7 de agosto de 2014

Paulo Garcia entrega Ciams e anuncia novas reformas e construções de unidades de Saúde


Ciams do Jardim América e do Cais do Bairro Goiá serão fechados para reestruturação

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, entregou hoje, pela manhã, a unidade de saúde modelo no Setor Novo Horizonte. O novo Ciams foi totalmente reformado e reestruturado para fortalecer a política de humanização. Ao todo, foram gastos R$ 844 mil, numa área construída de 3.021 metros quadrados e que terá 14 consultórios médicos, nove consultórios odontológicos e 100 profissionais vão atender os pacientes. Serão atendidas mais de 300 pessoas por dia, das 7h às 19 horas, podendo chegar a dez mil por mês. Em 60 dias o atendimento será estendido até às 22 horas com especialistas.

Novas unidades
Desde que as unidades de Saúde de Goiânia foram transferidas para o município, em 1998, nenhuma delas havia sido reformada e remodelada como o Ciams do Novo Horizonte, de forma estrutural e humanitária. “Este vai ser o modelo das novas unidades. Essa reforma é ampla e a obra é duradoura. A unidade está nova! Agora, nós vamos programar o fechamento para reforma, dentro do mesmo padrão que será adotado pela cidade de Goiânia a partir de agora, do Ciams do Jardim América e do Cais do Bairro Goiá”, anunciou o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. “Agora, que já estamos preparados e mais acostumados à tramitação, o tempo de reforma será menor. As unidades que serão fechadas vão ter o mesmo padrão”, informou o prefeito.

Goiânia centraliza atendimento
Mesmo convivendo com gravíssimos índices de violência, o item número um dos anseios da população goiana é a Saúde. “Goiânia tem feito muito por isso”, disse o prefeito que também lembrou que existem outros problemas. Paula Garcia lembrou que todo o atendimento da área da Saúde no Estado de Goiás é centralizado na capital. “Não há uma política de regionalização e as pessoas de quase todos os municípios vêm a Goiânia para procurar atendimento”, disse. De acordo com o prefeito, as unidades de saúde de Goiânia atendem pacientes de todos os Estados brasileiros. “Isso é cadastro, é registro, é número real”, frisou. São esses atendimentos que fazem com que as unidades de saúde da capital fiquem sobrecarregadas.

Médicos convocados
Segundo o prefeito, hoje há menos de 10% de falta de médicos nos plantões das 18 unidades que funcionam 24 horas. 91% dos plantões estão preenchidos. “Mas, principalmente, os plantões de finais de semana e de períodos noturnos têm dificuldade de serem preenchidos porque os profissionais não têm escolhido esses horários para trabalhar”, esclareceu Paulo Garcia. O município de Goiânia tem procurado, mas não há profissionais que queiram preencher essas vagas. Nesta segunda-feira, 04, foi publicado edital para chamamento de mais 454 médicos. “Em 2014, zeramos o chamamentos de clínicos e pediatras. Em 2013, foram chamados 860 profissionais médicos. Esperamos com isso que possamos completar esses 9% de plantões ainda ociosos na cidade de Goiânia”, disse.

Paulo Garcia também fez um balanço do setor de recursos humanos da área da Saúde. De janeiro de 2010 a julho de 2014, foram admitidos 4.508 concursados, 6.479 credenciados e 982 por contrato por tempo determinado. “Mais de 10 mil profissionais foram contratados neste período, de abril de 2010 a julho de 2014. Imagino que não há, na história dessa cidade, um chamamento tão volumoso”, informou o prefeito.

Mais obras na Saúde
Neste mesmo período, foram também entregues as obras novas da Upa Itaipu, Caps Noroeste, Caps Novo Mundo, Caps Negrão de Lima, Centro de Saúde Samambaia (UFG), Centro de Saúde da Família Antônio Pires (Orlando de Morais), Centro de Saúde Ville de France, Centro de Saúde Boa Vista, Farmácia Popular Centro e a Farmácia Popular UFG, isso sem falar no Hospital e Maternidade Dona Iris, contemplando todas as regiões da cidade. E ainda, para ser entregue em breve, o Centro de Saúde da Família Real Conquista – em novembro –, a Reforma Ciams Urias Magalhães, a Reforma do Centro de Saúde Vila Redenção e a UPA Noroeste no Jardim Curitiba.

Além disso, a Prefeitura de Goiânia tem mais 40 obras da área da Saúde lançadas pela atual gestão (Programa Mais Trabalho Mais Saúde) e a serem executadas nesta administração, como a Maternidade Oeste, no Conjunto Vera Cruz, e que está em processo de licitação, e o Hospital Municipal de Urgências, onde hoje funciona o Cais Campinas, já em execução. O prefeito disse que o esforço é grande para acelerar as obras. “São muitas e queremos entregar todas”, disse. Para isso, a Prefeitura de Goiânia deve adotar o RDC (Regime Diferenciado de Contratações), instituído pela Lei nº 12.462 e aplicável nas obras do Sistema Único de Saúde – SUS, para agilizar a contratação de empresas e a compra de novos aparelhos.

Goiânia tem UTI
Paulo Garcia também esclareceu os números que vêm sendo divulgados sobre a disponibilidade de leitos de UTI na rede municipal de Saúde em Goiânia. “Não faltam vagas de UTI em Goiânia. Faltam leitos em Goiás. Temos três vezes mais vagas suficientes para atender a capital”, esclareceu o prefeito.

O prefeito disse ainda que Goiânia fez dois milhões e 300 mil consultas médicas em 2013 e vai superar esse número em 2014, e lembrou: “Temos 18 unidades 24 horas e 86 de saúde básica. Goiânia faz 1,5 milhão de atendimentos mensais em suas unidades de saúde e interna pacientes de 610 municípios dos 27 Estados brasileiros”, esclareceu.

Cirurgias eletivas
A Prefeitura de Goiânia realizou 145 mil internações hospitalares em 2013 e fez 65 mil internações cirúrgicas. Proporcionalmente, Goiânia é campeã brasileira em cirurgias eletivas, com mais de 27 mil cirurgias só dentro da Política Nacional de Cirurgias Eletivas. “Em números absolutos, a capital só perde para São Paulo e Belo Horizonte. Os números estão registrados no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA) e Sistema de Informação Hospitalar (SIH). Em outras políticas de cirurgia do Ministério da Saúde, Goiânia faz mais quatro mil cirurgias por mês”, pontuou Paulo Garcia.

Rimene Amaral, da Diretoria de Jornalismo - Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte e Fontes: Prefeitura de Goiânia