Aparecida terá um Centro de Convenções

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O prefeito Maguito Vilela assinou na tarde da última quinta-feira (21), no Centro Cultural José Barroso, decreto N° 195 de 21 de agosto de 2014 que regulamenta a desapropriação do imóvel ao lado do Hotel 10 para a construção do Centro de Convenções de Aparecida. O evento foi realizado junto com o lançamento do Diário Oficial Eletrônico do município. A área onde será o centro, possui mais de 52 mil metros quadrados e está localizada no setor Santo André.

O decreto foi publicado na manhã desta sexta-feira (22) no Diário Oficial da cidade. “É no sentido de trabalhar pela modernização e acompanhar o crescimento acelerado de Aparecida que estamos reservando este espaço para a construção de um Centro de Convenções”, explica o prefeito Maguito.

Os recursos para construção do Centro de Convenções serão captados junto aos governos estadual e federal. “Considerando o desenvolvimento econômico e social, o crescimento do turismo, além dos avanços industriais no município, entendemos que é fundamental que Aparecida tenha Centro de Convenções a sua altura”, destaca o secretário de Governo Euler de Morais.

A construção do novo Centro de Convenções também faz parte da política de ocupação dos espaços urbanos vazios que tem sido adotada pela atual administração. O critério de escolha da área se deu pela localização estratégica. O terreno fica às margens da BR-153, perto do Centro da cidade e próximo ao polo empresarial, ou seja, de acesso fácil e rápido. O espaço vai atender à cidade e toda região metropolitana.

A lei federal n° 3.365, de 21 de junho de 1941, permite que, mediante declaração de utilidade pública, todos os bens possam ser desapropriados pela União, Estados, Municípios, Distrito Federal e Territórios, por meio de compra ou permuta. “A partir de agora vamos elaborar e estruturar um projeto moderno de construção e buscaremos recursos junto a união e o governo estadual”, completa Euler.

Fonte: O Parlamento


Concessionária inicia operação nas BRs-060, 153 e 262

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A Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil (Concebra) inicia em 5 de setembro os serviços operacionais de socorro médico e mecânico que dispõem de ambulâncias, guinchos, caminhões-pipa e veículos para apreensão de animais nas BRs-060, 153 e 262.

O atendimento gratuito deve ser acionado pelo telefone 0800 060 6000, 24 horas por dia durante toda a semana.

A frota de veículos para atendimento na concessão conta com 24 guinchos leves, dez guinchos pesados, 24 ambulâncias, seis caminhões de combate a incêndios, seis caminhões de apreensão de animais e 27 viaturas de inspeção de tráfego. Os veículos estão distribuídos nos 1.176,5 quilômetros do trecho concedido.

Dentre as especificações estão: 24 guinchos leves com capacidade de plataforma para até uma pickup de cabine dupla. Outros dez guinchos pesados que movimentam caminhões de grande porte e ônibus. Os seis caminhões de combate a incêndio têm capacidade para 6 mil litros de água, com canhão para até 60m de jato d’água, além de mangueiras de reabastecimento e combate ao fogo localizado e barra irrigadora de combate à poeira.

Outros seis caminhões, de apreensão de animais, contam com guindaste para remoção de animais de grande porte que estejam nas vias e rampa traseira móvel para captura de animais vivos. A capacidade de cada caminhão é de até seis animais de grande porte.

Os recursos que estes veículos oferecem já foram testados pelas equipes em treinamentos práticos durante o período pré-operacional.

Fonte: Diário de Aparecida


Datafolha: Dilma e Marina estão empatadas com 34%; Aécio tem 15%

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Pesquisa Datafolha divulgada hoje (29) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) e a candidata Marina Silva (PSB) empatadas no primeiro turno das eleições presidenciais. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, Aécio Neves (PSDB) aparece com 15% das intenções.  A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 18, Dilma tinha 36% das intenções de voto, Marina, 21%; e Aécio, 20%.

O candidato Pastor Everaldo (PSC) aparece com 2% das intenções na sondagem divulgada hoje. Os demais candidatos: Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm juntos 1%. Votos nulos ou brancos somam 7% e são também 7% os indecisos.

De acordo com a pesquisa, na simulação de um segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PSB alcançaria 50%, contra 40% da atual presidenta. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma 43%. Já em um confronto entre Dilma e Aécio, o tucano perderia por 48% a 40%. O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.

Em pesquisa espontânea, quando se pergunta a intenção de voto do eleitor sem mostrar a lista com os nomes dos candidatos, Dilma tem 27% das intenções de voto, Marina chega a 22% e Aécio tem 10%. O número de eleitores indecisos chega a 32% e os que votariam branco ou nulo são 3%.

Dilma tem 35% de rejeição, Pastor Everaldo, 23%; Aécio, 22%; Zé Maria, 18%; Eymael, 17%; Levy Fidelix, 17%; Rui Costa Pimenta, 16%; Luciana Genro, 15%; Marina Silva, 15%; Eduardo Jorge, 14%; e Mauro Iasi, 14%.

A avaliação do governo Dilma foi considerada ótima ou boa por 35% dos entrevistados. Os que responderam regular somam 39%. Já os que consideram o governo ruim ou péssimo foram 26%. E 1% não souberam responder.

O nível de confiança da pesquisa é 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram feitas 2.874 entrevistas, ontem (28) e hoje, em 178 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00438/2014.

Editora: Carolina Pimentel
Fonte: EBC


Delegado Waldir diz que suposto serial killer não foi preso e sugere que as pessoas devem ficar alertas

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O delegado Waldir Soares diz que o silêncio da Polícia Civil não permite que se tenha informações precisas sobre a caçada a um possível serial killer — ou possíveis serial killers — que matou várias mulheres em Goiânia. “Como não houve mais mortes, a imprensa silenciou-se. Procede que a polícia, no processo de investigação, precisa mesmo de certo sigilo, mas talvez seja o momento de admitir que algumas mortes foram mesmo cometidas por uma só pessoa. Há, por assim dizer, um procedimento padrão.”

A polícia prendeu pelo menos duas pessoas, porém, afirma o delegado Waldir, “ainda não deu uma resposta satisfatória à sociedade. Não acredito que o serial killer, se existe um, tenha sido preso. Aposto noutra interpretação: como foi flagrado por algumas câmeras, e começou a ser procurado com mais precisão pela polícia, provavelmente decidiu esconder-se. Portanto, alerto as pessoas para continuarem andando com cuidado pouco ou nada movimentadas. Não quero alarmar ninguém, mas é preciso ser realista”.

Uma coisa é positiva, diz o delegado Waldir: “A política está mais presente nas ruas e isto inibe o crime, e não apenas o de assassinato”.

Fonte: Jornal Opção


Adiado: Centro de Excelência será entregue em novembro

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Governador visitou na manhã desta sexta-feira as obras do complexo esportivo que envolve o Estádio Olímpico e o Centro de Excelência, na avenida Paranaíba, em Goiânia; construções estão em fase final e inauguração está prevista para novembro; o novo estádio terá capacidade para 12 mil torcedores, pista de atletismo de padrão internacional e cobertura; o Centro de Excelência do Esporte atuará como instrumento de inclusão social, incentivando e valorizando a formação de profissionais, promovendo o desenvolvimento de talentos e formando uma nova geração olímpica

Ao visitar nesta sexta-feira o canteiro de obras do novo Estádio Olímpico, que faz parte do complexo esportivo do Centro de Excelência do Esporte, o governador Marconi Perillo manifestou sua convicção de que “esta é uma obra de primeiro mundo, com muita qualidade”.

Previsto para ser entregue em novembro deste ano, o estádio contará com pista de atletismo importada da Alemanha, que já está no Porto de Santos para ser trazida a Goiânia nos próximos dias. Também em breve será iniciado o plantio da grama. Os estacionamentos na parte subterrânea já estão prontos.

No momento, as obras estão concentradas na instalação da cobertura de parte da arena, que terá capacidade para receber 12 mil pessoas. A cobertura, flexível e leve, é do mesmo padrão e mesma tecnologia usada nas arenas mais modernas do mundo. Na parte superior da arquibancada coberta serão instaladas 12 cabines para a imprensa.

Durante a visita, o governador anunciou que o Estádio Olímpico terá também um museu que contará a história do esporte no Estado, especialmente do futebol. “Já designei o jornalista Jayro Rodrigues da Silveira, que militou muito tempo na área do esporte, para ser o organizador deste museu. Ele liderará um grupo que ficará responsável por pesquisar e angariar o material que formará o museu”, informou Marconi.

A inauguração será marcada com a realização de um grande jogo de futebol. “Vamos trazer um grande clássico para esta data, que marcará também a inauguração do Centro de Excelência”, concluiu.

Segundo a Agetop, as obras de construção do Estádio Olímpico já estão 60% concluídas. Cerca de 100 homens trabalham no local. A Agetop constrói também o Laboratório de Capacitação e Pesquisa, integrante do Centro de Excelência do Esporte, que já está com 85% das obras concluídas, restando apenas os serviços de implantação de pisos e louças.

O Centro de Excelência do Esporte atuará como um poderoso instrumento de inclusão social, incentivando e valorizando a formação de profissionais, promovendo o desenvolvimento de novos talentos e formando uma nova geração olímpica.

Com capacidade para atuação em nível nacional e internacional, planejado e adaptado para atletas paraolímpicos, o complexo contará com os seguintes módulos: Ginásio de Esportes; Laboratório de Capacitação e Pesquisa; Parque Aquático e Estádio Olímpico.

Fonte: Goiás 247


Aparecida é a 19ª maior cidade do interior do Brasil

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Aparecida de Goiânia, 28 de agosto de 2014 – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira, 28, a estimativa populacional de todos os 5.570 municípios brasileiros e Aparecida de Goiânia, com 511.323 mil habitantes, aparece em 19º lugar no ranking das 25 cidades mais populosas do país, exceto as capitais. Desde a última estimativa divulgada em 2013, quando ultrapassou a marca de 500 mil habitantes, o IBGE passou a considerar Aparecida como uma cidade de grande porte. “Desde que assumimos a Prefeitura, sabemos que Aparecida é a maior cidade do Centro-Oeste, exceto as capitais, e maior que sete capitais brasileiras. Agora, queremos não apenas ser de grande porte, mas também ser uma das melhores cidades do interior do país para se viver”, afirmou o prefeito Maguito Vilela (PMDB).

Conforme o prefeito, a administração municipal estabeleceu parcerias com os governos federal e estadual, com os poderes Judiciário e Legislativo e entidades da sociedade civil para melhorar a qualidade de vida da população local. “Estamos dotando a cidade de toda a infraestrutura necessária. Fizemos mais de 6,5 milhões de metros quadrados de asfalto. Beneficiamos mais de 100 bairros em apenas cinco anos. Em parceria com o governo federal, estamos construindo 43 creches, 32 unidades de saúde e vamos fazer um hospital municipal”, contou o prefeito. Segundo ele, os investimentos públicos acabam atraindo mais empresas e, consequentemente, a geração de mais emprego e renda.

Na avaliação do prefeito, o desenvolvimento econômico e social que ocorreu nos últimos anos mudou a configuração da cidade. “Aparecida, passou de cidade dormitório para cidade industrial e universitária. Saltamos de quase seis mil empresas, em 2008, para 20 mil empresas ativas e com a chegada da UFG, IFG e Faculdade de Medicina a cidade consolidou o seu polo universitário”, contou Maguito. O secretário de Planejamento de Aparecida de Goiânia, Afonso Boaventura, afirmou que o poder público conjuntamente com a sociedade civil está revisando o Plano Diretor do município. “Além disso, já fizemos um Master Plan que pensa a cidade para as próximas duas décadas”, frisou o secretário.

Segundo os dados do IBGE, estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,86% entre 2013 e 2014. Estas estimativas são fundamentais para cálculos de indicadores econômicos e sociodemográficos e servem de parâmetro para o Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Municípios (FPM).

Quando se excluem as capitais, os municípios mais populosos são Guarulhos (1,3 milhão), Campinas (1,2 milhão), São Gonçalo (1,0 milhão), Duque de Caxias (878,4 mil), São Bernardo do Campo (811,5 mil), Nova Iguaçu (806,2 mil), Santo André (707,6 mil), Osasco (693,3 mil) e São José dos Campos (681,0 mil). Os 25 municípios mais populosos com exceção das capitais somam 17,0 milhões de habitantes, representando 8,4% do total da população do Brasil em 2014. Nesta lista, Aparecida aparece em 19º lugar (511.323 mil habitantes) e como 38º maior município do país no ranking geral.

São Paulo continua sendo o município mais populoso (11,9 milhões de habitantes), seguido pelo Rio de Janeiro (6,5 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Brasília (2,9 milhões). Os 25 maiores municípios somam 51 milhões de habitantes, ou 25,2% da população do Brasil. Serra da Saudade, no estado das Minas Gerais, é o município brasileiro de menor população, estimada em 822 habitantes em 2014, seguido de Borá, em São Paulo, com 835 habitantes. Atualmente, esses dois municípios são os únicos no país com menos de mil habitantes em 01/07/2014. A população dos 25 municípios menos populosos soma 32.946 habitantes, representando aproximadamente 0,02% da população total do Brasil.

Entre as regiões metropolitanas, a RM de São Paulo continua sendo a mais populosa, com 20,9 milhões de habitantes, seguido da RM do Rio de Janeiro (11,9 milhões de habitantes), da RM de Belo Horizonte (5,8 milhões de habitantes), da RM de Porto Alegre (4,2 milhões de habitantes) e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,1 milhões de habitantes). As 25 regiões metropolitanas mais populosas somam 87,0 milhões de habitantes, representando 42,9% da população total.

No ranking dos estados, os três mais populosos localizam-se na região Sudeste, enquanto os três estados menos populosos localizam-se na região Norte. O estado de São Paulo é o mais populoso, com 44,0 milhões de habitantes e 21,7% da população total do país, seguido de Minas Gerais, com 20,7 milhões de habitantes (10,2% da população total), e Rio de Janeiro, com 16,5 milhões de habitantes (8,1% da população total). O estado de Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes (0,2% da população total), seguido do Amapá, com 750,9 mil habitantes (0,4% da população total), e Acre com 790,1 mil habitantes (0,4% da população total).

Municípios de médio porte são os que mais crescem no Brasil

As maiores taxas geométricas de crescimento da população verificadas entre 2013 e 2014 estão nos municípios de “médio porte”, que possuem entre 100 mil e 500 mil habitantes em 2014 (1,12%). Esses municípios, em geral, são importantes centros regionais em seus estados, ou integram as principais regiões metropolitanas do país, configurando-se como áreas de atratividade migratória.

O crescimento nos municípios com mais de 500 mil habitantes (0,84%), por outro lado, é menos acentuado, sendo menor que a média nacional (0,86%). Essa tendência é influenciada, sobretudo, pelo ritmo lento de crescimento de algumas das principais capitais e núcleos metropolitanos, como, por exemplo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife e São Paulo. Atualmente, as taxas de crescimento dessas capitais se encontram abaixo da média nacional.

Os pequenos municípios brasileiros, em média, apresentam as menores taxas de crescimento populacional entre os anos de 2013 e 2014. O baixo crescimento, ou até decréscimo em muitos casos, pode ser explicado pelo componente migratório, influenciado por seu baixo dinamismo econômico. Para os municípios com população de até 100 mil habitantes, a taxa de crescimento estimada foi de 0,72%.

O município com maior taxa de crescimento entre 2013 e 2014 foi Nova Redenção (BA) com 10,87%, que passou de 8.527 para 9.453 habitantes. O de menor crescimento foi Satuba (AL) com taxa de -15,87%, passando de 15.737 para 13.241 pessoas. Já em relação às capitais, a que mais cresceu foi Palmas (2,91%), de 257.903 para 265.409, e a que menos cresceu foi Porto Alegre (0,32%), de 1.467.823 para 1.472.482 habitantes.

Metodologia usada pelo IBGE

Em 2013, o IBGE divulgou a projeção da população para as unidades da federação do país, por sexo e idade, pelo método das componentes demográficas, o que representou um aprimoramento metodológico. Dessa forma, as estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir dessa projeção para cada estado, incorporando os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos.

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Goiânia é o 12° município mais populoso no Brasil

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Em contrapartida, Goiás possui três municípios na lista das cidades com o menor número de habitantes

Com 1.412.364 milhão de habitantes, Goiânia está em 12º no ranking dos 25 municípios mais populosos no Brasil. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado ontem. Estima-se que o País tenha 202,7 milhões de habitantes, o que representa uma taxa de crescimento de 0,86% de 2013 para 2014.

Na lista dos Estados com mais de cinco milhões de pessoas, Goiás está entre os seis primeiros. Hoje são 6,52 milhões de habitantes em território goiano, em 2010 eram pouco mais de seis milhões. Um crescimento de 8,65% na taxa de pessoas que moram no Estado do pequi.

Quando se excluem as capitais, Aparecida de Goiânia aparece em 19º no ranking das 25 cidades mais populosas. Estes municípios com exceção das capitais somam 17,0 milhões de habitantes, representando 8,4% do total da população do Brasil em 2014. Nos últimos quatro anos, Aparecida de Goiânia teve um aumento de 12% no número de residentes, passando de 455.657 pessoas para 511.323.

Em contrapartida, Anhanguera, cidade situada na região sul de Goiás, localizada a 264 quilômetros da Capital, é o quinto município de menor população no Brasil. Com 1.093 moradores, Anhanguera também tem a companhia de mais duas cidades goianas na lista das menores em densidade demográfica. Lagoa Santa e Cachoeira de Goiás, no 13° e 17º lugar, respectivamente.

Lagoa Santa, conhecida nacionalmente por possuir uma lagoa natural de águas termais com temperatura acima de 29 graus, tem hoje 1.406 moradores, 154 a mais do que em 2010. Já a cidade de Cachoeira de Goiás, sua população em 2014 é de 1.430 pessoas. Em 2010, era de 1.417.

As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos, da mesma forma são utilizados nos parâmetros do Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Metodologia

Em 2013, o IBGE divulgou a projeção da população para as unidades da Federação, por sexo e idade, pelo método dos componentes demográficos, o que representou um aprimoramento metodológico. Dessa forma, as estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir dessa projeção para cada Estado, incorporando os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos.

Fonte: DM


Marginal Cascavel: Licitação será finalizada hoje

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Edital não estipula preço final para construir 4,4 km de via e canalizar 2,9 km do córrego

Três empresas que estão habilitadas no processo licitatório para a construção de 4,4 quilômetros da Marginal Cascavel e canalização de 2,9 quilômetros do córrego de mesmo nome vão ter abertas suas propostas hoje. A abertura dos envelopes faz caminhar um projeto da Prefeitura de Goiânia datado de 1992, quando foram iniciados os primeiros estudos para a construção da Marginal Cascavel. A obra ainda não possui nenhum trecho completo. A última interrupção das obras ocorreu em 2011, quando o Paço decidiu romper contratos com a Delta Construção, empresa que mantinha ligação com Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

O processo licitatório é sob o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e se refere ao último trecho do projeto, que vai da Avenida Castelo Branco até a Avenida Leste-Oeste, passando pelas Avenidas Anhanguera, 24 de Outubro, Padre Wendel e Santo Afonso. Este trecho é o mesmo que terá o córrego canalizado, sob o pretexto de melhorar o escoamento da água, especialmente nas épocas de fortes chuvas. Atualmente, o único trecho da pista da Marginal Cascavel utilizado pela população começa no Jardim América e vai até a Avenida Castelo Branco, no Setor Rodoviário.

No entanto, a via é completa apenas neste sentido, já que na direção oposta ainda não foi finalizado o trecho após a Avenida T-2. O primeiro trecho se iniciaria próximo à nascente do Córrego Cascavel, perto da Avenida Rio Verde e chegaria ao Jardim América. A Marginal Cascavel, pelo projeto, ligaria Aparecida de Goiânia até a Avenida Leste-Oeste, se estivesse finalizada. A Prefeitura ainda não tem informações sobre licitações para os demais trechos.

Para a licitação cujas propostas serão abertas hoje, não há um preço base, sendo que será contratada a empresa que apresentar o menor preço global. O processo é chamado de reurbanização do Córrego Cascavel no referido trecho, em que foi confirmado pela Prefeitura se tratar das obras viárias e ambientais. Apenas após a abertura das propostas e a homologação do processo é que o Paço deve divulgar uma estimativa para o início das obras, que deverá ser executada em 20 meses a contar a primeira ordem de serviço, segundo o edital da licitação.

Três empresas participam do processo licitatório da obra

Concorrem à execução do terceiro trecho da Marginal Cascavel e canalização do córrego a Sobrado Construção, mesma empresa que participa de consórcio para a construção de três setores do Parquem Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama), cuja ordem de serviço foi assinada nesta semana, e que possui estreita ligação com a Tecpav, que aluga veículos para a Prefeitura e a GAE Engenharia, que também está no Consórcio Construtor Puama, e constrói os viadutos da Marginal Botafogo. As outras empresas que disputam a licitação são a CCB e a Emsa – esta havia sido a vencedora da licitação para a construção do Puama, mas abandonou o processo após ter realizado apenas 2% da obra e ter negado pedido de aditivo no contrato.

PROJETO

O projeto a ser executado foi feito pela empresa paulista Acardis Logos, que entregou o relatório final e o projeto executivo em novembro de 2013. A empresa paulista adquiriu, em 2001, a Enerconsult, que fora a responsável pelo projeto da Marginal Cascavel e canalização do córrego em 1991, e que foi entregue em 1992 para à Prefeitura. Os mesmos serviços feitos naquela época foram refeitos desta vez, tendo ocorrido uma atualização dos dados e das condições do córrego e do tráfego viário, além da drenagem e escoamento da água pluvial.

Em todo o trabalho percebe-se uma preocupação com as enchentes costumeiras na Marginal Cascavel. Até por isso, o projeto prevê a construção de um tanque de 8 mil metros cúbicos que receberá o excesso de água através de uma parede vertedora de dois metros em um talvegue (linha mais profunda no leito) do córrego próximo à Avenida Leste-Oeste. A canalização de 2,9 quilômetros do Cascavel será feita em três trechos, sendo que o primeiro, a partir da Avenida Castelo Branco será em concreto armado e nos outros dois serão usados gabiões, mas com fundos diferentes.
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Trecho do córrego que receberá benefício é alvo de ação judicial

O trecho final do Córrego Cascavel é alvo de ação civil pública movida pelo promotor de Justiça Marcelo Fernandes, da 81ª Promotoria. A Justiça deferiu o pedido de obrigação de realização de obras no bueiro da Avenida Anhanguera em primeira instância no início do ano, mas a Prefeitura recorreu e a decisão está com a Corte Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). O pedido do promotor é por melhoria na drenagem para evitar as erosões que ocorrem entre as Avenidas Castelo Branco e Anhanguera.

Pelo pedido do promotor, a Prefeitura deveria realizar estudo ambiental na área, dragagem dos sedimentos, remoção dos aterros, construção de galerias para águas pluviais, retaludamento e recuperação das áreas com cercamento. Fernandes afirma que o maior problema na região é que a população joga lixo residencial e entulho nas margens do córrego sem fiscalização e proteção da Prefeitura. “Essas obras podem ser feitas independentes da obra viária, são necessidades diferentes, em que o ambiental engloba a questão urbana.”

Segundo o projeto executivo incluído no processo licitatório para as obras no terço final da Marginal Cascavel, entre as Avenidas Castelo Branco e Anhanguera o bueiro existente é pequeno para o volume de água. A solução dada é a de ampliar o bueiro, enquanto o que está sob a Avenida Padre Wendel será substituído. O projeto ainda inclui um bueiro na ligação com o Córrego Açude. Fernandes afirma desconhecer o projeto e a licitação e preferiu não comentá-lo. Segundo o promotor, há uma expectativa pela decisão final da Corte Especial do Tribunal de Justiça de Goiás e o fim do processo declaratório para que possa iniciar a luta pela execução das melhorias.

Fonte: Jornal O Popular
Foto: Arolldo Costa


Cores se espalham pelas ruas da capital e cidades do interior

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Ipês floridos na Avenida Pedro Ludovico, no Parque Oeste Industrial, Região Sudoeste de Goiânia

Clima seco e quente é favorável à florada dos ipês, que embelezam a capital e cidades do interior

A população goiana está sendo brindada nesta época do ano com cenas de rara beleza. Ruas e avenidas de diferentes bairros da capital e de cidades do interior ostentam ipês exuberantes, com flores nas cores amarela, rosa, branca e rôxa. O colorido proporcionado pelas árvores, muitas vezes plantadas em fileiras nos canteiros centrais e passeios públicos, chama a atenção de crianças, jovens, adultos e idosos. Não raro, pessoas de todas as idades registram em foto o encanto proporcionado pelos ipês.

Como uma espécie de magia, os ipês florescem na maior parte do País entre os meses de junho e setembro, mais precisamente quando o clima atinge o ápice do calor, da baixa umidade do ar e da falta de chuvas. O diretor de Áreas Verdes da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Antônio Esteves, destaca que o ipê se reproduz na adversidade. “Quanto mais rigorosa for a seca, mais o ipê se floresce e se fortalece”, sublinha. A professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Sabrina do Couto de Miranda, mestre em Botânica e doutora em Ecologia, acrescenta que a floração intensa dos ipês constitui uma estratégia reprodutiva que visa atrair o maior número de polenizadores e, assim, otimizar a reprodução.

Antônio Esteves assinala que existem catalogadas pelos botânicos mais de 200 espécies de ipês. As que têm flores amarelas, brancas e rôxas são nativas. Já os ipês com flores na cor rosa são originários da América Central e caracterizados na literatura científica como espécies exóticas. O ipê amarelo, de acordo com o ambientalista, é o que apresenta maior diversidade de espécies no País. Exatamente por isso, é apontado como a árvore que simboliza o Brasil.

O diretor de Áreas Verdes da Amma acentua que o ipê, possivelmente por sua exuberância e diversidade, é a espécie arbórea mais plantada no País. O fato de atingir portes diferenciados - do pequeno ao grande - também atrai o interesse da população. “O ipê pode ser plantado em diferentes locais, em quintais, jardins, praças, passeios públicos e chácaras. As espécies de pequeno porte, observa o ambientalista, permitem que a árvore sobreviva sob equipamentos públicos, como a fiação elétrica, sem riscos para a população.

Na maioria das vezes, entretanto, os ipês nascem naturalmente, nos mais inusitados lugares. Sabrina Miranda observa que na magia do processo reprodutivo, depois da polenização, os frutos dos ipês se abrem e as sementes são levadas pelo vento para os mais diversos locais. As chuvas que ocorrem em seguida favorecem o êxito da germinação. “As sementes são levadas pelo vento para longe da mãe, o que garante a sobrevivência dos seus descendentes”, pontua a professora da UEG.

Fonte: Jornal O Popular (Maria José Silva)
Foto: Sebastião Nogueira



Energia elétrica ficará 28,3% mais cara em Goiás

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Com finalização do acordo entre Eletrobras e Celg, estatal goiana fica liberada para reajustes represados

Apenas um dia depois da assinatura do compromisso de compra e venda de 51% das ações da Companhia Energética de Goiás (Celg) a Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), a estatal goiana solicitou o reajuste das tarifas de energia aplicadas no Estado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O reajuste pleiteado ficou em 28,30% em Goiás e já deve entrar em vigor a partir do dia 12 de setembro.

Segundo informações da assessoria de imprensa da companhia goiana, do valor peilteado, 19,12% correspondem a reajuste econômico pleiteado, sendo que 17,9% referem-se aos custos não gerenciáveis de geração, transmissão e encargos setoriais, influenciados, principalmente, pelo aumento dos custos da energia existente e nova, em função do acionamento das térmicas, o que ocasionou uma elevação dos preços no mercado de curto prazo.

Apenas 1,22% do impacto da elevação de tarifas referem-se à margem de distribuição, recursos com os quais a Celg D provêm suas despesas próprias de operação.

Com a medida, a Celg D está pleiteando um ressarcimento de cerca de R$ 293,7 milhões, que se referem a despesas não previstas pagas nos últimos 12 meses sem a devida cobertura tarifária. “Nós estimamos esse reajuste com base no aumento médio nacional de 30% das tarifas e, em alguns lugares, de até 50%. Mas quem vai deliberar sobre isso realmente é o governo federal e a própria Aneel”, diz o vice-presidente e diretor de regulação da Celg, Elie Chidiac.

Abaixo da média

O índice de 28,30% pleiteado pela Celg D ficou bem próximo da proposta inicial da Aneel, de 27,71% e bem abaixo dos índices de algumas distribuidoras que apresentaram recentemente reajustes superiores a 30%, tais como o da região oeste de São Paulo (35,77%), do Paraná (35,05%) e do Pará (34,41%). O aumento se dá pelo ciclo de repasses para as tarifas dos consumidores finais, das elevações dos custos de energia, devido à hidrologia desfavorável, afirma a estatal goiana.

A partir de setembro, a tarifa da energia elétrica no Estado deve aumentar. Nos últimos anos, a Celg ficou incapacitada de aumentar o valor cobrado pela inadimplência e porque não eram feitos investimentos. Com o acordo feito na venda das ações, os preços devem sofrer alteração já no próximo mês.

Fonte: Jornal O Hoje


Mais da metade dos goianos estão na capital e entorno do DF

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Goiás atinge a marca de 6,5 milhões de habitantes, 52% se concentra em duas regiões do Estado. Já a população brasileira passa de 200 milhões de pessoas

Mais da metade da população goiana, 52%, vivem na Região Metropolitana de Goiânia e no Entorno do Distrito Federal. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou ontem a estimativa populacional de todos os 5.570 municípios brasileiros. Ao todo, Goiás alcançou a marca de 6.523.222 habitantes, ocupando a 12º posição entre os 27 Estados da Federação. Goiânia já superou os 1,4 mil habitantes e, considerando toda a região metropolitana, que conta com 18 municípios, o número chega a 2.296.678 milhões de pessoas. Gerente de assessoramento do IBGE em Goiás, Alessandro de Siqueira Arantes credita a concentração à busca por emprego e estudos.

Segundo o gerente, isso ocorre em todos os Estados e é natural, visto que as empresas e universidades geralmente estão próximas aos grandes centros. A história da diarista Maria Izabel dos Santos Ramos, de 39 anos, é um exemplo disso. Em Goiânia desde os 10 anos de idade, ela adotou a capital como sua cidade. “A escolha da minha mãe foi por conta de estudo e emprego. Hoje, só volto para minha cidade, Barreiras (BA), para passeio”.

Maria Izabel acrescenta que o Estado de Goiás foi acolhedor e que, por isso, mesmo quando esteve em Brasília e São Paulo, na tentativa de vida melhor, não conseguiu permanecer. Hoje, ela mora em Aparecida de Goiânia, que compõe a região metropolitana da capital. “Além de emprego, estudo em escolas e universidades é bem acessível por aqui. São muitas questões que me fizeram optar por permanecer em Goiás.”

Conforme Alessandro Arantes, a maioria dos municípios manteve a média de crescimento do ano passado para cá. Em Goiás, a cidade goiana de Anhanguera figura em quinto no ranking dos menores do País, com 1.093 habitantes, ficando atrás de Oliveira de Fátima (TO), com 1.091 moradores; Araguainha (MT), com 1 mil; Borá (SP), com 835; e Serra da Saudade (MG), com 822 habitantes.

Aparecida

Com exceção das capitais, no ranking dos municípios mais populosos, Goiás é representado apenas por Aparecida de Goiâniam que aparece em 19º lugar, com 511 mil habitantes. Nessa lista, Guarulhos (SP) está na primeira colocação, com 1,3 milhão de habitantes. Em seguida, aparecem Campinas (SP) e São Gonçalo, todas com mais de um milhão de moradores. Na lista, que tem 25 cidades, nenhuma outra cidade do Centro-Oeste é citada. Entre as capitais, São Paulo continua na frente, com 11 milhões de moradores, seguida por Rio de Janeiro, com 6 milhões. Goiânia aparece em 12º na lista, com 1,4 milhão.

As estimativas populacionais são, segundo o gerente de assessoramento do IBGE, fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre as coletas de dados do Censo, que são levantados a cada dez anos. Além disso, são números utilizados como parâmetros pelo Tribunal de Contas da União para a distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação é anual obedece à lei federal.

Estados

Entre as regiões metropolitanas (RM), a de São Paulo continua sendo a mais populosa, com 20,9 milhões de habitantes, seguido da RM do Rio de Janeiro (11,9 milhões de habitantes), da RM de Belo Horizonte (5,8 milhões de habitantes), da RM de Porto Alegre (4,2 milhões de habitantes) e da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) do Distrito Federal e Entorno (4,1 milhões de habitantes). A Região Metropolitana de Goiânia também está em 12º no ranking, com 2,2 milhões.

Estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,86% de 2013 para 2014. Os 25 municípios mais populosos somam 51 milhões de habitantes, representando 25,2% da população total do País. No ranking dos Estados, os três mais populosos localizam-se na Região Sudeste, enquanto os três Estados menos populosos localizam-se na Região Norte.

O Estado de São Paulo é o mais populoso, com 44,0 milhões de habitantes e 21,7% da população total do País, seguido de Minas Gerais, com 20,7 milhões de habitantes (10,2% da população total), e Rio de Janeiro, com 16,5 milhões de habitantes (8,1% da população total). O estado de Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes (0,2% da população total), seguido do Amapá, com 750,9 mil habitantes (0,4% da população total), e Acre com 790,1 mil habitantes (0,4% da população total).

Fonte: Jornal O Hoje
Foto: Julian Stella


Meteorologia prevê pancadas de chuva nesta quinta-feira

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A presença de uma frente fria sobre Goiás deverá favorecer a formação de nuvens no Centro Sul do Estado, com possibilidade de algumas pancadas de chuva em parte da Região Central nesta quinta-feira, dia 28. Nas demais áreas o sol vai predominar.

Em Goiânia, a previsão do Sistema de Meteorologia e Hidrologia da Sectec é de nebulosidade variável, com possibilidade de ocorrer algumas pancadas de chuva à tarde. A umidade relativa do ar sobe e estará em torno dos 30%. A temperatura será de 20ºC na madrugada e a máxima, em torno dos 33ºC à tarde.

Fonte: Jornal O Popular


Eletrobrás finaliza compra da Celg

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Compromisso de compra e venda assinado ontem autoriza prorrogação da concessão da estatal goiana para os próximos 30 anos

Passados vários anos de negociações, o compromisso de compra e venda de 51% das ações da estatal goiana, enfim, foi assinado ontem pela Companhia Energética de Goiás (Celg) e a Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás). O acordo é essencial para a efetivação da transferência das ações à estatal federal.

“Conseguimos para o Estado o resguardo da mais valia da empresa. A negociação já se estende há algum tempo e ela tem o seu próprio ritmo. Demorou um pouco pela prorrogação da concessão, mas ela trará muitos lucros para a população goiana e para o governo do Estado de Goiás”, comenta o vice-presidente e diretor de regulação da Celg, Elie Chidiac.

Chidiac explica que a empresa estava em processo de caducidade desde 2008, por conta das dívidas. Ou seja, a retomada da concessão para o poder concedente, a união. Paralelamente, o fim da concessão da Celg estava previsto para o dia 15 de julho de 2015, o que poderia diminuir o valor da empresa.

Com a prorrogação, o acordo com a Eletrobrás valerá muito mais para o Estado. “A captura da empresa foi toda trabalhada em cima dessa nova premissa, com a nova concessão para os próximos 30 anos. Passamos de uma empresa que valia centena de milhões de reais, para uma que vale vários bilhões”, acrescenta.

“Essa medida resguarda o patrimônio goiano e dentro da promessa, conseguimos colocar uma cláusula de desempenho e a própria diretoria administrativa que irá assumir posteriormente, tem que ter o compromisso de trazer os índices de qualidade da empresa para os índices regulatórios que foram colocados pela Aneel. Esse é o maior ganho para a população goiana”, avalia o diretor de regulação da Celg.

Isso quer dizer, na opinião de Elie Chidiac, que os 49% que irão permanecer com o Estado, no caso de uma possível privatização, garante a mais valia que pode variar de 70% a 100% do valor da empresa.

Investimentos

Segundo informações do diretor de regulação da Celg, Elie Chidiac, a empresa tem um desequilíbrio econômico na ordem de R$ 7 bilhões, mais R$ 3 bilhões em ações trabalhistas e indenizações.

“A retomada da concessão seria o pior dos cenários para nós. A empresa estava devendo muito e o governo de Goiás ficaria com um rombo em seu caixa de mais de R$ 10 bilhões. Por isso é interessante a vinda da Eletrobrás para o aporte e reestruturação”, afirma.

De acordo com ele, a Eletrobrás já concedeu um aporte de R$3,5 bilhões e mais um empréstimo do governo federal no valor de R$1,9 bilhão já para os próximos dias. “Isso possibilitará o resgate do caixa da empresa, trazendo mais fôlego para fazer mais investimentos necessários para a manutenção e expansão da rede, atendendo dignamente a população. Além de reestruturar a dívida, os juros serão quatro vezes menores que nós estávamos pagando”, revela.

A transferência total deve acontecer, apenas, após os trâmites formais na bolsa de valores, já que Celg e Eletrobrás são sociedades anônimas de capital aberto, este processo pode durar entre um e três meses.

Nova tarifa

A partir de setembro a tarifa da energia elétrica no Estado deve aumentar. Nos últimos anos, a Celg ficou incapacitada de aumentar o valor cobrado porque não eram feitos investimentos. Com o acordo feito, os preços devem sofrer alteração.

“Nós estimamos, com o aumento médio nacional de 30% das tarifas e em alguns lugares até 50%, em Goiás o valor deve subir em torno de 25% a 30%. Mas quem vai deliberar sobre isso realmente é o governo federal e a própria Agência Nacional de Energia Elétrica”, diz Chidiac.

Fonte: Jornal O Hoje

Celg deixa órgãos da Prefeitura às escuras

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Débito de quase R$5 milhões faz Celg suspender fornecimento de energia para a Prefeitura de Goiânia. Sistema de semáforo ficou prejudicado

O corte no fornecimento de energia elétrica feito pela Celg em vários órgãos da Prefeitura de Goiânia trouxe vários transtornos, causando a suspensão de diversos serviços. O problema ocorre desde a manhã da última segunda-feira (25), quando foi cortada a eletricidade na sede da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana (SMT) e do Mercado do Setor Pedro Ludovico, mantido pela Secretaria Municipal Indústria Comércio e Serviços (Semic).

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Goiânia, além da SMT e da Semic, outros três órgãos municipais enfrentaram o problema: a Secretaria Municipal de Obras (Semob), Secretaria de Habitação (Sehab), e Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Esta última teve comprometido o serviço de agendamento de consultas. Ainda segundo a assessoria, os cortes são parciais.

A Celg alega que a medida foi adotada por causa de débitos da ordem de R$ 4,8 milhões não negociados pela prefeitura com a estatal. Já a gestão municipal lembra a existência de uma dívida ativa em impostos, devidos pela concessionária de energia elétrica, de cerca de R$144 milhões, mas que, segundo a estatal, não estaria na negociação. Durante coletiva na manhã de ontem, o secretário de Finanças do município, Jeovalter Correia, afirmou que a prefeitura irá cobrar o débito.

De acordo com ele, a população é a maior prejudicada com a decisão da companhia. “A falta de energia elétrica poderia interferir nos sinais de trânsito e causar caos em toda a cidade”.

Além disso, Jeovalter lembrou também que muitas pessoas não puderam marcar consultas médicas devido ao corte de energia. “Foi irresponsável essa atitude da Celg com a prefeitura na área social”.

Sistema de semáforos fica paralisado

Um dos órgãos mais afetados pelo corte do fornecimento de luz foi a SMT (Superintendência Municipal de Trânsito). Segundo José Geraldo Freire, titular da pasta, a energia do sistema de engenharia semafórica ficou cortada por algumas horas. “Foi um prejuízo grande para todo nosso sistema de gerenciamento semafórico. Tivemos que conseguir um nobreak especial para mantermos um monitoramento mínimo”.

Ele afirmou também que o sistema de validação de multas foi afetado. “Por meio desse sistema, agentes de trânsito que ficam em uma central recebem imagens de uma situação de infração para ser analisada e validada”, explica.

José Geraldo conta que os agentes desse departamento tiveram que ser realocados em outro prédio e com outros computadores para fazer o serviço. “Infelizmente perdemos horas de trabalho e isso causa impacto diretamente no volume de serviço que fica acumulado”, lembra.

O secretário informou que, até o final da tarde de ontem, o setor da SMT responsável pelo cadastramento para renovação de licença ou licenciamento de táxis, mototaxis e ônibus escolares, a energia elétrica não havia voltado.

Ele explica também que o corte no fornecimento de luz afetou todo o sistema semafórico. “Os semáforos não chegaram a ficar sem funcionar, mas perdemos o contato com os controladores dos equipamentos. Com isso, serviços que antes fazíamos via sistema, como a programação de tempo dos sinais, tivemos que fazer in loco. A falta de contato com os controladores nos impede também de sabermos se o equipamento está funcionando adequadamente”, relata o secretário.

Pagamento

Para garantir o restabelecimento da energia elétrica em seus órgãos, a Prefeitura acabou tendo que quitar parte dos débitos para que os serviços, que não podem ser interrompidos, fossem normalizados. A gestão municipal chegou a entrar com um mandado de segurança, na última segunda-feira, para evitar os cortes, mas ainda assim a ordem de suspensão do serviço foi cumprida.

Em nota, a Centrais Elétricas de Goiás (Celg) informou que o corte de energia nos órgãos municipais foi uma ação normal como acontece com qualquer contribuinte que fica inadimplente com a Celg. Ainda segundo a nota, o débito da Prefeitura de Goiânia existe desde outubro de 2013 e como a dívida não foi paga, a Celg efetuou o corte.

Fonte: Jornal O Hoje


Governo define que a classe média tem renda entre R$ 291 e R$ 1.019

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O governo brasileiro já tem uma nova definição para a classe média brasileira. Considerando a renda familiar como critério básico, uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República definiu que a nova classe média é integrada pelos indivíduos que vivem em famílias com renda per capita (somando-se a renda familiar e dividindo-a pelo número de pessoas que compõem a família) entre R$ 291 e R$ 1.019.

"Quem tiver renda per capita nesse intervalo será considerada classe média", disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE, na noite desta terça-feira, em São Paulo. Segundo ele, a definição de classe média foi finalizada após análises de propostas com mais de 30 alternativas, feitas em quatro reuniões da equipe técnica da secretaria e mais duas da equipe de avaliação.

Dentro dessa definição, a comissão dividiu a classe média em três grupos: a baixa classe média, composta por pessoas com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média classe média, com renda compreendida entre R$ 441 e R$ 641 e a alta classe média, com renda superior a R$ 641 e inferior a R$ 1.019.

"Isso é um ativo para a sociedade brasileira. A classe média do País representa mais da metade da população. Tendo uma definição padrão, que seja aceita por todo mundo, isso vai facilitar muito toda a discussão sobre o que pensa, o que quer, o que espera, o que faz e qual o padrão de consumo dessa nova classe média", disse Barros.

Segundo a comissão, para chegar a essa definição a secretaria levou em consideração o padrão de despesa das famílias e os gastos com bens essenciais e supérfluos. Também foi usado como critério o grau de vulnerabilidade, ou seja, da probabilidade de retorno à condição de pobreza.

Após a definição, a comissão estuda agora aplicar políticas públicas voltadas para essa classe média. A ideia é fazer com que se diminua a rotatividade de emprego entre os trabalhadores formais, aumentando a capacitação profissional. "Queremos estimular relações de trabalho de mais longa duração", explicou.

Segundo Barros, além da qualificação dos trabalhadores, o governo também estuda promover políticas públicas que estimulem, por exemplo, a poupança. "Já estamos trabalhando em políticas de qualificação continuada para trabalhadores ocupados, expansão das possibilidades de microsseguros, educação financeira e outras políticas voltadas para os diferentes segmentos da classe média", disse.

De acordo com o ministro da SAE, Moreira Franco, a próxima etapa do trabalho da comissão será a de criar ferramentas que possam interagir e estimular o debate e a reflexão sobre essa definição. Uma das primeiras ferramentas será a criação de uma pesquisa chamada Vozes da Classe Média, que pretende fazer um levantamento sobre as aspirações e o comportamento das pessoas que fazem parte desse grupo social.

Fonte: Terra


Ônibus de Goiânia vão receber câmeras

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Os ônibus do transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia começam hoje a receber câmeras de segurança para aprimorar o monitoramento feito pelo programa Olho no Ônibus. A instalação será gradual e todos os veículos serão dotados de quatro câmeras, sendo três internas e uma do lado externo. A novidade será lançada hoje em evento com a participação de representantes do Fórum de Mobilidade, Fórum Empresarial e da Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO).

Em caráter experimental, 160 veículos já receberam os equipamentos e vão dar início ao monitoramento. A maioria deles são veículos da Viação Reunidas. Nos demais, a instalação será feita a partir de amanhã, de acordo com cronograma que dividiu a frota de pouco mais de 1,3 mil ônibus em áreas de circulação. Com o novo sistema, a Central de Segurança de Transportes e o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) vão receber em tempo real imagens do que está acontecendo dentro e fora dos ônibus.

Calcula-se que, quando toda a frota estiver com as câmeras, mais de 25 mil horas de imagens serão gravadas por dia. Além de ajudar no controle do cumprimento de horários do veículo, elas poderão ainda auxiliar no trabalho da segurança pública. E, para isso, as imagens serão mantidas gravadas pelo período de seis meses.

As câmeras de dentro do ônibus serão úteis para prevenir ou elucidar crimes, como furtos e assaltos, que costumam ocorrer no interior dos veículos. Já a de fora pode ser útil para entender o porquê de prováveis atrasos ou, até mesmo, reforçar as possibilidades de registro do que acontece nas ruas da capital. Os usuários também poderão ajudar na vigilância enviando mensagens pelo Whatsapp. A Polícia Militar disponibilizará o número 8591-8952, por meio do qual as pessoas poderão avisar do que acontece no interior dos ônibus.

Novidade é resultado de pacto pela qualidade

O novo sistema de vigilância dos ônibus faz parte do Pacto Metropolitano Pela Qualidade do Transporte Público, fechado entre representantes dos empresários e o governo estadual. Com a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel, em favor das empresas do transporte, estas se comprometeram a fazer investimentos em melhorias do serviço.

A negociação foi mediada, na época, pelo Fórum Empresarial. A presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), Helenir Queiroz, lembra que foi feito um documento, no qual foram enumerados 10 pontos a serem tratados e melhorados pela gestão do transporte.

Fonte: Jornal O Popular


Logística: Goiás precisa de R$ 44 bilhões

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Estudo da CNT mostra que Estado necessita concluir 62 obras nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário

Para corrigir seus principais problemas de infraestrutura e deixar sua logística de transportes eficiente, Goiás precisa concluir 62 obras nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário, que demandam R$ 44,460 bilhões em investimentos.

É o que diz o Plano CNT de Transporte e Logística 2014, da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Só na Região Metropolitana de Goiânia, o investimento mínimo para melhorar a mobilidade urbana é de R$ 2 bilhões.

Apesar de algumas delas já estarem concluídas, nem todas estão operando plenamente, como é o caso do trecho da Ferrovia Norte-Sul entre Anápolis e o Maranhão. Os investimentos apontados como prioritários no Estado incluem obras como a ampliação de aeroportos, construção de ferrovias, entre elas o VLT ou monotrilho no Eixo Anhanguera, construção, duplicação e pavimentação de rodovias, e construção de terminais de carga.

A pesquisa é feita a cada dois anos. O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, lembra que as obras demandadas são importantes não apenas para as empresas de transportes, mas para todo setor produtivo do País. Ele explica que os projetos são sistematizados para serem conectáveis, resultando numa eficiência logística. “Analisamos todas as modalidades num aspecto de rede, pois o transporte só funciona se for integrado”, afirma Bruno Batista.

OBSOLETOS

Para se ter uma ideia, 79,3% da malha rodoviária brasileira (que é de 1,7 milhão de quilômetros) sequer é pavimentada e, entre as rodovias federais com pavimento, quase 90% tem pista simples. Para o diretor executivo da CNT, o País carece de infraestrutura de transportes em todas as modalidades. “Nossos sistemas de transporte são obsoletos e saturados. Não há nenhuma modalidade que seja uma boa referência”, avalia. Na última semana, O POPULAR publicou reportagem mostrando que Goiás precisa de R$ 11,4 bilhões em investimentos de infraestrutura.

Os projetos apontados no estudo da CNT, segundo Bruno Batista, são necessários para eliminar o passivo em infraestrutura logística. Para ele, o grande problema é que esses investimentos não são prioridade no Brasil. Enquanto a China investe 10% de seu Produto Interno Bruto (PIB), a Índia 8% e a Rússia quase 7%, o Brasil investiu apenas 0,3% em 2013. “E esses são os países com os quais o Brasil quer competir”, alerta.
Na visão do diretor da CNT, ou o País prioriza este tipo de investimento, ampliando recursos orçamentários, ou continua vivendo sobressaltos econômicos, no chamado “voo de galinha”, com picos pequenos de crescimento que logo esbarram em infraestrutura. Ele lembra que as queixas passam por todos os setores, como transportes, indústria e agronegócio.

HIDROVIAS

Para Bruno Batista, o País tem um grande potencial hidroviário, mas somente a hidrovia Paranaíba-Tietê-Paraná está em operação, no Sul do Estado, mesmo assim sem as condições ideais. Só a construção de cinco eclusas para transposição de rios no Estado demanda R$ 8,5 bilhões em investimentos. “Rios navegáveis são diferentes de hidrovias, que requerem infraestrutura”. O desperdício desse potencial sobrecarrega as rodovias.

O coordenador técnico da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Welington da Silva Vieira, lembra que as conclusões da CNT se aproximam dos resultados obtidos em outro estudo: o Centro-Oeste Competitivo, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para ele, o grande problema é a dificuldade que o Brasil tem para planejar as coisas, que demoram a sair do papel.

“Faltam projetos e o País sempre fica apagando incêndios”, adverte, se referindo ao hábito do País de realizar apenas obras emergenciais. Apesar dos avanços do PAC e da conclusão de obras importantes, como a duplicação da BR-153 e a Ferrovia Norte-Sul, Welington lembra que a infraestrutura nunca foi prioridade no Brasil. “O governo precisa criar regras mais claras para estimular investimentos, facilitando concessões e parcerias público-privadas”, lembra.

Por causa dos problemas de logística, o coordenador da Fieg observa que o transporte de uma tonelada de soja consome 20% do faturamento obtido com a venda do grão. “Os Estados Unidos têm um custo de produção elevado, mas ganham muito do Brasil com uma logística bem mais barata”, destaca.

Mobilidade urbana é uma das preocupações

Só a Região Metropolitana de Goiânia precisa concluir R$ 2 bilhões em investimentos prioritários para deixar sua mobilidade urbana mais eficiente. São três obras prioritárias: a construção do VLT ou monotrilho no Eixo Anhanguera, a implantação do Corredor Expresso ou BRT e a adequação de 54 quilômetros de vias urbanas. Só no VLT deve ser quase R$ 1,6 bilhão em investimentos.

O estudo da CNT lembra que os sistemas de mobilidade urbana têm importância fundamental para a economia do País e qualidade de vida das pessoas. A ausência de planejamento adequado e investimento continuado nas redes de transporte das cidades têm se refletido na redução do número de passageiros do transporte público e no aumento dos congestionamentos. De acordo com o estudo, a ineficiência do transporte público conduz à perda de competitividade das cidades na capacidade de atração de investimentos.

DESLOCAMENTO

O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, lembra que a cada três anos 10 milhões de novos veículos ganham as ruas e a infraestrutura urbana não acompanha esse ritmo de crescimento. Hoje, o trabalhador brasileiro gasta mais de duas horas no deslocamento diário entre sua casa e o trabalho. Isso significa 12 horas perdidas apenas no trânsito. “Isso gera problemas de saúde e perda de produtividade no trabalho, já que o funcionário chega cansado. Por isso, o transporte coletivo deve ser priorizado.”

O presidente licenciado do Grupo Executivo do VLT, Carlos Maranhão, informou que a obra está em fase preparatória para assinatura da ordem de serviços, com o atendimento das pré-condições do contrato de concessão, vencida pelo consórcio formado pela Odebrecht TransPort e a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC).

Essas condições são a liberação de áreas que precisam ser desapropriadas ou usadas para realização dos serviços, a obtenção de licenças junto à Prefeitura de Goiânia e a assinatura de contratos de financiamento do poder público e parceiros. De acordo com Maranhão, a estimativa é que as obras, que devem durar 24 meses, comecem em março do próximo ano.

Fonte: Jornal O Popular (Lúcia Monteiro)

Macambira-Anicuns: Obras voltam em dez dias

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Ordem de serviço será assinada amanhã para três primeiros setores do parque

As obras do Parque Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama) serão retomadas nos próximos dias. O reinício ocorre na data em que o parque já deveria ter sido entregue à população, mais de 24 meses seu início. O prefeito Paulo Garcia (PT) deve assinar a ordem de serviço das obras amanhã e o Consórcio Construtor Puama terá dez dias para começar os trabalhos. Ainda neste ano, a ação vai focar as obras de drenagem e a recuperação ambiental; já as construções viárias devem ser iniciadas em 2015.

A intenção é que toda a obra estrutural dos três setores licitados seja finalizada ainda neste ano e a parte mais pesada seja feita até o fim de setembro, já que se inicia o período chuvoso, o que complicaria a obra. Ao todo, o Consórcio vai receber R$ 120 milhões para finalizar o que foi chamado de primeira etapa do Puama, que contém também o Parque Macambira-Anicuns (PAM), localizado no Setor Faiçalville, na nascente do Córrego Macambira. As travessias a serem construídas ou reformadas, nas avenidas que passam pelo córrego ou pelo Ribeirão Anicuns, serão iniciadas na próxima estação de seca.

Em 2012, a Emsa venceu licitação de R$ 185 milhões para a construção de todo o parque linear, que possui 24 quilômetros de extensão. Pouco mais de três meses depois, a empresa pediu aditivo no contrato, tanto na previsão de entrega da obra, de 210 dias, como no valor a receber. A Prefeitura e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) negaram o aditivo. A Emsa, então, abandonou a obra e a questão do distrato do contrato passou a ser discutida judicialmente, o que atrasou a realização de uma nova licitação.

Apenas em 2013 o distrato foi feito. A empresa foi obrigada a pagar R$ 1,2 milhão de indenização à Prefeitura, dinheiro que já foi recebido pelo Tesouro Municipal. A Emsa tinha concluído apenas 2% das obras do parque, ao custo de R$ 3,8 milhões – drenagem e impedimento de erosões, além de gabiões e o início da pavimentação das Avenidas Independência e Nadra Bufaiçal, no Setor Faiçalville. Em alguns casos, como o término da pavimentação, foi feito pela própria Prefeitura e entregue no ano passado.

CONTRATOS

Em 2011, a Emsa ganhou a licitação em concorrência com o Consórcio Linear Verde, em que também havia a Sobrado Construção, além da Egesol e da Delta Construção. O consórcio havia apresentado proposta de R$ 230 milhões. O coordenador da unidade executora do Puama, Nelcivone Melo, afirma que as obras da Emsa serão aproveitadas pelo Consórcio e não haverá prejuízo nem necessidade de refazer algum trabalho já concluído.

Já o consórcio formado pelas empresas Sobrado Construção, GAE e Elmo venceu licitação sem ter tido qualquer concorrente e com proposta aberta no fim de março. A Sobrado tem relação direta com a Tecpav, que firmou contrato de locação de veículos com a Prefeitura em fevereiro, incluindo caminhões compactadores para a coleta de lixo. Já a GAE, que também possui relação com a Sobrado, é a empresa responsável pela construção dos viadutos da Marginal Botafogo e que, em março, chegou a paralisar os trabalhos por falta de pagamento. A Prefeitura estava devendo cerca de R$ 6 milhões à empresa.

A obra dos viadutos voltou a ser executada neste mês, após uma longa negociação entre empresa e Paço Municipal e ganhou nova previsão de entrega para o aniversário da capital, em outubro. A primeira estimativa para a inauguração era para o aniversário do ano passado. O Paço afirma que não haverá problemas de atraso em decorrência da falta de verbas, já que o Puama tem seu financiamento pelo BID, com verba garantida. Esse montante era estimado em R$ 210 milhões em 2011, quando o contrato foi firmado. Atualmente, todo o Puama, é estimado em R$ 350 milhões; a diferença é explicada pelo contrato ser em dólares e a valorização da moeda.

Novas licitações em 2015

As obras para os demais setores do Parque Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama) ainda não têm previsão para ser iniciadas. As licitações só serão feitas em 2015 e ainda não se sabe quantas serão, já que não há definição em como serão divididos os setores. Até então, o parque tinha 11 setores e 3 estão na licitação já encerrada neste ano. Coordenador da unidade executora, Nelcivone Melo diz que o andamento da obra é que vai definir o prosseguimento das outras áreas do parque. Até por isso, não se tem uma definição de quando o Puama estará pronto.

Inicialmente a previsão para a entrega do Puama era de 7 meses, mas o prazo foi aumentado para 24 meses. Melo afirma que existe o interesse do Consórcio em entregar a obra antes do previsto, até porque o pagamento será apenas feito após a execução. A primeira etapa seria a mais complicada, por conter obras viárias e de drenagem. O restante seria a instalação dos parques e núcleos.

Fonte: Jornal O Popular (Vandré Abreu)

Guia compara custos e benefícios dos sistemas de metrô, BRT e VLT

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Se um governante tivesse à sua disposição R$ 5 bilhões para realizar obras de mobilidade urbana voltadas ao transporte coletivo, poderia construir 10 quilômetros de metrô, entre 40 e 50 quilômetros de estrutura para Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou 200 quilômetros de vias exclusivas para BRT. O cálculo está no guia Mobilidade Inteligente, que a fabricante de ônibus Volvo lançou neste ano. Apesar de o dinheiro render mais no sistema de ônibus, ele não é o fator que mais pesa na decisão do poder público. Antes de transformar a cidade em canteiro de obra, é preciso avaliar a capacidade de carregamento de passageiros, o tempo de implantação e a função dentro da rede de transporte que o modal vai exercer.

Mais complexos em termos de infraestrutura, sistemas de metrô e VLT custam mais, levam mais tempo para ficar prontos e a amortização dos custos é mais demorada. Os ônibus permitem mais agilidade em obras e flexibilidade de itinerários, mas também poluem e disputam o espaço viário com outros veículos. Mesmo assim, a manutenção desses sistemas também precisa ser considerada. A Volvo estima que um sistema de metrô custe até 20 vezes mais que um de BRT. Já o VLT é quatro vezes mais caro.

Para o presidente da Volvo Bus Latin America, Luis Carlos Pimenta, a primeira providência é realizar uma pesquisa de origem e destino. “Você precisa entender como as pessoas dentro da cidade se movem, de onde para onde, horários, densidade das linhas. Só então você toma decisões”, diz. O dimensionamento do sistema também é citado como fator determinante pelo presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior. “Temos soluções distintas que dependem da capacidade que você tem”, resume.

É um consenso entre especialistas que sistemas de ônibus dão conta de uma demanda de até 50 mil passageiros por hora em cada sentido. “Se você tem uma demanda em corredor acima de 50 a 60 mil passageiros por hora, é claro que o modal mais indicado é metrô, que atende até 80 a 90 mil passageiros por hora”, afirma Marcos Bicalho dos Santos, diretor administrativo e institucional da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Ele reforça que, para sistemas de menor capacidade, BRT, VLT e monorail são opções mais baratas e que surtem bom efeito.

Rede

Na opinião de Pimenta, o sistema de transporte precisa ser planejado para funcionar de forma interligada, em rede, para que possa trazer bom serviço ao passageiro. “Na medida em que se valoriza a eficiência do sistema, ele cai de custo e é automático: a qualidade aumenta”, argumenta.

Ele usa como exemplo a questão da velocidade média dos ônibus. Uma cidade que não coordene os semáforos dando preferência ao transporte coletivo faz com que baixe a velocidade média. Na medida em que há essa redução, é preciso de mais veículos para transportar a mesma quantidade de pessoas – e mais investimento em pessoal, estrutura, materiais. “Quanto menor a velocidade média, mais caro o sistema fica e mais subsídio é necessário. Qual o jeito de baixar? Dando preferência para o ônibus, no caso”, explica.

Transporte em trilhos tem mais subvenção

Que o metrô é o “sonho” de muitos usuários de transporte coletivo não há dúvida. Inspirado nas grandes linhas europeias, principalmente, é difícil um passageiro de ônibus que não suspire pelo modelo subterrâneo. “Muitos ficam maravilhados com o metrô de Paris, mas ele começou há 170 anos. Em dez anos, você não faz nada parecido”, pondera Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

Para ele, o metrô é indicado para cidades muito grandes que não têm mais soluções viáveis de transporte de superfície. “O investimento é mais caro e a operação, também. Não há um metrô no mundo que não tenha subsídio. E pesado”, diz. Em Londres, cidade com uma das melhores redes, os especialistas estimam que a subvenção do governo está na casa dos bilhões ao ano, para garantir tarifas baixas e atratividade de passageiros.

Não é preciso ir longe para ver que essa é a realidade também no Brasil. Em São Paulo, o último reajuste do metrô foi revogado depois das manifestações de junho passado. A redução de R$ 0,20, que já trazia déficit entre custo de operação e arrecadação, só piorou o quadro. Tanto que candidatos ao governo do estado admitem que poderão intervir nessa área.

Marcos Bicalho dos Santos, diretor administrativo e institucional da NTU, lembra que muitos metrôs no mundo funcionam em parceria público-privada (PPP), modelo que já exige a subvenção estatal. Em Curitiba, que está em processo para licitar sua primeira linha de metrô, o executivo municipal deverá repassar R$ 30 milhões anuais para a operadora do sistema – R$ 900 milhões até o final do contrato, que será de 30 anos. “Para ter qualidade, tem de aumentar custo. Como a população já pede por redução tarifária, a única fonte é a subvenção pública e temos de buscar fontes que possam gerar esse recurso”, diz.

Um exemplo é a taxa de congestionamento, cobrada dos veículos que circulam no centro de Londres e que é revertida para o transporte coletivo, coisa que não ocorre no Brasil. O presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior, lembra que no país vigorou por muitos anos o modelo em que o custo do sistema tem de ser suportado pelos usuários. “Quando falamos de concessão do serviço público, há vários modelos. Na educação, você não cobra tarifa de quem vai para a escola pública, todos pagam por ela. O transporte coletivo era diferente e esse paradigma se quebrou”, avalia.

Fonte: Gazeta do Povo


Eixo Goiânia-Brasília é o mais promissor do País

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Cidades com economias complementares formam eixos de desenvolvimento ou corredores de riquezas. Estudo revela as maiores apostas no Brasil. Mais de 31 mil empresas foram abertas entre as capitais goiana e federal nos últimos 5 anos.

O trecho que liga a cidade de Goiânia a Brasília ilustra o que os especialistas chamam de eixo de desenvolvimento. Uma área composta por cidades cujas economias progridem e se reforçam, fazendo a região crescer mais rapidamente. Esse corredor de riqueza, formado entre as capitais goiana e federal, foi considerado o mais promissor do País, de acordo com um levantamento realizado pela consultoria Urban Systems a pedido da revista Exame.

Apenas de 2009 para cá, mais de 31 mil empresas foram abertas no eixo que envolve as cidades de Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Brasília, Goianápolis, Goiânia, Santo Antônio do Descoberto e Teresópolis de Goiás. E até 2025, a região deve receber mais 70 mil empreendimentos, informa a consultoria.

Para o superintendente executivo da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio (SIC), Rafael Lousa, não são apenas os incentivos fiscais os responsáveis pela atração das empresas, mas uma conjuntura de elementos oferecidos para o desenvolvimento dos empreendimentos que se instalam na região.

“Além da grande concentração de renda per capita e poder de compra, recursos naturais abundantes e mão de obra qualificada, a infraestrutura oferecida é de qualidade com investimentos logísticos constantes” afirma. O superintendente lembra que a BR 153 no eixo entre Goiânia e Brasília foi privatizado recentemente e, para os próximos anos, o “trecho contará com a terceira faixa trazendo melhorias. Isso quer dizer uma integração de rotas estratégicas entre as cidades de forma planejada”.

Ambiente propício

“Estamos criando um ambiente extremamente atraente e propício para os empresários e com planejamento. Apesar do País estar passando por um momento difícil, Goiás tem conseguido crescer continuamente”, ressalta Rafael Lousa.

De acordo com o superintendente, 50% de todos os investimentos no Estado são voltados para corredor de riquezas onde está concentrado 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Centro-Oeste. A previsão é que até 2030 o eixo de desenvolvimento seja o segundo mais importante do País, perdendo apenas para São Paulo.

Novos investimentos 

A localização privilegiada no centro do País chamou a atenção do empresário João Eugênio Júnior. O presidente da S4 solar resolveu investir R$ 30 milhões na construção de uma indústria de placas solares (dispositivo que transforma energia solar em energia elétrica) no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).

“Vários fatores influenciaram na nossa escolha. O Estado trabalha com as melhores condições para atrair as empresas. Além disso, Anápolis conta um polo logístico excepcional. O aeroporto de cargas logo estará concluído e isso com certeza trará novos investidores para o município e para o Estado”, acrescenta.

“Nós temos uma demanda nacional, vinculado com o agronegócio e a irrigação. Queremos suprir a energia dos produtores com uma fonte sustentável aumentando também a produção”, afirma João Eugênio Júnior. A empresa planeja começar a produção a partir de 2015 e, em 2017, a S4 solar pretende exportar os módulos solares produzidos no município.

A empresa Terral investe, principalmente, em corredores de riquezas. A companhia possui diversos shoppings instalados no eixo Goiânia-Brasília “Esses empreendimentos, além de gerar inúmeros empregos diretos e indiretos, promovem o desenvolvimento das cidades dos seus raios de abrangência. Esse desenvolvimento reflete na melhoria de infraestrutura, serviços, lazer e o próprio crescimento e consumo da região”, ressalta a gerente corporativa de marketing da Terral Shopping Center, Renata Albuquerque.

“A grande vantagem desse tipo de investimento, é sem soma de dúvida, o retorno sobre o investimento e as grandes possibilidades de crescimento, uma vez que essas regiões ainda estão longe de estarem com o consumo de varejo saturado.” (PN)

Fonte: O Hoje


Município aguarda TCU sobre Corredor Norte-Sul

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As obras do BRT Norte-Sul, que deveriam ter sido iniciadas neste mês, devem ter a ordem de serviço assinada em outubro. A Prefeitura aguarda para o final da semana que vem o relatório final do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre um questionamento feito por um dos consórcios concorrentes à pré-qualificação do processo licitatório. O consórcio, que não foi habilitado, questionou as exigências do edital quanto à comprovação de capacidade técnica para a realização das obras, que seria de 40% da obra.

A Prefeitura teria tido até mesmo decisões judiciais que a favorecem no caso, mas o entendimento do TCU pode ser contrário e, por isso, ainda há a expectativa pelo relatório do tribunal.

Caso a decisão seja favorável ao Paço, a licitação terá a abertura das três propostas já qualificadas, sendo o consórcio formado pelas construtoras Andrade Gutierrez e CCB, a construtora Queiroz Galvão e a Odebrecht. E em seguida, a homologação do processo e emissão da ordem de serviço. Se o relatório for favorável ao consórcio questionador, ele deve ser incluído nas propostas a serem abertas.

As obras fazem parte do PAC da Mobilidade, do governo federal.

Prefeito assina financiamento de R$ 228 milhões para mobilidade

O prefeito Paulo Garcia (PT) assinou ontem o financiamento de R$ 228 milhões para as obras de mobilidade em Goiânia, incluindo R$ 70 milhões para o BRT (Bus Rapid Transit, da sigla em inglês). Sobre a polêmica com os comerciantes, o prefeito disse que há uma resistência inicial que é superada com o tempo, como teria ocorrido com os empresários da Avenida T-63 e na Avenida Universitária. Segundo ele, os projetos dos corredores já são conhecidos pela sociedade há pelo menos três anos, já que estes fazem parte da realidade goianiense.

A Caixa Econômica Federal é a instituição responsável pelo repasse do montante, recebido da União, que foi representada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Além disso, as prefeituras de Catalão, Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto receberam um total de R$ 65 milhões para obras de saneamento e esgoto. Carvalho afirmou que o governo federal não faz nenhum favor às cidades ao repassar o dinheiro, já que deve cuidar das pessoas e estas habitam as cidades.

O ministro lembrou as manifestações populares ocorridas especialmente em meados do ano passado, que tiveram principal mote a mobilidade e disse que estes projetos como da Prefeitura de Goiânia responderiam essas questões urbanas. As verbas para as cidades do interior só serão liberadas após o período eleitoral, em função da legislação. Em Goiânia, como os projetos já foram aprovados e falta apenas a execução, o dinheiro é liberado já nesta semana, o que possibilita o lançamento do edital e início das obras em menor tempo.

Fonte: O Popular


Demanda por executivos cresce 60% em Goiás

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O crescimento econômico do Estado e a busca por maior profissionalização aumentaram as vagas disponíveis e muitas empresas estão “importando profissionais”

O executivo Rodrigo Otávio Ferraz de Souza veio de Belo Horizonte (MG) para ocupar o cargo de gerente de Tecnologia da Informação (TI) no Laticínio Bela Vista, fabricante dos produtos da marca Piracanjuba, em Bela Vista de Goiás. Ele aceitou o convite porque já conhecia Goiânia e gostava da qualidade de vida da cidade, por isso trouxe a família junto. A proposta salarial também foi atraente, além dos investimentos que a empresa está fazendo num grande projeto de tecnologia. “Foi uma proposta desafiadora. Essa é uma região de oportunidades, enquanto outros centros estão saturados, sem tanta motivação profissional”.

O gerente de Gestão de Pessoas do Laticínio Bela Vista, Edilson Vieira dos Anjos, conta que a empresa também contratou em São Paulo um gerente de controladoria e um gerente administrativo financeiro, que veio de Brasília. Segundo ele, a preferência é por profissionais do mercado local, mas nem sempre é possível encontrar o perfil desejado aqui. “Chegamos a procurar por três meses com ajuda de uma empresa de recrutamento”, lembra Edilson.

Na sua opinião, a demanda por profissionais para esses cargos de média e alta gerência cresceu com a vinda de muitas empresas para o Estado nos últimos anos, além da expansão de empresas goianas. “Quando encontramos profissionais com bom conhecimento técnico, falta a experiência”, avalia.

PROFISSIONALIZAÇÃO

Esse potencial motivou a instalação de um escritório da Michael Page, umas das maiores empresas de recrutamento especializado do mundo, em Goiânia este ano. Um levantamento feito pela empresa, que tem foco na média e alta gerência, mostrou que a demanda por essas posições no Estado cresceu 60% no primeiro semestre deste ano. Os setores que mais demandaram profissionais foram engenharia, farmacêutico e agronegócio (veja quadro).

O gerente da Michael Page no Centro-Oeste, Bruno da Matta Machado, lembra que esse movimento também é resultado de uma busca por profissionalização na gestão das empresas locais com perfil familiar.
O crescimento da demanda ocorreu em todo Centro-Oeste, mas Goiânia é apontada como a locomotiva da região. Bruno lembra que para algumas áreas, como agronegócio, ainda é possível encontrar bons profissionais na região. Já a construção civil precisa trazer mais gente de fora. Mas ele garante que os executivos estão cada vez mais dispostos a vir para Goiânia, atraídos pela maior qualidade de vida e menor custo.

Mas as maiores empresas do Estado também já teriam faixas salariais muito competitivas em relação a outros centros do País, apesar da média ser 30% menor. “Alguns executivos até aceitam uma remuneração um pouco menor, que é compensada pelo menor custo de vida”, diz. Para outros, o maior atrativo é poder fazer parte de um momento de pujança da economia local, que proporciona mais desafios e possibilidades de desenvolvimento de carreira. “Aqui, eles podem ser responsáveis pela construção de um projeto novo”, explica.

Moacir Júnior esté em Goiânia desde 2013 para ocupar uma vaga de gerente geral de controladoria na distribuidora de produtos farmacêuticos Panpharma, que desde 2012 pertence ao grupo alemão Celesio AG. Segundo ele, a maior motivação foi o projeto da empresa, que está entre as três maiores do Brasil e tem propostas interessantes de negócios.

Entre os desafios, está a formação de uma equipe de controladoria. Moacir garante que, se tratando de multinacionais, não há diferença de salário em relação aos grandes centros. A qualidade de vida também pesou na decisão. Atualmente, ele passa a semana em Goiânia e nos fins de semana viaja para São Paulo para encontrar a família, que ainda não decidiu se mudar.

Escassez de alta gerência

Nos últimos três meses, somente o Grupo Empreza, um grande player nacional que atua no recrutamento de pessoal, preencheu 60 vagas abertas para executivos no Estado. A CEO do Grupo Empreza, Helena Ribeiro, informa que profissionais de média gerência são encontrados no próprio Estado, mas de alta gerência ainda precisam vir de grandes centros, principalmente de áreas como controladoria, contábil e finanças, que exigem conhecimento técnico bem específico.

Para Helena, a demanda aumentou 40% desde 2012 e é reflexo de uma busca por maior eficiência dos negócios em momentos de crise. O executivo chega com a tarefa de otimizar processos, reduzir custos e elevar a qualidade. O aumento da procura também é resultado da crescente profissionalização nas empresas, que buscam mais co. Um grande número de empresas familiares também têm contratado executivos em busca de modelos de governança corporativa para uma maior sustentabilidade e competitividade do negócio.

Empresas buscam novos modelos de gestão

O mercado goiano passa por dois movimentos simultâneos. O primeiro é a venda de empresas familiares em fusões e aquisições, principalmente para multinacionais, que assumem a gestão. Uma pesquisa da PriceWaterhouse feita em empresas familiares nos diferentes setores revelou que somente 36% chegam à segunda geração e 19% à terceira geração.

O segundo são as empresas familiares que atingem determinado patamar de faturamento e, com um mercado cada vez mais competitivo, se veem obrigadas a também a modernizarem seu modelo de gestão. Outro fator é a necessidade de redução de custos e preços, que exige cada vez mais eficiência.

“Por isso, elas estão adotando boas práticas de governança corporativa”, explica Marcelo Camorim, diretor da Fox Partner, empresa de consultoria focada em gestão estratégica empresarial para implantação de governança corporativa com foco na profissionalização de empresas familiares. Mas, segundo ele, um ponto ainda primário no Estado é a carência dessa mão-de-obra especializada. “Esses profissionais precisam ser importados porque, aqui, o presidente é o dono e o diretor é o filho dele”, destaca.

Mas a profissionalização requer pessoas altamente preparadas, que estão difíceis de encontrar até na média gerência. Para trazer este profissional, Camorim lembra que geralmente é preciso oferecer um bom salário e um amplo pacote de benefícios, que inclui até moradia e carro. “Apesar da maior qualidade de vida, ninguém vem para ganhar menos”, afirma.

Interesse é maior por capacitação

Essa crescente demanda por executivos tem feito muita gente voltar para a sala de aula em busca de qualificação. “Há uma necessidade de profissionalização da gestão das organizações, o que requer especialistas com mais pegada mercadológica”, explica o professor Leonardo Moraes, coordenador do curso de MBA Executivo em Liderança e Gestão Organizacional do Instituto de Pós Graduação (Ipog), que está com turmas praticamente lotadas.

Segundo ele, o movimento é maior entre empresas familiares, que começam a trabalhar com governança corporativa e a formar seus executivos através de MBAs para ganhar habilidades gerenciais. “Hoje, o grau de parentesco não é mais suficiente para gerir bem uma empresa. É preciso formação”, alerta o professor. O crescimento do mercado de franquias também motivado mais essa busca por técnicas de liderança por parte dos empresários.

Outro fator que tem levado à busca por habilidades gerenciais é o crescimento do mercado imobiliário, que alcança uma grande cadeia de serviços terceirizados. “As empresas já sabem que quanto mais investem em liderança, mais retorno têm”, adverte. Ele lembra que o líder é a pessoa com visão sistêmica de mercado e todas as áreas que afetam seu negócio.

Um dos alunos do Ipog é o administrador de empresas José Neto. Ele está no curso em busca de uma boa formação em liderança e gestão para atuar na empresa de confecções da família. “Eu mesmo estou buscando isso para profissionalizar mais nossa empresa e não precisarmos buscar gente de fora”, justifica Neto. Para ele, os próprios empresários estão buscando essa formação gerencial com MBA porque a graduação já não é mais suficiente num mercado cada vez mais competitivo.

Fonte: Jornal O Popular


Imóveis: Preço do m² tem aumento real de 3,5% em Goiânia

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De acordo com o Índice FipeZap, a variação, já descontada a inflação, foi a segunda maior no País até julho, perdendo apenas para Vitória

Goiânia teve a segunda maior elevação do preço do imóvel este ano no País. Até julho, a variação real, já descontada a inflação, do preço médio do metro quadrado foi 3,5%, ficando atrás somente de Vitória 3,9%. Os dados foram divulgados pelo Zap, maior portal imobiliário do País, e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que calculam o FipeZap. Essa é a primeira vez que Goiânia participa desta pesquisa integrando outros 24 municípios.

No estudo foi avaliado o valor das ofertas de apartamentos residenciais anunciadas no portal Zap, maior site imobiliário do País. Goiânia registrou um índice bem acima da média do índice ampliado divulgado pelo estudo - 0,2%. Das 20 cidades que compõem o índice nacional (cinco ficaram fora), 9 apresentaram retração e Recife (PE) manteve-se estável. Outras 10 apresentaram aumento de preços. Na linha ascendente, Niterói (RJ) mostrou ligeiro crescimento de 0,1%, passando por Goiânia (3,5%), até chegar a Vitória 3,9%.

BENFEITORIAS

Para a elaboração da pesquisa, não são considerados pontos discrepantes de benfeitorias do prédio, como distância entre muros, piscinas e áreas de lazer. Embora Goiânia tenha apresentado a segunda maior variação até julho, ainda é detentora do segundo valor mais barato do preço médio do metro quadrado - R$ 3.860 (veja quadro).

O presidente do Zap, Eduardo Schaeffer não tinha em mãos o número de ofertas analisadas tampouco os bairros levantados no momento da entrevista. “Observamos as zonas de ponderação, que consideram a média demográfica da região. Dado esse cenário, o índice apresenta o valor médio do metro quadrado da região”, diz. Ele explica que o estudo registra índices desde 2011, com dados desde 2008. “Goiânia não figurava antes porque não tínhamos o número suficiente de ofertas no site para compilarmos números corretos”, diz.

POSITIVA

O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Rogério Correia, explica que, historicamente, Goiânia apresenta preços médios do metro quadrado até 30% abaixo que a média nacional - R$ 7.369, segundo a pesquisa. “Isso ocorre em um Estado que cresce acima da média e numa região (Goiânia) que absorve a maioria das pessoas que chega a Goiás”, assinala.
Despontar como a nona economia nacional, explica, atrai investimentos de todas as esferas. “Goiânia está pujante e isso acaba refletindo no mercado como um todo. O mercado se autorregula de acordo com a lei de oferta e procura”, frisa.

Além dos aspectos econômicos, informa, o Plano Diretor municipal incorpora regras bastante definidas para o setor imobiliário. Diante desses fatores, acredita que a variação do mercado imobiliário deve continuar positiva. “Dificilmente veremos retração de preços no mercado goiano”, diz.

Eduardo Schaeffer afirma que ficou surpreso com o índice registrado em Goiânia, já que boa parte da amostragem aponta índice positivo abaixo de 2%. Daqui pra frente, diz, o mercado goiano será observado mais atentamente pela equipe que realiza o levantamento, inclusive, ingressando em pesquisas do órgão que comparam o valor do imóvel com o preço do aluguel.

INVESTIMENTOS

Essa variação de 3,5% cria uma boa condição de mercado para a permanência de investimentos do setor imobiliário na região, avalia Eduardo. “A região deve atrair mais investidores que a maioria do País”, diz.
O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado de Goiás (Sinduscon), Carlos Alberto Moura compartilha da opinião. “Com um bom desempenho econômico, somos uma ilha que está gerando uma movimentação maior do mercado em relação a outras cidades”, afirma. O setor possui um pouco mais de 9 mil unidades em estoque e 7 mil unidades produzidas nos últimos 12 meses.

Para ele, outros fatores positivos levam a crer que os investimentos no setor da construção civil devem permanecer, como um ligeiro acréscimo no nível de confiança do empresariado e índice de geração de emprego acima da média nacional.

Conforme dados do Caged publicados ontem pelo O POPULAR, o número de empregos com carteira assinada em julho foi 37% superior ao gerado no mesmo período do ano passado. Enquanto isso o País teve o pior desempenho para o período dos últimos 15 anos. “Nada indica que o mercado terá problemas de venda”, diz Carlos Alberto. A construção civil assinou 159 carteiras de trabalho. Mas ao contrário de Rogério, acredita que os preços devem se estabilizar.

Compra por investimento tende a cair

A tendência de desaceleração do preço dos imóveis, que se confirmou pela oitava vez consecutiva em julho, segundo o Índice FipeZap, está mudando o comportamento dos compradores. Pesquisa elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o portal Zap, revela que a alta de 10,4% acumulada em 12 meses até julho deste ano - a menor desde 2011 - está desestimulando as compras realizadas por motivo de investimento. O estudo Raio X do comprador de imóveis mostra que as intenções de investimento em imóveis caíram de 48% no primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre, o menor porcentual desde o início de 2013, quando a pesquisa começou a ser realizada.

“Verificamos que essa intenção de investimento vem diminuindo. Ainda não é preocupante, mas é reflexo do aumento da taxa de juros e da incerteza em relação ao cenário macroeconômico”, explica o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn.

Fonte: Jornal Popular