BRT deve ser iniciado até abril

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As obras do BRT (Bus Rapid Transit, da sigla em inglês) devem ser iniciadas até o mês de abril. O contrato com o consórcio formado pelas empresas Isolux, EPC e WVG deve ser assinado ainda em fevereiro. Os técnicos da Prefeitura de Goiânia elaboram um plano de mitigação dos transtornos que poderão ser causados no trânsito da capital com as obras, que percorrem 21,8 quilômetros em extensão, saindo da Avenida Rio Verde, em Aparecida de Goiânia, até o Terminal do Recanto do Bosque, na região Noroeste de Goiânia.

Esse plano vai ser entregue ao prefeito Paulo Garcia (PT) até o final do mês, quando ele voltar de uma viagem internacional iniciada na noite de ontem. Assim que o projeto for aprovado será divulgado à população e, posteriormente, se saberá a data da assinatura da ordem de serviço para o início das obras. Paulo pretende fazer um evento para essa assinatura, com a presença de um representante do governo federal. O maior desejo é pela presença da presidente Dilma Rousseff (PT). O BRT tem recursos advindos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade.

Segundo o prefeito, a ideia inicial é que as obras tenham três canteiros de obras. O primeiro deles já está sendo finalizado e se localiza na continuação da Avenida Goiás Norte, após o cruzamento com a Perimetral Norte, no sentido Setor Balneário Meia Ponte. A reportagem do POPULAR apurou que a intenção é que o outro canteiro de obras seja instalado em Aparecida de Goiânia, na outra ponta do corredor exclusivo para o transporte coletivo. A ideia é que as obras sejam realizadas ao mesmo tempo e se encontrando na região central de Goiânia, onde estaria o terceiro canteiro de obras.

Além do BRT, em março a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) deve publicar o edital da licitação de outras obras, que são a conclusão dos corredores preferenciais 85, T-63, além das implementação dos corredores Independência, T-9 e 24 de Outubro. Será feita uma única licitação, em que cada corredor vai estar em um lote diferente, ou seja, até cinco empresas poderão vencer o processo. A escolha foi para que a licitação ocorresse de forma mais célere, mas as obras não devem ocorrer todas ao mesmo tempo.

Fonte: O Popular

Energia vai ficar 27,5% mais cara em Goiás

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Reajuste foi aprovado ontem pela Aneel e já começa a ser aplicado na próxima segunda-feira (2). Ao todo, 58 concessionárias terão reajuste no País

A partir da próxima segunda-feira (2), a conta de luz vai ficar mais cara para consumidores atendidos por 58 concessionárias. A revisão tarifária extraordinária para essas empresas foi aprovada ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e a previsão é de aumento médio de 23,4%. Para os consumidores da Celg o reajuste será de 27,5%, portanto, acima da média nacional.

Os maiores reajustes serão para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Os mais baixos serão aplicados para as distribuidoras Celpe (2,2%) e Cosern (2,8%).

A distribuidora CEA, do Amapá, não pediu a revisão tarifária. Já as empresas Amazonas Energia (AM), Boa Vista Energia e CERR (RR) não terão revisão tarifária porque não participam do rateio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e não estão no Sistema Interligado Nacional. A Ampla (RJ) também não passou pela revisão, porque seu processo tarifário ocorre em 15 de março, quando todos os efeitos serão considerados.

Os impactos da revisão serão diferentes conforme a região da distribuidora. Para as concessionárias das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto médio será de 28,7% e, para as distribuidoras que atuam nas regiões Norte e Nordeste, de 5,5%. A diferença ocorre principalmente por causa do orçamento da CDE e da compra de energia proveniente de Itaipu.

Bandeira tarifária

Também começam a valer na semana que vem os novos valores para as bandeiras tarifárias, que permitem a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com o custo de geração de energia. Além da revisão extraordinária, as distribuidoras passarão neste ano pelos reajustes anuais, que variam de acordo com a data de aniversário da concessão.

Segundo a Aneel, a revisão leva em consideração diversos fatores, como o orçamento da CDE deste ano, o aumento dos custos com a compra de energia da Usina de Itaipu – por causa da falta de chuvas -, o resultado do último leilão de ajuste – que aumentou a exposição das distribuidoras ao mercado livre – e o ingresso de novas cotas de energia hidrelétrica.

“No ano passado e neste ano, o custo da energia elétrica tem sido realmente alto, porque o regime hidrológico não está favorável, temos despachado todas as térmicas, que têm um custo mais alto”, explicou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. (Agência Brasil)

Consumidor vai pagar dívida de R$ 22 bi

O valor que deverá ser repassado para a conta dos consumidores de energia, neste ano, para custear a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) foi estabelecido em R$ 22 bilhões. O orçamento da CDE para 2015 foi aprovado ontem em reunião extraordinária da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os valores foram submetidos a consulta pública e tiveram redução de R$ 1,15 bilhão em relação ao valor proposto inicialmente.

O montante será incluído na revisão extraordinária das tarifas, que deve ser definida ainda ontem pela Aneel. A divisão será diferenciada de acordo com a região, sendo que o Norte e o Nordeste deverão pagar valores menores.

Como neste ano não deve haver novos aportes do Tesouro Nacional na CDE, o rateamento da conta será feito pelos consumidores atendidos pelo Sistema Interligado. No ano passado, o valor aportado na CDE foi R$ 11,8 bilhões.

A CDE é um fundo do setor, criado para promover fontes renováveis de energia, além de promover a universalização do serviço de energia elétrica. Desde 2012, a CDE também é usada para custear a redução das tarifas de energia, promovida pelo governo, com a renovação das concessões do setor elétrico. (ABr)

Fonte: Jornal O Hoje


Governo de Goiás nega que autódromo de Goiânia será rebatizado

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Nome de Ayrton Senna será mantido

O Governo de Goiás não pretende mudar o nome do Autódromo de Goiânia, como chegou a ser divulgado nesta quarta-feira (25/2). O autódromo hoje leva o nome de Ayrton Senna. A informação que foi divulgada é de que o ex-governador Ary Valadão seria homenageado no rebatismo.

Após contato com a assessoria do governo, a reportagem de A Redação confirmou que o nome não será alterado.

A Agência Goiânia de Transportes e Obras (Agetop) também divulgou um comunicado oficial esclarecendo o assunto. A nota cita a Lei Nº 13.468, que dispõe sobre nomes dados a logradouros, obras, serviços e monumentos públicos.

"Não existe oficialmente a possibilidade de conceder, ao ex-governador Ary Valadão, o nome do Autódromo de Goiânia", explica o texto. A justificativa é de que é proibido atribuir nome de pessoas vivas a prédios públicos.

Confira abaixo a íntegra do comunicado:

Comunicamos que, tendo em vista a Lei Nº 13.468, de 27/julho/1999, publicada no Diário Oficial de 05/08/199, que dispõe sobre a denominação de logradouros, obras, serviços e monumentos públicos, não existe oficialmente a possibilidade de conceder, ao ex-governador Ary Valadão, o nome do Autódromo de Goiânia. Conforme decretado, é proibido atribuir nome de pessoa viva, a prédios públicos da administração pública direta ou indireta. No caso de concessão da homenagem de que trata esta Lei, conforme Parágrafo único, é obrigatória a juntada de competente atestado de óbito.

Fonte: Jornal A Redação

Festival Bananada confirma as 15 primeiras atrações

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Já havia sido noticiado em outros sites, a 17ª edição do Festival Bananada trará para o Brasil o guitarrista J. Mascis (Dinosaur Jr.) e a banda King Tuff, graças à parceria com a Sup Pop Records. Também foi divulgada pela página da produção, a abertura desta edição será com o músico tropicalista Caetano Veloso.

Hoje a tarde, através do Remezcla a Construtora Música e Cultura liberou mais alguns nomes que fazem parte do line up do festival que acontecerá ao loga da semana de 11 a 17 de maio.

Estes são Bruna Mendez, Hellbenders, Magaly Field (Chile), Caddywhompus (US), Karol Conká, Wannabee Jalva, Jaloo, Camarones Orquestra Guitarrística, Marrero e Do Amor.

Mais nomes ainda serão confirmados, afinal será uma semana de festival. Confira o flyer e o vídeo da banda Boogarins na edição do ano passado, abaixo.


Fonte: Outroindi


Regalias na Câmara vão custar R$ 112 milhões só em 2015

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Eduardo Cunha anuncia reajuste de benefícios parlamentares e a volta de uma prática proibida há seis anos: o pagamento de passagens aéreas para cônjuges

Enquanto a população convive com a alta da inflação e o aumento de impostos e dos combustíveis, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou um pacote de bondades para os parlamentares, com reajustes em uma série de regalias, como o auxílio-moradia, a verba de gabinete usada para contratar assessores e a Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), mais conhecida como Cotão. Ao todo, os mimos, que valerão a partir de 1º de abril, custarão R$ 112,7 milhões para os cofres públicos apenas em 2015, o que corresponde a R$ 219,79 mil para cada um dos 513 deputados. A partir de 2016, a cifra salta para R$ 150,71 milhões. O peemedebista ainda anunciou a liberação das passagens aéreas para cônjuges de deputados, prática proibida desde 2009.

Segundo estimativas divulgadas pelo gabinete de Cunha, o maior impacto será provocado pelo reajuste na verba de gabinete, que é usada para contratar a assessoria dos parlamentares. A rubrica será reajustada em 18%, acarretando aumento anual de custos da ordem de R$ 129,7 milhões. Cada parlamentar terá à disposição R$ 92 mil mensais para contratar funcionários. O percentual de correção do Cotão, por sua vez, será de 8,7%, com impacto de R$ 14,6 milhões por ano.

Ao anunciar os aumentos, Eduardo Cunha disse que a medida “unifica” as datas dos reajustes nos benefícios, que antes eram concedidos separadamente. Ele também assegurou que os custos serão cobertos por cortes em contratos nas “áreas-meio” da Câmara, como contratos de prestação de serviços e informática, entre outros. A nota informa, de forma genérica, que a Câmara pretende cortar R$ 46,7 milhões em materiais de consumo diário, R$ 16 milhões em serviços e gastos de manutenção e R$ 50 milhões em despesas com pessoal, como horas extras, sessões noturnas etc.

A jornalistas, Cunha defendeu o reajuste. “Ninguém está dando aumento. Eu poderia fazer a correção inflacionária com implicação no aumento total, que é como acontece em qualquer ente público. Mas não queremos aumentar. Nós só aceitamos a correção inflacionária mediante o corte correspondente”, disse. “Estamos cortando na atividade-meio. Prestação de serviços, contrato de informática, tudo que tinha que haver de corte foi feito”, assegurou.
O peemedebista também anunciou a criação de uma secretaria, a de Relações Internacionais. “A relação do Congresso com outros parlamentos passará a ter também um deputado coordenador”, disse Cunha. Ele reafirmou que a Secretaria de Comunicação da Câmara passará às mãos de um deputado, o maranhense Cleber Verde (PRB).

Distorção
Para o juiz Márlon Reis, membro fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e um dos redatores da minuta da Lei da Ficha Limpa, o reajuste dos gastos com custeio na Câmara é uma distorção da postura que os parlamentares deveriam ter em um período de dificuldade econômica. “O momento é de fragilidade das contas públicas e da economia nacional, e as regras de probidade indicam um caminho inverso. A Câmara deveria dar exemplo de controle e de austeridade, mas oferece regalias e privilégios que ultrapassam o limite dos deputados, inclusive, beneficiando terceiros que não são políticos”, critica Reis.

Segundo o magistrado, o ato da Mesa que beneficia os parlamentares deveria ser analisado pelos órgãos de controle. “Trata-se de um pacote de medidas completamente desarrazoado. O ato precisa ser analisado à luz da Constituição Federal e está passível de discussão”, afirmou. Para Reis, o próprio Tribunal de Contas da União (TCU) ou o Ministério Público pode levar a questão ao Judiciário.

Confira a estimativa do impacto das bondades anunciadas pelo presidente da Câmara:

Auxílio-alimentação
(Último reajuste: 29/1/2014)
» De R$ 784,76 para R$ 845,40 por parlamentar
» R$ 373,3 mil anuais a mais

Cotão
(Último reajuste: 18/12/2013)
» De R$ 33.010,31 (média) para R$ 35.888,20
» R$ 19,5 milhões anuais a mais

Auxílio-moradia
(Último reajuste: 21/3/2013)
» De R$ 3,8 mil para R$ 4.272,99
» R$ 1,112 milhão anuais a mais para 196 deputados*

Verba de gabinete
(Último reajuste: 26/7/2012)
» De R$ 78 mil para R$ 92,05 mil
» R$ 129,76 milhões anuais a mais

Total:
R$ 150,71 milhões anuais a mais
(R$ 112,75 milhões em 2015)

Fonte: Correio Braziliense

Governo suspende o 'Minha Casa Melhor' para conter gastos

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Programa foi criado em 2013 para oferecer taxas de juros mais vantajosas na compra de móveis e eletrodomésticos; R$ 3 bilhões foram desembolsados até o fim do ano passado Diante do cenário de restrição fiscal, o governo decidiu suspender o programa Minha Casa Melhor, linha de crédito especial para que os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida possam adquirir móveis, eletrodomésticos e eletrônicos a taxas de juros subsidiadas.

Para operar o programa, a Caixa Econômica Federal recebeu do governo uma capitalização de R$ 8 bilhões em junho de 2013. Do valor total, porém, R$ 3 bilhões foram direcionados para os financiamentos do programa - o restante foi usado em outra operação. O Broadcast apurou que esses R$ 3 bilhões foram desembolsados no total de financiamentos que foram concedidos pela Caixa até o fim do ano passado, 18 meses após o lançamento do programa. Não restou ao governo outra alternativa a não ser interromper a distribuição de novos cartões porque não há mais recursos para arcar com o custo financeiro dos juros mais baixos.

"Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida", informou a Caixa, em nota. "Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente", completou a instituição financeira. Procurado, o Tesouro Nacional informou que somente o banco estatal comentaria o assunto.

Pelo canal oficial de comunicação entre a Caixa e os beneficiários do programa, a atendente afirmou que o Minha Casa Melhor está suspenso desde o dia 20 deste mês. "A Caixa está reavaliando o programa antes de realizar novas contratações no Brasil inteiro", afirmou.
No lançamento do programa, o governo divulgou que a expectativa era de que 3,7 milhões de famílias fossem beneficiadas, em um total de R$ 18,7 bilhões. O Minha Casa Melhor oferece crédito a juros mais baixos que os praticados no mercado para as famílias atendidas pelo programa Minha Casa Minha Vida comprarem 14 tipos de eletrodomésticos e móveis. Os juros são de 5% ao ano contra 16,5% que o mercado cobra para financiar outros tipos de bens que não automóveis.


Impacto no varejo. O presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, lamentou o "congelamento" do programa e o impacto da decisão para o setor varejista. "O Brasil está diante do desafio de fazer funcionar esse novo modelo econômico imposto pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda)", afirmou. A CNDL, que representa 1,2 milhão de lojistas, estima que o programa injetou R$ 1,4 bilhão no ano passado.

As 920 famílias de Feira de Santana (BA), que receberam da presidente Dilma na quarta-feira, 25, as chaves dos imóveis, não puderam pegar o cartão para comprar os móveis. A Superintendência Regional da Caixa na Bahia confirmou à reportagem que os cartões não foram distribuídos por determinação do banco.

Ao entregar os imóveis do conjunto Solar da Princesa III e IV, no bairro de Gabriela, Dilma assegurou a continuidade do programa de habitação popular. Segundo ela, a terceira fase será lançada em maio, com a meta de contratar mais 3 milhões de moradia. Depois de dizer que faz ajustes fiscais "como uma mãe, uma dona de casa faz na casa ela", a presidente garantiu que o governo não paralisaria programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida. A cerimônia foi cuidadosamente planejada para ser a primeira parada em um roteiro de viagens que a petista planeja fazer para recuperar sua popularidade.

Boca a boca. Os novos moradores foram surpreendidos pela notícia de que o Minha Casa Melhor havia sido suspenso. A notícia se espalhou no boca a boca e criou um clima de decepção geral, já que muitos contavam com a linha de crédito para mobiliar suas novas unidades. "Eu fui surpreendida porque não tenho os móveis, estava contando (com o Minha Casa Melhor). Preciso comprar praticamente quase tudo. Tenho um fogão de duas bocas, uma geladeira usada com problema na borracha, que eu queria trocar e um colchão que durmo com o meu filho", disse Eliane Costa Santos, que tem 24 anos. Vendedora ambulante e com renda de um salário mínimo, ela vai se mudar com um filho para a nova moradia. "Eu não tenho os móveis da minha casa e não tenho condições de comprar. Em tempo de festa, a gente ganha. Fora de época não tem muito boa vendagem".

No dia seguinte à cerimônia, quando muitos moradores foram aos residenciais para tratar da instalação de água e luz, outra contemplada ouvida pelo Broadcast alegou que não houve qualquer justificativa para a interrupção. "(Me disseram) que estava suspenso desde o dia 20 (de fevereiro), por tempo indeterminado", afirmou Cidiléia Santos Silva, que tem 29 anos e é mãe de um filho. "A única coisa que eu tenho, graças a Deus ainda, é uma cama, o guarda-roupa do meu filho, um fogão, um bujão e minhas roupas", queixou-se. "(O Minha Casa Melhor) ia ser importante para eu poder comparar um sofá, poder arrumar o quarto do meu filho, para poder comprar um fogão melhor e armário de cozinha. Mobiliar minha casa toda".

Com duas filhas, Aline Ribeiro, de 32 anos, contou que um funcionário do banco estatal lhe disse que o Minha Casa Melhor estava suspenso e que não havia previsão de retorno. "É uma coisa que, se não retornar, vai fazer falta para muita gente que precisa. Muita gente que não tem nada e precisa do cartão", afirmou. "Não tenho cama, minha filha não tem (cama) e não tenho guarda-roupa. Se chegar, vai vir em boa hora".

Fonte: Estadão


Goiânia terá uma nova boate GLS em abril

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Quem se prepara para estrear na noite goiana é o empresário Wilmar Martins Leite Junior.

As obras do seu Pub’lic One estão a todo vapor. Junior Leite diz que cada detalhe dessa casa foi pensado para agradar ao público GLS: ambiente acolhedor, confortável, bem climatizado; a iluminação charmosa, os drinks na temperatura ideal, a música de ritmo quente, tudo combinando com o sonho desse empresário, que diz ter esperado o momento certo para assumir o posto de “o dono da balada”. A inauguração está prevista para abril.

Fonte: Diário da Manhã


Festival na Lata Goiânia 2015: Emicida + Pitty + Rael

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Data: 18/04/2015
Local: Jaó Music Hall
Sábado 21h00

Shows:
-Emicida
-Pitty
-Rael
-Daniel de Mello

Ingressos (1° Lote)

R$ 50 * – Setor A
R$ 90 * – Setor B (com cerveja , refrigerante e água livres)

* valores referentes a meia entrada (com qualquer comprovante estudantil ou com doação de um kg de alimento não perecível)

Vendas on line : Prime ingressos

Pontos de venda:

- Tribo
- Ambiente Skate Shop – (na loja do Setor Bueno)
- Komiketo
- Della (Setor Nova Suíça)
- BR Mania (Flamboyant)


Corredor da Avenida T-7 contará com plantio de mais de mil árvores

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As obras do corredor preferencial de ônibus da Avenida T-7 vai mexer nos canteiros centrais de toda a extensão. De acordo com a Prefeitura de Goiânia, serão plantadas pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) um total de 1.066 novas espécies arbóreas, além da substituição daquelas que possuem risco de queda.

Para adequar a flora ao longo do corredor, foi elaborado um Projeto de Arborização Urbana que define o plantio de espécies que possam se adaptar, respeitando a fiação aérea, as rampas de acessibilidade para pessoas com deficiência, os pontos de ônibus, as garagens, os semáforos, as lixeiras, dentre outros equipamentos públicos. A previsão de entrega da obra é de um ano.

Conforme o técnico da Gerência de Arborização Urbana (Gearb) da Amma e responsável pelo projeto, Antônio Esteves, tudo foi pensado e elaborado especificamente para a obra do Corredor T-7. “Foram percorridas todas as quadras e canteiros centrais, sendo o trajeto distribuído em 35 trechos”, informa.

Nas calçadas serão plantados 903 exemplares arbóreos de 24 espécies diferentes como pau-brasil, pau-ferro, ipê branco, ipê rosa, bálsamo, aroeira pimenteira, entre outras. Já nas ilhas serão plantadas 103 árvores e 60 guarirobas – estas serão plantadas devido à falta de espaço em algumas partes do trecho.

As mudas vão substituir os 47 exemplares a serem retirados nas calçadas. Nas ilhas serão dez árvores e 44 guarirobas. Conforme o técnico, esse número pode variar devido ao andamento das obras. (Com Prefeitura de Goiânia)

Fonte: A Redação


Marconi anuncia fim de verba para shows

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O governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou hoje para os deputados da sua base na Assembleia que não haverá mais recursos do Estado para bancar festas e shows nos municípios. "Apanhei muito com estes gastos", disse o tucano, segundo os parlamentares presentes. Mas haverá uma brecha: os deputados poderão apresentar emendas destinando verbas para esta finalidade. O governador, entretanto, disse que ainda assim haverá restrição.

Não é a primeira vez que o governador anuncia esta medida. Em agosto de 2013, Marconi Perillo havia informado aos deputados da legislatura anterior que o Estado não pagaria mais por shows, mesmo via emenda parlamentar, com exceção de projetos culturais já consolidados em Goiás, como o Fica e o Canto da Primavera.

O anúncio foi feito depois do POPULAR publicar que o Estado havia gasto, somente até agosto de 2013, R$ 32 milhões com apresentações artísticas e festas. Entretanto, mesmo despois estas despesas continuaram no governo naquele mesmo ano e em 2014. Só para o carnaval deste ano, em meio a forte ajuste fiscal no Estado, o governo bancou mais de R$ 1 milhão para shows em cidades turísticas goianas.

A reunião desta terça-feira contou com a participação de 29 dos 31 deputados estaduais da base governista, do vice-goverador José Eliton (PP) e do secretário Luiz Alberto Bambu (Relações Institucionais). Na oportunidade, Marconi Perillo pediu maior empenho da sua bancada na defesa do governo na Assembleia, especialmente aos 15 deputados novatos, que chegaram a formar um bloco no Legislativo.

Fonte: Jornal O Popular


Governo acelera projetos em parceria do governo federal

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Os projetos do BRT do Entorno do Distrito Federal, BRT de Aparecida de Goiânia e do programa Goiás sem Lixão ganharam novo impulso para suas implantações. A informação é do secretário Vilmar Rocha, das Cidades e Meio Ambiente (Secima), que se reuniu esta semana com o ministro Gilberto Kassab, das Cidades, em Brasília, para tratar dos temas.

“Em menos de um mês, esta foi a segunda reunião que nós, da Secima, tivemos com o ministro Kassab e os secretários do Ministério para buscar orientações técnicas e pleitear recursos para nossos projetos”, explicou Vilmar, que estava acompanhado dos presidentes da Saneago, José Taveira, e da Agehab, Luís Stival, além dos superintendentes Mário João, José Carlos Pimenta e Gilvane Felipe.

O projeto do BRT do Entorno interliga o BRT SUL do DF aos municípios de Luziânia, Valparaíso, Cidade Ocidental e Novo Gama, com trecho de 25,5 km em Goiás e 4,5 km no Distrito Federal. A previsão de investimento é de R$ 901 milhões. “Já temos R$ 15 milhões empenhados para o projeto e avançamos muito. Sentamos com o secretário nacional de Mobilidade [Dario Rais] e com o ministro e, além das orientações, acertamos também um novo encontro para março, juntamente com membros do Governo do Distrito Federal”, explicou o secretário, que também levou demanda para prolongar o BRT Norte-Sul de Goiânia até Aparecida, interligando os terminais Cruzeiro do Sul e Veiga Jardim, num trecho de cinco quilômetros.

Outro projeto tratado no Ministério das Cidades foi o programa Goiás sem Lixão, para construir 40 aterros sanitários regionais e 266 galpões de triagem. O programa contempla todas as etapas do manejo de resíduos sólidos, desde a coleta, seleção, reciclagem por cooperativa de trabalhadores e disposição final dos rejeitos.

Saneamento e habitação
Os presidentes da Saneago e da Agehab também apresentaram pleitos ao ministro. “A Saneago levou cinco pedidos para a área de saneamento ambiental e, no caso da habitação, já tivemos a informação de que em 60 dias serão liberados os recursos que estão em atraso para a conclusão de obras no Estado”, esclareceu Vilmar Rocha.

Segundo o secretário, as reuniões foram proveitosas, diretas e objetivas. “O tratamento que estamos recebendo no Ministério das Cidades tem sido especial e diferenciado”, disse Vilmar. “Essa é a vantagem de termos um ministro amigo e companheiro e que tem um ótimo relacionamento também com o governador Marconi Perillo”, concluiu.

Fonte: Goiás Agora


Aparecida de Goiânia: Solução para a Serra das Areias está perto do fim

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Cada uma destas zonas terá orientação sobre a ocupação de acordo com as características, metas e indicadores de desenvolvimento ambiental(Fotos: Daniela Reis)

Proposta de Plano de Manejo para área vai permitir, em determinadas zonas, empreendimentos destinados ao turismo e instalação de atividades agropastoris, sítios de lazer e ecovilas. Mudança na denominação técnica da área vai extinguir restrição de implantação de empreendimentos nos arredores da reserva

A síntese da proposta do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) da Serra das Areias será apresentada aos vereadores de Aparecida de Goiânia amanhã. O documento que trata da ocupação e meios de preservação e conservação do espaço é uma prévia do projeto de lei que será encaminhado à Câmara do Município no início de março. Um dos pontos fundamentais da proposta é a criação de quatro zonas na área (Veja no mapa). Cada uma, destas zonas, terá orientação sobre a ocupação de acordo com as características, metas e indicadores de desenvolvimento ambiental. As informações a serem repassadas aos vereadores foram tiradas dos cinco volumes que compõem do Plano de Manejo, documento que o Diário da Manhã teve acesso com exclusividade.

O Plano de Manejo tem por objetivo conservar a biodiversidade do Cerrado regional, protegendo mananciais, garantir condições para manutenção da fauna e flora locais, entre outras funções. O plano é um esboço de ações que devem ser feitas para que as metas sejam cumpridas. O documento foi concebido após anos de abandono e desprezo com a questão. A iniciativa só ganhou corpo por meio de uma parceria da prefeitura com a Associação Comercial e Industrial de Aparecida (Aciag), instituição que bancou os custos dos estudos.

Com a finalização dos estudos, uma das principais mudanças é que o parque deve deixar de existir, já que, segundo o secretário de Meio Ambiente de Aparecida, Fábio Camargo, o levantamento indica que a área tem características de APA. A principal consequência da mudança é que deixa de existir a zona de amortecimento, dispositivo legal, que impede a implantação de determinados empreendimentos nos arredores da Serra das Areias.

A maior zona da área da Serra das Areias com 1.632,65 hectares – aproximadamente 1.630 campos de futebol – será considerada Zona de Preservação. A segunda maior zona será a de Conservação com 1.093,41 hectares, seguida da Agropecuária com 660,10 hectares e a menor delas será a Zona Rururbana com 577,61 hectares. A Zona de Preservação tem como objetivo manter a integridade ambiental da parcela mais preservada da APA, onde está concentrado o maior número de nascentes. Esta região é mais suscetível à ocorrência de processos erosivos, por isso o maior cuidado. No espaço poderá ser permitida pesquisa, turismo ambiental, produção agrícola de abastecimento próprio e educação ambiental, após autorização de órgãos gestores.

Na Zona de Conservação, área menos íngreme que a Zona de Preservação, o Plano de Manejo da APA prevê como uso potencial: empreendimentos de exploração dos recursos naturais autossustentáveis ambientalmente e com tecnologia limpa; prática de esportes motorizados em locais previamente estabelecidos por meio de estudos técnicos e fiscalização; implantação de atividades econômicas sustentáveis com características rurais e de turismo ambiental.

O terceiro maior espaço, denominado de Zona Agropecuária, onde o declive do terreno é o menos intenso e existe baixa presença de nascentes, é o que terá o uso menos restritivo. A proposta é que seja possível existir: uso agropecuário controlado; turismo rural e ambiental; área para sítios de lazer; condomínios de lazer; ecovilas e agrovilas. A Zona Rururbana, a menor de todas, é a segunda com menos restrições de uso. No espaço será autorizada a instalação de: atividades de lazer, recreação, cultura e esporte associado a empreendimentos públicos, atividades de moradia e lazer associadas a empreendimentos particulares de baixa densidade de ocupação e autossustentáveis do ponto de vista ambiental e da infraestrutura com anuência dos órgãos gestores ambientais da prefeitura, e outros órgãos; atividades esportivas de bicicletas e motos em trilhas com obstáculos artificiais monitoradas e fiscalizadas; atividades esportivas em trilhas de pedestres monitoradas e fiscalizada e ainda; atividades de lazer e turismo ambientais.

Gestão

Uma das medidas orientada pela equipe técnica, que realizou os estudos, é a criação “já de imediato” de um Conselho Gestor da Unidade de Conservação, com representantes do setor público e da sociedade civil organizada e de representantes que tenham ações diretamente ligadas ao território. Além destas ações, o Plano de Manejo trata de diretrizes para a implantação de programas de educação e gestão ambiental, manutenção, recreação, monitoramento, fiscalização e pesquisa, entre outros temas.

O gestor ambiental e doutorando em geociências aplicadas na Universidade Nacional de Brasília (UNB) e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) de Aparecida de Goiânia, Tiago Godoi Ribeiro, acompanhou as discussões de elaboração do plano e acredita que, se implantadas corretamente, as diretrizes devem minimizar muitos problemas que o município enfrentava, inclusive atrapalhando o desenvolvimento da cidade. “Por mais que ele possa não ser a melhor das propostas ele é a melhor proposta apresentada até hoje, o que acaba garantindo a preservação da serra”, avalia.

O receio de Tiago está relacionado ao zoneamento e à possibilidade de ser autorizada implantação de ocupações e usos que não contribuam para a preservação e conservação do espaço. “O que me preocupa nesse tipo de separação é a liberação para alguns usos. Um uso que a Serra da Areia sempre teve foi o pessoal que sempre usar a área para fazer motocross. É um tipo de uso altamente degradante porque as condições geológicas não suportam esse tipo de uso. Por conta dessa base geológica da região, o processo de erosão das rochas do solo é muito facilitado por essas ações”, ressalta.

O secretário de meio ambiente defende que, embora os estudos tenham sido financiados por empresários, não existe influência para ocupação da Serra por parte dos empreendedores. “Eles queriam ajudar o município e eles, também, nessa questão de amortecimento tão grande”, considera.

Fabio espera que os vereadores aprovem com rapidez o projeto de lei a ser encaminhado à Câmara. “Trata do maior patrimônio ambiental do município que estava sem uso definido e representa 35% da água que abastece nosso município e, hoje, com essa crise hídrica que o Brasil está vivendo, nós não podemos abrir mão de uma fonte tão rica dessa de água”, defende.

Anos sem solução

A Serra das Areias já deveria ter mecanismos de proteção, no mínimo desde novembro de 1999, quando vereadores do município aprovaram projeto de lei que criava o Parque Serra das Areias com 2.890 hectares. Como não houve ação efetiva do setor público no sentido de garantir a preservação do espaço, no ano 2000 o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) entrou na Justiça contra a Prefeitura de Aparecida de Goiânia por meio de uma Ação Civil Pública exigindo a implantação do parque.

A década seguinte foi de idas e vindas no Judiciário. Uma liminar conseguida pelo MP-GO proibia a instalação de determinados empreendimentos na zona de amortecimento do Parque, ou seja, num raio de 10 km. Outro ganho do MP-GO foi a revogação de loteamentos na Serra, um deles foi autorizado em 1980. Também foi vetada a prática de esportes na área até a implantação do Plano de Manejo.

A restrição para construção de empreendimentos no raio de 10 km do município dificultou aprovação de estruturas de várias empresas, já que a área abrangia até as proximidades do Buriti Shopping e, por este motivo, a Associação Comercial e Industrial de Aparecida (Aciag) resolveu fazer uma parceria com a prefeitura para que os estudos necessários para a formatação do Plano de Manejo tivesse andamento. Posteriormente, a prefeitura conseguiu derrubar a liminar e reduzir a restrição para um raio de 3 km.

Finalização

A zona de amortecimento é um dispositivo de proteção previsto na Lei 9.985 de 2000 que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Snuc), classificação em que se enquadra o Parque aprovado pelos vereadores em 1999.

A autorização para elaboração do Plano de Manejo foi assinada pela prefeitura em novembro de 2013. O levantamento foi concluído em dezembro do ano seguinte e  amanhã as primeiras informações sobre a proposta serão apreciadas pelos vereadores de Aparecida.

Histórico

11/1999 – Criação do Parque Serra das Areias com 2.890 hectares.

5/2000 – Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) move ação contra município para que o Parque seja realmente implantado. Órgão questionava situação de abandono da área.

11/2013 – Prefeitura assina autorização para elaboração do Plano de Manejo da Serra das Areias, após iniciativa privada bancar custos de estudos.

7/2014 – São abertas reuniões para discutir o Plano

12/2014 – É concluído o plano de manejo

01/2015 – Plano de Manejo é apresentado à população em audiência pública

Fonte: DM


Dilma diz que governo não tem condições de baixar preço do diesel

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Apesar da onda de protestos e bloqueios de estradas, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (25), na Bahia, que, atualmente, o governo federal não tem condições de baixar o preço do diesel, como reivindicam caminhoneiros de todas as regiões do país. Nesta quarta, a manifestação dos caminhoneiros entrou em seu sétimo dia de protesto consecutivo contra o aumento do diesel e do preço do frete, considerado baixo pela categoria.

"O governo não tem como baixar o preço do diesel", enfatizou a presidente da República ao final da cerimônia de entrega de 920 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Feira de Santana (BA).

Até a noite de terça, pelo menos 13 estados haviam tido registro de atos, com interdição de rodovias e acessos a portos. Na tentativa de pôr fim aos bloqueios de estradas, integrantes do primeiro escalão de Dilma e representantes dos caminhoreiros irão se reunir em Brasília na tarde desta quarta.

Ao comentar as manifestações de caminhoneiros durante entrevista coletiva em Feira de Santana, Dilma ironizou o fato de o governo estar sendo criticado pela elevação do preço dos combustíveis. Segundo ela, ao longo dos últimos dois anos, quando o barril do petróleo chegou a alcançar US$ 120 no mercado internacional, o Executivo foi criticado justamente por estar segurando internamente o valor da gasolina, do etanol e do diesel.

"Interessante essa história do combustível. Passamos 2013 e 2014 sob um conjunto de críticas de que o governo e a Petrobras tinham que elevar ao preço do gás e do diesel. Passamos todo o período de US$ 100 a US$ 120 do preço do barril do petróleo sem grandes aumentos. Agora, o que fizemos foi recompor a Cide [Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico]", disse a chefe do Executivo.

Dilma ressaltou que o governo não pretende se basear nos custos internacionais do petróleo para ajustar o preços dos combustíveis no Brasil. De acordo com a presidente, mesmo se o barril de petróleo vier a subir nos próximos meses, o Executivo não pretende "mexer nos preços".

Rebaixamento da Petrobras
Em meio à entrevista, Dilma Rousseff também comentou o fato de a agência de risco Moody's ter rebaixado a nota da Petrobras . Na avaliação da petista, a decisão é uma "falta de conhecimento" do que está acontecendo na estatal.

Nesta terça (24), a agência de classificação de risco rebaixou todas as notas de crédito da Petrobras. A empresa perdeu grau de investimento – aplicações consideradas seguras para os investidores. Para Dilma, a estatal tem "grande capacidade" para se recuperar.

"[O rebaixamento da nota da Petrobras é] uma falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobras. Não tenho dúvida que ela vai ser uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso", opinou Dilma.

(*) Colaborou Henrique Mendes, do G1 BA

Fonte: G1 Bahia


Prefeitura firma convênio com Faculdade Araguaia para oferta de cursos de pós-graduação

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Unidade irá oferecer, inicialmente aos servidores de Aparecida, o curso de qualificação em Gestão de Políticas Públicas. Aulas começam em março.

Aparecida de Goiânia, 03 de fevereiro de 2015 – O prefeito Maguito Vilela (PMDB) e o diretor geral da Faculdade Araguaia, Arnaldo Cardoso Freire, assinaram na tarde desta terça-feira, 3, convênio para implantação de cursos de pós-graduação em Aparecida. “É muito importante pra nós mais uma parceria no âmbito educacional. É o primeiro passo para, quem sabe em breve, recebermos uma unidade da faculdade em nossa cidade”, cumprimentou o prefeito ao lado dos secretários Euler de Morais (Governo), Tarcísio Francisco dos Santos (Procuradoria), Domingos Pereira (Educação), Ralph Vicente (Indústria e Comércio) e Geoliano Lima (Administração).

O convênio prevê a concessão do imóvel da Escola Municipal O Pequenino (prédio público) e em contrapartida a instituição oferecerá o corpo docente responsável em ministrar os cursos, além da oferta de cinco bolsas integrais e 10 bolsas com 50% de descontos para servidores da administração municipal. Inicialmente eles serão os beneficiados pelo cursos de pós-graduação Lacto-Sensu de Gestão de Políticas Públicas que, segundo o diretor da unidade, já começa em março.

“Depois de várias reuniões, força e um trabalho conjunto, chegamos em Aparecida, um município que não para de crescer e está se tornando uma cidade industrial e universitária. É com satisfação que assinamos esse convênio e a partir de agora vamos perceber a demandas da cidade para então ofertarmos novos cursos. Quanto às aulas do curso de Gestão de Políticas Públicas estamos preparados para começar as aulas no dia 3 de março”, ressaltou Arnaldo Freire.

O secretário de Educação de Aparecida, Prof. Domingos Pereira, destacou que o convênio é importante principalmente para a população. “Quanto mais qualificado estiver o servidor público, melhor será o atendimento ao povo aparecidense”. Segundo o secretário de Governo e Integração, Euler de Morais, a instituição chega em um momento oportuno. “Esse convênio vai contribuir na formação de novos profissionais e irá oportunizar a transformação de Aparecida em uma cidade universitária”.

Campus – Além dos cursos de pós-graduação, a Faculdade Araguaia se prepara para construir uma unidade própria em Aparecida de Goiânia, no setor Pontal Sul, onde a instituição possui área. O projeto está em andamento, aguardando aprovações de órgãos responsáveis. “Esperamos iniciar as obras em breve e vamos começar oferecendo os cursos de Educação Física e Agronomia”, informou o diretor geral da faculdade. Com a unidade Aparecida, a Araguaia, que já tem instalações no Centro e Setor Bueno, em Goiânia, contará com três polos.

Fonte: Prefeitura de Aparecida


Aparecida: Obras da Unievangélica terão início em 60 dias

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O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), se reuniu na tarde desta quinta-feira (12) com representantes da Associação Educativa Evangélica onde recebeu um balanço do processo de implantação da Unievangélica no município e acertou últimos detalhes para o início das obras da instituição de ensino.

Segundo o diretor geral da Faculdade Evangélica Metropolitana, Paulo Borges Campos Júnior, as obras de construção do campus da universidade terão início em 60 dias e a Unievangélica entrará e funcionamento já no início de 2016 com os cursos de Odontologia, Enfermagem, Pedagogia e Logística.

​O presidente da Câmara Municipal, Gustavo Mendanha, participou da reunião e ​também se comprometeu a ajudar no que for preciso. "É uma instituição de muito prestígio" - afirma. O 2º vice-presidente da instituição, Cícero Alves, também esteve presente. “Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos, que gera empregos e que irá prestar serviços inestimáveis ao município. Temos todo interesse de ajudar a promover a maior celeridade possível para a implantação deste projeto” – conta Maguito.

 A reunião também contou com a presença do procurador geral do município, Tarcísio dos Santos, e dos secretários Euler Morais (Governo e Integração Institucional), Jório Rios (Regulação Urbana), Afonso Boaventura (Planejamento), Ronnie Barbosa (Habitação e Regulação Fundiária) e Fábio Camargo (Meio Ambiente).

Fonte: Prefeitura de Aparecida


Deputado com votação recorde pede ideias para aplicar R$ 10 mi

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Delegado Waldir Soares (PSDB) diz que vai investir dinheiro naquilo que goianos indicarem; verba é destinada a obras e projetos públicos no Estado de cada político

Eleito o deputado federal mais votado da história de Goiás, o delegado Waldir Soares (PSDB) lançou uma consulta popular em seu perfil no Facebook para saber como devem ser gastos os R$ 10 milhões a que tem direito como parlamentar, para aplicação em obras no Estado.

Segundo o político, essa é uma maneira do cidadão ver de maneira direta, onde são investidos os impostos que paga. “Meu compromisso é com o povo, então ele tem que me dizer onde investir essa verba”, disse.

O dinheiro é proveniente do chamado Orçamento Impositivo. Anualmente, deputados e senadores incluem na previsão de gastos da União do ano seguinte, obras e projetos para os seus estados – as chamadas emendas parlamentares. Esta é a forma mais direta de se fazer uma obra no local onde foram eleitos. Assim, o governo é obrigado a custear projetos individuais dos parlamentares.

O deputado afirma que muitos parlamentares usam essa verba para beneficiar grupos que custearam e apoiaram a campanha política. No entanto, ele “não tem rabo preso com ninguém” e são os próprios eleitores que devem definir o destino da verba.

“Por determinação do governo, 50% dessa verba tem que ir para a saúde. Mas quem escolhe se essa porcentagem vai ser usada para a construção de um hospital em um bairro ou um Centro de Assistência Integral à Saúde (Cais) em outro, para reforma de um postinho, isso quem vai definir é a população”, garantiu.

Sempre participativo nas redes sociais, mesmo antes de sua candidatura, delegado Waldir diz que essa é uma forma de se mostrar transparente e próximo de seu eleitorado. “Quem está junto do cidadão, tem mais credibilidade. Além disso, acho que sou o primeiro deputado a fazer uma campanha assim na internet para que os eleitores decidam de maneira direta onde será aplicada a verba”, afirmou.

Os deputados e senadores têm até amanhã para elaborar e apresentar as emendas parlamentares, mostrando onde o dinheiro será investido. Ainda segundo o parlamentar, assim que os projetos forem definidos, eles serão publicados em suas redes sociais para que os eleitores continuem acompanhando de maneira transparente sua atuação.

Com os slogans de campanha “Tolerância Zero” e “45 do calibre e ‘zero-zero’ da algema para o bandido”, o delegado Waldir diz que pretende defender os interesses dos goianos principalmente no ramo da segurança pública. “Claro que teremos outros temas para tratar, mas esse é onde tenho experiência e vou dar contribuições positivas”, disse.

O delegado Waldir Soares (PSDB) recebeu 274.625 votos na última eleição, se tornando o deputado federal mais votado da história de Goiás. Com a campanha voltada ao tema da segurança pública, ele atribui a vitória a sua experiência profissional e a proximidade com os eleitores. “Isso é uma resposta à crise política e de segurança que vivemos. As pessoas me conhecem, sabem do meu trabalho e sabem que vou representá-las. Eu traduzo o que o povo pensa”, disse o delegado, na ocasião. (Com informações do G1 Goiás)

Fonte: DM


Em nome da nostalgia, goiano investe no Orkuti

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Da saudade do Orkut, que foi desativado em setembro do ano passado, surgiu o Orkuti, com “i” no final. Com mais de 189 mil usuários em pouco mais de quatro meses, a ideia brasileira tem entre os apoiadores um empresário goiano. Francisco Ribeiro de Souza Neto, de 24 anos, é um dos quatro investidores que colaboram para que o site fique no ar em nome da nostalgia do antigo sucesso do Google, com características dele e algumas novas funcionalidades.

“Gostava do Orkut e nunca deixei de usá-lo até seu fim. Seu ponto forte era a quantidade de troca de informações nas comunidades, o que não existe no Facebook.” Os grupos de usuários reunidos para discutir temas apresentados em tópicos estão de volta no Orkuti, muitos com os mesmos nomes que tinham na antiga rede, um dos principais convites da ideia brasileira, juntamente com scraps, depoimentos e joguinhos.

Em 30 de setembro, o site da gigante de buscas saiu do ar e as funcionalidades que ficaram populares, principalmente no Brasil, também. O programador de São Mateus (ES), Alex Becher, de 35 anos, lançou o Orkuti no mesmo dia. No outro, o empresário goiano ficou sabendo, quando sua esposa mostrou a novidade na internet. “Como tenho uma empresa e já trabalhava com redes de segurança, resolvi oferecer suporte”, lembra.

Instabilidade

A possibilidade de continuar a mandar scraps, escrever depoimentos para os amigos, além dos famosos joguinhos e comunidades, fez com que a rede viralizasse. Porém, a página não aguentou o fluxo e um dos principais problemas era a instabilidade. Já no primeiro dia foram 10 mil acessos e, com isso, o servidor caiu. Becher precisou procurar ajuda, mas o número de usuários inscritos aumentou ainda mais, quando Francisco Neto ofereceu sua contribuição: servidores de grande porte fora do Brasil.

O primeiro tinha o custo para o criador da rede social de R$ 19,90 ao mês com direito a poucas visitas ao site. Depois, com os investimentos, os custos com servidores somam R$ 5 mil mensais. Por parte de Francisco Neto, R$ 2 mil. “São mais de três servidores que suportariam mais de um milhão de usuários e sem limite para crescimento”, explica sobre a infraestrutura oferecida, que possuía e agora é responsável por manter o site e guardar informações.

“Uma rede social é dinâmica e se adapta tanto na parte de desenvolvimento como na parte estrutural. Vi que estava no começo e que poderia crescer com novos recursos.” O investimento, porém, ainda não dá retorno. O empresário avalia que os resultados virão em médio prazo, com um ano ou um pouco mais. E diz que o desafio agora é atender as novas ideias que os próprios usuários sugerem com uma equipe ainda enxuta.

Primeiro milhão

A meta da equipe do Orkuti é chegar a 1 milhão de usuários cadastrados até o final de 2015. Ao todo, são oito pessoas envolvidas, sete de São Mateus (ES) e Francisco, atualmente como sócio, em Goiânia. Eles reconhecem que ainda é preciso ajustes e mais tempo para mostrar a capacidade da rede, que acreditam que tem potencial para atender principalmente quem sente saudade do finado Orkut.

O site criado em 2004 foi líder do mercado por sete anos, até 2011, quando foi ultrapassado pelo Facebook no Brasil e chegou a 34,4 milhões de visitantes únicos. No ano passado, o Orkut ainda recebia 4 milhões de usuários, de acordo com dados de junho do ConScore. Com novidades que reúnem inclusive características da rede de Zuckerberg, o Orkuti cresce e promete mais recursos nos próximos meses para os usuários espalhados por dez países.

Mas o foco é conquistar os brasileiros, já que ainda está disponível somente em português. “E estamos bem resguardados, procuramos e o Google não nos respondeu. Além disso, o Orkut não existe mais, foi descontinuado, e por mais parecido que seja com a nova rede não tem relação nenhuma com ela.” E as motivações para acreditar no projeto vão além do aumento de usuários, mas na estrutura.

É que o empresário de Goiânia conheceu a esposa e engenheira da computação Mábia Oliveira das Neves Ribeiro, de 26 anos, no Orkut. E isso foi possível por causa da estrutura da antiga rede, segundo ele, que permite essas interações. Foi pela comunidade Linux que se conheceram, em 2011. “Ficamos amigos e começamos a bater papo. O casamento aconteceu este ano, no dia 7 de fevereiro”.

Além do casamento, o Orkut também possibilitou que o empresário acostumado a trabalhar com operadores de internet começasse a ingressar no mercado de mídias digitais. E ele parece querer manter essa nova área entre seus projetos futuros: é que estão em seus planos mais trabalhos na área de rede social, mas ainda é segredo.

Fonte: Jornal O Popular


Africano que queria ir para Guiana vai parar em Goiânia por engano

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Nascido em Gana, na África, o professor Emmanuel Akomanyi, de 29 anos, foi parar em Goiânia por engano ao tentar viajar à Guiana Francesa. As informações são do site G1. Ele contou à TV Anhanguera, filiada da TV Globo em Goiás, que a confusão ocorreu no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, onde desembarcou vindo de Gana. Em Guarulhos, pediu a um funcionário de uma agência de turismo uma passagem para o país vizinho. No entanto, o atendente confundiu a pronúncia e entendeu que ele se referia à capital goiana. Agora, o africano não tem dinheiro para seguir viagem.

O africano só não está na rua devido à ajuda de funcionários e passageiros do Aeroporto Santa Genoveva, que custearam a estadia em um hotel simples da capital por alguns dias. Depois, a dona de casa Lourdes Ricardo ofereceu um quarto em sua residência para que o professor se hospedasse. Lourdes iniciou uma campanha para ajudar Emmanuel a seguir viagem. “Eu queria que as pessoas colaborassem também doando dinheiro. Se alguma agência de viagem puder dar uma passagem também, ele ia ficar muito grato”, pediu Lourdes na reportagem da TV.

Emmanuel só descobriu que estava na cidade errada quando entrou dentro do táxi em Goiânia, no dia 14 de fevereiro, e mostrou o endereço de uma universidade na Guiana Francesa. “Então, ele [taxista] me mostrou no mapa onde eu estava: Goiânia. E eu disse: Estou perdido”, relatou o professor.

A agência de turismo que vendeu a passagem de São Paulo a Goiânia, a Visão Turismo, informou, em nota, que opera há oito anos no Aeroporto Internacional de Guarulhos e que todos os funcionários falam inglês. A empresa afirma que o cliente pediu a passagem para Goiânia e não à Guiana Francesa, e ainda ressaltou a diferença de preço entre as passagens.

O africano deixou a família em Gana porque queria ser médico. Conseguiu uma bolsa de estudos na Guiana Francesa e economizou por dois anos até conseguir viajar ao Brasil. Como gastou parte do dinheiro para comprar a passagem errada, Emmanuel não tem a quantia suficiente para viajar ao país vizinho ao Brasil.

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A companhia Gol informou que apenas transportou Emmanuel de São Paulo a Goiânia.

CASO SEMELHANTE NA COPA

Essa não é a primeira vez que um caso desses acontece no Brasil. Durante a Copa do Mundo, um casal de australianos que viria ao país para assistir aos jogos do Mundial em Salvador, na Bahia, descobriu que a agência de viagem reservou as passagens para El Salvador, na América Central.

Na ocasião, Orin e Melissa van Lingen descobriram o erro quando faziam uma escala em Los Angeles, nos Estados Unidos. O casal saiu de Darwin, no norte da Austrália. Eles viriam ao Brasil para assistir a partida entre Holanda e Espanha, único ingresso que eles tinham. Após a divulgação do caso, a agência se desculpou e conseguiu outro voo para o Brasil.

Fonte: O Globo


Plano de Manejo na Chapada dos Veadeiros vira alvo de protestos de ambientalistas

12:51 0 Comments A+ a-


ONG acusa bancada ruralista e empresas de engenharia de tentarem desenvolver projetos em área de preservação ambiental

A Organização Não Governamental (ONG) Mais Cerrado realiza, neste domingo (22), às 17h30, um Piquenique no Jardim Botânico de Brasília uma manifestação contra o Plano de Manejo da Área de Preservação Ambiental (APA) do Pouso Alto – documento técnico que estabelece o zoneamento e normas de uso da Chapada dos Veadeiros, assim como a utilização de seus recursos naturais.

O APA Pouso Alto abrange os municípios de Alto Paraíso, Nova Roma, Cavalcante, Teresina, São João da Aliança e Colinas do Sul e prevê a regulação da pulverização da aérea com agrotóxicos, estabelecimento de mineração e hidrelétricas em rios que abastecem a bacia do rio Tocantins, uma das principais bacias hidrográficas do País que abastece a bacia amazônica.

A votação do projeto deve ser realizada no dia 25 de fevereiro, no município de Colinas de Sul, às 9 horas. E segundo a ONG, a proposta foi projetada por empresas de engenharia contratadas pelo governo estadual, com apoio da bancada ruralista goiana, e não prioriza a preservação do bioma Cerrado podendo trazê-lo à extinção.

Para a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), o Plano de Manejo tem como objetivo fomentar o desenvolvimento sustentável e a preservar a flora, fauna, geologia, mananciais e o paisagismo da região.

A Chapada dos Veadeiros foi declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 2001, sendo a região brasileira com maior área de Cerrado preservado e abriga diversas comunidades quilombos, como os Kalungas.

Fonte: Jornal O Hoje


Túnel Jaime Câmara: Situação de deterioração e risco a usuário

12:46 0 Comments A+ a-


Inaugurado, mas longe de estar acabado. O Túnel Jaime Câmara, construído na Avenida Araguaia, que serviria para permitir a integração entre os Parques Mutirama e Botafogo, vem se deteriorando e representa um risco para pedestres, motoristas e meio-ambiente. A conclusão é da engenheira civil Ana Cristina Rodovalho Reis, especialista em avaliação e perícias.

Em maio do ano passado, Ana Cristina emitiu, sob encomenda do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO), um laudo técnico com foco na drenagem do túnel, inaugurado em outubro de 2013. O estudo, no entanto, foi além e encontrou outras deficiências, que foram ignoradas pela Prefeitura de Goiânia, responsável pela construção e manutenção do local.

Ontem, à pedido do POPULAR, a engenheira esteve no túnel e constatou que a situação é ainda pior do que encontrou no ano passado. “O processo de deterioração de uma obra como esta é muito rápido. Dá para perceber que o túnel está abandonado”, comenta Ana Cristina.

Além das várias falhas no acabamento, outras situações chamaram a atenção da profissional, o que põe em risco quem transita pelo túnel. As instalações elétricas estão expostas. Fios, disjuntores e outros elementos que fazem parte do projeto do local estão sem qualquer tipo de isolamento.

Na laje, desprotegida, em que as claraboias e os pórticos do túnel são facilmente acessados por qualquer pedestre que transite pelo local, várias rachaduras são encontradas. “Isto significa que a água infiltra por estas rachaduras e vai, aos poucos, comprometendo a estrutura”, relata a engenheira civil.

A calha que deveria fazer o escoamento de água da parte superior do túnel apresenta acúmulo de lixo e terra e pode acelerar o processo de infiltração de água, por conta das rachaduras no concreto.

Goteiras

Dentro do túnel, mesmo sem chuva, é possível perceber algumas goteiras e vários pontos em que as infiltrações já dão sinais nas vigas de aço que sustentam a laje. “Com o tempo a estrutura vai perdendo a resistência. Se continuar assim, em 15 ou 20 anos o túnel estará comprometido”, estimou.

Do lado de fora, nas laterais do túnel, alguns buracos por onde a água vem infiltrando já começam a aparecer e com o tempo, caso não haja a intervenção, a tendência é de que o problema se agrave.

Riscos

Este mesmo laudo técnico já havia sido mostrado pelo POPULAR em agosto do ano passado e, desde então nenhuma providência foi tomada para corrigir falhas básicas que comprometem a segurança de quem transita pelo local.

O túnel não possui as exigências básicas para prevenção de incêndio requeridas pela Norma Técnica 35/2014 atualmente em vigor. Dentre elas, há falta de segurança estrutural contra incêndio, iluminação especial e extintores e hidrantes. Também não foi encontrado sistema de controle da fumaça, com capacidade para retirar do interior gases quentes, em possível incêndio.

A perita destaca que há ainda um risco ignorado, de que haja um acidente no local envolvendo o transporte de produtos químicos. “Se um produto vazar de um caminhão que se acidenta aqui dentro, por exemplo, tudo irá parar dentro do Córrego Botafogo. E nada disso foi pensado.”

Para os pedestres, além dos riscos com a exposição de parte da instalação elétrica, a restrição de trânsito dentro do túnel e a falta de urbanização do local provocaram a criação de um atalho perigoso. Um caminho alternativo vem sendo trilhado no canto do túnel, beirando a cerca do Mutirama. Ao lado, o talude construído para a passagem do túnel, que em alguns pontos ultrapassa os 4 metros de altura.

“As pessoas fazem isto (se arriscam em criar caminhos alternativos) pela falta de conforto que a obra trouxe”, alerta Ana Cristina. “O túnel coloca em risco a população. É até difícil qualificar o quanto”, complementa.

Sinalização

As condições de uso do túnel também são questionadas pela perita. Segundo ela, é preciso que se melhore a sinalização no entorno do local, para evitar que um acidente ocorra no futuro, sobretudo relacionado à altura do túnel, de 4,8 metros.

A única placa que informa sobre o dado está nas entradas do local. “Imagina se um caminhão que transporte algo que extrapole este limite tente trafegar por aqui. Mesmo que ele veja a placa, isto só vai ocorrer quando ele estiver entrando”, alertou a engenheira Civil.

Fonte: Jornal O Popular


Goiânia: Parque do Cerrado

12:32 0 Comments A+ a-


Área de 706 mil metros quadrados no bairro Park Lozandes

Maior parque de Goiânia será desenhado com ajuda da população. Workshop marcado para terça-feira dará início ao processo que acontecerá na capital pela primeira vez

Uma parceria entre a Prefeitura de Goiânia, por meio da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Fórum Goiano de Habitação (integrado pelas instituições do setor imobiliário Ademi, Secovi e Sinduscon), Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e Euroamérica Incorporações foi estabelecida para começar a tirar o Parque do Cerrado do papel. Juntos, eles integram a comissão organizadora do Workshop Parque do Cerrado, uma iniciativa que irá promover a implantação do maior parque de Goiânia, com área de 706 mil metros quadrados no bairro Park Lozandes, criado pela Lei n° 9.360/2013.

O Workshop Parque do Cerrado será um evento com participação popular para desenvolver o projeto do referido parque. A primeira ação está marcada para a próxima terça-feira (24) às 18h, no Paço Municipal: será realizado o primeiro encontro para apresentar a proposta colaborativa à comunidade e determinar as seguintes etapas. Mais de 100 representantes de associações de bairro, dirigentes de organizações e entidades ligadas a urbanismo e meio ambiente se reunirão para participar no processo, estão sendo convidados para o evento.

A iniciativa da parceria partiu da Euroamérica Incorporações, que irá custear o projeto básico do parque e será parceira da prefeitura na implantação de parte da obra. O arquiteto paisagista Guilherme Takeda, do Rio Grande do Sul, que possui trabalhos em 23 Estados da Federação, foi convidado para conduzir as oficinas colaborativas, metodologia já aplicada por ele em outras cidades brasileiras. Para o presidente da empresa, Juan Zamora, esta será uma oportunidade de ter um parque como a comunidade sempre desejou. “A ideia não vai sair da mente de uma só pessoa, mas de um conjunto de anseios da população”, diz.

A empresa envolveu-se com a iniciativa por estar desenvolvendo nas imediações do Parque do Cerrado o Europark Residencial – complexo residencial com cinco condomínios e com um parque privativo só para os moradores. “Temos um projeto de longo prazo para a empresa em Goiânia e, por isso, acreditamos que o nosso papel é contribuir com o desenvolvimento da cidade”, considerou Zamora.

Workshop

Takeda explica que a ideia foi inspirada em métodos similares criados no exterior, batizada como “Projeto Charrette”. “Esta é uma construção coletiva de um projeto. O parque é para a comunidade, então, nada mais justo que ela participe de sua formatação. Iremos reunir as melhores ideias e transcrevê-las de forma técnica em um projeto de arquitetura e urbanismo”, afirma.

Como pasta pública que administra os parques, a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) irá coordenar o processo junto com Guilherme Takeda. Segundo o arquiteto da agência responsável que também integra a comissão organizadora do workshop, Giovanni Borges, a ideia é desenvolver um masterplan (projeto geral) com toda definição do parque, sendo que uma parte da área já será detalhada, orçada e executada. “Por hora, sabemos que esta primeira parte terá uma área próxima a do Parque Vaca Brava”, informa.

Para Borges, a iniciativa é algo inédito e positivo para a Prefeitura de Goiânia, assim como para a população. “Temos uma boa expectativa em relação à participação popular, já que opinar em equipamento de uso urbano é uma atitude cidadã. A iniciativa contempla também o nosso ideal democrático”, diz Giovanni.

Cronograma

Depois da reunião de apresentação da proposta do workshop colaborativo, Guilherme Takeda explicará como funcionará a construção coletiva do projeto. O processo incluirá outros dois encontros de trabalhos práticos em março e um encontro final de apresentação do projeto colaborativo concluído. “Ainda faz parte do plano inserir a criação da logo do parque nesse processo de produção coletiva durante a oficina. A intenção é valorizar a participação popular, nossa cultura e ressaltar o bioma Cerrado”, sublinha o arquiteto.

Em entrevista ao Diário da Manhã, Juan Zamora ressalta que a primeira etapa do parque tem previsão para ser concluída já ao final de 2015. “No total o parque possuí 706 mil m². O sistema Charrete, com o qual iremos trabalhar, é uma novidade no País”, ressalta. Ele explica que esse sistema, que nasceu nos EUA, é o desenvolvimento de projetos que envolve diretamente a colaboração de toda sociedade. “Goiânia, bem como todo País, tem uma tradição democrática e um espírito de participação, o que na minha concepção é muito positivo”, explica.

EuroAmérica Incorporações

Presente em Goiânia desde 2005, a EuroAmérica Incorporações integra o grupo Euroinvest, um grupo espanhol diversificado. Com presença em mais de 95 países, o grupo atua no segmento de bens de consumo, com a produção de bebidas, vinhos e perfumes, no segmento de lazer, com produções cinematográficas, e no setor imobiliário, com mais de um milhão de metros quadrados construídos e 8,5 mil unidades entregues.

Entre os produtos produzidos pelo grupo estão a Novela El Príncipe, fenômeno de audiência na Espanha, Licor 43 e o vinho Ramón Bilbao. Em Goiânia, a EuroAmérica Incorporações desenvolve projetos com o diferencial da sustentabilidade. O Europark é o quarto projeto da Incorporadora, que aguardou sua consolidação na Capital goiana para lançar este que é considerado o mais ousado projeto imobiliário do grupo.

“Temos quatro empreendimentos na capital, fomos a primeira construtora a fazer um imóvel partindo da sustentabilidade em Goiânia, o Residencial Euroville. O próximo a ser lançado tem valor de, em média, R$ 500 mil, com 3 suítes e 120m² ao lado do Parque do Cerrado, o condomínio também irá contar com um grande espaço de lazer para os moradores, outro diferencial dos nosso projetos”, afirma  Juan Zamora.

Fonte: DM


Prefeitura inicia obras do corredor da T-7

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Ordem de serviço está prevista para ser assinada na próxima segunda-feira (23). Nova via preferencial terá mais de 10 quilômetros de extensão

Depois da Av. 85, a Av. T-7 será a próxima a receber mais um corredor preferencial para o Transporte Coletivo de Goiânia. O prefeito Paulo Garcia assina na próxima segunda feira a ordem de serviço para inicio dos trabalhos, que devem começar pela implantação da ciclovia. A solenidade está marcada para as 8h30 na praça da feira da Vila União, na avenida Alpes.

Assim como os já implantados (Universitário, T-63 e 85), o novo corredor preferencial, que terá 10,4 quilômetros de extensão, tem como objetivo possibilitar a agilidade aos ônibus, fluidez e segurança para o trânsito. Pela avenida, que é considerada a segunda principal da cidade em atendimento ao transporte coletivo, circulam 13 linhas de ônibus que atendem aproximadamente 103 mil pessoas por dia.

Com a obra, a avenida receberá nova pavimentação, abrigos de embarque e desembarque, nova sinalização vertical e horizontal, mobiliário urbano compreendendo iluminação dos canteiros centrais, bancos metálicos e paraciclos. As calçadas, que ocupam uma extensão de 21 quilômetros, serão revitalizadas com conceito de sustentabilidade, sem obstáculos e com rotas acessíveis. Os ciclistas terão espaço prioritário de circulação, com 8,1 quilômetros de trecho cicloviário, que compreende ciclovia, ciclorrotas e ciclofaixas. Os moradores terão mais segurança com a instalação de 38 câmeras de monitoramento em tempo real, que serão controladas pela Central de Controle Operacional Integrada. A fiscalização do tráfego também será realizada por equipamentos eletrônicos.

Orçado em quase 31 milhões (R$ 30.899.857,55) o corredor será construído pela Jofege Pavimentação e Construção, empresa vencedora do processo de licitação realizado pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Os recursos aplicados são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – Pacto pela Mobilidade, do Governo Federal, e a previsão é de que a obra seja concluída em 12 meses.

Com o objetivo de priorizar o transporte coletivo, a Prefeitura vai implantar, ao todo, 46,5 quilômetros de vias preferenciais que integrarão 66 linhas de ônibus, beneficiando diariamente mais de 600 mil usuários por dia útil. Segundo o prefeito Paulo Garcia, as obras de mobilidade urbana são prioridade para a administração municipal, que está realizando projetos que vão dar fluidez ao transporte coletivo e organizar o trânsito, garantindo melhor mobilidade urbana para as próximas décadas. Ele afirma que “as intervenções estão requalificando o espaço urbano, garantindo prioridade ao transporte coletivo”. (Secom Goiânia)

Fonte: Jornal O Hoje



VLT confirmado, mas sem prazo

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Em uma reunião na manhã de ontem, o governador Marconi Perillo (PSDB) confirmou o prosseguimento do projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o Eixo Anhanguera, mas agora sem nenhuma previsão para o início das obras, dada a dificuldade de se conseguir as garantias financeiras. A suspensão dos repasses do governo federal aos entes federados no início deste ano fez com que o Estado não tivesse mais certeza de ter o montante de R$ 900 milhões para as obras, já que os recursos viriam do governo federal.

No final de 2014, a previsão era de que a obra tivesse ordem de serviço assinada já a partir de março. Agora, não há qualquer estimativa. Na reunião, o governador rechaçou qualquer hipótese de trocar o projeto atual por outro ou de abandoná-lo e teria dito aos auxiliares que se empenhassem no objetivo de conseguir o financiamento. As articulações serão feitas pelos secretários Vilmar Rocha (Cidades, Infraestrutura e Meio Ambiente) e Ana Carla Abrão (Fazenda), que possuem bom acesso, respectivamente, aos ministros Gilberto Kassab (Cidades) e Joaquim Levy (Fazenda).

A primeira opção do Estado para o financiamento do projeto ainda continua sendo via União, por acreditar que este processo seria mais célere. A outra possibilidade seria a tentativa de um empréstimo internacional. As conversas foram iniciadas com a empresa francesa Alstom e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), mas como o processo foi apenas iniciado, o projeto ainda teria de ser analisado e aprovado para depois começar as tratativas financeiras.

Na coluna Giro, na edição de ontem do POPULAR, o presidente da Metrobus, Eduardo Machado, afirmou que a troca do projeto do VLT pela construção de uma modernização do Bus Rapid Transit (BRT) seria uma opção a ser avaliada, dado o problema com o investimento. A opção, no entanto, não foi considerada por Marconi. Segundo Machado, o governador voltou de viagem à Europa convencido de que o VLT é a única opção que soluciona o problema da lotação e confiabilidade do Eixo Anhanguera.

Já o representante do Grupo Executivo do VLT, Ricardo Jayme, afirma que nunca foi cogitada a troca do projeto, que vem sendo estudado e projetado desde 2011. “Isso (troca do projeto) nunca foi cogitado. O Eixo Anhanguera atual não teria espaço para um projeto de BRT, teria de haver desapropriações, inclusive de comércios, o que encareceria ainda mais as obras. Nosso projeto é o VLT e vamos em busca dos recursos para iniciá-lo”, diz. O projeto ainda passa por finalizações, que devem ser apresentadas ao governador no início de março.

Mudanças

Inicialmente, a ideia era que o trânsito no Centro de Goiânia, na região do VLT, fosse impedido para carros, se transformando em uma grande praça aberta. Isso ocorreria para aumentar a velocidade dos trens, já que não haveria cruzamentos. No entanto, houve resistência dos comerciantes, que intercederam junto ao governador e os técnicos passaram a estudar possibilidades. O desejo era pela instalação de dois túneis, um na região de Campinas e outro no Centro. A questão é essas mudanças aumentariam ainda mais os custos da obra.

Jayme confirma que esta possibilidade está descartada, mas que há a necessidade de outras intervenções nessas mesmas regiões. Os técnicos estudam se serão incluídos viadutos ou trincheiras nos trechos. A primeira opção depende da largura das vias, o que seria possível, por exemplo na Praça A, já que a estação de parada vai ser transferida para fora da praça. Já a segunda opção deve ser adotada no Centro, devido a menor largura da via. Em uma comparação, a construção é parecida com o que ocorre hoje na Praça do Ratinho.

Em relação à Praça dos Bandeirantes, ponto no qual o VLT vai cruzar com o projeto do Eixo Leste-Oeste, em que a Prefeitura de Goiânia deve implantar o BRT, a ideia dos técnicos do consórcio formado pela Odebrecht e empresas concessionárias do transporte coletivo da região metropolitana é a criação de uma grande estação, que contemplaria também os ônibus que alimentarão os trens. A estação seria custeada pelo projeto do VLT, sem a participação da Prefeitura.



Se poder público não subsidiar, MP pode entrar com ação pelo fim de gratuidades no transporte

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A promotora Leila Maria de Oliveira, do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), recebeu representantes do Sindicato das Empresas do Transporte Público de Passageiros de Goiânia (Setransp) e do Fórum da Mobilidade para esclarecer as razões do aumento da passagem do transporte coletivo. Segundo Leila, foi entendido que Estado e prefeituras não arcaram com o Pacto pelo Transporte Coletivo e que, então, ela vai se reunir com o Poder Público para buscar uma solução e, então, tentar reduzir o preço da tarifa.

Caso não se tenha um acordo, que compõe também a criação de uma agência reguladora independente, que substituiria a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), e a criação de um Fundo de Transportes para a busca de recursos financeiros, a promotora vai propor uma solução judicial. A ideia é entrar com ação pelo fim das gratuidades, em que cada passageiro pagaria a tarifa cheia, incluindo idosos e deficientes, até que o Poder Público obtenha recursos para o pagamento e que o custo não seja mais dividido entre os usuários.

Leila lembra que os entes públicos preferiram assinar apenas o Pacto, que não tem qualquer valor jurídico, e não participaram de um Termo de Acordo Circunstanciado (TAC). A promotora tentou que o TAC avançasse durante todo o segundo semestre do ano passado, para que as melhorias propostas e os aportes acordados pudessem ser cumpridos ou questionados judicialmente. Como não houve as assinaturas, não se pode haver uma cobrança pela falta dos pagamentos em relação às gratuidades.

Marconi diz que Estado não tem culpa por aumento da passagem

O governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou ontem, em entrevista ao POPULAR, não ter responsabilidade no aumento da passagem do transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia de R$ 2,80 para R$ 3,30, válido desde a última segunda-feira. Após a reunião da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), na sexta-feira, a justificativa do aumento por parte da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) foi a falta do repasse de valor correspondente à metade das gratuidades do sistema, que seria de responsabilidade do Estado desde maio do ano passado. O valor equivale ao total de R$ 4,2 milhões por mês.

Essa foi a primeira vez que o governador se pronunciou sobre o aumento da tarifa do transporte coletivo. O Estado foi apontado pela CMTC como responsável pelo aumento da tarifa, por não ter pago sua parte no Pacto pelo Transporte Coletivo, firmado em abril do ano passado.

A falta do pagamento nesses nove meses, resultando em dívida de R$ 37 milhões, e a informação de que o repasse acordado não seria feito também neste ano ocasionaram um pedido das empresas concessionárias de revisão do valor da tarifa. Contribuiu ainda para a decisão a informação de que as prefeituras da região metropolitana de Goiânia que não pagariam a outra metade das gratuidades, o que seria de responsabilidade dos municípios a partir de janeiro deste ano.

O governador Marconi Perillo disse ontem que a CMTC está faltando com a verdade e sendo irresponsável e desleal por culpar o Estado pelo aumento. “A licitação foi feita pela Prefeitura de Goiânia, no mandato de Iris Rezende, em 2008, a outorga é da Prefeitura, quem faz fiscalização é a CMTC e a CDTC, que tem cinco membros da Prefeitura. A responsabilidade é das prefeituras, o Estado é apenas um participante, que colabora muito”, afirma o governador.

A CMTC é um órgão metropolitano e responsável pela licitação da atual concessão. A atuação do órgão é dividida em metade da Prefeitura de Goiânia, um quarto do Estado (que detém a indicação da Diretoria de Fiscalização) e o outro quarto das demais cidades que compõem o sistema metropolitano.

Sobre o não pagamento das gratuidades, Marconi afirma que a lei foi aprovada no fim do ano passado e que, se as prefeituras fizessem a parte delas, ele iria atrás de recursos para pagar a metade das gratuidades. O governador cita o artigo do vice-presidente do Sindicato das Empresas do Transporte Público de Passageiros de Goiânia (Setransp), Décio Caetano, publicado ontem pelo POPULAR. Ele relata que os próprios empresários sabem que o Estado faz mais do que deveria pelo transporte coletivo. Investimento

“Nós já pagamos R$ 11,5 milhões por mês ao transporte coletivo, com o subsídio de meia passagem para o passageiro do Eixo Anhanguera e o Passe Livre Estudantil para toda a região metropolitana, e no ano passado ainda desoneramos o ICMS do óleo diesel para as empresas de ônibus. Fazemos isso por uma questão humanista, como compromisso no plano de governo.”

Marconi ressalta ainda que vai ser proposto pelo secretário Estadual de Cidades, Infraestrutura e Meio Ambiente (Secima), Vilmar Rocha, um cronograma para cobrar das empresas as melhorias citadas no Pacto Pelo Transporte Coletivo, “embora não fosse uma obrigação nossa.”

A reportagem do POPULAR procurou a Prefeitura de Goiânia para se posicionar sobre a manifestação do governador, mas a resposta é que o aumento foi uma decisão técnica e que caberia à CMTC responder sobre o caso. A CMTC, em nota enviada na semana passada, informou que o aumento se deu com aprovação unânime de todos os componentes da CDTC presentes na reunião, que também aprovaram a deliberação 81, que afirma que “a desoneração do porcentual equivalente a 50% das gratuidades e benefícios tarifários preconizados na Lei nº 12.313/94 seriam aportados pelo Estado de Goiás a partir de maio de 2014”.

Sob a justificativa de ajuste financeiro do Estado e também dos municípios da região metropolitana, os repasses deixaram de ser feitos e as empresas passaram a alegar desequilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. Ainda em nota, a companhia afirma que “vale ressaltar que neste momento não cabe procurar culpados pela recomposição da tarifa e que a CMTC tem prestado esclarecimentos técnicos com o objetivo de apresentar à população as razões do novo cálculo”.

Fonte: O Popular



Escolinha de Goiânia lucra milhões com nova sensação do Real Madrid

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Lucas Silva foi titular pela primeira vez no time espanhol nesta quarta-feira

Já ouviu falar em Lucas Silva? Com certeza os moradores do bairro São Joaquim, em Goiânia, devem saber de quem se trata e, é bem provável, que logo o Brasil inteiro saiba, ou pelo menos os amantes do futebol.

Nova sensação do Real Madrid, Lucas, ex-voltante cruzeirense também passou pela sede da Agremiação Esportiva Ovel, escolinha da capital goiana, que detinha 10% de seus direitos econômicos na transferência para os merengues.

Assim, o jogador partiu da pré-temporada na Toca da Raposa II para as oitavas de final da Uefa Champions League e, em menos de um mês, fez sua estreia como titular. O garoto entrou em campo nessa quarta-feira (18), contra o Schalke 04.

Agora, a Agremiação Esportiva Ovel, que também revelou o palmeirense Dudu, sofre assédio. A escolinha tem a receber sobre os 14 milhões de euros, cerca de R$ 42 milhões, a serem pagos pelo time espanhol.

No entanto, o Cruzeiro vem insistindo para persuadir o Ovel a abrir mão de parte do dinheiro e, em troca, oferece um estreitamento na parceria entre eles, mas a escolinha já deixou claro que tenta capitalizar em cima disso e faz jogo duro para ceder parte de seu lucro no acordo.

Um encontro deve acontecer entre o presidente da Ovel e Gilvan Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro, nos próximos dias. Tudo indica que pode acontecer um acordo, mas que a escolinha de Goiânia não irá abrir mão de todos os direitos econômicos de Lucas, ainda mais depois de definido o lucro.

Fonte: Jornal O Hoje


Estado repassa R$ 11,5 milhões por mês para o transporte

20:07 0 Comments A+ a-


O governo desonerou metade da tarifa do Eixo Anhanguera, além dos 100% do ICMS do diesel para favorecer o preço da tarifa

O governador Marconi Perillo falou ontem sobre o polêmico reajuste da passagem de ônibus de R$ 2,80 para R$ 3,30, em vigor desde a última segunda-feira. O tucano disse que o governo de Goiás tem feito sua parte para segurar as altas nos preços da tarifa e que é “uma irresponsabilidade” e “uma desonestidade muito grande” a tentativa da Prefeitura de Goiânia de atribuir ao Estado a causa do aumento no valor do passe.

“Se a presidente da CMTC disse que o aumento da passagem é culpa do Estado, isso é uma irresponsabilidade, uma desonestidade muito grande”, afirmou, em entrevistas. “O governo do Estado, desde que eu assumi o governo de novo, em 2011, tem trabalhado para colaborar, tendo sensibilidade com o usuário do transporte, que é o povo pobre trabalhador, que paga uma tarifa alta e exige e tem o direito de exigir serviços melhores”, disse o governador, citando o subsídio de 50% na tarifa do Eixo Anhanguera, a desoneração do óleo diesel, o Passe Livre Estudantil e isonomia tarifária (valor da passagem igual) para todos os municípios da Região Metropolitana de Goiânia. Leia, abaixo, a íntegra da entrevista.

Subsídios do Estado

Se a presidente da CMTC disse que o aumento da passagem é culpa do Estado, isso é uma irresponsabilidade, uma desonestidade muito grande. O governo do Estado, desde que eu assumi o governo de novo, em 2011, tem trabalhado para colaborar, tendo sensibilidade com o usuário do transporte, que é o povo pobre trabalhador, que paga uma tarifa alta e exige e tem o direito de exigir serviços melhores. De lá para cá, nós estamos assumindo uma responsabilidade mensal de R$ 11,5 milhões em subsídios para o transporte. Primeiro, desonerando metade da tarifa do Eixo Anhanguera. Hoje o usuário do Eixo Anhanguera só paga metade da tarifa, a outra metade quem paga é o governo estadual. O Passe Livre Estudantil, que é universal para toda a Região Metropolitana, é integralmente pago pelo governo estadual. Além disso, no ano passado, nós desoneramos em 100% o ICMS do diesel para favorecer o preço da tarifa. E, por último, nós equalizamos, já no meu primeiro governo, de todas as cidades da região metropolitana, para que os trabalhadores que vivem nas quase 20 cidades da Região Metropolitana possam pagar o mesmo preço da passagem de Goiânia. São R$ 11,5 milhões que o governo banca todos os meses.

Gratuidades

O governo do Estado já banca R$ 11,5 milhões em subsídios para a Região Metropolitana de Goiânia. As gratuidades representam R$ 9,5 milhões por mês. O governo do Estado já tem uma lei aprovada para dar mais essa contribuição. Falta as prefeituras da Região Metropolitana fazerem a sua parte. Não adianta só o governo do Estado entrar nessa questão da gratuidade, até porque toda a responsabilidade pelas licitações das linhas de ônibus é da Prefeitura de Goiânia. A fiscalização e outorga, toda a operação, toda a direção da CDTC fica a cargo das prefeituras, porque elas têm 9 dos 11 membros. O governo do Estado só tem dois membros. A CMTC, que é a responsável pela verificação das planilhas de custos das empresas, também é da Prefeitura de Goiânia. Então, esse assunto diz respeito integralmente às prefeituras do ponto de vista técnico, operacional, de fiscalização, de outorga e licitação. O governo do Estado apenas participa como coadjuvante e colabora.

Novas desonerações

Aliás, quem paga a fatura hoje de todas essas gratuidades, de todos esses benefícios é o governo do Estado. Imagine se nós não colocássemos R$ 11,5 milhões por mês? As empresas iam querer um valor muito maior tem termos de preço de tarifa. Nós estamos à disposição para discutir com quem quer que seja uma forma ajudar a desonerar o bolso do consumidor ou do usuário do transporte coletivo na Região Metropolitana. Mas o que o governo do Estado quer saber é o seguinte: ele faz a sua parte, as prefeituras vão fazer a parte delas, elas têm condições financeiras para bancar isso? E se nós conseguirmos fazer, o que isso vai significar em termos de redução no preço da tarifa?

Atuação das prefeituras

O Estado já colabora com R$ 11,5 milhões todos os meses. Se nós colaborarmos com parte das gratuidades, nós vamos chegar a R$ 16 milhões em recursos colocados pelo Estado todos os meses. Agora, o importante é saber o seguinte: as prefeituras têm condições, elas vão fazer a parte delas? Porque tem que haver essa conjunção de esforços. Primeiro isso. Segundo: o que isso vai representar em termos de redução efetiva do preço da tarifa de ônibus? Isso quem tem que dizer é o Setransp e as empresas, porque o Estado, que já colabora, está disposto a ajudar mais ainda, mas é preciso saber o que é que as prefeituras podem fazer e o que é que isso vai significar em termos de desoneração da tarifa.

Planilhas de custos das empresas

Nós vamos continuar bancando R$ 11,5 milhões, estamos dispostos a bancar mais metade das gratuidades se as prefeituras fizerem a parte delas. E mais do que isso: depois de serem apresentadas as planilhas com os efetivos custos operacionais das empresas. Nós não sabemos quanto é que as empresas efetivamente gastam, o que elas precisam cobrar efetivamente em termos de tarifa. Isso cabe exclusivamente à CMTC e à CDTC. Eles precisam apresentar para a sociedade qual seria a tarifa ideal com base nos custos das empresas. Primeiro isso. Segundo, é preciso que as prefeituras digam se vão ou não entrar com a parte delas e, em terceiro, o que essas gratuidades representariam termos reais na diminuição do preço da tarifa?

Situação financeiras das empresas

Muitos fatores contribuíram (para a crise financeira do sistema). Primeiro, por conta dos movimentos (manifestações de junho de 2013), tarifas que deveriam ter sido reajustadas em 2013, 2012, não foram reajustadas, as empresas alegam suas dificuldades operacionais, que são muito grandes, e eu reconheço isso. Agora, é preciso que a gente saiba exatamente também o que as empresas vão fazer em termos de melhorias operacionais no sistema por conta desses subsídios que já são pagos, por conta dos subsídios que são considerados por conta das gratuidades, enfim, é preciso saber o que vai melhorar para o cidadão usuário do transporte e o que é que realmente custa esse serviço do transporte. Eu não tenho condições de apurar isso. Se fosse um órgão do governo estadual, com certeza eu já teria mostrado à população, ‘as planilhas operacionais são essas, os custos operacionais das empresas são esses, as empresas podem e têm o direito de cobrar isto’, para que a gente possa discutir o resto: o que em termos de subsídio o governo pode fazer, ou as prefeituras, para que as tarifas sejam diminuídas ou tenham efetivamente o preço justo.

Peso do diesel no custo operacional

O componente que mais pesa no custo operacional (das empresas) não é o diesel. Isso foi a forma que o Estado encontrou para que a tarifa custasse menos no ano passado. Repito: A CMTC e a CDTC precisam colocar para a imprensa, para a sociedade qual é o custo da passagem. Isso não pode ser uma coisa aleatória, precisa ser uma coisa técnica. Analisando as planilhas de custos das empresas chega-se a um preço X da passagem. Isso precisa ser colocado claramente. Com a palavra, quem deve falar sobre isso, que são os órgãos responsáveis. Segundo, o que representaria, para o custo da passagem, se o Estado e as prefeituras colaborassem com as gratuidades. Isso precisa ser colocado claramente. Tomada essa decisão, o governo do Estado está pronto para fazer a sua parte.

Responsabilidade do Estado

O governo do Estado tem alguma responsabilidade porque tem dois membros na Câmara e a Câmara aprovou por unanimidade esse aumento por conta das alegações e dos custos que foram apresentados pelas empresas. Eu não estava aqui quando essa decisão foi tomada, e repito: nós temos dois dos 11 membros da Câmara. O que precisa ser feito agora, com toda transparência possível, é que a socidade, conheça, através da imprensa, e de todos os meios de comunicação, quais são os custos reais em função das planilhas, que são técnicas, e o que é possível fazer para reduzir esse impacto no bolso do trabalhador.

Revisão da decisão de elevar a tarifa

O governo do Estado já banca R$ 11,5 milhões todos os meses. Imagine se o governo do Estado não fizesse a parte dele. O preço da tarifa no Eixo Anhanguera seria R$ 3,30 e não a metade. O preço da tarifa que eles iriam cobrar certamente seria outro. Nós já temos uma contribuição muito grande, já estamos oferecendo uma contribuição muito grande e o que eu posso adiantar é que, da parte nossa, em que pese todas as restrições financeiras e orçamentárias, considerando o bolso do usuário do transporte, nós estamos mais uma vez dispostos a sentar à mesa e discutir para ver o que o governo do Estado pode fazer, apesar de não ser sua responsabilidade, em termos de melhorias para as pessoas trabalhadoras. Se as planilhas concluírem que o valor deva ser menor e se chegar-se a uma conclusão de que com algum subsídio a mais é possível reduzir o preço da tarifa, eu acho que é possível reverter sim. Agora, isso vai depender da apresentação das planilhas e vai depender de uma nova reunião convocada pela CDTC. Eu não sou o autor da convocação, o governo do Estado não preside a Câmara, o governo do Estado tem a minoria na Câmara, mas eu já que a responsabilidade é de todos os que aprovaram e nós também.

Fonte: DM (Dilson Júnior)