21 de fevereiro de 2014

Contrato para construção e operação do VLT será assinado nesta sexta-feira


O contrato para construção e operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) será assinado entre o Estado de Goiás e o consórcio formado pela Organização Odebrecht e pela Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), composto por cinco concessionárias que atuam nas linhas de ônibus de Goiânia, na próxima sexta-feira (21/2). A solenidade ocorrerá no Palácio Pedro Ludovico, às 10h. Em dezembro do ano passado o consórcio, tendo sido o único a se habilitar para a concorrência, venceu a licitação.

Para conseguir a concessão, o grupo teve de apresentar o valor estimado de R$ 58 milhões. O montante está estipulado no edital como taxa de retorno, isto é, a quantia equivalente ao rendimento que o grupo terá ao longo da concessão, de 25 anos, pelo investimento próprio que fará, avaliado em R$ 500 milhões.

O VLT terá 14 km de extensão no eixo Leste-Oeste, seguindo o mesmo trajeto da Avenida Anhanguera e vai substituir o corredor de ônibus da via. Ao todo, serão 12 estações e cinco terminais de integração.

A origem dos recursos são o PAC da Mobilidade (R$ 215 milhões), um empréstimo de R$ 108 milhões com a Caixa Econômica Federal e R$ 805 milhões abertura de crédito especial ao Fundo Especial de Implantação do Programa Veículo Leve Sobre Trilhos (FVLT).

Marconi ressalta que o projeto sofreu algumas alterações. É intenção do governo de que nas áreas comerciais do Centro e de Campinas, o veículo passe por uma via subterrânea.

O governo revela que o Estado deve adquirir 30 veículos para a Metrobus, e que a intenção é levar o Eixo Anhanguera às cidades de Senador Canedo e Trindade.

As Obras

O início das obras do VLT estava previsto para a primeira quinzena de janeiro de 2014 e o término, segundo a licitação, é para 24 meses após o começo dos trabalhos. O custo total do projeto do VLT é estimado em R$ 1,3 bilhão, sendo que R$ 600 milhões serão de recursos do Estado.

Fonte: Jornal Opção e Portal 730