Sem se preocupar com a população, PT pede suspensão da extensão

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Legenda do governadoriável Antônio Gomide também quer que tarifa seja de R$ 2,80

Partido do candidato a governador Antônio Gomide, o PT entrou com representação solicitando à Justiça, em caráter liminar, a suspensão da extensão da linha do Eixo Anhanguera para os municípios de Senador Canedo, Goianira e Trindade, em vigor desde o dia 20 de setembro. Com a ação do governo de Goiás, é possível percorrer trechos entre uma cidade e outra com apenas um único bilhete, que custa R$ 1,40. O PT quer que o valor volte a ser de R$ 2,80. Cerca de 240 mil pessoas utilizavam, diariamente, o Eixo. Com a extensão, o número de beneficiados chega a 312 mil pessoas.

O benefício foi aprovado pela Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) e os veículos colocados em circulação pela Metrobus contam com o dobro de lugares. A tarifa é considerada a mais barata do Brasil. Neste primeiro momento, a previsão é que sejam disponibilizados mais 40 ônibus no Eixo Anhanguera. A previsão do governo do Estado é de que, até 2015, quatro novos terminais sejam construídos ao longo das GO’s 060 e 070.

Vale ressaltar que a linha do Eixo Anhanguera ia do Terminal Padre Pelágio, no Bairro Capuava, até o Terminal do Jardim Novo Mundo. Agora, os veículos que atendem Trindade saem do Padre Pelágio e vão até o município por meio da GO-060. A linha de Senador Canedo tem como ponto de partida o Terminal Novo Mundo e segue na GO-403 até o terminal da cidade. Já em Goianira, os ônibus passam pela GO-070 e seguem até a rodoviária municipal.

Estender a linha de ônibus do Eixo Anhanguera até os três municípios sempre foi uma das principais preocupações do governador Marconi Perillo, no sentido de garantir mais facilidade aos usuários que dependem do transporte coletivo para estudar ou trabalhar. A ação foi respaldada por quem é beneficiado diretamente. Reportagem divulgada pela TV Anhanguera, logo após a medida ter entrado em vigor, apontou que os usuários aprovaram a mudança. “Vai facilitar bastante”, afirmou um dos entrevistados pela emissora.

Sede pelo poder

A ação do PT ignora os benefícios que a medida implantada pelo governador Marconi Perillo traz para a população da Região Metropolitana de Goiânia. A única preocupação do partido de Antônio Gomide é impedir que os usuários possam votar no governador. Em todas as pesquisas eleitorais, o tucano aparece na liderança, com chances de vitória já no primeiro turno. Gomide, por sua vez, segue na quarta colocação.

Não é a primeira vez que os adversários políticos do governador Marconi Perillo tentam anular uma ação que beneficia diretamente a população. O ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), também candidato ao governo do Estado, chegou a criticar a presidente Dilma Rousseff (PT) por repassar recursos e manter parcerias com o governo de Goiás. Tais atitudes mostram que tanto PT quanto PMDB colocam os interesses políticos em primeiro lugar, em detrimento às necessidades da população.

Fonte: DM


Metrobus já opera extensão do Eixo até Goianira, Senador Canedo e Trindade

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A Metrobus já está operando extensão do Eixo Anhanguera até Goianira e Senador Canedo, desde o último sábado (27). O trajeto ate Trindade foi iniciado no dia 20/09 e nenhuma linha foi extinta, porém alguns ônibus foram substituídos por veículos da nova frota, com o dobro de lugares e articulados.

Como a procura de interessados pelo serviço aumentou mais que o esperado pela companhia e a extensão ainda está em fase de implementação, ajustes serão realizados nos próximos 40 dias para que o sistema não apresente falhas. Até lá, continuará funcionando com mudanças gradativas.

Trajetos

A cidade de Senador Canedo contará com dois tipos de linhas. Na primeira, os veículos sairão do Terminal da cidade,  vão parar em todos os pontos ao longo da GO 403, passarão pelo Terminal Novo Mundo e chegam até o Terminal Praça da Bíblia. De Goiânia para o município será o mesmo caminho inverso.

Já no segundo tipo de linha, a Expresso ou direta, que funcionará nos períodos de pico - manhã e tarde-, os ônibus saem do Terminal de Senador Canedo e partem diretamente para o Terminal Novo Mundo. A partir deste terminal, os ônibus embarcam e desembarcam em todas as estações do Eixo Anhanguera, no trecho até a Praça da BÍblia.

Em Goianira, os veículos articulados sairão do Terminal de Goianira, passando pela GO-070, pelos terminais Padre Pelágio e Dergo e pelas estações da Av. Anhanguera, até chegar ao Terminal Praça A.

Na extensão para Trindade, que recebeu o serviço primeiramente, os ônibus saem do Terminal de Trindade, passam por todos os pontos que já existem ao longo da Rodovia dos Romeiros, passam no Vera Cruz  e Terminal Padre Pelágio, e terminam o trajeto no Terminal Praça A, em Goiânia.

Passagem e ônibus

O valor da tarifa cobrada ao longo dos trajetos das extensões segue a R$1,40. Ônibus novos biarticulados abrigam o dobro de passageiros.

Nos próximos 20 dias, mais 20 novos ônibus começam a circular nas extensões do Eixo Anhanguera. A Metrobus se empenha para corrigir quaisquer problemas que possam aparecer o mais rápido possível.

Fonte: Metrobus


OAB pede a cassação de Levy Fidelix por homofobia

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Candidato disse: “Então gente, vamos ter coragem, nos somos a maioria, vamos enfrentar essa minoria, não ter mede de dizer que sou pai, mamãe, vovô. E o mais importante é que esses que tem esses problemas realmente seja atendido no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá."

Ordem pediu a cassação da candidatura por discurso de ódio durante o debate organizado pela TV Record

São Paulo – A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira pedindo a cassação da candidatura de Levy Fidelix (PRTB) por conta das suas declarações homofóbicas durante o debate da TV Record.

Segundo as informações do UOL, o deputado Renato Simões (PT-SP) também entrou com uma representação contra o candidato.

No processo, o deputado defende que Fidelix incentivou uma reação da sociedade contra a comunidade LGBT após seus comentários na noite deste domingo.

Ao responder uma pergunta de Luciana Genro (PSOL) sobre o casamento gay, o candidato do PRTB começou: "olha minha filha, tenho 62 anos e pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho".

"E digo mais: desculpe, mas aparelho excretor não reproduz", continuou seguido por algumas poucas risadas da plateia.

Na réplica, Luciana defendeu o casamento igualitário como forma de reduzir a violência, que foi duramente rebatido por Fidelix em um discurso de enfrentamento aos gays, durante a sua tréplica.

"O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para cem. (...) Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los", disse.

O discurso do candidato virou um dos assuntos mais comentados do Twitter no momento. Embora a maioria dos comentários na rede social tenha sido condenando a fala de Fidelix, houve também quem o defendesse.

Autora de pergunta sobre o casamento gay, Luciana Genro também entrou com uma ação no TSE, junto com seu companheiro de partido Jean Wyllys.

Eduardo Jorge, candidato à Presidência pelo PV, seguiu a mesma linha, com uma representação que pede que se instaure um processo pelo desrespeito à dignidade humana e igualdade de direitos.

Veja o momento da polêmica:



Fonte: Exame


Polêmica: Câmara aprova reajuste do IPTU

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Em votação na noite de ontem, vereadores aprovam polêmico Imposto Predial e Territorial Urbano

A Câmara Municipal de Goiânia aprovou por 18 votos a 14 o aumento das alíquotas de IPTU e ITU para 2015. A votação ocorreu ontem à noite após um confronto jurídico. O presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Nei de Paula Teles, foi favorável aos defensores do aumento, ao deferir o pedido da procuradoria jurídica da Câmara Municipal e revogar a liminar que determinava a suspensão da tramitação do projeto de lei.

O vereador Jorge do Hugo (PSL) se ausentou da votação, não justificando sua falta. Os demais vereadores votaram como antes. Elias Vaz disse que a votação realizada ontem à noite foi irresponsável: "É um absurdo, fazerem isso à noite, escondido do goianiense, terminando quase 10 horas da noite. É uma vergonha".

Existe o temor que alguns dos aumentos cheguem a 400% do valor atual cobrado pela prefeitura, tornado o imóvel praticamente impróprio para uso ou aluguel.

Após o encerramento da sessão extra de sábado motivada pela decisão da Justiça, os vereadores voltaram no domingo, às 18h, para decidir as alíquotas do imposto predial.

A maior reclamação dos vereadores que optaram em votar contra o aumento foi o envio de servidores comissionados para o plenário, tendo como missão pressionar os políticos que não aceitam a majoração.

Nas cadeiras, secretários também foram convocados pela prefeitura a acompanhar a votação.  Jornalistas reclamaram também que os comissionados favoráveis ao aumento invadiram a sala da imprensa.

No plenário, os vereadores se revezaram na defesa e embate da proposta. Geovani Antônio (PSDB) desafiou: "Ninguém sabe hoje como será o aumento desse IPTU".

Na opinião dele, é um cheque em branco passado para a prefeitura, que tem uma dívida de R$ 400 milhões contraída nos últimos anos sem as devidas explicações e motivações da gestão pública.

A prefeitura tem sido considerada má administrada, tendo hoje que lidar com a maior dívida de toda sua história. Uma série de problemas administrativos, como inúmeras denúncias de corrupção e improbidade administrativa, torna a gestão de Paulo Garcia questionada por diversos setores da sociedade.

O aumento do IPTU é apenas o estopim para o confronto com a gestão. Thiago Albernaz (PSDB) afirmou que a prefeitura não tem dados suficientes para aumentar o imposto. "Vai aumentar com o quê? Com o Google? Baseado em que evidências?" O vereador disse que é preciso fazer um inventário das casas para, assim, aprovar um aumento justo e que respeite os princípios tributários.

Felisberto Tavares (PT), que deverá ser expulso por votar contra o aumento, usou seu tempo de exposição para inexplicavelmente elogiar a prefeitura, apesar de manter o voto.

Os vereadores pretendem formar uma comissão e entrar na Justiça contra o aumento, que consideram abusivo.

Contra

O vereador Elias Vaz (PSB) informa que a oposição vai acionar a Justiça para anular a aprovação do aumento do IPTU/ITU na Câmara Municipal. "Secretários trouxeram comissionados para aplaudir aumento de imposto. É de causar indignação a prefeitura submeter a população de Goiânia a uma situação desta, uma votação numa noite de domingo. Gostaria de estar aqui, numa sessão extraordinária, nestas condições, votando algo pelo bem da cidade, não aumento de tributos", afirma Elias Vaz.

A iniciativa de acionar a Justiça parte de uma constatação, segundo ele. "Tenho certeza que o Judiciário vai compreender que é um absurdo e um desrespeito votar um projeto como este, de mais de 60 páginas, a toque de caixa, sem a mínima discussão com a sociedade. A prefeitura teve o ano inteiro para enviar esse projeto e mandou faltando dez dias para o prazo de aplicação em 2015. Essa lei está contaminada por uma série de irregularidades", destaca o vereador.

Elias explica que a aprovação, como foi feita, compromete questões importantes, como o princípio da não surpresa, já que a votação foi realizada antes mesmo do envio da proposta de atualização da Planta de Valores Imobiliários. "Todo mundo sabe que a prefeitura já tem essa planta em mãos e não quer é divulgar para a sociedade, não quer ser transparente. É absurdo fazer votação em separado já que o valor do IPTU é a multiplicação de alíquotas pelo valor venal do imóvel, que vai ser modificado pela planta".

Comparação

O vereador ainda lembra que o IPTU de Goiânia é um dos mais altos do País, considerando o valor per capita. Números disponíveis no Sistema de Coleta de Dados Contábeis da Caixa Econômica Federal comprovam que o IPTU pago por habitante de Goiânia, em 2012, foi de R$ 205, acima de Curitiba (R$ 201), Porto Alegre (R$ 204), Recife (R$ 166), Fortaleza (R$ 83), Natal (R$ 80), Manaus (R$ 50), Belém (R$45) e São Luís (R$ 42). Enquanto isso, o mesmo sistema mostra que a Prefeitura de Goiânia vem aplicando até 10 vezes menos em melhorias que as outras cidades avaliadas. "O problema, digo mais uma vez, não é de arrecadação, é de gestão. E não é justo que o cidadão pague a conta da péssima administração de Paulo Garcia", destaca Elias Vaz.

Fonte: DM


Agetop conclui iluminação de trecho entre Goiânia e Nerópolis

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Foi entregue nesta quarta-feira (24/9) pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) a iluminação dos 23 quilômetros da GO-080 que ligam Goiânia à cidade de Nerópolis.

De acordo com a agência, foram instaladas mais de 1,1 mil luminárias em  745 postes, o que aumentará a segurança dos usuários que utilizam a rodovia.

Ainda de acordo com a Agetop, o governo estadual teria investido R$ 5 milhões na iluminação do trecho. A Agetop executa a duplicação do trecho de Nerópolis a BR-153, saída para Jaraguá, passando por Petrolina e São Francisco de Goiás, numa extensão de 63,3 quilômetros.

Fonte: Jornal A Redação


Concurso Polícia Federal: Edital e Inscrição

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Concurso da Polícia Federal oferece vagas para o cargo de Agente de Polícia Federal. Remuneração é de até R$ 7.514,33.

Foi publicado no Diário Oficial da União, edição de 25 de setembro de  2014, o edital nº 55 referente à abertura do concurso público que irá reforçar o quadro de pessoal da Polícia Federal.

Com remuneração de R$ 7.514,33, o concurso prevê o provimento de 600 vagas para o cargo de Agente de Polícia Federal, das quais 30 são reservadas para candidatos com deficiência, em cumprimento ao Decreto nº 3.298/99; e 120 vagas para os candidatos negros, conforme estabelece a Lei nº 12.990/2014.

É requisito para participar deste concurso ter formação de nível superior em qualquer área.

Inscrições

As inscrições poderão ser realizadas através do site da Cespe/UNB, no período de 6 a 26 de outubro de 2014. A taxa para se inscrever é de R$ 150,00.

Provas e Gabaritos

A prova objetiva e a prova discursiva terão a duração de 5 horas e serão aplicadas na data provável de 21 de dezembro de 2014, no turno da tarde.

A prova objetiva será constituída de 120 itens para julgamento, agrupados por comandos que deverão ser respeitados. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o(s) comando(s) a que se refere o item. Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.

A prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, valerá 13,00 pontos e consistirá na elaboração de texto dissertativo com no máximo 30 linhas, com base em tema formulado pela Banca Examinadora.

O gabarito oficial preliminar da prova objetiva será divulgado na internet, no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/dpf_14_agente, a partir das 19 horas da data provável de 23 de dezembro de 2014, observado o horário oficial de Brasília/DF.
Lotação dos Aprovados

A classificação realizada com base na nota obtida no Curso de Formação Profissional será rigorosamente obedecida para efeito de escolha de lotação para candidatos, com deficiência ou não, amparados pela Lei nº 12.990/2014 ou não, não existindo lista separada para candidatos com deficiência ou negros.

Para a escolha de lotação serão disponibilizadas vagas, preferencialmente, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em unidades de fronteira.

Edital / Publicações

Edital Polícia Federal

Fonte: Concurso Publico no Brasil


Ministério Público de Goiás abre 25 cargos

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Ministério Público do Estado de Goiás abre 25 vagas para Promotor de Justiça Substituto. O subsídio inicial para o cargo é de R$ 21.657,46.

O Ministério Público do Estado de Goiás abriu edital n° 003/2014 do 58º concurso público para promotor de Justiça substituto, que oferece 25 vagas para o cargo, com 2 delas reservadas a pessoas com deficiência. O subsídio inicial para o cargo é de R$ 21.657,46.

As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no site do MP (www.mpgo.mp.br), no período de 24 de setembro a 23 de outubro de 2014.

A taxa é de R$ 231,28, devendo ser paga por meio de boleto bancário impresso via internet até o primeiro dia útil após o encerramento das inscrições.

A prova preambular, de múltipla escolha, está prevista para ser aplicada no dia 14 de dezembro de 2014, na cidade de Goiânia-GO. Além desta prova, os candidatos passarão por outras três etapas de exames: as provas subjetivas, as provas orais e a prova de tribuna. O edital prevê ainda a realização de avaliações psicológica e de títulos.

O gabarito oficial da prova preambular será divulgado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás (DOMP) e no site da Instituição (www.mpgo.mp.br).

O concurso terá validade de 2 anos, contados da homologação, prorrogável uma vez, por igual período. O edital foi publicado  no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público de Goiás (edição 1.290 do Domp), juntamente com o conteúdo programático do certame.

Fonte: Concursos no Brasil


Goiânia: Skate Rock Sessions 2014

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Data: 28/09/2014 e 12/10/2014 (Domingo) - 15h00
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer

Dia: 28/09/2014

Shows:
20:00 – Rael (São Paulo – SP)
19:00 – Calango Nego
18:00 – Dom Casamata
17:00 – Faroeste

Pista de Skate – Ambiente Skate Shop

Entrada: #QTOVALEOSHOW

Todas as bandas recebem por seus shows, e melhor, você decide o quanto paga R$ 5, 10, 20, 50 ou100 para assistir aos shows e curtir as sessões!
(valor mínimo limitado em R$ 5,00)

Dia: 12/10/2014


Shows:
20h Wry (Sorocaba/SP)
19h Seafeve
18h Cherry Devil |
17h Trivoltz

Pista de Skate – Ambiente Skate Shop, aberta à partir de 15h00

Entrada: #QTOVALEOSHOW
Valor mínimo limitado em R$ 5,00

Cerveja Oficial: HEINEKEN
Parceiro Cultural: COCA-COLA e POWERADE
Parceria : Pop wall
Apoio: VELVET 3





Goiânia: Confira a lista dos vereadores que votaram contra e a favor do aumento do IPTU e ITU

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Câmara Municipal de Goiânia aprovou, no início da tarde desta terça-feira (23/9), por 19 votos a 15, o projeto do Executivo que altera as alíquotas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Territorial Urbano (ITU) na capital goiana.

No texto proposto, a menor alíquota será o imóvel residencial e será de 0,20%, cujo valor venal seja de até R$ 50 mil. Os imóveis não edificados passarão a ter alíquotas entre 0,75% e 3,50%. Para imóveis com valor venal acima de R$ 30 mil e até R$ 50 mil a alíquota será de 0,30%. Ela sobe para 0,40% para os imóveis acima de R$ 100 mil e até R$ 200 mil. O imóvel com valor venal entre R$ 200 mil e até R$ 300 mil a alíquota do imposto será de 0,45%. A alíquota de 1% do IPTU será aplicada para imóveis com valor venal acima de R$ 1,2 milhão.   Para imóveis não edificados, a alíquota do IPTU varia de 0,75% (a menor para imóveis de até R$ 50 mil) a 3,50%, a maior, para imóveis de valor acima de R$ 1,2 milhão.

No artigo 49 determina que o valor do imposto nunca será inferior a R$ 100 para imóveis edificados e de R$ 150 para os não edificados.

Confira a relação dos votos:

A favor do aumento do IPTU e ITU

Carlos Soares (PT)
Célia Valadão (PMDB)
Cida Garcêz (SDD)
Deivison Costa (PT do B)
Divino Rodrigues (PROS)
Dr Bernardo do Cais (PSC)
Edson Automóveis (PMN)
Eudes Vigor (PMDB)
Fábio Caixeta (PMN)
Izídio Alves (PMDB)
Jorge do Hugo (PSL)
Mizair Lemes Jr. (PMDB)
Paulo Borges (PMDB)
Paulo da Farmácia (PROS)
Richard Nixon (PRTB)
Rogério Cruz (PRB)
Wellington Peixoto (PROS)
Zander (PSL)

Contra o aumento do IPTU e ITU

Anselmo Pereira (PMDB)
Djalma Araújo (SDD)
Dr. Gian (PSDB)
Dra. Cristina (PSDB)
Elias Vaz (PSB)
Fábi Lima (PRTB)
Felizberto Tavares (PT)
Geovani Antônio (PSDB)
Paulinho Graus (PDT)
Eduardo de Souza (PV)
Pedro Azulão Júnior (PSB)
Tatiana Lemos (PC do B)
Tayrone Di Martino (PT)
Thiago Albernaz (PSDB)
Virmondes Cruvinel Filho (PSD)

Fonte: A Redação


Catalão terá curso de medicina da UFG em 2016

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A informação é do ex-reitor da UFG (e candidato a deputado federal pelo PT) Edward Madureira: o Ministério da Educação (MEC) aprovou ontem a implantação do curso de medicina no campus da Universidade Federal de Goiás em Catalão. Serão 50 vagas inicialmente a partir de 2016.

O MEC aprovou a realização no próximo ano de concurso público para contratação de 60 professores e 30 servidores. O curso foi aprovado na UFG em dezembro passado e, em julho deste ano, Madureira e o reitor Orlando do Amaral acertaram os últimos detalhes com o ministro José Paim (Educação).

Para a criação do curso de medicina serão investidos cerca de R$ 25 milhões no campus de Catalão.

Fonte: Jornal O Popular (Blog: Jarbas Rodrigues)


De novo, aumento de IPTU é aprovado em 1ª votação

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Projeto teve de ser votado outra vez porque resultado da votação de terça-feira foi anulado por causa de irregularidade. Aumento pode chegar a 400%.

A Câmara de Goiânia aprovou ontem, em primeira votação, por 19 votos a 14, o projeto de lei do Paço Municipal de reforma do Código Tributário Municipal que, entre outras medidas, trata da alteração nas alíquotas do Imposto Predial Territorial e Urbano (IPTU) e o Imposto Territorial e Urbano (ITU) IPTU/ITU. A votação em primeira análise foi repetida depois que o resultado da sessão de terça-feira foi cancelado, devido a erros na relatoria da proposta. O projeto voltou ao plenário depois de ter sido relatado pelo vereador Izídio Alves (PMDB). Antes, a matéria havia sido relatada pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Carlos Soares (PT) que, segundo o regimento da Casa, não poderia ter relatado o projeto.

A votação de ontem foi praticamente a mesma da de terça-feira (veja box), com a diferença de um voto a menos contra à proposta. A sessão, que começou às 9h, só foi encerrada às 15h, já que o texto precisava de um intervalo de 24h para voltar a ser analisado. Durante o período, vereadores da oposição e situação trocaram acusações. Representantes do Fórum Empresarial acompanharam a sessão. Agora, o texto segue para a Comissão Mista, onde deve ser analisado hoje. O presidente da Casa, Clécio Alves (PMDB) convocou sessão extra para amanhã, quando o texto deve ser votado em segunda e definitiva votação. Os vereadores petistas Tayrone di Martino e Felisberto Tavares novamente foram contra o aumento do imposto.

Pela proposta o cálculo do IPTU e ITU baseado em zonas fiscais vai ser substituído pelo valor venal do imóvel. A principal queixa da oposição é referente à não apreciação da Planta de Valores (PV), que servirá de base para as novas taxas. “O projeto da nova planta ainda não foi encaminhado à Câmara, mas se o imposto é calculado pela multiplicação da alíquota pelo valor venal e isso vai subir, como é que o imposto será reduzido? Tivemos informações de técnicos que, em alguns casos, vai subir até 900%”, explicou o vereador Elias Vaz (PSB). Por exigência legal, a prefeitura só tem até o dia 30 deste mês para publicar o projeto no Diário Oficial e assim garantir que entre em vigor já no ano que vem.

Seguindo acordo feito no último final de semana entre a Prefeitura, Fórum Goiano Empresarial e o Fórum Goiano Habitacional, o projeto aprovado possui oito alíquotas diferentes. Originalmente, o texto da prefeitura propunha 24 alíquotas, mas sofreu emendas antes da segunda análise na CCJ, na quarta-feira. No novo texto, a Prefeitura tirou o impacto da progressividade dos dois impostos, reduzindo o escalonamento das alíquotas por tipo de imóvel. Com isso, foram beneficiados empresários e donos de lotes vagos, já que o aditivo reduz o valor das alíquotas que seriam aplicadas a imóveis não residenciais e não edificados.

Fonte: Jornal O Hoje
Foto: J. Brasil

Prefeitura licitará projetos para criar mais 16 corredores de transporte

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A Prefeitura de Goiânia licitará projetos para a implantação de mais 108 quilômetros de corredores preferenciais de ônibus nas seguintes Avenidas: 3ª Radial, Castelo Branco, Mutirão, São Francisco (Santa Genoveva), Pio XII, T-10, Consolação (Setor Rodoviário), Mangalô (Morada do Sol), Marechal Rondon, Leste-Oeste, Feud José Sebba, Bernardo Sayão, Aderup (Cidade Jardim), além das principais vias no Residencial Fort Ville. Segundo a CMTC os recursos federais estão garantidos e essas licitações serão realizadas no próximo semestre.

Antes, a Prefeitura quer implantar outros seis corredores, cujos projetos estão prontos e as licitações das obras devem começar em outubro, nas Avenidas T-7, Independência, T-63 (continuação), T-9, T-63, 85, 24 de Outubro e Independência, que vão somar 49 quilômetros. O governo federal já liberou R$ 155,3 milhões para implantação desses seis corredores, cujas obras devem começar neste ano pela Avenida T-7, e para licitar os projetos dos demais no próximo ano.

Fonte: O Popular


Procon Goiás encontra alimentos impróprios ao consumo em restaurantes do Shopping Flamboyant

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Estabelecimentos foram notificados e têm dez dias para apresentar defesa. Ao todo, foram encontrados mais de 60 irregularidades

Operação realizada pelo Procon Goiás na última sexta-feira (19/9) encontrou irregularidades, como alimentos impróprios ao consumo, cobrança indevida de gorjeta, ausência de cardápio em braile e indisponibilidade do código de defesa do consumidor, em diversas lanchonetes e restaurantes do Shopping Flamboyant. Segundo o relatório divulgado nesta quarta-feira (24), a fiscalização verificou alimentos impróprios ao consumo no Piquiras, Madero, Coco Bambu e Camarão e Cia. No Outback, Spoleto, Kanpai e Giraffas, por exemplo, foi constatado problemas relacionados à precificação.

Em entrevista ao Jornal Opção Online, o gerente de fiscalização do Procon, Artêmio Neto, disse que a operação teve o objetivo de garantir os direitos do consumidor.  “Estivemos em 26 estabelecimentos da aérea interna e externa do centro de compras e apenas dois, o Burger King e o McDonald’s, não apresentaram nenhuma conduta ilegal”, disse.

Ao todo o órgão encontrou 65 irregularidades, sendo a mais comum a falta de fixação do número de denúncias do Procon, seguido pela ausência de cardápios em braile para deficientes visuais.

Segundo Artêmio Neto, os estabelecimentos foram notificados e têm dez dias para apresentar defesa junto ao Contencioso Jurídico do Procon Goiás. “Além disso, eles foram orientados a fazer um levantamento geral da empresa dos últimos doze meses e nos enviar para que possamos julgar se será ou não imputado alguma multa”, salientou.

O Flamboyant Shopping Center informou, por meio de nota, que apesar de não possuir autonomia para interferir na administração dos restaurantes, aguarda o posicionamento dos mesmos e que “o trabalho de orientação que já é desenvolvido será intensificado”.

Lista completa de irregularidades encontradas nos estabelecimentos:

Piquiras: Número do Procon, preços, alimentos impróprios, Código de Defesa do Consumidor.

Madero: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a titulo de gorjeta, número do Procon, alimentos impróprios, Código de Defesa do Consumidor.

Dna Natural: Cardápio em braile, número do Procon.

Fon Pin: Cardápio em braile, número do Procon.

Camarão e Cia: Nº do Procon, alimentos impróprios.

Mercatto: Cardápio em braile, número do Procon.

Vivenda do Camarão: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, número do Procon.

Toshca: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile, número do Procon.

Kabanas: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile.

Pankekas e Waffles: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile, número do Procon, preços.

QG: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile, número do Procon.

Coco Bambu: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile, número do Procon, preços, alimentos impróprios.

Jerivá: Cardápio em braile.

Divino Fogão: Cardápio em braile, número do Procon.

Outback: Preços.

Richesse: Cardápio em braile, número do Procon.

Subway: Número do Procon.

Spoleto: Cardápio em braile, preços, Código de Defesa do Consumidor.

Kanpai: Cardápio em braile, nº do Procon, preços, Código de Defesa do Consumidor.

Giraffas: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, Cardápio em braile, número do Procon, preços.

Salad Creations: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, Cardápio em braile, número do Procon, preços.

Companhia do Grelhado: Ausência da informação do pagamento opcional do acréscimo de 10% a título de gorjeta, cardápio em braile, número do Procon, preços.

Doce Doce: Cardápio em braile, número do Procon.

Crepe de Paris: Cardápio em braile, número do Procon.

Burger King: Sem Irregularidades.

Mc Donalds: Sem irregularidades.

Fonte: Jornal Opção


Edital para licitar requalificação da Praça Cívica é divulgado hoje

12:08 0 Comments A+ a-


Recursos de R$ 12,5 milhões são provenientes do PAC Cidades Históricas

A Prefeitura de Goiânia, por intermédio da Secretaria Municipal de Administração (Semad) divulga hoje, 26, o edital de concorrência pública para contratação de empresa especializada em serviços de engenharia que executará as obras de requalificação urbanística da Praça Pedro Ludovico Teixeira, a Praça Cívica. Os recursos, no valor de R$ 12,5 milhões, são oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Cidades Histórias). A abertura dos envelopes com as propostas ocorrerá no dia 20 de outubro.

O projeto de Goiânia está entre os 425 selecionados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelos Ministérios de Cultura e do Planejamento, Orçamento e Gestão. Os investimentos serão direcionados para obras reestruturação, reconstrução e conservação de imóveis e espaços públicos, muitos tombados, e que passaram por análises técnicas com o objetivo de respeitar a história de implantação.

Na proposta de Goiânia, houve a preocupação com a história da construção da Capital como, por exemplo, a Agência de Atendimento da Prefeitura de Goiânia, localizada na Praça Cívica, que - com a restauração - vai passar a ter outra usabilidade e vai se tornar um espaço cultural. A prefeitura prevê disponibilizar exposições fixas e itinerantes, além da implantar um gabinete para despachos oficiais do executivo municipal, como foi na época da construção da Capital.

Na revitalização, será contemplada ainda a restauração de bens tombados e a requalificação de espaço público, conjunto parcial da Praça Cívica - as Fontes luminosas, Obeliscos com luminárias, Relógio, Coreto, incluindo Monumento às Três Raças e a antiga sede da Prefeitura de Goiânia, hoje, Loja de Atendimento da administração municipal.

Por Mauro Júnio, da Diretoria de Jornalismo da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Prefeitura de Goiânia


Eixo Anhanguera: Expansão ainda sem autorização

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Linha convencional que liga a capital a Trindade deixou de funcionar

Ainda sem autorização da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), os ônibus articulados que fazem a viagem de Goiânia até o Terminal de Trindade circulam normalmente desde segunda-feira. Para isso, a linha 142 ( que fazia a rota Terminal Padre Pelágio–Terminal Trindade) foi retirada de circulação para dar lugar à expansão do Eixo Anhanguera, feita atualmente somente pela linha 112. Os ônibus saem do Terminal da Praça A, passam pelo Terminal Padre Pelágio e segue por todos os pontos da GO-060, parando no Terminal de Trindade.

Apesar de já saber o teor da justiça eleitoral, a Companhia ainda aguarda a publicação do decisão do juiz Jesus Crisóstomo de Almeida para a anuência. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) considera ilegal a realização de qualquer tipo de publicidade sobre o projeto, mas julga não ser sua competência qualquer manifestação sobre a expansão do Eixo Anhanguera, mesmo a pouco mais de duas semanas das eleições.

Após a publicação da decisão, a CMTC deve encaminhar ofício à Metrobus, empresa que explora o Eixo Anhanguera, solicitando documentação complementar e ajustes no projeto para que seja feita avaliação técnica e, posteriormente, a concessão da anuência à extensão. Um dos pontos que serão levantados pela companhia é a substituição dos ônibus regulares pelos articulados sem as plataformas na GO-060.

No entanto, com a brecha deixada pelo TRE, a Metrobus considerou que a aprovação da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), na terça-feira da semana passada, para a expansão do eixo até Trindade, Goianira e Senador Canedo como anuência. Assim, a expansão do Eixo até Trindade já funciona, com as plataforma de embarque própria e orientação para que usuários usem apenas os ônibus do Eixo no Terminal Padre Pelágio.

Não houve qualquer adaptação nos pontos ou faixas exclusivas na GO-060 para receber os articulados . Usuários sobem e descem pelas portas rebaixadas, localizadas na parte direita e os veículos seguem o fluxo comum da rodovia.

USUÁRIOS RECLAMAM

A auxiliar de limpeza, Leia Ferreira, faz o trajeto Goiânia/ Trindade quase todos os dias e foi surpreendida hoje pelas mudanças no Terminal Padre Pelágio. Costumava usar a linha 142, mas foi orientada por funcionários do terminal a ir para a nova plataforma de embarque. “Falaram que a linha antiga acabou, agora é só o Eixo mesmo”, diz. As placas antigas foram retiradas e cartazes novos orientam o usuário para a nova plataforma,

A funcionária pública Vanusa Paula Santos, de 36 anos, também relata surpesa nas mudanças. Segundo ela, a linha antiga foi retirada e a expansão do Eixo ainda não cumpre o mesmo horário. “Estou usando o Eixo desde segunda e há atraso sempre. Antes passava a cada cinco minutos. Agora fico no mínimo 20 minutos esperando”, diz. Segundo a tabela de fiscalização de linha, os ônibus do Eixo para Trindade passam de 12 em 12 minutos. No período vespertino 16 veículos fazem a rota diariamente.

Eliete dos Santos, de 38 anos, que é costureira, também reclama dos atrasos constantes e problemas de superlotação. Segundo ela, como os ônibus rodam atrasados chegam ao Terminal sempre cheios. “A ideia é muito boa. Acho que ninguém é contra a expansão, mas parece improvisado. Estão atrasando muito. Por enquanto, a linha antiga era mais eficiente.”

A Metrobus informou que os veículos que fazem a linha do Eixo Anhanguera até Trindade possuem a quantidade de lugares dobrada em relação à linha comum. Por dia, cerca de 240 mil pessoas passam pelo Eixo. Com a extensão, para as três cidades, o número deve aumentar em até 30%.

Fonte: Jornal O Popular (Eduardo Pinheiro)


Goiânia: Começa a estação das flores

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Começou às 23h29 desta segunda-feira, dia 22, a estação da primavera, época em que ocorre o florescimento de várias espécies de

plantas, fazendo com que a natureza fique mais bela e a população veja por algum tempo flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e outras plantas. As temperaturas vão, aos poucos, aumentando e o mesmo ocorre com as águas do mar. Em grande parte dos países do Hemisfério Sul as temperaturas ficam amenas. A estação das flores vai até o dia 21 de dezembro.

Com a chegada da nova estação, há uma mudança no regime de chuvas e temperaturas na maior parte do Brasil. Os dias são mais compridos e a luminosidade é muito maior. Uma de suas principais características  é o retorno da chuva a grande parte do País. Todas estas mudanças climáticas afetam também a vida de todos os seres na Terra. É nesta época que a maioria das espécies procriam. As flores desabrocham, crescem, enfeitam e perfumam.

De forma geral, há mais calor do que o normal e a chuva deve ficar um pouco acima da média em parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Norte e o Nordeste podem ter um pouco mais de chuva em outubro, mas como a média normal é muito baixa neste mês, de forma geral pode-se dizer que a primavera será mais seca e bem mais quente do que a normalidade nestas regiões.

Estação de transição

MAT_3465A superintendente de Políticas e Programas da Sectec, Rosidalva Lopes, explica que dentro da climatologia para a Região Centro-Oeste, a estação da primavera é considerada uma estação de transição, ou seja, saída da estação seca para a chuvosa. Nesse período, que vai até 21 de dezembro, a umidade relativa do ar começa a aumentar gradativamente porque ocorrem as primeiras pacadas de chuva.

Após o dia 23, até o final deste mês, existe, segundo Rosidalva, a possibilidade da entrada de nova frente subtropical, trazendo chuva para Goiás e contribuindo para um melhor aumento da umidade relativa do ar. “Sabemos que como a primavera é uma estação de transição, haverá dias em que a umidade do ar estará um pouco mais baixa, com temperaturas altas e algumas entradas de massa de ar frio, o que poderá resultar numa queda de temperatura.

A superintendente explica ainda que Goiás está fazendo um estudo sobre os benefícios e as consequências do El Niño para o Estado. “Ainda não temos um estudo para a nossa região. Mas a gente sabe que esse fenômeno tem às vezes  um período chuvoso e outro seco. Portanto, não sabemos ainda como ele virá. “Em cima de alguns estudos que a gente tem, sabemos que na nossa região as chuvas fortes se centralizam mais no mês de dezembo, trazendo bastante transtorno para nosso Estado”.

El Niño

O meteorologista Luiz Cavalcanti, do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), explica que as chuvas no Brasil só serão frequentes no final deste mês de setembro. Segundo ele, a primavera este ano será acompanhada do fenômeno El Niño – caracterizado pelo aquecimento das águas do Pacífico além do normal e a redução dos ventos alísios na Região Equatorial.

O El Niño vai provocar um volume de chuvas acima do normal, principalmente no Sul e no Sudeste brasileiro. E o efeito contrário, chuvas mal distribuídas e em pouco volume, no Norte e Nordeste. “É natural que as chuvas diminuam neste período no Nordeste. E quando elas acontecem, não significa muita coisa em termos de açude e agricultura. O Nordeste vai conviver ainda com período seco. As chuvas vão se concentrar mesmo no Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste”, explica Cavalcanti.

Porém, em todo o Brasil a água será bem vinda para acabar com os focos de incêndio causados pela seca. Só em agosto, até o dia 26, mais de 34,6 mil incêndios foram registrados no País por satélites do Inmet. “E os números dos bombeiros, que vão aos locais, são ainda maiores”, alerta Cavalcanti. Só em Goiás, do início deste ano até agora, segundo informações do Corpo de Bombeiros, foram registrados 6.544 incêndios urbanos e 2.769 em vegetação. Além de Goiás, os Estados com maiores números de queimadas são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e o Distrito Federal.

As flores que se destacam na primavera são a rosa, girassol, margaridinha, orquídea, bougainvillea, jasmim, hortênsia, helicônia, alamanda, clívia, gérbera, hibisco, gazânia, jasmim-estrela, lágrima-de-cristo, boca-de-leão, crisântemo, frésia, estefânia, narciso, violeta, dedaleira e dama-da-noite.

Mais informações: (62) 3201-5203

Galeria de Fotos
















Fonte: Goiás Agora Por Cristina Lobo
Fotos: Mantovani Fernandes


Agropecuária: Preços de terras em Goiás subiram 323% em 12 anos

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Valor médio do hectare goiano passou de R$ 2.790 em 2002 para R$ 11.823 em 2013. Maior alta ocorreu na Região Sudoeste do Estado, mostra levantamento do Banco do Brasil

O bom desempenho dos preços das commodities, os investimentos feitos na modernização da produção agropecuária e a instalação de muitas agroindústrias em Goiás valorizaram muito as terras do Estado. Os preços médios das terras destinadas à exploração agrícola e pecuária subiram 323% entre 2002 e 2013, segundo levantamento feito pelo Assessoramento Técnico em Nível de Carteira (ATNC) do Banco do Brasil (BB) em todas as regiões do País.

Em Goiás, a valorização foi acima da média brasileira de 308% no período, puxada pela evolução dos preços em municípios do Sudoeste do Estado, principalmente em Mineiros, Jataí, Palmeiras de Goiás e Rio Verde. O valor médio do hectare goiano passou de R$ 2.790,00 em 2002 para R$ 11.823,00 em 2013. As terras para lavoura subiram mais que as da pecuária: 328%.

O gerente executivo de Agronegócios do BB, Ivandré Montiel da Silva, explica que as áreas com maior evolução são as que possuem forte vocação para grãos, como soja e milho. Segundo ele, os preços no município com maior valorização, Mineiros, foram puxados pelo crescimento da produção de soja e milho, além dos investimentos feitos por usinas do setor sucroalcooleiro na região.

COMMODITIES

A valorização das commodities no mercado internacional estimulou a produção e a demanda por terras, inflacionando os preços. O crescimento das exportações de soja para países como a China também ajudou nesse processo. “Apesar de vermos hoje uma estabilização nos preços dos grãos, a série histórica mostra que eles se estabilizaram bem acima de patamares anteriores”, destaca.

Com isso, os produtores passaram a investir mais na produção. A carteira de Agronegócios do BB em Goiás passou de R$ 6 bilhões em 2010 para R$ 12,1 bilhões este ano. O gerente executivo de Agronegócios do BB, Antônio Carlos Chiarello, explica que Goiás registrou um crescimento das operações para investimento, visando estruturar e modernizar as propriedades.

Os produtores também investiram em tecnologia para melhorar a qualidade da terra, o processo produtivo e a produtividade. Margens mais remuneradoras e o menor índice de inadimplência da série histórica do crédito rural (0,6% nas operações vencidas há mais de 60 dias) também indicam uma consolidação do setor. “O ativo terra é um bem de capital e está relacionado à geração de riquezas”, diz Ivandré Montiel.

Hectare em Rio Verde pode sair por R$ 50 mil

O economista e analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Pedro Arantes, conta que o hectare em Rio Verde já está custando R$ 50 mil em média. Ele atribui esta valorização à estabilidade de renda conquistada pelos produtores, que nos últimos anos conseguiram acertar seus passivos e não tiveram grandes perdas. A chegada de grandes indústrias ao Estado, como Perdigão e Cargill, além da ampliação de indústrias regionais, como a Comigo, elevaram o esmagamento de grãos e a demanda pela matéria-prima.

Regiões como Cristalina também investiram pesado na irrigação de suas lavouras. A produtividade e a safrinha cresceram muito. Agora, para que esse cenário fique ainda mais positivo, Pedro acredita que falta investir em infraestrutura, como ferrovias e hidrovias para escoamento da produção, ampliação da irrigação e integração lavoura-pecuária.

ESPECULAÇÃO

Proprietário do Grupo Reis, com imobiliárias em Rio Verde, Jataí, Mineiros, Santa Helena e Morrinhos, Waldir Alves da Silva, atribui boa parte dessa valorização à especulação. Mas, segundo ele, as terras do Sudoeste goiano também têm boa qualidade por já abrigarem lavouras há mais de cinco anos e estarem mais tecnificadas, com correção de calcário e acidez, por exemplo.

Ele conta que há menos de dois anos uma propriedade de 42 alqueires, de terra altamente produtiva, chegou a ser vendida por R$ 180 mil o alqueire, mas com pagamento parcelado - uma entrada e o restante dividido em cinco safras, com parcelas indexadas pela soja. “Aqui, a soja é um indexador, assim como a arroba do boi em outras regiões”, explica.

Mas o boato desta venda especial se espelhou e todos passaram a inflacionar suas terras, mesmo não tendo a mesma qualidade. Atualmente, a cotação do alqueire para lavoura oscila entre 3 e 4 mil sacas de soja. Considerando a saca a R$ 50, o preço pode chegar a incríveis R$ 200 mil.


No País, valorização chegou a 308%

O economista e analista de mercado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Pedro Arantes, conta que o hectare em Rio Verde já está custando R$ 50 mil em média. Ele atribui esta valorização à estabilidade de renda conquistada pelos produtores, que nos últimos anos conseguiram acertar seus passivos e não tiveram grandes perdas. A chegada de grandes indústrias ao Estado, como Perdigão e Cargill, além da ampliação de indústrias regionais, como a Comigo, elevaram o esmagamento de grãos e a demanda pela matéria-prima.

Regiões como Cristalina também investiram pesado na irrigação de suas lavouras. A produtividade e a safrinha cresceram muito. Agora, para que esse cenário fique ainda mais positivo, Pedro acredita que falta investir em infraestrutura, como ferrovias e hidrovias para escoamento da produção, ampliação da irrigação e integração lavoura-pecuária.

ESPECULAÇÃO

Proprietário do Grupo Reis, com imobiliárias em Rio Verde, Jataí, Mineiros, Santa Helena e Morrinhos, Waldir Alves da Silva, atribui boa parte dessa valorização à especulação. Mas, segundo ele, as terras do Sudoeste goiano também têm boa qualidade por já abrigarem lavouras há mais de cinco anos e estarem mais tecnificadas, com correção de calcário e acidez, por exemplo.

Ele conta que há menos de dois anos uma propriedade de 42 alqueires, de terra altamente produtiva, chegou a ser vendida por R$ 180 mil o alqueire, mas com pagamento parcelado - uma entrada e o restante dividido em cinco safras, com parcelas indexadas pela soja. “Aqui, a soja é um indexador, assim como a arroba do boi em outras regiões”, explica.

Mas o boato desta venda especial se espelhou e todos passaram a inflacionar suas terras, mesmo não tendo a mesma qualidade. Atualmente, a cotação do alqueire para lavoura oscila entre 3 e 4 mil sacas de soja. Considerando a saca a R$ 50, o preço pode chegar a incríveis R$ 200 mil.

No País, valorização chegou a 308%

O preço do hectare para a agropecuária no País disparou 308%, saltando da média de R$ 2,6 mil para R$ 10,6 mil entre 2002 e 2013.

O diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Clenio Severio Teribele, avalia que o encarecimento da terra revela o avanço patrimonial dos empresários do campo. “Isso mostra um ganho que até agora era pouco visível”, afirma. “A valorização da terra foi extraordinária na última década.”

O aumento mais significativo do custo do hectare foi verificado na pecuária. A terra para a criação de gado ficou 343% mais cara, passando de R$ 1,5 mil em 2002 para R$ 6,8 mil no ano passado. Já a terra para a lavoura teve uma valorização de 245% no período - de R$ 5,7 mil para R$ 19,8 mil. A diferença entre os preços para cada ramo ocorre em razão da utilização de máquinas e fertilizantes, por exemplo, como é o caso da agricultura, o que eleva o gasto para viabilizar as lavouras.

NORTE

Entre as regiões, o destaque foi a disparada dos preços no Norte (509,7%), onde o hectare agrícola passou de R$ 995 para R$ 6,06 mil. Para a criação de gado, o custo da terra saltou 365,79%. O Banco do Brasil avalia a alta como reflexo da migração da fronteira agrícola a partir do Centro-Oeste. “O mundo está descobrindo a Região Norte”, diz Teribele.

Apesar do aumento patrimonial dos produtores do Norte, o Ministério da Agricultura trabalha com uma redução de 9,7% do valor bruto da produção (VBP) para a região neste ano. Em 2013, a pecuária e a agricultura do Norte atingiu R$ 19,68 bilhões em VBP. A estimativa do ministério é uma geração de riqueza no campo de R$ 17,7 bilhões em 2014.

ENFRAQUECIMENTO

O recuo na renda indica a tendência de queda no preço das commodities no mercado internacional e deve ser mantida, avalia o Banco do Brasil.

Para Teribele, os preços devem se estabilizar acima da média de anos anteriores ao boom iniciado em 2001. “As commodities vão ter pressão de preço (em 2014 e 2015), mas vão se manter acima da série histórica”, prevê.

Fonte: Jornal O Popular (Lúcia Monteiro)


Agetop entrega duplicação da GO-020 até Bela Vista

12:41 0 Comments A+ a-



Governo de Goiás investiu na duplicação do trecho da rodovia o valor de R$ 173.7 milhões. Obra englobou também a construção da ciclovia e implantação de iluminação

As obras de duplicação do trecho entre Goiânia e Bela Vista de Goiás, na GO-020, foram concluídas pela Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop). A rodovia é bastante conhecida pelos ciclistas goianos, que fazem do trecho em questão um local para a prática do esporte. Segundo a Agetop, para marcar a liberação do tráfego, ciclistas percorrem no próximo domingo (28/9) os 47,9 quilômetros de extensão do trecho.

O evento, denominado GP-020, será promovido pela Federação Goiana de Ciclismo (FGC) e vai entregar aos vencedores o Troféu Governador Marconi Perillo como reconhecimento pela importância dada ao esporte ciclístico com a construção do trecho. Segundo a FGC, cerca de 300 ciclistas participarão da prova, que possui nove categorias.

A duplicação da rodovia, que se encontra sinalizada e com pista de ciclismo, começa nas proximidades do Autódromo de Goiânia e vai até o trevo de acesso à cidade Piracanjuba. O governo de Goiás investiu na duplicação da GO-020 o valor de R$ 173,7 milhões, que englobou obras de construção da segunda pista e da ciclovia e implantação de iluminação.

As obras fazem parte do projeto do governo de Goiás de duplicar todas as rodovias estaduais que saem de Goiânia.

Fonte: Jornal Opção


Oferecimento Publicidade Ibama dará licença à ferrovia do Centro-Oeste, ligando Goias a Rondônia

12:17 0 Comments A+ a-


A principal aposta do governo para tirar do papel o plano de concessões das ferrovias dará um passo concreto nesta semana. A Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), prevista para cortar o principal polo de produção de grãos do País, em Mato Grosso, vai receber licença prévia ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A autorização, apurou o ‘Estado’, está pronta e deve ser oficializada nesta semana.

A autorização será dada para todo o trajeto de 1.582 km de extensão da ferrovia. A Fico começa no município de Vilhena, em Rondônia, e corta todo o Estado do Mato Grosso, até chegar em Goiás, na cidade de Uruaçu. Neste ponto, conecta-se à ferrovia Norte-Sul.


A licença prévia atesta a viabilidade do empreendimento quanto ao impacto socioambiental da obra. Para que a construção ferrovia tenha início efetivo, será preciso, agora, buscar a licença de instalação do projeto.

A Fico é a prioridade do governo no pacote de concessões ferroviárias, um plano de 11 mil km de novas ferrovias, anunciado pela presidente Dilma Rousseff mais de dois anos atrás, mas que até hoje não conseguiu andar.

A expectativa era fazer o leilão de ao menos uma concessão de ferrovia até o fim deste ano, com a oferta da Fico para a iniciativa privada, mas tudo indica que o pregão ficará para 2015. O Ministério dos Transportes e a Valec não comentaram o assunto.

Apesar do licenciamento do Ibama para mais de 1,5 mil quilômetros de ferrovia, o trecho que mais interessa aos investidores é o trecho Uruaçu-Lucas do Rio Verde (MT).

Com este traçado de cerca de 900 quilômetros, seria possível ligar a região de produção agrícola à Norte-Sul. Ainda assim, há dúvidas sobre o custo total do empreendimento.

Ao analisar o trecho de 900 quilômetros da ferrovia, o Tribunal de Contas da União (TCU) estimou que a construção demandaria investimentos de R$ 5,3 bilhões, enquanto investidores que estudaram o projeto preveem necessidade de injetar até R$ 7 bilhões na Fico.

Pronto

Em agosto, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, chegou a dizer que o projeto estava pronto para ser licitado e que o governo estava analisando sugestões de melhoria feitas por interessados.

No início deste ano, um grupo de gigantes do agronegócio chegou a sinalizar o interesse em construir a ferrovia, mas pedidos de revisões no traçado proposto minaram as negociações.

Para um especialista que acompanha de perto o assunto, o governo ainda precisa definir detalhes de assuntos como financiamento, garantias por parte da Valec e termos do contrato.

O processo de licenciamento ambiental da Fico foi tocado pela estatal Valec que, pelo plano original do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seria a empresa responsável por construir a ferrovia. A previsão era concluir a ferrovia em 2014.

Com o anúncio do pacote de concessões, em agosto de 2012, a Fico foi sacada da Valec e passou para a lista de projetos a serem concedidos.

A dificuldade de viabilizar o projeto distancia o governo de um plano bem mais ambicioso. Nos escaninhos do Ministério dos Transportes, a Fico é tratada como parte da chamada “Ferrovia Transcontinental”, planejada para ter 4.400 km de extensão em solo brasileiro e avançar pela América Latina, uma malha de trilhos que ligaria os oceanos Atlântico e o Pacífico. Colaborou Lu Aiko.

Fonte: Rondônia Ao vivo


VLT Goiânia: Escola terá área desapropriada, Obras terão duas frentes de trabalho

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Janeiro é apenas uma previsão otimista, por enquanto, para o início das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ao longo do Eixo Anhanguera, mas a empresa responsável pela implantação já sabe por onde o serviço vai começar: duas frentes de trabalho - uma iniciando na região do Terminal do Novo Mundo e outra na Praça A. Ambas as frentes seguirão sentido leste/oeste. A ideia é fazer a obra quadra por quadra dentro dos 24 meses de prazo.

Antes de começar a obra, o consórcio responsável pelo processo vai construir terminais provisórios para o da Praça A e o do Novo Mundo. O da Praça A vai ser transferido de local, inclusive. A intenção é deixar a Praça A como uma praça. Ao lado do terminal do Novo Mundo, a intenção é construir a sede da central que vai gerenciar o VLT e o pátio de trens.

O presidente do Grupo Executivo do VLT, Ricardo Jayme, afirmou que deve ser publicado hoje no Diário Oficial do Estado o decreto transformando em áreas de utilidade pública para fins de desapropriação 187 imóveis em pontos concentrados da Avenida Anhanguera. O decreto foi divulgado com exclusividade pelo POPULAR na edição de quarta-feira. A maior parte das áreas está localizada no Setor Novo Mundo, onde ficará a sede da empresa.

Negociação será após publicação

O presidente do Grupo Executivo do VLT, Ricardo Jayme, disse que a partir da publicação do decreto, na próxima semana o governo já estará atrás dos proprietários dos imóveis para dialogar sobre o valor da desapropriação. “Vamos oferecer um valor de mercado, ninguém vai ser prejudicado. É uma obra que vai trazer grandes benefícios para a cidade, não apenas de mobilidade”, afirmou.

Reportagem publicada ontem pelo POPULAR mostrou que muitos proprietários de imóveis que constam no decreto se mostraram surpresos com a inclusão e aborrecidos com o fato de não terem sido procurados antes. O presidente do grupo executivo informou que uma parte foi sondada há algumas semanas, mas que a negociação só poderia começar após a publicação do decreto.

Escola terá área desapropriada



Instituto de Educação de Goiás terá faixa do terreno usada por trem e vai abrigar terminal provisório

O Instituto de Educação de Goiás (IEG), uma das mais tradicionais escolas públicas na Região Leste de Goiânia, terá uma área de 7,6 mil metros quadrados do seu imóvel usada para a construção do terminal provisório da Praça da Bíblia, durante as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ao longo do Eixo Anhanguera. Além disso, 382,2 metros quadrados do IEG devem ser desapropriados para o trem. O presidente do Grupo Executivo do VLT, Ricardo Luiz Jayme, disse ontem que as aulas não serão interrompidas.

No total, serão desapropriados 187 imóveis, para a construção do VLT, na capital, conforme O POPULAR divulgou, na edição de 17 de setembro, com exclusividade. No dia seguinte, reportagem mostrou o descontentamento de donos dos imóveis que serão atingidos, criticando o que chamaram de falta de diálogo por parte do governo do Estado.

A desapropriação do IEG equivale a 0,61% do total da área (63.139 metros quadrados). A área, não edificada, se refere a uma estreita faixa com dimensões estimadas de 2,6 metros de largura, às margens da Avenida Anhanguera, por 147 metros de extensão, de acordo o Consórcio Mobilidade Anhanguera, responsável pela execução da obra. A concessionária divulgou, ainda, que o terminal provisório funcionará no IEG por 27 meses.

O prédio do instituto permanecerá intacto, segundo o presidente do Grupo Executivo do VLT, e não haverá “prejuízo para os alunos.” Ele não informou se as obras seriam realizadas fora dos horários de aula.

O governo de Goiás e a Secretaria Estadual de Educação não confirmaram se as aulas serão paralisadas durante os trabalhos. O governo informou, em nota ao POPULAR, que “a determinação é para que sejam tomadas todas as medidas para minimizar o impacto da obra ao menor nível possível.”

Fonte: Jornal O Popular (Cleomar Almeida)


Adequações no autódromo e valor alto barram MotoGP

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Circuito em Goiânia passa por vistoria de promotores do Mundial e laudo deve sair em 15 dias. Para receber novamente a prova, Goiás tem de pagar cerca de R$ 18,5 milhões

Em negociação para trazer para Goiânia a MotoGP – o Campeonato Mundial de Motovelocidade –, o governo do Estado, que está à frente do projeto, esbarra em adequações exigidas pela empresa promotora do evento (Dorna Sports) e pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM). A primeira vistoria no autódromo goiano já foi realizada e o resultado deve sair em 15 dias.

Para voltar a receber a prova na capital goiana – que já sediou corridas do Mundial em 1987, 88 e 89 –, é necessário desembolsar 6 milhões de euros (cerca de R$ 18,5 milhões). Além do valor, os organizadores da MotoGP exigem mudanças na estrutura do autódromo. O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, responsável pela administração do circuito, disse ontem que há disposição de fazer alterações porque o local “não carece de adequação profunda”.

Quanto aos R$ 18,5 milhões de custo, a ideia inicial, segundo o supervisor de gestão e planejamento e finanças da Secretaria de Estado Indústria e Comércio (SIC), Leonardo Jayme, é encontrar patrocinadores para bancar a prova. “Achamos um valor alto. Estamos imaginando que a empresa organizadora do evento (localmente) conseguirá patrocínios para arcar com esse custo”, explicou.

O primeiro passo para a homologação do autódromo, de acordo com os parâmetros internacionais, ocorreu no começo de setembro. O circuito recebeu o diretor de segurança de grandes prêmios da FIM, o italiano Franco Uncini, responsável pelo aval dos autódromos que entram no calendário do Mundial e pelo diretor da área de eventos da Dorna, Javier Alonso.

A análise preliminar é que o autódromo necessita de correções. As áreas de escape terão de ser ampliadas, os guardrails precisam do dobro da altura atual e caixas de brita para diminuir o impacto, em caso de queda dos pilotos, terão de ser instaladas. As zebras também têm de ter o modelo específico e uma inclinação adequada.

Abrigar o MotoGP exigiria ainda uma estrutura móvel para atender à imprensa, porque a sala atual foi considerada pequena. Em contrapartida, boxes, estacionamento, arquibancadas e a forma de entrada do público no autódromo, que pode ser feita por vários setores, foram elogiados.

BARROS

O piloto Alexandre Barros, que correu no Mundial por 21 anos, acompanha de perto os procedimentos, que podem resultar no retorno da categoria ao País após mais de uma década. Sua participação no processo é um pedido do chefe-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta. “O interesse para as coisas acontecerem é grande”, relatou Alexandre, que lembrou a importância do mercado brasileiro para o ramo de motocicletas.

De acordo com o piloto, a atualização dos autódromos que recebem o Mundial é constante. “Goiás é quem oferece o melhor circuito do Brasil em questão de segurança e infraestrutura”, assegurou o ele, que veio a Goiânia no fim de semana para o Brasileiro de Motovelocidade.

Ele disse que o acerto frustrado para que uma etapa da MotoGP ocorresse em Brasília este ano deixou as instituições internacionais mais temerosas quanto à organização de corridas em território nacional. “Só virá (a prova) da forma certa. Eles têm 18 GPs e 8 ou 9 países na fila para ter o evento.”

Para especialistas, pista não é estruturada para motovelocidade

Para especialistas, as exigências estruturais para receber a MotoGP no autódromo de Goiânia seriam menores se a reforma do local tivesse sido acompanhada pela Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e pilotos de motovelocidade. “Um circuito feito para motocicleta funciona para carro. O contrário, não”, conta Alexandre Barros, ex-piloto do Mundial.

Segundo o vice-presidente da CBM, Roberto Boettcher, que está à frente da Federação Goiana de Motociclismo, a entidade só foi acionada no final da obra. “O processo para fazer a pista foi feito com a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). A CBM não foi convidada hora nenhuma”, frisou .

Já Lincoln Duarte, que foi vice-presidente da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) por 4 anos, considera que “houve falha das entidades ligadas ao esporte (a motor) para dar subsídio ao governo e a empreiteira” na execução da última obra do autódromo. Segundo ele, para recepcionar o Mundial de Motovelocidade, a área de escape da curva 1, no final da reta, teria de ser ampliada em 40 metros.

O presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), Jayme Rincón, responsável pelo circuito, considera que as ponderações são parte da “briga eterna de motociclismo com automobilismo.” Porém, a Stock Car também pediu pequenas alterações ao fazer provas na capital. Rincón exaltou que o autódromo foi homologado por CBM e CBA e “tem condições de receber qualquer evento nacional.”

Irregularidade no asfalto recebe críticas

A reforma geral do autódromo de Goiânia custou R$ 57 milhões ao governo do Estado. O circuito foi entregue, em junho, com uma prova da Stock Car. Mas, o local recebe críticas de pilotos, nos bastidores, pelas irregularidades na nova pista, os chamados bumps. O problema é sentido, em maior intensidade, por quem conduz motocicletas.

O argentino Luciano Ribodino, que participou no final de semana da 5ª etapa do Moto 1000GP – Campeonato Brasileiro de Motovelocidade –, foi um dos poucos a esboçar decepção sobre o autódromo, cotado para sediar a MotoGP. Ao lembrar do circuito Termas de Río Hondo, palco da etapa argentina, ele confessou que “esperava mais” do circuito de Goiás.

“Para o Brasileiro, a pista é boa. Comparativamente aos outros autódromos, o nível é melhor em termos de segurança e áreas de escape”, amenizou Ribodino, que faz sua terceira temporada no País.
Durante o Superbike Series, em agosto, os comentários negativos ficaram por conta dos mecânicos, que não souberam enumerar os locais de instabilidade. Depois da reinauguração, em junho, a pista do autódromo sofreu três remendos por causa de bumps indicados por pilotos da Stock Car.

Fonte: Jornal O Popular (Paula Falcão)


Etanol em Goiás tem maior queda no Brasil

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Promoções fizeram os valores oscilarem no Estado, ressalta presidente do Sindiposto

 preço do etanol hidratado em Goiás apresentou o recuo mais significativo do País durante o mês de setembro, segundo os dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O Estado apresentou uma variação negativa de 5,37%. Por outro lado, o avanço mais expressivo foi verificado na Bahia (10,11%). De acordo com a ANP, no período de um mês, os preços do biocombustível caíram em sete estados, subiram em outros 18 e se mantiveram estáveis em São Paulo e Distrito Federal.

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,49 o litro, no estado de São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,20 o litro, no Acre. Na média, o menor preço foi de R$ 1,87 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado no Acre, de R$ 2,94 o litro.

Já em Goiás, a média do custo do etanol para os consumidores ficou em R$ 2,05, com o menor no patamar de R$ 1,67 e o máximo de R$ 2,49, de acordo com o levantamento da ANP.

Esta semana, o preço mais em conta encontrado pela reportagem de O Hoje nos postos de combustíveis em Goiânia foi de R$ 1,74. Porém, estava mais barato na semana passada afirma o taxista Luiz Carlos Monteiro. “Eu que rodo bastante e abasteço diariamente posso conferir as mudanças bem de perto. Na semana passada, eu abasteci com o litro sendo vendido em R$ 1,67 mesmo e essa semana já subiu”, comenta.

Segundo o taxista, está compensando abastecer com etanol. “Tentei mudar em duas oportunidades para a gasolina, mas não estava rendendo e gastava muito. O álcool, hoje, é a melhor opção no momento. Quando faço as contas no final do mês, a diferença chega a ser de R$ 400”, diz.

Já o funcionário público, Antônio Souza, tem a conta na ponta da língua. “Faço o cálculo sempre. Se o valor do etanol estiver 70% menor que o da gasolina, então é porque está compensando abastecer com o álcool mesmo”, diz.

Guerra entre postos reduziu preço, diz sindicato

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo de Goiás (Sindiposto), José Batista Neto, essa queda expressiva no preço do etanol no Estado se deu por conta de promoções praticadas ao longo do mês de setembro, que fizeram os valores oscilarem.

“Essa transição constatada pela ANP foi por conta de diversas promoções.Tenho visto, especialmente na capital, várias faixas nos postos de combustíveis para atrair os clientes e muitos concorrentes acabam acompanhando, mesmo não podendo, para não perder as vendas”, destaca.

O gerente do posto do Ratinho, Genildo Pires, define com uma guerra essa transição de preços praticada. “Os postos aqui em Goiânia estão fazendo uma guerra de preços. Diversas promoções nos postos, principalmente, naqueles com bandeira branca. Nós aqui mantemos as nossas tarifas e nossos níveis são constantes”, relata o gerente.

Na semana

Goiás também apresentou o maior recuo do País na semana encerrada no sábado (20), segundo a ANP. Na semana anterior, houve queda em nove estados e no Distrito Federal, o preço do etanol subiu em outros 15 e permaneceu estável em Rondônia e no Amapá. O maior avanço das cotações foi registrado no Mato Grosso (5,47%), enquanto o maior recuo ocorreu em Goiás (2,48%). (PN)

Fonte: Jornal O Hoje


Valor do metro quadrado no entorno de parques aumenta 3,5 vezes em 10 anos

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Capital conta com 28 parques preservados

Um levantamento da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) mostra que existem na capital 28 parques e bosques bem preservados, totalizam 1,5 milhão de metros quadrados de áreas verdes.  Durante a primavera os parques ficam ainda mais agradáveis visualmente e no fim de tarde as pistas de caminhada lotam de pessoas aproveitando o frescor da região.

Nos parques urbanizados a população tem o convívio com a fauna e flora e opções de lazer como pistas de caminhada, estações de ginástica, centros de convivência e parques infantis. Morar com uma vista para o parque é o sonho de muitos goianienses que procuram qualidade de vida, clima ameno e conforto visual. Quem procura um imóvel próximo a essas áreas verdes sabe que pagará mais caro pela nova residencia e consequentemente seu imóvel terá maior valorização com o passar do tempo.

Um estudo do setor de inteligência de mercado, da Euroamérica Incorporações, baseados em dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi), mostra essa valorização dos imóveis que rodeiam os parques da cidade, nos dez últimos anos chegou até 3,5 vezes, em média, o valor original. “O primeiro imóvel vendido no Parque Flamboyant custou 2,2 mil reais e este ano tivemos apartamento sendo vendidos por 7 mil reais”, explica Edmilson Soares Borges coordenador de vendas da EuroAmérica Incorporações sobre o estudo realizado pela empresa.   O estudo traz comparativos de valores de imóveis nos parques Vaca Brava, Flamboyant, Areião e Lago das Rosas.

“Os parques têm sido um grande vetor de atração para a procura de imóveis, uma vez que o morador quer maior qualidade de vida na hora de decidir onde viver”, comenta Borges.

Novos parques

A identificação dos goianos com o parque tem estimulado o poder público a destinar novas áreas para espaços verdes urbanizados. Na fila das próximas urbanizações está uma área de 706 mil metros quadrados, na Região Sul, próximo ao Paço Municipal e ao principal polo de condomínios horizontais da capital. Batizado como Parque do Cerrado Paulo Panarello Neto, será o maior da capital e já está criado pela  Lei 9360 de novembro de 2013, que prevê a construção do parque, que será oito vezes maior do que o Parque Vaca Brava.

Na mesma direção segue Aparecida de Goiânia, principal cidade da região metropolitana. A vizinha inaugurou neste mês de setembro seu primeiro parque urbanizado com 45 mil metros quadrados, sendo 23 mil deles de mata preservada. Nos mesmos moldes de Goiânia, as margens do parque já estão sendo construídos condomínios verticais. O prefeito Maguito Vilella pretende incentivar a construção de outros dois parques até o final de seu mandato.

Fonte: A Redação


Trem de passageiros que ligaria Luziânia ao DF está longe de sair do papel

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Os ônibus semiurbanos, que fazem trajetos entre as cidades do entorno do Distrito Federal e Brasília, são a única opção de mobilidade para 78 mil passageiros, que, diariamente, se deslocam das cidades goianas para trabalhar na capital federal. Um levantamento da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) mostra que, por mês, mais de 2 milhões de pessoas utilizam o sistema, pagando tarifas que variam de R$ 2,45 a R$ 4,60, dependendo da distância.

Enquanto enfrentam a mesma rotina ano após ano, os moradores da região esperam uma promessa antiga, a reativação do trem de passageiros, que ligaria Luziânia a Brasília. Os boatos de que um dia a linha, vista da rodovia, amenizaria a saga de quem madruga em paradas em ônibus, são antigos.

— Faz muitos anos que o povo diz que essa linha de trem vai voltar a funcionar, o povo vive dizendo que vai melhorar muito e a agente espera, diz Manoel Siqueira, comerciante de Valparaíso (GO).

A auxiliar administrativo, Ediene de Jesus Silva (33), mora em Luziânia (GO), um dos municípios do entorno Sul mais afastados do Distrito Federal. De segunda a sexta, percorre 90 km no trajeto para ir e voltar do trabalho, na Esplanada dos Ministérios, área central de Brasília. Quatro das 24 horas do dia são dedicadas ao deslocamento entre sua casa e o emprego. Os veículos que transportam Ediene e outros milhões de moradores do entorno deveriam rodar por, no máximo, sete anos, mas tem um tempo de vida inestimado até pelos órgãos públicos.

— Uma vez ele [o ônibus] parou de funcionar no meio do caminho, foi até o posto [posto de gasolina], o motorista disse que faltava combustível e tivemos que descer e ir até a BR [BR 040, principal ligação entre o DF e o Entorno Sul] e pegar outra condução.

Alternativa para a melhora da mobilidade, a reativação da linha passou de boatos a coisa séria, mas não há nenhuma garantia de que o trem entre nos trilhos. Em janeiro deste ano, o governo federal autorizou a contratação de um estudo técnico que vai concluir se é possível a utilização da linha, atualmente de cargas, para o transporte de pessoas. A conclusão sai em março do ano que vem.

A ideia inicial é beneficiar 6 mil passageiros todos os dias, com a implantação de cinco estações entre Luziânia e a antiga Rodoferroviária do Distrito Federal. O professor de Engenharia Civil da Universidade de Brasília diz que o trem é uma possbilidade a mais para os habitantes da região, mas a linha atual apresenta alguns problemas.

— Como a linha é hoje, permite que o trem desenvolva uma velocidade entre 20 e 30 km. Além disso, a traçado torna o caminho muito longo. O ideal é um projeto paralelo à rodovia.

Apesar da burocracia para a concepção do novo meio de transporte, a linha já operou na mobilidade de passageiros. O antigo Trem Bandeirante, parte da FCA (Ferrovia Centro-Atlântica), antes de ser privatizado, levava passageiros de Brasília a São Paulo, passando pelo interior de Minas Gerais e Goiás.

Em 7.220 quilômetros de extensão, a ferrovia passa por 316 municípios em sete estados brasileiros (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, Goiás, Bahia, São Paulo) e no Distrito Federal. Atualmente, a FCA se destaca como um importante corredor logístico de carga geral.

Os trilhos passam por Luziânia (GO), contorna Valparaíso (GO) e a Cidade Ocidental (GO), mas no transporte de cargas. No DF, ela passa por outras oito regiões administrativas e termina na antiga Rodoferroviária. A estação que já serviu para embarque e desembarque de pessoas, hoje é relíquia em Luziânia (GO) e fica em propriedade rurais privadas do município.

Enquanto o projeto não sai do papel, a ANTT prevê a realização de uma licitação, em outubro, para a contratação de quatro novas empresas de ônibus para operar na região a partir de fevereiro do ano que vem. A ideia é aumentar o número de veículos de 765 para 1.405. Esta será a primeira licitação de transporte para o entorno desde 1988.

Fonte: R7 DF

Ônibus do Eixo Anhanguera começam a operar rota até Trindade (GO)

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CMTC ainda não expediu autorização do serviço

O projeto de extensão do Eixo Anhanguera, que liga a capital goiana ao município de Trindade (GO), já está em pleno funcionamento. De acordo com a Metrobus, o serviço começou no sábado (20/9), com 13 ônibus biarticulados fazendo o itinerário com passagem a R$ 1,40.

A rota dos ônibus para Trindade parte do Terminal Praça A, passa pelo Terminal Padre Pelágio e segue por todos os pontos ao longo da GO-060 (Rodovia dos Romeiros), parando no Terminal de Trindade.

Impasse
No início da semana, a Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) aprovou o projeto de extensão que deve beneficiar, além de Trindade, os municípios de Senador Canedo e Goianira. Nestes últimos, a previsão da Metrobus é iniciar a circulação dos biarticulados no dia 27 de setembro.

A operação em Trindade começou mesmo sem a autorização da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). A companhia ainda aguarda um posicionamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) sobre o lançamento do projeto de extensão durante período eleitoral.

Fonte: A Redação (Mônica Parreira)


Goiânia é a segunda cidade mais arborizada do mundo

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Ipês florescem nesta época do ano e formam belos tapetes que colorem de rosa, branco, amarelo e roxo ruas e avenidas de Goiânia. A paisagem exuberante encanta a população e anuncia que a primavera se aproxima. A chegada da estação das flores remete a outra data, que homenageia um importante símbolo da natureza: o Dia da Árvore, comemorado no próximo domingo, dia 21.

Goiânia, Campinas, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba estão, nesta ordem, entre as cidades – acima de um milhão de habitantes – mais arborizadas do Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados do Censo Demográfico 2010: Características urbanísticas do entorno dos domicílios. Goiânia tem 89,5% de arborização.

Goiânia é a cidade mais arborizada do País e a segunda no mundo. A capital goiana perde, apenas, para Edmonton, no Canadá, que detém a concentração de 100 m² de árvores por habitante. São cerca de 950 mil árvores, sendo 382 espécies diferentes. Entre elas, a mais comum é a monguba, seguida pela sibipiruna e guariroba. Mas se vê também muito por aí flamboyants, palmeiras imperiais, sete-copas, entre outras.

De acordo com a analista ambiental da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Adjane Damasceno, as árvores proporcionam benefícios ecológicos, estéticos e sociais. A interferência no microclima, proteção do solo e sobrevivência da fauna são as principais contribuições para o meio ambiente, segundo ela, porque a cobertura vegetal aumenta a permeabilização do solo e alimenta o lençol freático. Por isso, a presença de áreas verdes está diretamente relacionada à qualidade de vida da população.

As Áreas de Preservação Ambiental (APAs) também são opções de lazer, diversão e convívio social em meio ao trânsito agitado, barulho e poluição das grandes cidades. “Quando buscamos um lugar para diversão e para relaxar, muitas vezes queremos contato com a natureza”, acrescenta.

O gestor de Recursos Naturais da Semarh, Marcelo Alves Pacheco, avalia que a conscientização sobre a preservação das árvores tem obtido força e repercussão importante entre a sociedade. “Hoje está claro e compreendido pela ciência e está sendo internalizado pela sociedade que tão importantes quanto os espaços destinados à produção industrial e agricultura são as áreas com presença de ambiente natural mais conservado possível. Isso é importante por vários aspectos como a manutenção das características do clima. Em áreas próximas a parques temos temperaturas mais agradáveis, a cobertura vegetal também influi na permeabilização do solo que está diretamente relacionada à água disponível hoje para as pessoas para utilização de forma geral. Em locais que houve uma remoção ou grande desmatamento, pouco tempo depois foram observados problemas como falta d´água ou enchentes”, relata.

Semarh quer reduzir impacto ambiental em APAs

A Semarh administra atualmente 22 unidades de conservação ecológica em todo o Estado de Goiás, sendo 12 parques com utilização mais restrita e foco específico na preservação ambiental. Segundo Marcelo Alves Pacheco, essas áreas são alvo de pesquisas científicas e atividades de lazer em contato com a natureza. Em outras dez unidades, que são chamadas de uso sustentável, é realizada uma série de ações inclusive com habitantes e comunidades locais no sentido de se alcançar um desenvolvimento equilibrado.

Vários fatores representam ameaça direta à preservação dessas Áreas de Proteção Ambiental (APAs). Além dos frequentes focos de incêndio durante a estiagem que devastam a vegetação e comprometem a fauna dessas regiões, a própria expansão da fronteira urbana, obras de infraestrutura como construção de estradas, implantação de barragens e hidrelétricas e a ampliação das áreas utilizadas na produção agropecuária para a formação de lavouras e pastagens contribuem para o desequilíbrio dos ecossistemas.

Pacheco afirma que a Semarh concentra esforços na fiscalização das APAs para evitar sua depredação e mitigar os efeitos da ação humana. “Há equipes em campo se deslocando por terra, água e ar encarregadas dessa fiscalização. Além disso, realizamos ações integrais que envolvem o monitoramento da qualidade do ar, da água ou do desmatamento. Tudo isso visando à redução da degradação ambiental nesses espaços, que são objeto de uma proteção diferenciada”, detalha.

Reflorestamento

A Semarh desenvolve uma série de ações de reflorestamento de espécies nativas do Cerrado, que visam à recuperação de áreas degradadas em unidades de conservação geridas pelo Estado. As duas principais iniciativas de reflorestamento são desenvolvidas no Parque Estadual Telma Ortegal, em Abadia de Goiás, onde está sendo feito um grande plantio compensatório devido ao impacto ambiental causado pela duplicação da BR-060, de Goiânia a Jataí. As obras atingiram 302 quilômetros de rodovia, o que exigiu a derrubada de árvores na faixa de domínio da estrada. Muitas dessas árvores eram espécimes protegidos por lei, como aroeiras e angicos. O reflorestamento também é feito no Parque Estadual do Ribeirão João Leite, com o plantio de mudas em uma área de 2 mil hectares que margeia o reservatório da barragem do Sistema Produtor João Leite, responsável pelo abastecimento da população da Grande Goiânia. Mais de 17 mil mudas de árvores do Cerrado – como ipês, paineiras, jatobás e angicos – já foram plantadas com o objetivo de atender ao Programa Compensar Ambiental, que prevê o aumento de áreas verdes no Estado para mitigar as emissões de gases de efeito estufa.

Fonte: Goiás Agora
Foto: Luciano Magalhães Diniz