14 de março de 2014

Indústria de Aparecida cresce 258% em 5 anos


Aparecida de Goiânia, que na década de 1990 era considerada cidade-dormitório, ganhou vida própria nos últimos cinco anos e deixou definitivamente para trás o antigo rótulo. Segundo informações da prefeitura, o número de indústrias cresceu 258% no período. Em 2008, eram apenas 590 indústrias, agora, até fevereiro deste ano, o parque industrial da segunda maior cidade de Goiás contabiliza 2.012 indústrias. Em relação à quantidade de empresas, os números são mais significativos ainda. Há cinco anos, Aparecida contava apenas com 5.870 empresas ativas. Atualmente, segundo dados da Secretaria da Fazenda do município, são 17.052 empresas que movimentam a economia local.

“A administração do prefeito Maguito Vilela dinamizou o crescimento da cidade. São quase 20 mil empresas e indústrias que geram empregos para quem mora em Aparecida e outras cidades”, sublinha o secretário da Indústria e Comércio, Marcos Alberto Luiz de Campos.

A expectativa da Secretaria de Indústria e Comércio é de que esses números cresçam ainda mais este ano e nos próximos, em função dos investimentos em infraestrutura dos polos já existentes e na implantação de novos polos.

“A prefeitura está trabalhando na dotação de infraestrutura nos polos do município. Esse investimento provoca a contrapartida das empresas que têm o interesse em se instalar no município, concretizando essa vontade”, afirma Marcos Alberto.

Na avaliação do secretário, Aparecida se destaca no meio industrial pela sua vertente multissetorial, o que provoca o interesse de diversas indústrias em se instalar na cidade. Dentre essas empresas destacam-se a Martins S.A, Pepsi Co, Cotril, Leroy Merlin e a Havan, que ainda busca uma área para abrir sua loja na cidade. Há ainda um shopping center de grande porte que está em construção e mais um em fase de análise.

Outro ponto forte que atrairá mais indústrias para a cidade será a construção do Aeroporto Executivo.

“O aeroporto talvez seja o empreendimento mais arrojado da administração nos últimos anos e isso atrairá ainda mais empresários com interesse em investir na cidade”, observa o secretário.

O projeto do Aeroporto Executivo foi aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o prefeito Maguito Vilela transformou a área onde será construído o empreendimento em uma zona aeroportuária. A construção do aeroporto será custeada pela iniciativa privada.

Cidade ganhará outros polos

Segundo o secretário, há cerca de 100 empresários que desejam investir em Aparecida. Empresas nacionais de renome. No momento, a secretaria estuda áreas para concretizar a implantação dessas empresas na cidade.

E para abrigar toda a demanda, estão sendo implantados diversos polos na cidade, sendo um de logística, um atacadista, um parque tecnológico, um polo privado, um polo do Estado e um polo de micro e pequenas empresas.

“Esses polos, quando estiverem dotados de toda a infraestrutura necessária, abrigarão cerca de 500 novas empresas. Isso gera arrecadação para a cidade e mais emprego e renda para a população”, concluiu o secretário.

Mais empregos

Conforme divulgado na edição de ontem do Diário de Aparecida, a cidade está com 1,1 mil vagas de emprego abertas em 48 ocupações diferentes. No município, sobram postos de trabalho, exigindo maior qualificação do trabalhador.

Para diminuir o déficit de vagas em aberto e qualificar o trabalhador para o mercado de trabalho, a prefeitura estabeleceu parcerias com o governo federal, através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Para este ano, além dos cursos do Pronatec, a Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda irá criar um Laboratório de Inclusão Digital com 25 computadores. “Nossa intenção é formar 600 alunos por ano neste Laboratório de Informática”, ressaltou o secretário Adriano Montovani.

Fonte: Diário de Aparecida