admirável, se considerarmos que poucos eventos culturais chegam a uma longevidade tão grande.

No entanto, a Comissão de Projetos Culturais (CPC) parece não entender o Goiânia Noise como um evento tão relevante assim para a cultura goiana e sequer nacional. É que a CPC reprovou o projeto do Noise no último edital da Lei Municipal de Incentivo à Cultura sob o argumento de que o projeto não demonstrou “o impacto e a relevância cultural suficiente”.

“O resultado nos pegou de surpresa e ficamos chocados com a argumentação da CPC. Como um evento que tem 21 anos de tradição, já recebeu artistas de todo o mundo, revelou e incentivou o surgimento de bandas locais, divulga nacionalmente a produção musical local e o próprio nome da cidade, entre outras coisas, não é considerado relevante e não impacta em nada a cultura da cidade?”, questiona Leonardo Ribeiro Belém, o Leo Bigode, fundador do Goiânia Noise Festival e diretor da Monstro Discos. “Chegamos a entrar com um recurso, pedindo a revisão do parecer, mas o resultado foi confirmado pela CPC e pelo próprio secretário de Cultura, que avalia os recursos”, explica.

O estranhamento do produtor cultural em relação ao resultado do edital se torna maior ao se observar que muitos projetos contemplados na área da música “são de artistas que sequer aparecem no Google quando se busca o nome deles”.

“Seriam esses artistas e suas obras de maior impacto e relevância do que um festival como o Noise? Nós não contemplamos apenas uma ou duas bandas. A cada edição pelo menos 20 artistas goianos são escalados para tocar, recebendo cachê e ainda divulgando o seu trabalho para o público da cidade, de fora e para a imprensa nacional que sempre vem cobrir o evento”, argumenta Léo Bigode. “São 21 anos de história! Hoje já existe uma geração inteira de jovens que cresceram ouvindo falar e frequentando Noise”, diz.

Indignação

A reprovação do Noise na Lei Municipal de Incentivo à Cultural causou indignação e revolta de vários artistas, produtores e frequentadores do festival. Nas redes sociais, uma avalanche de comentários recriminaram a decisão da CPC.

“É uma pena, em sua 21ª edição, um festival desse porte não ser considerado relevante para cultura. Um festival que influenciou e formou toda uma geração de músicos e bandas, sendo uma vitrine nacional da música independente . O maior festival de rock independente do país, não é relevante? Revoltante!”, postou a guitarrista Bullas, da Girlie Hell.

“Isso sim é uma imensa falta de consideração com a cultura e todo o rock goiano, se não tivesse relevância cultural teria chegado a sua 21º edição?”, escreveu Saulo Brito.

“Que vergonha alheia ter de ler isso. O festival tem quase a minha idade e é mais velho que que muito guri do rock! Já tive o prazer de ver as melhores bandas do mundo aqui!”, disse Leopoldo Costa.

“Absurdo total. Gyn Noise ja é um patrimônio da cultura goiana”, argumentou o guitarrista Carlos Pinduca, de Brasília.

“Um absurdo! Um evento que marcou profundamente a história da música independente internacionalmente, projetando Goiânia nesse cenário nacional (“Seatle brasileira” como a crítica chamava…) ser tratado assim?

Secretaria de contra cultura (e não no sentido da “contra-cultura” underground, que, na realidade, é “a favor da cultura”)”, disse o cantor Diego de Moraes.

“Eles explicam porque o festival é irrelevante? Se não, MP na cpc e no cmc. Não são juízes com a palavra final. Devem satisfação do que é público”, questionou Carlos Cipriano, presidente do Conselho Estadual de Cultura.

Resposta

O Jornal Opção entrou em contato com a Secretaria Municipal de Cultura, mas a assessoria de imprensa do órgão estava reunida e não atendeu a redação.

Fonte: Jornal Opção


Primeiro McDonald’s de Goiânia será fechado. Dará lugar a um prédio comercial

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Fim de uma era. O primeiro McDonald’s de Goiânia, localizado na Av. D, na antiga Praça do Ratinho, fechará suas portas em breve.

Isso porque uma grande construtora comprou todo o terreno do restaurante e também do supermercado que ficava ao lado.

Sem muitos detalhes, informam que construirão um prédio comercial no local. O McDonald’s funciona ali há mais de 20 anos. O prédio comercial contará com shopping, centro de convenções, hotel, office e corporativo.

Fonte: Jornal Opção


Juíza pede que MP esclareça ação que pede paralisação das obras do BRT

15:16 0 Comments A+ a-


Segundo a magistrada, três pontos do pedido não estão claros, incluindo a citação do prefeito Paulo Garcia, que não figura no polo passivo da demanda

A juíza Zilmene Gomide, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, deu dez dias para que o Ministério Público (MP) esclareça três pontos da ação protocolada pelo órgão que pede a interdição da obra do BRT. A ação civil pública foi movida pelo MP no dia 31 de agosto.

Segundo ela, faltam informações sobre o tipo de medida – liminar ou tutela antecipada – com apresentação dos fundamentos e especificação; o objetivo da citação do prefeito Paulo Garcia (PT), que “não figura no polo passivo da demanda”; e qual a condenação pedida, devido ” à forma ampla e desconexa pela qual foi apresentado”.

A ação pública do MP foi protocolada contra o Estado de Goiás, a prefeitura de Goiânia e a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Segundo o órgão, a obra foi iniciada sem a realização dos estudos de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA); de Impacto de Trânsito; e de Vizinhança; entre outros.

Ainda segundo a denúncia, a Licença Ambiental de Instalação pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Secima) foi emitida sem a apresentação dos projetos técnicos exigidos pela legislação ambiental. Outro ponto destacado pelo MP é a derrubada de 169 árvores adultas sem Projeto de Manejo da Vegetação na Secima e na Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma).

Fonte: Jornal Opção


Vaca Amarela começa nesta sexta-feira com 45 atrações

15:14 0 Comments A+ a-


A  partir desta sexta-feira (4/9) até o próximo domingo (6), o Centro Cultural Oscar Niemeyer vai sediar a 14ª edição do Festival Vaca Amarela. Neste ano, a programação terá 45 atrações, entre elas Emicida, Carne Doce, O Terno, Tulipa Ruiz, Cone Crew, Rollin Chamas, Fresno, entre outros.

O festival é produzido pela Fósforo Cultural e terá atrações locais e nacionais.

O coordenador geral do Vaca Amarela, João Lucas, comenta sobre a diversidade das bandas das diversas regiões do Brasil que vão integrar o evento. “Reiteramos esta edição do Vaca Amarela como um festival colorido e multicultural. E isso é bem evidente na programação deste ano. Todos os artistas são referências nacionais em seus estilos. Não dá mais pra dizer que se trata de um festival de rock. Abraçamos a música alternativa como um todo”, comenta.

Programação musical

Sexta-feira

01:00 Emicida (SP)
00:15 Carne Doce
23:30  O Terno ( SP)
23:00  Inky (SP)
22:30  Hell Oh! (RJ)
22:00 Baleia(RJ)
21:30 João canta Brandão
21:00 Luziluzia
20:30 Stefanini
20:00 Chá de Gim
19 :30 Components
19:00 Meio Termo
Abertura dos portões: 18:30

Sábado

01:00 Tulipa Ruiz(SP)
00:15 Projetonave e Síntese(SP)
23:30 Overfuzz
23:00 Indee Styla (ESP)
22:30 Shotgun Wives
22:00 Deize Tigrona (RJ)
21:30 The Muddy Brothers (ES)
 21:00 Motherfish
20:30 Lei Di Dai (SP)
20:00  Dry
19:30  Beavers
19:00 Gasper
18:30 Peixefante
18:00 Caffeine Lullabies
17:30 La Morsa
17:00  O Clã
16:30 Skavarone
Abertura dos Portões: 16:00

Domingo

01:00 Cone Crew (SP)
00:15 Rollin Chamas
23:15 Fresno (RS)
22:30 Aurora Rules
22:00 Faroeste
21:30 Novonada (ITA/UK)
21:00 Cherry Devil
20:30 Maguerbes (SP)
20:00 Dogman
19:30 Dona Cislene (DF)
19:00 Red Light House
18:30 Sã Consciencia
18:00 OFF 1984
17:30 Feed My Kraken
17:00 Coerencia
16:30 Almost Down
Abertura dos portões 16:00

18/09 - Martim Cererê:

01:00 Kadavar(Alemanha)
00:15 Hellbenders
23:30 Overfuzz
22:15 Dry
21:30 Dogman
20:45 Almirante Shiva(BSB)
20:00 Revengers
19:15 Sheena Ye

Ingressos:

Ingresso por dia R$25 (meia entrada)
Passaporte Promocional para os 3 dias R$60
Pontos de venda: Ambiente Skate Shop, Casulo Moda Coletiva, Hocus Pocus, Shuffle Mix centro, Tio Bákinas (T-23, Av. Alpes, St. Pedro e Anápolis)

Fonte: Jornal A Redação


Goiânia tem o dia mais seco do ano

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Previsão para capital nos próximos dias é de tempo cada vez mais quente

O clima de deserto em Goiânia continua e deve piorar, essa pelo menos é a previsão de meteorologistas ouvidos pelo O HOJE. Ontem, conforme informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a umidade relativa do ar na capital ficou abaixo dos 10%, representando o dia mais seco do ano. A temperatura máxima chegou a 36,5º C.

Os dados do INPE divergem um pouco dos apresentados pelo Instituo Nacional de Meteorologia (Inmet), que apontou uma umidade relativa do ar maior, e praticamente o mesmo índice da temperatura máxima em Goiânia, 36,6º C. Mas ainda sim a situação é de alerta para saúde.

A previsão para Goiânia nos próximos dias é de tempo cada vez mais quente. A chegada de uma frente fria vinda do sul do País pode amenizar a situação no sul do estado no próximo domingo (6). Em Goiânia, o tempo deve começar a mudar só na terça-feira (8).

De acordo com a professora de climatologia do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás (IESA), Gislaine Cristina, os dados do INPE revelam que a baixa umidade permanece até esta sexta-feira (4), quando a temperatura pode chegar a 37º graus em alguns pontos da cidade. Ainda segundo Gislaine, em momentos de pico, que acontece entre as 14h e as 16h, a umidade pode ficar abaixo dos 10%. A previsão é de 38ºC no fim de semana.

Educação

O clima seco e o forte calor acabam mudando a rotina de muita gente. Em escolas públicas e Cmeis, por exemplo,  os alunos costumam sair mais cedo até mesmo tomar banho de mangueira. Mas no Cmei Orlando Alves Carneiro, do setor Campinas, os professores aproveitaram as atuais condições do tempo na capital para ensinar, de forma lúdica, como funciona o clima em nossa região. De acordo com a diretora da unidade, Cláudia Ferrugem, as crianças começaram a questionar sobre o porquê de não estar chovendo e do calor ter aumentado nos últimos dias.

Dentro do projeto de reciclagem e meio ambiente com crianças de 4 anos, a professora Regina Machado, por exemplo, demonstrou a sua turma como funciona o “ciclo da água”. De acordo com ela, foram realizadas aulas teóricas com pequenos textos, atividades e uma dinâmica na tarde da última quarta-feira (2). “Com a piscina, simulei um grande rio e contei aos meus alunos que, quando o tempo está quente, as gotinhas de água evaporavam. Quando elas se juntam no céu, formam uma nuvem. Com uma mangueira mostrei como as gotinhas da nuvem caem e formam a chuva”, contou.

Alívio no Zoo

O tempo seco e as altas temperaturas não estão deixando a vida de ninguém fácil, nem mesmo dos animais. No Zoológico de Goiânia, para aliviar o calor, o bichos ganham picolés de fruta e de carne. Nesse período, aspersores de água ficam ligados quase que o dia todo para aumentar a umidade nas jaulas.

De acordo com a supervisora técnica do Zoológico de Goiânia, Rita Figueredo, os animais carnívoros de grande porte, como o leão, ganham picolés de carne de 2 litros. No caso dos ursos, o picolé é do tamanho de um balde de 10 litros, com pedaços de fruta como goiaba, banana, e mel. Os primatas saboreiam picolés sabor mouse de coco com mel. Ainda segundo ela, as aves no geral são as que menos sofrem com essa época do ano, mas mesmo assim recebem frutas com maior quantidade de água nas refeições.

Fonte: Jornal  O Hoje


Confirmado: Villa Mix tem o maior palco do mundo

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Antes, o recorde era do palco com 2,694 metros quadrados da banda U2

Agora é oficial: o Villa Mix Festival Goiânia tem a maior estrutura de palco do mundo, segundo o Guiness World Records. O empresário da AudioMix e diretor geral do festival, Marcos Aurélio de Araújo, recebe hoje, às 17 horas, o certificado pelas mãos dos executivos Ralph Hannah e Raquel Assis, no palco do evento, que será no estacionamento do Estádio Serra Dourada.

Antes, o recorde era do palco com 2,694 metros quadrados da banda U2. O do Villa Mix conta com 2.724 metros quadrados, tem 117,4 metros de largura e 50,5 metros de altura, além de 44,8 metros de profundidade. O da banda liderada por Bono Vox tinha 50 metros de altura. Segundo Anselmo Trancoso, diretor do festival, o que importa para o Guiness Book é a metragem quadrada do palco, e o do Villa Mix tem quase que 100 metros a mais que o do U2.

O Villa Mix Goiânia será realizado domingo no estacionamento do Estádio Serra Dourada e contará com shows de Ivete Sangalo, Jorge e Mateus, Luan Santana, Matheus e Kauan, Israel Novaes, Wesley Safadão, Jefferson Moraes, Guilherme e Santiago, Bruninho e Davi e Humberto e Ronaldo.

Ao todo, o Villa Mix teve seis meses de planejamento. Cerca de 500 mil toneladas de equipamentos fazem parte da estrutura que precisou de 100 carretas para transportar o material. Além disso, 1,5 mil pessoas trabalharam na montagem do festival que levou 40 dias.

Fonte: Jornal O Popular


Nove empresas vão investir R$ 625 milhões em Goiás

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O governador Marconi Perillo (PSDB) anunciará nesta tarde, durante assinatura de protocolo de intenções, nove investimentos privados de R$ 625,8 milhões para quatro municípios goianos. A expectativa é que os empreendimentos vão gerar 1,2 mil empregos diretos.

Seis empresas vão para Palmeiras de Goiás, que também receberá a maior parte dos investimentos a serem anunciados: JMV do Brasil (R$ 420 milhões), Citrusa Alimentos (R$ 24 milhões), Icegol Indústria de Sorvetes (R$ 12 milhões), Novalux Tintas (R$ 12 milhões), MRM Papéis (R$ 10 milhões) e FM Comércio de Metais (R$ 6 milhões).

Os demais investimentos são da Gazin Atacado, de R$ 103 milhões em Ipameri; da FVO, de R$ 20 milhões em Rialma; e da Verdy Indústria de Motores, de R$ 18 milhões, em Itumbiara.

Fonte: Jornal O Popular


Corredor preferencial T-7 começa a receber primeiras de 1,5 mil mudas de árvores

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As guarirobas da Avenida Assis Chateaubriand, em frente ao Fórum, serão transplantadas para a Praça Tamandaré

Nesta quarta e quinta-feira, 2 e 3, as obras do corredor preferencial T-7 começam a receber as primeiras mudas de árvores nativas do Cerrado previstas no projeto de implantação. O início do plantio será no trecho da Avenida C-8 e Rua Flemington, no Setor Sudoeste. Aproveitando a diminuição do trânsito, no fim de semana e feriado (dias 5, 6 e 7), as 29 guarirobas plantadas no canteiro central da Avenida Assis Chateaubriand, em frente ao Fórum, serão transplantadas para a Praça Tamandaré. Após a construção da ciclovia, novas palmeiras serão plantadas no local, ainda na execução do corredor.

O projeto de arborização vai beneficiar a região, que também está recebendo melhorias na infraestrutura urbana com as obras do corredor preferencial T-7. Promovido pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), o plantio começará pela quadra 95, na avenida C-8 e seguirá até a rua Flemington. Nesta primeira etapa, a região receberá 130 mudas de árvores nativas do Cerrado, como Ipê Branco, Aroeira-pimenteira, Escumilha-africana, Sabãozinho, Escova-de-garrafa e Oiti.

O corredor preferencial T-7 vai garantir mais agilidade para as 13 linhas de ônibus que passam pela avenida, beneficiando aproximadamente 103 mil pessoas que utilizam o serviço diariamente. O corredor tem 10,4 quilômetros de extensão e a implantação da nova infraestrutura está promovendo a requalificação da via, melhorando também a fluidez e a segurança no trânsito de carros, ciclistas e pedestres.

Com a obra, a avenida vai receber nova pavimentação, abrigos de embarque e desembarque, sinalização vertical e horizontal, iluminação dos canteiros centrais, bancos metálicos e paraciclos. As calçadas, que ocupam uma extensão de 21 quilômetros, serão revitalizadas com conceito de sustentabilidade e rotas acessíveis.

A via também deve receber 8,1 quilômetros de trecho cicloviário, além de câmeras de monitoramento em tempo real e equipamentos de fiscalização eletrônica. O diretor técnico da CMTC, Sávio Afonso, afirma que os investimentos em mobilidade urbana da Prefeitura de Goiânia, com prioridade ao transporte coletivo, são essenciais para que haja melhorias efetivas na qualidade do serviço prestado à população.

Fonte: Prefeitura de Goiânia


Prefeito visita obras do Parque Cascavel

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Local está recebendo ações de engenharia para evitar degradação e assoreamento do lago

O prefeito Paulo Garcia vistoriou hoje, 02, os trabalhos de requalificação e reestruturação do Parque Cascavel, localizado na região Sudoeste de Goiânia. Acompanhado do secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação, Paulo César Pereira, Paulo Garcia conferiu o andamento das obras que visam eliminar a degradação existente no local e preservar o lago, evitando que ele volte a sofrer assoreamento.

'É uma ação planejada, um projeto executado em parceria com a Ademi, que visa resolver definitivamente os problemas do parque. Estou muito satisfeito com o que vi aqui hoje, um trabalho importante que, junto com as outras obras na cidade, segue a nossa determinação de tornar Goiânia uma cidade sustentável', falou Paulo Garcia.

As obras no Parque Cascavel tiveram início em junho com previsão de serem concluídas até o final do ano. Quem passa pelo local já pode perceber um novo cenário. Houve retirada do material sólido que assoreou o lago e a volta do espelho d'água.

O titular da Seplanh, Paulo César Pereira, coordenador dos trabalhos, explicou que as obras  contemplam três principais intervenções. Primeiro, a construção de uma barragem para reduzir a velocidade da água da chuva que chega ao lago. As chuvas com grande volume de água provocam o carregamento de material sólido e o depósito desse material no lago, causando o assoreamento. Se esse problema não for resolvido, nunca teremos um lago permanente no local”, pontuou, esclarecendo que está sendo feito também o trabalho de recuperação das tubulações de água de maior descarga à montante do parque e a estrutura de contenção do talude da Rua do Siri.

As obras estruturantes devem durar até o final do ano. “Assim que os serviços de estruturação forem concluídos, poderemos trabalhar a requalificação do parque de uma forma mais tranquila, sem nenhum problema de degradação”, afirmou o secretário. Ao todo, serão investidos aproximadamente R$ 6,5 milhões nas obras de requalificação e reestruturação do Parque Cascavel.

O trabalho no Parque Cascavel é uma ação conjunta da administração municipal - por meio da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) - em parceria com a  Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO).

Fonte: Prefeitura de Goiânia


Números do Villa Mix 2015 impressionam

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Evento será realizado no estacionamento do Serra Dourada, a partir do meio-dia deste domingo (6)

A organização do Villa Mix Festival 2015 apresentou hoje para a imprensa alguns detalhes sobre o evento. O cantor Israel Novaes foi o artista convidado a participar da coletiva de imprensa, que contou ainda com profissionais dos bastidores do festival.

Alguns números do festival impressionam. Por exemplo, para transportar a estrutura utilizada no evento foram necessárias 100 carretas. São mais de 500 mil toneladas de equipamentos. O festival, que tem sido planejado há seis meses, vai gerar cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos.

Este ano o Villa Mix Festival terá transmissão simultânea no YouTube Live. Por isso, de acordo com o diretor Anselmo Troncoso, será necessário instalar mais uma unidade móvel de transmissão. “A equipe de filmagem que fará o DVD e o show no YouTube Live é formada por 126 pessoas”, informa.

O festival poderá entrar ainda no Guiness World Records como o maior palco já montado em todos os tempos. Serão 2.724 metros quadrados de palco, superando o atual líder do ranking, a banda irlandesa U2, que já tocou em um palco com 2.694 metros quadrados. No domingo, auditores oficiais do livro dos recordes estarão em Goiânia para certificar se a estrutura do Villa Mix realmente será a maior de todos os tempos.

Toda essa grandeza encanta Israel Novaes, que fará sua quarta participação no Villa Mix. “Vou preparar algo especial para esse show, que sempre é único para mim”, afirma.

O Villa Mix será realizado no estacionamento do Estádio Serra Dourada, no próximo domingo (6). Os portões serão abertos a partir do meio-dia. Os shows devem começar às 14 horas.


Outros números do Villa Mix Festival 2015 em Goiânia:

Banheiros: 600
Seguranças: 600
Ambulatórios: 3
Ambulâncias: 5 UTI’s móveis
Público esperado: 43 mil pessoas
Quantas pessoas envolvidas na montagem: 1,5 mil pessoas
Quantos dias de montagem: 40 dias
Quantas câmeras serão usadas: 60
Quantos camarins: 22 no total

Câmara de Goiânia pode pedir interdição do Villa Mix

Evento sertanejo será realizado neste fim de semana na capital. Vereadores querem saber se está sendo cobrado ISS sobre a venda de ingressos

O Villa Mix Festival, a ser realizado no feriado de 7 de setembro em Goiânia, está na mira da Câmara Municipal de Vereadores. A presidência cogitou nesta quarta-feira (2) convocar representantes da Secretaria de Finanças (Sefin) e da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) da prefeitura para explicar como se deu a liberação de alvarás para que a festa seja realizada na capital. As atrações arrastam milhares de fãs da música sertaneja.

O presidente da Câmara, Anselmo Pereira (PSDB), afirmou que o evento gera lucro milionário com a venda de bebidas alcoólicas. “Quero que a Diretoria Legislativa apure quem liberou, quanto custou e onde está a licença. Além disso, qual a compensação que [os organizadores] vão fazer diante da poluição sonora e visual provocada na cidade”, reclamou.

Ainda segundo o tucano, é preciso detalhar quanto de Imposto sobre Serviço (ISS) é cobrado por cada tipo de entrada. “Se não tiver, vamos pedir interdição da festa.”

A provocação teve início com Pedro Azulão Júnior (PSB). “O Villa Mix está chegando e aumenta o tráfico de drogas e a prostituição. Não deixa nenhum benefício para a cidade. Nem recolhem o lixo produzido”, avaliou o pessebista.

Zander Fábio (PSL) destacou que já havia alertado o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón (PSDB), para que não fosse autorizada a realização do evento no Autódromo Internacional de Goiânia. “Se cobrássemos 5% do valor para cada ingresso comprado poderíamos ter retorno financeiro que ajudaria a prefeitura em muitas coisas”, disse.

O Villa Mix está agendado para o próximo dia 6 de setembro, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, no Setor Jardim Goiás. Entre as atracões estão Wesley Safadão, Jorge e Matheus, Luan Santana e Guilherme e Santiago, além de Ivete Sangalo. Os ingressos são divididos em três tipos: Extra VIP, Villa Prime e Backstage Golden Mix.

Fonte: Jornal O Popular e Jornal Opção

Projeto para modernização do Estadio Serra Dourada tem cadeiras no nível do gramado

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Estádio deverá passar por reforma até o fim do ano que vem e terá, entre outras novidades, substituição dos placares por telões para a transmissão das partidas

Inaugurado em 1975, o estádio Serra Dourada, que completou 40 anos em março, deverá ser reformado até o fim do ano que vem. O escritório responsável pelo projeto de modernização – GCP Arquitetos venceu licitação pública e foi contratado no início do ano – divulgou nesta terça-feira as primeiras imagens de como o maior palco do futebol goiano deverá ficar. O projeto original é de Paulo Mendes da Rocha, que esteve no escritório para conhecer as mudanças.

O objetivo do novo projeto é adequar o Serra, que nunca passou por uma grande mudança, às necessidades do futebol atual, mas sem comprometer a identidade do estádio. Entre as principais mudanças está a instalação de uma arquibancada inferior com cadeiras até o nível do gramado. O Serra Dourada ainda possui o antigo setor da geral, que não é utilizado por não atender às exigências do estatuto do torcedor.

Confira as principais novidades do projeto:

- Criação de cerca de 10 camarotes na porção central da arquibancada do lado oeste;
- Reforma e nova divisão das cabines de rádio e TV;
- Substituição dos placares atuais por telão, capaz de transmitir também imagens do jogo;
- Criação de auditório e zona mista para jornalistas;
- Reforma dos vestiários;
- Criação de novo acesso dos atletas a partir de parada interna dos ônibus;
- Modernização e criação de recepção para imprensa, público da tribuna, autoridades e novos camarotes;
- Extensão da arquibancada inferior com cadeiras até o nível do gramado.

Fonte: Globo Esporte


Hostels invadem Goiânia

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Em um ano, quatro albergues foram inaugurados na capital. Mas falta de tradição turística da cidade tem prejudicado os negócios

O tipo de hospedagem que fez o maior sucesso durante a Copa do Mundo no Brasil agora está começando a chegar a Goiânia. Conhecidos como hostels ou albergues, eles fogem do padrão dos hotéis tradicionais e tem como principal vantagem o preço reduzido das diárias.

Em pouco mais de um ano, quatro albergues foram inaugurados em Goiânia. O primeiro deles, o Hostel 7, abriu as portas em maio de 2014 com a ideia de trazer uma opção de baixo custo aos turistas que visitam o planalto central.  “Somos cinco amigos de infância que sempre viajaram muito e sempre usamos os hostels nas viagens pelo mundo e queremos oferecer isso, uma hospedagem mais alternativa aos visitantes,” conta André Perotto, um dos proprietários do empreendimento que também possui uma unidade em Brasília.

Os hostels são populares na Europa e são velhos conhecidos dos turistas de aventura e dos mochileiros. Além do custo reduzido, com diárias a partir de R$40 – por conta dos quartos e banheiros, que são compartilhados -, essas hospedagens oferecem a possibilidade de conhecer pessoas de todos os lugares do mundo. No Brasil, os albergues ganharam mercado principalmente nas cidades turísticas, como o Rio de Janeiro, e é uma das opções de hospedagem que deve continuar faturando durante as Olimpíadas, repetindo o feito realizado no período da Copa do Mundo, no ano passado.

Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Goiás (ABIH-GO), Arnaldo Cardoso, o hostel é uma antiga opção de hospedagem e que é tendência no momento.  “Hoje as tecnologias vem mudando muito a questão da hospedagem e com o aparecimento de sites específicos. Inclusive já existem grandes ofertas de hospedagem compartilhada. O maior crescimento no mundo é isso.”

Movimento baixo

Foi apostando nessa tendência que Josano Bispo de Souza decidiu abrir o Goiânia Hostel Albergue, em julho do ano passado. Depois de gerenciar hotéis na capital por 10 anos, o empreendedor percebeu uma brecha no mercado e arriscou. “O segundo semestre do ano passado foi ótimo, lotado.”

Apesar do bom momento vivido no ano passado, esse ano Josano já enfrenta dificuldades. Segundo ele, a maioria dos hóspedes vem para Goiânia para fazer concursos ou para vir em algum evento e, quando não esse tipo de atividade na capital, o hostel fica vazio.

A mesma opinião tem João Guilherme Rassi Almeida, proprietário do Tyba Hostel, inaugurado em setembro de 2014. Segundo ele, o movimento do albergue é sazonal e depende muito dos congressos, concursos, festas e eventos realizados em Goiânia. “Quando tem evento a casa lota,”garante.

O presidente da ABIH-GO explica que o hostel é uma opção nova para o turista que vem a Goiânia, mas esse mercado deve enfrentar dificuldade por conta da pouca tradição de turismo na capital. “O tipo de turismo aqui é de negócios e hospitalar,” destaca.

Festas e publicidade

Para atrair o público, os hostels goianos têm investido em eventos diversificados que vão da tradicional pamonhada a festas temáticas. “É uma forma de divulgar o que é um hostel. As pessoas vêm aqui, conhecem e voltam,” garante  João Guilherme, do Tyba Hostel.

No Hostel 7 o investimento em publicidade é maior. Além das festas e eventos, o albergue também fez parceiras com sites e outros empresários. “A gente já sabia que ia ser difícil em Goiânia, por ser uma cidade que não tem esse apelo turístico. Mas estamos investindo e esperamos colher bons frutos,” acredita André Perotto. (TL)

Hostels em Goiânia

Goiânia Hostel Albergue 
Endereço: Rua Dr. Irani Alves Ferreira, 474 – St. Aeroporto
Fone: (62) 3661-6133
Site: www.goianiahostel.com

Hostel 7
Endereço: Av. T2 Qd. 107 Lt. 04 – Setor Bueno
Fone: 3877-6077
Site: www.hostel7br.com

HostelGYN
Endereço: Rua 5, 408 – Setor Oeste
Fone: 3922-6202
Site: www.hostelgyn.com.br


Tyba Hostel Goiânia
Endereço: T48, 449 – Setor Bueno
Fone: 3921-0079
Site: www.facebook.com/tybahostel  

Fonte: Jornal O Hoje


Centro de Excelência: Gestão fora do Estado

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Modelo adotado em hospitais, administração de complexo esportivo será feita por Organização Social (OS)

Já na fase de conclusão de duas unidades, o Laboratório de Capacitação e o Estádio Olímpico, mas sem prazo para a entrega, o futuro administrativo do Centro de Excelência do Esporte começou a ser delineado. A possibilidade cotada para desestatizar o complexo, que seria administrado por uma Organização Social (OS), modelo aplicado aos hospitais e que se estenderá às escolas estaduais, já tornou-se real com a publicação da Lei 18.982, no dia 20.

Apesar de alguns setores do Estado informarem que o tema está só em discussão, a nova lei alterou a qualificação de OSs, chamamento e seleção públicos – a Lei 15.503, de dezembro de 2005. Agora, as OSs também poderão atuar na área de esportes e lazer. Para o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, o modelo é o ideal para garantir ao complexo “uma gestão mais ágil do que a feita pelo Estado.”

Ao colocar o modelo em prática, o Estado terá de fazer chamamento público – procedimento análogo à licitação, porém mais simplificado – e firmar contrato de gestão que, de acordo com requisitos legais, teria a duração máxima de doze anos. Como o Estado arca com os custos, por meio de repasses, os serviços delineados no contrato não podem ser cobrados pela administradora.

“A sociedade civil tem condições de pensar projetos e tem eficiência de meios. A máquina pública é estática”, defende a presidente da Comissão de Direito do 3º Setor da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de Goiás (OAB-GO), Lívia Baylão de Morais. Ela não vê problemas na alteração da lei e lembra que tal forma de gestão deixa o processo de compras menos burocrático.

Quando o Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatização (Cipad) foi criado, em 2011, o Autódromo de Goiânia, que ainda não havia sido reformado, era a arena que puxava a fila para deixar a gestão estatal. A ideia de desestatizar o lugar permanece, mas com menos força.

Tomaz Aquino, presidente da Comissão de Advogados Públicos da OAB-GO, aponta que a decisão de usar contratos de gestão é alternativa viável e lícita feita pelo governante. “Falo sem base científica, mas não optaria por fazer contratos de gestão com a saúde. Mas, se for bem fiscalizado e tiver cobrança efetiva, o serviço poderá ser bom”, ponderou.

Rincón citou que a administração por OS, nas arenas esportivas, traz exemplos de sucesso do Rio e de São Paulo, mas não soube indicar quais. O diretor-presidente da Goiás Parcerias, Cyro Miranda, informou que o Estado deve optar pelo modelo de concessão de uso de bem público e que grupos nacionais e internacionais teriam demonstrado interesse. Nesse caso, por meio de licitação, a administração é passada ao setor privado, que poderá cobrar pelo serviço.

Fonte: Jornal O Popular