27 de março de 2013

Prefeitura demole imóveis abandonados em Goiânia



Uma construção abandonada na Avenida T-10, próximo ao Parque Vaca Brava, foi demolida pela prefeitura de Goiânia na manhã desta quarta-feira (27). O motivo: estava sendo utilizada como mocó. O local estava servindo de esconderijo de marginais e também para usuários de drogas.

O diretor da Secretaria Municipal de Fiscalização, Paulo Sérgio Mendonça de Rezende, explica que critérios são adotados pelo poder público para que um prédio abandonado seja demolido. “A prefeitura entra em contato com o proprietário e pede para a construção seja demolida ou reformada. Caso não seja tomada uma providência, nós demolimos e depois cobramos o serviço do dono do imóvel,” relat
Em alguns casos, proprietários alegam que vão tomar providências, mas na verdade nada fazem. Paulo Mendonça relata que a partir do momento que é aberto um processo para verificar se um imóvel está abandonado e trazendo riscos a população, é feito um acompanhamento constante, para que o proprietário tome providências ou o imóvel seja demolido.

Além dos problemas relacionados à segurança pública, existem também preocupações na área da saúde, uma vez que são possíveis ambientes com concentração de focos do mosquito transmissor da dengue. O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, destaca que o trabalho de demolição em construções que estão trazendo prejuízos à população deve ser permanente. “Essas demolições são realizadas após a notificação aos proprietários. São áreas que passam por uma degradação constante, passam a ser refúgio da marginalidade, portanto o poder público precisa tomar atitude,” analisa.

A previsão da prefeitura é que seja derrubado um a dois imóveis por semana para colocar fim aos problemas gerados nos locais. Em Goiânia, existem aproximadamente 160 imóveis abandonados. Além da construção derrubada na Avenida T-10, outros 15 também serão demolidos, pois os proprietários não tomaram nenhum tipo de providência. Quem quiser apresentar denúncias de locais abandonados, deve ligar no 156.

Fonte: Jornal O Hoje