5 de novembro de 2013

Empresário Rafael Carvalho processa Gusttavo Lima e exige R$ 10 milhões do cantor


O cantor Gusttavo Lima está sendo processado pelo seu ex empresário, Rafael Carvalho. De acordo com o advogado de Rafael, Maurício Vieira, seu cliente era sócio do sertanejo desde 2008, mas foi afastado da equipe em março deste ano e, desde então, não recebe o dinheiro referente à porcentagem dos shows e campanhas publicitárias do cantor, além de rescisão por quebra de contrato.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, o advogado deu detalhes do contrato entre Gusttavo e o empresário. “O valor total devido pelo cantor é de R$ 10 milhões. Desde que Rafael foi afastado, já houve várias tentativas de acordo, mas a quantia oferecida por Gusttavo era muito baixa. O que o cantor propôs não chega a 5% do valor da multa. Ele nunca pagou nenhum valor a título de recebimento de propaganda, marketing e uso de imagem”, disse Maurício.

Ainda segundo o colunista, Gusttavo e Rafael eram amigos desde 2008, durante uma festa promovida por Rafael em uma boate em Goiânia. O cantor chegou ao local e pediu para se apresentar, Rafael topou e acreditou que ali estava uma grande promessa da música sertaneja.

O advogado do empresário explicou ainda que o sucesso de Gusttavo Lima se deve à oportunidade dada por Rafael.

“O meu cliente acreditou no potencial do artista e trabalhou em conjunto para que ele conquistasse fama e reconhecimento profissional. Todos os contratos firmados estão registrados no 1º Tabelionato de Protestos e Registro de Pessoas Jurídicas, Títulos e Documentos de Goiânia. Gusttavo não efetua nenhum pagamento e não presta contas desde o início de 2013 e, muito menos, justifica de maneira legal e contratual o seu inadimplemento, mesmo após notificado”, explicou o advogado.

O advogado esclareceu ainda que Rafael passou a empresariar o cantor, e investiu dinheiro em sua carreira. Teria inclusive, efetuado pagamentos para gravação dos seus CDs e DVDs. O processo, de número 201303798209, está registrado na 15ª Vara Cível, no Tribunal de Justiça de Goiás.

Fonte: DM