Hugo 2 sem data para começar a atender

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O maior hospital da rede estadual, construído na Região Noroeste de Goiânia, era para ter sido inaugurado em 24 de outubro passado. Não foi possível, porque a obra (que foi ampliada pelo governo) sofreu atraso. Depois de mais dois adiamentos, em março a inaguração foi marcada para hoje. Nada. A Agetop informa que já concluiu sua parte: a construção do prédio. Já a Secretaria Estadual de Saúde informa que a inauguração depende ainda da montagem e dos ajustes em aparelhos, fundamentais para o funcionamento do hospital. "O Hugo 2 será inaugurado quando houver a certeza de que toda a estrutura estará pronta, para garantir o atendimento de excelência aos pacientes", informa a pasta em nota oficial.

Ou seja: o governo agora não arrisca nem em marcar uma possível data para a inauguração do hospital.

Fonte: Jornal O Popular


Estado quer reintegrar mais de 350 mil m² de área usada pelo Clube Jaó

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Diretoria alega que trabalho de preservação da área é feito há 40 anos e que ação é uma perda para a cidade. Com liminar na Justiça, PGE garante que ocupação é ilegal

Uma área de aproximadamente 380 mil m² pertencente ao Estado de Goiás é alvo de uma acalorada disputa judicial. A ação, movida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE-GO), quer reaver terrenos que estão sendo usados pelo Clube Jaó, localizado no setor homônimo, — que incluem, inclusive, o famoso lago do complexo.

Embora sejam do Estado, as áreas têm sido comandadas pelo clube há quase 40 anos. De acordo com o administrador e filho do fundador, Ubirajara Berocan Leite Filho, o embróglio começou no fim dos anos 1970 quando, após a crescente poluição do Rio Meia Ponte — que margeava o espaço –, a administração decidiu fazer uma barragem de terra para criar e preservar um lago — hoje, o conhecido Lago do Jaó.

Àquela época, o então governador Irapuã Costa Jr. impediu que a Procuradoria prosseguisse com uma ação judicial, por “entender a importância ambiental da atitude”. Em seguida, o governador Ary Valadão sancionou uma lei instituindo o comodato da área do lago — autorizando o clube a mantê-lo de forma gratuita no terreno do Estado.

Berocan detalhou ao Jornal Opção Online que, durante todos estes anos, há um processo contínuo de preservação da região, que tem garantido a sobrevivência da nascente do Córrego Jaó — nas proximidades do Aeroporto Santa Genoveva, dentro da área da Infraero. “Havia muita erosão porque o aeroporto jogava todo o esgoto pluvial na cabeceira da nascente. Meu pai, percebendo a gravidade do assunto, decidiu recuperá-la. Fizemos, em 1980, um cinturão de bambu e duas lagoas de contenção para proteger a nascente”, lembra ele e completa: “Pagamos aluguel durante 20 anos para isso”.

O clube chegou a adquirir, no início de 1980, toda a margem esquerda do córrego — na Alameda Paraná — para que, de acordo com ele, cuidasse do curso da água — que segue justamente até o Lago do Jaó. “Quando o terreno estava cedido ao Ministério da Agricultura, houve muitas invasões e lutamos para não permitir que isso ocorresse novamente”, relembra.

A enorme área ficou, de acordo com Berocan, por muitos anos cedida à pasta — o que dificultava a negociação do uso da terra nas proximidades do recém-inaugurado Clube Jaó. Foi aí que, por volta de 1989, o pai de Berocan recorreu ao então ministro da Agricultura, Iris Rezende, para que houvesse a devolução dos terrenos ao Governo de Goiás. Iris teria deixado uma carta de instrução ao sucessor Lázaro Ferreira Barboza, que atendeu à reinvindicação.

Iris Rezende voltou ao Governo de Goiás em 1991, quando teria organizado toda a parte jurídica para ceder o uso do terreno, já do Estado, ao Clube Jaó — como negociado previamente. Em 1994, o então governador Agenor Rodrigues de Rezende sancionou, finalmente, a lei que concedeu, por 20 anos, o comodato da área em frente ao clube — incluindo, também, o lago e as represas.

O grande problema, reconhece Berocan Filho, reside no fato do clube ter cercado uma área maior do que a descrita na lei, mas só para “preservar uma mata que estava sendo desmatada e poderia sofrer invasões”, garante. O terreno em questão tem pelo menos 13 hectares (13 mil m²) e está na mira da PGE. Nas imagens abaixo, do arquivo do Jaó, é possível perceber a evolução da mata durante os anos.

Reintegração de posse

Quando o Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) iniciou as obras de construção da nova sede, localizada na Av. Ubirajara Berocan Leite, um estudo foi desenvolvido pelo departamento de engenharia do órgão, que constatou irregularidades na região — em especial, na de uso do clube Jaó.

Foi então que a PGE, em face da expiração da lei que garantiu o uso ao clube no ano passado, entrou com uma ação judicial de reintegração de posse de toda a área do Estado nas proximidades do clube.

O processo não se encontrava na PGE até o fim desta sexta-feira (24/4). No entanto, o procurador do Estado Cleuler Barbosa das Neves adiantou ao Jornal Opção Online que o pedido da PGE foi acatado pelo juiz, que concedeu uma liminar para que o Estado possa reaver todo o espaço. “O juiz entendeu que há elementos concretos e que a posse não tem autorização”, explicou.

Inclusive, a Procuradoria tenta a reintegração de maneira voluntária, mas que esta será feita mesmo que de forma “não amigável”. “Qualquer destinação de área pública é preciso que haja licitação. O clube usou durante todos estes anos sem pagar aluguel, se beneficiou durante todo este período. É preciso entendimento”, completa Cleuler.

Na outra ponta, Berocan considera “absurdas” as constatações do TCE — que, segundo ele, relatam até crimes ambientais — e garante que o clube tem um processo junto ao Estado desde 2006 para que haja regulamentação da área. “Entendemos que o que cercamos não foi cedido, mas fechamos para proteger a mata”, insiste.

O diretor conta que chegou a propor um projeto que devolveria a área cercada ao Estado, colocando-a sob responsabilidade do TCE, e deixaria para o clube a faixa por onde flui o Córrego Jaó, bem como a área das represas e do lago. Contudo, o mesmo foi rechaçado, disse Berocan.

“É uma injustiça o que querem fazer. O clube é uma entidade de utilidade pública, as áreas são públicas, a gente só controla. Não há cobrança e nem retorno financeiro para o clube”, clama ele. Só que o próprio diretor reconhece que no Lago Jaó — que está em área pública –, por exemplo, recebe um aluguel mensal de 3 mil reais de uma empresa de Stand-Up Paddle (SUP), que oferece a prática do esporte aquático. Além disso, às margens do lago, já em uma área do clube, há um restaurante e um pesque-pague, mas que funciona, segundo ele, em represas feitas pelo clube em suas dependências.



Berocan acusa, ainda, o TCE e a Procuradoria de quererem “tomar” as áreas por um “capricho”. O procurador rebate tais críticas: “É um processo de praxe. Não é em face do Clube Jaó, é de qualquer pessoa física ou jurídica quando detectamos ocupação sem autorização do Estado” e complementa: “O raciocínio é básico… Não tem permissão, pedimos reintegração”.

Fonte: Jornal Opção


Faixa de pedestre transversal é implantada no Centro de Goiânia

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Faixa de pedestre transversal é implantada no Centro de Goiânia

Sinalização em formato de X foi feita na noite desta quarta-feira no cruzamento da Avenida Araguaia com a Rua 3, no Centro com objetivo de facilitar a travessia. Educadores de trânsito realizam ação de conscientização durante todo o dia de hoje

A Prefeitura de Goiânia implantou na noite desta quarta-feira, 29, em caráter experimental, duas faixas de pedestre na transversal e em formato de X no cruzamento da Avenida Araguaia com a Rua 3, no Centro da capital goiana. A nova sinalização horizontal vai permitir ao usuário, além de uma redução no tempo da travessia em 30 segundos, a possibilidade de chegada à calçada oposta em uma única etapa. Durante todo o dia de hoje, 30, educadores de trânsito realizam ações de conscientização no local.

O cruzamento, segundo a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), foi escolhido devido ao grande fluxo de pedestres, por ser um centro comercial , possuir semaforização somente com dois estágios e sentido único de tráfego para cada via, o que facilitou a implantação”. O titular da SMT, José Geraldo Freire, explica que os semáforos para veículos do cruzamento continuarão funcionando com dois tempos. Segundo ele, o modelo surgiu em Tóquio, no Japão, foi também instalado em São Paulo e chega a Goiânia com o objetivo de facilitar a vida dos pedestres que 'antes tinham que fazer a travessia em duas etapas distintas para atingir a esquina oposta, poderão atravessar com uma etapa apenas, o que também reduzirá o tempo em aproximadamente 30 segundos”, ressalta.

Além da sinalização horizontal, haverá também a instalação de sinalização vertical específica para indicar o novo modelo. “Novo semáforo para quem irá fazer o trajeto à pé, mais conhecido como porta-foco, também será instalado”. Conforme o secretário, é importante lembrar que o porta-foco para pedestres indicará, com um alerta piscante no vermelho, quando o pedestre não deverá iniciar a travessia. Ele conclui ainda que se os testes com a nova sinalização apresentarem resultado positivo, a iniciativa poderá se expandir para outros pontos da cidade.

Mauro Júnio, da Diretoria de Jornalismo – Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Goiânia


70 novos: Ônibus com baixa emissão de poluentes circularão em 130 linhas

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Veículos também são equipados com elevador para embarque de cadeirantes e sistema inteligente de localização.

A partir de segunda-feira (04), começam a circular em Goiânia e região 70 novos ônibus da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) com emissão reduzida de poluentes.

A operação destes veículos, que são equipados com elevador para embarque de cadeirantes e sistema inteligente de localização, atenderá 130 linhas que a rede de corredores preferenciais da capital e linhas em Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Hidrolândia e Nova Fátima.

 A assessoria de imprensa da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) informa que estes veículos terão quatro câmeras de monitoramento que vão transmitir as informações, em tempo real, para a Central de Segurança de Transportes da RMTC e Secretaria da Segurança Pública de Goiás (SSP-GO). A rede de transporte coletivo já possui 640 câmeras instaladas em 160 ônibus.

 Os ônibus fabricados pela Mercedes Benz, utilizam combustível com aditivo Arla 32, agente líquido redutor de emissões de óxidos de nitrogênio. O aditivo, que chega a reduzir em até 80% as emissões de poluentes, é regulamentado pela Resolução 403, emitida pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Fonte: Jornal O Popular


Parque Lozandes: Vereadores criticam projeto que cria novo “Setor Bueno”em Goiânia

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Bairro repleto de arranha-céus, com trânsito caótico, poluição e problemas no abastecimento de água e energia pode se repetir com autorização para construção de prédio de mil apartamentos no Parque Lozandes

Até a década de 1990, o Plano Diretor de Goiânia não autorizava a construção de prédios com mais de cinco andares nos setores Marista e Bueno. Foi na administração do prefeito Nion Albernaz (1989-1992) que esta regra foi mudada, e a partir de então, arranha-céus tomaram conta do espaço urbano do alto do Setor Bueno, o “Bueninho”, com as consequências que se vê hoje: trânsito caótico, poluição e problemas no abastecimento e água e energia, com constantes cortes e vazamento de água e esgoto nas ruas do Bueninho.

Este mesmo quadro pode se repetir outra vez em Goiânia, desta vez nas proximidades do Paço Municipal. A denúncia é do vereador Elias Vaz (PSB), que informa que por meio de uma irregularidade, mil apartamentos podem ser construídos próximos ao Paço, em flagrante desacordo com o ordenamento urbano da região.

“Imagine um condomínio com nove torres residenciais de até 40 andares e que somam mais de 1.000 apartamentos. É praticamente um bairro inteiro. Imagine isso dentro de menos de 30 mil metros quadrados. Este empreendimento, o EuroPark, está prestes a ser construído no Parque Lozandes, próximo ao Residencial Alphaville, à Prefeitura e a outros órgãos públicos e em meio a vias longe das características próprias para adensamento dessa magnitude, de forma completamente irregular”, denuncia.

Elias Vaz relatou o absurdo no plenário da Câmara. Ele se deparou com o problema em documentos da própria Prefeitura de Goiânia. “Identificamos que o processo de aprovação de projeto e licença do prédio foi feito fora do prazo que determina a legislação. Trata-se de um vício de formalidade insanável. Não tem como esse empreendimento ser construído ali”, frisa.

Projeto é considerado inadequado por base

Deputados da base governista também consideram o projeto inadequado, mas eximiram-se de manifestarem-se publicamente. O motivo é que o processo relatado por Elias Vaz foi aberto no primeiro governo do prefeito Iris Rezende (PMDB). O processo foi iniciado no dia 11 de outubro de 2007, um mês depois de entrar em vigor o atual Plano Diretor (o início da validade é estabelecido no artigo 226 e ocorreu 90 dias após a publicação), que proíbe a construção deste tipo de edifício naquela região. Ou seja, para valerem regras anteriores ao atual Plano Diretor, a empresa deveria ter aberto o processo até 21 de setembro.

“Tocaram o projeto adiante com base em um decreto (176/2008) assinado pelo prefeito já em janeiro de 2008 e que adia por um mês os efeitos do Plano Diretor. Na prática, esse decreto está revogando os efeitos do Plano Diretor por um mês. Isso é um absurdo, não pode ser feito”, afirma Elias Vaz.

Há também a Lei complementar 204 de 2010 que prorroga para 22 de outubro de 2007 o prazo de validade dos empreendimentos protocolados quando ainda valia o Plano Diretor anterior. O vereador afirma que esta regra não se aplica ao EuroPark, já que ele foi protocolado em 11 de outubro de 2011 e o atual Plano Diretor está valendo desde 21 de setembro de 2007.

“Eu e o vereador Geovani Antônio (PSDB) proporemos as medidas que forem necessárias: de decreto legislativo a ação judicial, para evitar esta manobra para driblar o que determina o Plano Diretor de Goiânia”, afirma Elias Vaz. Ele anunciou que vai colher mais assinaturas para, por meio de decreto legislativo, cancelar o alvará que autoriza a construção dos prédios e para cancelar também o decreto que atropela o Plano Diretor. Geovani e o vereador Pedro Azulão Jr. (PSB) também usaram o plenário para reforçar a denúncia.

INVESTIDORES INTERNACIONAIS

“Não há o que discutir. O Diário Oficial com a publicação do Plano Diretor tem data de 21 de junho de 2007. Esta é a data que vale, é ela que está documentada. O alvará da construtora tem vício insanável e não há meio algum de permitir a construção de mais de 1.000 apartamentos no Parque Lozandes”, afirma.

O residencial EuroPark é um empreendimento da EuroAmérica, uma incorporadora com investidores internacionais e atuação em diversas áreas, desde venda de bebidas até a propriedade de canal de televisão. Os investidores têm prometido, também, investir na urbanização do Parque do Cerrado, localizado no entorno da prefeitura de Goiânia mas que até hoje não recebeu nenhum tipo de investimento público.

A reportagem do DM tentou contato com a empresa, para ouvir sua versão, mas, até o fechamento da edição, não obteve retorno.

Fonte: DM (Marcus Vinícius Especial para Cidades)


Ministério Público aprova criação da Faculdade da Polícia Militar

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O Projeto Educacional Faculdade da Polícia Militar (FPM), apresentado pela Fundação Tiradentes, foi aprovado nesta quarta-feira, 29, pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO). A aprovação veio da Curadoria de Fundações e Associações, cuja titular é a promotora de Justiça Marlen Gladys.

A FPM é uma iniciativa da Fundação Tiradentes, com o apoio do Comando-Geral da PM. O que se pretende, de forma pioneira, é estender ao ensino superior o nível de excelência dos 19 colégios militares de Goiás e utilizar os mesmos processos de disciplina de unidades federais como o Instituto Militar de Engenharia (IME), e o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Os conceitos da futura faculdade serão fundamentados em civismo, cidadania, interligação disciplinar em todos os períodos e produção científica precoce à serviço da sociedade.

Após a aprovação pela Curadora, o projeto será averbado em cartório e, mediante esses procedimentos, se torna público. Por outro lado, o mesmo já tramitava em Brasília no Ministério da Educação (MEC), órgão federal que regula as instituições de ensino superior (IES). Espera-se que o MEC faça sua primeira vistoria em julho próximo.

O Colégio Militar Vasco dos Reis, no Setor Oeste, vai ser preparado, com o aval da Secretária Estadual da Educação, Rachel Teixeira, para abrigar parte dos cursos. Um convênio está sendo analisado para este fim.  O Hospital do Policial Militar (HPM), mantido e administrado pela Fundação Tiradentes, também terá áreas adaptadas para abrigar parte dos laboratórios. A FPM dará grande incentivo à iniciação e pesquisa científica desde os primeiros meses.

A Fundação Tiradentes, que será mantenedora também da FPM, espera que a faculdade, que será privada, promova este ano ainda seu primeiro vestibular para ingresso no primeiro semestre de 2016. O pedido de autorização junto a MEC visa ofertar os cursos de graduação em Biomedicina, Enfermagem, Educação Física e Tecnólogo em Segurança Pública. Cursos de extensão e pós-graduações também serão oferecidos pela instituição já no início das suas atividades.

Antes de ser apresentado ao MP-GO, o projeto da IES foi aprovado pelo Conselho de Curadores da Fundação Tiradentes, no dia 15 de abril, com a presença da promotora Marlen Gladys. Na ocasião, ela chamou de “momento histórico” a decisão de criar a IES na mesma linha dos colégios militares.

Na reunião, o presidente da Fundação, Tenente-Coronel Cleber Aparecido Santos, enfatizou que a FPM vai cultivar uma formação centrada nos “valores humanos” e salientou que qualquer cidadão poderá concorrer às vagas através do vestibular.  Um sistema de bolsas de estudo está sendo avaliado para atender os beneficiários da Fundação Tiradentes, uma instituição do Terceiro Setor que, há 12 anos, presta assistência social aos policiais militares de Goiás na ativa, inativos e pensionistas, somando um público de aproximadamente 70 mil pessoas.

Fonte: tiradentes.org.br


Cais Garavelo fecha as portas em definitivo: UPA 24h do Buriti Sereno substituirá Cais

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O cais Garavelo será interditado a partir de amanhã (30). Pacientes serão transferidos para outras unidades. A população deve procurar o Cais Colina Azul, Nova Era e UPA 24h do Brasicon, até a inauguração da UPA 24h do Buriti Sereno, que substituirá o Cais.

Aparecida de Goiânia, 29 de abril de 2015 - O Cais do Setor Garavelo será interditado a partir das 18 horas do dia 30 de abril (quinta-feira) em cumprimento a decisão judicial requisitada pela superintendência regional do Trabalho e Emprego, em Goiás. A informação foi comunicada oficialmente à população, na manhã desta quarta-feira (29), pela secretária municipal de Saúde Vânia Cristina Oliveira, por meio de coletiva de imprensa realizada na própria unidade.

Com a interdição da unidade, a Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida (SMS) irá transferir todas as atividades, que eram realizadas no Cais Garavelo, para a Unidade de Pronto Atendimento 24 horas do setor Buriti Sereno, que será entregue em maio. Até a inauguração da UPA, os atendimentos de urgência e emergência serão realizados na UPA do setor Brasicon, no Cais do Colina Azul e no Cais Nova Era. A SMS vai colocar pelo menos mais dois médicos nessas unidades, além de enfermeiros, para atender a demanda extra.

“A partir das 18 horas começaremos a restringir os atendimentos no Cais Garavelo para que tenhamos condições de remanejar todos os pacientes que estão aqui para a outras unidades de emergência, até à meia noite”, esclareceu a secretária municipal de Saúde, Vânia Cristina.

A UPA do Buriti Sereno fica próximo ao setor Garavelo, cerca de dois quilômetros do Cais Garavelo, ou seja, a unidade terá condições de atender toda região. Além disso, a Unidade de Pronto Atendimento atenderá pacientes de alta complexidade, por ser uma unidade de porte 3, que segue os padrões determinados pelo Ministério da Saúde.

“A UPA terá capacidade de atendimento bem maior que o Cais, leitos mais estruturados e alas de reanimação. Enquanto isso, estamos orientando os pacientes a procurar nossas outras unidades de emergência, nenhum paciente ficará desassistido”, garantiu a secretária de Saúde, durante a coletiva de imprensa.

O fechamento do Cais foi solicitado, à Justiça, pela superintendência regional do Trabalho e Emprego de Goiás em setembro do ano passado. Desde então, a unidade estava realizando apenas atendimento de urgência e emergência. Segundo a SMS a Prefeitura recorreu da decisão por entender que a população não podia ficar sem atendimento, já que a UPA ainda estava em fase inicial de construção. A justiça deu o prazo até dia 30 de abril para a interdição da unidade, por isso, a interdição da unidade a partir desta quinta-feira (30).

Questionada sobre o que será feito com o Cais, Vânia Cristina explicou que o prédio será devolvido à administração municipal. “Este espaço do Cais é uma praça pública a atual gestão vai revitalizar todo o local, aproveitando o máximo da construção já existente, mantendo por exemplo o SAC”, explicou Vânia Cristina.

É importante lembrar a população, que os atendimentos dos casos com suspeita de dengue serão realizados provisoriamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Buriti Sereno, das 8 às 18 horas. Confira abaixo todos os endereços das unidades que atenderão a demanda do Cais Garavelo até a inauguração da UPA 24h do Buriti Sereno.

UPA -  A Unidade de Pronto Atendimento do Buriti Sereno está em fase de acabamento e será entregue até final de maio. São R$ 4,2 milhões de investimentos oriundos do governo federal e contrapartida da Prefeitura. O espaço está sendo construído nos mesmos moldes da UPA do Brasicon, entregue em 2012 pelo prefeito Maguito Vilela e o então Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

As Unidades de Pronto Atendimento realizam atendimentos de urgência e emergência de alta-complexidade, diretamente ligado ao SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Outra UPA está sendo construída no Parque Flamboyant, em Aparecida, e deve ser entregue ainda este ano.

Atendimentos de urgência e emergência serão realizados nas unidades: 

Cais Nova Era – Avenida São João, número 111, Jardim Nova Era, ao lado do Terminal Cruzeiro, Aparecida de Goiânia.

Cais Colina Azul -  Rua das Gaivotas, número 161, setor Colina Azul, ao lado do Laboratório Saúde, Aparecida de Goiânia.

UPA Brasicon - Avenida das Acácias esquina com Rua Chile, Setor Brasicon - Aparecida de Goiânia

UPA 24h Buriti Sereno -  Rua Barão de Mesquita, APM 8, próximo Fórum do Garavelo. Acesso pela Avenida Igualdade e Avenida Atlântica.

Atendimento para casos com suspeita de dengue:

UBS Buriti Sereno -  Praça Belmonte APM 8, quadra 13 A, Buriti Sereno, Aparecida de Goiânia.


Fonte: Prefeitura Aparecida de Goiânia


Hospital do Coração inaugura sua nova sede no segundo semestre de 2015

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O médico-cardiologista Aguinaldo Freitas Jr. informa no seu Facebook: “Quase pronto! No segundo semestre de 2015 inaugura-se o maior hospital especializado em cardiologia do Estado de Goiás. Orgulho de fazer parte desse grupo”. Trata-se da nova sede do Hospital do Coração, em Goiânia, no Setor Oeste, atrás do supermercado Pão de Açúcar e nas proximidades da Praça Tamandaré.

O Hospital do Coração tem entre seus cardiologistas Paulo César da Veiga Jardim, Gil Perini e Aguinaldo Freitas Jr.

Os médicos continuam atendendo na sede antiga, em frente à nova.

Fonte: Jornal Opção


Estado desapropria o primeiro imóvel para obra do VLT no Eixo Anhanguera

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O Estado desapropriou o primeiro imóvel para a implantação do VLT (trem sobre trilhos) no Eixo Anhanguera: o Edifício Don Rafael, de 30 apartamentos, próximo à Praça da Bíblia, por R$ 6 milhões, 20% do previsto para todas as desapropriações.

O prédio deverá ser demolido para reconstrução do terminal na Praça da Bíblia, considerado pequeno para atender à demanda do VLT. Mas esta desapropriação não é garantia de que a obra dos trilhos avançará neste ano. Há duas semanas o governo publicou o contrato com o consórcio vencedor da licitação, liderado pela construtora Odebrecht. A ordem de serviço, entretanto, deve ser assinada apenas no final deste ano ou em 2016, porque depende também de o Estado garantir contrapartida de quase R$ 900 milhões ao empreendimento.

O governador Marconi Perillo (PSDB) tem tratado do assunto com o ministro Joaquim Levy (Fazenda), mas o governo federal só deve autorizar o Estado a captar novos empréstimos depois de setembro.

Fonte: Giro/O Popular (Jarbas Rodrigues Jr.)


Mais obras para atrair investidor

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Santa Genoveva está nos planos de concessão, mas precisa de readequações para se tornar atraente

Na mira do governo federal para entrar na terceira rodada de concessão, o Aeroporto Santa Genoveva precisa passar por, pelo menos, três readequações, segundo especialista, para se tornar atraente a investidores privados: reforma do pátio interno das aeronaves, construção do viaduto da BR-153, principal acesso do novo terminal infraestrutural, e a implantação do sistema de pouso por instrumento.

O aeroporto de Goiânia, mais os de Recife, Fortaleza e Vitória estão nos planos do governo federal para serem concedidos, ainda sem data prevista, à iniciativa privada. Nos próximos dez dias, antes da viagem à Europa para as comemorações do aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial, a presidente Dilma Rousseff deve anunciar o pacote de concessões de outros três aeroportos - Porto Alegre, Florianópolis e Salvador, além de quatro rodovias e um trecho de ferrovia. Este hiato entre um pacote de concessão e outro é para não derrubar os preços dos ativos.

Capacidade

Uma vantagem apontada pelo professor de direito aeronáutico da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Georges Ferreira, é que, anualmente, o Aeroporto de Goiânia vem elevando a demanda de passageiros. Nos últimos cinco anos, a procura subiu 43% (veja quadro).

Mas, conforme ele, nem mesma a finalização das obras de infraestrutura do novo terminal, prevista para novembro, quando terá a capacidade ampliada para 6,3 milhões de passageiros anuais, sozinha, será suficiente para atrair a iniciativa privada.

O professor acredita que precisa ser feito um estudo mais avançado. O aeroporto carece de um sistema de pouso por instrumento. Sem ele, as operações ficam limitadas. “Principalmente para dar suporte ao aeroporto de Brasília”, diz. Fortes chuvas que impeçam a visibilidade horizontal abaixo de 150 metros obrigam que aeronaves retornem para Belo Horizonte (MG) ou São Paulo (SP).

Georges Ferreira conta que o pátio onde estacionam as aeronaves para o desembarque de passageiros precisa passar por reforma para suportar aeronaves de maior porte. “Aquele terreno não suportaria, seria necessário um pátio de maior tonelagem”, diz. Por último, enumera a construção de um viaduto para dar acesso à entrada do novo terminal de passageiros.

Na opinião de Georges Ferreira, a implementação do sistema de pouso por instrumento e a reforma na pista dependem da avaliação de alguns órgãos federais, mas são absolutamente viáveis. Inclusive, exige certificado da própria Internacional Air Transport Association (IATA), cujas exigências devem ser garantidas em caso de voos internacionais. “Após tudo pronto, os certificados podem sair entre um e três meses.”

Fonte: Jornal O Popular


Obras complementares do aeroporto de Goiânia foram iniciadas

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Desde a semana passada, as obras do pátio, pistas de taxiway e estacionamento de automóveis foram iniciadas, dando início assim, a uma nova etapa nas obras do novo terminal de passageiros do aeroporto de Goiânia.

É possível observar, durante o dia, diversos caminhões e máquinas realizando o trabalho de limpeza do mato que se apossou do terreno, além de serviços de terraplanagem. Conforme anunciado pela Infraero e o Governo Federal, pretendem inaugurar todo complexo aeroportuário em novembro de 2015, porém funcionando parcialmente. Pela previsão, apenas em março de 2016 que a obra estará 100% finalizada.

Fonte: Gyn Online


Com investimento de R$ 2,2 mi, rede americana anuncia unidade em Goiânia

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Notícia foi divulgada pelo governo de Goiás

A rede americana de lanchonetes Johnny Rockets anunciou investimento de US$ 750 mil (cerca de R$ 2,2 milhões) na abertura de sua primeira loja em Goiás.

A informação, que está na coluna Mercado Aberto, do jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira (27/4), foi divulgada pelas redes oficiais do governo de Goiás. A previsão é de que a unidade seja inaugurada até outubro deste ano em um shopping da capital.

O Estado integra o portfólio de investimentos da empresa neste ano. Apesar do período de recessão da economia brasileira, segundo informações da coluna, a rede abrirá três unidades em São Paulo até o fim de maio e mais uma no Rio de Janeiro.

A rede, criada em 1986 em Los Angeles, Estado da Califórnia, é conhecida nos Estados Unidos por oferecer jukebox individual, pelo clima animado entre os garçons, que em algumas ocasiões dançam ao som de Elvis Presley e companhia, e pelas opções de milkshakes.

Fonte: A Redação


Prefeitura mantém prazos de entrega do Macambira Anicuns

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Chuvas não atrapalham construção de uma das maiores obras públicas da capital. Prefeito exige trabalho nos finais de semana

O Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama) não deve sofrer alterações nos prazos de entrega, apesar das chuvas na Capital. É o que prevê a Prefeitura de Goiânia, que tem articulado uma série de intervenções na Capital – como a revitalização da Praça Cívica e a implantação do BRT.

As equipes têm trabalhado até mesmo nos finais de semana e também feriados, conforme orientação do prefeito Paulo Garcia. Com investimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o projeto inclui a criação do Parque Linear com 24 quilômetros e abrangência em 132 bairros da Capital e dois Parques Ambientais Urbanos.

A proposta central do projeto Macambira Anicuns é oferecer qualidade de vida aos moradores de diversos bairros da Capital. Desta forma, pistas de caminhada e ciclismo, academias ao ar livre, espaços para exposições culturais, quadras poliesportivas e de artesanatos serão instalados no município.

Conforme a Prefeitura de Goiânia, o projeto deve ser um dos maiores parques lineares da América Latina. A primeira etapa foi licitada e as obras estão em andamento.

Neste primeiro trecho, ocorrerão intervenções no Jardim Atlântico, Jardim Vila Boa, Loteamento Faiçalville, Residencial Privê Atlântico e Vila Rosa, Loteamento Celina Park, Residencial Granville, Setor Novo Horizonte e Vilage Veneza) e parte do Setor 2 (Conjunto Cachoeira Dourada e Residenciais Aquários I e II).

PRAZO

A previsão é de que o conjunto total de obras do primeiro trecho seja finalizado em setembro de 2016. O Parque Ambiental Macambira (PAM), no Setor Faiçalville, por sua vez, será entregue em setembro deste ano.

Fonte: DM


Goiânia ainda no escuro: Lâmpadas só de baixa potência

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Mais de um mês após fim de contrato com empresa, ainda falta material para secretaria trabalhar

Um mês e 14 dias depois do rompimento do contrato da Prefeitura de Goiânia com a Luz Urbana Engenharia, empresa que administrava a iluminação da capital, por recomendação do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), a Secretaria Municipal de Obras (Semob) tenta reverter a situação de breu pela qual passam muitas vias da capital. No entanto, a secretaria esbarra em falta de material. Não há lâmpadas suficiente para atender toda a demanda.

Atualmente, grande parte do material disponível é de 70 watts (w). Esse padrão de iluminação atende apenas as ruas vicinais e avenidas secundárias. Para as avenidas maiores e principais vias da cidade, são necessárias lâmpadas com maiores potências. As principais avenidas utilizam potências de 250w, enquanto os maiores corredores funcionam com potência de 400w. Ambas em falta e ainda sem prazo para que a prefeitura adquira o material.

A situação está tão complicada que, nas proximidades da Alameda das Rosas, no Setor Oeste, apareceu uma placa pendurada em um poste. “Socorro. Lâmpada Queimada há 6 meses”, diz o anúncio. Morador da Rua 1, o servidor público Euler Filho afirma que a placa é um alerta tanto para a população quanto para os gestores. Reportagem publicada no POPULAR no dia 2de abril mostrou que frequentadores da pista de cooper do Lago das Rosas se tornaram alvo fácil para bandidos. “A iluminação precária piora o quadro. Acho que todo morador já reclamou do problema. A placa é mais um alerta”, diz.

Em Campinas, na região oeste da capital, a iluminação urbana é precária como nos outros dois pontos. Postes da Rua Jaraguá estão sem luz e a Avenida Ceará, nas proximidades da Avenida 24 de Outubro, vive na penumbra. Comerciantes da região reclamam que o problema deixa a região insegura e aumenta o risco de assaltos. Funcionários relatam que ficam amedrontados, principalmente após o fim do horário de verão, quando escurece mais cedo.

Troca única

As lâmpadas dos postes da Rua C-139, no Jardim América, em Goiânia, não funcionavam há pelo menos dois meses e não era por falta de reclamação. A advogada Larissa Mendes, de 25 anos, moradora da vizinhança, avisou à Prefeitura, pelo telefone 156, e foi atendida. O problema, segundo a moradora, é que os técnicos da Semob trocaram apenas uma das lâmpadas. O restante continuava apagado. Ontem, após contato da reportagem, as demais foram trocadas. Apenas uma estava apagada. As ruas próximas, praça e avenidas, no entanto, continuam no escuro, sem solução próxima. “A escuridão é completa. Minha casa foi invadida três vezes por bandidos”, diz a advogada.

Fonte: Jornal O Popular (Cristiano Borges)


Goiânia: Este é nosso cartão-postal?

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Importante símbolo da capital, o Viaduto João Alves de Queiroz encanta quem o vê ao longe. De perto, porém, o que salta aos olhos é o abandono e o descaso em sua manutenção

Fotos: 










Fonte: Jornal O Popular


Concurso: Com vagas para Goiânia, Inmet abre seleção para 242 oportunidades

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Inscrições até 19 de maio. Salários chegam a R$ 11,9 mil

Divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a retificação do edital 1/2015, sobre concurso público para provimento de cargos do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A responsabilidade é da organizadora CONSULPLAN e as 242 oportunidades oferecidas se distribuem entre as carreiras de Pesquisa em Ciência e Tecnologia e Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia, nos níveis médio e superior.

Inscrições
Começam as inscrições às14h do dia 20 de abril e terminarão às 23h59min do dia 19 de maio de 2015, podendo ser feitas no site www.consulplan.net. Será permitida ao candidato a realização de mais de uma inscrição, desde que seja para para cargos/especialidades e turnos distintos de aplicação das provas.

As taxas de inscrição cobradas são de R$ 45,00 para os cargos/especialidades de nível superior; e, de R$ 22,50 para os cargos/especialidades de nível intermediário. Atenção: o pedido de isenção da taxa de inscrição deverá ser realizado no período entre 20 a 23 de abril de 2015.

Cargos
As vagas para a carreira de Pesquisa em C&T (nível superior) estão distribuídas entre as especialidades de: Meteorologia, Estatística, Hidrologia, Ciência da Computação, Sensoriamento Remoto e Agronomia. Para a carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em C&T de nível superior, as chances são para as especialidades de: Analista Meteorologia, Analista Telecomunicações, Analista Estatística, Jornalista, Advogado, Publicitário, Administrador, Contador, Economista, Meteorologista, Analista TI e Engenheiro. O vencimento inicial para esses cargos pode ser de até R$ 11.993,69.

Já para profissionais de nível médio, são oferecidas vagas nas especialidades de: Auxiliar de Meteorologia, Assistente TI, Técnico em Contabilidade, Técnico Administrativo, Técnico em Meteorologia, Técnico em Informática, Técnico Laboratório, Técnico em Eletrônica e Técnico Operador. O vencimento inicial pode chegar a R$ 3.700,90.

Goiânia
Goiânia está entre as cidades que oferecem vagas, com a carga horária de todos os nomeados será de 40 horas semanais, além de Goiânia, está Brasília – DF (sede do INMET), Manaus (AM), Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT).

O concurso público consistirá de exames de habilidades e conhecimentos, mediante aplicação de provas objetivas de múltipla escolha e discursivas para todos os cargos/especialidades, de caráter eliminatório e classificatório. Também haverá avaliação de títulos, de caráter somente classificatório.

As provas objetivas e discursivas serão aplicadas provavelmente no dia 28 de junho de 2015 (domingo), com duração de quatro horas, em dois turnos, conforme o cargo a que se concorrer. Os candidatos devem ficar atentos, pois as informações referentes à data, ao horário e ao local de realização das provas (nome do estabelecimento, endereço e sala) e cargo/especialidade, assim como orientações para realização das mesmas, estarão disponíveis, a partir do dia 17 de junho de 2015, no site da Consulplan.

As etapas seletivas serão aplicadas nas seguintes capitais de lotação mencionadas acima e os locais de realização das provas, para os quais deverão se dirigir os candidatos, serão divulgados a partir de 10 de junho de 2015 no site da organizadora.

Fonte: Jornal O Hoje


Concurso: Edital deve ser lançado ainda neste semestre

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A decisão do governador gerou descontentamento entre os excedentes do concurso de 2012

O concurso público para novos policiais militares em Goiás, definido pelo governo como medida para segurança em Goiás, terá seu edital publicado possivelmente ainda no mês de maio. Ao todo serão disponibilizadas 1.500 vagas, para ocupar as ruas de Goiânia em substituição aos policias do Serviço de Interesse Militar Voluntário Especial (Simve), que foram retirados do patrulhamento por decisão do Superior Tribunal Federal (STF), que o decretou como inconstitucional.

A Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan), por meio da Escola de Governo Henrique Santillo, constituiu para definir as questões referentes ao concurso, a Comissão Especial do Concurso Público e Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a Polícia Militar de Goiás (PM). Na segunda reunião realizada, a Comissão, formada por servidores da pasta e da Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO), está sendo agilizado os preparativos para o lançamento do edital.

Segundo a Comissão Especial para o concurso da PM, serão oferecidas vagas para o cargo de Soldado 3ª Classe, que depende de aprovação de lei própria de criação deste cargo. Durante a reunião foi definido um cronograma interno para que os membros da Comissão levantem algumas informações que deverão constar no Termo de Referência do Concurso, para posterior contratação da instituição que executará o certame.

Já o Edital do Processo Seletivo Simplificado (PSS), para contratação de servidores em cargos de auxiliar e assistente administrativo deverá ser publicado ainda também no próximo mês. Para este processo serão oferecidas 250 vagas para auxiliar de gestão administrativa, de nível fundamental e 750 vagas para assistente de gestão administrativa de nível médio. A Comissão ainda está definindo as faixas salariais destes cargos. Para a realização do PSS é necessário também a publicação de Decreto do governador de criação das vagas.

O secretário de segurança pública, Joaquim Mesquita, espera que os novos policiais militares que vão ser aprovados no concurso, estejam nas ruas até no máximo o final do próximo ano.

Proposta

A decisão do governador gerou descontentamento entre os excedentes do concurso de 2012. Eles foram responsáveis por um acampamento de mais de 50 dias em frente ao Palácio Pedro Ludovico. Na época a contratação dos policiais temporários era questionada pelo movimento, que pediu a convocação do excedente à Justiça.

O promotor de Justiça do Minsitério Público (MP-GO) Fernando Krebs, enviou nesta última quarta-feira (22), uma proposta de acordo à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em uma tentativa para fazer com que os concursados do cadastro de reserva da Polícia Militar sejam nomeados. O documento foi divulgados pelo promotor em sua rede social.

No documento, Krebs pede ao procurador-geral do Estado, Alexandre Eduardo Felipe Tocantins, que faça a convocação e nomeação dos concursados para que eles façam a substituição dos ex-soldados temporários do Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (Simve), já que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a saída dos 2.400 soldados do Simve.

“Realizar um novo concurso público demanda muito tempo, por isso a opção de nomear o cadastro de reserva, além disso, um novo concurso é uma medida custosa e lenta”, explica o promotor. “O Estado nega que eles atingiram a nota para serem convocados, mas atingiram sim”,completa Fernando Krebs. De acordo com o promotor, após o envio do documento à PGE, o próximo passo, é ver com o Estado se aceitará ou não o acordo proposto.  (Jéssica Torres)

Fonte: Jornal O Hoje


“Andar de bicicleta é coisa de pobre”: uma prova do atraso na mentalidade do brasileiro (e do goiano)"

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Pelo bem do trânsito em Goiânia, é preciso que a administração municipal siga o exemplo de São Paulo e abra espaços para que as pessoas tenham coragem de se tornar ciclistas

Dias atrás, da mesa de trabalho da Câmara de Goiânia, da qual é presidente, o vereador An­selmo Pereira (PSDB), em tese “representante do povo” e também dos interesses dos “representantes do povo”, participava de uma discussão sobre a eventual instalação de uma Comissão Especial de Inves­tigação (CEI) sobre o transporte público de Goiânia. Djalma Araújo (SD) sugeria que os vereadores visitassem os terminais e avaliassem a qualidade do serviço. Foi quando, segundo testemunhado pelos presentes ao plenário e publicado no jornal “O Popular”, Anselmo disse: “Faço qualquer coisa, menos andar de ônibus. Fiz isso muito quando jovem e pobre e criei psicose. Hoje não entro num (ônibus) nem se me pagarem.”

Quem estava presente disse que a fala foi em tom de brincadeira. Coisa do estilo Anselmo Pereira de ser. E não há motivos para achar o contrário, até porque, do lugar que ocupa seria estultice afirmar tal coisa senão com tom irreverente. Por outro lado, existe a consagrada expressão, que agrada bastante especialmente aos psicanalistas, segundo a qual toda brincadeira tem um fundo de verdade. Dessa forma, todo enunciado, mesmo aquele dito de forma aparentemente descompromissada, só pode ter algum efeito de sentido se tiver alguma conexão com a experiência. Só assim se pode “entender a piada”.

Mesmo se foi brincadeira, algo sem querer querendo, Anselmo Pereira representou um elitismo que, de fato, existe. No Brasil há a ideia atrasada, que em Goiás atinge um nível notadamente mais profundo, de que utilizar transporte coletivo é algo destinado a quem não tem dinheiro para comprar um veículo particular. É bem verdade que esse discurso em Goiânia acaba ganhando força por conta da péssima qualidade do serviço, mo­tivo de revoltas constantes dos usuários. Mas a ditadura da cultura do motor faz com que o mesmo valha também para quem se aventura a andar de bicicleta em cidades que são totalmente hostis aos ciclistas.

É o caso da capital goiana. Ironica­mente, um olhar sobre o relevo goianiense deixa bem claro: 99% das vias da cidade são amplamente favoráveis ao uso da bicicleta como meio de transporte. Não há ladeiras intransponíveis, não há morros que impeçam o trânsito em duas rodas. O forte calor em algumas épocas do ano, esse sim, poderia ser um empecilho, mas nada que não tenha como ser contornado com alguma criatividade.

Mas o fato é que, ironicamente, em uma cidade plana e onde durante praticamente metade do ano as chuvas são escassas — molhar-se seria outro incômodo para pedalar —, não há espaço para bicicletas em Goiânia. Ou elas se arriscam em meio aos carros ou disputam as calçadas com os pedestres. Em extensão, a quilometragem de ciclovias na cidade não chega hoje a sete quilômetros, somadas as extensões dos únicos dois trechos existentes, nas avenidas Universitária (setores Centro e Uni­versitário) e na T-63 (trecho entre Parque Anhanguera, Jardim América e Setor Bueno). Ressalte-se que uma das promessas mais memoráveis da “Goiânia Cidade Sustentável” que serviu de plataforma para a reeleição do prefeito Paulo Garcia (PT) foi dispor a capital com mais de cem quilômetros de ciclovias até 2016.

Passaram-se dois anos e meio desde as promessas de campanha, o prazo está cada vez mais apertado e o ciclista continua desrespeitado, sem qualquer espaço a­dequado. Ele já nem espera mais por ci­clo­vias: uma faixa exclusiva, pintada no solo em cor destacada, já ajudaria bastante.

São Paulo banca o ciclista

É o que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, petista como Paulo Garcia, tem feito. Ele encarou o complexo desafio político de enfrentar o estigma antipedal que existe no Brasil. Como Paulo Garcia, Haddad também prometeu bastante espaço para ciclistas (400 quilômetros). Diferentemente do colega goianiense, entretanto, já implementou metade disso.

Apesar de servida com linhas de metrô e trem, a maior cidade do País é também a com maior problema de mobilidade. As centenas de quilômetros de congestionamento se tornaram marca da paisagem paulistana tanto quanto a garoa — em tempos de crise hídrica, aliás, é quase uma perversa substituta.

Como em qualquer ação para mudança de cultura, é preciso enfrentar preconceitos e resistências. Algo que não é fácil, especialmente para políticos. Nesse sentido, tem sido louvável a determinação do prefeito em abrir ciclofaixas no complicado trânsito da metrópole. Como dois corpos não ocupam o mesmo espaço, para dar lugar às bicicletas foi preciso reduzir a área de locomoção dos motoristas. Foi o que bastou para uma enxurrada de críticas.

A principal é de que as ciclofaixas da cidade estão vazias. “Tem mais gente andando no deserto do Saara do que nas ciclovias”, provocou o historiador Marco Antônio Villa, em uma entrevista. Haddad respondeu categoricamente: “Perguntei ao prefeito de Bruxelas, de Nova York, de Buenos Aires: o que vem primeiro, a ciclovia ou os ciclistas? Todos foram unânimes: primeiro vem a malha cicloviária, porque sem segurança no trânsito as pessoas não se arriscarão a usar bicicleta.”

Goiânia, se quiser mudar a relação de dominância do automóvel em relação aos demais meios de transporte, vai ter de ir pelo mesmo caminho: cortar espaço dos carros, já que estes já se beneficiaram da redução de calçadas em várias vias. Para uma visão moderna e saudável de cidade, é preciso fazer agora o movimento contrário: dar vez ao transporte coletivo, ao pedestre e ao ciclista. Justamente aqueles que o elitismo trata hoje como párias do sistema de mobilidade. Quem sabe, para daqui a algum tempo, um vereador não se sentir envergonhado se tiver de andar de bicicleta ou de ônibus.

Pedaladas pelas ruas como empreendimento

Se andar por Goiânia de bicicleta para simples deslocamento já é tarefa difícil, imagina fazer das ruas um ganha pão com um serviço de entrega de encomendas movido a pedaladas? Foi a isso que se propôs Ruy Loyola Carvalho há quatro anos, quando fundou a DeBike Courier. Cicloativista, ele pensou em uma empresa sobre duas rodas e sem motor depois de uma “experiência positiva” de seus pais na Europa e de contatos em São Paulo com quem tinha planos de empreendimento semelhantes ao seu.

Desde maio de 2011, a DeBike Courier pedalou, na estimativa de Ruy, pelo menos 283 mil quilômetros pelas ruas de Goiânia. Durante esse tempo e percorrida toda essa distância, um saldo positivo: apenas três acidentes, nenhum deles grave. Uma média nada ruim de mais de 94 mil quilômetros por ocorrência.

Mas, apesar das estatísticas favoráveis a seu negócio, Ruy Loyola — que hoje divide a empresa com três sócios — não considera as ruas da capital um ambiente seguro. “Falta muito respeito ao ciclista, que para muitos é invisível.” Ele considera que o número baixo de acidentes se deve ao fato de seus trabalhadores (hoje são quatro) serem treinados e usarem todos os equipamentos de segurança — até mesmo um apito, que é usado como a “buzina” do ciclista. “Quando se está de capacete, roupa adequada e uma bicicleta devidamente sinalizada, há um olhar diferente dos condutores motorizados. Quem não está equipado é rebaixado a ‘bicicleteiro’ nas ruas.”

Ruy Loyola diz que desde que começou os trabalhos na empresa se locomove apenas de bicicleta. Só de casa à sede são dez quilômetros de percurso. “Faço tudo de bike: vou ao banco, saio para almoçar, visito clientes.” Corroborando a ideia de que quem se locomove dessa forma é tratado culturalmente como um “menor”, ele percebeu desde o início reações desconfiadas. “Ao ver o diretor chegar de bicicleta para uma reunião de negócios, pensavam que a empresa estava quebrando”, conta.

Ao contrário, a DeBike Courier vai bem. Não faz serviço para particulares. Com quatro bicicletas pela cidade, tem 15 contratos de serviços. Entre os clientes, construtoras, agências de publicidade, empresas de tecnologia e do ramo alimentício. Transporta mercadorias com carga de até 7 quilos e proporciona economia de até 30% em relação ao serviço de motoboy. “Fazemos tudo que se faz de moto faz, mas com preço mais barato e o fator responsabilidade socioambiental, que pode contar muito para a imagem do cliente.”

Fazer dinheiro com um serviço de bicicletas é, com certeza um modo bem interessante de observar o que pode se extrair de mobilidade pelas ruas. Há outros, igualmente criativos, embora não necessariamente financeiramente rentáveis. No caso do poder público, é preciso lucrar em termos de sustentabilidade. Será que a administração municipal, com um ano e oito meses pela frente, terá coragem para enfrentar o desgaste de tirar espaço dos automóveis e motos para dá-lo aos ciclistas?

Análise: Goiânia merece ciclismo seguro como opção para deslocamento. Que a Prefeitura cumpra seu compromisso

Com o carro na oficina por um bom período, restaram para mim três alternativas para o deslocamento entre a residência, no Conjunto Itatiaia, e a sede do Jornal Opção, no Setor Marista, distantes 12 quilômetros entre si: carona, ônibus ou bicicleta. Na primeira, dependeria da disponibilidade de amigos; na segunda, de encarar as demoras do transporte coletivo; a terceira, apenas de uma bicicleta em bom estado e algum esforço físico.

Descartei totalmente a segunda opção – no fim, seria a mais demorada de todas, e contando só a viagem em si –, encaixei a primeira nas vezes que isso pôde ocorrer e optei por encarar o trecho também pedalando. A primeira coisa a fazer: perguntar na empresa se teria possibilidade de tomar um banho ao chegar. Depois, organizar as coisas na mochila para então pedalar.

Primeiramente, é preciso dizer: mesmo sob o sol da tarde, é uma sensação agradável poder se deslocar de modo relativamente rápido e com a própria força do corpo. Assim como no carro, também há uma posição de autossuficiência, mas noutro sentido — não o de estar em uma máquina poderosa, mas o de ser a própria. Nada mais que uma sensação, que passa logo quando se percebe o perigo que cerca o ciclista.

Sem espaço próprio para se deslocar, é preciso triplicar a atenção. Diz um amigo que o segredo para o ciclista goianiense é ter o máximo de olhos possível, inclusive na nuca. É verdade: é preciso se preocupar com o que vem pela frente, mas sem se esquecer do que acontece atrás. Um fato interessante é perceber que boa parte dos acidentes envolvendo ciclistas, senão a maioria, podem acontecer não por conta de outro veículo, mas por deficiência da via. Basta encarar uma rua recheada de buracos, algo infelizmente comum em Goiânia, para ter esse “insight”.

Outra questão: em certas situações, como na passagem pelo Centro da capital, fica praticamente impossível ao ciclista obedecer às regras de trânsito. Para garantir a sobrevida, ele é impelido a ocupar as calçadas, já que o fluxo de carros e o perigo de uma porta se abrir à sua frente é algo assustador. Assim, acabo entendendo o medo de uma amiga que comprou uma bicicleta elétrica, mas foi tomando trauma de usá-la pela cidade — é que o risco de acidente se multiplica em determinadas situações.

Por outro lado, é impressionante como o tempo de deslocamento acaba sendo menor do que se a viagem fosse feita de ônibus: são pouco mais de 40 minutos, no total, mesmo sem forçar a barra e respeitando os sinais fechados. Impressionante pensar que, se o deslocamento fosse em horário de pico, às 18 horas, provavelmente eu chegaria mais cedo ao destino do que se estivesse de carro, mesmo percorrendo 12 quilômetros.

As autoridades de Goiânia precisam fazer um pacto pela mobilidade, e já faz tempo. Não há nada mais sustentável para se fazer em curto prazo e salvar o slogan de campanha da atual gestão. Talvez seja mais difícil politicamente do que tecnicamente implantar ao menos faixas exclusivas para ciclistas (as ciclofaixas), já que assegurar seu espaço em ciclovias de fato parece ser algo mais dispendioso e demorado. Para executar, é preciso começar e enfrentar as críticas, que serão muitas. Fernando Haddad resolveu topar a parada em São Paulo e deixará um legado importante se mantiver a firmeza no propósito, ainda que possa comprometer a própria reeleição. Paulo Garcia nem com outro mandato precisa se preocupar. Está na hora de fazer. E é preciso fazer.

Fonte: Jornal Opção


Fim da novela: Concessionária assume despesas com iluminação de trecho da BR-153

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Agetop deixa de arcar com custos da rodovia

A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) informou através de comunicado, na última sexta-feira (17/4), que o pagamento da conta de energia da iluminação da BR 153 será assumido pela Concessionária Triunfo/ Concebra, que administra a rodovia.

O trecho em questão fica entre Goiânia e Aparecida de Goiânia. Segundo a reportagem de A Redação informou anteriormente, a BR estava sem iluminação desde meados do mês de março. A conta de luz, que custa cerca de R$ 70 mil mensais, era paga pelo governo de Goiás.

No entanto, obedecendo determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Agetop não pôde mais arcar com os custos e tenta, desde agosto de 2014, transferir o pagamento para a Triunfo.

Fonte: Jornal A Redação


PAC desacelera em Goiás

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De oito contratos analisados no Estado, três estavam paralisados e cinco atrasados. Ampliação e melhoria do sistema de esgoto com recursos do PAC, no Residencial Aruanã: há quase um ano paralisadas

Morador há 15 anos da Avenida Marginal Leste, no Residencial Aruanã, em Goiânia, o motorista Márcio Antônio Chaves, de 47 anos, e seus vizinhos, sonham ter o benefício da rede de esgoto. Todas as casas do bairro, que fica na divisa com Senador Canedo, ainda utilizam fossa para o descarte de dejetos. Do outro lado da rua, em uma área de proteção ambiental, uma placa informa: Ampliação e Melhoria do Sistema de Esgoto Sanitário de Goiânia, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. O problema é que as obras estão paradas há quase um ano.

O motorista nem se lembra quando viu algum trabalhador no local. Apenas encara todos os dias um enorme buraco com água acumulada no terreno. A placa ainda informa que o início da obra foi em 31 de outubro de 2013, com previsão de término em 36 meses. No entanto, as valas para as tubulações nem foram cavadas e os tubos que serviriam para escoar o esgoto estão acima da terra, à mercê do tempo. “O pior é que, com o acumulo de água no buraco, ele vira um criadouro de mosquito da dengue”, diz.

Quadro geral

Auditoria no programa de água e esgoto do Ministério das Cidades, aprovado no mês passado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), demonstra que Goiás acompanha o quadro geral do Brasil.

Das oito obras analisadas assinadas no fim de 2013, pelo relatório no Estado, três estavam paralisadas e, as outras cinco, atrasadas. No País, foram analisados 491 contratos, dos quais 283 (o que representa 57,6% do total) eram de obras paralisadas, atrasadas ou não iniciadas.

A Ampliação e Melhoria do Sistema de Esgoto Sanitário de Goiânia consta, desde 2014, junto com a Implantação do sistema de esgotamento sanitário da margem esquerda do córrego Anicuns e Caveirinha, como paralisadas. As principais razões apontadas pela auditoria são a deficiência dos projetos de engenharia no Brasil, problemas nas licitações e contratos e o repasse de recursos pelo Ministério das Cidades.

Com o valor total de R$ 45,9 milhões previstos pelo PAC por meio de quatro contratos, a implantação do esgoto em Goiânia se arrasta. Entretanto, no levantamento da Saneamento de Goiás (Saneago), responsável pelas obras no Estado, ela consta como “em andamento” - isso sem maiores explicações de por que motivo estão de fato paradas.

No caso da implantação do sistema do Anicuns, a Caixa relata que a empresa contratada não concordou com a determinação de ajustar os valores de Bonificação e Despesas Indiretas (BDI). Preços de serviços e materiais também estavam acima do valor de referência. Desta forma, a obra ficou sem liberação de recursos de setembro de 2010 a abril de 2012.

Ainda assim, após receber pelos serviços já realizados, “a empresa executora fez um levantamento dos preços e serviços que faltavam para concluir a obra e chegou à conclusão que seria inviável prosseguir com as mesmas condições da proposta inicial”.

283 contratos no País, 57,6% do total, eram de obras paralisadas, atrasadas ou não iniciadas.



Prefeitura tem a menor taxa de investimento em comparação às cidades de seu porte

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Com tantos problemas financeiros, acaba se tornando um tanto óbvio que não sobram recursos para que a Prefeitura de Goiânia faça investimentos. Porém, é necessário analisar a questão: de acordo com informações de 2013 — últimas disponíveis — do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Bra­si­leiro (Siconfi), do Tesouro Nacio­nal, Goiânia tem 2,95% de sua receita aplicados em investimentos, algo aproximado de R$ 95 milhões. Um valor pequeno perto da receita naquele ano — R$ 3.202 bilhões — e do valor gasto com a folha de pagamento — R$ 1.63 bilhão.

Esse valor pode ser explicado pelo fato de a despesa ter sido R$ 154 milhões superior à receita, mas não justifica, por exemplo, Goiânia ter a menor taxa de investimento entre quase todas as capitais e menor que todas as cidades de seu porte populacional. Cidades como Belém (PA), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Curitiba (PR), que têm uma média de população semelhante a Goiânia, investem mais: Belém (8,48%), Porto Alegre (11,54%), Recife (15,15%) e Curitiba (4,79%). Guarulhos, município do interior de São Paulo com população de 1,2 milhão, está à frente da capital goiana com 6,16% de investimentos. Cidades pouco maiores também: Manaus (9,59%) e Belo Horizonte (14,46%)

Entre as capitais

Usando ainda os dados do Tesouro Nacional, na comparação com as demais capitais, apenas Maceió (AL, 1,11%), Salvador (BA, 2,32%), São Luís (MA, 2,79%) e Porto Velho (RO, 1,04%) têm percentuais menores. Todas as outras investem mais, inclusive Palmas (TO, 7,49%), que tem uma receita quase quatro vezes menor que Goiânia e uma população que pode ser comparada, em números, à de Anápolis.
Florianópolis (SC), por exemplo, cidade com pouco mais de 420 mil habitantes e um PIB de R$ 9.8 bilhões — Goiânia tem 1 milhão e 300 mil e um PIB de R$ 24.4 bilhões — investe quase o dobro: 5,63%. Em média, os percentuais estão sempre acima dos 5%: Aracaju (SE, 6,21%), Boa Vista (RR, 4,89%), Fortaleza (CE, 7,99%), Vitória (ES, 6,75%), João Pessoa (PB, 4,09%), Macapá (AP, 3,72%), Rio Branco (AC, 11,35%), Rio de Janeiro (RJ, 14,12%), São Paulo (SP, 7,58%), Teresina (PI, 5,09%). A única capital cujos dados não estão disponíveis é Natal (RN).

No Centro-Oeste

No Centro-Oeste, Goiânia é a que menos investe entre as grandes cidades. Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), cujas populações não chegam a 800 mil habitantes, dão mais atenção ao setor: 8,41% e 2,96%, respectivamente. Em comparação com as outras duas maiores cidades de Goiás, Goiânia também fica atrás. Anápolis investe 7,46% de sua receita em melhorias; Aparecida de Goiânia aplica 20,52%.

Isso significa que as outras prefeituras investem muito? De maneira alguma. De modo geral, a parte das receitas das capitais aplicada em investimentos está muito aquém do que as cidades necessitam. Até porque Goiânia, embora invista menos em melhorias para a cidade, tem uma receita, em média, maior que a maioria.

Contudo, é necessário entender que o cuidado com investimentos demonstra a preocupação da administração com o futuro da cidade, que é um organismo vivo e demanda melhorias constantes. O que consiste em investimento? Os últimos claramente realizados pela Pre­feitura foram os viadutos do cruzamento da Marginal Botafogo com a Rua 88, no Setor Sul.

Mas o setor público investe também quando compra novos equipamentos para o atendimento da saúde, ou propicia melhores condições de trabalho para os professores, por exemplo. A Prefeitura de Goiânia tem feito isso? Se tem, não divulga. Até porque uma boa parte dos servidores municipais está em greve.

Fonte: Jornal Opção


Contas da Prefeitura de Goiânia ajudam a entender sua crise

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Jornal Opção analisou a situação econômica da administração nos últimos anos para compreender porque a cidade está praticamente parada

Nos últimos dois anos, Goiânia tem experimentado períodos de crise: lixo nas ruas, buracos, iminência constante de aumento de impostos, servidores insatisfeitos. O acirramento dessa situação veio na semana passada, quando diversas categorias de servidores municipais entraram em greve: Guarda Municipal, servidores da Saúde e da Educação.

A Guarda Municipal foi a primeira categoria a paralisar os trabalhos, no dia 6. Nove dias de­pois, entrou em acordo para retomar os serviços. Contudo, na Saúde e na Educação, o quadro apenas piorou. Na Saúde, todas as categorias aderiram ao movimento, inclusive o Serviço de Aten­dimento Móvel de Urgência (Sa­mu). Na Educação, a greve já atinge 203 escolas, isto é, aproximadamente 56% da rede. Já se fala em greve geral por parte dos servidores da Prefeitura.

Isso, aliado à já rotineira posição do prefeito Paulo Garcia (PT) em adiar suas prestações de contas à Câmara Municipal, tem causado verdadeiro esforço por parte da população em tentar entender a real situação da Pre­feitura de Goiânia. Em novembro do ano passado, quando chamado para prestar contas, Paulo adiou alegando que o Paço passava por problemas contábeis. Desta vez, a questão foi a “falta de segurança” que sofreria na Câmara, uma vez que boa parte dos servidores insatisfeitos estaria presente.

Há muito o secretário de Finanças, Jeovalter Correia, é procurado para explicar o estado financeiro da Prefeitura, mas não é encontrado. O Jornal Opção tentou falar com o auxiliar de Paulo Garcia, mas, até o fechamento desta edição, não recebeu respostas. A reportagem, então, procurou analisar as contas da administração com a ajuda do Sistema de Coleta de Dados Contábeis, disponibilizado pela Caixa Econômica Federal; do Sistema de Infor­mações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Sicon­fi), do Tesouro Nacional; e dos relatórios do Tribunal de Con­tas dos Municípios (TCM); além do próprio Portal da Trans­parência da Prefeitura.

A dívida da gestão municipal, a qual nem mesmo os ex-secretários de Finanças sabem dizer ao certo o valor, não é discriminada em lugar algum. De acordo com dados do TCM, a Prefeitura fechou 2013 — último relatório disponível — com uma dívida fundada de R$ 730,188 milhões. Dívida fundada é aquela que ultrapassa o exercício financeiro, isto é, acumulativa. Isso significa que a gestão já começou 2014 com essa dívida para ser quitada. Isso se soma à dívida fiscal consolidada que, em junho do ano passado, marcava R$ 424,69 milhões, de acordo com as informações dos próprios relatórios disponibilizados no Portal da Transparência.

Baseado nesses números é possível saber que a dívida de Goiânia não é pequena, embora a Prefeitura se recuse a falar dela, tentando reverter o quadro com um aumento crescente de receita. Entra aqui o projeto barrado na Câmara Municipal de aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Mas apenas aumentar a receita não adianta. Propôs-se, então, uma reforma administrativa — cujo projeto precisou ser reenviado aos vereadores na semana passada —, com redução de secretarias e servidores comissionados. Essa reforma, no entanto, precisará ser muito rígida, pois o grande problema da Prefeitura é, de fato, a folha de pagamento (veja matéria ao lado).

Uma questão a ser avaliada é: a receita da administração municipal não é tão baixa quanto o prefeito e seus auxiliares dizem. Em 2013, a receita de Goiânia foi de R$ 3,320 bilhões. Em 2014, ficou em R$ 3,393 bilhões. Esses números são superiores aos de muitas capitais do Brasil, como: Campo Grande (MS), que tem uma receita de aproximadamente R$ 2,33 bilhões; Belém (PA), cerca de R$ 2,24 bilhões; e Manaus (AM), R$ 3,25 bilhões.

Logo, o problema são as despesas. Se em 2014, a receita subiu em comparação com o ano anterior, o mesmo ocorreu com as despesas: R$ 3,356 bilhões, em 2013; e R$ 3.393 bilhões, em 2014. A lógica é simples: enquanto a Prefeitura continuar gastando mais do que arrecada, não há saída.

Folha de pagamento é o grande problema de Paulo Garcia

A folha de pagamento dos servidores tem sido o grande “x” da questão para todos os administradores públicos no Brasil, pois o Estado brasileiro ainda se mostra como o maior sustentador da economia e o grande empregador. Com isso, sofrem todos: União, Estados e municípios. A União, por exemplo, terminou o ano de 2014 com uma despesa total de gastos com pessoal na casa dos R$ 161,17 bilhões; o Estado de Goiás, R$ 7,71 bilhões; e o município de Goiânia, R$ 1,65 bilhão. Os números são altos.

Quando analisados, os gastos com folha de pagamento da Pre­feitura de Goiânia se mos­tram como um dos grandes culpados para a falta de recursos. Seguindo as informações do Sistema de Coleta de Dados Contá­beis, disponibilizado pela Caixa Eco­nô­mica Federal, é possível ter o seguinte parâmetro:

Em 2004, último ano da gestão do ex-prefeito Pedro Wilson (PT), o gasto com pessoal foi de R$ 448,048 milhões. Dados consolidados. Em 2005, primeiro ano de administração do então prefeito Iris Rezende (PMDB), os números subiram um pouco devido ao chamado crescimento vegetativo da folha: R$ 495,029 milhões. Em 2009, último ano completo de Iris na Prefeitura — deixou o cargo em março de 2010 para disputar o governo do Estado —, os gastos com pessoal estavam em R$ R$ 946,078 milhões. Isto é, em cinco anos, a folha teve um crescimento de R$ 451,049 milhões.

O problema começa já em 2010, primeiro ano da administração de Paulo Garcia (PT). Aquele ano terminou com um gasto total com pessoal de R$ 1,19 bilhão, número que foi crescendo exponencialmente nos dois anos seguintes: 2011 (R$ 1,45 bilhão) e 2012 (R$ 1,72 bilhão). Em 2013, com as graves denúncias de super salários e funcionários fantasma na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), o total do ano diminuiu (R$ 1.63 bilhão), tendo se mantido na média em 2014 (R$ 1,65 bilhão). Façamos a conta novamente: em cinco anos, de 2010 a 2014, a fo­lha de pagamento experimentou um crescimento de R$ 705,123 milhões, quase o dobro do período anterior.

A questão, segundo informam ex-secretários de Finanças de Iris Rezende e Paulo Garcia, é que o primeiro era visto como “ruim para o funcionalismo público”, pois não concedia aumentos, nem contratava. “Faltavam servidores na época de Iris”, aponta um ex-auxiliar da Prefeitura. Quando Paulo assumiu, a situação mudou. Aumentaram-se as secretarias, os órgãos, as funções e, consequentemente, o número de funcionários. Era uma solução que, em contrapartida, criou um problema: a máquina tornou-se inchada.

Na folha de março deste ano — última disponível no site da Trans­parência, visto que abril é o mês corrente — constam 48.540 servidores. Po­rém, informações de bastidores dão conta de que esse número pode ser maior, chegando ao valor aproximado de 60 mil, contando ativos e inativos. Por isso que, em maio do ano passado, o prefeito assinou o Decreto nº 1.248 — depois prorrogado pelo Decreto nº 2.718 — suspendendo, desde então, qualquer gratificação e horas extras dos servidores.

O decreto foi estabelecido como uma medida temporária de “contenção de gastos no âmbito do Poder Executivo, abrangendo a administração direta, autárquica e fundacional, os fundos especiais e as empresas estatais dependentes”. Essa é a origem de alguns dos motivos que levaram os professores municipais a declararem greve, visto que muitos deles estão há meses sem receber os benefícios que são incorporados em seus salários, como dobras e licenças-prêmio.

Paulo acertou em assinar o decreto, senão correria o sério risco de ultrapassar o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). No entanto, ele não seria necessário se os quadros da Prefeitura não tivessem se tornado tão inflacionados. De acordo com os dados disponibilizados no site da Transparência, a Prefeitura tem uma despesa aproximada de R$ 1,7 bilhão. A grande parte desse total está comprometida diretamente com a folha de pagamento, sendo 44% com salários (R$ 765 milhões) e 22% com outros proventos (R$ 45,98 milhões), que não são especificados. Fora isso, há quinquênios, gratificações, produtividade, férias e 13º salários.

A Comurg, que apareceu em escândalos de supersalários e funcionários fantasmas há algum tempo, consome 12% da folha. Saúde e Educação, juntas, 54%. Isto é, 66% da folha de pagamento têm como destino três setores da administração, que são, por sua vez, os alvos mais frequentes de reclamação da população e, coincidentemente, os que estão paralisados. Os servidores da Saúde e da Educação estão de greve desde a semana passada. A Comurg está trabalhando, mas não o suficiente para conseguir limpar a cidade, que vê sacos de lixo espalhados por suas principais avenidas.

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Fonte: Jornal Opção



Crise na Saúde: Médicos confirmam adesão à greve

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A partir amanhã atendimentos serão interrompidos em todas as unidades de Saúde. Somente serviço de urgência. MP promete intermediar negociações

Para tentar resolver o impasse entre a prefeitura de Goiânia e as categorias de servidores da Saúde que estão em greve, o promotor do Centro de Apoio Operacional da Saúde do Ministério Público do Estado de Goiás (CAO SAÚDE MP),  Érico de Pina Cabral, convocou uma reunião com representantes da administração municipal e dos sindicatos para a próxima semana. O promotor não informou a data, o horário nem o local da reunião porque não deseja, neste primeiro encontro, a participação dos jornalistas.

Érico de Pina afirma que os servidores têm direito de protestar, mas que a prefeitura não está em condições de arcar com o pagamento dos benefícios. “O custo do impasse prefeitura-servidores é a saúde e a dignidade da população. O que nós queremos é poupar as pessoas da demora na resolução do conflito”.

O promotor disse que a proposta já foi apresentada tanto para servidores quanto para a prefeitura. Érico de Pina acredita que as negociações podem avançar, sem prejuízo da reunião que já estava marcada para a próxima quarta-feira. Ele lembra que convidou representantes dos Sindicatos dos Médicos, dos Enfermeiros, dos Odontólogos, do Sindsaúde e do Samu.
Ele explica que já houve uma conversa com os médicos para evitar a paralisação, agendada para domingo, para não sacrificar a população. “Prometemos empenho para resolver a situação e não prejudicar quem precisa da saúde pública” finaliza.

Presenças

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sindsaúde), Flaviana Alves, confirma que a entidade vai participar da reunião convocada pelo MP e espera que haja avanço em alguma questão.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Goiás (Sieg), Dionne Hallyson Silva de Siqueira também confirma presença na reunião com o MP e a prefeitura. “Estamos abertos à negociação. Aliás, sempre estivemos”.

O presidente do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás, José Augusto Milhomem da Mota afirma que a entidade também estará presente ao encontro da próxima semana. Sobre o pedido da prefeitura para decretar a ilegalidade da greve, ele diz que é um direito do município. “Mas é justo obrigar o servidor a trabalhar sem oferecer condições e ainda com salário cortado?”, questiona. Ele cita como exemplo o Cais Garavelo, que foi fechado por não oferecer condições de atendimento aos usuários, mas que a Justiça determinou a reabertura da unidade.

O presidente do Sindicato dos Médicos (Simego), Rafael Cardoso Martinez, explicou que a categoria vai parar mesmo a zero hora de domingo. “Lembrando que a emergência vai funcionar normalmente, e só vão parar os atendimentos eletivos”.
O médico afirma que na quarta-feira, à noite, vão ter uma nova assembléia para avaliar a negociação do MP com a gestão municipal.

Prefeitura

Por meio de nota, a prefeitura informa que atendeu duas das principais reivindicações da categoria da saúde com a concessão de 6,28% de reajuste referente a data base de 2014. O percentual já está aplicado nos salários da folha do mês de abril que será pago nos próximos dias. Também foram concedidos mais 7,36% de reajuste referente à data-base de 2015. O percentual foi escalonado com 1,5% de reajuste em maio, 1,5% em setembro e 4,36% em janeiro de 2016.

Fonte: Jornal O Hoje


Goiânia contará com 100 km de malha cicloviária até 2016.

21:53 0 Comments A+ a-





Melhorar a mobilidade urbana é uma das principais diretrizes da gestão do prefeito Paulo Garcia e a implantação de malha cicloviária na cidade faz parte desse projeto. Na tarde desta terça-feira, 14, o prefeito reuniu-se com ativistas cicloviários para ouvir suas propostas sobre o tema e reforçou seu interesse em ampliar ainda mais o número desses espaços na cidade. Estavam presentes no encontro participantes de grupos de ciclismo da cidade: João Batista, de Os Goiabas; Diogo Brandão, do Pedal Goiano; Karine Neves, do GO Ciclo; e Luciene Araújo, do Saia no Pedal.

“Nosso compromisso com as ciclovias é real, de uma cidade sustentável, que é cidade para as pessoas”, afirmou Paulo Garcia, pontuando que a criação de ciclofaixas (segregação da faixa para bicicletas por meio de taxões) e, principalmente, de ciclorrotas (compartilhamento do mesmo espaço onde circulam veículos dotando-o de sinalização) é o mais indicado para atender rapidamente à solicitação dos cicloativistas.

Os corredores preferenciais de ônibus e táxis que estão implantados na cidade contarão com malha cicloviária. O corredor da T-7, por exemplo, já foi iniciado e uma parte da ciclovia na Avenida Alves está pronta. Para as Avenidas 85 e T-63, onde apenas um trecho das ciclovias está finalizado, o prefeito assinou liberação de edital para licitar a construção da parte restante. Há previsão, ainda, para outros trechos de malha cicloviária nas Avenidas 24 de outubro, Independência e T-9.

O prefeito lembrou também que Goiânia conta hoje com 48 quilômetros de malha cicloviária e que outros 15 já estão encaminhados. O Programa Ambiental Macambira Anicuns, quando finalizado, terá 40 quilômetros de via própria para as bicicletas. “O Parque do Cerrado, que terá projeto apresentado às 19h de hoje, também terá malha cicloviária”, contou Paulo Garcia.

Durante o encontro, o gestor municipal assumiu o compromisso de chegar aos 100 quilômetros de malha cicloviária até o final de seu mandato, em 2016, e designou o coordenador de projetos especiais, Nelcivone Melo, como responsável pela ação. “Mobilidade urbana é um compromisso dessa gestão”, garantiu Nelcivone, que participou da reunião junto com outros representantes da administração municipal: secretário de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), José Geraldo Freire; de Obras (Semob), Washington Ramalho; de Políticas para a Juventude (Sejuv), Luiz Inácio Neto; e a presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Patrícia Veras.

Para Luciene Araújo, do grupo Saia no Pedal, o prefeito está no caminho certo. “Paulo Garcia deu o pontapé inicial, os primeiros passos das ciclovias da cidade. Foi necessário ter calma para colocá-la em prática, agora é dar continuidade”, disse. Segundo João Batista, de Os Goiabas, avanços têm acontecido dentro da realidade: “Já foi feita alguma coisa, o projeto é real e temos que seguir em frente”.

Sobre um dos pontos abordados durante o encontro, a falta de conscientização e de respeito dos motoristas para com os ciclistas, o prefeito sugeriu que sejam realizados fóruns e eventos educativos para mostrar à população a necessidade de respeitar a sinalização da malha cicloviária e do cuidado indispensável com os ciclistas. A primeira reunião do Grupo de Trabalho, que será composto por todos os presentes na reunião, acontecerá ainda esta semana.

Monique Pacheco, da Diretoria de Jornalismo – Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Crédito: Humberto Silva

Fonte: Prefeitura de Goiânia


Goiânia Curta mais: Preserve Art Déco

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Outra empresa consciente que merece nosso destaque é a Farmácia Artesanal que devolveu as características Art Déco ao prédio que abriga a sede do grupo, no Centro de Goiânia.

Reconhecendo a importância de resgatar a memória e preservar o patrimônio histórico dos goianos, a Farmácia Artesanal investiu na recuperação do edifício Art Déco que abriga uma das lojas da rede. Cada detalhe da construção, localizada na Rua 4 esquina com a Rua 7, foi preservado ou reparado de acordo com suas características originais. Quem passa pelo endereço é levado de volta ao cenário capturado nas primeiras fotos da capital projetada em 1933 por Atílio Correa Lima.

“Quem caminha pelo Centro não tem ideia da preciosidade Art Déco ainda encoberta por painéis. Esperamos que essa iniciativa encoraje outras empresas a fazer o mesmo”, afirma Evandro Tokarski, diretor do Grupo Artesanal. Goiânia guarda hoje um dos mais significativos acervos de Art Déco do Brasil. O estilo artístico inspirou a arquitetura dos primeiros prédios da capital.

O sobrado que abriga a loja da Farmácia Artesanal teve sua fachada totalmente recuperada, por meio do resgate e da recomposição dos elementos Art Déco originais, identificados por meio de uma minuciosa pesquisa histórica. Uma das referências foram fotos que retratam farmácias nos anos 1940 e prédios nos primeiros anos da capital.

Intervenções
A fachada do edifício estava encoberta por uma estrutura metálica, que camuflava todas as suas características Art Déco ainda preservadas. Por isso, a primeira intervenção foi a retirada do painel. Depois, foi um feito um trabalho de recuperação e valorização dos traços do estilo arquitetônico. Elementos que não faziam parte da estrutura original do edifício, como grades das janelas, também foram retirados.

A proposta de recuperação arquitetônica incluiu também a requalificação da calçada e a estratégia de sinalização da fachada. “Escolhemos letreiros de dimensões reduzidas de forma a preservar a visualização do imóvel e a contribuir com a limpeza visual da cidade”, explica a arquiteta Janaína de Castro, responsável pelo projeto. Ela já acompanhou outras obras do tipo desenvolvidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

“Fomos motivados pela real necessidade que existe na área de preservação da história da capital goiana e pelo desejo de disponibilizar esse patrimônio para a comunidade em geral”, destaca Evandro Tokarski.

A loja fica na Rua 4 esquina com a Rua 7, Centro.

Fonte: Curta Mais