31 de março de 2013

Estados empregam 105 mil funcionários sem concurso público



A primeira pesquisa completa sobre a estrutura burocrática dos Estados, realizada pelo IBGE, revela que os 27 governadores empregavam em 2012, em conjunto, um contingente cerca de 105 mil funcionários que não fizeram concurso para entrar na administração pública. Se todas essas pessoas se reunissem, nenhum dos estádios da Copa de 2014 - nem mesmo o Maracanã - teria capacidade para acomodá-las.

Apenas na chamada administração direta, da qual estão excluídas as vagas comissionadas das empresas estatais, o número de funcionários subordinados aos gabinetes dos governadores ou às secretarias de Estado sem concurso público chega a 74.740, o suficiente para ocupar 98% do maior estádio do Brasil.

No governo federal há 4.445 servidores sem concurso em cargos de confiança na chamada administração direta, ou 0,7% do total dessa categoria. Já nos Estados, a proporção chega a 2,8%.

Gestão indireta

Na administração indireta dos governos estaduais - autarquias, fundações e empresas públicas, segundo a metodologia da Pesquisa de Informações Básicas Estaduais, do IBGE -, há outros 30.809 servidores comissionados não concursados, contingente que encheria metade do estádio Beira Rio, em Porto Alegre.

No governo federal, são 1.300, mas qualquer comparação é indevida, pois o conceito de administração indireta não é o mesmo nas diferentes esferas.

Líder

Do total de 105,5 mil servidores sem concurso nos Estados, quase 10% estão em Goiás. O governador Marconi Perillo (PSDB) abriga em sua burocracia 10.175 funcionários nessa situação, o que o torna líder no ranking desse tipo de nomeações em números absolutos. A Bahia, governada pelo petista Jaques Wagner, vem logo atrás, com 9.240 não concursados.

Ao se ponderar os resultados pelo tamanho da população, os governadores que saltam para a liderança do ranking são os de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), com 937 e 263 cargos por 100 mil habitantes, respectivamente.

Os oito governadores do PSDB controlam, em conjunto, 37,6 mil cargos ocupados por servidores não concursados. Os quatro governadores do PT, por sua vez, têm em mãos 23 mil vagas. Logo atrás estão os quatro do PMDB, com 21,6 mil.

O peso dos partidos muda quando se pondera a quantidade de cargos controlados por 100 mil habitantes. Nesse caso, o PT passa para o primeiro lugar (75), e o PSDB cai para o quinto (41).

Função política

Em teoria, os cargos de livre nomeação servem para que administradores públicos possam se cercar de pessoas com quem têm afinidades políticas e projetos em comum. Na prática, no entanto, é corrente o uso dessas vagas como moeda de troca. Além de abrigar seus próprios eleitores ou correligionários, os chefes do Executivo distribuem as vagas sem concurso para partidos aliados em troca de apoio no Legislativo ou em campanhas eleitorais.

"Os critérios e métodos de composição de governo que servem para a esfera federal se reproduzem nos Estados", observa o cientista político Carlos Melo. "A grande reforma política que poderíamos fazer seria reduzir ao mínimo esses cargos, tanto no âmbito da União quanto no dos Estados e municípios. Faremos? Creio que não. Não interessa ao sistema político."

Cargos de livre nomeação também podem ser usados para atrair para a máquina pública profissionais qualificados que não têm interesse permanente. Mas a pesquisa do IBGE mostra que nem sempre isso acontece. Em Goiás, por exemplo, 49% dos comissionados têm apenas o ensino fundamental, segundo registros oficiais. O governo diz que não controla a escolaridade (leia texto abaixo). No governo federal, apenas 1,4% dos comissionados têm escolaridade até o 1º grau.

"Não podemos tirar nenhuma conclusão sobre a competência dos servidores, mas são evidentes os critérios utilizados para nomear pessoas para o serviço público", avalia o cientista político Sergio Praça. "Em termos de estruturação administrativa, os Estados estão atrasados em relação ao governo federal."

Fonte: Diário da Manhã

Perillo entrega UTI e tomógrafo ao Hospital São Pedro D'Alcântara, em Goiás



O governador Marconi Perillo entregou, na tarde desta quarta-feira (27/3), à população da Cidade de Goiás, a UTI e um tomógrafo do Hospital São Pedro D'Alcântara. A UTI, que possui dez leitos para adultos, recebeu o nome da mãe do governador, Maria Pires Perillo, falecida em julho de 2012. A homenagem foi feita através de placa indicativa descerrada na inauguração.

Pronta há seis anos, a UTI não estava em funcionamento devido à falta de recursos humanos, equipamentos e financiamento. Em junho de 2011, o Governo de Goiás lançou o Plano de Atenção Hospitalar Regionalizada para fomento dos hospitais públicos e filantrópicos goianos com o objetivo de promover a descentralização da saúde. Mais de R$ 53 milhões foram repassados às unidades habilitadas.

Através de convênio com a Secretaria de Saúde, o Hospital São Pedro D'Alcantara passou a receber, desde junho de 2012, a quantia de R$ 400 mil mensais. Na solenidade, o governador anunciou que o convênio será renovado em junho deste ano para mais seis meses de vigência.

Fonte: Mais Goiás

30 de março de 2013

Anápolis vai receber R$ 292,1 milhões do PAC



Prefeito Antônio Gomide recebe da assina parceria com a presidente Dilma para obras de infra-estrutura no município.

O prefeito de Anápolis, Antônio Gomide(PT) firmou parceria entre a Prefeitura de Anápolis e o governo federal viabilizando R$ 292,1 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O convênio anunciado pela presidenta Dilma Roussef(PT) vai garantir investimentos nas áreas de saneamento, pavimentação e reestruturação de corredores de transporte coletivo na cidade.

Somente para a área de saneamento básico serão destinados R$ 197 milhões que vão permitir o cumprimento da meta da atual administração que é levar 100% de água tratada e 85% de rede de tratamento de esgoto na cidade. “Com esses recursos cumpriremos essa meta até 2016. São investimentos importantes que vão garantir mais qualidade de vida à população”, frisou o prefeito.

Para o setor de pavimentação serão disponibilizados R$ 21,5 milhões, o que vai garantir o asfalto em toda a cidade, dentro do programa Asfalto para Todos que já contemplou mais de 80 bairros. A parceria com o governo federal ainda vai destinar R$ 73,5 milhões que serão utilizados na reestruturação de corredores para o transporte coletivo.

Apenas três cidades goianas foram selecionadas nessa etapa do PAC: Anápolis, Aparecida de Goiânia e a capital, Goiânia. Segundo o prefeito Antônio Roberto Gomide, há dois anos, o município apresentou projetos específicos para estas áreas “Esse é o resultado de um trabalho que já vem sendo feito em parceria com o governo federal. Nós fizemos a nossa parte apresentando os projetos e hoje viemos aqui para buscar essa resposta positiva de liberação dos recursos”, disse.

Nova seleção do PAC
No encontro com governadores e prefeitos a presidente Dilma Rousseff anunciou R$ 33 bilhões da segunda seleção do PAC para cidades de médio e grande porte de todos os estados brasileiros. Do total disponibilizado R$ 16,8 bilhões vão para saneamento, R$ 7,9 bilhões para mobilidade urbana e R$ 8,2 bilhões para pavimentação.

Os recursos serão utilizados na pavimentação ou recapeamento de vias, sistema de drenagem de águas pluviais, redes de abastecimento de água e coleta de esgoto, construção de reservatórios, captação de água, passeios com acessibilidade, ciclovias, medidas de moderação de tráfego, sinalização viária e elementos que promovam a acessibilidade universal.

“É uma reunião extremamente importante, porque nela estamos discutindo as questões mais importantes para o Brasil. Nós temos uma função em comum para o desenvolvimento do país, que é a garantia de mais condições para o povo brasileiro e mais oportunidades para eles. Estamos mudando o patamar de reivindicação do nosso povo”, afirmou a presidente Dilma Rousseff. Ela ainda ressaltou que é preciso investir em áreas como mobilidade urbana, pavimentação e saneamento básico que são essenciais para que o Brasil possa se considerar um país desenvolvido. A presidente lembrou ainda que já foram investidos pelo governo federal R$ 69,9 bilhões nas três áreas. (Agencia Brasil)

Fonte: Aparecida Net

28 de março de 2013

Confira o que abre e o que fecha no feriado da Semana Santa em Goiânia



Com o feriado da Semana Santa, desta sexta-feira (28) até domingo, estabelecimentos e serviços públicos e privados da capital funcionam em horários especiais e alguns estarão fechados. Confira o que abre e fecha neste feriado.

O Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás (Sindilojas) e o Sindicato dos Empregados no Comércio no Estado de Goiás (Seceg) informou que o funcionamento do comércio e lojas de rua será facultativo. Nos shoppings, o atendimento será interrompido somente nesta quinta. No sábado e domingo o funcionamento será normal. Em todos os dias, as praças de alimentação dos shoppings funcionam normalmente.

Araguaia Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h30
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22h/ Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
31/03 (domingo): Lojas: 11h às 19h/ Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 19h

Banana Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 22h
30/03 (sábado): Lojas: 9h às 15h – Praça de Alimentação e Lazer: 9h às 22h
31/03 (domingo): Lojas Fechadas/ Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 22h

Bougainville Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
31/03 (domingo): Lojas: 14h às 20 / Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h

Buena Vista Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
31/03 (domingo): Lojas: 14h às 20h / Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h

Buriti Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
31/03 (domingo): Lojas: 14h às 20h / Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 22:30h

Flamboyant Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h30
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 23h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 23h
31/03 (domingo): Lojas: 12h às 22:30h / Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22h30

Goiânia Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h30
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22:30h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 23h
31/03 (domingo): Lojas: 14h às 20h / Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h30

Portal Shopping

29/03 (sexta-feira): Lojas Fechadas/ Apenas Praça de Alimentação e Lazer: 11h às 22h
30/03 (sábado): Lojas: 10h às 22h – Praça de Alimentação e Lazer: 10h às 22h
31/03 (domingo): Lojas: 14h às 20h / Praça de Alimentação e Lazer: 14h às 20h.

As unidades do Vapt Vupt na capital e no interior terão horários diferenciados de funcionamento neste feriado de Páscoa. Nesta sexta-feira, as agências não funcionam. No sábado o atendimento será por escala.

Não haverá atendimento bancário nesta sexta (29), assim como em todas agências dos Correios. No sábado, somente as agências dos correios de shoppings funcionam. O atendimento retorna na segunda-feira (1º de abril). A população pode utilizar os canais alternativos de atendimento para realizar operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet e banco por telefone. As contas com vencimento hoje podem ser pagas na segunda-feira sem incidência de multa.

O expediente nas repartições públicas estaduais e municipais será retomado somente na segunda-feira. Órgãos que desenvolvam atividades de interesse público, como a saúde e a segurança funcionam em regime de plantão. O Serviço Móvel de Atendimento e Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros atende a população 24 horas por dia. Os telefones são 192 e 193.

Fonte: Portal 730

Mais cargos para a companheirada na prefeitura de Goiânia



A cidade transborda aspones e o fato é que está pouco, os políticos querem mais empregos para seus apaniguados. No fim de 2012, o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, mandou sua base na Câmara Municipal aprovar a criação de mil e 150 cargos. Nada de concurso público. Nada de guardas municipais, agentes de trânsito, professores, garis ou médicos. Exatamente mil e 150 cargos de livre nomeação dos chamados aspones, assessores de porcaria nenhuma. Os vereadores fizeram o que o prefeito ordenou, até por terem indicado metade dos nomeados..

Agora, o prefeito, que é católico, viola os princípios da Paixão de Cristo criando para a população a via-sacra de pagar para mais 285 companheiros. Além dos mil e 150 aliados que entraram na prefeitura no início do ano, outros 285 parceiros de campanha vão passar o feriadão numa boa. A desculpa oficial é que serão oportunidades na área de saúde. Seria excelente se os 285 servidores fossem ginecologistas, geriatras, psiquiatras, cardiologistas, gastros, neurologistas, cirurgiões e outros craques nas especialidades da medicina.

Vamos parar com a utopia. Querer médico no postinho é um sonho. Um especialista, então, nem é mais sonho, é loucura imaginar um pediatra de plantão à noite do fim de semana do Cais. As unidades de saúde são o retrato do pesadelo. Então, pelo que o prefeito tem agido, não haverá novidade. Cada vez que um projeto do Executivo passa pela Câmara, a sociedade toma uma tijolada na testa. Não será diferente desta vez.

As procissões da Semana Santa são pequenas comparadas à romaria no corredor do Paço em busca de Osmar Magalhães, o auxiliar de Paulo Garcia responsável pelas nomeações. Em vez de médicos, serão indicados ex-candidatos. No lugar de enfermeiros, as vagas serão preenchidas por cabos eleitorais.

Que o prefeito Paulo Garcia aproveite a Páscoa e mude de atitude. Em vez de cabos eleitorais, nomeie profissionais da saúde. Só assim para seu mandato sair do calvário para a ressurreição.

Fonte: Portal 730

Ambulâncias às moscas



Município conta com 93 viaturas, 13 paradas em galpão de oficina mecânica. Faltam veículos e contingente de funcionários é deficitário.

Cerca de 13 ambulâncias estão paradas em Goiânia para conserto ou manutenção. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, atualmente existem 5 veículos no conserto. Além destes a média diária é de 8 ambulâncias em manutenção. No total a população conta com 39 ambulâncias sanitárias tipo A, ou seja, veículos que realizam o transporte eletivo (pacientes não graves). Desse total, 29 carros são de frota própria e, 10, locados.

A situação é caótica tendo em vista que as ambulâncias não atendem apenas as unidades de saúde, mas também buscam, para consultas e exames, pacientes idosos, pessoas que fazem hemodiálise e quimioterapia. Além do estado de conservação das ambulâncias, o número de veículos para atender a toda essa demanda é insuficiente.

Além da população, os motoristas das ambulâncias também estão reclamando quanto às suas condições de trabalho e situação dos veículos dirigidos por eles. Para os profissionais, o número de motoristas trabalhando não é suficiente o que causa excesso de trabalho e sobrecarga. Um dos motoristas da SMS que levaram a situação das ambulância a público e que preferiu não ser identificado relata a respeito. Para ele, o problema vai além do mau estado de conservação dos veículos. “Temos de fazer o dobro da correria, quando voltamos para o Cais, já existem seis pessoas esperando por nós, não paranos porque só existe uma ambulância” afirma. Para ele o trabalho fica ainda pior quando não há acompanhantes com os pacientes. “Ficamos conversando e ainda tenho que dar atenção aos pacientes e prestar atenção no trânsito, quando nossa função é dirigir.”

Segundo o motorista, a conservação dos veículos não ajuda em nada. “Eles têm uns oito anos de uso, lataria em péssimas condições, giroflex e sirene não funcionam. Tenho quase dois metros de altura e dentro de um carro com banco quebrado, me sinto um caco ao final do dia”, ressalta. Segundo ele, os consertos poderiam ser mais ágeis. “Se o pessoal quisesse mesmo, arrumava essas ambulâncias para amanhã”, diz.

O motorista ainda conta que enquanto as ambulâncias estão no conserto os motoristas não trabalham. “Para cada ambulância na oficina existe, por trás desse fato, quatro motoristas parados, a R$ 100 por dia que eles (SMS) pagam ao motorista parado, então se colocarmos os prejuízos no final do mês seria suficiente para comprar outras ambulâncias”, diz.

Quando os veículos estragam a informação é passada por eles à Central da SMS. “O procedimento, quando o veículo estraga, é ligarmos para a  Central da secretaria e eles mandam a divisão de transportes buscar ou o levamos até a oficina nós mesmos”, esclarece.

A responsável pela Divisão de Transportes da Secretaria Municipal de Saúde, Maxilânia Clemente Costa, discorre as prováveis soluções para o problema. “Nossa frota própria é constituida por 9 veículos ano 2005 –  oito anos de uso -  20 deles ano 2008,  - cinco anos de uso, - outras 10, terceirizadas, que quando estragam são substituídas solucionando o problema. O maior problema é o tempo de uso dos veículos”, diz.

Maxilânia explicou que há ainda dois veículos batidos em avaliação para definir se irão ou não ao conserto.” Talvez com o valor da manutenção a melhor opção não seja restaurar as duas ambulâncias, não compensa.”

Segundo Maxilânia, os motoristas são responsáveis por avisar a necessidade de consertos das ambulâncias, além de levá-las à oficina quando possível. “Avisam a Central, ela atende, aquilo que pedem para ser consertado é realizado, no entanto muita das vezes quando vão retirar o veículo não o conferem. Nem sempre aquele que entrega o veículo é quem busca, alguns carros ficam parados lá. Eles deveriam acompanhar o processo, se não foi executado o conserto, eles são avisados: não se pode retirar o veículo novamente”, explica.

Em relação aos motoristas que ficam à espera do concerto das viaturas, ela explica que não é bem assim como afirmam:  “Na verdade isso acontecia antes, solicitavam algum conserto, pediam para ficar na unidade de saúde, com isso, de dez consertos diários passamos a 20”. Agora, segundo ela, quando a ambulância está no conserto, os motoristas são remanejados para outras unidades ou até mesmo para a divisão de transportes para cobrir férias ou licença de outros que não estejam trabalhando. “É por isso que eles estão reclamando”, ressalta.

Para ela, o quadro deve melhorar caso seja levado adiante o processo de licitação que prevê locação de  40 ambulâncias substituindo as atuais, antigas, que precisam de manutenção com grande frequência.

Fonte: Diário da Manhã

Bilhetagem seccionada nas linhas intermunicipais



A Transdata Smart acaba de credenciar junto a Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás o seu sistema de Bilhetagem Eletrônica Rodoviário, TDMAX ROD. Agora todas as empresas de ônibus com linhas intermunicipais que percorrem o estado goiano, podem operar com o sistema de cobrança segmentado por trechos.

O SISTEMA TDMAX ROD

O TDMAX ROD é uma tecnologia desenvolvida com o objetivo de oferecer as empresas de ônibus com linhas rodoviárias, a facilidade de cobrar o valor adequado do passageiro pelo trecho percorrido, com o cálculo dos impostos inclusos, identificando por GPS seu local de embarque e desembarque, garantindo assim rentabilidade para a empresa.

Outra grande vantagem do TDMAX ROD é a emissão de bilhetes com valor fiscal pela impressora embarcada para o passageiro, pois nosso produto é homologado para operar em diversos estados signatários do PAF.

O sistema também permite a compra de créditos previamente pela Internet, o que reduz a quantidade de dinheiro embarcado, aumentando a segurança do ônibus.

A Transdata Smart é pioneira em sistema de bilhetagem eletrônica e outras soluções de automação em transporte de passageiros. Sediada em Campinas/SP, atua há 19 anos em mais de 100 cidades no Brasil, Argentina e Colômbia.

Fonte: Transdata Smart (onibusrmtca)

Presidente da Metrobus garante que empresa não explora motoristas e diz que é favorável ao VLT



Adriano Oliveira defende implantação do VLT em Goiânia. Para ele, será uma grande oportunidade para a Metrobus mostrar eficiência e capacidade.

O presidente da Metrobus, Adriano Oliveira, participou do Programa Clube da Notícia, da Rádio 730, na manhã desta quinta-feira (28). Ele comentou sobre reclamações do Sindicato dos Motoristas em relação a carga horário e do pagamento de avarias nos veículos.
Adriano Oliveira defende que na sua gestão a Metrobus melhorou o atendimento ao usuário e também as condições de trabalho de seus condutores. Segundo o presidente, o Ministério do Trabalho vistoriou a empresa e não encontrou irregularidades. “Nós contratamos os motoristas para trabalhar 8 horas e eles trabalham 7 horas e um minuto,” afirma.

De acordo com o dirigente, além do período de descanso, todos os motoristas têm de seis a oito minutos de intervalo entre uma viagem e outra. Normalmente, o trajeto entre o Terminal Padre Pelágio e o Terminal Novo Mundo leva em torno de 42 minutos.

Adriano admite que os condutores trabalham sobre uma carga de stress muito grande e, que o salário não é muito atraente, mas ainda sim a maioria dos funcionários gostam do emprego. “Os motoristas não tem uma visão negativa da empresa,” diz.

Trem
O governo estadual trabalha para implantar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Eixo Anhanguera nos próximos anos. Adriano vê a questão como uma oportunidade para a Metrobus. “É um desafio. Nós teremos que ser cada dia mais eficiente. Nós poderemos mostrar o valor da empresa,” discursa.

O presidente da Metrobus está de olho na expansão do Eixo Anhanguera para as cidades de Senador Canedo, Goianira e Trindade. A intenção de Adriano é que a empresa opere as linhas.

Adriano afirma que desde a ideia de se implantar o VLT que ele apoia o projeto. O presidente afirma que está lutando para que todos os motoristas tenham seus empregos mantidos.

Fonte: Portal 730

Justiça proíbe novas indústrias na região Norte de Goiânia e pede esclarecimentos à Hypermarcas



O juiz Jerônymo Pedro Villas boas acolheu de forma parcial o pedido liminar feito pelo ministério público e proibiu que o município de Goiânia autorize novos estabelecimentos industriais e comerciais na região Norte da Capital. A decisão vale até que o mérito da ação civil pública seja julgado.

Além da proibição, o juiz pediu que o grupo Hypermarcas apresente cópia integral das autorizações ambiental e para uso do solo na região. A empresa realiza obras de expansão do parque industrial, que fica próximo ao córrego samambaia. O ministério público aponta que o centro de distribuição da empresa começou a ser construído sem qualquer autorização da prefeitura, além de apresentar pedidos de uso do solo com até três endereços diferentes.

A polêmica obra da Hypermarcas chegou às discussões da Câmara de Municipal, que ainda analisa realizar uma audiência pública para discutir a questão. O vereador Elias Vaz (PSOL) não tem dúvidas em afirmar que a obra é ilegal. “Se um pobre faz uma coisa como fez o Hypermarcas embarga na hora. Agora como é um empreendimento de quem tem poder econômico,” ironizou o parlamentar.

Elias afirma que o atual Plano Diretor não permitiria de forma alguma a construção, “tanto é que a prefeitura está tentando a mudança do plano, justamente para que a obra possa ser feita,” cita o vereador. Outro ponto criticado pelo parlamentar, é que a Hypermarcas não possui alvará para a execução do projeto, mas mesmo assim seguiu construindo, com a conivência do poder público.

Já o vereador Clécio Alves (PMDB) que é o presidente da Câmara, já usou a tribuna da casa para defender a instalação na região norte de Goiânia. Segundo ele, a obra deve trazer benefícios como novos empregos à população, mas a decisão judicial deve ser cumprida. “A empresa Hypermarcas, assim como outras que geram emprego, renda, desenvolvimento tem um papel importante. Mas não cabe a mim discutir uma decisão judicial,” afirma.

A decisão liminar do juiz Jerônymo Villas Boas determinou a proibição de novos empreendimentos na região Norte antes da análise do mérito pedido pelo ministério público, sobre o raio de proteção ambiental.

Fonte: Jornal O Hoje

Chineses querem investir R$ 300 mi em Aparecida



Representantes do grupo Grand Will pretendem construir um complexo industrial e uma geradora de energia solar no município.

Empresários chineses representantes do grupo Grand Will, que atua na área de construção civil com uso de materiais biossustentáveis e linhas de geração e distribuição de energia se reuniram ontem com o prefeito Maguito Vilela (PMBD), em seu gabinete, em Aparecida de Goiânia. Durante encontro, o presidente do grupo, Richard Lu, contou que a pretensão é investir cerca de R$ 300 milhões na construção de um complexo industrial e uma geradora de energia solar no município.

Ainda de acordo com os empresários, o investimento pode gerar cerca de 2,5 mil empregos diretos e precisará de uma área de 150 hectares. “O polo industrial da Grand Will terá hospital, escola, e nosso projeto é construir também um complexo habitacional para os trabalhadores”, adiantou. Richard Lu disse ainda que escolheu Aparecida devido aos índices de crescimento econômico do município.

Maguito colocou a prefeitura à disposição e indicou o secretário de Indústria e Comércio, Marcos Alberto Luiz Campos, para auxiliar o grupo com benefícios fiscais e indicação da área. “O setor industrial é fundamental para o desenvolvimento e progresso de uma cidade. Por isso temos feito muitas parcerias nacionais e internacionais, que têm dado resultados positivos para o município”, afirmou o prefeito. Ele afirmou ainda que no dia 14 de abril o superintendente da Secretaria de Indústria e Comércio de Aparecida, Ricardo Rabahi, vai pessoalmente conhecer as instalações do grupo Grand Will, na China.
Estado

No dia 20, os representantes da Grand Will visitaram o governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB). Desde então, percorrem outras cidades do Estado, como Bela Vista e Uruaçu. “Sabemos que Goiás é um Estado forte, que cresceu 3,8% a mais que os outros Estados brasileiros. Por isso apresenta muitas oportunidades”, reconheceu o presidente da empresa, Richard Lu.

Fonte: Jornal O Hoje

27 de março de 2013

Paul McCartney em Goiânia: "Zezé Di Camargo foi o grande articulador", diz governador


Segundo Marconi Perillo, o cantor sertanejo o alertou sobre a possibilidade de inserir Goiânia no roteiro dos grandes eventos brasileiros
Demian Duarte
Mônica Carvalho
Durante o anúncio oficial do show do Paul McCartney em Goiânia, que será realizado no dia 6 de maio, no Estádio Serra Dourada, o governador Marconi Perillo (PSDB) revelou que o cantor Zezé Di Camargo foi quem o avisou sobre a possibilidade de inserir a capital goiana no roteiro da turnê “Out There” do ex-Beatle. “Esse show vai acontecer aqui por conta de um grande goiano que se preocupa com Goiás e que me arletou e ajudou a articular a vinda de Paul [McCartney]. Quero agradecer, mesmo na ausência, o cantor Zezé Di Camargo.”

Segundo Marconi, Zezé Di Camargo ligou para ele, em um domingo, indagando se o governador teria interesse em articular a vinda de Paul McCartney a Goiânia. “Paul e os Beatles são a maior referência da música dos últimos tempos e trazer um ex-Beatle a Goiânia certamente é muita honra e satisfação para todos nós”, completou.
O comunicado foi feito nesta quarta-feira (27/3) no Palácio Pedro Ludovico Teixeira e contou com a presença do empresário e produtor Luiz Oscar Niemeyer, da PlanMusic Entretenimento e do empresário Cristiano Câmara, que representou a TV Anhanguera, divulgadora oficial do evento. Os ingressos para assistir ao ex-Beatle Paul McCartney irão custar entre R$ 80 e R$ 600 (Confira aqui tabela completa) e a venda começa nesta quinta-feira (28) pelo site da Ingresso.com, a partir das 10h.   A expectativa é de que 45 mil pessoas assistam o show.
Marconi iniciou o discurso ressaltando que o governo do Estado vai contribuir para a realização do evento disponibilizando o Estádio Serra Dourada, melhorando a logística e infraestrutura da cidade e avalizando a participação de empresas privadas, que vão coparticipar dos investimentos necessários para a vinda do ex-Beatle. Segundo o governador, a expectativa é de que não haja necessidade de participação direta do governo estadual em relação a patrocínio.  “As prioridades são a segurança, a parte de logística e o estádio.” O governador também demonstrou interesse do governo em inserir este espetáculo no roteiro das comemorações de 80 anos de Goiânia.
Marconi ressaltou também a importância do evento para Goiás. Segundo ele, a vinda do ex-Beatle possibilitará a divulgação positiva e qualitativa do Estado, da nossa economia, da nossa cultura, da hospitalidade dos goianos e do nosso nível de profissionalização e capacitação pra sediar eventos dessa magnitude. “Há muito tempo desejamos inserir Goiás no roteiro dos grandes eventos brasileiros. A vinda do show do Paul McCartney significa a inserção definitiva de Goiás nessa rota.”

Paul McCartney: ingresso de R$ 80 a R$ 600


Produtora divulgou hoje os valores das entradas para o show que acontece no dia 6 de maio, em Goiânia.

Em coletiva para a imprensa na manhã desta quarta-feira (27), a produtora responsável pelos shows de Paul MacCartney no Brasil anunciou os valores dos ingressos para a apresentação do ex-Beatle em Goiânia. As entradas variam de R$ 80 (meia-entrada da arquibancada) a R$ 600 (pista premium). O show está confirmado para o dia 6 de maio, no Serra Dourada, às 21h.

Os ingressos da pré-venda começam a ser vendidos nesta quinta-feira (28) e os gerais no dia 1º de abril. O show terá lotação de 50 mil pessoas e todos os ingressos também estão disponíveis em meia-entrada para estudantes. Os patrocinadores da turnê são o Banco do Brasil e a SKY. Clientes do BB com Ourocard poderão comprar o ingresso em pré-venda.

Fãs que possuem cadastro no site oficial do cantor também terão direito à pré-venda a partir das 10h do dia 28, pelo Ingresso.com. A partir da meia-noite do dia 1º de abril, os ingressos gerais estarão à venda pelo mesmo site além da bilheteria do Serra Dourada.

Cada pessoa (CPF) pode comprar até seis ingressos e não será permitida a troca de ingressos depois da compra. Menores de 16 anos só poderão entrar no show acompanhados por responsável.

Ingressos:

Pista premium: R$ 600 (inteira) / R$ 300 (meia/estudante)
Pista: R$ 300 (inteira) / R$ 150 (meia/estudante)
Cadeira Superior: R$ 340 (inteira) / R$ 170 (meia/estudante)
Arquibancada: R$ 160 (inteira) / R$ 80 (meia/estudante)

Representantes do Banco da China demonstram interesse em investir em Goiás


Interlocutores da instituição financeira ressaltaram projeção econômica do Estado e afirmaram ter cerca de US$ 170 bilhões para aplicar no exterior
Rodrigo Cabral
Ketllyn Fernandes

Representantes do Banco da China no Rio de Janeiro, o Bank Corporation, estiveram reunidos com o governador Marconi Perillo (PSDB) na manhã desta quarta-feira (27/3) para tratar de interesses daquele país de investir em Goiás. Esta é a segunda vez este mês que investidores chineses vêm ao Estado com o mesmo fim. No último dia 20, o grupo estrangeiro Grand Will esteve com o tucano e demonstrou interesse em investir US$ 1,5 bilhão no Estado.

Os representantes do Banco Chinês ressaltaram as potencialidades econômicas de Goiás, que segundo eles projetam destaque nacional e internacional ao Estado. Marconi então citou os últimos números da economia goiana, como o PIB de 2012 (3,8%), cujo crescimento foi quase quatro vezes superior ao nacional (0,9%).

“E, nos dois primeiros meses deste ano, foi o que mais gerou empregos proporcionalmente no país. Em 2012, fomos o segundo que mais cresceu no desenvolvimento industrial, e também tivemos desempenho muito forte na área de exportação e importação. Para este ano e o próximo, temos projeto muito arrojado na área de infraestrutura”, disse, completando que Goiás é o segundo maior produtor de cana-de-açúcar e etanol do Brasil.

O grupo tem interesse em investir nos setores de energia, Etanodulto e infraestrutura. Conforme disseram a Marconi Perillo, o Banco tem atualmente US$ 250 bilhões de dólares ativos, dos quais US$ 160 a US$ 170 serão destinados a investimentos no exterior.
A visita dos investidores a Goiás foi intermediada pela senadora por Tocantins Kátia Abreu (PSD), presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Acompanharam a reunião o vice-governador José Eliton (DEM), os secretário Giuseppe Vecci (Gestão e Planejamento), Danilo de Freitas (Infraestrutura), Antônio Flávio de Lima (Agricultura) e o assessor para para Assuntos Internacionais, Elie Chidiac.
Fonte: Jornal Opção

Prefeitura demole imóveis abandonados em Goiânia



Uma construção abandonada na Avenida T-10, próximo ao Parque Vaca Brava, foi demolida pela prefeitura de Goiânia na manhã desta quarta-feira (27). O motivo: estava sendo utilizada como mocó. O local estava servindo de esconderijo de marginais e também para usuários de drogas.

O diretor da Secretaria Municipal de Fiscalização, Paulo Sérgio Mendonça de Rezende, explica que critérios são adotados pelo poder público para que um prédio abandonado seja demolido. “A prefeitura entra em contato com o proprietário e pede para a construção seja demolida ou reformada. Caso não seja tomada uma providência, nós demolimos e depois cobramos o serviço do dono do imóvel,” relat
Em alguns casos, proprietários alegam que vão tomar providências, mas na verdade nada fazem. Paulo Mendonça relata que a partir do momento que é aberto um processo para verificar se um imóvel está abandonado e trazendo riscos a população, é feito um acompanhamento constante, para que o proprietário tome providências ou o imóvel seja demolido.

Além dos problemas relacionados à segurança pública, existem também preocupações na área da saúde, uma vez que são possíveis ambientes com concentração de focos do mosquito transmissor da dengue. O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, destaca que o trabalho de demolição em construções que estão trazendo prejuízos à população deve ser permanente. “Essas demolições são realizadas após a notificação aos proprietários. São áreas que passam por uma degradação constante, passam a ser refúgio da marginalidade, portanto o poder público precisa tomar atitude,” analisa.

A previsão da prefeitura é que seja derrubado um a dois imóveis por semana para colocar fim aos problemas gerados nos locais. Em Goiânia, existem aproximadamente 160 imóveis abandonados. Além da construção derrubada na Avenida T-10, outros 15 também serão demolidos, pois os proprietários não tomaram nenhum tipo de providência. Quem quiser apresentar denúncias de locais abandonados, deve ligar no 156.

Fonte: Jornal O Hoje

26 de março de 2013

GO Music Festival 2013


Data: 09/08/2013
Local: Goiânia Arena
Site Official

Dias 09 e 10 de Agosto, no Goiânia Arena! GO Music Festival com mais de 10 super atrações. O maior festival de música do Centro-Oeste!

Show:
- Skank
- Cidade Negra
- Jota Quest
- Raimundos
- Sepultura
- Marcelo D2
- Biquini Cavadão
- Mutambo
- Black Drawing Chalk
- Chalks
- Mega Show *Aguarde
- Atração Internacional a  Confirmar

Palco Go Indie:
Tape 90, Barfly, Girlie Hell, Grieve, CDP, Radiocarbono, Cambriana e mais diversas bandas independentes

Umuarama Harley-Davidson Garage Rock
Campeonato GO Skate
Concurso GO Indie de bandas
Tenda Eletrônica


Vendas do 1º lote SOMENTE dias 16 e 17 de Março.

Ingressos:

GO Pass: à vista R$ 80 / cartão R$ 100,00*
- Passaporte 2 dias
- Arquibancadas

GO Pass VIP: à vista R$ 150,00 / cartão R$ 170,00*
- Passaporte 2 dias
- Área VIP em frente ao palco

GO Pass PREMIUM: à vista R$ 300,00 / cartão R$ 320,00*
- Passaporte 2 dias
- Camarote open bar e open food: cerveja, refri, vodka, suco, água, buffet de salgados e frios.

* preços referentes a meia entrada; lote de 1000 para cada área e 200 para o GO Pass PREMIUM.

Pontos de Vendas:

- Quatro Estações Viagens e Turismo
- Stand GO Music: Shopping Bougainville
- Calango
- Tecmídia Comunicação Visual
- Vendas on-line: www.ticpass.com


ANAC autoriza construção de aeroporto em Aparecida de Goiânia



Projeto abrange sítio portuário de 150 hectares e está orçado em R$ 30 milhões. As obras são realizadas com recurso privado.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a construção do aeroporto executivo de Aparecida de Goiânia. A permissão foi assinada pelo superintendente substituto de infraestrutura aeroportuária da Anac, Leonardo Boszczowski, na última quarta-feira (20) e enviada nesta terça-feira (26) ao prefeito Maguito Vilela (PMDB).

A medida autoriza a construção, mas não supre a exigência de outros requisitos, como licenciamento ambiental, uso de solo e zoneamento urbano, ou condicionantes impostos pelo órgão encarregado do controle de espaço aéreo, que devem ser providenciados gradativamente pelo município, de acordo com cada fase indicada do projeto.

“A autorização da Anac é o início de todo o processo de implantação do aeroporto, o pontapé para que o projeto agora saia do papel. Com o aval da Anac, teremos total condições de providenciar as demais documentações, juntamente com o grupo que se encarregará da construção”, explica Maguito Vilela, lembrando que o aeroporto será um empreendimento privado, realizado por um grupo de empresas do setor, com a autorização e suporte do município.

O documento assinado pelo superintendente da Anac determina que ao final da obra, o município deve encaminhar um termo de notificação do término da obra, conforme critérios da Agência, e realizar o pedido de inscrição no cadastro de aeródromos para a abertura ao tráfego aéreo no novo aeroporto.

Outra orientação é que o município obtenha o Instrumento de Outorga para exploração da infraestrutura aeroportuária junto a Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República.

Todo o processo de implantação do aeroporto, desde a concepção do projeto executivo – realizado em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag) – será inspecionado pela Anac e outros órgãos competentes, no sentido de verificar e evitar irregularidades.

“Vamos cumprir rigorosamente cada determinação da agência para garantir que a autorização, concedida em caráter precário, não seja suspensa em nenhum momento de todo esse processo. O aeroporto trará inúmeros benefícios para o município, vai atrair mais empresas, movimentar um turismo de negócios”, enfatizou o prefeito.

Estrutura

O projeto é acompanhado pelo ministro-chefe da SAC, Wagner Bittencourt de Oliveira, desde a proposta inicial, em 2012. “Todas as interferências, no aeroporto Santa Genoveva e bases aéreas, foram avaliadas”, esclareceu o secretário de Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia de Aparecida de Goiânia, Marcos Alberto Luiz Campos.

O projeto abrange um sítio portuário de 150 hectares e está orçado em R$ 30 milhões e trata-se de um empreendimento realizado com capital privado, sob orientação da administração municipal. Prevê a construção da garagem que abrigará toda a frota goiana – considerada hoje uma das quatro maiores do país em capacidade de manutenção, contabilizando mais de mil aeronaves – e do parque de manutenção das aeronaves.

“Nosso aeroporto vai promover o desafogamento do Santa Genoveva, em Goiânia, que poderá se destinar totalmente à aviação comercial”, completou o secretário. A expectativa é que a obra seja concluída em 2014.

Fonte: Jornal O Hoje

Goiás: Estado terá R$ 8 bi

Liberação de empréstimos ajuda governador tucano, que terá condições de realizar investimentos públicos. Obras são esperança de sucesso na eleição estadual de 2014, mas governo correrá contra o tempo para colocar projetos em prática.


Os recursos proveniente do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) será a ajuda mais importante para que o governador Marconi Perillo (PSDB) lute pela reeleição. Ao todo, o Palácio do Planalto injetará no Estado mais de R$ 8 bilhões nos próximos anos, entre parcerias e empréstimos. Os recursos virão, majoritariamente, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O governo do Estado, porém, também acertou com o Banco do Brasil um empréstimo de R$ 1,5 bilhão para realizar investimentos na área de infraestrutura. As obras, fruto das parcerias, serão a esperança do tucano para alavancar a gestão e, com isso, entrar forte em 2014 na busca por mais um mandato no Palácio das Esmeraldas.

A Tribuna listou algumas dos principais projetos (veja quadro) que estão planejados para os dois próximos anos. Todos eles contam com recursos federais, que serão disponibilizados por empréstimos ou por investimento direto do governo federal.
Essa ajuda do governo federal está presente nos principais investimentos que a administração marconista se propõe a fazer. O Rodovida Construção, que promete pavimentar 1,7 mil quilômetros de novas estradas, será bancado com o empréstimo de R$ 1,5 bilhão concedido pelo Programa Especial de Apoio aos Estados (Propae) do BNDES no fim do ano passado. Esse recurso também será usado para construir 29 aeródromos pelo interior e mais três viadutos em Goiânia.

Já o empréstimo do Banco do Brasil está acertado, faltando apenas a assinatura. O montante deverá ser usado para financiar a construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Goiânia, que é um dos principais projetos do governo para a capital. Além disso, o recurso deverá ser usado também para erguer hospitais e outras obras, como o Centro de Excelência do Esporte da Avenida Paranaíba (no local do antigo Estádio Olímpico).

Por fim, outro montante conseguido pelo governo foi pelo Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinveste), que totaliza R$ 627,4 milhões.  A ajuda do governo federal, porém, não será só para investimentos. Em 2011, o Estado conseguiu junto à Caixa Econômica Federal um empréstimo de R$ 3,527 bilhões para saldar parte da dívida da Celg, que se encontrava em dificuldades financeiras.

Crescimento
A estratégia do governador de usar recursos federais para investimentos públicos é baseada em um plano de crescimento elaborado pela presidente Dilma Rousseff. A intenção da iniciativa é ajudar os Estados brasileiros a investir em melhorias, proporcionando melhores oportunidades de crescimento da economia nacional, uma das principais metas do governo petista.

A nova política de empréstimos começou a ser praticada em junho de 2012, quando o governo federal expressou preocupação com a diminuição do crescimento da economia. Para combater isso, a presidente petista liberou linhas de créditos para os Estado que somaram R$ 39 bilhões. Um dos primeiros beneficiados foi o Rio de Janeiro, mas Goiás também entrou na fila.

Apesar de ser do PSDB, principal partido de oposição ao PT da presidente, Marconi não encontrou dificuldades para conseguir os recursos. Mesmo com críticas de alguns líderes da oposição em Goiás, de que o dinheiro federal pavimentaria a reeleição de Marconi em 2014, o tucano se beneficiou da chamada “postura republicana” de Dilma e conseguiu recursos para bancar as obras.

“Agradeço à presidente Dilma Rousseff pela política suprapartidária e pelo respeito à minha pessoa e ao nosso Estado. Eu não senti, por parte da presidente, em nenhum momento, alguma articulação que pudesse significar restrição ao Estado de Goiás pelo fato de sermos de um partido de oposição”, disse o governador, no evento de assinatura dos empréstimos com o BNDES, em novembro do ano passado.

Endividamento
Os empréstimos serão pagos pelo Estado com taxas de juro que variam de 0,8% a 1,1% ao ano. O montante financiado pelo BNDES para o Rodovida Construção começará a ser pago em sete anos, enquanto os outros dois que já estão assinados têm carência de dois anos. Os prazos para pagamento das quantias variam de 20 a 22 anos.

Com mais de R$ 7 bilhões em empréstimos, uma preocupação é com um possível endividamento do Estado nos próximos anos. Para o secretário da Fazenda, Simão Cirineu Dias, isso não acontecerá. Por e-mail, ele argumentou que “as dívidas não são impagáveis e que os recursos resultarão em obras para toda a população”.

Além disso, a expectativa da Secretaria da Fazenda é que, em 2020, o impacto dos empréstimos nas finanças estaduais seja menor do que em 2012. “A Sefaz estima que o percentual de comprometimento do Estado em 2020 esteja em torno de 12%. Atualmente estamos em aproximadamente 20% da Receita Líquida Real”, prevê.




Governo terá de correr contra o tempo para terminar obras

Com dinheiro em caixa, o governo de Marconi Perillo terá agora que acelerar os cronogramas para conseguir terminar pelo menos boa parte das obras previstas até o final de seu mandato. Dos principais projetos, o Rodovida Construção é o que aparenta estar em estágio mais avançado, enquanto o VLT ainda não saiu do papel e só ficará pronto, segundo estimativas, em 2015.

A responsabilidade das obras é da Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop). Na segunda, 18, a Tribuna entrou em contato com o órgão para obter mais detalhes sobre o cronograma de atividades de cada uma das obras. No entanto, até o fechamento da edição, o órgão não havia enviado os dados solicitados.

No Rodovida Construção, apesar do período chuvoso, o presidente da Agetop, Jayme Rincón, garante em entrevistas que as obras estão dentro do cronograma. As obras dos viadutos da GO-060 e da GO-070 em Goiânia, nas saídas de Trindade e Inhumas, respectivamente, já têm movimentação.

Nos dois casos, já estão sendo providenciadas mudança da rede de energia elétrica, na retirada de arbustos e no desvio de tráfego no local, pela Agência Municipal de Trânsito (AMT). Em seguida, serão iniciadas as obras de edificação, com início da trincheira e, na sequência, a terraplenagem e pavimentação das pistas. A previsão para execução é de oito meses e o custo total das obras de R$ 20 milhões.

Por outro lado, o VLT aparenta ser o projeto com cronograma mais atrasado. Defendido com vigor pelos aliados do governador como uma solução para o trânsito na capital, a obra está orçada em R$ 1,3 bilhão, mas ainda está na fase de licitação e não ficará pronta antes de 2015.

A pressa tem explicação na necessidade do governador em mostrar obras para a sociedade, pensando em um possível cenário de reeleição em 2014. Com dificuldades administrativas e políticas nos dois primeiros anos de governo, Marconi e seus aliados têm total confiança em fazer um bom 2013 para melhorar a imagem.

Além disso, se for mesmo tentar a reeleição, Perillo só poderá inaugurar obras até o fim de junho de 2014, quando serão realizadas as convenções partidárias. A partir do momento que ele for homologado como candidato, o tucano não poderá mais participar das inaugurações.

Centro de Excelência

Demolido em 2005, o Estádio Olímpico é mais um alvo do pacote de obras do governo. O estádio integra o complexo do Centro de Excelência do Esporte, que engloba também o Parque Aquático, o Ginásio Rio Vermelho e o Laboratório de Pesquisa e Capacitação. Parada desde 2009 por determinação da Justiça, a obra será retomada este ano.

Recém-empossado como presidente da Agência Goiana de Esporte e Lazer (Agel), Célio Silveira (PSDB) explica que a Agetop irá assumir a condução da obra. Para superar os problemas judiciais, está sendo elaborada uma nova licitação, que deve ser divulgada dentro de 90 dias. A previsão de início das obras é para julho.

Na última semana, porém, Marconi Perillo colocou um pouco mais de pressão no cronograma da obra. Isso porque Goiânia está entre as cidades brasileiras que querem ser sede dos Jogos Escolares da Juventude 2014. Na quinta, 21, o governador recebeu representantes do Comitê Olímpico Brasileiro (Cob) em audiência para tratar do assunto.

A promessa de Marconi é que, caso Goiânia seja escolhida como sede, o Centro de Excelência será entregue antes dos Jogos. “Eu gostaria de adiantar que o Estado está inteiramente comprometido com essa possibilidade. Eu me disponho a assinar um contrato de cooperação objetivo com o Comitê Olímpico e garantir a conclusão até o início da competição do Centro de Excelência Esportivo de Goiás, incluindo a melhoria nas piscinas, reforma do ginásio Rio Vermelho, construção da pista de atletismo, cujos projetos já estão prontos, e a conclusão do laboratório”, disse Perillo, em entrevista.

Além do Centro de Excelência, outras obras também vão precisar de um cronograma mais acelerado. No início deste mês, foi iniciada a construção de presídios em Anápolis, Novo Gama, Formosa e Águas Lindas de Goiás. Inicialmente, são previstos 18 meses para a entrega das unidades, que terão 300 vagas cada.

Viabilidade

Além da dificuldade de concluir as obras, o governo é questionado sobre a real necessidade de duas das principais obras: a do VLT em Goiânia e a reconstrução do Estádio Olímpico, que integra o projeto do Centro de Excelência. “O VLT é um desperdício de dinheiro. Tirar o Eixo Anhanguera e colocar o VLT no lugar é trocar seis por meia dúzia”, argumenta o deputado oposicionista Francisco Gedda (PTN).

Entre 2008 e 2010, o parlamentar foi presidente da Metrobus, empresa responsável pelo transporte coletivo no Eixo Anhanguera. O projeto do VLT propõe justamente a substituição dos ônibus por veículos sobre trilhos, o que, de acordo com o governo, irá proporcionar maior fluidez e, consequentemente, mais rapidez nas viagens.

Para Gedda, porém, o ga­nho não compensa. “É uma obra muito cara e que vai impactar pouca coisa. A solução é o metrô subterrâneo. Se cada governador se comprometesse a fazer quatro quilômetros de metrô, conseguiríamos solucionar o problema do trânsito”, garante o deputado.

Na Assembleia, empréstimos dividem opiniões das bancadas

Na Assembleia, os em­prés­timos concedidos pelo governo federal ao Estado provocam debates calorosos entre a base do governador Marconi Perillo e a oposição. Para os aliados, os recursos são prova da competência do tucano, enquanto os oposicionistas temem que o líder tucano use politicamente as obras realizadas com dinheiro federal para a sua reeleição em 2014.

“Ninguém empresta dinheiro sabendo que pode tomar calote. São empréstimos que estão de acordo com a capacidade de crescimento do Estado. É competência do governador conseguir esses empréstimos, como foi também competência dele sanear o Estado de modo a conseguir aumentar a capacidade de endividamento”, defende Hélio de Sousa (DEM).

“O governo quer se promover com dinheiro do governo federal. Todas essas obras que prometem tem dinheiro da Dilma, mas isso eles não divulgam. Se o governo conseguisse fazer as obras pelo menos, mas nem isso consegue”, analisa Francisco Gedda.

Os empréstimos, porém, provocam saia justa na oposição. Na quarta, 20, os deputados Karlos Cabral (PT) e Paulo Cézar Martins (PMDB) bateram boca durante a sessão ordinária, ainda por causa do episódio da retirada das assinaturas das três CPIs que investigariam o governo Marconi nas áreas de segurança pública, saúde e infraestrutura. O peemedebista admitiu ter sido um dos parlamentares a recuar da iniciativa – o outro foi Simeyzon Silveira (PSC).

Durante a discussão, o petista criticou a atitude do peemedebista. O contra-ataque de Paulo Cezar veio justamente nos recursos enviados pelo governo federal para Goiás. “O partido do senhor é o avalista do governador Marconi Pe­rillo”, atacou Paulo.

Visita

Para evitar que o governador Marconi Perillo obtenha dividendos eleitorais das obras feitas com recursos federais, a oposição usa o discurso da intensa fiscalização. “Teremos que fiscalizar e mostrar de onde realmente vem o dinheiro”, argumenta Daniel Vilela (PMDB). A preocupação com o destino do dinheiro é motivada por receio de que haja desvios de verba.

O governo, porém, re­chaça essa possibilidade. Ques­tionada, a Secretaria da Fa­zenda argumenta que “a aplicação e o controle do empréstimo são definidos no contrato. Não há risco de desvio”, explicou a secretaria por e-mail.

Sobre a possibilidade de que o governo se aproveite politicamente das obras, Karlos Cabral admite que a oposição precisa ter uma postura mais firme. “Nós é que temos que ter a capacidade, e talvez nos falte isso, de nos apropriar das obras que o governo federal está fazendo aqui”, disse o petista, em entrevista na edição passada da Tribuna.

A grande expectativa, porém, é pela campanha eleitoral. “O governador esquece que a Dilma virá aqui durante a campanha e vai mostrar que tudo aqui foi feito com o dinheiro federal. Nós não vamos deixar que ele seja oportunista”, avisa um petista, considerando já que a presidente será candidata à reeleição.

Ao ser questionado sobre os assuntos, o deputado Luís César Bueno (PT) faz questão de listar todas as obras que terão recursos federais. “Tem o PAC 2 do Entorno, o Rodovida Construção, os empréstimos do Banco do Brasil e do BNDES, verbas do Ministério das Cidades para pavimentação, os benefícios do Minha Casa, Minha Vida, os empréstimos da Celg e o dinheiro para a construção de presídios”, enumera o petista.

Mesmo com toda as reclamações dos deputados de oposição, os aliados do governador na Assembleia veem com naturalidade os empréstimos adquiridos. “Todo esse dinheiro vai transformar o Estado, que vai pagar por isso. Teremos regiões transformadas por causa da pavimentação, por exemplo”, defende Talles Barreto (PTB), que rechaça a ideia de que Marconi usará os empréstimos politicamente.

“O governador fica mais perto da reeleição pelos méritos dele. Foi atrás do dinheiro e conseguiu os recursos, mostrando que trabalha sempre pelo benefício do Esta­do”, garante o petebista.

Republicano 

Outra polêmica entre oposição e base aliada na Assembleia é sobre a postura republicana da presidente, que libera os recursos para o governador mesmo com as diferenças político-partidárias entre ambos. “É uma parceria importante, independente de posição partidária”, analisa Talles Barreto, que é do PTB, partido que é da base da presidente Dilma e também do governador Marconi Perillo.

Já a oposição cobra a mesma postura também do governador. “Nós denunciamos na Assembleia, por exemplo, o programa Rodovida Urbano. A lista de municípios beneficiados foram só de prefeitos aliados à base do governo. Nenhum prefeito de oposição. Esse governo só governa bem para quem é de sua base ou a quem ele tem interesse de trazer para a base”, afirmou Karlos Cabral.

 Fonte: Tribuna do Planalto

Cultura terá R$ 20 milhões a mais para 2013


Além dos R$ 10 milhões garantidos com o aumento do teto da Lei Goyazes a partir deste ano, Fundo Estadual da Cultura receberá mais R$ 15 milhões dos cofres do Estado
Fernando Leite/Jornal Opção
Ketllyn Fernandes

O segmento cultural goiano contará com mais R$ 20 milhões em caixa em 2013, R$ 15 mi repassados dos cofres do Estado ao Fundo Estadual de Cultura, que começa a vigorar este ano, e outros R$ 5 mi resultantes do acréscimo em 100% ao teto das deduções tributárias da Lei Goyazes, que passou a ser de R$ 10 mi a partir de fevereiro último.
Ao Opção Online, o secretário de Cultura do Estado, Gilvane Felipe, ressaltou que o montante a ser destinado ao setor este ano “é inédito.” Na tarde desta terça-feira (26/3) o secretário da Fazenda vai a Secult tratar da data da liberação dos recursos com Gilvane. “Na história cultural de Goiás nunca tivemos essa quantia de dinheiro. Essa é a primeira vez que conseguimos para o setor cultural o mesmo tratamento dado à saúde e à educação, com recurso carimbado”, comemora.
Quinze editais serão lançados com os R$ 15 milhões em caixa. O repasse dos recursos se dará de maneira diferente à que ocorre com a Lei Goyazes, ou seja, o financiamento será direto, sem a intermediação de empresários.
Conforme adiantou em entrevista recente ao Jornal Opção (Edição 1963 de 17 a 23 de fevereiro de 2013), em 2014 o valor a ser liberado por meio do Fundo Estadual de Cultura será o dobro do atual – cerca de R$ 35 milhões – e aumentará de forma gradativa. Em 2015 são estimados R$ 45 milhões. “São estimativas. Se o Estado crescer este valor será aumentado. Esses recursos estão assegurados? Sim, já que se tratas de uma lei, e se o governo não cumprir cai na Lei de Responsabilidade Fiscal, o que geraria uma série de medidas negativas no ponto de vista político de todos os integrantes do governo”, pontuou.
Fonte: Jornal Opção

Goianienses vão de carro



No primeiro bimestre deste ano, 12.177 veículos zero-quilômetro entraram em circulação em Goiânia e Região Metropolitana. O número foi somado aos outros 2.763 veículos usados que receberam emplacamento pela primeira vez. A média de sete mil placas veiculares colocadas a cada mês, informada pelo Detran-GO, comprova que o goianiense ainda prefere optar pelo carro ou pela moto mesmo com os altos custos de manutenção.

No final de fevereiro, o total de veículos registrados na capital chegou à marca de 1.004.725 carros e motocicletas, que, somados aos demais municípios da região metropolitana, superam a marca de 1,3 milhão de veículos automotores registrados. Goiânia abriga 77% dos veículos regularizados e é seguida por Aparecida de Goiânia, onde estão registrados, até o último mês, mais de 207 mil veículos. Em todo o Estado existem mais de três milhões de carros e motos em circulação, e a expectativa é que estes números cresçam ao longo de 2013.

Com as recorrentes reduções do Imposto pelo Produto Importado (IPI), tanto a produção quanto a compra e venda de veículos novos foram fomentadas pelo governo federal. A região metropolitana de Goiânia, com uma população de aproximadamente 1,3 milhão de habitantes, tem uma das maiores frotas do País. A média é de quase um veículo por habitante.

As intervenções, tanto nas vias quanto no transporte público, não dão conta do problema de mobilidade da capital. O cenário se repete em outras regiões do Brasil. Segundo o superintendente de Desenvolvimento Urbano e Trânsito da Secretaria de Cidades (Secidades), Antenor Ribeiro, a média nacional é de 1, 3 pessoa por carro. Nesse contexto, um ônibus em trânsito equivale a 46 carros.

Conforme o prognóstico de Antenor, o trânsito de Goiânia caminha para um quadro insustentável e deve chegar a uma condição de impossibilidade de deslocamento em menos de 10 anos, a menos que haja por parte da gestão municipal "a vontade política de qualificar o transporte coletivo na RMTC e de ampliar o sistema de ciclovias, além de pôr em prática as demais determinações dos 26 capítulos do atual Plano Diretor que tratam de mobilidade urbana".

Dentre as intervenções previstas no plano, corredores exclusivos para ônibus podem resolver ou pelo menos amenizar o problema. O corredor exclusivo pode garantir o desempenho ideal da velocidade comercial dos ônibus, eliminando a disputa com carros e motos. Estes corredores, se somados às tecnologias de sincronização de semáforos, pontos de ultrapassagem e à redução de interseções transversais, podem otimizar o fluxo do transporte público de massa. "Por consequência, haveria inequívoco cumprimento das planilhas de viagens" ressalta Antenor.

Outra intervenção assertiva seria a restrição à circulação dos veículos de carga ao longo do dia, o que forçaria as empresas a transportar suas cargas entre a meia-noite e seis da manhã. Esta e outras medidas referentes ao transporte de cargas já estão em vigor em outras metrópoles brasileiras, e no caso de Goiânia não foi nem ao menos testada.

A mobilidade urbana é historicamente um dos principais desafios da administração pública brasileira, já que a indústria automobilística é uma das principais fontes de emprego e renda no Brasil. Como reflexo dessa cultura, 96% dos recursos destinados à mobilidade urbana são aplicados em estruturas viárias, priorizando o fluxo de carros e motos nas regiões mais centralizadas das cidades.

O superintendente considera ineficaz esse tipo de intervenção: "é ilusão esperar bons resultados de medidas paliativas como abrir praças, diminuir calçadas e construir viadutos no centro da cidade". Para ele, "em uma capital que se julga moderna e sustentável, não se pode pensar no veículo automotor como prioridade".

O urbanista aponta que países vizinhos, como a Colômbia, dão bons exemplos de intervenções urbanas envolvendo tecnologia e profissionais brasileiros, seguindo "a opção mais racional para qualquer cidade no mundo, que é priorizar os sistemas públicos de transporte. Isso significa pensar a cidade para as pessoas, não para os carros".

Antenor aponta como modelos a cidade colombiana Medelín e a capital Bogotá, onde o plano diretor visa a consolidação do transporte público de massa integrado às ciclovias e há pelo menos 14 anos são aplicados projetos que integram as periferias, eliminado a obrigatoriedade de trafegar pelo centro da cidade em deslocamentos de média e longa distância.

Fonte: Diário da Manhã

Mais de 130 mil lotes baldios



Descaso de proprietários preocupa poder público. Possível parceria entre Amma e Comurg pretende acirrar fiscalização em Goiânia.

A vendedora Lorena Martins, 30 anos, moradora do Jardim Gardênia, em Goiânia, está cansada dos problemas causados pelos lotes baldios em seu bairro. “Por aqui, o que mais tem é terreno abandonado. Isso traz perigo não só para quem anda a pé, mas também para os motoristas que perdem a visibilidade das vias”, destaca. O mesmo cenário se repete em outros bairros da capital. Segundo levantamento da Secretaria Municipal de Finanças – feito por meio do Imposto Territorial Urbano (ITU) – existe aproximadamente 131 mil lotes baldios em Goiânia. O descaso dos proprietários dos terrenos preocupa a administração municipal, que já expediu quase 3 mil multas, com valores de até R$ 1 mil, em 2012.

A situação é tão grave que o monitoramento das irregularidades, como mato alto, lixo e deficiência na drenagem, realizado por fiscais da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) pode receber o auxílio dos servidores da Companhia Municipal de Urbanização (Comurg), que já realiza a limpeza, mas não a aplicação de multas. Para o presidente da Comurg, Paulo de Tarso Batista, o serviço precisa avançar. “Vamos tentar um acordo com o órgão municipal do meio ambiente para termos também uma equipe de orientação e fiscalização”, disse.

A justificativa seria de que a Amma possui uma demanda alta de monitoramento, inclusive, de outras situações, como outdoors e poluição sonora. “Estamos diretamente envolvidos nos serviços de limpeza, conhecemos a cidade de perto”, afirmou Paulo de Tarso. Ele também destaca a necessidade de campanhas educativas. “O cidadão precisa estar informado. O lote é problema do dono. Uma campanha na mídia, por exemplo, no mês de setembro, poderia auxiliar muito. Se fizermos isso, haverá um avanço nas melhorias”, acredita.

O gerente de fiscalização da Amma, Gustavo Caetano, afirmou que o órgão possui 92 fiscais para atender a todas as demandas referentes à pasta. “O trabalho é dividido de acordo com a época do ano. Dependendo da situação climática, o problema dos lotes baldios não se torna tão grave”, explicou. A fiscalização acontece após uma programação prévia ex pedida pela Comurg, com base também em denúncias. “Diante dessa relação, atuamos antes que a Comurg limpe o local.” A notificação é publicada no Diário Oficial do Município, com prazo de oito dias para o proprietário regularizar a situação.

Os lotes baldios estão espalhados por todos os bairros da cidade, muitos destes voltados apenas para a especulação imobiliária. “Goiânia tem esse tipo de terreno em todas as regiões, mas a proporção muda de acordo com o bairro. Os mais afastados costumam ter em maior quantidade.” Ele também relatou que alguns proprietários regularizam o terreno no prazo estipulado para a multa. “As multas estimulam a conscientização dos donos e da própria população que evita jogar lixo”, disse.

No Setor Marechal Rondon, na Rua 7, os moradores estão incomodados com uma quadra que está abandonada há quase quatro anos. A Prefeitura já foi até o local para fazer a manutenção, mas o problema parece não ter fim, já que a cada nova chuva a água se acumula propiciando a criação de mosquitos da dengue. Uma das moradoras da região, que preferiu não ser identificada, disse que os imóveis que haviam no local foram destruídos, após uma empresa comprar o terreno. “Os imóveis servem de abrigo e banheiro para os moradores de rua”, reclamou.

Acréscimo no ITU é esperado para 2014

A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) registrou durante todo ano de 2012, mais de sete multas por dia. Em 24 bairros vistoriados, pelo menos 2.835 imóveis foram autuados e expedidos 1.836 autos de infração. Os autos de infração são menores, pois há casos em que um só proprietário é responsável por vários terrenos. O valor da multa por falta de limpeza adequada dos lotes vai de R$ 250 – para lotes em regiões mais afastadas – até R$ 1 mi, para lotes na região central.

Mesmo com o prazo esgotado em 2010, estava previsto para a prefeitura de Goiânia ter iniciado no final do ano passado a cobrança do ITU progressivo. No entanto, a aplicação da medida deve acontecer, segundo informações da Secretaria Municipal de Finanças, apenas no ano que vem.
O proprietário do terreno terá um ano, a partir do vigor da medida, para protocolar projeto de execução das obras e dois anos para iniciar a construção. Após esse prazo, se o lote ainda continuar sem qualquer construção, haverá aplicação da alíquota de 2%, por ano, no ITU. Passados cinco anos o acréscimo pode salta para 15% anual, para cada ano que passar sem o início de qualquer edificação.

Fonte: Jornal O Hoje

Água e esgoto ficarão mais caros em maio



Reajuste de tarifas será de 6,02% e já foi autorizado pela AGR. Aumento foi definido pelos técnicos da entidade após análise.

Os consumidores goianos vão pagar uma conta de água e esgoto 6,02% mais cara a partir do dia 1º de maio. A nova tarifa dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, para 2013, foi definida ontem pelo Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR). O índice já foi encaminhado para publicação no Diário Oficial do Estado e será repassado de forma linear aos usuários goianos.

Usuários que dispõem de fonte alternativa de água (cisternas e poços artesianos) homologadas pela Saneago pagarão o equivalente ao valor fixado para dez metros cúbicos de água/mês. Embora anual, o reajuste pegou de surpresa os consumidores, como o gerente da Floricultura Flamboyant, Jesus dos Santos.

“Enquanto está chovendo, o gasto com água é menor, mas, no período de seca, pesa bastante”, diz ele. No próximo mês, serão acrescidos cerca de R$ 20 na conta do estabelecimento. “É pouco, mas é um gasto a mais que poderia servir para outros investimentos”, lamenta dos Santos.
O índice de reajuste da nova tarifa foi apresentado para apreciação dos conselheiros da agência e teve por base as informações financeiras enviadas pela Saneago à AGR. Hoje, o presidente do Conselho Regulador da AGR, Humberto Tannús Júnior, concede entrevista para anunciar oficialmente o reajuste. A autorização foi encaminhada ainda ontem ao diretor presidente da Saneago, Roberto Ferreira Marques, por meio da Resolução 315/2013.

Segundo nota enviada à imprensa, o reajuste foi definido pelos técnicos da entidade após uma análise dos números enviados pela Saneago. Foram considerados índices inflacionários como o IPCA, que mede a inflação para o consumidor, o INPC, que orienta para o reajuste salarial dos trabalhadores e o IGPM, que é a referência utilizada para reajustes de aluguel.
Investimentos

Neste ano, foi incluso no cálculo o resultado referente aos investimentos feitos pela empresa no sistema. Esse valor chegou na casa de R$ 1 bilhão nos últimos quatro anos, conforme publicação da AGR.
A publicação diz ainda que a mudança não foi a responsável pelo aumento de quase 1% em relação ao valor aprovado no ano passado que chegou a 5,32%. Segundo eles, pesaram com mais força no reajuste os aumentos consideráveis de dois índices de peso neste tipo de cálculo: INPC, 1,73% e do IGPM, 1,10%, sobre 2012.

Com o reajuste as tarifas cobradas para cada categoria ficam da seguinte forma: residencial social, R$ 3,79/mês; residencial normal, R$ 7,58 por mês; comercial I, R$ 7,58/mês; comercial II, R$ 3,79/mês; industrial, R$ 7,58/mês; e pública, R$ 7,58/mês. Confira no quadro os novos valores por metro cúbico de água e esgoto para cada categoria, exceto residencial normal com fonte alternativa, que tem tarifas girando entre R$ 2,5 a R$ 6,11 para água, R$ 2 a R$ 4,89 para afastamento de esgoto e R$ 0,50 a R$ 1,22para tratamento de esgoto.

Fonte: O Hoje

24 de março de 2013

Prefeitura e Estado se unem para zerar fila de Cirurgias eletivas no HGG



Secretaria de Saúde de Goiânia lança, em conjunto com governo do Estado, ação “Sua Vez” que deve acabar com espera de mais de três mil usuários que aguardam por uma cirurgia

Nesta segunda-feira, dia 25 de março, será lançada a ação “Sua Vez”, para agilizar as filas de cirurgias eletivas em Goiás. No Hospital Alberto Rassi – HGG, a proposta é zerar a fila de espera. Mais de três mil pacientes devem ter os procedimentos realizados em até quatro meses. Para isso, as secretarias de Saúde de Goiânia e do Estado e o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (Idtech) se uniram para que, de forma coordenada, estes usuários sejam operados não só no HGG como também na rede conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O contato com os usuários que aguardam por uma cirurgia na fila de espera do HGG já começou. Uma parte será operada em hospitais privados que possuem convênio pelo SUS e outra pelo próprio Hospital Alberto Rassi. O encaminhamento destes pacientes será em parceria com o Complexo Regulador, que distribuirá as demandas e avisará os usuários sobre o encaminhamento.

“O município de Goiânia, por ser gestor pleno do SUS, tem a responsabilidade de fazer os encaminhamentos dos serviços de saúde. Portanto, essa parceria foi fundamental para que conseguíssemos viabilizar a ação que reduzirá o tempo de espera das cirurgias eletivas do HGG”, disse o coordenador de Regulação Assistencial do Idtech, Rafael Nakamura.

Considerando a média mensal de 350 cirurgias realizadas atualmente, se não fosse incluído mais nenhum usuário na fila, o HGG gastaria mais de um ano para operar os 3.395 pacientes. “A solução do problema destas pessoas não depende apenas do Hospital, cuja capacidade de atendimento é limitada pelo porte, pelo espaço físico e pelo número de integrantes do corpo clínico”, observa o diretor-geral do HGG, André Braga.

Importante frisar que os pacientes encaminhados inicialmente para o HGG não ficarão sem o respaldo da instituição. O Idtech montou uma Central de Relacionamento com o usuário para que todas as informações sejam repassadas de forma clara. “Vamos entrar em contato para orientá-los e também para conferir se a cirurgia foi realizada ou não”, disse o coordenador Rafael Nakamura. Caso o prestador não realize a cirurgia em até 90 dias, o usuário poderá reclamar para a Central.

A especialidade com maior demanda é de ortopedia (1.025), seguida por cirurgia plástica (580) e urologia (499). O usuário terá a garantia do HGG e da Secretaria Municipal de Saúde de que a Autorização de Internação Hospitalar (AIH) será encaminhada a um prestador para a realização da cirurgia em até 90 dias. O pós-operatório e a reabilitação do paciente ficarão a cargo da unidade hospitalar onde fará o procedimento. “É uma forma de melhorar a assistência deste usuário que não terá de trocar de médico e consequentemente mudar o tratamento”, explica Nakamura.

Organização das AIH’s
Ao assumir o Hospital Alberto Rassi – HGG, o Idtech reorganizou as Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs). Foi produzido um banco de dados e estruturada uma central telefônica para realizar as ligações por data de emissão das guias (ordem cronológica). Dez agentes de atendimento realizaram as chamadas entre 7h e 19h, de segunda a sexta-feira. Eram feitas três tentativas de localização do paciente em dias e horários alternados e intervalos de 24 horas entre uma e outra ligação. Números inexistentes ficaram registrados.

“O objetivo desta checagem foi verificar quais pacientes ainda aguardam por cirurgias, pois existiam AIHs muito antigas e alguns pacientes, por exemplo, já tinham sido operados ou tinham se mudado”, observa o gerente do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do HGG, Daniel Régis Ribeiro de Oliveira. Apurados os cadastros ativos de pacientes que continuam aguardando pelas cirurgias, os cadastros inativos estão armazenados em um arquivo a parte que poderá ser acessado caso os pacientes procurem o Hospital. “Esses cadastros poderão ser reativados a qualquer tempo, desde que o paciente seja localizado.”

Autor: Iris Bertoncini – Idetech (Prefeitura de Aparecida)

Goiás é Show: Segurança em grande evento de Aparecida terá suporte do Município



O objetivo é planejar a segurança para prevenir fatos indesejados durante o evento.

O secretário de Indústria e Comércio de Aparecida, Marcos Alberto Luiz Campos, conduz nesta quarta-feira, 20, às 8h, em empresa do Polo Empresarial Goiás, uma reunião para acertar os detalhes de segurança e organização do Goiás é Show, evento que movimentará Aparecida no dia 20 de abril.

A reunião contará com a presença do prefeito Maguito Vilela, dos secretários municipais, empresários locais, membros do Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Aparecida, e dos órgãos de segurança pública, como polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, SMTA e Guarda Municipal.

De acordo com o secretário, o objetivo é planejar a segurança para prevenir fatos indesejados durante o evento. “Vamos discutir todos os parâmetros de segurança e organização para anular qualquer possibilidade de acidentes e outros fatos relevantes que coloquem em risco a vida das pessoas que participarão do show”, informou o secretário.

Cerca de 45 mil pessoas são esperadas para o Goiás é Show. O evento reunirá duplas sertanejas do estado para 15 horas seguidas de shows e será realizado no Espaço Goiás. A expectativa é de que se torne parte do calendário anual de eventos de Aparecida.

Fonte: AparecidaNet

Prefeito quer celeridade para obras do Estado em Aparecida



Obras como a avenida Alameda da Paz o IML de Aparecida entre outras foram apresentadas.

Alameda da Paz, IML de Aparecida, conclusão do viaduto do Madre Germana, entrega da área destinada à construção do Polo Industrial, regularização fundiária dos bairros. Estes foram os pleitos apresentados pelo prefeito Maguito Vilela (PMDB) ao secretário estadual de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Sílvio Souza, em reunião nesta terça-feira, 19, na sala de reuniões da prefeitura. “Estas quatro obras são importantes para o desenvolvimento de Aparecida. Todas foram anunciadas por mim e pelo governador à população e estão com projetos prontos, licitadas e algumas até chegaram a ser iniciadas. No entanto, ainda não estão em execução”, explanou Maguito.

Todos os secretários municipais também participaram da reunião e apresentaram as demandas do município em cada área específica. “Todas as demandas apresentadas pelo prefeito e pelos secretários são plausíveis e precisam ser discutidas de imediato. Irei me encontrar com o governador e com os secretários das pastas citadas para dar execução às solicitações. Precisamos desatravancar o que impede o desenvolvimento da Região Metropolitana, pois já bastam as dificuldades existentes como falta de recursos e entraves pontuais como a burocracia”, avaliou o secretário Sílvio Souza.

Sílvio Souza explicou que o objetivo da aproximação do Estado com as prefeituras das 20 cidades que compõem a região metropolitana é justamente esse, agilizar projetos que garantam os direitos e a defesa do coletivo. “É de grande importância elencar as prioridades de Aparecida de Goiânia, para que possamos levar as discussões para as secretarias responsáveis pelas obras pontuadas e assim como o governador determinou, planejar e executar os projetos estaduais no município. E a secretaria será o facilitador para a execução das obras”, informou o secretário.

Segundo o prefeito Maguito Vilela, essa união de forças e a articulação de ações entre Município e Estado é necessária para melhorar a vida do aparecidense, afetar positivamente sua rotina. “Quantas vidas podem ser salvas se tirarmos o fluxo de veículos que trafegam pelo perímetro urbano da BR-153, quando a Alameda da Paz estiver pronta? Muitas. As obras são de grande importância para Aparecida e para o Estado no ponto de vista econômico e social. Por isso precisamos acelerá-las”, disse Maguito.

O secretário estadual de Desenvolvimento da Região Metropolitana, que estava acompanhado de 11 integrantes de sua equipe técnica e do superintendente de Gestão para Assuntos de Aparecida de Goiânia da Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Veter Martins, falou ainda da necessidade de se pensar a construção de uma região metropolitana para o futuro. “Não dá mais para planejar pensando apenas em Goiânia ou Aparecida. É necessário pensar na região metropolitana como um todo, pensar no coletivo, pois as cidades vivem a conurbação. E a missão da secretaria é atuar como facilitador para os municípios da Região Metropolitana”, frisou o secretário.

Fonte: AparecidaNet

Piso salarial de professores de Aparecida tem reajuste



SME também abriu novo processo seletivo para contratação de mais profissionais e está convocando aprovados em certames vigentes, realizados desde 2010.

A Câmara Municipal de Vereadores de Aparecida de Goiânia aprovou ontem, 19, o projeto de lei enviado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) que reajusta o piso salarial dos professores da rede municipal de ensino. A novidade beneficiará, de imediato, 2,1 mil professores que já compõem o quadro de servidores da SME e terão o aumento retroativo à janeiro. Mas o piso valerá também para profissionais que vierem a integrar a equipe da SME.

Com a aprovação do projeto, o piso dos professores passará de R$ 1.461 para R$ 1.567. Agora, a SME tenta incluir o reajuste ainda na folha de pagamento do mês de março. O secretário Domingos Pereira explicou que como a data prevista para o fechamento mensal da folha do município já se esgotou, a possibilidade de que o benefício seja repassado na folha do mês que vem não está descartada. “Nossa vontade é pagar ainda em março, mas de qualquer forma, nossos servidores não serão prejudicados pois o aumento é retroativo e um direito já adquirido”, frisou o secretário Domingos Pereira.

Outros 49 profissionais da Educação, além do reajuste, receberão neste mês de março o Adicional de Titularidade, garantido pelo Plano de Cargos da SME. O benefício também é retroativo à janeiro de 2013 e, no caso específico do grupo beneficiado, corresponde a 5% do vencimento de cada servidor que obteve carga horária de 180 horas, obtidas em cursos de aperfeiçoamento e qualificação. “Esse adicional pode chegar ao limite de 30%”, explicou Domingos.

O Adicional de Titularidade integra a remuneração do servidor inclusive para efeito de férias, licenças e afastamentos remunerados e incorpora-se ao vencimento para fins de aposentadoria e disponibilidade.

Novo Processo Seletivo Simplificado

A SME também divulgou edital para mais um Processo Seletivo Simplificado, destinado à  contratação, por análise de currículo, de pedagogos, professores de Música, Artes Cênicas e Artes Visuais, Auxiliar de Secretaria I, Agente Educativo e Instrutor Surdo I. As atividades serão exercidas nas instituições educacionais ligadas à SME, obedecendo seus turnos de funcionamento e os déficits de profissionais que cada uma apresenta. A seleção é para contratação de servidores em regime de contrato temporário, para atuarem em caráter emergencial, enquanto existir déficit na rede, além de formação de cadastro de reserva, em virtude da excepcional necessidade da SME.

Os interessados podem se inscrever gratuitamente, no Auditório da Secretaria Municipal da Educação, que fica na Rua 04, no Setor Araguaia, nos dias 25, 26 e 27 de março e no dia 1º de abril, das 8h30min às 17h. Todos devem apresentar os seguintes documentos: Carteira de Identidade; CPF; currículum vitae atualizado e devidamente comprovado, juntamente com as cópias de certificados e demais documentos que comprovem a formação escolar ou acadêmica, e Diploma (original e cópia) compatível ao âmbito de atuação pleiteada.

O edital completo, n°. 001/2013, com todos os requisitos que os candidatos devem cumprim, está disponível no site www.aparecida.go.gov.br. Os resultados serão divulgados, por ordem de classificação, no dia 15 de abril de 2013, a partir das 14h, no mesmo site da Prefeitura Municipal de Aparecida e em mural que será disposto na própria Secretaria Municipal da Educação. Os profissionais aprovados, conforme o edital, serão convocados de acordo com a necessidade da SME, iniciando as atividades a partir de 22 de abril de 2013.

CONVOCAÇÃO

A  Secretaria Municipal de Educação de Aparecida de Goiânia também convocou, no último dia 12 de março, profissionais aprovados no processo seletivo aberto pelo edital nº 006 de 2001 e nos concursos públicos abertos pelos editais nº. 006 de 2010 e nº 001 de 2009, que foi prorrogado. Ao todo, estão sendo chamados 80 agentes de serviços diversos, 20 merendeiros, 4 Interprete de libras, 3 professores de espanhol, 3 professores de Educação Física, 3 de Inglês e outros 3 professores de Ciências.

Os aprovados tem até o dia 12 de abril para tomar posse. Todas as informações, como local e documentos necessários estão descritas nos editais de convocação 005, 006 e 007, disponibilizados no site da prefeitura já mencionado: www.aparecida.go.gov.br. “Todas as ações da SME são sempre no sentido de melhorar a qualidade de ensino do município. Aumentando a quantidade de profissionais, valorizando e incentivando os servidores a se atualizarem e melhorando suas condições de trabalho, teremos uma Educação de exelência”, considerou Domingos.

Fonte: AparecidaNet