23 de novembro de 2014

Em nota, Agetop garante que entrega do Hugo 2 depende apenas de “serviços finais”


Jayme Rincón nega falta de pagamento a funcionários

O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón,  negou que as obras do Hospital de Urgências da Região Noroeste de Goiânia, o Hugo 2, tenham atrasado por falta de pagamento aos funcionários da construção, como chegou a ser cogitado nesta semana pela imprensa local. Em nota, o dirigente garantiu que a entrega da unidade hospitalar depende apenas de “serviços finais”.

Quanto à redução do número de operários, Jayme explicou que este é um processo natural, já que as obras estão em fase final. “Na medida em que se aproxima a conclusão de obras, a redução do número de operários trabalhando ocorre de forma programada e gradual”, pontua no comunicado.

Em um primeiro momento, o governo de Goiás chegou a anunciar a inauguração do centro hospitalar para o dia 24 de outubro. O Hugo 2 segue sem data prevista para abrir as portas.

Confira a íntegra da nota publicada pela Agetop:

Em relação às obras de conclusão do Hospital de Urgências da Região Noroeste de Goiânia (Hugo 2), o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, esclarece que:

1 – Não há qualquer paralisação, total ou parcial, das obras de construção do Hugo 2. À medida em que se aproxima a conclusão de obras, a redução do número de operários trabalhando ocorre de forma programada e gradual.

2 – Em função do processo de conclusão, resta apenas a execução de serviços de finalização, que ficarão a cargo de profissionais e/ou empresas especializadas ou terceirizadas. Além disso, parte das instalações ainda está passando por adequações para a instalação dos equipamentos hospitalares.

3 – São improcedentes as informações de que haveria atraso nos pagamentos do contrato da empresa licitada. A empresa responsável pela obra sempre recebeu e vem recebendo suas faturas dentro da normalidade;

4 – A inauguração do Hugo 2 depende, portanto, desses serviços finais, após os quais será definida a data de entrega do hospital, de forma a garantir seu pleno funcionamento, dentro dos padrões e das especificações de qualidade.

Jayme Rincón

Fonte: Jornal Opção