Avenida T-63 já conta com sete câmeras de fiscalização

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Goiânia - De um total de 18, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), informou na manhã desta terça-feira (28/1) que já instalou sete câmeras de monitoramento nos corredores prefenciais de ônibus da Avenida T-63. Outros dois serão instalados até até a próxima semana. Os chamados pardais irão flagrar os abusos dos motoristas desobedientes. A expectativa do órgão é que a fiscalização comece o quanto antes.

Antes de começar a aplicação de multas, haverá o chamado período educativo, que dura cerca de 30 dias. Os equipamentos irão registrar a invasão da faixa preferencial por veículo de pequeno porte, o que vai gerar multas e pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista.

Segundo a SMT, o projeto está em fase de obras, o que deve durar dois meses. Depois da coclusão, uma vistoria será feita pela SMT e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e só depois as câmeras começam a funcionar. Haverá um período educativos, no qual as multas não terão valor monetário.

Fiscalização

Segundo a SMT, desde o dia 02 de maio, agentes de trânsito fiscalizam a região, onde estão sendo aplicadas multas ao veículo que parar ou estacionar ao longo do corredor preferencial de ônibus. Ao utilizar a terceira faixa, que é para a circulação de ônibus, os carros poderão apenas realizar a conversão na primeira rua à direita ou acessar a garagem e os comércios.

Corredor
O corredor preferencial de ônibus da Avenida T-63 tem seis quilômetros de extensão, onde passam mais de 80 mil usuários do transporte coletivo. A frota operante é de 86 ônibus que realizam 562 viagens por dia.

A SMT diz que a instalação do corredor ganhou a adesão dos usuários do transporte coletivo, moradores e motoristas de veículos. Pesquisa realizada pelo Instituto Verus, em junho deste ano, aponta que 84,7% dos usuários do transporte coletivo apoiam os corredores de ônibus. A pesquisa entrevistou 900 pessoas e foi feita a pedido do Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia.

Os comerciantes, no entanto, alegaram que têm prejuízos pois seus clientes não tem como estacionar em frente seus estabelecimentos.

Fonte: A Redação

Quase R$ 80 milhões em investimentos para Aparecida de Goiânia

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Na abertura do 19º Governo de Junto de Você, na manhã desta quinta-feira, dia 30, em Aparecida de Goiânia, o governador Marconi Perillo anunciou investimentos e melhorias para o município que somam quase R$80 milhões. Durante quatro dias, a cidade passa a ser a capital simbólica do Estado, ao oferecer acesso à população local a serviços de mais de 50 órgãos da administração, com uma expectativa de atendimento de 100 mil pessoas.

Durante a solenidade, o governador Marconi Perillo firmou convênio com a prefeitura de Aparecida de Goiânia para a execução de nove quilômetros de pavimentação asfáltica ligando o Setor Real Grandeza à GO-020, em um volume de investimentos de mais de R$ 10 milhões.

Por meio do Rodovida Reconstrução, Marconi também anunciou a pavimentação de 12 quilômetros da GO-319, interligando ao município a Nova Fátima. Outra obra autorizada foi a construção de uma escola técnica profissionalizante, para comportar 1.200 alunos, no valor de R$ 8.597 milhões.

Na área do saneamento básico, foram anunciados quase R$ 50 milhões em investimentos, que somados às autorizações para pavimentação e construção da escola, chegam próximo a R$80 milhões. “Apenas na abertura desse programa estamos trazendo a notícia de quase R$ 80 milhões sendo revertidos para melhorias na infraestrutura da cidade e na qualidade de vida da população”, enfatizou Marconi.

O Governo do Estado, junto à prefeitura e contando com auxílio de recursos do PAC, vai ampliar em 116 mil metros a rede de distribuição de água em Aparecida. Serão promovidas 7.200 ligações domiciliares, beneficiando mais de 24 mil habitantes, com investimentos de R$ 7,332 milhões.  Outros R$ 25,6 milhões também foram anunciados para a ampliação do sistema de água, permitindo 3.921 ligações e beneficiando mais de 15 mil habitantes. O recurso servirá para a ampliação de 158 mil metros de extensão da rede de distribuição e construção de novas adutoras, para 16 bairros.

Concluindo os anúncios referentes ao saneamento básico, Marconi autorizou a aplicação de R$ 10,7 milhões para custear a ligação de 1.967 domicílios, beneficiando mais de 7 mil habitantes ao ampliar em 63 mil metros a rede de distribuição de água, atingindo 9 bairros. “Estamos provando que com união e muito trabalho podemos promover a melhoria na qualidade de vida das pessoas”, declarou o governador.

Durante seu discurso, Marconi enfatizou também outros projetos que foram revertidos para Aparecida de Goiânia para  atender às demandas apresentadas pelo prefeito Maguito Vilela. “Ao buscarmos corresponder às necessidades apresentadas pelo prefeito, já construímos o IML local, estamos perto de inaugurar o primeiro Centro de Excelência no Tratamento de Dependentes Químicos – Credeq em Aparecida, e estabelecemos parceria para a construção da Alameda da Paz. Além disso, ainda nos preparamos para fazer um segundo Vapt Vupt para o município, dessa vez na região central”, pontuou.

O prefeito Maguito Vilela agradeceu à parceria firmada com o governo estadual,  ao declarar que o governador tem se mostrado figura presente na cidade, sempre detentor de boas notícias. “Muitas mudanças têm se tornado possíveis para Aparecida,  graças às parcerias mantidas entre os governos federal, estadual e municipal. Somos gratos a transformação promovida pelo Governo do Estado na BR-153, ao fazer com recursos próprios,  a iluminação do trecho que liga Aparecida à saída de Anápolis. Outra obra marcantes do Estado foi o viaduto da GO-040, muito aguardado pela população. Somente com a união de forças vamos conseguir promover o bem para a população”, afirmou.

Fonte: Goiás Agora

Pista dupla para Caldas Novas

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A duplicação da rodovia de acesso a Caldas Novas, por Morrinhos, será iniciada em fevereiro pela Agetop, que emitirá, na próxima semana, ordem de serviço para a empresa começar a obra. Receberá pista dupla e iluminação, o trecho da GO-213, de Morrinhos a Caldas Novas, com 54 quilômetros, ao custo de R$ 145 milhões. Além da construção de uma nova rodovia, a pista existente será restaurada, e ambas receberão serviços complementares e de sinalização.

A conclusão da duplicação favorecerá o turismo da Região de Caldas Novas, que terá o seu acesso, por Brasília, Goiânia, Minas Gerais e São Paulo, pela BR-153, totalmente duplicado, gerando fluidez e segurança no trânsito.

Fonte: Agetop

Dilma anuncia mais cinco leilões de rodovias no país

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A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (31) o leilão de concessão para mais cinco trechos de rodovias no país.

São elas a ponte Rio-Niterói, cujo contrato de concessão vigora até maio de 2015, além da BR-163 (trecho que vai de MT ao PA), a BR 364-060 (MT-GO), a BR 364 (GO-MG) e a BR 476 (PR-SC).

Segundo Dilma, "a grande vantagem é que esse modelo não é um modelo de manutenção de estradas". "Antes, fazia concessão de 20 anos para manter estrada e, na hora de duplicar, o problema começava, porque não tinha previsão de duplicação. (...) [Agora] tem uma margem para haver a duplicação dentro do contrato de concessão", disse a presidente.

No caso da ponte Rio-Niterói, o governo também anunciou melhorias no acesso da via, como a construção de um mergulhão —uma espécie de túnel que passa por baixo de ruas— em Niterói e de melhorias no acesso à Linha Vermelha, na capital fluminense.

O anúncio também privilegia a chamada rota da soja no Centro Oeste, com rodovias que saem de Rondonópolis (MT) a Goiânia (GO), a BR-163, e de Jataí à entrada da BR-153, a BR-364.

Fonte: Folha de S. Paulo

Show de Elton John é transferido para o Goiânia Arena

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O show do cantor Elton John em Goiânia, no próximo 21 de fevereiro, será realizado no Ginásio Goiânia Arena e não mais no Estádio Serra Dourada, como previsto inicialmente. A resolução foi tomada esta semana pela produção local do show. O POPULAR já havia adiantado dias atrás sobre o impasse gerado entre a direção do estádio e a produção local. Por várias vezes a falta de um contrato de locação foi motivo de crítica por parte dos gestores do Serra. O Ginásio Goiânia Arena é de propriedade do Estado, como o estádio, mas tem administração terceirizada.

De acordo com a organização do show em Goiânia, não haverá prejuízo de estrutura para quem já adquiriu o ingresso. Haverá somente, de acordo com a produtora GO Music, readequação no número total de ingressos à disposição pelo fato de o Goiânia Arena comportar um número menor de pessoas. Em nota, a produção não mencionou o impasse e somente justificou a mudança para não atrasar a montagem da estrutura. “Considerando a agenda apertada da turnê brasileira do artista e as recentes condições adversas do clima em Goiânia, a mudança ocorreu para se evitar possíveis atrasos na montagem da estrutura necessária para o estádio, bem como para maior conforto do público, que na Goiânia Arena assistirá ao show em ambiente fechado.”

A nota garante ainda que não haverá mudança de setores. “A configuração dos setores é exatamente a mesma e todos os tíquetes continuam válidos para a novo local”, diz o texto.

Fonte: Jornal O Popular

Goiânia terá Delegacia do Idoso

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Secretaria de Segurança Pública já teria até delegado para assumir a titularidade da especializada. Só falta o prédio.

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Goiânia (Semas) registrou 526 denúncias de maus- tratos contra idosos em 2013. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) já teria, inclusive, aprovado a instalação de uma Delegacia Especializada dos Idosos, faltando apenas um prédio para dar início ao funcionamento. Neste sentido, o titular da SSP, Joaquim Mesquita recebeu, terça-feira, a presidente do Conselho Municipal do Idoso de Goiânia, (Cmig) Neide Nascimento Melo, o presidente da Comissão dos Direitos dos Idosos na Câmara Municipal de Goiânia, vereador Anselmo Pereira (PSDB) e mais 10 membros do conselho para protocolar requerimento para agilizar a implantação daquela que será a mais nova Especializada na Capital.

Neide Nascimento Melo esclarece que a decisão de criar uma delegacia especializada no combate à violência contra o idoso, está no fato do alto número de violência contra esse público. Só em 2013 o Conselho Municipal do Idoso recebeu mais de 100 denúncias e Semas recebeu um número assustador de 526 acusações de maus tratos contra idosos.

“Quando o idoso está sendo vítima de violência, realmente acredito seja pelo filho, pelo neto, ele sofre agressão, além de verbal e negligência e tantas outras e quando isso acontece, podemos imaginar que a agressão física está presente. Nós não temos poder para agir, não temos o poder de executar, é justamente aí entra o papel da polícia mesmo”, esclarece.

Para ela essa é a parte complexa da realidade de muitos idosos. “Quando o idoso recebe a agressão física, ele se sente coagido, com medo de denunciar, porque o filho ou o neto vai voltar para casa”, diz. Para combater essa situação no encontro foi debatido a criação de medidas protetivas para esse idoso. Para que ele tenha coragem de fazer a denúncia quando estiver sendo molestado. Porque, de acordo com ela, muitos deixam de fazer a denúncia por saber que o agressor voltará.

Neide diz que, com base em todas essas denúncias e históricos, a decisão de criar uma delegacia especializada para esse público foi tomada. Ela descreve que são muitos os tipos de agressões a que os idosos são submetidos chegando ao ápice cita. “Lembrando que não é só esse o tipo de maus tratos sofridos por eles. O idoso hoje recebe maus tratos até sexuais. São várias situações que nos leva acreditar que passou da hora da criação dessa delegacia”, justifica.

Segundo o vereador Anselmo, após o secretário  Joaquim Mesquita receber os ofícios, do Conselho e Comissão dos Idosos, ele determinou a criação imediata da delegacia, bem como a indicação do delegado Emerson Morais de Oliveira para assumir o cargo de primeiro delegado do idoso no município de Goiânia. “Ele já está à procura de um prédio em parceria com Conselho e a Comissão. Nós vamos localizar esse prédio para instalar imediatamente essa delegacia”, assegura.

Saiba mais

DENÚNCIAS CUMPRIDAS, EM 2013, PELA DIRETORIA DE ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA

QUANTIDADE DE DENÚNCIAS 526

QUANTIDADE DE IDOSOS 447

QUANTIDADE DE VISITAS DOMICILIARES 1315

PROCEDÊNCIA DAS DENÚNCIAS

15ª PROMOTORIA 2

39ª PROMOTORIA 64

51ª PROMOTORIA 1

53ª PROMOTOTIS 56

65ª PROMOTORIA 32

82ª PROMOTORIA 58

87ª PROMOTORIA 11

88ª PROMOTORIA 49

DIREITOS HUMANOS 219

DEP. SEMAS 5

DESCONHECIDO 6

TELEFONE/CONSELHO MUNICIPAL 23

TOTAL 526

Medo impede a denúncia

Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde demonstram que, no Brasil, 27% das internações dos idosos são em decorrência de violências e agressões. Estudos nacionais apontam a prevalência da violência doméstica. Pesquisa realizada em 2007 demonstrou que, dos 18 milhões de idosos brasileiros, 12% já sofreram algum tipo de maus-tratos, dos quais 54% foram causadas pelos filhos. As agressões ocorrem principalmente no ambiente intrafamiliar, que são bastante complexos delicados e de difícil penetração no silêncio, por envolverem relações e sentimentos de insegurança, medo, conflitos de proximidade, de afetividade, relações de amor e instinto de proteção em defesa do agressor.

Anselmo Pereira avalia, com base no Estatuto do Idoso, que como a vida média do brasileiro aumentou de forma substancial, os idosos devem somar, no mundo, 1,2 bilhão, em 2025, sendo que só no Brasil serão 32 milhões. “Nós temos que cuidar mais do idoso, porque ele tem a indiferença familiar, abusos familiares têm pessoas que praticamente sequestram o idoso ou retém o idoso dentro de casa, tomam seus cartões, tomam suas propriedades. Essa delegacia vai cuidar de todos os reclames do idoso desde a atenção básica”, diz.

Para o vereador, os maiores vitimadores dos idosos são os parentes mais próximos, que muitas vezes os agride visando conseguir dinheiro para o consumo de drogas. “Nós recebemos mais de mil denúncias e infelizmente o alcance das drogas universalizou. A maioria dos casos são de netos ou filhos drogados que querem tomar o dinheiro para financiar o consumo das drogas”, constata.

Para o delegado-chefe de Comunicação Social da Polícia Civil goiana, Norton Luiz Ferreira a criação de uma delegacia especializada para o idoso é necessária e positiva. “Já existe equipe de policiais para atuar nessa delegacia, ela está aprovada em lei, só dependemos agora de conseguir um imóvel”, declara Norton.

Fonte: DM

Manifestação: Trabalhadores das obras do Aeroporto Santa Genoveva protestam

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Trabalhadores das obras do Aeroporto Santa Genoveva interditaram os dois sentidos da BR-153 na manhã desta sexta-feira (31), em Goiânia. Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) retiraram os manifestantes da pista e liberaram o fluxo.

Os cerca de 700 operários estão no canteiro de obras do aeroporto onde permanecem com o protesto por motivos trabalhistas. Eles reclamam que não estão recebendo hora extra, da qualidade de alimentação e da sujeira do alojamento.

A Polícia Militar (PM) está no local porque os operários ameaçaram ocupar a pista do aeroporto. A imprensa só teve acesso a manifestação porque os próprios trabalhadores abriram os portões.
As obras estão paralisadas e sem data para retorno.

Em nota, a empresa Odebrecht afirmou que cumpre a legislação trabalhista e que os salários estão dentro do piso acordado com o Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Construção Pesada (STICEP). Leia abaixo a íntegra da nota.

O Consórcio Odebrecht Infraestrutura/Via Engenharia informa que cumpre rigorosamente a legislação trabalhista. Os salários praticados estão dentro do piso para as categorias e foram previamente acordados com o Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Construção Pesada (STICEP) . O consórcio oferece condições de trabalho adequada, respeitando todas as normas de segurança. Os funcionários dispõem de área para descanso e restaurante com nutricionista. 

Fonte: Jornal O Popular

Câmara dos Deputados lança novo concurso com salários até R$ 25 mil

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Vagas são para os cargos de Técnico Legislativo (nível médio) e Analista Legislativo (nível superior)

O edital do concurso público da Câmara dos Deputados para 113 vagas foi publicado nesta quarta-feira (29). As vagas são para os cargos de Técnico Legislativo (nível médio) e Analista Legislativo (nível superior), cujos salários são de R$ 12.286,61 e R$ 25.105,39, respectivamente.

Todos os candidatos serão submetidos a provas objetivas e discursivas. Para o cargo de técnico - agente de polícia legislativa, haverá também prova de aptidão física. Já para analista nas funções de consultor de orçamento e fiscalização financeira e consultor legislativo, haverá avaliação de títulos. Todas as etapas do concurso serão realizadas em Brasília.

VEJA O EDITAL

Para concorrer ao cargo de analista, é necessário ter diploma de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação. Para técnico - agente de polícia -, basta apresentar o certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio (antigo segundo grau). A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

A inscrição fica aberta no período de 5 a 24 de fevereiro, pelo site do Cespe/UnB. A taxa é de R$ 110 para técnico legislativo e R$ 150 para analista legislativo. As provas objetivas e a prova discursiva serão aplicadas na data provável de 20 de abril, no turno da tarde.

O prazo de validade do concurso será de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. As vagas excedentes e as que vierem a surgir poderão ser preenchidas a critério da Administração Superior da Câmara dos Deputados.

Os candidatos empossados estarão subordinados ao Regime Jurídico Único dos Servidores Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e alterações).

Ministério da Fazenda e Fiocruz
Também nesta quarta-feira (29) foram publicados os editais de outros dois concursos públicos. O Ministério da Fazenda oferece 1.026 vagas para nível médio. O salário inicial será de R$ 3.050,82. Há 80 vagas na Bahia. A inscrição começa no dia 3 e vai até 16 de fevereiro. Veja aqui o edital.

Já a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) oferece 400 vagas em cargos de nível médio e superior. Os salários variam de R$ 2.701,46 a R$ 14.440,67. A inscrição deve ser feita entre 5 e 24 de fevereiro. O concurso prevê vagas na Bahia. Clique aqui e leia mais sobre o concurso.

Fonte: Correio 24 Horas

PM passa a atuar de bicicletas

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Patrulha tem a missão de reduzir violência nos Setores Bueno, Nova Suíça e Jardim América.

Uma nova estratégia de ação começa a ser desenvolvida hoje pela Polícia Militar para conter os índices de furto e roubo nos Setores Bueno, Nova Suíça e Jardim América. A tropa, composta inicialmente por 20 militares, vai atuar armada, em bicicletas, em toda a ciclovia da Avenida T-63, na Praça Nova Suíça, no Parque Vaca Brava e em outras vias próximas.

Denominada Patrulha Ciclística, a nova modalidade de policiamento será lançada às 16 horas de hoje. O comandante da 9ª Companhia Independente da Polícia Militar, capitão Allan Pereira Cardoso, idealizou a ação em função do grande número de ocorrências de furto e roubo na região e da versatilidade proporcionada pela bicicleta como meio de transporte. O veículo sobre duas rodas, acentua o comandante, possibilita ao militar adentrar de forma rápida em pontos onde o automóvel não consegue entrar.

Por medida de segurança, os integrantes da Patrulha Ciclística vão atuar em grupos compostos por dois ou três militares, com a cobertura e o apoio de equipes em carros policiais. A nova tropa usará fardamento diferenciado, mais leve e apropriado à condução de bicicletas.

Fonte: Jornal O Popular

Trânsito: Obras de viadutos seguem a passos lentos

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Reportagem visitou canteiros da Avenida Marginal Botafogo e das GO2 060 e 070 e encontrou alguns poucos operários trabalhando.

Mesmo sendo alvo de reclamações dos motoristas de Goiânia, as obras para a construção de alguns viadutos em Goiânia seguem em ritmo lento e demoram mais do que o previsto. A reportagem do POPULAR visitou os canteiros de obras dos viadutos da Avenida 88 com Marginal Botafogo e das GOs 060 e 070 para verificar em que estágio estão.

O trânsito no cruzamento da 88 com a Rua 115, a poucos metros da construção do viaduto de responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras (Semob), parece seguir o mesmo ritmo das obras, que já chegaram a ter a conclusão prometida para 24 de outubro do ano passado. Cerca de 12 homens trabalham em 1 dos elevados. A lentidão da obra é responsável pelo grande congestionamento que se forma na avenida, no sentido Centro–Setor Sul, todo os dias, nos horários de pico.

De acordo com a assessoria de imprensa da Semob, os operários trabalham agora no encabeçamento do elevado que liga à região do Setor Pedro Ludovico e que o mesmo está bem próximo ao córrego Botafogo, o que dificulta o serviço. A conclusão, que já tinha sido adiada para o fim de fevereiro, não deverá sair antes de março.

ESTADUAIS

No viaduto da GO-070, na saída para Inhumas, a reportagem encontrou máquinas e cerca de oito homens trabalhando na construção das paredes de contenção. Situação diferente da encontrada no dia 13 de janeiro, quando em outra visita surpresa, nenhum operário trabalhava no local.

No viaduto da GO-060, na saída para Trindade, a equipe trabalhava na remoção de terra do local, que já está com a parede de contenção e concretagem concluída. No início do mês, O POPULAR flagrou apenas um homem atuando na obra. Ambas as construções chegaram a ter a entrega anunciada para dezembro de 2013.

Segundo o presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), Jayme Rincón, a estiagem facilitou o trabalho e as obras serão entregues no fim de março. “Agora só falta a pavimentação e a conclusão da contenção do viaduto da GO-070. No mais tardar na primeira quinzena de abril estarão liberados.”

Fonte: Jornal O Popular

Maguito consegue R$ 63 mi para construir novo hospital em Aparecida

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Aparecida de Goiânia, 29 de janeiro de 2014 – ​O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), e o secretário municipal da Saúde, Paulo Rassi, assinaram no final da tarde desta terça-feira, 28, o contrato com a Caixa Econômica Federal de liberação dos recursos para a construção do hospital municipal com 220 leitos, sendo 30 Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs). O projeto está orçado em R$ 63 milhões. Deste valor, R$ 60 milhões serão repassados pelo Ministério da Saúde e o restante serão recursos do próprio município. “Com os recursos assegurados poderemos iniciar o processo licitatório da obra”, sublinhou o peemedebista.

O novo hospital será edificado em uma área total de 17 mil metros quadrados no Bairro Cidade Vera Cruz 1, próximo ao Anel Viário, e terá capacidade para 220 leitos e 30 UTIs, o dobro da capacidade do Hospital de Urgências de Aparecida (Huapa). “Aparecida possui mais de 500 mil habitantes, 95% deles dependem do SUS e não podem ficar sem uma saúde pública de qualidade. O hospital vem para sanar essa demanda”, ressaltou o prefeito.

O projeto de construção do hospital municipal foi apresentado pelo prefeito durante a última campanha eleitoral. “Apresentamos o projeto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante uma visita dele a cidade, e imediatamente a proposta foi aceita”, lembrou Maguito Vilela.

A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati, veio em Aparecida em agosto do ano passado para assinar o convênio da construção do Hospital Municipal. “Este convênio para a construção do hospital é o exemplo da luta da presidenta Dilma e do prefeito Maguito para levar saúde com atendimento digno, rápido e eficiente para a população, pois ninguém merece ficar sofrendo por falta de atendimento”, afirmou a ministra.

Com a assinatura do contrato, o projeto segue para abertura de licitação, o que deve levar cerca de 180 dias. Segundo o secretário de saúde, o projeto tem prioridade da administração e por isso o que depender da prefeitura as obras iniciam logo. Os secretários Euler de Morais (Governo e Integração Institucional) e Ozéias Laurentino Júnior (Comunicação) também acompanharam o ato de assinatura do contrato.

Fonte: Prefeitura de Aparecida

UFG de Aparecida terá primeiro vestibular neste ano

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Aparecida de Goiânia, 28 de janeiro de 2014 – O câmpus avançado da Universidade Federal de Goiás (UFG) em Aparecida de Goiânia começa a funcionar ainda neste ano. O primeiro vestibular será realizado em maio para o curso de Geologia, que vai ofertar 50 vagas em período integral. A notícia foi dada durante a primeira visita do novo reitor da instituição federal de ensino, professor Orlando Afonso Valle do Amaral, ao prefeito Maguito Vilela (PMDB).

“Este é um imenso privilégio para Aparecida. Qual a cidade que não gostaria de ter um câmpus da UFG? Com a instalação da UFG e do IFG estamos consolidando um forte centro universitário, que já conta com várias instituições privadas e a UEG”, comemorou o peemedebista.

Para viabilizar o início das atividades da UFG em Aparecida, ainda neste ano, o reitor pediu o apoio da prefeitura para locar um prédio adequado para o funcionamento do curso de Geologia e dos cursos de Engenharia de Produção, Engenharia de Materiais, Engenharia de Transportes e Engenharia Química. No caso dos cursos da área de engenharia, as primeiras turmas serão abertas em 2015. “Estamos antecipando a chegada da UFG em Aparecida e queremos a prefeitura como parceira nessa empreitada”, sublinhou Orlando do Amaral.

Imediatamente o prefeito assegurou apoio total para definir as instalações da UFG, enquanto os prédios do câmpus da UFG, que serão edificados na região leste de Aparecida, próximo ao Parque Industrial José Alecar, não ficam prontos. “Vamos apoiar totalmente essa iniciativa do reitor Orlando do Amaral”, garantiu Maguito. O prefeito determinou que os secretários Domingos Pereira (Educação) e Afonso Boaventura (Planejamento) auxilie a equipe técnica da UFG a definir a sede provisória do câmpus avançado da instuição no município.

Além do vestibular do meio do ano, está previsto a realização de concurso público, neste semestre, para a contratação de professores. A Prefeitura de Aparecida deve custear a locação do prédio e cederá servidores para cuidar da limpeza e da segurança do espaço.

OBRAS – Em relação as obras dos prédios próprios da UFG em Aparecida, o reitor informou ao prefeito que o processo licitatório encontra-se em seu estágio final. “A nossa expectativa é assinar o contrato com a empresa que vai executar a obras nos próximos 30 dias”, contou.

O terreno onde será construído a UFG em Aparecida possui 500 mil metros quadrados  e foi doado à universidade pelas famílias Cunha Bastos e Nogueira por meio de edital de chamamento público. O pedido da UFG para Aparecida foi feito pelo prefeito Maguito Vilela ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010, mas foi a presidente Dilma Rousseff que concretizou o atendimento ao pleito do aparecidense, em 2011, pela presidente Dilma Rousseff durante a expansão da Rede Federal de Educação Superior Profissional e Tecnológica. A possibilidade de Dilma ter agenda em Aparecida voltou a ser levantada em função da inauguração do câmpus.

Segundo o Ministério da Educaçao (MEC), além deste, estão sendo  construídos outros 46 novos campus pelo país. A expectativa é de que 20 destes campus sejam instalados até o final de 2014.

A reunião contou com a participação dos secretários Domingo Pereira (Educação), Mário Vilela (Infraestrutura), Ozéias Laurentino Júnior (Comunicação), Afonso Boaventura (Planejamento), Euler de Morais (Governo e Integração Institucional) e o procurador-geral do Município, Tarcísio dos Santos.

PERFIL - Orlando Afonso Valle do Amaral tomou posse no dia 6 de agosto de 2013, é professor do Instituto de Física da UFG e ocupava desde 2006 o cargo de pró-reitor de Administração e Finanças da UFG. Foi coordenador de Assuntos Internacionais da instituição entre 1990 e 1993 e diretor executivo da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape) entre 1993 e 1994.

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Em Goiás, o trabalho não para

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Em Goiás, em todas regiões, os canteiros de obras, homens trabalham diuturnamente. Já foram mais 4 mil Km de pavimentações, além de mais 2 mil Km reconstruídos. Também estão sendo duplicadas, todas as rodovias estaduais que saem da capital rumo as cidades da região metropolitana.

Em Goiânia, estão sendo construídos os viadutos das rodovias com destino a Trindade e Inhumas. Ambos serão concluídos até maio, e facilitaram o fluxo de veículos que trafegam nestas regiões turísticas como Trindade, cidade de Goiás e municípios do vale do rio Araguaia.

Ressaltamos, não só as obras de logística, mas também obras fundamentais para o desenvolvimento humano, como, por exemplo, os dois hospitais de urgência, o Hugo 2 e o Hospital de Urgência do médio norte em Uruaçu, este é fundamental para desafogar unidades da capital. Não podemos deixar de mencionar as rodovias que estão sendo duplicadas ligando Morrinhos a Caldas Novas e Inhumas à cidade de Goiás, ambos com conclusão prevista para o final do segundo semestre de 2014.

O governo de Goiás, através da Secretaria da Educação, já concluiu reformas em mais de 1.000 escolas, além de uma dezenas de escola padrão século XXI em diversas cidades. Os incentivos dados aos professores e alunos em formas de bônus estão sendo fundamentais para o excelente nível de aprendizagem, estamos hoje entre os cinco melhores no ranking no Ministério da Educação. Nossas escolas em tempo integral já são modelos para outros Estados da federação. A gestão das nossas escolas é moderna, dinâmica e prioriza os alunos. Nas salas de aula apenas 25 alunos facilitando o aprendizado. Nosso corpo docente é um dos mais capacitados com vários mestres e doutores. Diante disso nos resta colher os frutos dos investimentos.

Não podemos deixar de lado as obras na capital, destacando, a reconstrução do complexo esportivo do Estádio Pedro Ludovico na Avenida Paranaíba. Outras obras que destacam são aeroporto de cargas, e o centro de convenções, ambos em Anápolis. A ponte ligando Goiás a Mato Grosso, a famosa ponte de “Tacaiú”, que estará pronta já na temporada turística julho próximo, e em fevereiro tem início as obras do VLT no Eixo Anhanguera, que vai solucionar a tão sonhada mobilidade social.

O sucesso de um governo é o trabalho, nosso governador Marconi Perillo não poupa esforços para colocar nosso Estado no topo dos melhores da federação. Sua equipe de trabalho é competente e cobra dos prestadores de serviços rapidez e qualidade.

(José Justino Porto, mestre em Ciência da Religião PUC-GO  – jjtininho@Gmail.com)

Fonte: DM

Outra pista de romeiros será construída: Pista de romeiros em Muquém

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Outra pista de romeiros será construída pela Agetop, em Goiás, em respeito à fé de seu povo. Desta vez na GO-237, no trecho Niquelândia- Nossa Senhora da Abadia do Muquém, onde ocorre anualmente, no mês de agosto, a Romaria do Muquém. A exemplo da pista dos romeiros no acesso a Trindade, por Goiânia, a via será separada da rodovia, para segurança e conforto dos fiéis no pagamento de suas promessas.

O projeto executivo, que está sendo licitado pela Agetop, contempla uma pista de 45 quilômetros de extensão que foi orçada por R$ 373,2 mil. A previsão é que a obra esteja pronta para ser utilizada na festa do Muquém deste ano.

Fonte: Agetop

Clima de insegurança na T-63

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Moradores, comerciantes e trabalhadores apontam assaltos e presença intimidadora de usuários de droga

Endereço nobre de Goiânia e uma das avenidas com maior aglomeração de comércio e serviços da capital, a T-63 está se tornando um lugar perigoso. Moradores das ruas próximas da via nos Setores Bueno e Nova Suíça reclamam de assaltos e aumento da presença de moradores de rua e usuários de drogas. Para minimizar os problemas de segurança na região, a Polícia Militar (PM) desencadeou uma série de operações para inibir a ação de criminosos. A primeira delas, há duas semanas, teve como objetivo o combate ao roubo de veículos, um dos principais problemas da região.

Na T-63 é possível encontrar praticamente todo tipo de comércio e serviços, tanto de dia quanto à noite. Supermercado, lanchonetes, bares, panificadoras, drogarias, locadoras de vídeo e de veículos, postos de combustível e distribuidoras de bebida que funcionam 24 horas atraem até moradores de bairros mais distantes. Por conta do adensamento comercial, a população local tem o hábito de circular a pé, o que tem chamado a atenção de criminosos.

A reportagem do POPULAR percorreu a via, entre o Viaduto da Avenida 85 e a Praça da Nova Suíça, durante uma tarde e uma noite. Ouviu relatos de comerciantes e moradores, que contaram episódios de violência e reclamaram do aumento da sensação de insegurança no último ano.

“A insegurança aqui está insustentável”, diz a autônoma Vera Lúcia Amorim, de 60 anos. Moradora da um prédio na Avenida T-5, próximo da T-63, ela reclama da grande quantidade de pedintes, moradores de rua e adolescentes usuários de drogas. “Eles perturbam os moradores daqui. Desde o começo do ano passado, ir ao supermercado virou um transtorno”, relata.

No supermercado ao qual Vera Lúcia se refere, que prefere não ser identificado, confirma que mendigos e adolescentes abordam os clientes do local de forma agressiva. “Eles pedem esmola, se a pessoa não dá, fazem ameaças”, diz.

Empregado do supermercado há oito anos, ele conta que de dois anos para cá o aumento de pedintes ao redor do estabelecimento comercial foi assustador. Segundo o funcionário, eles colocam colchões na calçada, ocupam as escadas e o estacionamento do local. “A sociedade alimenta isso, dá esmola. Muita gente dá por medo, outros porque têm pena, mas se ninguém desse nada, não teria essa quantidade de mendigos aqui”, reclama.

Mas escapar da ação dos pedintes não é tarefa fácil. Algumas vezes, adolescentes coagem clientes do supermercado. Em uma tarde, a reportagem observou a ação de um trio de jovens que bloqueava a saída do estacionamento. Quando um carro se aproximava, eles fechavam um pequeno portão de acesso e pediam dinheiro. Em seguida, liberavam a passagem até a chegada do próximo veículo a ser abordado.
Segundo o funcionário, o supermercado tem seguranças terceirizados para coibir a ação dos moradores e adolescentes de rua e, sempre que precisa, liga para a Polícia Militar. Mas durante o tempo em que a reportagem observou a entrada e saída de veículos, os adolescentes agiam livremente, sem serem abordados. Um deles aparentava estar drogado.

Delegado do 4º Distrito Policial, Everaldo Vogado da Silva diz que o uso e tráfico de drogas não é um problema registrado nesse trecho da avenida. Mas a reportagem viu pontos onde moradores de rua se reuniram para acender cachimbos de crack. Um dos mocós fica embaixo da marquise de uma revistaria desativada, no Setor Nova Suíça. Outro ponto fica embaixo do viaduto da Avenida 85 com a T-63. O delegado Everaldo Vogado da Silva diz não ter dados específicos da T-63, mas aponta o furto e o roubo a pessoas e de carros como os principais crimes da região.

Trabalhadores reclamam de assaltos

Para o gerente de uma lanchonete que funciona 24 horas na Avenida T-63, que preferiu não ser identificado, os pedintes são um problema secundário. Segundo ele, o que mais causa insegurança no local são os assaltos a mão armada. “Os mendigos perturbam, mas não são o problema maior. A T-63 é perigosa por causa dos assaltos. Já vi vários. Os assaltantes chegam de carro ou moto, descem armados, roubam as pessoas e fogem em seguida”, relata.

O gerente conta que notou um aumento do efetivo policial durante o período das festas de fim de ano, mas que, no início de janeiro, o patrulhamento diminuiu.

A Secretaria de Segurança Pública informou não ser possível divulgar o índice de criminalidade específico da Avenida T-63 no ano passado. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, o trabalho de estatística é feito apenas por setor e não por via.

Para se ter uma ideia, as quatro drogarias situadas nos dois quarteirões entre a T-4 e a T-15, no Setor Bueno, foram assaltadas no ano passado. Uma delas, inaugurada em fevereiro de 2013, sofreu cinco roubos em menos de um ano, em horários variados.

Policiamento em bicicletas deve começar ainda este mês

Novo comandante da 9ª Companhia Independente da Polícia Militar (9º CIPM), o capitão Allan Pereira Cardoso aponta o roubo de carros e caminhonetes como o crime com maior número de registros neste início de ano na Avenida T-63. Responsável pelo policiamento dos Setores Bueno e Nova Suíça, ele conta que, de 1º a 15 de janeiro, cinco veículos foram roubados na região. Um deles ocorreu na Praça da Nova Suíça e os outros quatros em ruas adjacentes, próximo à via.

Para coibir a ação dos criminosos, a PM iniciou uma operação focada na prevenção desse tipo de crime. Nos próximos dias, a ação será repetida durante o dia. “Notamos que a maior parte dos roubos não acontece mais à noite. Muitos ocorreram pela manhã. Por isso, também vamos concentrar o trabalho ostensivo nas primeiras horas do dia”, diz capitão Cardoso.

Outra medida adotada pelo 9º CIPM será o policiamento ciclístico. Segundo o capitão Cardoso, cerca de 20 policiais vão atuar de bicicleta, em duplas, na ciclovia da T-63, Praça da Nova Suíça e Parque Vaca Brava.

O programa está previsto para ter início no fim deste mês. Os PMs serão divididos por turnos, entre as 6 e às 23 horas. Cardoso diz que a polícia já tem as bicicletas e está esperando a entrega dos novos uniformes, feitos especialmente para os militares ciclistas. Para o trabalho sobre rodas, os PMs vão vestir farda mais leve, composta de bermuda, tênis e uma camisa manga-longa com o mesmo tecido usado nas roupas de ciclistas. Denúncias, reclamações e sugestões pelo e-mail 9cipm.comunitario@gmail.com e pelos três celulares que atendem a área do Setor Bueno: 9628-9530, 9628-9524 e 9983-3045.

Assaltantes miram carros, tênis e até cachorros de raça

Os assaltantes não miram apenas o comércio. Moradores relatam os mais diversos tipos de crimes, que vão do roubo de veículos, tênis de adolescentes e até animais. As ruas adjacentes à T-63 são formadas basicamente por prédios residenciais e é comum as pessoas descerem para passear com cães de raça. Devido ao alto valor de mercado, os bichos se tornaram alvo dos criminosos.
Dona de um cão da raça pug, a professora Lorena Ferreira Meira, de 29 anos, conta que foi vítima de uma tentativa de assalto em outubro do ano passado. Ela passeava com o animal na T-5, em direção à T-63, quando percebeu que estava sendo seguida por um carro com quatro homens.

“Eles estava em um Gol e ficaram me olhando, eu andando e eles me acompanhando de carro. Como uma amiga já tinha me falado que havia gente em um carro com as mesmas características roubando cães na área, quando um deles fez uma movimentação de descer eu corri para a porta de um prédio próximo. Eu conhecia o porteiro e ele me deixou entrar”, relata a professora. “Tenho medo, não saio mais sozinha para passear com o cachorro”, lamenta.

Esse não foi o único episódio de violência que assustou Lorena no ano passado. No mês de agosto ela teve o carro arrombado. O veículo estava estacionado na T-3, pouco abaixo da T-63, próximo à escola onde leciona. “Quebraram o vidro e roubaram o estepe e o som”, afirma.

Fonte: Jornal O Popular

Secretaria apresenta estudo para trocar lâmpadas convencionais por leds em cidades goianas

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Levantamento envolve municípios da Região Metropolitana e do Entorno do DF. Aparecida de Goiânia é a que mais avança e Projeto de Lei já foi votado

Deve ser concluído nesta semana um estudo de viabilidade econômica para a troca do parque luminotécnico em cidades goianas. O levantamento está sendo feito pela Secretaria de Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos e, inicialmente, envolve municípios com mais de 30 mil habitantes. Na proposta, serão trocadas as lâmpadas de sódio e mercúrio da iluminação pública por leds.

Os prefeitos vão receber os levantamentos para, posteriormente, analisarem se participam ou não do programa, ainda sem nome definido. Goiânia –– que já foi beneficiada com o programa Reluz, do governo federal –– não está na lista, mas um ofício deverá ser entregue com uma proposta para que a capital possa aderir o projeto.

A pesquisa, iniciada no último mês de dezembro, envolve Goianésia e Catalão, além de cidades da Região Metropolitana de Goiânia como Aparecida de Goiânia, Goianira e Senador Canedo. Municípios do Entorno do Distrito Federal como Águas Lindas, Formosa, Luziânia e Santo Antônio do Descoberto também estão no estudo.

Após fim do levantamento, que deve ser entregue na próxima sexta-feira (31/1), os prefeitos serão chamados para sanar dúvidas e anallisar se o investimento compensa. Em cada cidade que aceitar a proposta serão realizadas audiências públicas para discutir a questão. O secretário João Balestra, que chama o projeto de “cidade luz”, espera que não ocorra nenhum “apagão” até que o contato com as administrações municipais sejam efetuadas. Aparecida de Goiânia é a que está em fase mais avançada. Na Câmara Municipal um Projeto de Lei que dá sinal verde para a troca da iluminação pública já foi aprovado pelos vereadores. "Agora, falta só fazermos o dever de casa", disse o secretário.

A ação encabeçada pela secretaria de Estado será desenvolvida por uma Parceria Público Privada (PPP). O mesmo projeto deve ser feito em municípios menores. A secretaria vai entrar em contato com o presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), o prefeito de Bom Jardim de Goiás, Cleudes Baré (PSDB), para negociar a melhor forma de financiamento para os interessados. De acordo com João Balestra, as empresas da PPP vão receber o pagamento dos serviços somente se a conta de luz seja diminuída com o uso de leds.

Fonte: Jornal Opção (Marcello Dantas)

Começam obras do corredor exclusivo da Avenida 85

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A Secretaria Municipal de Trânsito realiza obras de implantação do corredor exclusivo para ônibus na Avenida 85, em Goiânia. A medida estabelece que os veículos só poderão trafegar na terceira faixa para acessar comércio e garagens ou realizar a conversão na primeira rua à direita, à semelhança do que já ocorre na Avenida T-63 e na Rua 10, no Setor Universitário.

O corredor terá início na Rua Urú, no Setor Parque Amazônia, passando pelas Avenidas Feira de Santana, S1 e 85, até chegar à Praça Cívica, no Setor Central. Até terça-feira (28) já foi realizada toda a pintura da sinalização horizontal de cor branca. Ainda serão instaladas placas de sinalização verticais e a pintura horizontal amarela, chamada de linha divisória de fluxo, e a linha verde que demarca a faixa de ônibus. As obras são feitas no período noturno, para não congestionar o trânsito.

A SMT ainda não tem previsão de quando o corredor entrará em funcionamento. Segundo a secretaria, nesta primeira etapa não será implantada fiscalização eletrônica no corredor. A prefeitura planeja a instalação de 14 corredores de ônibus, somando mais de 100 quilômetros de vias exclusivas para o transporte coletivo.

Avenida T-63

Segundo a SMT, o ganho no tempo de viagem dos ônibus que trafegam pela Avenida T-63 após a delimitação do corredor foi de 14% a 26% em horários críticos. Os equipamentos eletrônicos que vão fiscalizar a via estão em fase final de implantação. A expectativa da secretaria é que técnicos do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) façam a aferição dos equipamentos e em seguida terá início o período educativo, com duração de 30 dias, para só então começarem a ser aplicadas multas aos motoristas infratores.

Fonte: G1 GO
Foto: Jornal O Hoje

Anápolis: Com investimento de R$ 3 milhões, escola (padrão “Século XXI”) pública é inaugurada

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Foi inaugurada na manhã desta terça-feira (28), ao custo de R$ 3 milhões, as novas instalações do Colégio Estadual Hertha Layser Odwyer, no Jardim Progresso, em Anápolis. A escola, construída no padrão “Século XXI”, tem capacidade para receber 640 estudantes do Ensino Fundamental e Médio divididos nos três turnos.

O colégio conta agora com 12 salas de aula climatizadas, espaço para laboratórios, biblioteca, quadra coberta, cozinha e refeitório.

A unidade educacional atende às exigências do Ministério da Educação (MEC), em relação ao dimensionamento dos espaços educacionais, respeitando os critérios elementares de ventilação, iluminação e acessibilidade, conforme as normas técnicas brasileiras.

Fonte: Jornal O Popular

Aeroporto: 15% das obras concluídas

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São executados os serviços de fundações, estrutura de concreto e compra de equipamentos.

Após retomada das obras do Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, em setembro do ano passado, a expectativa é que 15% dos trabalhos sejam concluídos nesta semana. As obras foram paralisadas em 2007, depois do Tribunal de Contas da União (TCU) efetuar auditoria e recomendar a retenção dos recursos que faltavam ser empregados. Após a assinatura de termos de ajuste entre os envolvidos, a expectativa é que o novo aeroporto seja entregue em março do ano que vem, dentro do cronograma de 18 meses. O Consórcio Odebrecht, responsável pelas obras, define o ritmo como normal e dentro do planejado.

O consórcio informou, por meio de assessoria de imprensa, que os técnicos da Infraero trabalham na atualização e adequação dos projetos para enquadrá-los nas recomendações feitas pelo TCU e, também, em razão do tempo que a obra ficou parada. Os 33% dos serviços executados, entre 2002, quando as intervenções começaram, e 2007, também estão sendo avaliados para definir as ações de retomada da construção e o que precisará ser complementado. Esse porcentual envolve parte dos serviços de infraestrutura (terraplenagem e drenagem), das fundações e a estrutura do terminal de passageiros.

A empresa informou que estão sendo executados os serviços de fundações, estrutura de concreto e a aquisição dos equipamentos eletromecânicos, tais como elevadores, escadas rolantes, esteiras de bagagem e pontes de embarque, que já se encontram em processo de fabricação. O aeroporto terá ainda 11 elevadores, quatro escadas rolantes e quatro pontes de embarque, que são conhecidos como fingers. Cerca de 500 trabalhadores atuam na obra atualmente, mas poderá alcançar até 1,2 mil operários durante o pico da obra.

Aumento

Com a reforma, terá sua área ampliada dos atuais 7.571 m² para 34.100 m² e sua capacidade passará de 3,5 milhões passageiros/ano para 5,1 milhões passageiros/ano. Em 2013, o Aeroporto Santa Genoveva registrou queda no número de embarques e desembarques, comparados com 2012. A razão foram os três meses de interrupção de voos noturnos, por conta de obras nas pistas. Em 2013, o aeroporto não atingiu a marca de 3 milhões de passageiros e movimentou 2,9 milhões de pessoas, 3% a menos que em 2012.

No setor de carga, houve queda de 3% e foram transportados 7.694.217 toneladas. A maior baixa foi relacionada ao movimento de aeronaves, onde 2013 teve uma queda de 13%, frente ao mesmo período de 2012. Para 2014 a expectativa é de ultrapassar a marca de 3,5 milhões de passageiros.

Fonte: Jornal O Hoje

Piso salarial dos professores será de R$ 1.697 em 2014, reajuste de 8,32%

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Associações de classe dizem que reajuste é aquém do esperado - estimativa era de reajuste de 15%

O piso nacional dos professores de educação básica deverá ser fixado este ano em R$ 1.697,39, para uma jornada de 40 horas. O valor é calculado com base na comparação da previsão de custo por aluno anunciada em dezembro de 2012 (R$ 1.867,15) com a de dezembro do ano passado (R$ 2.022,51). A portaria com o novo valor ainda não foi publicada, mas, segundo o Ministério da Educação (MEC), isso deve acontecer ainda neste mês.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) diz que o reajuste ficou aquém do esperado – a entidade estimava o aumento em 15%. Em nota, a CNTE argumenou que “dados já consolidados do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], até novembro de 2013, apontam crescimento do valor mínimo de aproximadamente 15%”.

Mesmo com o percentual inferior ao esperado pelos trabalhadores, a Confederação Nacional de Municípios estima que, para o reajuste de 8,32%, haverá aumento de R$ 4,151 bilhões no pagamento do magistério. Com isso, a média do comprometimento das receitas do Fundeb com salários dos professores irá para 79,7%. Isso significa que quase todos os recursos voltados para a manutenção do ensino nos municípios estarão sendo gastas com pagamento dos salários dos professores.

Segundo a CNM, em mais de mil municípios, o comprometimento ultrapassa 100% do Fundeb. “Isso é insustentável, o piso do magistério vai liquidar a educação básica”, diz o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Ele lembra que o fundo deve ser usado também na construção e manutenção de escolas, laboratórios, bibliotecas. “Não adianta valorizar o piso e acabar com o resto”.

O Fundeb é formado por recursos provenientes dos impostos e transferências de estados, do Distrito Federal e dos municípios, além de uma complementação federal, quando o valor da arrecadação não atinge o investimento mínimo por aluno estabelecido nacionalmente. A União faz a complementação em nove estados. Segundo, Ziulkoski, os repasses deveriam ser maiores e feitos a mais estados.

Quem paga a conta?

A presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, diz que a situação é preocupante. “O professor tem direito ao reajuste do piso, mas voltamos à preocupação da participação de estados, municípios e União [nos gastos com educação]”.

O MEC diz que “compreende a dificuldade dos municípios com a folha de pagamento e tem tentado promover o diálogo entre prefeitos, governadores e CNTE. Segundo a assessoria de imprensa do ministério, o debate continua em 2014, com o incentivo às mesas de negociação. O MEC destaca que a complementação aos estados tem crescido ano a ano. O valor destinado aos estados passou de R$ 1,1 bilhão, em 2000, para R$ 10,7 bilhões, no ano passado. “Além disso, outros programas reforçam o apoio da União aos estados e municípios, como os de transporte escolar, merenda, construção de creches e de quadras, livros didáticos, e o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE)”.

O MEC explica também que o valor mínimo nacional por aluno/ano pode variar, não apenas de um exercício para outro, mas dentro do próprio exercício, o que aconteceu em 2013. O cálculo apoia-se em estimativas anuais das receitas formadoras do Fundeb, "as quais, não raramente, requerem revisão das projeções pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, em decorrência do comportamento da arrecadação, por sua vez dependente da política fiscal e do comportamento da própria atividade econômico-financeira do país".

O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451 e, a partir de fevereiro de 2013, passou para R$ 1.567. O maior reajuste foi o de 2012: 22,22%.

Fonte: Ultimo Segundo IG

Transporte público: Veículos antigos e sucateados

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Motoristas relatam restrição a manutenção de veículos, alguns fabricados ainda em 1997

Mais do que as discussões de gabinete sobre a situação financeira das empresas e a responsabilidade de cada parte envolvida, ônibus velhos nas ruas, relatos de motoristas sobre a falta de manutenção dos veículos, a fiscalização deficitária admitida pelos próprios agentes da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e o gradual envelhecimento da frota mostram a real crise pela qual passa o sistema de transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia. Atualmente, 51 ônibus que atendem a capital e municípios vizinhos são ainda da década de 90, alguns com até 17 anos de uso, segundo planilha apresentada à reportagem pela CMTC.

O POPULAR foi às ruas verificar a situação dos ônibus e ouvir motoristas sobre a rotina de trabalho. Segundo eles, existe uma dificuldade em conseguir realizar consertos, como no caso de embreagens, além de admitir que a renovação de parte da frota conforme previsto pode não ocorrer neste ano. Embora negue que a vida dos usuários esteja em risco, o Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp) confirma que as empresas estão limitando o serviço de manutenção devido ao congelamento das tarifas. Além disso, a fiscalização, que tem 5% do efetivo que seria necessário para acompanhar todo o sistema, estaria focada em identificar carteirinhas falsificadas ao invés de verificar a situação dos veículos.

Dados da Gerência de Cadastro e Vistoria da Diretoria de Fiscalização da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) mostram que ainda existem ônibus com mais de 15 anos circulando na capital (veja quadro). A informação se opõe ao que foi divulgado em nota técnica pelo Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp), em agosto do ano passado. Na época, afirmou-se que 978 ônibus estavam com 5 anos e outros 328 com 10 anos. Os de 1997 já vão completar 17 anos de tráfego.

Se a análise fosse individual, esses carros já deveriam ter sido retirados das ruas, mas o parâmetro utilizado pela companhia e previsto no edital de contratação das empresas é a idade média de toda a frota. Enquanto existem ônibus de 1997, têm também aqueles que foram inseridos no sistema recentemente. Dessa forma, a média de idade oscila, hoje, em 5,37 anos, considerada aceitável, mas próxima de atingir o limite de seis anos.

É previsto, contratualmente, para 2014, uma nova renovação da frota, mas o impasse entre poder público e setor privado que caracteriza a crise do transporte em Goiânia, desde que a tarifa paga pelo usuário foi mantida em R$ 2,70, deixa incerta essa possibilidade. De qualquer forma, o diretor de Fiscalização da CMTC, Eduardo Cruvinel, alerta para a necessidade de cumprimento dessa exigência até o final do ano, caso contrário os fiscais da Companhia não poderão fazer a vistoria anual dos veículos e fornecer o selo que autorizaria a circulação deles em 2015.

Os ônibus mais antigos estão, segundo Eduardo, fazendo o transporte nas chamadas linhas alimentadoras, aquelas que desembarcam os passageiros nos terminais, em especial os do Padre Pelágio, Recanto do Bosque e Jardim Novo Mundo. Todos, em locais periféricos e que fazem a ligação com outras cidades da região metropolitana. A idade elevada de parte dos veículos está ficando mais evidente, à medida que a suposta crise do sistema se prolonga, já que o corte de gastos feito pelas empresas está atingindo, inclusive, a parte de manutenção.

CMTC tem 40 fiscais enquanto deveria ter 800

Parte dos veículos que compõem a frota do transporte público de Goiânia, principalmente os da Viação Reunidas, ainda não foi vistoriada e está circulando com o selo de 2013. O selo é renovado anualmente e o ônibus precisa dele para trafegar.

Dessa vez, o trabalho começou a ser feito no final de outubro e ainda não tempo de concluir. A previsão mais otimista da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) é que a integralidade das vistorias seja atingida no final de fevereiro. Conforme o diretor Eduardo Cruvinel, a fabricante do adesivo especial não conseguiu entregar o produto na data estipulada e isso provocou o retardamento.

Cruvinel pondera ainda que a companhia não tem a quantidade suficiente de fiscais e que é impossível acompanhar a realidade de todos os veículos da rede. Hoje, são em torno de 40 servidores, enquanto o suficiente, de acordo com o diretor, seriam pelo menos 800 para trabalhar ininterruptamente .

Um dos fiscais da Companhia, que pediu para não ser identificado, contou que a fiscalização realizada hoje está muito focada em identificar e apreender carteirinhas irregulares. Ou seja: focada na atitude do usuário e para evitar um prejuízo ainda maior para o sistema. Com isso, a visita de terminais e inspeção dos ônibus estaria acontecendo no máximo duas vezes por semana.

“Quem recusa sair, leva suspensão”

Anonimamente, temendo represálias, motorista do transporte coletivo que tem seis anos de profissão e já trabalhou em duas empresas aceitou contar ao POPULAR os obstáculos enfrentados no dia a dia e ressaltou a falta de segurança.

As empresas estão cortando os gastos mesmo?
Estão. Onde eu trabalho, eles (superiores) ]não compram peça mais. A garagem é um grande cemitério de ônibus. Eles tiram a peça de um e coloca no outro. Vão tirando e colocando. Nunca é peça nova, sempre peça usada.

Ônibus fica parado na garagem por causa de problema no freio?
Fica nada, vai para a rua também. Ontem, tinha um colega aqui que estava num carro (ônibus) mais velho que o meu e chegou dizendo, quase chorando, que não sabia mais o que fazer, porque todo dia está pegando um carro sem freio. Ele disse que os supervisores obrigam a sair e que já levou duas advertências e uma suspensão por recusar. O meu mesmo acabou o freio comigo no meio da rua há dois meses. Ele é de 2005.

Se vocês se recusam a sair com carro estragado, são punidos?
Sim. Eu já perdi a conta de quantas suspensões eu já peguei. Esses dias, fiquei cinco dias parado. Hoje, como já sou mais antigo, não aceito mais. Eu não vou trabalhar com carro com porta quebrada, pneu careca. Não faço isso. Agora, um motorista sem experiência, novato, entra e não dá conta. Acaba saindo.

Qual é a orientação da empresa?
Nenhuma. Eles querem ver o carro rodando. Vou te explicar como funciona: você chega para trabalhar e liga para os supervisores falando que o carro está com problema, que não dá para rodar. De imediato, eles argumentam que o motorista da manhã rodou normalmente, sem problema nenhum. Se você continuar recusando, e dentro da garagem, você leva suspensão. Só não é punido se você sai no carro e recusa lá do lado de fora, depois de andar um pouco. Aí é outra história. Aí não é você que recusou. Ele deu problema na rua, entende?

Relato de embreagem estragada há 3 meses

Durante a semana, O POPULAR visitou os terminais e ouviu relatos dos motoristas que expressam a dificuldade para conseguir, nas garagens, que os ônibus sejam consertados, quando estragam. A situação chega a um ponto em que a segurança do usuário estaria ficando comprometida. No Terminal Recanto do Bosque, um motorista declarou estar há três meses trabalhando com a embreagem estragada e que toda vez que faz o relatório para conserto, o supervisor fala que não tem como arrumar e que é para continuar circulando assim mesmo.

No Padre Pelágio, outro motorista denunciou que problemas no freio não são motivos para manter o veículo parado, pelo contrário: “Roda do mesmo jeito”, afirmou anonimamente, depois de estacionar e encerrar o expediente. Situações envolvendo pneus carecas, portas quebradas, elevador de acessibilidade que não funciona, vidros há mais de mês sem serem repostos, falta de limpeza dos ônibus durante a semana e ameaça de punições, caso o motorista se recuse a sair com o carro, foram relatados por outros integrantes da categoria

Até mesmo um fiscal da CMTC reforçou a denúncia de veículos com vazamento de óleo, pneus carecas e ônibus que não eram para rodar, mas que continuam circulando pelas ruas.

Empresas negam risco à segurança de passageiros

O Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp) admitiu que as empresas estão limitando o serviço de manutenção. Antes, o consórcio criado para gerir o sistema recebia das empresas a verba destinada para realizar reparos e consertar os ônibus. Havia toda uma sistemática que controlava, inclusive, o tempo de vida útil de um pneu, de um motor, etc. “Fazia-se a manutenção de forma até preventiva, antes mesmo da data de invalidação da peça. Hoje, com o desequilíbrio contratual, cada empresa faz em separado e da maneira como dá”, afirma o gestor de relacionamento do Sindicato, Marcos Villas Boas.

O gestor nega que as empresas estejam deixando a situação chegar ao ponto de colocar em risco a segurança do usuário, porque, segundo ele, isso é prioridade máxima nas garagens. Pneus carecas e freios com defeito seriam motivos, sim, para manter o carro parado, até mesmo porque, segundo ele, se a fiscalização da CMTC flagra, é o suficiente para autuação. A assessoria do Setransp nega, também, que ônibus com mais de 10 anos continuam circulando. Informado das denúncias, o diretor Eduardo Cruvinel propôs cautela quanto ao relato dos motoristas, porque muita coisa não é procedente. Na última sexta-feira, havia 14 veículos proibidos de circular por causa de problemas mecânicos.

Fonte: Jornal O Popular

Rodovia: Agetop licita projetos

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Nesta semana a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) licitou seis projetos executivos de engenharia para a pavimentação asfáltica de quase 150 quilômetros de rodovias goianas. Este número de quilômetros de rodovias ainda não pavimentadas se juntarão ao grupo de mais de 1.100 de rodovias que estão em execução pelo programa Rodovida Construção. Até o ano passado cerca de 750 quilômetros de rodovias pavimentadas foram entregues desde a criação do programa, em 2011.

Os trechos contemplados pelas licitações desta semana cujas obras serão entregues ainda este ano são :

GO-527, trecho Entr. GO-501 (Ouroana)-Riverlândia
GO-230, trecho Entr. GO-070-Distrito de Lua Nova
GO-213, trecho BR-153-Aloândia
GO-319, trecho Quirinópolis (Distrito de Denislópolis)-Castelândia
GO-478, trecho Ceres-Rubiataba
GO-451, trecho Campo Limpo-Entr. GO-080

Fonte: Agetop

Globo vai a Goiânia atrás de audiência

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Novela de Manoel Carlos é sinônimo de Leblon, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro. Mas, desta vez, outro cenário deve abrir a nova trama das 21h da Globo: Goiás. A novela tem início na cidade fictícia de Esperança, onde Helena viverá sua infância. Foram feitas gravações em locações do município de Goiás e na capital, Goiânia.

Assim como a escalação das atrizes, a escolha das cidades é estratégica para a Globo, que enfrenta na capital goiana sua pior audiência.

"Temos o enorme desafio de fazer com que as pessoas assistam à TV aqui", disse o diretor-geral Leonardo Nogueira antes de gravar cenas com Bruna Marquezine.

Já Manoel Carlos diz que a história começa fora do Rio porque precisava de um cenário "rico, mas que mantivesse os costumes regionais". Na vida adulta, Helena sairá de lá e viverá no Leblon.

A Folha assistiu a gravações da novela na capital goiana. Na primeira, a vida real da cidade quase interferiu na "vida real" que a novela tentava reproduzir.

Gabriel Braga Nunes (Laerte) e Helena Ranaldi (Verônica) faziam sua primeira cena em um parque, onde adolescentes fantasiados de fantasmas e zumbis cobertos de sangue falso comemoravam o Dia das Bruxas.

Horas mais tarde, no centro, Helena (Bruna Marquezine) vivia seu romance juvenil na saída de um baile de formatura, ao lado do primo, vivido por Guilherme Leicam.

A cena, que se passa nos anos 1990, era composta por figurantes com longos vaporosos e penteados extravagantes, além de Opalas e Chevettes estacionados.

A novela será dividida em três fases que se passam nos anos 1980 e 1990 e em 2014. Além de Goiás e do Rio, Viena será cenário.

A cidade foi escolhida, diz o diretor Jayme Monjardim, "por ser musical", uma vez que a novela conta com ao menos quatro músicos entre os personagens principais.

Mas Monjardim afirma que nenhum desses elementos deve ser a principal marca da obra: "Nada fala mais alto nas novelas do Maneco [Manoel Carlos] do que o próprio Maneco. O desafio é não atrapalhar o texto dele."

O autor diz que essa será sua última novela. Esse anúncio já fora feito há dez anos, quando ele lançou "Mulheres Apaixonadas" (2003). "Cheguei aos 80 anos e prefiro parar enquanto me julgo ainda capaz de encarar essa empreitada", afirma.

Ele diz, no entanto, que não está se aposentando: quer escrever minisséries e pode ainda experimentar o formato dos seriados.

Fonte: Folha de São Paulo

Governo tem um ano para entregar metade das promessas

11:13 1 Comments A+ a-


Levantamento feito pelo POPULAR mostra que, das 100 principais propostas de 2010, 48 estão em andamento. Só 12 ficaram prontas.

De 100 promessas feitas pelo governador Marconi Perillo (PSDB) na campanha eleitoral de 2010, apenas 12 foram cumpridas integralmente. Outras 48 estão em andamento ou em ritmo considerado bom. O restante, 40, não foi cumprido – algumas das quais até ja descartadas pelo governo – e dificilmente poderão sair do papel nos 11 meses que restam da gestão tucana.

Na área de Infraestrutura, uma das principais apostas desta terceira gestão de Marconi, 13 de 20 propostas não foram cumpridas e provavelmente não serão concluídas até o final do ano. Nem todos os compromissos são da responsabilidade da Agência Goiana de Transportes e Obras, mas a direção do órgão afirmou que assumirá a maioria dos compromissos para buscar agilizar e lançar licitações até março.

É o caso de projetos como o Complexo do Além e o Parque Ambiental do Morro da Serrinha, ambos em Goiânia. Das quatro propostas relacionadas a rodovias, duas estão em andamento e são consideradas pelo governo em ritmo bom, com garantia de recursos. Outras duas, duplicar todas as rodovias que saem de Goiânia ou com acesso a destinos turísticos, não devem ser cumpridas integralmente.

O levantamento da área de Segurança, considerada um dos principais gargalos da gestão tucana, mostra que nenhuma das promessas foi cumprida integralmente. De 11 compromissos, 6 não tiveram avanços e 5 estão em andamento.

Na área de Saúde, também um dos maiores problemas do Estado, o governo cumpriu de forma integral 1 de 10 promessas. Outras 4 estão em andamento e 5 ainda não apresentaram avanços consideráveis, embora o governo alegue que tem atuado em todas as frentes para garantir o cumprimento.

A obra de maior peso na área, a construção do Hospital de Urgências da Região Noroeste, chamado de Hugo 2, tem previsão de entrega para o fim deste primeiro semestre, em uma corrida do governo para antecipar o cronograma inicial. O Centro de Recuperação de Dependentes Químicos (Credeq), também uma das principais bandeiras da campanha de 2010, ainda não foi concluído. O governo anunciou seis unidades, mas a única já iniciada foi de Aparecida de Goiânia, com capacidade para 96 pessoas. A intenção é inaugurá-la até maio.

Na área de Educação, o governo destacou durante a corrida eleitoral a promessa de passe livre estudantil, de escolas em tempo integral e de distribuição de notebooks a todos os professores e alunos. Das três, apenas a primeira foi cumprida. Nos bastidores, o governo admite que não cumprirá as outras. A primeira por não haver tempo hábil e a segunda pelas dificuldades de treinamento e acesso à internet, além da prioridade para outros problemas, como a reforma das unidades da rede estadual.

Na área social, 3 de 5 promessas já foram cumpridas. As outras 2 estão em andamento. Também considerado um setor de peso nas administrações de Marconi, a área cultural aparece bem abandonada no relatório que leva em conta o cumprimento das promessas. De 14 projetos, metade não saiu do papel – dois foram cumpridos.

A única que aparece com avanços em todas as promessas, ainda que nenhuma tenha sido comprida integralmente, é a Habitação. Dos sete compromissos, todos estão em andamento. As mudanças no programa Cheque Moradia, que passou a atuar em conjunto com os projetos do governo federal, garantiram avanços no setor. Com os programas, houve construção de 4,1 mil moradias em 67 municípios. Outras 18,6 mil foram contratadas e iniciadas em 175 cidades e 43,6 mil estão em processo de contratação.
O POPULAR fez o levantamento com base no plano de governo apresentado por Marconi em 17 de setembro de 2010, com um total de 518 propostas. A reportagem selecionou os pontos do chamado planejamento geral, sem considerar propostas segmentadas por região ou público-alvo. A pedido da reportagem, o governo elaborou um relatório com o andamento de todos os compromissos. O POPULAR fechou a avaliação ouvindo também integrantes dos órgãos e sindicatos ligados aos setores, durante 20 dias de apuração.

Ações além do plano de governo

As ações que foram além do plano de governo oficial e o cumprimento de propostas que foram veiculadas nos programas de televisão durante a campanha eleitoral são destacadas por integrantes do governo ao comentar o baixo porcentual de promessas cumpridas pela gestão tucana.

A reforma de mais de 20 mil escolas, aumento no efetivo da Segurança, construção de 2,8 mil quilômetros de novas rodovias, ampliação de leitos de UTI, s e a redução do IPVA em 50% para veículos populares sem registro de multa são exemplos citados. O governo também alega que são naturais as revisões das promessas de acordo com avaliação de prioridades e surgimento de novas demandas.
De acordo com o relatório do governo, são consideradas cumpridas 20 das 100 promessas. Todo o restante é tido como “em andamento” e apenas 1 “atrasada”.

Veja a Lista completa: (Clica na Imagem pra Ampliar)













Fonte: Jornal O Popular

Goias: Migração hora de mapear os estrangeiros

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Goiás é peça chave para programa federal que quer estudar presença de imigrantes.

Há em Goiás uma multidão anônima. São pessoas que deixaram seus países fugindo de condições adversas e aportaram no Estado buscando uma vida melhor. Nenhum órgão sabe ao certo quantos são e onde estão esses imigrantes. São histórias como a do dominicano Rigoberto Francisco ou dos bengalis que haviam se instalados em Pires do Rio. Esse cenário será descortinado na 1ª Conferência Nacional Sobre Migrações e Refúgio (Comigrar), marcada para maio, em São Paulo. A iniciativa, entretanto, levanta questionamentos sobre as contrapartidas para beneficiar os 6 milhões de brasileiros que vivem no exterior, 300 mil deles goianos.

No dia 13 deste mês, Ofélia Ferreira da Silva e Jana Petaccia de Macedo, respectivamente consultora do Ministério da Justiça e coordenadora do Departamento de Estrangeiros da pasta, integrantes do comitê organizador da Comigrar, estiveram em Goiânia para debater o assunto. Para o Ministério das Relações Exteriores, Goiás possui a melhor prática de relações internacionais do País, por isso a importância da representação goiana. Idealizado por Elie Chidiac, titular da Secretaria de Assuntos Internacionais, e hoje parte integrante da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial (Semira), o Comitê Executivo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (CCETP) tenta mapear a presença de imigrantes em Goiás.

Em condição legal ou não no Brasil, os estrangeiros também terão representação na Comigrar. “Junto com a Procuradoria do Ministério do Trabalho e da Polícia Federal queremos saber onde estão essas pessoas, o que fazem e as condições de trabalho a que estão submetidas. Nosso objetivo é mobilizá-los para que apresentem suas propostas”, explica o coordenador do CCETP, o advogado Valdir Monteiro da Silva.
Titular da Semira, Glaúcia Teodoro dos Reis diz que recebe rotineiramente informações sobre a presença de imigrantes, alguns trabalhando em condições análogas à escravidão.

Para fugir de guerra civil na Síria, quatro famílias vêm para Anápolis

Cônsul honorário da Síria em Goiás, o médico Jamal Yusuf sente no Estado o reflexo da guerra civil em seu país que levou à morte, até o momento, 130 mil pessoas. Cerca de quatro famílias chegaram a Anápolis em 2013 buscando uma vida melhor. Na cidade vivem cerca de 10 mil descendentes sírios e as famílias que vieram, segundo o cônsul, têm relações de parentesco na localidade. Embora tenham entrado com vistos de turistas, pediram refúgio junto à Polícia Federal e estão trabalhando. “A maioria veio de região que não tem conflito, mas a situação na Síria está complicada e o futuro é incerto”. A guerra civil que começou em 2011 destruiu a infraestrutura do país e gerou uma crise humanitária. Mais de 2 milhões de sírios estão refugiados em nações vizinhas.

Jamal Yusuf procurou as famílias e verificou que todas estão amparadas. É uma situação diferente da vivida por 11 pessoas, de um mesmo grupo familiar, localizadas pela Polícia Federal no aeroporto de Fortaleza com passaportes e bilhetes aéreos falsos. Fugindo da guerra na Síria, eles foram para a Turquia, de lá para o Rio de Janeiro, em seguida para Fortaleza de onde pretendiam embarcar para Portugal. Com a ajuda de um intérprete, o líder do grupo explicou que eles saíram da Síria somente com a bagagem de mão.

Após quatro anos, terremoto no Haiti ainda traz imigrantes

O terremoto que arrasou o Haiti em 2010 continua expulsando milhares de pessoas. Inicialmente, levas de homens deixaram o país rumo ao Brasil em busca de trabalho. Em seguida, entraram em cena os coiotes, agentes de fronteira que fazem falsas promessas em troca de dinheiro e introduzem os imigrantes de forma ilegal no País. Mais de 20 dos primeiros que chegaram conseguiram emprego numa indústria de bioenergia em Caçu, no Sudoeste goiano. Outros se espalharam por vários municípios do Estado, como Pires do Rio.
A Polícia Federal em Goiás sentiu a movimentação. De acordo com o delegado Umberto Ramos Rodrigues, nos últimos meses de 2013 e nos primeiros dias de 2014 muitos haitianos solicitaram atendimento no serviço de imigração. “Eles ingressaram no Brasil pelo Acre, onde solicitaram refúgio, mas compareceram no nosso núcleo para consulta do processo e prorrogação da validade do protocolo”.

Foi do Acre que saíram 13 haitianos que chegaram a Trindade em novembro, com promessa de emprego numa cerâmica. Em Porto Velho (RO), para onde tinham seguido por intermédio da Pastoral do Imigrante, conseguiram colocação em uma empresa goiana, mas não concordaram com o salário inicial alegando que precisavam de mais dinheiro para enviar aos familiares no Haiti.

Dominicano diz que se sente em casa

A Comigrar será importante para definir ações estratégicas de apoio ao público imigrante. Em Goiás, o dominicano Rigoberto Francisco, 24 anos, se sente em casa. Ele trabalha na Olderich, em Orizona, mora sozinho numa casa alugada e todo mês envia dinheiro para a mãe e a irmã que ficaram na República Dominicana. Formado em Turismo, ele viajou de avião até o Equador e de lá pegou ônibus para o Peru até entrar no Brasil. Contratado como auxiliar de produção, ele passou pela manutenção e hoje é estoquista. “Gosto muito do meu trabalho. Pretendo morar aqui o resto da vida”, diz Rigoberto que, “mais ou menos” já arrumou uma namorada.

A situação, entretanto, é muito diferente para Mohamed Shaheed, 60 anos, natural da ilha caribenha de Trinidad Tobago. Desde agosto do ano passado ele está internado no Centro de Readaptação e Reabilitação Dr. Henrique Santillo (Crer), em Goiânia. Mohamed estava hospedado sozinho num hotel da capital onde sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). De lá foi levado para o Cais da Vila Nova e em seguida para a UTI do Crer. A unidade acionou a Secretaria de Relações Internacionais na tentativa de localizar algum parente. “Nenhum familiar se interessou por ele”, disse o titular da pasta Elie Chidiac.

Proposta de emprego gera migração

Em maio e agosto do ano passado O POPULAR publicou reportagens mostrando a movimentação de bengalis - grupo étnico de uma região situada na Índia e Bangladesh - em Goiás. A grave crise política desencadeada no início de 2013 em Dacca, capital do Bangladesh, seu país de origem, levou ao êxodo milhares de jovens. Centenas deles buscaram o Brasil acessando o País via Acre ou Mato Grosso do Sul. Nesses Estados foram enganados por quadrilhas que ofereceram falsos empregos em Brasília. Desde então passaram a viver em condições subumanas na periferia da capital federal até serem localizados pela Polícia Federal. A partir daí receberam ofertas de num frigorífico de frangos em Pires do Rio, em Goiás.

Mais de 30 bengalis que pediram refúgio na Superintendência da Polícia Federal em Goiás foram absorvidos como auxiliar de produção na Nutriza, o grupo do qual faz parte o frigorífico Friato, de Pires do Rio. Por realizar o abate halal, que respeita os princípios do Islamismo, a fé que professam, o emprego parecia convidativo. Quando O POPULAR os visitou, em agosto, os jovens bengalis aparentavam cansaço e saudosos de casa, mas felizes por estarem empregados. Durou pouco. Eles já buscaram novos rumos. Segundo a empresa, nenhum deles permaneceu em Pires do Rio. Como receberam proposta melhor no sul do País decidiram ir embora. A princípio, eles teriam buscado Santa Catarina onde trabalha um grande número de compatriotas.

Delegado Regional Executivo da Polícia Federal, Umberto Ramos Rodrigues lembra que os imigrantes formam comunidades no sentido de auxílio e proteção. “Embora as ações governamentais tenham que ter caráter humanitário, as medidas de controle migratório são fundamentais e esse é o grande desafio”, afirma. O delegado ressalta “que o fluxo migratório é normal em qualquer país, o problema é alguém ganhar dinheiro com isso”.

Fonte: Jornal O Popular

Copa 2014: grupo contrário vai às ruas

10:33 1 Comments A+ a-


Trânsito ficou complicado nas principais avenidas da região Central. Movimento também foi realizado em outras capitais.

Cerca de 100 pessoas, a maior parte delas estudantes, se reuniram no Setor Central na manhã de ontem para manifestar contra a realização da Copa do Mundo no Brasil, marcada para junho. A concentração começou por volta das 9 horas, em frente ao Teatro Goiânia, na Avenida Tocantins. O movimento foi marcado pelo Facebook e também estava agendado para acontecer em cidades como São Paulo (com 500 participantes no vão-livre do Masp, na avenida Paulista), Brasília, Porto Alegre, Curitiba e também em Vitória.

Portando faixas, bandeiras e acompanhado por um carro de som, o grupo ocupou o cruzamento das avenidas Tocantins e Anhanguera por volta das 10 horas. Oito viaturas da Polícia Militar acompanhavam a manifestação. Os manifestantes seguiram pela Avenida Tocantins, em direção à Praça Cívica. No caminho, distribuíram panfletos e picharam muros. Na Praça Cívica, em alguns momentos, o grupo fechou os dois anéis, impedindo a circulação de carros e ônibus. Apenas uma viatura socorrista do Corpo de Bombeiros foi liberada para passar.

Em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, um cordão de policiais protegia a entrada do prédio. No cruzamento das avenidas 82 e 84, os manifestantes colocaram fogo em pneus e em sacos de lixo que estavam nas imediações. Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) não estavam presentes no local. O fluxo de trânsito foi controlado pelo Batalhão de Trânsito do Detran. Após percorrerem a Praça Cívica, os manifestantes desceram a Avenida Goiás.

Durante o ato, o grupo cantava “Da Copa eu abro mão, quero dinheiro para saúde e educação”. Além do investimento de recursos públicos em grandes obras, os manifestantes alegam que o poder público utiliza a máquina estatal para favorecer grandes empreiteiras. Segundo eles, quem se manifestar durante a Copa do Mundo poderá ser enquadrado na lei antiterrorismo e ser condenado a até 30 anos de detenção.

O estudante João Marcos Aguiar, de 17 anos, é um dos organizadores da manifestação. Ele ressalta que o grupo não é contra o futebol, mas sim contra as mazelas que já aparecem no país com a realização deste evento esportivo. “A lei antiterrorismo é um atentado contra a democracia e contra a liberdade. Além disso, mais de 250 mil pessoas foram despejadas das regiões próximas à construção de locais ligados à Copa. A Copa não vai deixar um bom legado para o povo brasileiro, não é de interesse do povo, somente dos grandes empresários”, explica Marcos.

O estudante também afirma que, diante de serviços públicos precários, como na saúde e na educação, o dinheiro público deveria ser investido nessas áreas e não na Copa do Mundo. “Não podemos fechar os olhos para esses problemas. O jogo passa, é só um momento de alegria”, destaca o estudante.

A Copa, dizem, é um evento voltado para as elites e para as classes dominantes e que os trabalhadores e pais de família jamais terão acesso aos eventos. No ato de ontem, eles aproveitaram para manifestar contra a atuação da Polícia Militar que, de acordo com o grupo, é truculenta, e contra a mídia, chamada de “fascista”.

Fonte: Jornal O Hoje