28 de março de 2015

Goiânia ganha mais 8 km de trecho cicloviário


Além de faixa exclusiva para o transporte coletivo, as obras do Corredor da T-7 estão implantando ciclovias na região.

O trecho cicloviário será composto por quatro quilômetros de ciclovia (construção do pavimento), 900 metros de ciclofaixa (segregação da faixa para bicicletas por meio de taxões) e 3,2 quilômetros de ciclorrota (compartilhamento do mesmo espaço onde circulam veículos dotando-o de sinalização). As obras foram iniciadas na Avenida dos Alpes, no setor Sudoeste, com implantação de 1,5 quilômetro de ciclovia. Desde o início das intervenções, no final de fevereiro, foram construídos 380 metros nos dois sentidos. Sávio explica que o período chuvoso deixa o processo mais lento, mas que as ações estão de acordo com o cronograma. “A previsão é de que a obra toda seja concluída em 12 meses”, afirma o coordenador dos corredores preferenciais da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Domingos Sávio Afonso.

Partindo da Rua Dona Gercina Gomes Teixeira, no Centro, o trecho 1 será composto por 2,5 quilômetros de ciclovia, seguindo pela Alameda dos Buritis e Assis Chateubriand até a Praça do Cigano, no setor Coimbra. O trecho 2 seguirá com ciclofaixa pela Avenida T-6 até a Rua C-32, também no Coimbra, emendando com ciclorrota que segue pela Rua C-22, avenidas C-6, C-12 e C-7, ruas C-46, C-62, C-13, C-63, C-50 e Flemington, no setor Sudoeste. O quarto e último trecho continua no bairro pela Avenida dos Alpes, com ciclovia até o Terminal das Bandeiras, totalizando os quatro quilômetros de ciclovia.

No total, serão investidos R$ 32,427 milhões na construção do projeto, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade do Governo Federal. A obra está sendo executada pela empresa Jofege Pavimentação e Construção.

Fonte: Jornal O Popular


Goiânia está entre as 173 brasileiras confirmadas para a Hora do Planeta


Luzes devem ser apagadas durante 60 minutos

Às 20h30 deste sábado (28/3), pelo menos 173 cidades brasileiras participarão da Hora do Planeta 2015, incentivando a população a apagar as luzes por 60 minutos, em ato simbólico contra as mudanças climáticas. A expectativa é de que mais de sete mil localidades de 160 países participem do movimento mundial em favor do desenvolvimento sustentável.

Quinquagésima oitava cidade brasileira a aderir ao movimento, Goiânia apagará as luzes de dois marcos da Capital, os monumentos do viaduto João Alves de Queiroz, Setor Bueno, e dos Três Marcos, instalado no viaduto Latiff Sebba, Setor Oeste.

O sistema de iluminação desses locais será desativado entre as 20h30 e 21h30 como parte de um ato simbólico mundial em favor do desenvolvimento urbano com responsabilidade socioambiental, tema que, aliás, rendeu à Capital o prêmio Cidades Sustentáveis, que é concedido às localidades que apresentam boas práticas nessa área.  

A iniciativa, promovida pela organização ambientalista WWF em cidades de todo o mundo, teve adesão das 27 capitais. A mobilização no Brasil deverá ser maior que nas seis edições anteriores do ato. Em 2014, 144 municípios se cadastraram.

O objetivo da ação, segundo a WWF, é incentivar a comunidade global interconectada a compartilhar as oportunidades e os desafios da criação de um mundo sustentável. Mais de 300 empresas e diversas escolas e instituições também aderiram à iniciativa. Alguns dos principais monumentos e prédios públicos do Brasil terão as luzes apagadas às 20h30.

Em São Paulo, a Prefeitura apagará alguns dos principais símbolos da cidade, como a ponte do Parque do Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, o Teatro Municipal, o prédio da Fiesp e a Ponte Octavio Frias de Oliveira. Em Brasília, a sede do Ministério do Meio Ambiente terá as luzes desligadas e vários monumentos ficarão às escuras, incluindo o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana e o Palácio do Planalto, onde funciona a Presidência da República.  (Com informações da Agência Estado)

Fonte: Jornal Opção


Aeroporto de Cargas de Anápolis terá terminal de passageiros


O projeto de criação de um terminal de passageiros no Aeroporto de Cargas de Anápolis, em fase de construção, foi apresentado ontem por técnicos da Agência Goiana de Obras e Transportes (Agetop), durante uma audiência pública realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial da cidade (Acia).

O aeroporto, que hoje funciona basicamente com a aviação comercial, será incorporado a um projeto maior, com a construção de um terminal de passageiros para receber cerca de 66 mil pessoas por mês, de 50 hangares para a aviação executiva, seis para oficinas de apoio, pátio de aeronaves de carga e pátio de aeronaves de passageiros, entre outras instalações.

Ao expor o projeto, o diretor de obras rodoviárias da Agetop, José Marcos Musse, informou que o edital de licitação para as novas instalações deverá ser publicado em maio e a previsão para o início das obras é para o mês de julho. De acordo com ele, as obras devem ser concluídas até o final deste ano.

Apesar de não ter um levantamento sobre a demanda de passageiros em Anápolis e região, a Agetop quer que as empresas Azul Linhas Aéreas e Sete Transportes Aéreos, que manifestaram interesse em estabelecer linhas regulares que passem por Anápolis, comecem a operar em agosto, antes de as obras serem concluídas.

Marcos Musse informou que os 24 hangares instalados hoje no aeroporto terão de ser transferidos para uma área ao lado. Já sinalizando com um possível entrave, um representante dos proprietários de hangares quis saber sobre a proposta do governo em indenizá-los, já que as instalações existentes terão que ser demolidas. O diretor da Agetop não respondeu de forma detalhada, disse apenas que será formada uma comissão para estudar os casos e ver como a questão será resolvida. Mas essa não parece ser a disposição dos proprietários de hangares.

Fonte: Jornal O Popular


26 de março de 2015

Hugo 2: Inauguração marcada



O governo marcou para 22 de abril a inauguração do Hugo 2. A Agetop entregará a obra, realizada em 20 meses, dia 31 para a Secretaria da Saúde, que iniciou a montagem dos equipamentos no maior hospital da rede estadual de Goiânia.

Fotos: 










IBGE: Goiânia é a 10ª maior concentração urbana do Brasil


Estudo divulgado na manhã desta quarta-feira (25/3) revela ainda que fluxo de pessoas se deslocando para trabalho e estudo entre Goiânia e Brasília é o sexto maior do país

Em estudo divulgado na manhã desta quarta-feira (25/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que, em 2010 (ano em que foi realizada a pesquisa) mais da metade da população brasileira vivia em 294 arranjos populacionais — agrupamentos de dois ou mais municípios com forte integração populacional devido a deslocamentos para trabalho e estudo ou à contiguidade urbana.

Em Goiás não foi diferente, 55,8% da população do estado residia em municípios que formavam arranjos populacionais, o que correspondia a mais de 3 mil pessoas em 14 arranjos formados por 45 municípios. Apesar disso, o Centro-Oeste teve destaque como a região com menor número de arranjos populacionais, com apenas 24. O Sudeste fica em primeiro, com 112 arranjos, seguido pelo Sul, com 85, e pelo Nordeste, com 56. No Centro-Oeste, os arranjos estão ligados principalmente aos grandes núcleos urbanos (Goiânia e Brasília).

O arranjo de Goiânia, considerado a única “Grande Concentração Urbana” de Goiás, é formado pelos municípios de Goianira, Guapó, Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bonfinópolis, Caldazinha, Hidrolândia, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo e Trindade (GO), além da capital. O Produto Interno Bruto (PIB) do arranjo somava, em 2010, mais de R$ 34 bilhões, sendo 67,8% desse valor proveniente do setor de serviços.

A população total desse arranjo correspondia a mais de 2 milhões de pessoas, com 98,6% em situação urbana, ocupando a décima posição no ranking de maiores concentrações urbanas — grandes concentrações urbanas são municípios isolados e arranjos populacionais com mais de 750 mil habitantes do Brasil –, sendo que mais de 190 mil dessas pessoas se deslocava entre os municípios do arranjo para trabalhar ou estudar.



O IBGE identificou onze concentrações urbanas com população acima de 1 milhão a 2,5 milhões de habitantes, sendo Goiânia uma delas e a única do Centro-Oeste. Nessa faixa populacional, a capital goiana representa a concentração urbana formada pela maior quantidade de municípios, com 12 municípios; possui o segundo maior volume de pessoas se deslocando entre municípios para trabalhar ou estudar, com 191 mil pessoas; e corresponde ao maior fluxo entre municípios com a vizinha Aparecida de Goiânia, por onde se deslocam 122,9 mil pessoas.

Goiás possui ainda três “Médias Concentrações Urbanas”: Anápolis, Formosa e Rio Verde, todos municípios isolados (que não formam arranjos populacionais). A população de Anápolis, que era de mais de 334 mil pessoas, equivale a mais que o triplo da de Formosa e quase o dobro da de Rio Verde. O PIB de Anápolis era de mais de R$ 10 bilhões, com destaque para os setores de serviços e indústria, que representavam, respectivamente, 35,2% e 33,2% desse valor. Já o PIB de Rio Verde correspondia a R$ 4 bilhões e o de Formosa, R$ 911 milhões, também com destaque em ambos para o setor de serviços.

Goiânia-Brasília

Em 2010, a ligação entre Goiânia e Brasília apresentava um fluxo de 8,8 mil pessoas se deslocando para trabalho e estudo, correspondendo ao sexto maior do Brasil. No meio do caminho, existe Anápolis. Entre a capital goiana e Anápolis, o fluxo era de 6 mil pessoas; entre Anápolis e Brasília, era de 2,4 mil. O estudo analisou que essa dinâmica pode ser decisiva na formação de uma nova unidade urbana que poderá unir os arranjos de Goiânia e de Brasília.



O arranjo de Brasília, que é formado pela capital federal e pelos municípios goianos de Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás, possui uma população total de mais de 3 milhões pessoas, sendo 95,5% em situação urbana. O número de pessoas que se deslocam para trabalhar ou estudar é de mais de 199 mil pessoas. O PIB somavam, no ano do estudo, R$ 155,270 milhões, também com destaque para o setor de seviços, que adicionava 82,2% (sendo 47,6% da administração pública e 34,6% dos demais serviços) a essa soma.

Fonte: Jornal opção
Foto: Wesley Costa  (Jornal O Hoje)


23 de março de 2015

Área de lazer do autódromo será entregue em até 80 dias


O governador Marconi Perillo anunciou na noite de quarta-feira, dia 18, que a nova área de lazer do Autódromo Internacional de Goiânia será inaugurada em até 80 dias, completando assim a reconstrução do espaço esportivo. A declaração foi feita durante solenidade de lançamento do livro Esportes a Motor em Goiás – 60 anos de histórias, escrito pelo jornalista Fernando Campos. “Daqui a 80 dias vamos entregar a nova área de lazer completamente concluída e teremos, então, a praça multiuso sendo utilizada por toda a população goiana”, disse o governador em discurso, destacando que a reforma do autódromo só foi efetivada após diálogo com o setor de automobilismo e motociclismo do Estado.

Marconi afirmou ainda que, com a inauguração plena do autódromo revitalizado, pretende entregar aos amantes do esporte um dos melhores e mais seguros espaços de lazer esportivo do País. Na solenidade, Fernando Campos entregou o primeiro exemplar autografado do livro ao governador e ressaltou que uma de suas maiores realizações profissionais foi ter acompanhado duas reinaugurações do autódromo de Goiânia, em 1974 e 2014. “Reinaugurar significa refazer tudo de novo e melhor. Ter assistido a essas reinaugurações, separadas por 40 anos, é uma felicidade, uma emoção”, disse. O livro lançado possui 190 páginas com textos, personagens e fotos históricas sobre os esportes a motor em Goiás. A pesquisa e o desenvolvimento do livro duraram cerca de 15 anos de trabalho e englobam testemunhos e material resgatado ao longo dos anos.

“A pior coisa que existe é uma obra que não termina nunca. A obra tem que ser bonita, mas também bem feita e ter uma solução rápida. Foi isso que fizemos com a reconstrução do Autódromo. Todos aqui estamos orgulhosos com o seu cuidado em escrever sobre os 60 anos de história do automobilismo”, agradeceu o governador. Marconi ressaltou a importância e o cuidado do jornalista em valorizar cada um dos que construíram história de vida coletiva dos amantes da arte automobilística em Goiás. “Essa nova praça aqui tem esse objetivo, de reintegrar num ambiente familiar aqueles que há alguns anos se juntavam aqui para viver momentos de alegria proporcionados pelo esporte. Aos campeões em níveis nacional e internacional, deixo meu reconhecimento ao talento, dedicação e trabalho”, finalizou Marconi.

Confira o projeto no final do Vídeo


Fonte: Goiás Agora


Dilma promete concluir o Aeroporto de Goiânia em novembro


A presidente Dilma Rousseff garantiu, em Goiânia, que promoverá todos os esforços necessários para que o novo Aeroporto Santa Genoveva entre em operação no próximo mês de novembro. A promessa foi feita nesta quinta-feira, dia 19, ao governador Marconi Perillo durante cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a construção do BRT de Goiânia. Praticamente 90% das obras do novo terminal de passageiros do aeroporto da capital estão concluídas.

Muito embora as obras estejam no prazo, R$ 200 milhões para a finalização de intervenções na infraestrutura no entorno do novo terminal, o acabamento nas pistas nas pontes de embarque estão contingenciados pelas medidas de ajuste fiscal do governo federal.

Compromisso

Dilma determinou publicamente, em seu discurso, que o ministro-chefe da Secretaria Nacional da Aviação Civil, Eliseu Padilha, presente ao evento, envidasse esforços para disponibilizar os recursos que faltam. Dilma disse que o novo aeroporto é “obra muito esperada”, que teve “muitos problemas”, referindo-se a restrições impostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao longo dos 10 anos em que a construção se arrasta.

A presidente disse que não poderia deixar passar a oportunidade de assumir o compromisso de que todas as obras do aeroporto estarão concluídas, até o fim do ano. “Vocês vão cobrar de mim, mas eu garanto que vou cobrar dele”, disse a presidente, referindo-se ao ministro Padilha.

“As obras do pátio e da pista, que foram interrompidas lá atrás, vão começar agora, na primeira semana de abril. Precisamente no dia 6 de abril. Quero aqui assumir um compromisso junto com o senhor ministro Padilha de que todas essas obras estarão concluídas em novembro deste ano. Vocês vão cobrar de mim”, disse Dilma, dirigindo-se aos goianos. “Nós vamos fazer de tudo para que goianos tenham um aeroporto condizente com o dinamismo deste Estado.”

Fonte: Goiás Agora


Vida noturna no Marista em crise


Trânsito parado, dificuldade para estacionar e bares lotados, com pessoas na fila de espera. Este cenário não é mais encontrado no Quadrilátero Gourmet do Marista, na região da Rua 146. Nas imediações várias fachadas de bares, restaurantes e até mesmo lojas estão se descaracterizando, e o que se encontra são placas de aluguel e construções demolidas.

Atualmente, 30% dos 42 bares e restaurantes que havia no local estão de portas fechadas, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel Goiás). Estabelecimentos como Ad’oro, Café de La Musique, Esquina Jatobá, Território Brasileiro, Osake Restaurante Oriental, Pireneus, Califórnios, Baobá, City Lounge, Azteca, dentre outros, já não funcionam mais no local (veja quadro).

Os fatores que influenciaram a saída destes estabelecimentos são inúmeros. Vão desde a falta de segurança, dificuldade de estacionamento e o valor alto do aluguel. Este é o caso da Esquina Jatobá, um dos bares mais tradicionais do Setor Marista. Diante da queda de movimento e do aluguel mensal de R$ 11.200, Tamalo Rocha, proprietário do estabelecimento, decidiu que era hora de procurar novos caminhos e local. Em novembro do ano passado, ele abriu o novo Esquina Jatobá na T-63 no Bairro Anhanguera, próximo ao Jardim América, pagando aluguel de R$ 3.500.

“Antes, tínhamos no Marista um público que consumia bastante. Por último, o público mudou. São jovens que se sentam à mesa e não consome. Foram vários fatores que influenciaram na decisão. Aqui, onde estamos instalados, é uma região que tem crescido bastante e isso favorece o movimento. Portanto, mesmo que repentina, a migração foi positiva. Esta decisão deveria ter sido tomada há dois anos”, afirma.

O presidente da Abrasel, Rafael Campos, explica que o alto custo do aluguel foi determinante não só para Tamalo Rocha transferir o bar para o Bairro Anhanguera, mas para vários empresários que tinham estabelecimentos na região, pois os valores encontrados chegam até R$ 25 mil. Além disso, a falta de investimento no Quadrilátero pode ter desestabilizado o comércio.

“Havia um projeto para fazer no local a Rua do Lazer, mas nada foi feito. Não tivemos estacionamento, iluminação adequada, recolhimento do lixo, nem incentivo e investimento tanto do Estado quanto do município. Além disso, o aluguel é alto para a realidade da situação econômica que estamos vivendo”, diz.

Sobrevivente

Há 22 anos instalado no Quadrilátero Gourmet, o Piquiras é pioneiro e tem resistido às dificuldades. Para o proprietário Marcelo Batista, não há segredo para conseguir se manter em meio à crise. Porém, tem feito milagre para sobreviver. “A concorrência está muito grande e o aluguel muito caro. Por mais que estamos vendendo bem não sobra dinheiro para o investidor”.

Ele diz que a segurança é um dos fatores que mais tem contribuído para a queda de público. “A mistura de bares com clientes de perfis diferentes atrapalha. Além disso, têm muitos vendedores autônomos comercializando bebidas baratas, espetinhos e outros aperitivos em frente aos bares. E os famosos flanelinhas que também deixam as pessoas com receio de frequentar o local”, frisa.

Com o fechamento de alguns estabelecimentos, Marcelo tem a esperança de dias melhores. Mas, até agora o movimento de clientes no Piquiras não melhorou. “Estamos estudando e adotando várias estratégias para não fechar as portas e sobreviver. Elaboramos, por exemplo, almoço executivo para atrair o público”, afirmou.

O restaurante do Café de La Musique está fechado e o estabelecimento funciona agora como espaço para eventos. Já o Tróia Restaurante está em reforma. A reportagem entrou em contato com o proprietário do Ad’oro, mas o mesmo optou por não se pronunciar. Mas O POPULAR apurou que a venda da marca está sendo negociada.



Fonte: Jornal O Popular


21 de março de 2015

BR-153: Rodovia mais uma vez no escuro


O trecho urbano da BR-153 que corta Goiânia e Aparecida está, mais uma vez, no escuro. Depois de muitas tentativas de solução para o problema, que se arrastou por anos, a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) entregou em maio do ano passado a obra de iluminação de 28 quilômetros da via. Sem dinheiro para continuar pagando a conta de energia, o Governo do Estado encaminhou ofícios para as prefeituras das duas cidades e para a concessionária que administra a via, a Triunfo Concebra, para que arquem com a despesa mensal de R$ 70 mil. Mas por enquanto o problema segue em discussão e quem passa pelo local só conta com a luz do farol dos carros.

A responsabilidade de iluminação pública em trecho urbano de rodovia federal é atribuição do município por onde passa a estrada, segundo a Advocacia-Geral da União. Com esse entendimento, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou diversas vezes aos gestores de Goiânia e Aparecida, assim como à direção do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), que resolvessem a questão. Em novembro de 2011, o MPF foi mais contundente. Mesmo assim o pedido não foi atendido. O processo foi encaminhado no ano seguinte à Justiça, mas a liminar que determinava a execução do serviço foi derrubada.

Em 2013, a Agetop assumiu a responsabilidade pela iluminação. A obra foi entregue em maio do ano passado. Mas de lá para cá, a agência tenta transferir a responsabilidade pelo pagamento para os dois municípios. Segundo nota encaminhada pela Agetop, há sete meses alternativas são buscadas para impedir a interrupção no fornecimento de energia, mas que não houve acordo e o fornecimento foi suspenso. O custo da iluminação do trecho é de R$ 70 mil mensais. O custo da obra foi de R$ 4,9 milhões.

Diante do corte, no dia 2 desse mês, a Agetop enviou ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (AN TT) informando que não tem condições de arcar com a manutenção e ainda solicitou o reembolso do valor gasto com a obra. Em novembro, a agência informou a Consórcio Triunfo Concebra de que não possui condições legais de continuar arcando com custos da manutenção.

A Triunfo Concebra, por sua vez, diz que apesar de ser interesse da empresa manter a via iluminada, não pode assumir uma dívida que não está prevista no contrato de concessão. A nota enviada pela empresa diz que “mesmo sabendo da importância que a iluminação viária tem para o aumento da segurança do tráfego noturno, a Triunfo Concebra destaca que se trata de iluminação urbana pública - que por questões legais deveria ser paga pelo município. O usuário da rodovia já paga a taxa de iluminação pública na sua conta de luz, portanto haverá uma bitributação se o pagamento da iluminação for colocada na tarifa do pedágio”.

A nota enviada ainda diz que a Triunfo Concebra e a ANTT estão estudando uma solução legal para reestabelecer o fornecimento da energia. Destacando que pelo Plano de exploração da Rodovia (PER) acordado com a ANTT- a Concessionária Triunfo Concebra é responsável pela manutenção - substituição de lâmpadas queimadas, postes caídos, fiação com defeito. O pagamento da energia dependerá de novo acordo e da autorização da ANTT, que não se posicionou sobre o assunto. A assessoria da agência disse apenas que o assunto está sendo discutido. A Companhia Energética de Goiás Distribuição (Celg-D) informou que apenas obedeceu ao pedido da Agetop de suspender o fornecimento de energia.

Fonte: Jornal O Popular


Obras do BRT Goiânia (GO) devem iniciar em 30 dias


Corredor terá 21,8 quilômetros de malha e receberá investimento de R$ 340 milhões

Até a primeira quinzena de abril devem ter início duas frentes de trabalho para a construção do BRT (Bus Rapid Transit), em Goiânia (GO). A obra receberá R$ 340 milhões.

O corredor terá 21,8 quilômetros Norte-Sul e atenderá, de forma direta, 148 bairros da cidade com capacidade para transportar 120 mil pessoas por dia. A projeção é que o BRT fique pronto em dois anos e a meta é que, quando concluída, a nova alternativa de transporte reduza o tempo de viagem e as emissões de gases poluentes, além de retirar parte dos veículos que circulam diariamente pelas ruas da cidade.

Conforme dados apresentados pela prefeitura, somente entre janeiro e julho do ano passado, mais 20 mil veículos foram incorporados à frota de Goiânia, que já conta com mais de 1,1 milhão de unidades. Em média, são 257 novos carros ou motos transitando pelas ruas da cidade todos os dias.

O custeio é proveniente de do Pacto pela Mobilidade, lançado pelo governo federal em 2013, com contrapartida do município. No orçamento total, estão incluídas 65 desapropriações de imóveis que serão necessárias à implantação da via exclusiva para ônibus, investimentos em Tecnologia da Informação, supervisão da obra do BRT e reestruturação da sinalização viária adjacente.

De acordo com a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), existem 61 projetos de BRT em implantação no Brasil.

Natália Pianegonda
Fonte: Agência CNT de Notícias

Dilma promete concluir reforma do aeroporto de Goiânia este ano


Presidente anunciou reconstrução da pista e do pátio a partir de abril. Ela esteve em GO para assinar ordem de serviço para obra de transporte.

A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou nesta quinta-feira (19) a retomada, no próximo mês, das obras no pátio e na pista do Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia. Em discurso realizado após o lançamento do Bus Rapid Transit (BRT), na capital, ela prometeu concluir a reforma até novembro deste ano.

"Quero dizer que trago uma boa notícia. As obras do pátio e da pista, interrompidas lá atrás, vão começar na primeira semana de abril, mais precisamente no dia 6. Quero assumir o compromisso junto com o [Eliseu, Ministro-chefe de Aviação Civil, que estava no evento] Padilha de que todas as obras estarão concluídas em novembro deste ano", disse Dilma.

Ela disse que quer ser cobrada, caso as obras não sejam finalizadas dentro do prazo estipulado. "Vocês vão cobrar de mim, mas garanto que vou cobrar dele [Padilha], e ele dos que estão embaixo dele porque é assim que funciona. Vamos fazer de tudo para que Goiânia tenha um aeroporto que possa condizer com o dinamismo desse estado", salientou.

Em relação as obras do terminal, Dilma afirmou que houve muita espera, problemas e interrupções, mas que o novo terminal, mais novo e moderno, já está “quase pronto”. “Estamos chegando ao final dessa obra”, disse.
Demora no terminal

Apesar da afirmação da presidente, o fim da construção do novo terminal ainda é uma incógnita. Em construção há quase nove anos, o trabalho enfrentou embargo judicial, paralisação por falta de verba e, desde a última retomada, avançou apenas 15%, segundo informou ao G1, a pouco mais de um ano, o consórcio construtor formado pelas empresas Via e Odebrecht.

Em 2006, o TCU apontou superfaturamento nos preços praticados. Em 2007, as empreiteiras responsáveis pelo consórcio suspenderam as atividades de reforma do Aeroporto Santa Genoveva. No ano seguinte, a Infraero rescindiu o contrato.

Após seis adiamentos e dois anos para a construção, a Infraero entregou uma nova sala de embarque no Santa Genoveva, em outubro de 2011. Chamada oficialmente de Módulo Operacional Provisório (MOP), a nova ala ganhou o apelido de "puxadinho".

Em dezembro de 2011, a Infraero, o Governo de Goiás e os representantes do consórcio responsável pela obra do novo terminal assinaram um acordo para garantir a conclusão do novo terminal. Mas em junho de 2012, uma vistoria do TCU constatou que o projeto original ficou ultrapassado e precisou ser modificado. Os trabalhos no canteiro foram retomados em setembro de 2013.

Fonte: G1 Goiás


18 de março de 2015

Parque Cascavel: Máquinas começam a trabalhar


Um parque tomado pela lama e pelo matagal. Esse era o cenário do Parque Cascavel, no Jardim Atlântico. Mas, aos poucos, essa imagem vai sendo reparada. Isso porque as máquinas começaram a limpar o local e a combater o assoreamento do lago. Conforme mostrado por reportagens do POPULAR, as escavadeiras ficaram paradas por meses. Os funcionários, por sua vez, argumentam que as fortes chuvas impediram o avanço das obras.

O aposentado José Carlos Shmaltz, morador da região, comemorou o início das obras. Com a limpeza, ele conta que está até mais animado para praticar caminhada. “Aqui estava muito feio e até um pouco perigoso com o mato tão alto. Com o início das obras, eu fico mais contente e tomara que fique bem mais bonito”, espera.

À frente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável (Semdus), Paulo Cesar Pereira, explica que esse é apenas o primeiro passo. “Este trabalho é apenas de limpeza para retirar o material de assoreamento. Estamos esperando passar o período de chuva para começar a desenvolver a revitalização”, diz. Processo que está previsto para o início de abril, segundo o secretário.

Serão investidos, primeiramente, R$ 3 milhões na construção de uma barragem para reduzir o fluxo de água da chuva. “A barragem de represamento vai amortecer o fluxo da água da chuva. A expectativa é reduzir a velocidade da água que desce da nascente do Córrego Cascavel para impedir o avanço de mais material arenoso, o que deve evitar novo assoreamento do lago”.

Na sequência, Paulo Cesar argumenta que as obras de recuperação do Parque Cascavel se desenvolverão por meio da recuperação de tubulações que permitem maior descarga de água e estruturação da Rua do Siri. O secretário explica que, no mais tardar em julho, o parque deve começar a ganhar forma com as obras de engenharia. Ao todo serão investidos R$ 7,5 milhões na revitalização do local.

Fonte: Jornal O Popular


Paço Municipal é blindado para receber Dilma


Temendo manifestações, a Prefeitura de Goiânia bloqueou o Paço Municipal com tapumes para a chegada da presidente Dilma Rousseff na tarde de quinta-feira (19). A petista participará de evento às 15 horas, com o prefeito Paulo Garcia (PT) para assinatura da ordem de serviço das obras de implantação do BRT, Transporte Rápido por Ônibus. Na solenidade, o prefeito Paulo Garcia (PT) também anunciará 300 novos ônibus para a capital.

Este será o primeiro evento público da presidente após as manifestações contra a gestão federal no domingo (15) em todo o País.

O Movimento Brasil Livre, que coordenou as manifestações do dia 15, organiza panelaço ao redor do Paço. Também há informações de que caminhoneiros podem bloquear a BR-153 ou promover buzinaço.

Não foram divulgadas mais informações sobre o esquema de segurança a ser montado para receber a presidente e, por enquanto, ela não tem nenhum outro compromisso agendado em Goiás.

Fonte: Jornal O Popular


17 de março de 2015

Ministério Público quer retorno do preço da passagem de ônibus a R$ 2,80


O promotor de Justiça Goiamilton Antônio Machado propôs ação civil pública contra a Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos da Região Metropolitana de Goiânia (CDTC) e a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) para que seja determinado judicialmente o cancelamento imediato da revisão tarifária, implementada pela Deliberação n° 82/15, restituindo-se a tarifa ao preço anterior, que é de R$ 2,80.

Na ação, o MP pede ainda que seja determinada à CMTC a desoneração da tarifa de todos os benefícios sociais conferidos por força de lei, tais como gratuidades e subsídios tarifários a usuários. A demanda foi distribuída para a 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal.

Com o processo, o promotor espera também que seja determinado aos dois acionados a apresentação, no prazo máximo de 60 dias, dos estudos, cálculos e solução adotada quanto ao custeio financeiro dos benefícios sociais, considerando a legislação, contratos e atos normativos que regulam a matéria e a responsabilidade dos poderes públicos que integram a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC). Por fim, Goiamilton Machado pede o cancelamento do aumento da Parcela do Poder Concedente concedido à CMTC, limitando-a a 1% da receita bruta auferida da RMTC. O índice foi elevado para 2%.

Em caso de eventual descumprimento às determinações judiciais, requer que seja aplicada multa diária de R$ 10 mil a cada uma das acionadas, a ser recolhida aos Fundos Estadual e Municipal de Defesa do Consumidor.

O caso

Consta da ação que a CDTC, por meio a Deliberação n° 82/15, aumentou o preço da tarifa do transporte público coletivo local em 17,85%, a partir de 16 de fevereiro de 2015, elevando a passagem de R$ 2,80 para R$ 3,30.

Conforme apurado, tal medida atendeu ao pleito formulado pelo Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de Passageiros de Goiânia (Setransp), no dia 21 de janeiro último, e aditado no dia 3 de fevereiro, após ser acolhido pela CMTC, via Resolução n° 85 da CMTC, publicada no Diário Oficial de 12 de fevereiro de 2015 e referendada pela Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR), por meio da Resolução n° 19, de 13 de fevereiro de 2015.

Segundo o promotor, a justificativa apresentada pela CDTC foi a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão afetado pelo não repasse dos aportes financeiros por parte dos poderes públicos estadual e municipais decorrentes dos chamados benefícios sociais.

“Essa medida transferiu para o usuário toda a responsabilidade de custeio desses benefícios que, por lei e por justiça, deve ficar a cargo de toda a sociedade, por meio dos cofres públicos. O fato é que foi transferido para terceiros a responsabilidade financeira de outrem, em franco desafio à lei e aos princípios gerais do direito”, avalia Goiamilton.

O promotor acrescenta que, também ao arrepio da lei, a Câmara Deliberativa majorou o percentual da Parcela do Poder Concedente (PPC), estabelecido em 1% nos contratos de concessão, para 2% a ser retirado da receita operacional bruta das concessionárias, em benefício da CMTC para seu custeio.

Na ação, o promotor faz ainda considerações quanto às razões adotadas para a revisão da tarifa, apontando, em especial, o desrespeito ao Código do Consumidor e à Lei Geral de Concessões.

Fonte: MPGO



Dilma assina ordem de serviço do BRT e entrega novos ônibus em Goiânia



Na próxima quinta-feira (17/3) a presidente da República Dilma Rousseff, do PT, assina ordem de serviço para a implantação do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul em Goiânia. A solenidade será realizada no Paço Municipal, às 13h30. O prefeito da capital Paulo Garcia, do PT, irá recepcionar a presidente.
De acordo com o projeto, o BRT - um corredor exclusivo para ônibus terá 21,8 quilômetros de extensão e interligará as regiões Sul e Norte, passando por 178 bairros de Goiânia e Aparecida de Goiânia.

A expectativa é a de que cerca de 120 mil usuários sejam beneficiados pelas quatro linhas do BRT por dia. A capacidade de transporte em horários de pico será, em média, 15 mil pessoas. Além do lançamento do BRT, a solenidade marca a entrega à cidade de novos ônibus que serão inseridos imediatamente à frota da Capital.

Através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana, Dilma Rousseff disponibilizou a Goiânia, até o momento, R$ 545,3 milhões.

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, comemora os recursos recebidos para as obras e garante que o BRT vai trazer impactos positivos para todos os goianienses. “Os R$ 545,3 milhões que recebemos vão viabilizar projetos que alterarão definitivamente o funcionamento desta cidade. O sistema de transporte, de modo geral, é algo que impacta na ocupação do solo, no meio ambiente, na economia, na saúde, na conjuntura social, entre outros reflexos que tornam emergencial, nesse cenário onde há alto crescimento na utilização de automóveis, o estabelecimento de diretrizes que articulem conjuntamente políticas, ações, infraestrutura e investimentos em prol da melhoria da mobilidade em grandes centros urbanos, como Goiânia”, diz Paulo Garcia.

Além dos recursos destinados ao BRT, o governo federal também liberou à Goiânia mais R$ 500 milhões que devem ser empregados na implantação de corredores preferências para ônibus, terminais e outros projetos de mobilidade urbana.

Fonte: Portal 730


Aeroporto está pronto, mas não pode funcionar


O novo terminal de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva está praticamente pronto, faltando 11,6% para termina-lo. Apesar de estar dentro do praz previsto - março de 2015-, a obra não poderá ser concluída e muito menos entregue por causa da demora do governo federal em liberar os recursos para as obras de infraestrutura do entorno do novo terminal, estimados em R$ 200 milhões. Mesmo com a liberação da verba, ainda precisaria esperar pelo menos mais um ano para esse novo serviço e então concluir o novo terminal - ainda faltam intervenções de acabamento nas pistas e pontes de embarque. Até lá, o prédio fica sem utilização.

A Infraero informou por e-mail que, além da alocação dos recursos, precisa da assinatura do termo aditivo para que possam ser realizadas intervenções na pista de taxiamento, pátio de aeronaves, estacionamento de veículos e sistema viário de acesso. O objetivo inicial da Infraero era entregar as duas obras - novo terminal de passageiros e infraestrutura - até esse mês. Com essa demora, um novo cronograma dos trabalhos será definido oportunamente, segundo a Infraero.

O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou, em 26 de novembro do ano passado, acórdão que permitia a Infraero dar continuidade às obras de infraestrutura de suporte para o novo terminal.

Após a liberação dos recursos, ainda precisa ser marcada uma data para a ordem de serviço. Então seriam necessários, pelo cronograma anterior, mais 12 meses para a conclusão das obras na pista de taxiamento e nos outros setores. De acordo com a Infraero, esse trabalho é necessário para que haja suporte para atender a demanda no novo terminal, que tem capacidade prevista para receber até 9,8 milhões de passageiros por ano.

Faz uma década desde que as obras do novo terminal foram iniciadas. Elas foram interrompidas em 2007 por determinação do TCU, que apontava superfaturamento no serviço, e só retomadas em 2013.

Prejuízos

O novo atraso pode representar prejuízo para o passageiro. O número de pessoas que usam o transporte aéreo em Goiás, assim como no país, vem crescendo. A Infraero aponta que o número de passageiros que pousou ou decolou da Capital apenas em janeiro desse ano representa quase 10% do total do ano passado.

Caso a tendência seja a mesma nos meses seguintes, o ano pode fechar com números recordes. Apenas em janeiro de 2015, quase 300 mil passageiros passaram pelo terminal em 4.9 mil voos. Em todo o ano de 2014, 65,6 mil pousos e decolagens foram registrados. Nesses voos, 3,3 milhões passageiros foram ou chegaram de viagem pelo terminal de Goiânia.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que as empresas que operam no terminal só elaboram novas planilhas de voos após a autorização da Infraero que, por sua vez, só repassará a permissão após a conclusão de todas as etapas da obra.

Procuradas, as duas maiores operadoras de voos na Capital, TAM e a GOL informaram que a construção do novo aeroporto não interfere nas operações já realizadas, mas que certamente deverão ampliar as ações envolvendo Goiânia assim que possível.
Wildes Barbosa


Novo terminal de passageiros está praticamente pronto, mas depende de obras no entorno para ser liberado: demanda cresce sem que prédio possa ser utilizado por mais de um ano

Liberação de verba depende do Congresso




As obras de infraestrutura do Aeroporto Santa Genoveva ainda não tem prazo para serem entregues à população. O Ministério do Planejamento informou que os ajustes financeiros para reduzir a inflação anunciados pela presidente Dilma Rousseff não vão interferir nos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A construção do novo aeroporto de Goiânia faz parte desse programa. O valor de repasse para as obras, que ainda deverão custar R$ 200 milhões aos cofres da União, ainda precisam ser votadas e aprovadas no Congresso Nacional, o que também segue sem previsão.

Fonte: Jornal O Popular


15 de março de 2015

Protesto leva 60 mil às ruas de Goiânia, diz PM






Uma multidão tomou as ruas centrais de Goiânia, na tarde deste domingo (15), para protestar contra a presidente Dilma Rousseff. De acordo com estimativa da Polícia Militar feita no fim desta tarde, 60 mil pessoas participaram do ato organizado pelo Movimento Brasil Livre-GO, liderado por empresários e profissionais liberais. O protesto foi agendado na rede social Facebook em todo o País.  Os atos contra o governo da presidente Dilma Rousseff ocorreram em 22 Estados e no Distrito Federal. Segundo a PM de São Paulo, cerca de 1 milhão de pessoas participaram do protesto na Avenida Paulista. No Rio, a policia falou em 25 mil pessoas.

A Praça Tamandaré foi ponto de encontro dos manifestantes para o protesto. Por volta das 10h30 da manhã, o local já registrava uma grande movimentação de manifestantes munidos de cartazes com frases de protestos e vestidos a caráter, com bandeiras e camisetas. "Vamos passar o Brasil a limpo", dizia uma das faixas.

Muitos levaram toda a família. Motoristas simpáticos à manifestação demonstram apoio com buzinaço. Um carro de som acompanhou toda a manifestação, exclamando palavras de ordem ao presentes. "Quem não pula é petista", dizia a mensagem, repetida pelos participantes.

Por volta das 14 horas, início previsto para a mobilização, a Polícia Militar já apontava a presença de aproximadamente duas mil pessoas.  Às 15 horas, os manifestantes começaram uma caminhada partindo da Praça Tamandaré, passando pela Avenida 85 até a sede da Polícia Federal. Lá, houve a "prisão simbólica" da presidente Dilma Rousseff.

Também foi grande a adesão de empresários. Representantes do Fórum Empresarial se concentraram na Rua 29, de ondem partiram para se juntar aos manifestantes. "O governo não fez o dever de casa. Não investiu na produção industrial nos últimos anos", declarou o empresário Alexandre Costa. A presidente da Acieg, Helenir Queiroz, esteve presente no carro de som.

Segundo um dos organizadores do protesto em Goiânia, Sílvio Antônio Fernandes, a manifestação é um primeiro passo para mobilização. "Precisamos mostrar para a classe política o nosso descontentamento para que eles também possam se sensibilizar", declarou.

No local, o movimento instalou um guichê improvisado para coleta de assinaturas. "Encaminharemos as assinaturas para Brasília. Vamos continuar agindo para mudar a forma de pensar também do cidadão. É preciso participar, independentemente da idade ou classe social", completou Sílvio.

Conforme a expectativa, a manifestação foi pacífica, sem maiores incidentes. A empresa de segurança privada Escudo Vigilância foi contratada pela organização para proteger os manifestantes.

Comissão organizadora

A organização da manifestação deste domingo em Goiânia tem a participação de vários integrantes. São eles:

1) Pedro Marçal , médico
2) Murilo Rezende, economista e professor universitário
3) Paulo Adelar, dentista e empresário
4) Ana Carla Maia, advogada
5) Ana Gabriela Maia, estudante de medicina
6) Viviane Oliveira, universitária
7) Arthur Otto, engenheiro nuclear
8) Ronaldo Zardini, funcionário público aposentado (Vice-presidente nacional do Movimento Caras Pintadas)
9) Jussana Vidica, odontóloga
10) Ana Lúcia Araújo, artista plástica
11) Amanda Feitosa, professora
12) Márcio Novaes, engenheiro de telecomunicações
13) Tiago Rassi, médico
14) Bruno Diniz, médico
15) Alexandre Seltz, professor de história
16) Wanderson Brasil, sommelier
17) Alexandre Seltz, professor

Fonte: Jornal O Popular


Festeja Goiânia 2015 - Henrique e Juliano + Jads e Jadson + Aviões do Forró


Data: 11/04/2015
Local: Estádio Serra Dourada
Fone: (62) 8495-6514 ou (62) 8177-1736
Site: www.facebook.com/events/936682499709109/

Shows:

- Henrique e Juliano
- Jads e Jadson
- Aviões do Forró

Pontos de venda:

–  Alabama
–  Carne de Sol 1008
–  Rival Calçados
–  Tribo Restaurante
–  Wood’s

Vendas on line:

www.bilheteriadigital.com

Informações whatsapp:

(62) 8495-6514
(62) 8177-1736


Pecuária de Goiânia 2015 - 70° Edição agropecuária de Goiás





Data: 08/05 a 29/05
Local: Parque Exposição Agropecuária de Goiânia

Shows 

08/05 - Pablo
17/05 - Banda Frozen
21/05 - Bruno e Marrone
22/05 - Cristiano Araújo
23/05 - Leonardo e Eduardo Costa (Show Cabaré)
29/05 - Israel e Rodolffo

Ingressos:

Entre R$ 10 e R$ 30

Ingressos ficarão mais baratos



Mesmo em dias de shows, as entradas para a 70º Exposição Agropecuária de Goiás, de 8 a 24 de maio, ficarão até 75% mais baratas. De acordo com informações da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), os ingressos custarão entre R$ 10 e R$ 30, com direito a meia entrada para estudantes, além de entrada franca para crianças de até 10 anos e suas mães.

Durante alguns dias, a doação de um quilo de alimento não perecível também valerá um ingresso.

estratégia

De acordo com o presidente da SGPA, Hugo Goldfeld, essa medida faz parte de uma estratégia para chamar a atenção do público para a festa e aumentar o número de visitantes no parque. Segundo ele, a intenção é fechar a exposição de 2015 com um público recorde de 300 mil pessoas.

“No ano passado, nosso total de visitantes foi de apenas 63 mil, sendo que já atingimos o número de 250 mil pessoas em exposições anteriores”, comentou o presidente, ao lamentar a redução de público da pecuária nos últimos cinco anos.

Crise financeira

Mas não é só para deixar a festa goianiense mais movimentada que estratégias de reestruturação da Pecuária serão colocadas em prática esse ano. Como explicou o presidente, a SGPA está tentando aumentar a receita da entidade para conseguir controlar a crise financeira pela qual está passando.

Segundo Hugo Goldfeld, a dívida que a SGPA acumulou nos últimos anos, tanto com cofres públicos quanto com a iniciativa privada, chega a R$ 3,6 milhões e é resultado do desequilíbrio de caixa das gestões anteriores. “Como vivemos somente de doações e da arrecadação de nossos eventos, faz parte do plano motivar as pessoas a visitarem o parque, não só durante a exposição”, ponderou o dirigente, adiantando que eventos futuros para o parque estão em fase de planejamento, como um possível festival gastronômico.

Alívio no bolso

Mas, para a edição 2015 da Pecuária, não só o preço dos ingressos será reduzido, para alívio dos visitantes. Bebidas alcoólicas e refrigerantes terão valores tabelados em todo o parque, graças a um acordo da SGPA com a Ambev, empresa responsável pela produção e distribuição da maior parte das bebidas da festa. A cerveja em lata, por exemplo, terá o preço fixado em R$ 3,50.

Segundo o presidente da entidade, a previsão é de que o preço do estacionamento na frente e nas imediações do parque de exposições também fique mais barato que a média de R$ 20,00 a R$ 30,00, cobrada nos anos anteriores. Conforme Hugo Goldfeld, o assunto ainda está em negociação, mas a intenção é de que o valor caia, pelo menos, 50%.

Segurança

Como a intenção é de que as famílias voltem a ser a maioria do público da pecuária, Goldfeld ressalta que uma das maiores preocupações esse ano será com a segurança. De acordo com ele, além da montagem de delegacias e da presença de policiais militares e civis durante todos os dias do evento, inclusive de agentes a paisana.

Câmeras de segurança serão espalhadas por todo o parque, até mesmo dentro das barracas comerciais. “Contratamos ainda os serviços de uma seguradora para garantir que as pessoas tenham uma boa experiência nessa edição da exposição”, completou.

Fonte: Jornal O Popular


Número de crimes contra patrimônio cai em seis de sete indicadores em Goiás


Na capital, redução chegou a 38%

Divulgadas nesta sexta-feira (13/3), estatísticas do Observatório de Segurança, estrutura responsável pelas estatísticas da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSP), mostram que seis dos sete indicadores prioritários de crimes contra o patrimônio tiveram redução em Goiás e em Goiânia no primeiro bimestre de 2015. Os dados foram comparados com o mesmo período do ano passado. Na capital o recuo foi de 38% e em Goiás, 28%.

As quedas mais expressivas, em Goiás, ocorreram nos registros de furto (menos 28%) e roubo (menos 27,9%) em estabelecimentos comerciais.  O mesmo ocorreu em Goiânia, com recuo de 37,7% no número de furtos e de 37,9% no de roubos em comércio. Porém, a capital registrou também redução expressiva nas ocorrências de roubo e fruto de veículos e roubo a transeuntes.

No primeiro bimestre, foram registrados 889 casos de roubo em estabelecimentos comerciais em Goiás. No mesmo período do ano passado, ocorrências do tipo somaram 1.233. Em Goiânia, foram 275 casos do tipo nos dois primeiros meses de 2015, contra 443 em janeiro e fevereiro de 2014. Em relação aos casos de furto no comércio, Goiás registrou 1.005 casos neste ano, contra 1.407 no primeiro bimestre de 2014.  Já na capital, os 532 registros do ano passado caíram para 331.

Também as ocorrências de roubo a pedestres tiveram diminuição significativa na capital goiana. No primeiro bimestre de 2014, foram registrados 1.891 casos do tipo. Já neste ano, foram 1.564, representando uma queda de 17,2% nesse tipo de crime. Em Goiás, a queda foi de 10%.


Fonte: A Redação

Dilma é alvo de protestos pelo País neste domingo


A queda acentuada de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que hoje será alvo de protestos em diversas cidades do País, coincide com a mais intensa reversão de expectativas econômicas ocorrida nas últimas duas décadas. Desde o início de seu segundo mandato, o número de eleitores com medo do aumento do desemprego e da inflação chegou às alturas, poucos meses depois de atingir, durante a campanha eleitoral, os níveis mais baixos desde o governo Fernando Henrique Cardoso.

O pessimismo em relação ao aumento da inflação, segundo série histórica de pesquisas do instituto Datafolha, supera atualmente até os níveis registrados logo após a desvalorização do real ocorrida no início do segundo mandato de FHC. A preocupação com o desemprego ainda não chegou ao patamar da era tucana, mas a linha de tendência aponta para isso.

Os gráficos publicados nesta página mostram como se manifestaram as ondas de pessimismo econômico nos cinco primeiros anos de governo dos três últimos presidentes. As linhas revelam uma clara tendência de melhora das expectativas durante as campanhas eleitorais de reeleição - época de bombardeio de propaganda na televisão - e de piora no primeiro ano do segundo mandato. Mas as guinadas da gestão Dilma se destacam pela intensidade.

O pessimismo em relação à economia ajuda a explicar os ânimos acirrados contra a presidente, evidenciados no "panelaço" do domingo passado e em manifestações que hoje tentam se lançar do palco virtual das redes sociais para o concreto das ruas e praças e de cidades grandes e médias.

Mas o panelaço e o bombardeio virtual contra a presidente e seu partido são também a continuação de um movimento já observado na campanha eleitoral do ano passado, marcada pela acirrada polarização entre o eleitorado pró e anti-PT.

Após a eleição, que Dilma venceu com 51,6% dos votos - o placar mais apertado desde a redemocratização -, a mobilização de grupos contrários à presidente ganhou impulso com o detalhamento do escândalo de corrupção da Petrobrás e a acusação, feita por ex-funcionários da estatal, de que partidos da base governista foram beneficiados pelo desvio de recursos.

A onda de insatisfação também se alimentou da série de más notícias no front econômico, desde a aceleração da inflação ao anúncio de medidas impopulares para reduzir o déficit público. No início de fevereiro, segundo o Datafolha, 44% dos brasileiros consideravam o governo ruim ou péssimo - a taxa mais alta da gestão da petista.

Dispersão

A fragilidade do governo também se evidencia no Congresso. No início de seu segundo mandato, Dilma está com a mais baixa taxa de fidelidade na Câmara dos Deputados desde o início da série histórica do Basômetro, ferramenta interativa do Estadão Dados que calcula a taxa de governismo dos parlamentares brasileiros. Desde 2003, no primeiro ano do governo Lula, nenhum presidente teve de lidar com uma base tão adversa.

Nas 14 votações que já ocorreram em 2015, em média, 70% dos votos dos deputados seguiram a orientação do governo. Essa taxa está 11 pontos abaixo da registrada nas primeiras 14 votações do segundo governo Lula - a melhor marca nessa mesma faixa de comparação. A situação tende a piorar para a presidente, já que, em regra geral, o início de governo costuma ter as maiores taxas de governismo do mandato.

Outra maneira de avaliar o governismo é medir o chamado "núcleo duro" do governo, formado por deputados que sempre ou quase sempre votam de acordo com a orientação do Executivo. Neste início de mandato, apenas 114 parlamentares votaram 90% das vezes ou mais com o governo, o que representa 30% do total - quase metade do que no mesmo período do governo anterior de Dilma, em que 58% dos deputados faziam parte do núcleo duro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dilma não vê razões para impeachment

Surpreendida pelos ataques a seu pronunciamento na televisão no domingo, quando foi alvo de vaias e “panelaço” em 12 capitais, a presidente Dilma Rousseff disse não ver razões para seu impeachment e que um “terceiro turno” representaria uma “ruptura democrática”.

Afirmando apoiar o direito da população de protestar nas ruas, Dilma questionou os argumentos dos grupos que defendem seu afastamento, que participam da organização das manifestações marcadas para domingo em várias capitais. “Eu acho que há que caracterizar razões para o impeachment e não o terceiro turno das eleições”, disse Dilma ontem, após cerimônia no Planalto em que sancionou a lei do feminicídio, que torna crime hediondo a violência contra a mulher.

Foi a primeira vez que a presidente pronunciou a palavra impeachment desde que seus adversários começaram a debater o assunto. “O que não é possível no Brasil é a gente não aceitar a regra do jogo democrático”, afirmou Dilma. “A eleição acabou, houve primeiro e segundo turno. Terceiro turno das eleições para qualquer cidadão brasileiro não pode ocorrer a não ser que se queira uma ruptura democrática.” Questionada sobre as manifestações do próximo domingo, a presidente disse que é preciso “conviver com a diferença”, mas não se pode “aceitar a violência”. “Manifestações pacíficas são da regra democrática”, afirmou.

A repercussão negativa do pronunciamento de domingo, quando Dilma defendeu o ajuste fiscal e pediu paciência à população, acendeu o sinal vermelho no Planalto, que teme que o discurso sirva para estimular novos protestos contra o governo. Assessores presidenciais avaliam que o momento escolhido para o pronunciamento se revelou um equívoco, e que o discurso irritou ainda mais a parcela da população contrária à petista, criando o risco de provocar uma onda como a das manifestações de junho de 2013. Logo pela manhã, Dilma reuniu-se com o vice-presidente Michel Temer e seus auxiliares mais próximos para analisar a situação. Ficou combinado que o ministro Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, convocaria uma entrevista para defender o governo. À tarde, a própria presidente decidiu tratar do assunto com os jornalistas. Dilma também vai discutir as manifestações com o ex-presidente Lula em encontro hoje.

Fonte: Jornal O Popular


Goiânia: Proposta a construção do primeiro ecoresorte


O Vivence Express, da Rede Vivence, é um empreendimento composto por 142 apartamentos e 117 salas comerciais localizadas no Setor Aeroporto. Próximo ao Centro de Convenções de Goiânia, com apartamentos de 25 metros quadrados, o intuito é atender, sobretudo, o turismo de negócio.

Entre as novidades, destaca-se a proposta de construção do primeiro ecoresort de Goiânia. A previsão é de que a obra seja realizada à beira do lago Jaó (que tem uma lâmina de água de mais de 150 mil m²) e aproveite a estrutura do clube para compor um Convention Eco Resort.

“Serão 240 apartamentos e o maior espaço de eventos de Goiânia”, afirma a diretora operacional da Rede Vivence, Vanessa Morales.

Preocupações

De uma geral, os investidores apontam alguns fatores que contribuem para o investimento no setor hoteleiro em Goiânia. Entre eles, o crescimento acima da média de Goiás, a localização, a atração de turistas de diversas áreas, além das instalações antigas e estagnação da rede hoteleira.

Mas tamanha expansão do setor traz preocupações para dirigentes de entidades. Inclusive, informam, existem outros empreendimentos sendo tocados na capital, mas desconhecem quem são os investidores. Na avaliação do presidente do Sindicato de Hotéis de Goiânia (SIHGO), Luciano de Castro Carneiro, atualmente, a concorrência para atrair eventos é muito alta. “Temos pontos positivos como localização e bons preços de hospedagem, mas perdemos com o aeroporto”, afirma.

Para o presidente da ABIH-GO, Arnaldo Cardoso Freire, o setor está em crise desde o ano passado. “Ao contrário do que muitos esperavam, a Copa do Mundo diminuiu a média de ocupação em 60%”, diz.

Ambos compartilham da opinião que as novas unidades vão gerar uma superoferta de leitos na capital, contribuindo para o fechamento de hotéis nos próximos anos.



14 de março de 2015

Um friozinho para iniciar o outono?


O verão está terminando. O outono começa oficialmente às 19h45 do dia 20 de março. O verão de 2015 foi quente, mas não tanto e nem com temperaturas tão extremas como o de 2014. Este verão que está chegando ao fim não deu toda a chuva que deveria dar, mas tivemos mais do que no seco verão de 2014 que desencadeou a grave crise hídrica pela qual passa o Brasil.

Com mais chuva, com mais nuvens, não tivemos tantos dias de calor extremo como no verão de 2014, mas mesmo assim parece que as altas temperaturas já não agradam mais. Tem muita gente querendo, desejando, sonhando com dias fresquinhos, com um friozinho para usar um cobertor. Coisas que o outono traz para o centro-sul do Brasil.

Tem frio à vista, mas vai ficar quase todo para os argentinos, uruguaios, chilenos e até alguns bolivianos. Mas para o Brasil, desta vez ainda não vai sobrar quase nada desta massa polar.

As mais recentes simulações de temperatura para a América do Sul indicam a entrada de uma forte massa polar sobre a Argentina a partir do dia 17 de março. O ar polar avança para o norte da Argentina no dia 20, quando começa o outono e assim, os argentinos e uruguaios poderão sentir as baixas temperaturas desta massa polar logo no início do outono.

Um pouquinho deste ar polar deve chegar ao Brasil. Mas quais áreas do país vão sentir os efeitos deste ar polar? A meteorologista Josélia Pegorim comenta sobre a brusca mudança da temperatura.


Fonte: Clima Tempo

Motoristas devem pagar pedágio a partir de junho nas BRs 153 e 060


A partir de junho motoristas que transitarem pela BR 153 e BR 060 terão que pagar pedágio. Os postos de cobrança vão ser implantados nas cidades de Alexânia, Goianápolis, Piracanjuba e Itumbiara. De acordo com a empresa responsável por administrar as rodovias, a taxa deve ficar entre R$ 2,80 e R$ 3.

A concessionária garante que a cobrança vai melhorar o tráfego e será mais seguro para os motoristas, já que serão disponibilizados os serviços de socorro médico e mecânico. Apesar dos benefícios, a maioria dos motoristas reclama de pagar a taxa.

Além dos postos de pedágio em Goiás, serão instalados outros sete ao longo das vias, que partem do Distrito Federal e cortam os estados de Goiás e Minas Gerais.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para iniciar a cobrança, a concessionária precisa cumprir algumas regras, como a instalação de passarelas e proteções laterais. Além disso, é preciso que a empresa duplique pelo menos 10% das rodovias. No entanto, esta duplicação inicial ocorre apenas no trecho mineiro.

Fonte: DM (Informações: G1)


Goiânia terá mais 11 hotéis até 2021, com 4 ,1 mil leitos


A rede hoteleira de Goiânia deve receber mais 11 empreendimentos nos próximos seis anos. Serão inaugurados 1,9 mil quartos, num total de aproximadamente 4,1 mil leitos. Com esse reforço, a oferta de vagas de hospedagem aumentará 20% sobre a atual estrutura, que é de 20 mil leitos, distribuídos em 180 hotéis, conforme informações da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis de Goiás (ABIH-GO).

A aposta dos investidores está na capacidade de captação de novos eventos de negócios, com a capital ganhando musculatura nos últimos anos, como o setor hospitalar, o turismo religioso, o agronegócio e moda.

Muitos desses empreendimentos visam o conceito de uso misto, ou seja, oferecem mais de um tipo de atividade. Eles incluem também consultórios, hospitais, centros de compras e salas comerciais.

O Soft Inn, localizado no Setor Norte Ferroviário, será inaugurado na próxima quinta-feira, dia 19, de olho no turismo de compras da região da Rua 44. São 900 leitos para atender os passageiros de cerca de 250 ônibus semanais que desembarcam para comprar no polo de confecção. “São 11 mil pessoas que vêm exclusivamente para comprar e que fazem o esquema de bate-volta por não ter lugar para ficar”, afirma o gerente geral do hotel, Galileu Pereira. A estimativa é que a taxa média de ocupação gire em 70%, com previsão de atingir futuramente 90%.

Numa torre dupla, a EBM Desenvolvimento Imobiliário pretende entregar em novembro de 2017, no Setor Marista, dois hotéis num mesmo local. De um total de 412 apartamentos, 252 são para atender executivos em apartamentos a partir de 19 metros quadrados até 70 metros quadrado. “Será bandeira da Rede Ibis Style e todos os quartos são decorados estilo art déco”, afirma o gerente geral da EBM, Alexandre Pinhal.

A EBM tem ainda outro projeto para a construção de um hotel no Jardim Goiás, com 180 quartos e também para um público executivo. A obra fará parte do complexo Metropolitan.

Complexos

Localizado no Setor Marista, o Saúde Premium é outro empreendimento de uso misto. Em 47 mil metros quadrados, o complexo inclui consultórios, hospital e hotel. Com entrega prevista para abril de 2017, serão 87 apartamentos que podem ser usados para ampliação do hospital ou negócios para terceira idade. O estacionamento terá mais de 500 vagas.

O QS Two Hands integra um edifício corporativo a um hotel. Localizado no Jardim Goiás, o empreendimento da construtora Queiroz Silveira, numa parceria com a Atlantica Hotels, contará com 190 unidades de hospedagem que variam de 27 a 36 metros quadrados. A estimativa é que a inauguração ocorra no início de 2016.

Um ano depois, a construtora pretende inaugurar o QS Marista. O empreendimento terá 100 apartamentos de um e dois quartos e funcionará como um flat. Os acessos para hóspedes e moradores serão diferentes.

Fonte: Jornal O Popular


Goiânia é a 5ª melhor capital do Brasil para criar filhos, afirma estudo


48 quesitos foram usados para definir ranking

Goiânia é a 5ª melhor capital brasileira para criar os filhos, segundo pesquisa realizada pela Delta Economics & Finance para a Revista Exame. O estudo ainda definiu a capital brasileira como 14ª melhor cidade do Brasil também para se criar filhos.

O município obteve 32,05 pontos, 66,78% do total, e ficou na frente de cidades como Brasília, Porto Alegre, Guarulhos, Rio de Janeiro, Campinas, São Paulo e Uberlândia.

Foram analisados 48 fatores determinantes para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, saúde, educação, economia e domicílios. O IDH da Região Metropolitana, medido em novembro de 2014, é o sétimo melhor entre as capitais brasileiras.

No entanto, o destaque na nota de Goiânia ficou com o índice de governabilidade, que obteve nota máxima. Neste quesito, foram avaliados a elaboração da Agenda 21, do Plano Municipal de Política para as Mulheres e do Conselho Municipal de direitos da mulher.

Já o quesito domicílio avalia o porcentual da população que vive em residências com água encanada, banheiro, coleta de lixo, energia elétrica, abastecimento de água e esgoto adequados. A nota de Goiânia nesta parte da pesquisa foi de 4,81, de um total de cinco pontos possíveis.

Confira abaixo as notas obtidas por Goiânia:




Fonte: A Redação

13 de março de 2015

Goiânia precisa de pelo menos 7 mil lixeiras


Cabe aos urbanistas estudarem a cidade. Assim, Renato Rocha, arquiteto e urbanista, doutorando pela Universidade de Brasília (UnB) e diretor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UniEvangélica, aponta que há um número ideal para a quantidade de lixeiras em uma cidade: uma para cada 100 habitantes, no mínimo uma lixeira para cada 200.

Se considerarmos que a capital abriga aproximadamente 1,4 milhão de habitantes, Goiânia, portanto, deveria ter cerca de 14 mil lixeiras disponíveis nos espaços públicos — o mínimo aceitável é 7 mil —, principalmente em locais onde há grande fluxo de pedestres. Mas, como já sabido, esta não tem sido uma realidade, para a infelicidade dos contribuintes e munícipes da capital.

O resultado da falta de políticas públicas voltadas para uma urbanidade mais limpa e sustentável é a diversidade de problemas como doenças, entupimento de esgotos e atração de insetos e roedores, um perigo para a saúde pública. Se a prefeitura provém suficientemente bem de lixeiras em praças centrais, é também um dever levá-las para os bairros em sua totalidade. Afinal, todos têm o mesmo direito.

Jogar lixo nas vias públicas é uma prática que evidencia a falta de educação de alguns pedestres ou a consequência direta da falta de disponibilização de lixeiras em vias públicas. De bitucas de cigarro a embalagens e restos de comida, papel e outros rejeitos, a cidade vai se tornando um enorme depositório de lixo a céu aberto. Qualquer resíduo jogado na rua produz um acúmulo final de toneladas de sujeira, cujo destino é quase sempre os bueiros.

O acúmulo de sujeira em bocas de lobos, geralmente causado pela má utilização das lixeiras — as que existem —, é o principal responsável pelas fortes enxurradas que, além de disseminar doenças, contribuem significativamente para a poluição dos lençóis freáticos.

Segundo Renato Rocha, o déficit no planejamento da cidade reflete di­retamente na falta de lixeiras em locais onde há aglomeração de pe­destres. “É uma preocupação, pois se o pedestre produz lixo durante sua caminhada, ele não tem onde jogá-lo. No afã de desfazer dos resíduos por faltas destes importantes equipamentos públicos ele é levado a lançá-lo ao chão, emporcalhando ainda mais a cidade”, afirma.

Mas não basta inundar as ruas de cestos de lixo se a população não tiver consciência de que é preciso fazer o descarte adequado de resíduos. A grande questão é trabalhar a conscientização da população. Isso precisa ser prioridade. Renato Rocha chama atenção para a necessidade dos programas e projetos de educação para destinação correta do lixo.

Também pouco adiantaria instalar novos equipamentos públicos se não forem implantados em locais estratégicos e de fácil acesso. Segundo o urbanista, partir diretamente para iniciativas como as que ocorrem em Londres ou São Paulo, por exemplo, em que o pedestre que joga lixo no chão recebe uma multa, não resolveria o problema. “Seria interessante em um primeiro momento trabalhar com a conscientização da população, no sentido de promover campanhas educativas”, diz.

De qualquer forma, a simples presença de uma lixeira na trajetória de quem transita pela cidade caminhando já é um grande incentivo para a destinação correta dos lixos. Numa época em que as questões ambientais e de sustentabilidade precisam ser encaradas de forma mais séria pelo poder público, conscientizar a população da importância do manejo correto do lixo deve ser visto como ponto de partida para uma gama de ações que de fato surtirão efeitos para uma cidade mais limpa e sustentável.

“As pessoas enxergam a cidade como se ela tivesse nascido na gestão do prefeito Paulo Garcia”

Como a maior interessada no assunto é a Prefeitura de Goiânia, a reportagem foi ao Paço Municipal ouvir o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano Susten­tável (Semdus), Paulo César Pereira, a respeito das políticas de limpeza. Entrevistado em seu gabinete, por voltas das 17 horas de quinta-feira, 5, o titular parecia desconfortável em suas respostas. Contudo, garantiu que o Executivo tem voltado suas atenções para a melhoria da disponibilização de equipamentos públicos, que, no caso das lixeiras, poderá ser contemplado pela licitação de novos desses equipamentos e pela aprovação de um projeto de lei municipal, conhecido como Lei das Calçadas, o que deve ajudar a melhorar a questão.

— A Prefeitura de Goiânia tem se voltado às questões de mobilidade urbana, principalmente do transporte coletivo, que deve de fato ser privilegiado em detrimento do individual. Dentro desta diretriz o poder público municipal tem instalado corredores preferenciais de ônibus em vias importantes, como nas avenidas 85 e T-63, tendo como próximo passo a implantação do sistema no corredor da T-7. Entretanto, essa política não estaria se esquecendo do cidadão que se locomove a pé pela cidade? Qual é a dificuldade do Executivo em prover lixeiras públicas para que os pedestres, de maneira geral, possam descartar corretamente o lixo individual?

— Estamos elaborando o edital para contratação de empresas que possam disponibilizar alguns equipamentos públicos. Nós já tivemos algumas ofertas de empresas que queriam explorar a propaganda e instalar esses equipamentos. Eles vieram até mim e disseram que têm a pre-disposição de montar essas lixeiras. Mas eu disse a eles que a Prefeitura está montando um edital para contratação de uma empresa, portanto um certame público que permitirá quem quer seja a instalar alguns equipamentos públicos que, dentro deles, compreendem lixeiras e identificações de logradores públicos. A imprensa nos tem cobrado a respeito da manutenção dessas placas. A Prefeitura vem correndo contra o tempo, tentando instalar alguns desses equipamentos, e tem se deparado com os problemas no qual você bem apontou. Assim, pretendemos concluir essa licitação ainda neste primeiro semestre, não só para disponibilizar esse serviço como fazer o mapeamento que você sugere e identificar onde está a maior concentração de pedestres e a maior demanda de instalação destes equipamentos para que a cidade esteja bem servida.

Nesse momento, apresentamos ao secretário o exemplo da Avenida T-63, onde está evidenciada a falta de planejamento da disposição das lixeiras, já que nos locais onde há uma maior aglomeração de pedestres, em razão da grande concentração de comércios, bares, restaurantes, padarias, agências bancárias, postos de gasolina e empórios, não há cestos de lixo suficientes:

— Na Avenida T-63, por exemplo, existem 76 lixeiras públicas. Acontece que no trecho após o viaduto João Alves de Queiroz, no cruzamento com a Avenida 85, em sua extensão até a Praça Nova Suíça, nós contamos apenas duas lixeiras. Os outros cestos de lixo estão todos bem distribuídos ao longo da via depois daquela praça, onde, diferentemente do trecho anterior, não há grande fluxo de pedestres.

— Na verdade, se você começar a fazer esse apontamento estatístico seria melhor conversar com a Comurg, que é a companhia responsável pela limpeza urbana. Nessa licitação na qual o edital será lançado, certamente nós vamos envolver a companhia de limpeza urbana porque ela deve ter dados muitos mais precisos que vão apontar os locais onde devemos fazer as instalações e em quais os locais nós devemos fazer a substituição e as devidas manutenções. Portanto, o indicativo e quantitativo da instalação desses equipamentos são feitos pela Comurg e eles mesmos categorizam as vias prioritárias para receberem novas lixeiras.
Insisto em perguntar sobre as calçadas, pois, na maioria das vias verificadas, há um claro desleixo em relação a estas estruturas, e isso acaba recaindo também na ausência ou depredação de cestos de lixo:

— Ainda em relação às políticas voltadas aos pedestres, como anda as ações em relação às estruturas das calçadas? É visível que as normas que regularizam as calçadas não são respeitadas, já que muitas são usadas como estacionamento e outras estão completamente destruídas, esburacadas e oferecendo riscos aos pedestres. Por consequência, há muitas li­xei­ras depredadas. Muitas delas apresentam apenas o suporte, sem o cesto.

— A Prefeitura e o próprio prefeito têm sido alvos de muitas críticas com relação à sustentabilidade e ao transporte coletivo. O interessante é que essas críticas enxergam a cidade como se ela tivesse nascido na gestão do prefeito Paulo Garcia. É preciso fazer uma avaliação histórica de todas as gestões ao longo da idade da cidade para vermos efetivamente as ações que contemplaram a cidade como um todo. Há ações emblemáticas de um ou de outro gestor, mas quando entramos no mérito do planejamento da cidade vamos abrir espaço para fazer questionamentos a muitos gestores. O que a gente está propondo? E aí a pergunta é oportuna, porque, apesar do não conhecimento e da não divulgação, o prefeito Paulo Garcia está tendo uma atitude de muita coragem ao instituir e instalar os corredores de ônibus. Muitas vezes, vêm pessoas querendo fazer uma discussão superficial e colocam como se a gestão não buscasse a sustentabilidade. No projeto dos corredores, por exemplo, é acompanhado todo o conjunto, inclusive olhando para as calçadas a fim de assegurar não só que o pedestre tenha acesso aos terminais e possa transitar com conforto. Em linhas ge­­rais, há diretrizes da Prefei­tura para as calçadas e estamos elaborando uma minuta de projeto de lei que estabelece critérios muito claros e bastante razoáveis em relação à construção de calçadas em Goiânia, não somente nos eixos que estamos fazendo para o transporte coletivo.

Fonte: Jornal Opção