18 de junho de 2013

Manifestações em Goiânia: Servidores estaduais protestam pelo pagamento integral da data-base


Membros de vários segmentos do funcionalismo público estadual participaram do movimento.

Insatisfeitos com o anúncio do governo estadual de parcelamento em quatro parcelas anuais da data-base, servidores públicos estaduais foram para as ruas reivindicar o pagamento integral do reajuste de 6,2%.

Cerca de 300 pessoas, segundo o Corpo de Bombeiros, participaram do ato. Trabalhadores de diversas categorias, como da saúde, da educação, da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), das polícias Civil e Militar se concentraram na Praça do Trabalhador, no Setor Norte Ferroviário na manhã desta terça-feira (18) e seguiram até a Praça Cívica.

Os manifestantes subiram pela Avenida Goiás, com o acompanhamento da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) e de 56 viaturas da Polícia Militar, totalizando mais de 100 policiais. Mesmo com o acompanhamento dos agentes de trânsito, o tráfego ficou complicado no Centro, principalmente na Avenida Goiás, incluindo o cruzamento com a Avenida Anhanguera, onde o grupo se concentrou por alguns minutos, e nas imediações do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, destino final dos servidores. Na porta do Palácio, havia estruturas de ferro e um cordão policial barrando a entrada do prédio. O anel interno da Praça Cívica ficou interditado.

Faixas, cartazes, bandeiras e carros de som foram utilizados pelos servidores para que a população também tomasse conhecimento da causa dos servidores. A manifestação atraiu a curiosidade dos comerciantes e de quem passava pelo local, que acompanharam a caminhada dos trabalhadores.

Maísa Cardoso Trindade, professora da rede pública estadual em Piracanjuba, veio até Goiânia especialmente para a manifestação. A educadora afirma que o governo tem se mantido estático, sem promover o diálogo com os servidores. “Não há diálogo, mas acreditamos que com a nossa união vamos conseguir alguma coisa.”

Fonte: Jornal O Hoje