Caldas Country 2013: venda de ingressos só após estudo de impacto

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Acolhendo pedidos liminares requeridos pelo Ministério Público de Goiás, o juiz Tiago Luiz de Deus Costa Bentes determinou que as empresas organizadoras do Caldas Country fiquem proibidas de vender ou expor à venda ingressos para a edição do evento a ser realizada neste ano, enquanto não for concluído o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Dessa forma, as empresas JFC Produções e Eventos Ltda, GBM Promoções e Produções Ltda e C-3 Eventos Ltda, somente poderão colocar à venda os ingressos do evento após a apresentação do relatório do EIV, que deverá ser aprovado pelo Conselho de Desenvolvimento Urbano de Caldas Novas.

Segundo esclareceu o magistrado, decisão liminar concedida em outra ação civil pública proposta pelo MP já havia impedido a venda de ingressos, contudo, condicionando a autorização à expedição e à validade de alvarás. Nesta ação, a condicionante é a elaboração e aprovação do EIV. Ainda por determinação do juiz, os autos da primeira ação vão tramitar junto com a segunda, por haver conexão com a demanda.

Conforme apontado na decisão, o EIV deverá contemplar aspectos ambientais, de trânsito, de saneamento e banheiros públicos. A elaboração do estudo, “embora não possa ser considerada isoladamente como a salvação de todos os males, em muito auxiliará para a coibição da prática dos mesmos erros de 2012, demonstrando seriedade na solução dos problemas, tudo na proteção simultânea do turismo e da vizinhança afetada”, observa o magistrado.

De acordo com a ação, e segundo estabelecido nas legislações pertinentes, o EIV deverá ser dividido em quatro partes: a caracterização do empreendimento e da área de influência, a avaliação dos impactos esperados e as medidas compatibilizadoras, mitigatórias e compensatórias. Os resultados serão apresentados em relatórios de impacto de vizinhança.

A ação foi proposta pelos promotores Rafael Machado de Oliveira, Alessandra Aparecida de Melo Silva, Giordane Alves Naves e Pedro Eugênio Beltrame Benatti.

Outras

determinações

Além do impedimento para a comercialização dos ingressos, o magistrado proibiu que os provedores de internet Kinghost e Zocka hospedem qualquer site relativo ao evento Caldas Country 2013 ou anos seguintes. Também foi determinada a suspensão específica do site caldascountryshow.com.br, assim como a exposição de ingressos ou publicidade do evento no site www.realista.com.br, até posterior deliberação judicial.

Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 50 mil/dia de exposição à venda ou publicidade indevidas, por qualquer veículo, bem como multa de R$ 1 mil para cada ingresso vendido indevidamente. (Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Fonte: Diário da Manhã

Paço vai doar área para construção de sede da Assembléia Legislativa

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Projeto do Executivo doa área de mais de 40 mil metros quadrados no setor Park Lozandes.

Já se encontra na Comissão de Constituição e Justiça-CCJ da Câmara Municipal de Goiânia projeto de lei do Executivo desafetando a área pública municipal, localizada À avenida Olinda, no Park Lozandes.

A área, com mais de 40 mil metros quadrados será doada à Assembléia Legislativa de Goiás para a construção de sua sede, uma vez que a atual que se encontra na Alameda dos Buritis data de 1962 e segundo justifica o prefeito Paulo Garcia, “se encontra em descompasso com a realidade dos trabalhos... pois o espaço é limitado”.

O projeto, no entanto, revoga a lei 8.124 de setembro de 2002, do então prefeito Pedro Wilson, que já previa tal desafetação, mas condicionava a mesma à permuta da área no Park Lozandes com a área da atual sede na Alameda dos Buritis.

Garcia justificou que a área atual já é área pública municipal e que as “benfeitorias ali existentes serão repassadas ao patrimônio público municipal por lei própria”.

SESI

Outra área, localizada no setor Colorado também conta de projeto para ser desafetada, a fim de ser cedida sob forma de permissão para o Serviço Social da Indústria–Sesi. A instituição construirá ali uma escola de ensino fundamental que funcionará durante o dia. No período noturno terá curso de alfabetização para adultos e cursos profissionalizantes.

(Câmara Municipal)

Fonte: Diário da Manhã

OVG abre inscrições para o Programa Bolsa Universitária

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A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) abre nesta sexta-feira (1) as inscrições para quem deseja ingressar no Programa Bolsa Universitária. Os estudantes poderão se inscrever até o dia 10 de março.

Serão disponibilizadas 4 mil bolsas parciais e outras mil integrais. O candidato deve preencher o formulário de inscrições no site da OVG (www.ovg.org.br).

A lista dos convocados para a entrevista será divulgada no dia 18 de março, na página da organização, de acordo com a disponibilidade de vagas. O candidato selecionado terá que apresenta cópias e originais dos documentos pessoais e também cópia da documentação do grupo familiar.

Os alunos de cidade do interior que forem convocados deverão apresentar a documentação instituição de ensino superior em que estuda. No caso de quem mora em Goiânia e Aparecida, os documentos devem ser entregues na sede da OVG, na Avenida T-14.

Podem concorrer à bolsa parcial, estudantes com renda familiar bruta de até seis salários mínimos. No caso das bolsas integrais, a receita mensal da família não pode superar três salários mínimos.

Fonte: Portal 730

Prefeitura não estima custo de obra

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Técnicos da Semob devem terminar hoje o levantamento da metragem e largura das ruas do Centro que serão beneficiadas.

A Prefeitura de Goiânia não concluiu a estimativa de custo das obras de recapeamento do Setor Central. A assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semob) afirma que técnicos terminam hoje o levantamento da quantidade de metros de rua e suas respectivas larguras. A partir daí será possível estimar o preço. O cálculo depende do tipo de serviço que deverá ser feito em cada via.

A Semob pretende concluir até 9 de março o trecho entre as Avenidas Universitária, Araguaia e Anhanguera. Não há cronograma detalhado, mas a intenção é, a partir de 10 de março, passar para as ruas entre a Araguaia, a Alameda dos Buritis e a Avenida Anhanguera. Em seguida, será feito o trecho abaixo da Avenida Anhanguera. A Semob diz que o ritmo das obras pode mudar em decorrência das chuvas.

O recapeamento começou na manhã de ontem, no trecho da Alameda Botafogo entre a Avenida Universitária e a Rua 21, e se estendeu até as 19 horas. O trecho já está liberado. O pedaço entre a Rua e a Avenida Anhanguera será interditado ao longo do dia. A Semob espera, amanhã, levar a frente de trabalho para a Rua 24. A Prefeitura decidiu deixar o trecho da Rua 91 para quando for recapear as vias do Setor Sul, ainda sem data prevista.

A assessoria de imprensa da Semob informa que o custo depende da situação de cada via. Na Alameda Botafogo foi necessário fazer fresagem, que consiste em quebrar a capa do asfalto para, em seguida, alinhá-lo. A obra está estimada em R$ 18 mil. A via tem 650 metros. O secretário municipal de Obras, Luciano de Castro, reafirma a intenção de recapear todo o Setor Central em 30 dias.
Fique atento

28/2: Alameda Botafogo, entre Rua 21 e Avenida Anhanguera
1 e 2/3: Rua 24 até Avenida Anhanguera
3/3 Ruas 14 e 15, entre Alameda Botafogo e Rua 24
4/3: Rua 20**
5/3:Ruas 14 e 15 entre as Ruas 24 e a 20
6/3: Rua 19
7/3: Ruas 14 e 15, entre as Ruas 19 e 20
8/3: Rua 18
9/3: Ruas 14 e 15, entre Rua 19 e Avenida Araguaia

Custo estimado do m² por tipo de serviço (em R$)

Microrevestimento: R$ 6 a R$ 6,5 o m²
Recapeamento sem fresagem: R$ 12 o m²
Recapeamento com fresagem: R$ 25 o m²

* Pode ser alterado. Depende da chuva.
* Passa a trabalhar até as 22 horas

Fonte: Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos
Fonte: Jornal O Popular

Anapolis: Hypermarcas anuncia 1.578 vagas

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Depois de inaugurar, na última sexta-feira, a Brainfarma, indústria do grupo Hypermarcas que centraliza no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) toda a sua linha de medicamentos, a empresa anuncia a abertura de 1.578 vagas de trabalho em Goiás - 1,1 mil para a cidade de Senador Canedo, onde o grupo reúne a produção de sua linha cosméticos com a unidade da Cosmed - e 478 vagas para o complexo da Brainfarma, que funciona no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).

FORMAÇÃO

A maior parte das vagas é destinada para candidatos com formação técnica em mecânica, eletrônica, elétrica e química. Há vagas também para profissionais com graduação superior em farmácia, bioquímica, administração, engenharia de produção e engenharia civil.
Os interessados podem enviar currículo para o endereço eletrônico da empresa recrutamentoanapolis@hypermarcas.com.br ou fazer a entrega pessoalmente na VPR-1, Qd 2A, módulo 4, Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).

Fonte: Jornal O Popular

Flanelinhas: Os donos das ruas

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Sem fiscalização, flanelinhas “privatizam” espaço público, distribuem vagas e cobram preços abusivos. No setor Marista, estacionar na via custa entre R$ 10 e R$ 25

A lei estabelece que ruas e avenidas são caminhos abertos ao trânsito público, ligadas diretamente a outras vias, dentro de zonas urbanas ou suburbanas. São de uso comum e posse de todos. O problema é que em Goiânia, a exemplo de várias outras cidades brasileiras, os flanelinhas tomaram conta das ruas.

Com a falta de fiscalização, eles não se intimidam em “privatizar” as vias, distribuindo vagas e estabelecendo preços por elas. A ousadia é tanta que, em alguns pontos da cidade, eles chegam a exigir que o motorista desocupe a via - espaço público - se o pagamento não for feito antecipadamente.

Presentes em diversos bairros de Goiânia, eles atuam vinte e quatro horas. Durante o dia, costumam cobrar valores pequenos, entre R$ 2 e R$ 5. Alguns até aceitam receber quantia simbólica, como algumas moedinhas. Mas é à noite e próximo a boates e bares que eles se tornam, de fato, donos das ruas.

No Setor Marista, bairro nobre da Capital, a reportagem flagrou numa noite de quinta-feira mais de dez flanelinhas no quadrilátero do bairro. Conhecido por abrigar restaurantes, bares e boates, o Marista foi batizado por jovens de “Beverly Hills”, em analogia à cidade americana, que fica na Califórnia e é conhecida por abrigar celebridades.

À vontade na chuva fina que caía, homens com idades aparentes entre 17 e 40 anos cobravam entre R$ 10 e R$ 20, dependendo do local onde a pessoa estacionaria. Sem se identificar, a repórter procurou o preço cobrado por cada um deles. A maioria cobrava o pagamento na hora. Três aceitaram receber na volta, mas ressaltaram as exigências, como retornar até às três da manhã e ir para determinado bar.

“Se a senhora for para o Sumaúma pode estacionar aqui e pagar na volta. Cobro R$ 10 e fico até às cinco da manhã. Do contrário, tem de procurar outro lugar”, orientou um flanelinha, correndo de um lado para outro a fim de organizar os espaços na Rua 148 na medida em que mais carros iam chegando.

Na noite de sábado o número de flanelinhas dobra. Eles estão presentes em cada esquina e em alguns pontos ficam em duplas ou trio a fim de atender todos os motoristas que chegam, conforme verificou a Rádio 730. Relatos mostram que são nos fins de semana e à noite que os goianienses se sentem mais intimidados e sem disposição para confrontar os flanelinhas.

Cliente de um restaurante caro de Goiânia, que fica no Marista, a estudante de Enfermagem da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Fábia Schneider, pagou R$ 25 por uma vaga na rua. “Cheguei acompanhada dos meus pais e do meu namorado. O cara nos perguntou aonde iríamos e depois que respondemos nos cobrou R$ 25. Achamos um absurdo, mas para evitar brigas pagamos”.

O vestibulando Rafael Brígida, aluno do Olimpo, afirma que pagou R$ 20 por uma vaga para ir à boate Pacha, também no Marista. Ele conta que quase não tem saído porque se dedica exclusivamente aos estudos e faz um desabafo. “Estudo muito porque me preparo para ser aprovado no vestibular de Medicina. No dia que resolvo sair com os amigos para espairecer já passo raiva logo na chegada. Essa cobrança é absurda”, avalia, completando que os amigos tiveram receio de reagir.

Nos setores Bueno e Oeste os flanelinhas também atuam à vontade. Eles se acomodam perto de pizzarias, restaurantes e bares. Para demarcar espaço, muitos reservam vagas com cones, impossibilitando os motoristas de estacionarem. Foi o que aconteceu com um casal de namorados num bar localizado na Rua 15 no Setor Oeste, sábado à noite.

“Acabamos de chegar e tinham umas vagas no meio da rua guardadas com cones, eles queriam que nós pagássemos antecipado, mas dissemos que íamos pagar na volta. Cobraram R$ 10”, afirma a veterinária Juliane Albuquerque. Ela e o namorado não se importam com a cobrança. Segundo ela, os dois já estão acostumados a pagar o flanelinha mesmo a rua senda pública e o carro segurado.
Por meio da assessoria de comunicação, a prefeitura de Goiânia informou que não tem programa de cadastro de flanelinhas e também que não há serviço de fiscalização. A Polícia Militar (PM) garante que fiscaliza a atuação dos flanelinhas nas ruas de Goiânia. Informado sobre a cobrança de R$ 20 e R$ 25 reais no Setor Marista, o tenente-coronel Wesley Siqueira diz que o valor é abusivo e que a demarcação com cones é proibida. Sempre que localizados os cones são recolhidos pela PM, ele afirma. Os cones, segundo a Polícia, configuram barreiras de impedimento aos motoristas.

Wesley Siqueira enfatiza a importância da participação da sociedade na fiscalização, denunciando casos de constrangimento, cobrança abusiva e até de extorsão. Ele orienta as pessoas a ligarem para a polícia que, de acordo com ele, irá até o local e efetuará a prisão por exercício arbitrário da função.

A Polícia Militar possui o programa “Rede de Apoio à Segurança”, especializado em cadastrar e preparar pessoas para atuarem como flanelinhas em Goiânia. De acordo com Wesley Siqueira, que é coordenador do programa, o curso é oferecido pela própria polícia e visa coibir os flanelinhas clandestinos. Atualmente, 870 estão cadastrados na PM. Entre os pontos em que atuam estão os bairros Centro (Catedral de Goiânia) e Campinas (Praça da Matriz).

“Eles [flanelinhas] procuram a polícia, fazem cadastro e participam do Curso de Capacitação de Conhecimento para serem nossos parceiros. São orientados a não cobrar taxas e a atuar de acordo com o que diz a Lei”. A lei, de 1972, reconhece através do Ministério do Trabalho, a profissão de guardador de veículos. É necessário ter as obrigações eleitorais e militares em dia e é proibida a cobrança de taxa. Cabe ao dono do veículo pagar o valor que achar conveniente.

Taxis

O descumprimento da lei também se estende aos taxistas. A reportagem flagrou alguns cobrando valores fechados de clientes, inclusive da própria reportagem. Questionados quanto cobrariam para levar a repórter ao Setor Urias Magalhães, em Goiânia, três responderam que R$ 30 e um afirmou que o preço variaria entre R$ 25 e R$ 30, dependendo do local no bairro. De acordo com uma fonte que prefere o taxi ao carro particular para sair à noite, os taxistas sempre negociam o preço antes da corrida. “É raro encontrar um que não fecha um valor antes de sair”.

Fonte: Portal 730

Câmara aprova fim de 14º e 15º salários de parlamentares

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Em votação simbólica, a Câmara dos Deputados aprovou no final da tarde desta quarta (27) projeto de decreto legislativo que acaba com a chamada ajuda de custo para os parlamentares no início e no final de cada ano. A 'ajudinha' é conhecida popularmente como décimo quarto e décimo quinto salários e é equivalente ao valor do subsídio de cada congressista. A medida foi aprovada por unanimidade na Casa.
Pelo projeto aprovado, o benefício continuará a ser pago apenas no primeiro e no último mês dos mandatos de deputados e senadores, como uma ajuda de custo destinada a compensar despesas com mudança e transporte. De autoria da senadora e atualmente ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffman (PT-PR), o projeto já foi aprovado pelo Senado e, com a votação na Câmara, será promulgado pelas mesas diretoras das duas Casas.

Ao discursar no plenário, o deputado federal Newton Cardoso (PMDB-MG) disse que estava votando o projeto com medo da imprensa. Segundo ele é uma deslealdade com os deputados que precisam dessa ajuda, mesmo assim ele votou pelo fim do benefício.

Valor

O vencimento mensal e individual, sem contar benefícios (plano de saúde, passagens áreas e cota para gastos de gabinete) é de R$ 26.723,13. Somados, as "ajudas de custo" acrescentavam R$ 53.446,26 aos contracheques dos parlamentares.

Com a nova resolução, deve ser gerado uma economia anual de, pelo menos, R$ 30,1 milhões para o parlamento. Em 2012, a Câmara destinou R$ 26.215.390,53 para custear os 14º e 15º salários dos deputados, enquanto que o Senado desembolsou R$ 3.901.576,98. - Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Portal 730

Marconi assina contrato que traz Limagrain para Goiás

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Multinacional é especializada em pesquisa e produção de grãos e vai produzir milho e sorgo em Goianésia.

Determinado a reforçar a participação de Goiás no ranking das commodities agrícolas internacionais, o governador Marconi Perillo assinou nesta quarta-feira (27) protocolo de intenções com a empresa Limagrain Guerra do Brasil, especializada em pesquisa e produção de grãos. A multinacional, que mantém negócios em 45 países, se instalará em Goianésia, onde vai produzir milho e sorgo.

O investimento inicial será de R$ 62 milhões, na primeira etapa, e outros R$ 28 milhões, no prazo de cinco anos.  A previsão é de que sejam gerados 500 empregos diretos e indiretos. Ao dar as boas vindas ao grupo, o governador Marconi Perillo ressaltou quem além de terras férteis, Goiás oferece segurança jurídica aos investidores.

A Limagrain aporta em Goiás por meio do grupo Jalles Machado, da família do ex-governador Otávio Lage de Siqueira. “Vocês escolheram um município que tem um líder forte, de grande credibilidade”, disse o governador ao presidente da empresa no Brasil, Alfonso Tejada Salvatierra, referindo-se ao prefeito de Goianésia, Jalles Fantoura, filho do ex-governador, presente à solenidade, realizada no Palácio das Esmeraldas.

A Limagrain detém tecnologia de ponta em produtos agrícola. É a primeira produtora de grãos na Europa e a segunda nos Estados Unidos. Segundo o diretor Alfonso Tejada, do faturamento atual de 1,7 bilhão de euros, no ano passado, 14% foram investidos em pesquisa. A empresa, que já conta com um centro de pesquisa em Goianésia,  instalará, em breve, um complexo tecnológico em Goiânia, especializado na pesquisa de sementes agrícolas.

Participaram da solenidade de assinatura do protocolo de intenções, além do governador, os prefeitos Jalles Fontoura (Goianésia) e Solange Bertulino (Uruaçu), os secretários estaduais Simão Cirineu (Fazenda), Alexandre Baldy (Indústria e Comércio), Mauro Faiad (Ciência e Tecnologia), Antônio Flávio de Lima (Agricultura), o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Hélio de Sousa (DEM), os diretores da Limagrain South America, Alfonso Tejada Salvatierra e Emannuel Aubry, além de técnicos da área econômica do governo.

Fonte: Jornal O Hoje

Sete concursos cancelados e Núcleo de Seleção é afastado

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Ação em cadeia depois de possível fraude em gabaritos levanta suspeita sobre outros dois concursos.

A possibilidade de fraude em concursos realizados pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) é maior do que as suspeitas que resultaram no cancelamento das quatro provas aplicadas este mês, referentes aos certames das polícias Civil e Militar. Ontem, a Secretaria Estadual de Gestão e Planejamento (Segplan) decidiu pelo cancelamento de todos os concursos realizados pela atual gestão (sete no total); inclusive, da prova escrita para agente de polícia, que seria aplicada no próximo domingo, dia 3.

A Controladoria Geral do Estado (CGE) também instaurou procedimento para averiguar os demais concursos realizados desde o início do governo, em 2011, e verificou a ocorrência do mesmo problema no gabarito, com a repetição das sequências. O fato é visto como elemento que fragiliza a transparência dos processos seletivos. Assim, José Carlos Siqueira orientou os respectivos secretários para que cancelassem as provas.

Em nota divulgada na noite de ontem, a reitoria da UEG anunciou medidas severas. A instituição solicitou abertura de inquérito à Polícia Civil e também à Polícia Federal. Além de uma sindicância, foi afastada temporariamente a diretora do Núcleo de Seleção, Eliana Machado Pereira Nogueira, até o final das investigações. Também foram trocados os integrantes da coordenação acadêmica do Núcleo, responsável pela confecção das provas teóricas. As medidas visam “investigar a fundo os processos, averiguando a realidade dos fatos, bem como aferir a responsabilidade das pessoas”, consta na nota, assinada pela reitoria.

Além dos quatro concursos recentes das polícias Civil e Militar, foi averiguado o mesmo vício no caderno de respostas do processo que selecionou pesquisadores para o Instituto Mauro Borges (IMB) e na prova para contratação de professores e apoios administrativos temporários para os Centros de Educação Profissional (CEPs) da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sectec). Os dois também foram incluídos na decisão da Segplan de cancelamento.

Siqueira defendeu que, como não houve admissão de nenhum aprovado nos certames anteriores, o ideal seria mesmo a anulação. “Mesmo que não se possa comprovar que alguém tenha se beneficiado com a situação, não se pode admitir um funcionário diante de tamanha fragilidade no concurso. Lamentável”, define o controlador.

Hoje, a direção da Universidade agendou entrevista coletiva. O que se aguarda é a estipulação de um novo cronograma para realização dos certames cancelados.

“Ordem” foi descumprida, diz diretora

Pela manhã de ontem, ainda sem a decisão de afastamento da diretoria do Núcleo de Seleção, que assumiu em outubro de 2012, Eliana Machado Pereira Nogueira havia conversado com a reportagem e sinalizado que o mesmo problema no gabarito tinha ocorrido em outros concursos do ano passado. A ordem era para que a pessoa responsável pelos gabaritos dos certames fizesse o embaralhamento das respostas antes de encaminhar para a impressão e, na justificativa dela, isso não ocorreu.

O tal funcionário, cuja identidade não foi revelada, teve o afastamento decretado e assim vai permanecer até o fim das apurações. Eliana não soube especificar o nome do programa de computador que é utilizado para a elaboração das provas. “O problema foi mesmo na disposição dos gabaritos. Ao invés de ter sido gerado aleatoriamente, foi feito de outra forma”, reforça.

Um fato curioso, no entanto, permeia o caso, no que se refere à sustentação da justificativa de falha técnica. A sequência de letras no gabarito se deu apenas nos concursos que ofertavam cargos públicos. No vestibular da Universidade, que ocorreu entre um certame e outro e que também é de responsabilidade do Núcleo de Seleção, não foi verificada a falha. A reportagem analisou o gabarito do último processo seletivo e não identificou a repetição das letras.

Gastos
A reportagem tentou obter, junto à Segplan e UEG, a quantia despendida pelo Estado para custear a realização dos quatro concursos das polícias Civil e Militar, mas o valor absoluto não foi divulgado. No entanto, o jornal teve acesso a valores pagos na locação dos espaços utilizados. Ao todo, para os certames de delegado substituto, escrivão, oficial da PM e soldado da PM, saíram dos cofres da UEG o total de R$ 141.600, somente para o aluguel dos locais de prova. Ontem, Eliana Machado chegou a afirmar que o gasto para refazer a prova e aplicá-la novamente será muito alto.

A decisão de cancelamento dos sete concuros atinge um universo de mais de 77,5 mil inscritos. Muitos são originários de outros Estados e podem acionar a Justiça em busca de ressarcimento, caso se sintam lesados.

MP pede informações e nomes de servidores envolvidos

Depois de receber as primeiras denúncias, o Ministério Público de Goiás (MP/GO) instaurou, ontem, inquérito para investigar as irregularidades e a possibilidade de fraude nos concursos. A promotora Sandra Mara Garbelini, da 11ª Promotoria de Justiça de Anápolis, foi a responsável pelo procedimento

Dentre outras providências, ela requisitou ao Núcleo de Seleção da UEG esclarecimentos sobre a metodologia na geração do gabarito e os nomes dos servidores responsáveis. Ela pediu ainda informações relativas ao controle de segurança exercida pela direção quanto aos atos praticados pelos servidores do núcleo na formulação dos gabaritos.

Sandra Mara requisitou também os nomes dos componentes das bancas examinadoras e dos servidores que atuam no Núcleo de Seleção. Ela concedeu um prazo de 10 dias para o envio das informações.

Fonte: Jornal O Hoje

Vias do Setor Central serão recapeadas

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Vias do Setor Central serão recapeadas.

Em evento que marcou a retomada de obras do túnel da Avenida Araguaia, que integra o complexo do Mutirama, a Prefeitura de Goiânia anunciou ontem um programa de recapeamento das principais ruas da região central da capital. Tomadas por buracos, sobretudo devido à idade da capa asfáltica (em alguns pontos, próxima a 50 anos), ruas e avenidas do Centro receberão nova cobertura, realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semob). A operação terá início às 8 horas de hoje, com presença de autoridades na Alameda Botafogo.

Conforme exemplificou a assessoria da Semob, o primeiro trecho que sofrerá intervenção será a Alameda Botafogo até a Avenida Anhanguera, onde tem início a Avenida Paranaíba. Durante a ação, com previsão de três ou quatro dias, uma das pistas será interditada, requerendo a atenção de motoristas. Um cronograma mais detalhado será traçado até a próxima semana, prevendo o recapeamento das principais ruas do Centro, afetadas por buracos.

“Goiânia foi escolhida entre as 44 cidades brasileiras para participar do PAC Cidades Históricas e isso faz com que nós tenhamos uma atenção muito grande voltada para os lugares onde estão localizadas as nossas reservas históricas e culturais. Nada melhor que o Centro da cidade para dar início”, ressaltou o prefeito Paulo Garcia, em entrevista coletiva na manhã de ontem.

Na ocasião, foi retomada a obra de construção do túnel da Avenida Araguaia, parada há quase um ano. O túnel – que terá 300 metros de extensão e permitirá a passagem livre da Avenida Paranaíba até a ponte de transposição do córrego Botafogo, na Avenida Independência – deve previsão de conclusão até o aniversário da capital, no dia 24 de outubro. A plataforma entre os parques Mutirama e Botafogo, prevista no projeto inicial do Mutirama, ainda é questionada na Justiça e, de acordo com a Semob, ainda não existe previsão de quando ela deve ser construída.

Mão de obra própria reduz custo de túnel
Paulo Garcia informou que pretende economizar de 30 a 40% na execução da obra do túnel, que tinha contrato de 25 milhões. A assessoria da Semob explicou que a economia se dará porque a obra será executada pela própria secretaria com funcionários e máquinas da Prefeitura. O titular da pasta, Luciano de Castro, ressaltou que assim que a obra for entregue também será desenvolvido no local um projeto de urbanização do Parque Mutirama. Ele lembrou que o trânsito deve continuar se dando pelos desvios até a conclusão da obra.

Iniciada pela Warre Engenharia, a obra está parada desde que a Justiça concedeu pedido de suspensão dos recursos federais destinados ao complexo por conta de evidências de superfaturamento e suposto envolvimento da empresa com Carlinhos Cachoeira. As denúncias fizeram com que a Justiça Federal acatasse pedido do Ministério Público para suspender o convênio de R$55 milhões com o Ministério do Turismo. A verba foi bloqueada e o processo ainda corre no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Fonte: Jornal O Hoje

Indústria goiana cresce 4,5%

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Apesar de a produção ter sido positiva em 2012, redução nos investimentos pode afetar crescimento em 2013, e preocupa.

A indústria goiana fechou o ano de 2012 com desenvolvimento equilibrado em todas as variáveis, segundo o balanço da atividade industrial da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg). O relatório, divulgado ontem, mostra crescimento na massa salarial, vendas, produção física e exportações, o que deverá levar a um avanço do Produto Interno Bruto (PIB) do setor. A preocupação, que pode interferir em resultados futuros, é a desaceleração nos níveis de investimentos.

No ano passado, a produção física da indústria goiana avançou 3,8% diante de uma queda de 2,7% observada no cenário nacional. Impulsionou para o resultado positivo um crescimento de 27,3% nas exportações, com saldo de pouco mais de US$ 2 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Não são apenas commodities. Nesse crescimento tem muitos itens exportados com ganho pela industrialização e não apenas itens in-natura”, diz o economista da Fieg, Wellington Vieira. Goiás teve o segundo maior crescimento de produção, atrás só da Bahia.

Com produção maior, as vendas cresceram 4,75%, também acima do resultado observado no País, que fechou o ano em 2,4%. A atividade industrial goiana gerou quase 23 mil novos empregos em 2012, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em todo o Brasil, o nível de empregos foi ampliado em 246.624 postos de trabalho no ano passado. Goiás contribuiu com 9% desse resultado.

A ampliação na massa trabalhadora resultou em um total de 346,7 mil trabalhadores empregados na indústria goiana. No País, 11.765 milhões de pessoas estão empregadas atualmente na indústria.

Segundo o presidente da federação, Pedro Alves de Oliveira, fatores como a queda da taxa básica de juros (Selic), de 10,5% para 7,25%, durante o ano passado, o bom desempenho do agronegócio, com maior produção de grãos e carnes contribuíram com o desempenho goiano.

Merecem destaque, ainda, os investimentos realizados pelas indústrias goianas nos últimos anos e a maturação de projetos do Produzir que estimularam a instalação de empresas como a Anglo American, em Barro Alto, a Bonduelle e Fujine em cristalina e mais recentemente a Hypermarcas, em Anápolis.


Apesar do crescimento, alguns fatores, ou “gargalos”, enfrentados pela indústria, impediram um crescimento maior. Entre eles, a redução de investimentos através do Produzir, BNDES, FCO.

Tendências para 2013
As possíveis dificuldades encontradas pela indústria nacional poderão resultar em cenário pouco otimista. Os reflexos devem passar por Goiás, mas em escala menor. A economia brasileira deve ter melhor desempenho que em 2012 e o PIB pode crescer entre 3% e 4%. Este ano, o cenário esperado é o de retomada do crescimento da indústria brasileira (até 4%). Goiás, por sua vez, deve presenciar uma continuidade do crescimento, podendo ampliar seu PIB em 6%.

Com relação aos postos de trabalho, é esperada uma continuidade no crescimento, embora a previsão seja de uma alta pouco inferior à encontrada no ano passado, de até 5% somando mais 15 mil a 20 mil novas vagas.

Também são motivos de otimismo possíveis melhorias das condições de infraestrutura, com reforma das estradas estaduais, continuação da Ferrovia Norte-Sul e conclusão da BR-060 até Jataí. A possibilidade de redução dos custos de energia, a continuidade dos incentivos fiscais, que passam por forte pressão do governo federal para o fim da “guerra fiscal”, a política federal de redução de juros para o setor produtivo com tendência de manter níveis baixos em 2013 também podem influenciar o setor positivamente este ano.

Fonte: Jornal O Hoje

Aeroporto de Goiânia: ABTAer representa ao MPF-GO sobre prejuízo às atividades de táxi aéreo

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Associação alega que interrupção da pista das 21h10 às 7h10 vai prejudicar serviços essenciais que o setor é obrigado a atender por determinação da lei

A reforma do aeroporto Santa Genoveva e a consequente interrupção dos voos por dez horas diárias (entre as 21h10 e 07h10) durante 120 dias vai ser apurada pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO). Representação feita pela Associação Brasileira de Táxi Aéreo (ABTAer) junto ao órgão alega a interdição dos pousos e decolagens vai prejudicar atividades fundamentais, tais como os serviços de táxi aéreo-médico e transporte de valores bancários.

A associação questiona o fato de o setor de táxi aéreo ter sido excluído das discussões a respeito da suspensão dos voos, sendo que a lei obriga o segmento a assegurar diversas operações. Diante da situação, o presidente da ABTAer, Milton Arantes Costa, sugere que a obra, a ser iniciada no próximo dia 1º, interrompa as atividades das 21h50 às 21h10, e não das entre as 21h10 e 07h10.

Com vistas a verificar a alegação da ABTAer, a procuradora da República Mariane Guimarães oficiou nesta terça-feira (26/2) à Superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) que em cinco dias preste informações acerca de possíveis prejuízos aos serviços de táxi aéreo, bem como uma solução.

Também com o objetivo de garantir os direitos do consumidor durante a reforma do terminal, o MPF-GO notificou na semana passada as empresas aéreas Gol, TAM, Webjet, Azul e Sete a apresentarem informações sobre como irão fazer a divulgação das ações a serem adotadas durante as obras.

Fonte: Jornal O Hoje

Paulo Garcia veta projeto que proíbe inauguração de obras públicas antes da conclusão

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A matéria havia sido proposta pelo ex-vereador, Maurício Beraldo (PSDB), ainda na legislatura passada. O objetivo era proibir que qualquer gestor municipal inaugurasse ou lançasse obras e empreendimentos que não estivessem totalmente concluídos. O projeto foi aprovado em primeira e segunda votação em 2012 e depois encaminhado à análise de Paulo Garcia (PT), que vetou o texto.

O veto foi mantido pelo plenário da câmara em votação disputada: 13 vereadores votaram sim pelo veto, e 11 preferiram derrubar a decisão. O vereador de oposição, Geovani Antônio (PSDB) afirma que o prefeito errou ao vetar o texto. “É um equivoco. Nós não podemos permitir que governantes use de obras públicos para fazer um proselitismo. As vezes não conclui em tempo hábil, mas com a intenção de ter um ganho eleitoral faz a inauguração antes mesmo da conclusão,” afirma. De acordo com o tucano, a matéria visa normatizar as regras para inauguração e mais seriedade aplicação dos recursos públicos. O parlamentar considerou absurdo as razões alegadas pelo prefeito Paulo Garcia para o veto.

A líder do prefeito na câmara, vereadora Célia Valadão (PMDB) afirmou apenas que o projeto de lei não seria necessário, já que a atual administração não costuma inaugurar obras sem que elas estejam terminadas. “Entendo que foi uma decisão tranquila, uma vez que não é praxe dessa administração fazer inauguração de obras em andamento,” justificou.

A vereadora Célia Valadão preferiu não falar sobre a motivação do prefeito ao vetar a matéria.

fonte: Portal 730

Décadas de enrolação para duplicar a BR 153 – e vergonhosamente os políticos sem-vergonha aceitam

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A perseguição ao Estado de Goiás vai além das obras paradas e das promessas não cumpridas, mas é sobretudo nas duas hipóteses que o suplício se revela. Um cartão-postal da enrolação é a BR 153, que atravessa da divisa com o Tocantins à fronteira com Minas Gerais.

A duplicação da BR 153 é uma conversa tão antiga que vem da época do regime militar. O ciclo não fecha no trecho entre Aparecida e Itumbiara. A herança da ditadura permeou a transição para a democracia, permaneceu com Collor, resistiu aos dois mandatos de Fernando Henrique, aos oito anos de Lula e aos dois de Dilma Rousseff. Até agora não concluíram a rodovia, que tem erros absurdos. O menor dos disparates é o imenso viaduto em Professor Jamil, desproporcional ao movimento presente e ao previsto. Os costumeiros acidentes apenas lembram às autoridades que falta pouco para terminar e muitas vidas a salvar.

Se o trecho da BR 153 da Capital para Itumbiara está quase pronto, o mesmo não se pode dizer da pretensão de vê-la duplicada até Porangatu. A bancada do governo no Congresso Nacional garante que vai se cumprir o PAC e a duplicação ficará pronta no governo Dilma. Pode até ser, mas não no atual mandato. Faltam 17 meses para o período eleitoral, tempo insuficiente para licitar, esperança mínima de inaugurar.

Tudo para Goiás é mais difícil. Para alargar a pista de Goiânia a Anápolis, com menos de 50 quilômetros, precisaram de mais de 30 anos. A duplicação até Brasília, com 130 quilômetros e ligando duas capitais, foi terminada já no governo Lula, três décadas depois do início. Até a fronteira com o Tocantins são 400 quilômetros. Portanto, preveem-se muitos presidentes depois de Dilma para tocar a obra.

As mercadorias industrializadas no Eixo Sul-Sudeste do País são transportadas pela BR 153 rumo à região Norte brasileira. Os produtos da Zona Franca de Manaus alcançam o restante desta Nação também via BR 153. Então, Goiás tem interesse na duplicação, mas não é o único Estado a ganhar com ela. O diferencial é que as outras unidades da federação têm prejuízo financeiro, mas não vítimas fatais. Centenas de goianos morrem na BR 153, principalmente entre São Francisco e o trevo de Mara Rosa. A carnificina ao longo da rodovia só se resolverá com a duplicação.

Pelo método tradicional, a obra não vai sair tão cedo. Os parlamentares federais se anulam na bajulação aos ministros e escondem em Brasília a indignação do povo. A fila de carretas competindo com carros de passeio na BR 153 assusta a todos, menos aos políticos. O governador, o vice-governador, os senadores e os deputados federais não visitam o Norte goiano viajando de carro. Vão sempre em helicópteros e avião, acima de engarrafamentos e buracos. Os prefeitos de Anápolis e Goiânia, que se gabam de ter prestígio no governo federal, também nada fazem para convencer a presidente Dilma a investir nas BRs.

Daqui a 15 meses essas pestes todas estarão atrás de voto. A melhor resposta é só confiar em algum deles depois de inaugurada a duplicação de Porangatu até Itumbiara.

Fonte: Porta 730

UEG divulga nota sobre cancelamento de concursos das polícias civil e militar

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A Universidade Estadual dee Goiás divulgou nota esclarecendo o cancelamento dos concursos das polícias Civil e Militar realizados no último domingo (24). De acordo com a universidade, as notícias veiculadas nas mídias sociais e na imprensa significaram um duro golpe no trabalho de reconstrução da imagem pública e da credibilidade da Universidade.

Leia a nota na íntegra:

As notícias veiculadas desde ontem nas mídias sociais e na imprensa em geral sobre indícios de irregularidades nas provas teóricas de vários concursos operados pelo Núcleo de Seleção por causa das sequências repetidas significaram um duro golpe no nosso trabalho de reconstrução da imagem pública e da credibilidade da Universidade Estadual de Goiás à frente da Reitoria desde 2012. Tão logo tomamos conhecimento das notícias travamos os contatos necessários com as partes envolvidas no processo, em especial a Secretaria de Gestão e Planejamento e a Secretaria de Segurança Pública, visando o cancelamento das provas para PM Oficial, PM soldado, Escrivão e Delegado da Polícia Civil, conforme foi noticiado ainda na noite de ontem. Durante o dia de hoje buscamos nos inteirar mais da realidade dos fatos, ouvindo pessoas responsáveis pela aplicação das provas no Núcleo de Seleção. A partir dos dados e informações coletados,
determinamos as seguintes providências:

1 - Solicitamos à Polícia Civil abertura de inquérito, convidando
também a Polícia Federal para proceder as investigações cabíveis;

2 - Instauramos sindicância interna para apuração dos fatos;

3 - Até o final da sindicância e as investigações cabíveis, afastamos
temporariamente a diretora do Núcleo de Seleção, a fim de preservar o
seu legítimo direito de defesa e a isenção necessária para os
procedimentos;

4 - Trocamos os integrantes da coordenação acadêmica do Núcleo de
Seleção responsável pela confecção das provas teóricas;

5 - Pedimos à SEGPLAN a suspensão das provas para Agente da Polícia
Civil, marcadas para o próximo domingo, dia 3 de março;

6 - Solicitamos também a repetição da prova teórica para o Instituto
Mauro Borges.

Com estes procedimentos, buscamos investigar a fundo os processos, averiguando a realidade dos fatos, bem como aferir a responsabilidade das pessoas envolvidas nos mesmos. Esperamos que os resultados das investigações tragam à luz a verdade, indicando o caminho a seguir. O Núcleo de Seleção da UEG tem um histórico de realização de concursos sempre marcado por lisura e competência.
Queremos que esta história tenha continuidade e por isso nos engajamos para a superação das aporias ora existentes. Como gestor máximo da universidade, não temos compromisso com o erro. Temos o firme propósito de conduzir a UEG rumo à excelência acadêmica.

Por isso, lamentamos profundamente todos os transtornos para as pessoas que fizeram as provas ou que deverão repetir provas e que se sentem lesadas pelos eventos, ocorridos alheios à nossa vontade. A indignação é um sentimento que se instalou em nós tão logo a gravidade da questão veio à tona. Em breve deverá ser divulgado um cronograma para as provas, pelo que a UEG poderá e deverá demonstrar toda a seriedade e lisura nos processos.

A Reitoria da Universidade Estadual de Goiás se coloca à disposição do Ministério Público, da Polícia Civil e Federal e dos demais órgãos de fiscalização para que a verdade venha à tona e para que se restabeleça a credibilidade adquirida pelo Núcleo de Seleção ao longo da sua história.

Prof. Dr. Haroldo Reimer
Reitor da UEG

Fonte: Porta 730

Prefeitura retoma obras do túnel da Avenida Araguaia nesta terça-feira

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Não haverá mudanças no trânsito da região. Prefeitura vai custear toda a obra, paralisada há um ano.

Vão ser retomadas nesta terça-feira (26/2) as obras de construção do túnel da Avenida Araguaia, outra etapa da revitalização do Parque Mutirama. Os serviços foram interrompidos há um ano depois de a Justiça proibir o custeio de parte da obra por recursos federais sob suspeita de fraude que resultou, em fevereiro de 2012, na prisão temporária de três servidores da extinta Agência Municipal de Obras (Amob) e dois funcionários da Warre Engenharia. Não haverá alterações no trânsito da região.

O túnel de 300 metros de extensão será custeado com recursos municipais e, conforme previsão do prefeito Paulo Garcia (PT), deve ser concluído até o 80º aniversário de Goiânia, em 24 de outubro. A prefeitura aposta numa “sensível” redução do valor estimado da obra, inicialmente orçada em R$ 25 milhões. Quando pronto, o túnel vai permitir a passagem livre da Avenida Paranaíba até a ponte de transposição do córrego Botafogo, na Avenida Independência.

O reinício das atividades está marcado para as 8h, na confluência entre as avenidas Araguaia e Contorno, e contará com a presença de Paulo Garcia e do secretário da de Obras e Serviços Públicos da Prefeitura de Goiânia (Semob), Luciano Henrique de Castro.

Fonte: Jornal Opção

Imagem divulga possível fraude no concurso de delegado substituto da PCGO

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A prova referente ao concurso público da Polícia Civil de Goiás (PCGO) para o cargo de delegado substituto foi realizada neste sábado (24). O núcleo de seleção da Universidade Estadual de Goiás (UEG), responsável pela elaboração da prova, divulgou neste domingo (25) o gabarito oficial preliminar.

Na rede social Facebook foi publicada uma imagem do gabarito dizendo que houve uma possível fraude no concurso. Na prova objetiva haviam as opções ABCD para escolher como a correta. A autora da imagem Mari Morais que participou do concurso ao verificar o gabarito oficial preliminar notou as sequências BACDDCABCB e DAADBCBACD para a prova A, ACBDDBCABA e BAABCDCADB para a prova B, ACBDDBCABA e DCCDABACBD para a prova C e ADCBBCDACA e BDDBACADCB para a prova D.

Mari diz que desde então ficou revoltada pois havia acertado as vinte primeiras que segundo elas estavam dadas, acrescentando ainda que talvez possa ser uma maneira de ajudar caso esquecessem a sequência.

O Diário da Manhã tentou conversar a respeito com a Profª Eliana Machado Pereira Nogueira, diretora do Núcleo de Seleção da UEG, mas segundo informações de funcionários ela estaria presente na universidade somente nesta terça-feira (26).

Fonte: Diário da Manhã

O prefeito quer ser governador, os vereadores vão a deputado. Por que os políticos rejeitam Goiânia?

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A cidade está sem defensores e o fato é que virou território de ninguém. Goiânia é um depósito de votos disputado por 500 candidatos a cargos parlamentares, que só dão as caras para recolher os destroços no dia das eleições. Na hora de reivindicar benefícios, os parlamentares ouvem mais quem grita mais forte. Goiânia não tem nem voz.

Proporcionalmente, a Capital recebe menos benefícios que qualquer cidade do interior. Quanto menor o município, maiores os recursos obtidos. Isso não é esperteza dos políticos do interior, é resignação dos moradores de Goiânia. Quando o governo estadual manda uma caminhonete para a Polícia Militar de uma localidade com 4 mil habitantes, deveria entregar 325 para o patrulhamento das ruas da Capital. A mesma conta vale para ambulâncias, agentes de saúde e equipamentos públicos.

Quase todos os deputados recebem mais votos em Goiânia que nas denominadas “bases”. Para eles, base é só interior, esquecendo-se de que o Jardim América sozinho é mais populoso que o Nordeste goiano inteiro. A Região Noroeste de Goiânia tem mais eleitores que a soma das cem menores cidades goianas. Claro que os municípios do interior merecem as obras e os serviços, até para reduzir as desigualdades regionais. Mas Goiânia está carente de representante. Até os vereadores, mal tomam posse e já somem atrás de votos bem longe, visando a Assembleia Legislativa. O prefeito também é reeleito, nem começa o novo mandato e está mirando o governo do Estado.

Os índices de desenvolvimento humano revelam o resultado desse desprezo. Cidades como Chapadão do Céu superam até os bolsões ricos da Capital. Na lista de exportação, Goiânia perde para cidades menores que um prédio de duas torres. Por isso, as cidades do interior são tão aprazíveis que os goianienses tentam imitá-las pagando caro para morar em condomínios horizontais. Em troca, o morador de Goiânia tem um trânsito maravilhoso, um ar sem poluição, saúde pública nota 10 e o melhor transporte coletivo do País. Rá, rá, rá, rá...

Fonte: Portal 730

Vereadores irão à Brasilia em busca de verbas federais para o município

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Uma comissão montada por cerca de 14 vereadores de Aparecida de Goiânia visita nesta quarta (26) e quinta-feira (27) o Congresso Nacional, em Brasília, para encaminhar uma série de reinvindicações da população e dos próprios parlamentares em prol de melhorias ao município.

O presidente da Câmara Municipal, Gustavo Mendanha (PMDB), destacou que a implantação de mais creches, escolas, asfalto e rede de esgoto são algumas das necessidades do município.

Sobre o pedido de construção de uma nova Câmara de Vereadores, o presidente Gustavo Mendanha argumentou que a casa atual está aquém das necessidades da sociedade e dos parlamentares.

“A Câmara atual já está aquém das nossas expectativas há bastante tempo. Infelizmente é uma Câmara pequena, não têm gabinetes para atender a população, muitas vezes temos que ficar espremidos ali. Já está em funcionamento há mais de 30 anos. Queremos uma Câmara moderna, e espaçosa para população”, declara.
Na legislatura passada, a Câmara de Vereadores de Aparecida conseguiu adquirir um terreno. A ideia dos parlamentares é vendê-lo e aliená-lo com a construção da Câmara. De acordo com o Presidente Gustavo Mendanha, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, se colocou a disposição em conceder um espaço para obra, próximo à prefeitura da cidade. A previsão é de que se vendido o terreno, em cerca de um ano e meio uma Câmara nova pode ser entregue aos vereadores e à população aparecidense.

O primeiro encontro dos parlamentares será com o subchefe de assuntos federativos da Secretaria de Relações Institucionais, Olavo Noleto. Logo em seguida, está previsto um encontro com a ministra da cultura Marta Suplicy, a senadora Lúcia Vânia e o senador Wilder Moraes.

Fonte: Portal 730

Valor médio do metro quadrado em Goiânia é de R$ 3.921,14

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Setor Marista é o m2 mais caro, Setor Nunes Morais, o mais barato.

A 40ª pesquisa realizada pelo CRECI-GO (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de Goiás), feita pelo DEPAMI (Departamento de Análise e Prospecção de Imóveis), revela que o preço médio do metro quadrado em Goiânia é de R$ 3.921,14. Foram pesquisadas 162 unidades no mês de dezembro/2012.

A valorização média no período foi de dezembro de 2011, quando a unidade tinha preço médio de R$ 3.299,03, para o periodo de dezembro de 2012, cujo valor médio é R$ 3.921,14, foi de 18,86%.

O setor mais caro é o Marista: R$ 4.965,54/m2. O mais barato o Nunes Morais: R$ 2.134,49/m2.

Comparando a valorização do imóvel (18,86%) com outros índices, o imóvel valorizou-se 180% acima da caderneta de poupança, cujo índice foi de 7,11%.

Confira as tabelas e veja os índices e valores:

Valor do m² por setores em Reais (R$)

Setor Marista: 4.965,65
Jardim Goiás: 4.697,28
Setor Oeste:  4.665,90
Setor Bueno:  4.605,80
Leste Universitário:  4.540.18
Nova Suiça: 4.429,32
Alto da Glória: 4.304,28
Centro: 4.189,75
Vila Maria José : 4.015,44
Setor Pedro Ludovico:  3.490,42
Jardim América : 3.454,45
Jardim das Esmeraldas:  3.403,23
Setor Aeroviário: 3.371,30
Residencial Granville : 3.351,26
Setor Sudoeste : 3.349,37
Celina Park: 3.209,77
Novo Atlântico : 3.142,18
Campinas : 3.107,07
Vila Alpes : 3.019,79
Vila Rosa : 2.993,64
Parque Amazônia:  2.929,97
Fama: 2.895,82
Goiânia II : 2.883,98
Bairro Feliz:  2.874,98
São Francisco: 2.854,72
Jardim Ipê: 2.834,13
Negrão de Lima:  2.802,43
Vila Jaraguá: 2.727,67
Ipiranga: 2.542,36
Eldorado: 2.540,07
Parque Oeste: 2.379,38
Nunes Moraes: 2.134,49

Fonte: AparecidaNet

Indústria de cosméticos quer se instalar em Aparecida

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Empresa estuda transferir matriz de São Paulo para o município.

O prefeito interino de Aparecida de Goiânia, Ozair José (PT), recebeu, em seu gabinete, empresários da indústria paulista de cosméticos Água de Cheiro. Durante a visita, os representantes Fernando Franco e Cleber Moura informaram ao prefeito que a empresa pretente migrar todas as atividades da matriz – instalada hoje em São Paulo – para o centro-oeste, dividindo-as entre Aparecida e a capital Goiânia.

“Desde 2009 estamos construindo um cenário positivo e seguro em Aparecida para o setor industrial e comercial. Dobramos o número de agências bancárias; investimos na profissionalização de nossos moradores com o IFG, o Senai e agora a UFG; e nos tornamos a 4ª cidade metropolitana com maior poder de consumo do país. Vamos continuar investindo no crescimeto da cidade para que mais empresas consolidadas no mercado nacional, como a Água de Cheiro, continuem se interessando pelo nosso potencial”, ponderou o prefeito sobre o encontro.

Segundo Cleber Moura, parte das atividades de distribuição já funcionam aqui em Aparecida de Goiânia, no setor Internacional Park, com emprego direto de 30 funcionários, todos moradores do município. “Além de facilitar a logística de distribuição dos produtos para todos os estados, pela localização geográfica, Aparecida e Goiânia ainda oferecem mais vantagens na questão tributária”, explicou o empresário, acrescentando que a Água de Cheiro tem hoje cerca de mil lojas espalhadas pelo país.

A prefeitura contribuiria com a ampliação de investimentos de infraestrutura para o setor Internacional Park como solicitação de mais linhas de ônibus junto à Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (Cmtc), pavimentação, entre outros serviços. “A administração municipal sempre deu o suporte necessário para nossa atuação em Aparecida e acredito que a cooperação continuará, pois a migração de nossas atividades beneficiarão também a cidade e sua economia”, pontuou Cleber Moura.

O prefeito Ozair José colocou a administração novamente à disposição e detalhou aos empresários o plano de pavimentação e infraestrutura que atenderá todos os bairros da cidade, entre eles o Internacional Park, que será implantado nesta nova etapa da gestão Maguito Vilela. O encontro teve ainda a participação do secretário de Indústria e Comércio de Aparecida, Marcos Alberto Luiz de Campos, e do ex-secretário da mesma pasta, o empresário de Aparecida Ricardo Rabahi.
(Com informações da Secom)

Fonte: AparecidaNet

Governo pretende chegar a 12 unidades do Restaurante Cidadão

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Mais de 1,5 mil refeições foram servidas gratuitamente hoje na inauguração do primeiro Restaurante Cidadão de Aparecida de Goiânia. Com essa abertura, o programa passa a contar com sete unidades, sendo quatro diretamente custeadas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). Durante a solenidade de abertura, o governador Marconi Perillo anunciou que pretende criar mais cinco unidades. Anualmente são servidas 10,3 mil refeições/dia nos sete estabelecimentos. A população tem acesso a comida de qualidade de segunda a sexta-feira pelo preço simbólico de R$1.

“Se a gente fosse pensar em ganhar dinheiro para o governo, a comida do Restaurante Cidadão deveria custar entre R$ 4 e R$5, porque nós começamos esse projeto há 12, 13 anos atrás. E desde que começamos o valor é um só: R$1 e vai continuar assim. Porque é um projeto de distribuição de renda, de inclusão social, de apoio ao trabalhador mais necessitado, às pessoas mais carentes”, afirmou Perillo.

A presidente da OVG, Valéria Perillo, destacou que a inauguração dessa unidade é a concretização de um sonho. Ela anunciou que embora esse seja o primeiro Restaurante Cidadão de Aparecida de Goiânia, outro já está previsto para a região central do município. O coordenador geral da OVG, Afrêni Gonçalves, informou que a escolha do local para a instalação da primeira unidade de Aparecida levou em consideração o alto índice populacional da região e sua vulnerabilidade social. O investimento financeiro, segundo ele, supera os R$ 12 milhões anuais.

O restaurante fica na Rua Lago das Garças, Qd-25, Jardim Tropical, próximo ao Terminal Garavelo. O horário de atendimento é das 10h30 às 14 horas. O auxiliar de topografia, João Batista Rodrigues, 57 anos, contou que almoça fora de casa diariamente e com a nova unidade, ele poderá usufruir de boa comida a baixo custo.

Além de Aparecida de Goiânia, o programa Restaurante Cidadão atende a população de Goiânia com duas unidades, sendo uma no Setor Campinas e outra no Centro. Há um Restaurante Cidadão em Anápolis, dois em Luziânia (no Entorno do DF), um em Rio Verde (no Sudoeste goiano). A previsão do Governo do Estado é chegar a 12 unidades.

Benefícios

O governador expôs que os benefícios a Aparecida de Goiânia não param por ai. Amanhã serão inaugurados mais 40 leitos de UTI no Hospital de Urgências de Aparecida (Huapa). Estão sendo realizadas obras para a reconstrução de rodovias que dão acesso ao município; para universalização da coleta de esgoto e fornecimento de água tratada; e será inaugurada nova unidade do Vapt Vupt.

Fonte: Goiás Agora

Corredores exclusivos para o transporte coletivo geram reclamação de lojistas, mas otimizam fluxo em até 30%

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O trânsito de uma das principais avenidas de Goiânia vai passar por modificações, mas, antes mesmo de a obra ser iniciada, as mudanças já causam polêmica. A Avenida T-63 terá corredor preferencial para o transporte coletivo, cujas obras devem começar no próximo mês, e gera insatisfação de comerciantes, que reclamam a perda de estacionamento aos clientes. Mas o ganho próximo a 30% no fluxo do transporte coletivo é utilizado como argumento pela Prefeitura de Goiânia, que ainda planeja outros cinco corredores preferenciais.

Mesmo com comerciantes se dizendo surpreendidos e prometendo bucar a Justiça contra o corredor da T-63, a intervenção já está decidida e a Prefeitura de Goiânia deve anunciar os últimos detalhes do projeto na quarta-feira (27). A Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) informa ainda que pelo menos cinco avenidas de fluxo intenso de veículos vão ganhar corredores de ônibus. São elas: Avenida 85, T-7, T-9, 24 de Outubro e Avenida Independência. Na Avenida T-9, o estacionamento pela pista direita foi proibido desde 2012. A decisão também causou revolta dos comerciantes, mas impulsionou o fluxo do transporte coletivo.

Os próximos corredores devem seguir os moldes do implantado no Eixo Universitário. Na época de instalação, houve tumulto no trânsito e a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT) chegou a cancelar as multas emitidas inicialmente pelos radares, instalados para controlar a circulação de veículos na faixa de ônibus.

No entanto, o transtorno inicial resultou em aumento de velocidade do transporte coletivo em até 20,8% na via. Segundo levantamento da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC), no horário de pico vespertino, entre as 17 e 19 horas, uma viagem que demorava 24 minutos para ida e volta, em um trecho de 2,1 quilômetros, caiu para 19 minutos no mesmo ciclo fechado.

No site da RMTC, uma ferramenta indica a média geral de velocidade dos principais trechos do transporte coletivo. Ontem, por volta das 14 horas, a velocidade dos ônibus da Avenida T-63 era considerada lenta, com média de apenas 15 km/h. No início da noite, os veículos públicos atingiam a média, considerada moderada, de 25 km/h.

A coordenadora técnica do Fórum de Mobilidade Urbana de Goiânia, Erika Cristine Kneib, sustenta que o corredor preferencial melhora sensivelmente a velocidade do ônibus. “O congestionamento dos veículos em geral atrapalha muito o transporte coletivo. Isso diminui a velocidade operacional do ônibus e gera efeito cascata nos horários de passagem, ocasionando a superlotação”, pondera.

Ela alerta que, para o corredor funcionar na T-63, ele deve seguir fielmente os mesmos moldes do Eixo Universitário. “Precisa ter os mesmos elementos da Rua 10. Inclusive com fiscalização eletrônica, para o carro não invadir o espaço do transporte público.” Além disso, destacou que é necessária a garantia da acessibilidade das calçadas. “Isso requalifica o corredor, pois a pessoa vai a pé até o ponto de ônibus.” Cristiane afirmou que, se o corredor for bem executado, pode diminuir em até 30% o tempo de percurso dos ônibus. Porém, a Prefeitura já divulgou que, no inicio, o trânsito será monitorado apenas por agentes de fiscalização, mas que existe possibilidade da instalação de fiscalização eletrônica pela via.

A especialista defende que o transporte público de Goiânia está perdendo passageiros. “Alguma coisa tem de ser feita para melhorar o serviço. Os corredores são as principais propostas para não acontecer migração.” Explicou ainda que a conscientização e adesão da população ao transporte público vão acontecer quando medidas restritivas de uso de carros e motos forem adotados, por exemplo, com pedágio urbano. ­

Fonte: O Hoje

Viaduto da T-63 volta a passar por reparos

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Via será interditada aos finais de semana, e ainda não há previsão para fim de reajustes.

O motorista que teve de passar pela Avenida 85, sentido Setor Serrinha/Centro, foi surpreendido ao ter de enfentar um grande congestionamento na manhã de ontem. Uma nova manutenção na estrutura do viaduto João Alves de Queiroz (da Avenita T-63) foi o motivo da interdição de uma das pistas. A intervenção deve acontecer também nos próximos finais de semana e ainda não tem data definida para ser concluída. No local, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semob) trabalha na substituição de várias placas de aço que foram deterioradas em 2012.

Além dos carros, o tráfego de ônibus do transporte público também foi prejudicado. Sete linhas sofreram atraso devido ao tumulto na região, o que gerou muita reclamação. Para contornar o tráfego lento, a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo de Goiânia (RMTC) sugeriu que os motoristas fizessem o retorno no elevado, pela pista intermediária. Agentes da Superintendência Municipal de Trânstio (SMT) foram direcionados para o local para tentar instruir melhor os motoristas.

O presidente da Semob, Luciano de Castro, detalhou que toda a estrutura passará por adequações para evitar que as placas se soltem. “Vamos reforçar todas as placas. Apertar os parafusos, desamassar e o que for necessário.” Algumas das placas, explica Luciano, ainda eram fixadas com rebites, o que ocasiona descolamento ocasional. Ele ainda afirmou que há 20 dias a trincheira passa por reparos. A secretaria não tem previsão para o término das obras, mas ressaltou que, para evitar transtornos, as interdições vão acontecer durante os finais de semana, em horários de menos movimento. “Priorizamos pela qualidade e não pelo tempo.”

Desde a inauguração do viaduto da Avenida T-63, em dezembro de 2008, a estrutura metálica apresentou uma série de problemas. Obra da administração Iris Rezende, o viaduto, orçado inicialmente em R$ 18 milhões, recebeu acréscimos e foi concluído por R$ 20 milhões, executado pela construtora Delta. A construção é composta em três níveis: um abaixo, com uma trincheira de cinco metros; outro intermediário, na mesma altura da avenida, e o elevado, ao longo da Avenida T-63, com extensão de 250 metros. A obra conta ainda com um monumento de cerca de 70 metros de altura.

Desde que foi lançado, o viaduto apresentou uma série de problemas no acabamento e quanto à qualidade das pistas. Em 2010, a pista direita do elevado trincou e o local teve de ser interditado para reparos. Por inúmeras vezes a Prefeitura teve de substituir as placas que são parafusadas. Agora, a intenção da administração pública é readequar o projeto, para que seja estabelecida uma solução definitiva. No entanto, ainda é possível observar buracos na parte superior e no teto do viaduto.

Fonte: Jornal O Hoje

Goiás recebe maior complexo industrial farmacêutico da América Latina

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Inaugurado em Goiás o maior complexo industrial farmacêutico da América Latina: o complexo Brainfarma, subsidiária industrial que concentra as atividades de fabricação de medicamentos do Grupo Hypermarcas. A unidade instalada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) e ampliada de 35 para 100 mil metros quadrados de áreas construídas vai gerar 2,5 mil empregos diretos e 9 mil indiretos. Para a instalação foram investidos R$ 250 milhões.

O governador Marconi Perillo destacou que nessa ampliação a principal beneficiária é a população de Anápolis, através da geração de empregos, aumento da circulação de dinheiro e conseqüente melhoria da economia. “Isso significa injetar empregos, mexer na economia para ajudar as pessoas trabalhadoras a terem suas oportunidade de emprego”, pontuou.

Com a ampliação da Brainfarma a capacidade produtiva da fábrica foi expandida em três vezes. A planta industrial produz mais de 6 bilhões de comprimidos ao ano, produção que pode ser aumentada para 10 bilhões. São produzidos medicamentos isentos de prescrição (como Atroveran, Benegrip e Biotônico Fontoura), produtos de prescrição médica, genéricos da marca Neo Química Genéricos e medicamentos similares. No interior do Complexo há ainda o Centro de Distribuição do Grupo Hypermarcas.

O chefe do Executivo completou dizendo que o Governo do Estado apoiou desde o início a expansão do Grupo Hypermarcas em Goiás. “Todas as solicitações que nos foram trazidas foram atendidas, especialmente em relação aos incentivos fiscais para que a Hypermarcas transferisse praticamente todo seu parque industrial de medicamentos para a cidade de Anápolis, se transformando numa das maiores indústrias de medicamentos do mundo”, explicou.

O CEO do Grupo Hypermarcas, Cláudio Bergamo, destacou que esse investimento é histórico. Segundo ele, nunca na indústria farmacêutica nacional foi feita uma consolidação de tantas fábricas num local único e na velocidade em que ocorreu:11 meses. Entre as fábricas/indústrias trazidas para Anápolis estão àquelas em que a base era a antiga Neoquímica, do antigo Monange, antiga Farmasa e do antigo Luper. “Nenhuma empresa no Brasil tem hoje todas essas operações centralizadas em um local único. Isso te permite uma série de economias de escala, de escopo, ganhos de eficiência, que hoje são fundamentais se você quer concorrer, competir, em um mundo cada vez mais globalizado”, argumentou.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou que o investimento na produção nacional de medicamentos agrega conteúdo tecnológico ao País e diminui a vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). A Brainfarma é uma das principais fornecedoras de medicamentos para as mais de 25 mil drogarias conveniadas ao programa Farmácia Popular. De acordo com Padilha, indústrias como a Brainfarma, 100% brasileira, contribuem para diminuir a dependência do Brasil ao mercado externo.

Além dos empregos gerados, a empresa beneficiou Anápolis também com uma creche. Em uma área de três mil metros quadrados foi construído o prédio, que será cedido à prefeitura do município, com capacidade diária de acolhimento de 300 crianças.

Investimentos
O Grupo Hypermarcas está investindo também R$ 250 milhões na centralização das operações de seu setor de consumo em Senador Canedo. A previsão é que em um ano seja inaugurada no município a maior fábrica de cosméticos do Brasil. O setor é responsável por 50% do faturamento do Grupo. De acordo com Cláudio Bergamo, a escolha de Goiás para essa instalação foi devido às características industriais que o estado possui.

Fonte: Goiás Agora

Novo Santa Genoveva terá capacidade de carga equiparada à de Congonhas

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O projeto do novo terminal de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, já está em seus trâmites finais. Fruto de um entendimento entre a Infraero, o TCU e o consórcio executor da obra, a construção do novo terminal de passageiros vai equiparar a capacidade de carga do Santa Genoveva à do Aeroporto de Congonhas (SP), afirma o assessor parlamentar da Infraero, José Eduardo Bernart. Ele se reuniu, nesta manhã, com o secretário de Estado de Infraestrutura, Danilo de Freitas, com representantes do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e da Saneago. O secretário explica que, como o projeto passou por várias adequações, é necessário que a Infraero apresente suas novas demandas aos órgãos e empresas do Estado, para que não haja nenhum entrave à retomada das obras.

“Nós recebemos aqui hoje a diretoria da Infraero para que sejam oficializadas, por parte deles, as demandas relacionadas ao Estado, de modo que a obra comece, seja agilizada o máximo possível e não tenha interrupções”, afirma.

Segundo o cronograma apresentado pelo assessor, o novo projeto deve ser finalizado e aprovado pela Infraero até o dia 22 de março, sendo posteriormente encaminhado para análise por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) – o que deve ocorrer até 30 de abril. A formalização do aditivo para retomada das obras está prevista para a primeira quinzena de maio e, o início efetivo das obras, para a segunda quinzena, com duração estimada de 18 meses. Respeitando-se todos os prazos do cronograma, estima-se que Goiânia vai contar com o novo terminal de passageiros em dezembro de 2014.

No final do ano passado, o governador Marconi Perillo esteve em Brasília, com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Raimundo Carrero, para tratar da tramitação dos projetos executivos referentes às obras do novo aeroporto de Goiânia, cuja elaboração está a cargo do Exército Brasileiro. A obra, que foi iniciada em 2005, estava paralisada desde 2007.

O novo terminal
Segundo dados da Infraero, o Aeroporto Internacional Santa Genoveva movimenta hoje 3,08 milhão de passageiros por ano, sendo o 17º aeroporto mais movimentado do País. Com a construção do novo terminal de passageiros (confira aqui o projeto), este fluxo vai ultrapassar 5,1 millhão de passageiros/ano. Ao final da obra, a movimentação nos dois terminais, estimada pela Infraero, será de 8,6 milhões de passageiros por ano, tendo em vista que a atual área de embarque e desembarque será destinada à aviação comercial (fretes, taxiamentos etc).

De acordo com José Eduardo Bernart, a paralisação das obras por parte do TCU, em 2007, não foi o único fator determinante nas alterações do projeto do novo aeroporto.

“Foram alterações na própria capacidade operacional do aeroporto. O ramo da aviação é muito dinâmico em suas legislações e normas internacionais, o tipo da aeronave, capacidade, peso, combustível etc. O projeto era antigo, de 2002, e não contemplava algumas questões. Por conta disso, o projeto foi alterado – não ampliado – em termos de layout e fluxo operacional interno dos terminais”, explica o assessor da Infraero.

Também fazem parte das obras do novo terminal a construção dos acessos à nova estação de passageiros, cuja localização será do outro lado da pista de pouso. “Como o aeroporto está sendo deslocado para o outro lado da pista, nós não temos acesso viário até lá. Então nós vamos construir dentro do sítio aeroportuário o acesso necessário até o meio fio do aeroporto. Mas é necessário também que as vias da cidade sejam adaptadas para receber esse fluxo novo de passageiros”, esclarece.

Considerando o plano diretor aeroportuário da Infraero para o sítio de Goiânia, José Eduardo elucida que a construção do novo aeroporto deve suportar a demanda até o ano de 2030, quando deverá passar por nova revisão, que pode determinar nova ampliação de terminais e pátios. “Isso vislumbrando como vai ser a demanda daqui 15 ou 20 anos, coisa que a gente planeja, mas não tem como prever ou afirmar que vai ser deste ou daquele jeito. Mas a capacidade total do aeroporto em termos de carga e aviação geral – tudo o que funciona lá dentro – está prevista nesse plano diretor”.

Apesar dos custos da obra ainda não estarem totalmente delimitados – já que o projeto ainda não foi tecnicamente concluído – o assessor da Infraero calcula um investimento de cerca de R$ 300 milhões na construção do novo terminal de passageiros e de R$ 60 milhões nas obras de infraestrutura. Ele destaca que tudo o que foi feito até o momento da paralisação será aproveitado e, caso não seja possível, adaptado às demandas do novo projeto. “Já fizemos uma perícia técnica na qual foram indicados os pontos de concreto e terraplanagem que precisam ser refeitos. Já está tudo levantado e será incorporado nesta retomada”, finaliza.

Fonte: Goiás Agora

Marconi confirma corte de servidores

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Governador fala pela primeira vez sobre a polêmica envolvendo cortes de comissionados e diz que medidas são moralizantes.

O governador Marconi Perillo (PSDB) falou ontem à imprensa pela primeira vez após o desenvolvimento da polêmica em relação ao corte de funcionários comissionados do Estado. Ele disse que as medidas que estão sendo adotadas compõem uma nova política do governo e que são “moralizantes e definitivas”. Disposto a se sobrepor à oposição, Marconi demonstrou ter se rendido às críticas protagonizadas por oposicionistas e radicalizou ao dizer que quer eliminar, aos poucos, os cargos comissionados.

“Não estou cortando gastos com comissionados apenas por contenção de despesas, mas porque quero, aos poucos, diminuir essa cultura dos cargos comissionados. Minha determinação ao secretário de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, e ao da Casa Civil, Vilmar Rocha, é que, depois de termos todos os cargos, enviemos a Assembleia um projeto de lei extinguindo esses cargos, porque eles não poderão mais ser recriados. Depois quero ver quem terá coragem de apresentar à Assembleia algum tipo de projeto de lei propondo a criação de mais cargos comissionados”, provocou.

Ele argumentou que o governo está buscando equilíbrio não só por meio do corte de comissionados. Disse que a previsão deste ano era de despesa corrente de mais de R$ 1 bilhão, mas que as medidas adotadas reduzirão esse número a R$ 300 milhões. Marconi voltou a externar a crise gerada no governo desde que solicitou aos secretários que criassem lista de demissões em cada pasta. Na quarta-feira, o governo enviou nota assinada pelo chefe de gabinete da Governadoria, João Furtado, “ameaçando” os secretários que resistem em enviar as listas. “Quem discordar pode e deve entregar imediatamente o cargo que ocupa no Poder Executivo”, dizia a nota.

Ontem, ao se referir às medidas adotadas para contenção de gastos, disse que a população só conhece como medida o corte de comissionados “porque ela se torna pública à medida que um ou outro secretário resiste em disponibilizar cargos para que sejam exonerados. Mas o conjunto das medidas é muito mais amplo”, enfatizou. Questionado se o governo criará concursos públicos, disse que serão abertos, mas de acordo com o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. “Estamos diante de um momento em que estamos decididos a ir mudando a cultura em relação aos cargos comissionados. Se dependesse de mim, avançaríamos muito mais. Mas, neste momento, necessitamos em algumas secretarias dos cargos comissionados enquanto não há concurso”, finalizou.

Fonte: Jornal O Hoje

T-63 e mais 5 vias exclusivas para ônibus

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O trânsito de uma das principais avenidas de Goiânia vai passar por modificações, mas, antes mesmo de a obra ser iniciada, as mudanças já causam polêmica. A Avenida T-63 terá corredor preferencial para o transporte coletivo, cujas obras devem começar no próximo mês, e gera insatisfação de comerciantes, que reclamam a perda de estacionamento aos clientes. Mas o ganho próximo a 30% no fluxo do transporte coletivo é utilizado como argumento pela Prefeitura de Goiânia, que ainda planeja outros cinco corredores preferenciais.

Mesmo com comerciantes se dizendo surpreendidos e prometendo bucar a Justiça contra o corredor da T-63, a intervenção já está decidida e a Prefeitura de Goiânia deve anunciar os últimos detalhes do projeto na quarta-feira (27). A Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) informa ainda que pelo menos cinco avenidas de fluxo intenso de veículos vão ganhar corredores de ônibus. São elas: Avenida 85, T-7, T-9, 24 de Outubro e Avenida Independência. Na Avenida T-9, o estacionamento pela pista direita foi proibido desde 2012. A decisão também causou revolta dos comerciantes, mas impulsionou o fluxo do transporte coletivo.

Os próximos corredores devem seguir os moldes do implantado no Eixo Universitário. Na época de instalação, houve tumulto no trânsito e a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT) chegou a cancelar as multas emitidas inicialmente pelos radares, instalados para controlar a circulação de veículos na faixa de ônibus.

No entanto, o transtorno inicial resultou em aumento de velocidade do transporte coletivo em até 20,8% na via. Segundo levantamento da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC), no horário de pico vespertino, entre as 17 e 19 horas, uma viagem que demorava 24 minutos para ida e volta, em um trecho de 2,1 quilômetros, caiu para 19 minutos no mesmo ciclo fechado.

No site da RMTC, uma ferramenta indica a média geral de velocidade dos principais trechos do transporte coletivo. Ontem, por volta das 14 horas, a velocidade dos ônibus da Avenida T-63 era considerada lenta, com média de apenas 15 km/h. No início da noite, os veículos públicos atingiam a média, considerada moderada, de 25 km/h.

A coordenadora técnica do Fórum de Mobilidade Urbana de Goiânia, Erika Cristine Kneib, sustenta que o corredor preferencial melhora sensivelmente a velocidade do ônibus. “O congestionamento dos veículos em geral atrapalha muito o transporte coletivo. Isso diminui a velocidade operacional do ônibus e gera efeito cascata nos horários de passagem, ocasionando a superlotação”, pondera.

Ela alerta que, para o corredor funcionar na T-63, ele deve seguir fielmente os mesmos moldes do Eixo Universitário. “Precisa ter os mesmos elementos da Rua 10. Inclusive com fiscalização eletrônica, para o carro não invadir o espaço do transporte público.” Além disso, destacou que é necessária a garantia da acessibilidade das calçadas. “Isso requalifica o corredor, pois a pessoa vai a pé até o ponto de ônibus.” Cristiane afirmou que, se o corredor for bem executado, pode diminuir em até 30% o tempo de percurso dos ônibus. Porém, a Prefeitura já divulgou que, no inicio, o trânsito será monitorado apenas por agentes de fiscalização, mas que existe possibilidade da instalação de fiscalização eletrônica pela via.

A especialista defende que o transporte público de Goiânia está perdendo passageiros. “Alguma coisa tem de ser feita para melhorar o serviço. Os corredores são as principais propostas para não acontecer migração.” Explicou ainda que a conscientização e adesão da população ao transporte público vão acontecer quando medidas restritivas de uso de carros e motos forem adotados, por exemplo, com pedágio urbano. ­

Fonte: Jornal O Hoje

Procon-GO constata abuso de preços e adulteração de combustível em Goiânia

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Dezenove postos da capital serão notificados por prática abusiva

Indícios de adulteração de etanol foram encontrados no posto de combustível localizado a Avenida Goiás com a Rua 5, no Setor Central de Goiânia, na manhã desta quinta-feira (21/2). A constatação foi feita durante fiscalização da Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor em Goiás (Procon-GO) em estabelecimentos da capital.

O caso citado foi encaminhado à Delegacia Estadual do Consumidor (Decon) para apuração. A bomba em que foi constatada suspeita de irregularidade foi lacrada pelos fiscais e, após instalar processo administrativo, o órgão de defesa do consumidor deu prazo de 10 dias para que o estabelecimento apresente defesa.

Hoje, o Procon Goiás também divulgou pesquisa em que foi verificada variação de preço em 16,76% para o etanol vendido na capital (cujo preço por litro pode ser encontrado de R$ 1,79 a R$ 2,90); 17,22% para o diesel (R$ 2,09 e R$ 2,45); e 7,77% para a gasolina comum ( R$ 2,69 e R$ 2,8). A gasolina aditivada pode ser encontrada de R$ 2,72 e R$ 3,09 – variação de 13,23%.

Realizada entre os dias 18 e 20 deste mês, a operação verificou os preços praticados pelos postos de combustíveis, além das variações entre o menor e maior valor e o porcentual de reajuste médio. Um total de 55 postos foi visitado, o que corresponde a 20% desse tipo de estabelecimento.

Em comparação com os registros pesquisados no mês de julho do ano passado, 34 postos apresentaram indícios de majoração de preços acima do porcentual autorizado pelo governo. Destes, 19 vão ser notificados pela gerência de fiscalização. A ação vem de encontro com o reajuste concedido pelo governo federal no dia 29 de janeiro último para gasolina, diesel e etanol.

Os postos notificados vão ter que apresentar documentações específicas, como notas fiscais de compra das distribuidoras e de venda ao consumidor final, relativos à gasolina e ao diesel, em datas pré-estabelecidas. O objetivo é apurar se os reajustes aplicados estão de acordo com os repassados pelas distribuidoras.

Com isso, será possível saber se não houve antecipação do aumento por parte dos postos de combustíveis. Toda documentação será encaminhada à Gerência de Pesquisa e Cálculo do Procon para análise.

Fonte: Diário da Manhã

22 municípios goianos terão recadastramento biométrico

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Comunicação do Tre-go

A lista de municípios em Goiás que passarão pelo recadastramento biométrico apresentada pelo TRE-GO foi aprovada pelo TSE. Serão 22 municípios, sendo que 10 são sedes de zonas eleitorais. Considerando o eleitorado de 2012, 828.684 eleitores terão que se recadastrar. A previsão de início da biometria é para o mês de abril.

Cidades que compõem a Região Metropolitana de Goiânia e que são próximas da capital foram escolhidas para a etapa 2013-2014 devido à facilidade de deslocamento. O fato de Goiânia já ter experiência com a biometria auxiliará na orientação das zonas eleitorais.

Segundo, o assessor de planejamento e gestão da Diretoria-Geral do TRE-GO, Hamilton Pinheiro, o projeto já está em pleno andamento desde o início do ano. Os chefes dos cartórios que participarão do recadastramento vieram a Goiânia para receber um treinamento com a Seção de Cadastro de Eleitores. Houve uma exposição teórica em relação ao sistema biométrico e todos foram levados para a Central de Atendimento ao Eleitor (Avenida Anhanguera, nº 5345, Centro), onde puderam presenciar a utilização dos kits biométricos.

Também já foram realizadas reuniões com chefes de cartório para discutir sobre locais para instalação dos kits biométricos em cada município, quantidade de pessoal necessário durante o projeto, planos de divulgação e treinamento.

O próximo passo será agendar as visitas técnicas aos municípios liberados e a capacitação dos demais operadores dos kits biométricos. Um novo treinamento está marcado para o dia 14 de março.

Fonte: Diário da Manhã

Sexta-feira será de muito calor em Goiás

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A sexta-feira promete ser de sol e calor em Goiás. Na maior parte do dia está previsto muito sol, podendo ocorrer aumento da nebulosidade no fim da tarde. Chuvas acompanhadas de trovoadas nas regiões Sul e Oeste, e pancadas de chuva isoladas na Região Central também estão previstas. Nas demais regiões é pequena a possibilidade de chuva. Na capital, o dia começará com sol e poucas nuvens, mas haverá grande probabilidade de pancadas de chuva com trovoadas. A umidade relativa do ar ficará em torno dos 30%. A temperatura máxima pode atingir os 34ºC à tarde. A previsão é do Sistema de Meteorologia e Hidrologia da Sectec.

Fonte: Diário da Manhã

Central de Transplantes é inaugurada no Crer

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Instalações facilitarão envio de órgãos e tecidos, por proximidade do Aeroporto.

As novas instalações da Central de Transplantes de Goiás, foram inauguradas hoje sexta-feira (22) às 9 horas no Centro de Reabilitação e Readaptação Henrique Santillo, (Crer). Foram investidos R$120 mil provenientes do Crer para reformas e aquisição de mobiliário. Esteve presente o secretário de Saúde, Antônio Faleiros e demais autoridades.

Para concretizar a mudança do local foram levados em consideração a proximidade com o Aeroporto Santa Genoveva e a infraestrutura de excelência oferecida pelo Crer, uma vez que a Central funcionava dentro do Hospital Geral de Goiânia (HGG). “Realizamos um sonho de muito tempo: o de utilizar uma estrutura física compatível com a nossa demanda. Agora estaremos próximos ao Aeroporto Santa Genoveva, o que nos possibilita acesso rápido na busca e envio de órgãos e tecidos”, declarou o diretor da Central, Luciano Leão.

Multitecidos

Outra inovação da Central de Transplantes é a implantação do Banco de Multitecidos, uma iniciativa conjunta da Secretaria de Saúde e do Crer. Uma carta de intenções já foi enviada para a coordenação do Sistema Nacional de Transplantes. Com a  aprovação, o projeto pode ser encaminhado ao Ministério da Saúde para o parecer final.

Fonte: Diário da Manhã

Licitação de bicicletas emperrada

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Concorrência pública para concessão onerosa de 600 bicicletas não teve interessados. Projeto deve sofrer alterações.

O contrato de concessão onerosa estabelecido pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), para definir a empresa responsável pela operação dos serviços de bicicleta pública em Goiânia, ainda não atraiu o interesse das empresas especializadas no mercado. Prova disso é que a concorrência pública, que deveria ter sido iniciada no dia 28 de janeiro, apresentou sessão deserta (nenhum interessado se manifestou) e precisou ser adiada para o dia 22 de abril. Até lá, mudanças no edital estão previstas para que o processo licitatório novamente não seja frustrante.

Coordenador dos processos de corredores preferenciais e bicicletas públicas da CMTC, Domingos Sávio Afonso explica que a empresa vencedora da licitação, especialmente no caso de concessão onerosa, terá a obrigação de reverter uma parte dos lucros ao poder público. “Estamos fazendo várias exigências, além disso, a autorga onerosa também inibe”, justifica. Apesar da sessão deserta, Domingos Sávio afirma que três organizações do segmento demonstraram interesse e entraram em contato com a Prefeitura, mas ele preferiu não divulgar o nome das empresas.

De acordo com Domingos, uma das empresas não apresentou ânimo pelo mercado local e outra considerou curto o prazo de 45 dias disponibilizado para a apresentação de capacidade estrutural e financeira. Ele assume que talvez o tempo possa não ter sido o suficiente para parcerias locais e nacionais, já que grande parte dos lucros será de publicidades nos veículos, como tem se constatado em outras cidades brasileiras.

Por isso, a possibilidade de alteração de cláusulas estabelecidas na concessão pública tem sido estudada. O número de estações, que até então são 60, com 10 bicicletas em cada, pode ser alterado “para menos ou para mais”, diz Domingos. A exigência de que a empresa vencedora instale sinalizações horizontal e vertical, indicando ciclo-rotas, também pode ser revista. Mas, para que isso aconteça, os interessados terão de fazer solicitação.

A concessão onerosa foi escolhida devido ao exemplo do serviço que é considerado sucesso no Rio de Janeiro. “Temos como exemplo as bicicletas públicas do Rio de Janeiro, que funcionam com as mesmas regras que devem ser colocadas em prática em Goiânia, inclusive com algumas alterações positivas.” No Rio de Janeiro, o usuário paga R$ 5 para utilizar o veículo por meia hora. “Aqui a previsão é de que a pessoa possa ficar com a bicicleta por uma hora pagando o mesmo preço.”

A previsão inicial era de que as bicicletas estivessem disponíveis até o final do semestre. Mas Domingos Sávio afirma que os prazos podem ser estendidos. “As datas podem ser dilatadas de acordo com as necessidades.” No edital divulgado em dezembro do ano passado, caso uma empresa tivesse projeto aprovado, a data para colocar as bicicletas em circulação era 13 de março.

As estações – incluídas na primeira fase do projeto –, cada uma oferecendo 10 bicicletas, devem ser instaladas na Praça Cívica, Bosque dos Buritis, Parque Zoológico, Praça do Cruzeiro, Praça da Bíblia, Estação Rodoviária, Praça Bandeirante, Praça Tamandaré e outras duas na Praça Universitária, por onde passa a ciclovia, que até então segue pouco utilizada. Os usuários terão de pagar R$ 5 a hora ou R$ 10 mensais, por meio de um cadastro. A empresa responsável, mediante a assinatura do contrato terá de oferecer R$ 160 mil como garantia referente a 2% dos lucros oriundos da exploração de publicidade, que será padronizada nas estações, bicicletas e demais serviços. O limite do valor é de R$ 8 milhões.

Trecho de 10,5 km de ciclovia até Campus da UFG não saiu do papel
O Plano Diretor de Goiânia foi elaborado com a previsão de 162 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, mas apenas um pequeno trecho, de 2,5 quilômetros, foi construído para a circulação exclusiva de ciclistas. No ano passado, a Prefeitura chegou a divulgar a construção de um novo trecho de 10,5 quilômetros de ciclovia que deveria ligar a existente, no Corredor Universitário, ao Campus 2 da Universidade Federal de Goiás (UFG), prometendo conclusão para o final de 2012, mas as obras sequer foram iniciadas.

A construção deveria ter acontecido em parceria com a universidade, mas segundo o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFG, Camilo Vladimir de Lima Amaral, o convênio entre a Prefeitura e a UFG está paralisado desde a última greve da instituição de ensino e não existe previsão de retorno. O especialista destacou a importância de trechos cicloviários e também acredita que as empresas não se interessaram por conta da falta de estrutura apresentada.

Outro trecho dedicado a bicicletas trata-se da ciclovia na GO-020, construída em outubro de 2012, entre Goiânia e Trindade, com 14,8 km, pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop). A pista, no entanto, já apresenta danificações e tem o caminho cercado pelo mato alto.

Campanha de conscientização
Outra justificativa apresentada pela CMTC, de que a segurança dos usuários não estará em risco, faz referencia aos pontos onde as bicicletas estarão localizadas. “O fluxo de veículos no centro é grande, mas o trânsito não é tão perigoso”, defendeu o coordenador de bicicletas públicas, Domingos Sávio.  Segundo ele, os motoristas respeitam mais os ciclistas do que os motociclistas. Porém, assumiu que na guerra do trânsito perde o mais fraco. “Uma conscientização será feita com os motoristas para que respeitem os direitos dos ciclistas.”

Segundo dados do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), durante todo o ano passado, pelo menos 585 ciclistas deram entrada na unidade de saúde, devido algum acidente no trânsito. Apenas em janeiro deste ano 45 ciclistas precisaram receber cuidados médicos no local.

Grupo alerta para falta de estrutura  
O coordenador do grupo Pedal Goiano, Eduardo Costa, acredita que as empresas ficaram receosas devido à realidade estrutural da capital. “No Rio de Janeiro houve preparação da cidade no sentido estrutural, por exemplo, rotas foram criadas antes de o serviço ser disponibilizado.”

Para Eduardo as empresas podem ter analisado o risco e as responsabilidades, “provocando o desinteresse”, opina. Eduardo destaca também que pedala semanalmente por várias ruas da cidade e observa a carência em estrutura. “Nossa cidade é plana e nós precisamos de investimentos. Agora é ver para crer”, pondera.

No entanto, o coordenador de corredores preferenciais e bicicletas públicas da CMTC, Domingos Sávio Afonso, não concorda com o posicionamento do Pedal Goiano. “O fato de que temos que ter estrutura para depois ter as bicicletas é um ledo engano”, posiciona. Ele afirma que o serviço incentivará a população que ainda não tem o costume de ir ao trabalho de bicicleta. “Nós estamos começando a incentivar. Esse é o primeiro passo de uma série de ações”.

A reportagem entrou em contato com a empresa Solução Alternativa de Mobilidade por Bicicleta de Aluguel (Samba), responsável pelos serviços de bicicletas públicas em 13 municípios brasileiros, inclusive no Rio de Janeiro, mas o responsável preferiu não divulgar qualquer tipo de informação ou interesse da empresa na concorrência pública.

Fonte: Jornal O Hoje