Apesar da chuva, acidentes ficaram abaixo da média

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Apesar da chuva, acidentes ficaram abaixo da média.

A chuva que começou no fim da tarde desta quarta-feira (30) e ainda se estende, provocou inundações em diversas partes da cidade. Entre os lugares mais críticos, dois pontos que cruzam com a Marginal Cascavel, nas avenidas T-2 e T-9, o nível do Córrego Cascavel chegou a encobrir as pistas.

Durante esses momentos carros estavam impossibilitados de cruzar a marginal, contudo, quando os agentes da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), chegaram a esses locais o tráfego já havia se normalizado, devido ao escoamento da água.

Na Avenida Leste Oeste, Vila Abajá, um Chevrolet Corsa, ficou parado no meio da rua, devido à chuva. A água atingiu o meio da porta do veículo, onde estavam duas crianças, de 4 e 5 anos.

Marginal Botafogo

O caminhão, que ficou preso ao passar na Marginal Botafogo, foi retirado no início da noite, após os agentes da SMT bloquearem o tráfego. A operação de retirada durou cerca de 5 minutos segundo informações da Central de Ocorrências, do órgão. O veículo havia ficado preso ao passar embaixo da ponte Fued José Sebba, no Jardim Goiás, por volta das 16h30.

Ainda segundo informações da Central de Ocorrências, ao todo ocorreram 33 acidentes nesta quarta-feira, sendo sete deles à noite. Conforme o órgão o número está abaixo da média diária.

Fonte: Jornal O Hoje

Chuva inunda prédios e deixa ruas alagadas em Goiânia

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A forte chuva que cai sobre Goiânia e Região Metropolitana desde o início da tarde desta quarta-feira (30) causou estragos em inúmeros setores. De acordo com o repórter Rubens Salomão, da Rádio 730, o canal do Córrego Cascavel transbordou e deixou vários cruzamentos alagados. Ele informou que, por volta das 18h, havia carros submersos nas proximidades da Avenida Castelo Branco, que ficou congestionada.

Segundo o Corpo de Bombeiros, na Avenida T-2, o alagamento da marginal também interditou a via. Na Avenida 7-9, sentido Terminal Bandeiras, na ponte próxima ao Carrefour Sudoeste, um veículo também foi surpreendido pelo alagamento e os ocupantes ficaram ilhados. Na Avenida Leste Oeste, Vila Abajá, um veículo Corsa ficou parado na via por causa da chuva. Os bombeiros informaram que no veículo estavam duas crianças (uma de 4 anos e outra de 5 anos).

Por volta das 18h30, o Corpo de Bombeiros atenderam mais três ocorrências provocadas pela chuva. Uma delas foi na Avenida Nazareno Roriz, no prédio da Companhia de Urbanização de Goiânia. Segundo a assessoria de imprensa da BM5, o prédio da Assistência Social da Comurg ficou alagada na Vila Aurora. Outra inundação foi informada no Bairro Rodoviário, na Rua Dr. José Lobo. Nesses locais, a água ultrapassou a marca de 1 metro, segundo a equipe de emergência.

Em Aparecida de Goiânia, o muro e portão de uma residência desabaram. No local estavam uma idosa e crianças que não se feriram com o acidente.

Fonte: Portal 730
Foto:  Daili Damas e Rubens Salomão

Empresa consegue alvará e Caldas Country irá ser realizado em 2013

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A empresa organizadora do evento Caldas Country, na cidade de Caldas Novas, conseguiu o alvará do munícipio e a autorização da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) para realizar a edição de 2013 do evento. O show irá acontecer nos dias 15 e 16 de novembro.

A venda dos ingressos havia sido suspensa em função um uma ação civil pública feita pelo Ministério Público de Goiás. Essa decisão foi tomada pela juíza ao alegar falta de segurança para os participantes do show. Com a venda liberada, a comercialização será feita através do site oficial e de lojas conveniadas.

A administração municipal criou uma comissão permanente para criar ações preventivas para realização de eventos na cidade. Os órgãos de segurança como Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros já se mobilizam para tomar ações preventivas e de repressão aos crimes para manter a segurança durante eventos.

Fonte: Portal 730

Em apenas um mês, casos de dengue já são 64% do total de 2012

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2013 mal começou e 8,4 mil casos de dengue já foram registrados em Goiânia. O número equivale a 64% do total notificado no ano passado (13.191 casos). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (30) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). De acordo com a pasta, são 652 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os bairros com mais casos são: Setor Urias Magalhães, Jardim América, Cidade Jardim, Setor Sudoeste, Setor Central, Jardim Guanabara I e Setor Finsocial.

"O índice de infestação está em 3,7%, o que significa que, a cada 1.000 imóveis visitados, 37 apresentaram criadouros com foco. O percentual preconizado pelo Ministério da Saúde é menor ou igual a 1%", informa a SMS. De acordo com a Diretoria de Vigilância em Saúde da SMS, um dos principais problemas que vem sendo enfretados é o significativo aumento de criadouros do mosquito em quintais de residências, devido sobretudo ao descarte incorreto de lixo.

Veja algumas dicas importantes para se prevenir da dengue:

Evite acumular entulho e lixo
• Coloque tudo em sacos plásticos, feche bem e jogue em uma lixeira com tampa

Recolha todo o material que possa acumular água:
• Tampinhas de garrafa, cascas de ovo, latinhas de todo tipo, garrafas, pneus

Não deixe água parada
• Escorra a água do pratinho dos vasos de plantas ou de xaxins e coloque areia no lugar

Tenha atenção especial com plantas que acumulam água, como as bromélias
• Coloque uma colher de sopa de água sanitária em um litro de água e regue a planta duas vezes por semana com a mistura. Tire a água acumulada nas folhas

Cuidado com os vasilhames
• Lave os vasilhames de água dos animais domésticos com bucha e sabão pelo menos uma vez por semana

Mantenha a tampa dos vasos sanitários fechada
• Nos banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana

Cheque se há entupimento nos ralos da casa
• Se houver, desentupa imediatamente
• Se o ralo não for usado, mantenha-o fechado

Retire sempre a água da bandeja externa de geladeiras
• E aproveite para lavá-la com água e sabão

Atenção com o suporte para água mineral
• Lave bem o suporte para garrafões de água mineral toda vez que for trocar a garrafa

Mantenha lagos, cascatas e espelhos d’ água limpos. Se puder, crie peixes
• Eles se alimentam de larvas. Caso não possa, mantenha a água tratada com cloro

Tampe os tonéis e depósitos de água
• Se eles não tiverem tampa própria, improvise uma feita de tela. Deixe as paredes internas limpas com a ajuda de bucha e sabão

Trate a água da piscina com cloro e faça limpeza uma vez por semana
• Se a piscina não estiver sendo usada, cubra-a bem. Se estiver vazia, coloque um quilo de sal na parte mais rasa

Verifique se as calhas não estão entupidas
• Remova folhas e outros materiais que impeçam o escoamento da água

Entregue os pneus velhos aos serviços de limpeza urbana
• Caso contrário, guarde-os em local coberto

Garrafas vazias
• Guarde garrafas de vidro ou pet, baldes e vasos de plantas vazios com a boca para baixo

Caso sua casa tenha laje:
• Retire a água acumulada

Fonte: Jornal O Hoje

Tolerância zero para bebida e direção

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Nova medida do Conselho Nacional de Trânsito já está valendo desde ontem.

Tolerância zero para a combinação álcool e direção no Brasil começou a valer desde ontem. Nada de bombom de licor ou sorvete que tenha álcool, tudo poderá ser detectado com infração. A medida foi tomada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que publicou ontem a Resolução nº 432 no Diário Oficial da União (DOU). A partir de agora, a lei, agora mais rigorosa, não permite nenhuma quantidade de álcool no sangue do condutor, que será autuado administrativamente por qualquer concentração de bebida. Para responder criminalmente, entretanto, as regras permanecem as anteriores, 0,34 miligramas por litro de ar no bafômetro ou concentração maior ou igual a seis decigramas no exame de sangue.

A resolução foi uma consequência da Lei nº 12.760/2012, que impôs ao Contran determinar a nova margem de tolerância. Isso significa que, se o condutor soprar o bafômetro e o aparelho marcar igual ou superior a 0,05 miligrama por litro de ar, ele será autuado e responderá por infração gravíssima, conforme estabelece o artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Já nos exames de sangue, a tolerância é zero. Para quem reincidir a mesma infração dentro de um ano, o valor da multa será duplicado e poderá chegar a R$ 3.830,60.

Sobre a possibilidade de tomar apenas um copo, ou meio copo, não é possível dizer a quantidade que será avaliada como crime. Isso porque cada corpo reage de uma forma e a quantidade no sangue pode variar de pessoa para pessoa, mesmo que a quantidade ingerida seja a mesma. O conselho do Detran é que não seja ingerido absolutamente nada.

A penalidade para quem for pego com qualquer quantidade de álcool no sangue será de multa de R$ 1.915,30, recolhimento da habilitação, suspensão do direito de dirigir por 12 meses, além da retenção do veículo, até a apresentação de condutor habilitado. Para quem tiver mais de 0,34 mg/l no bafômetro ou 6 dg/l será caracterizado como criminoso e as penalidades incluem: detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão do direito de dirigir. Em Goiânia, as fianças têm girado em torno de 20% do valor do automóvel.

Delegado defende ainda mais rigidez

Para o delegado Waldir Soares, titular da Delegacia Especializada em Investigações de Crimes de Trânsito de Goiânia, a penalidade ainda é pequena. “A medida vai interferir apenas no bolso do condutor, já que eles não dão valor nem à própria vida nem à dos demais. Eu defendo mais, defendo o confisco do veículo, que deveria ir à leilão. Com o dinheiro, entidades e hospitais como o Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo), Crer e outros tanto poderiam ser auxiliados. Para mim, a multa deveria ser agravada não só em casos de embriaguez, mas também sobre a ausência do uso de cinto de segurança e do uso do celular no momento combinado com direção. As multas hoje são irrisórias se levarmos as vidas em consideração”, completou.

Novas provas
Como já havia sido determinado no endurecimento da Lei Seca, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova passam a valer como prova. Caso o condutor não concorde, poderá pedir a contraprova: o teste do bafômetro. Em caso de recusa, o agente poderá aplicar a autuação administrativa e preencher o questionário – Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora, que será anexado à autuação. Nesse caso, o condutor também poderá ser levado à delegacia.

O questionário apresenta informações como aparência do condutor, sinais de sonolência, olhos vermelhos, odor de álcool, agressividade, senso de orientação, fala alterada, entre outros aspectos. A resolução também prevê que seja realizado exame de alcoolemia para todos os acidentes de trânsito envolvendo vítimas mortas.

Em um mês, 19 são presos sob nova lei

No dia 20, completou-se um mês que a nova Lei Seca entrou em vigor. Neste período, o Detran, em parceria com a Polícia Militar (PM), realizou 2.420 testes de bafômetro pela operação Balada Responsável. Na capital, 79 pessoas se recusaram e 55 carteiras foram apreendidas e 19 foram presas.

Como publicado por O HOJE, no dia 22, nas rodovias federais que cortam o Estado (BRs), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, no mesmo período, 5.594 testes. No total, 113 foram autuados por dirigir embriagados.
Em Goiás, apenas em 2011, 1.217 pessoas foram flagradas dirigindo embriagadas pela PRF até novembro. Em 2012, no mesmo período, foram 1.704.

Para o inspetor Álvaro de Rezende, chefe da Seção de Policiamento e Fiscalização da PRF, a mudança na lei é mais uma forma de endurecimento. “Para nós, é mais uma ferramenta de coibir casos de embriaguez. Apenas em um mês, já fizemos 25% dos testes realizados em 2012. Acredito que estas medidas conscientizam a população, que refletirá mais sobre mortes e acidentes”, finalizou.

Balada Responsável vai para interior no carnaval

Em reunião na segunda-feira (28), o secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita, informou que o Detran-GO terá apoio para a realização da Operação Carnaval Responsável 2013 e para a interiorização do programa Balada Responsável. A autarquia já conta com o equipamento necessário para a realização do programa em 21 municípios. Porém, falta efetivo para viabilizar os trabalhos. O presidente do Detran, José Taveira Rocha, e Mesquita afirmaram que a meta é agilizar as autuações de infratores em atendimento à nova Lei Seca.

O diretor de Operações do Detran-GO, Sebastião Vaz, enfatizou a efetividade do programa Balada Responsável, que desde setembro de 2011 vem sendo realizado de segunda-feira a domingo sem interrupções. Ele lembrou os diferenciais do programa. “Não queremos fazer pegadinha com ninguém, atuamos de forma transparente. Nossa intenção é conscientizar os motoristas”, afirmou o coronel.

Fonte: Jornal O Hoje

Há boates que funcionam sem alvará

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Após adquirir licença para funcionar como bar ou restaurante, casas mudam de serviço. Fiscalização deverá apertar o cerco.

Os secretários de várias pastas municipais e órgãos ligados à segurança e licenciamento das casas de espetáculos da capital se reuniram na manhã de ontem para definir estratégias para garantir que os estabelecimentos com aglomeração de pessoas em Goiânia estejam preparados para ocorrências como a que aconteceu em Santa Maria, evitando que ocorra por aqui uma tragédia como a que aconteceu no Rio Grande do Sul.

Um dos grandes problemas levantados durante o encontro é o fato de que muitos bares e restaurantes têm o alvará de funcionamento, mas acabam funcionando como boates, sem o alvará específico para esses casos.

Secretário de Fiscalização da Prefeitura de Goiânia, Allen Viana explica que por isso é difícil especificar o número de boates da capital. “Muitos iniciam como bares e acabam funcionando clandestinamente. Vamos intensificar a fiscalização para adequar os que estão nessa situação”, observa. Segundo ele, pelo menos as 40 principais boates e casas de shows de Goiânia devem receber os fiscais ainda antes do carnaval.

Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Goiás, Rafael Campos Carvalho admite que existem estabelecimentos funcionando sem o alvará adequado e sugeriu que seja feito um mutirão de regularização em 90 dias da fiscalização, já que, segundo ele, a burocracia muitas vezes atrapalha os estabelecimentos que querem se regularizar. Ele lembra que a maioria dos proprietários de bares e boates precisa de orientação sobre as adequações que precisam fazer em seus estabelecimentos. “Vamos educar primeiro. Dono de bar não foi formado em Havard, foi formado na cozinha,” declara.

De acordo com a Polícia Federal – responsável por fiscalizar os vigilantes que trabalham em boates e casas de show, bem como as escolas que formam esses profissionais –, a maioria dos seguranças que atuam em boates não possui o curso de formação exigido. “Eles devem ter treinamento para evacuação, primeiros socorros e combate a incêndio,” explica a delegada Esmeralda Aparecida de Oliveira e Silva. Segundo ela, a maioria dos contratados são autônomos, sem vínculo com nenhuma empresa especializada ou com o estabelecimento onde trabalham. “Maioria atua de forma clandestina. E a lei não cobra nada da empresa que contrata,” lamenta. Ela destaca que a PF intensificará a fiscalização e exigirá que esses profissionais tenham carteira expedida pelo órgão.

Pirotecnia é proibida em ambientes fechados

De acordo com o Código de Postura de Goiânia, apresentações pirotécnicas em ambientes fechados, como a que causou o incêndio em Santa Maria, são proibidas. No entanto, isso não garante que elas não aconteçam, segundo o superintendente do Procon Municipal, Miguel Tiago. Ele lembra que muitos itens presentes no código simplesmente não são obedecidos. “Muita tragédia poderia ser evitada se as pessoas simplesmente cumprissem a lei. Espero que esse fato em Santa Maria chacoalhe toda a sociedade, para que haja uma mudança de atitude,” destaca.

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma lei estadual também dita regras rígidas sobre os shows pirotécnicos. “É só seguir a lei,” apela o comandante de Operações da Defesa Civil, tenente-coronel Lopes, representante do Corpo de Bombeiros na ocasião. Ele volta a afirmar, no entanto, que Goiânia não tem grandes problemas quando comparada a outros lugares porque a corporação atua de forma rígida na cidade. “Precisamos ter sobriedade e calma em relação a Santa Maria. Temos problemas, mas não tantos assim,” diz.

Um dos pontos que também merece atenção, segundo Lopes, é o fato de muitas boates funcionarem superlotadas. “Às vezes estão dentro das regras, mas para uma quantidade de pessoas, aí excedem essa quantidade. Muitas vezes a própria população não se conscientiza do risco que está correndo ao entrar num lugar assim,” comenta. Ele lembra ainda que em muitos eventos a decoração bloqueia as saídas de emergência e pede a atenção de todos para que isso não aconteça.

“É tarde para Santa Maria, mas não para nós”

Depois de muita discussão e divergência de opiniões foi definido que uma força-tarefa vai intensificar a fiscalização nos estabelecimentos, iniciar um trabalho de conscientização e estudar mudanças na legislação e a criação de um comitê de emergência. Secretária de Defesa Social, Adriana Accorsi sugeriu ainda que seja confeccionado um material informativo em conjunto entre os órgãos, a ser distribuído para toda a sociedade. A ideia deve ser colocada em prática nos próximos dias, de acordo com o que decidiram os membros da mesa.

Adriana Accorsi destaca que a fiscalização é importante, mas que, antes de fiscalizar, é importante desenvolver um trabalho de conscientização. “Nem todos sabem manusear um extintor de incêndio, como aconteceu em Santa Maria. É preciso ter alguém treinado para isso nessas casas. Também é importante que as pessoas saibam como agir, senão de nada adianta o local estar adequado. Espero que esses jovens mortos não sejam esquecidos, que essa tristeza toda sirva para que ocorra uma transformação. É tarde para Santa Maria, mas não para nós,” pontua.

Fonte: Jornal O Hoje

Reunião define ações nas boates de Goiânia

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Vistoria completa nos estabelecimentos começa a partir da próxima semana. Abrasel promete regularizar situação das casas noturnas em até 90 dias.

Representantes da Prefeitura de Goiânia, do Estado de Goiás e do setor empresarial se reuniram nesta terça-feira (29) no Salão Nobre do Paço Municipal para discutir propostas de ações a serem desenvolvidas nas boates e casas de shows em funcionamento na capital. Tudo para que a população que frequenta estes locais não corra riscos de tragédias, como a que aconteceu em Santa Maria (RS).
A partir da próxima semana, a Secretaria de Fiscalização vai iniciar um trabalho de vistoria completa em todas as boates localizadas em Goiânia. Atualmente são cerca de 50 estabelecimentos em atividade. Segundo o secretário Allen Viana, o trabalho vai começar pelas casas de maior capacidade de público.

Ele garantiu que as vistorias serão completas, levando em consideração a existência do alvará de localização e funcionamento da empresa, possíveis descaracterizações deste documento, além de outras irregularidades, que, se encontradas, serão repassadas aos órgãos competentes. As boates que apresentarem algum tipo de problema serão notificadas a regularizarem a situação em prazo previsto em lei. O secretário informa ainda que a Secretaria de Fiscalização deverá fazer um trabalho de monitoramento constante desses estabelecimentos.

O tenente-coronel Lopes, da Brigada da Defesa Civil do Corpo de Bombeiros, que representou a corporação no encontro, disse que o trabalho de vistoria é constante em todos os estabelecimentos de aglomeração de pessoas. Mas ele acha que é necessário uma maior participação da sociedade neste trabalho, no sentido de fiscalizar eventuais irregularidades. O militar reconhece que ainda há muita falta de informação sobre condições de segurança não só parte dos frequentadores, como também de funcionários e até mesmo dos empresários. Ele lembra que é também papel do cidadão verificar se o local que frequenta atende as necessidades mínimas de segurança. “Infelizmente não é costume da população se atentar a isso”, lamenta Lopes.

Comitê de Emergência

A secretária de Defesa Social Adriana Accorsi anunciou a criação do Comitê de Emergência, que deverá ser formado na próxima reunião do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM), a ser realizada no mês de fevereiro. Ela sugeriu também, em parceria com a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), a elaboração de um material gráfico com orientações a empresários, funcionários de boates e frequentadores em geral. “O momento é bastante oportuno para conscientizar a população sobre os riscos de acidentes e fazer todo o possível para evitá-los”, disse a secretária.
Morosidade

Já a Associação de Bares e Restaurantes de Goiás (Abrasel), Rafael Campos, propôs à prefeitura de Goiânia a realização de um mutirão para regularizar no prazo de 90 dias a situação de boates e casas noturnas da capital. A medida faria parte da força tarefa que vários órgãos da prefeitura pretendem realizar nesses estabelecimentos, para garantir a segurança das pessoas que frequentam os locais.

Durante reunião, o presidente da Abrasel reclamou da burocracia e morosidade que os estabelecimentos enfrentam na hora de conseguir licenças e alvarás. “Há processos que estão parados há 4 anos. Para se ter o documento definitivo é preciso passar por vários órgãos que são morosos”, reclamou.

A alegação foi rebatida pelo secretário de fiscalização do município, Allen Viana. Segundo ele, a demora acontece por culpa das empresas, que apresentam projetos incompletos, faltando documentação. “Desconheço essa informação. Essa morosidade precisaria ser provada. Dentro da alçada da prefeitura, são cumpridos rigidamente os prazos definidos em lei”, rebateu.

Apesar das discordâncias, o secretário municipal de Indústria, Comércio e Serviços, José Geraldo Freire, que presidiu os trabalhos na reunião, o saldo do encontro foi bastante positivo. Ao final, ele convocou todos os presentes para um novo encontro a ser realizado dentro de 30 dias para uma avaliação de tudo o que for feito no período.

Fonte: Jornal O Popular

Justiça determina suspensão da venda de ingressos para Caldas Country

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Neste ano o Caldas Country ganhou recuperação negativa na mídia e nas redes sociais. O saldo de dois homicídios e algumas fotos de pessoas fazendo sexo nas ruas de Caldas Novas chocou a sociedade de chamou à atenção das autoridades policiais e judiciárias.

A partir desta quarta-feira (30), os sites Kinghost e Zocka, que estão vendendo ingressos para a edição 2013 do Caldas Country, deverão parar de comercializar as entradas. A decisão é da juíza Valeska da Silva Buruki, que atendeu a um pedido do Ministério Público. Caso as páginas da internet não respeitem à decisão, poderão pagar multa de R$ 100 mil.

De acordo com a magistrada, os organizadores não têm alvará do município nem a licença da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), o que seria necessário, pois o evento é realizado ao lado de uma rodovia estadual. A juíza não assegura que o Caldas Country será realizado neste ano.

Para a doutora Valeska, as publicidades veiculadas nos sites enganam o consumidor, pois dá entender que a estrutura oferecida para o evento é superior ao que ela realmente é. A juíza cita pontos cruciais como a falta de segurança, de água e até de dinheiro em caixas eletrônicos, como argumentação.

O Caldas Country 2013 está previsto para o mês de novembro. Os bilhetes estão sendo comercializados entre R$ 100 e R$ 3,8 mil.

Fonte: Portal 730

Obras em atraso: só 20% procuram direitos

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Consumidor que comprou imóvel e não o recebeu no prazo deveria receber pagamento do aluguel por parte das construtoras.

A propaganda da casa comprada pelo analista de sistemas Paulo Afonso Gomes Fernandes, de 28 anos, prometia a entrega do imóvel no mês de dezembro de 2010. Noivo, o comprador fez planos de se casar e mobiliar a nova residência com a esposa, após a mudança. Passou o prazo da entrega, e outros seis meses depois, a mudança ainda não havia ocorrido. Tudo o que havia planejado deu errado.

Casos como o de Fernandes e da esposa Elisângela Pávora, 32, são comuns e têm aumentado em todo o País. A maioria dos contratos tem cláusulas que postergam a entrega em até seis meses, após a data prevista, em casos de eventualidades. Elas sempre ocorrem. São motivadas por falta de mão de obra, clima, burocracia, falta de insumos e equipamentos. O maior problema é que, costumeiramente, o adiamento da entrega acaba ultrapassando até mesmo o prazo de seis meses, estipulado nos contratos.

A consequência é que a compra do imóvel, segundo ato civil mais importante na vida do brasileiro, após o casamento, segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo – Seção Goiás (Ibedec-GO), Wilson César Rascovit, não tem tido os desdobramentos esperados. Ainda que timidamente, diante do volume de vendas do setor imobiliário, a insatisfação tem motivado consumidores a procurarem os órgãos de defesa do consumidor. “Ele só vai conseguir alguma reparação se entrar com ação judicial, no entanto, a maioria não entra e as construtoras continuam agindo de má fé”, diz Rascovit. De cada 100 consumidores lesados, apenas 20 procuram seus direitos. De acordo com o presidente do Instituto, em 2010 foram registradas 481 reclamações pelo atraso da obra. O número saltou para 954 no ano seguinte e para 1.122 em 2012 – alta de 120%.

À espera
Fernandes engrossa essa lista e aguarda o andamento do processo de reparação e dano moral. O problema é que o casal havia planejado sair do aluguel e assumiu o parcelamento do novo imóvel. Sem a entrega, tiveram de se mudar para um barracão de três cômodos, com pouca mobília, já que os móveis novos seriam projetados no imóvel recém adquirido.

“Ficamos vários meses sem ter nem um sofá na sala, tendo de pagar aluguel, a prestação e juros da construtora”, explica. A situação durou um ano, prazo de atraso da construtora.

Mais de 1,4 mil procuraram Procon em 2012

O Procon Goiás registrou aumento nas reclamações por atraso de obras em 2012, mas destaca uma ligeira queda nos primeiros dias de 2013. Entre janeiro e dezembro de 2011, foram atendidas 960 pessoas com problemas na entrega de imóveis e cobrança de juros indevidos. Em 2012, foram atendidos 1.428 consumidores. De um ano para o outro a alta no número de reclamações é de 57%.

O órgão traz ainda dados comparativos entre os meses de janeiro e mostra 120 atendimentos feitos nesse período em 2012 e apenas 60 pessoas atendidas do dia primeiro a 28 de janeiro de 2013. Nesse caso, houve redução de 50%. Segundo a superintendente do Procon-GO, Darlene Araújo, poucos consumidores procuram seus direitos.

Em vários casos, diz ela, o consumidor vai sendo enrolado em negociações por vários meses e acaba não entrando com ação, ou registrando reclamação contra a empresa por ter a expectativa de chegar a um acordo e ter o bem entregue. Em outros casos, no próprio contrato regem cláusulas que dão às empreiteiras margens para atrasos. “O consumidor, quando faz o contrato com a empresa, tem prevista uma série de observações e precisa ser muito bem orientado sobre as cláusulas”, explica a superintendente. O ideal é levar o contrato para casa e estudá-lo minuciosamente.

Em Goiânia, o presidente do Ibedec-GO ressalta que a maior parte das construtoras tem procurado atender aos prazos contratuais, embora em três delas ainda sejam permanentes os casos de descumprimento das obrigações legais diante dos consumidores.

Presidente do Sindicato da Habitação de Goiás (Secovi), Marcelo Baiochi diz que o número de reclamações é natural e provocado pelo desenvolvimento do setor e que não tem acompanhado de perto esse atraso. “Pontualmente, deve estar havendo atraso em algumas obras até em função do grande volume de obras lançadas. A consequência é que falta mão de obra, matéria prima e às vezes a empresa não dão conta de entregar dentro do prazo combinado”, diz ele.

Fonte: Jornal O Hoje

Fiscalização em boates será intensificada

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Tragédia que terminou com 231 mortes em Santa Maria (RS) alerta para cumprimento da lei nas casas noturnas por todo o País.

A tragédia na boate Kiss que pegou fogo na madrugada deste domingo e matou mais de 200 pessoas em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, comoveu o País todo e deixou os que costumam frequentar boates e casas de shows preocupados. Uma pergunta que reina desde o ocorrido é: será que os lugares que eu frequento estão preparados paras casos de incêndio? Entidades responsáveis pela construção e fiscalização se reuniram na tarde de ontem com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) e chegaram a uma conclusão: se o incêndio fosse em uma boate de Goiânia, poderia ser ainda pior.

Para o presidente do CAU, Jonh da Silveira, o primeiro aspecto que precisa ser levado em consideração é a ausência do cumprimento da lei já estabelecida. Em segundo lugar, a dificuldade de fiscalização. “No Brasil, infelizmente, primeiro acontece a tragédia para que depois as decisões sejam tomadas. Acredito que mais da metade dos espaços estejam não somente irregulares, mas inapropriados. Para a Copa do mundo, por exemplo, o Brasil precisou colocar praticamente todos os estádios no chão porque as normas não eram seguidas. Nosso improviso começa na construção da nossa casa”, completou.

Fiscalização
Jonh explica que solicitou aos órgãos competentes cópias dos alvarás de funcionamento dos estabelecimentos goianos. Além disso, ele pediu que o Ministério Público Estadual (MP-GO) participe de uma ação integradora não só em casas noturnas mas em qualquer estabecimento público. Um requisito básico na lei Estadual é que estabelecimentos com mais de 750 metros quadrados tenham portas de emergência, medida que nãoe stá sendo tomada.

Ontem ainda, a promotora de Justiça Alice de Almeida Freire recomendou que o Comando das Operações de Defesa Civil (Codec) e às Secretarias Municipais de Fiscalização e de Desenvolvimento Urbano Sustentável, dentro de suas atribuições, uma série de providências relativas à fiscalização do licenciamento de bares, restaurantes, casas noturnas, cinemas e teatros em Goiânia, a serem adotadas em regime de urgência.

O MP pediu que a fiscalização desses estabelecimentos seja intensificada, devendo ser interditados eventuais estabelecimentos que funcionem sem licença ou em desconformidade ao licenciado. Assim como o Cau, a promotora requereu também informações sobre a quantidade de estabelecimentos licenciados em Goiânia, a relação daqueles que estão com licença vencida e, por fim, que as cópias integrais de autuações ou notificações lavradas pelos órgãos sejam enviadas ao MP. Um relatório sobre as medidas adotadas, no prazo de 60 dias, também deverá ser encaminhado à promotora.

Levantamento apontou erros em casas da capital

Para o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, responsável por inspecionar e liberar o funcionamento de tais estabelecimentos, os goianos podem ficar tranquilos. Segundo o capitão Nériton Pimenta Rocha, chefe da análise de projetos e inspeções, a maioria das casas de shows e boates do estado é segura.

No entanto, no ano passado, foram realizadas mais de mil vistorias em Goiânia, entre inspeções de rotina, solicitações dos proprietários e denúncias. Dessas, o capitão não fala em números, mas diz que a maioria tinha alguma irregularidade. Mesmo assim, garante que os bombeiros estão presentes e a maioria já se adequou. “Os proprietários costumam seguir as nossas recomendações até porque essa é uma exigência para que os locais continuem funcionando.”

O capitão ressalta que é impossível afirmar que todos os estabelecimentos estejam de acordo porque não é possível fiscalizar todos os locais o tempo todo, mas afirma que não há motivo para se deixar de frequentar boates e casas de show no estado. Nériton pede que todos sirvam como fiscais e comuniquem alguma irregularidade que notar em locais que frequentam.

Depois da tragédia no sul do país, a Prefeitura de Goiânia promete montar uma força-tarefa para fiscalizar os estabelecimentos da capital.

Casas se manifestam

Ainda ontem, dois estabelecimentos procuraram o CAU para adequação às normas e auxílio que garanta maior segurança. Entre os que se manifestaram por redes sociais estão EL Club e Bolshoi Pub. Em nota, o Bolshoi afirmou que “além de se solidarizar com o sofrimento das famílias das vítimas do incêndio ocorrido na boate Kiss em Santa Maria, informa a todos seus clientes e a sociedade local que a casa funciona em total legalidade e atende todos os requisitos exigidos pelos órgãos Federal, Estadual e Municipal, e no que diz respeito à segurança, informa e esclarece também que, efetuará novamente, todos os procedimentos exigidos pelo Corpo de Bombeiros da capital e demais órgãos, a fim de que todos se sintam em total segurança”. Questionado sobre portas de emergência por internautas, respondeu que possui uma lateral.

O El Club, também por meio de nota, esclareceu que todos os detalhes técnicos já existentes como itens de segurança e ações imediatas a serem implementadas imediatamente. Entre os itens: saídas de emergência, alvarás de funcionamento, extintores e revisão de instalações elétricas.

Famílias precisaram esperar por horário livre para realizar enterros

Pouco depois das 16h de ontem, o último corpo, de Natana Pereira Canto, foi levado para enterro. Minutos antes, os corpos de João Carlos Barcelos da Silva e Walter D’Ávila de Melo Cabistani foram levados para o Cemitério Ecumênico Municipal.

As famílias dos três precisaram aguardar o horário livre no cemitério, devido à intensa movimentação com os enterros das 231 vítimas da tragédia. “Eu não estou revoltado, mas é uma coisa que podia ter sido evitada”, disse o pai de Natana, José Joel Canto, durante o velório.

Com o fim do velório coletivo, a estrutura montada no centro desportivo começou a ser desmontada pela prefeitura e pela Defesa Civil. As sobras de doações de alimentos e água destinadas às famílias que ficaram reunidas no ginásio serão enviadas a instituições de caridade atendidas pela prefeitura.

A partir de agora, as informações sobre o estado de saúde dos feridos ficarão concentradas na Secretaria de Saúde do município. A Polícia Civil e a promotoria do município darão encaminhamento ao inquérito e às investigações sobre as responsabilidades pelo incêndio.

Os corpos da capitã Daniele Dias de Mattos e do primeiro-tenente Leonardo Machado de Lacerda, naturais do Rio de Janeiro, mortos no incêndio na Boate Kiss, chegaram às 21h50 de ontem no aeroporto do Galeão, em um vôo da TAM.

Polícia prende sócios de boate e integrantes de banda

A Polícia Civil prendeu na manhã de ontem três suspeitos pelo incêndio que atingiu a boate Kiss, em Santa Maria (RS), na madrugada de ontem. As prisões aconteceram em cumprimento ao mandado de prisão temporária decretada pelo juiz Régis Adil Bertolini.

O delegado Sandro Meiner não informou o nome dos presos, mas a reportagem apurou que são um dos donos da boate e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no momento em que o fogo começou.
Uma prisão aconteceu na cidade de Cruz Alta e outras duas em Mata.

O empresário Mauro Hoffman, outro sócio da Boate Kiss, entregou-se nesta tarde à Polícia Civil. Hoffman chegou à Delegacia de Polícia Regional pouco antes das 15 horas, acompanhado por seu advogado. (Folhapress com Agência Brasil)

Dilma quer que vistoria ocorra em todo o País

A presidente Dilma Rousseff quer que as prefeituras de todo país intensifiquem a fiscalização de casas noturnas para evitar tragédias como que que matou 231 pessoas em Santa Maria (RS).

"Ela pediu para intensificar a fiscalização de casas de shows", disse o prefeito de Porto Alegre (RS), José Fortunati, depois de encontro com a presidente hoje. Segundo ele, a presidente também quer que seja dado, além de atendimento aos feridos, apoio aos familiares.

Dois hospitais na capital gaúcha estão tratando dos casos mais graves. Segundo o prefeito, 44 jovens já foram transferidos e outros sete chegam a Porto Alegre para serem hospitalizados. (Folhapress)


Fonte: Jornal O Hoje

Dono de restaurante não teria visto calça

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Com problemas na visão e mal de Alzheimer, homem de 67 anos expulsou mulher por achar que ela estava sem roupas.

Problemas na visão, saúde debilitada, 67 anos e mal de Alzheimer. Teria sido essa a combinação, conforme a assessoria de marketing da churrascaria Lancaster Grill, de Goiânia, que propiciou a atitude precipitada do dono do estabelecimento, Orival Oderdenge. Ele é acusado de ter expulsado a médica Lidyane Marques de Paula Gomide, de 27 anos, do local, na tarde do último domingo, por causa da roupa que ela estava vestida. Em resposta, a empresa explica que o senhor não conseguiu ver a calça legging utilizada pela mulher e pensou que Lidyane vestia, apenas, a parte de cima, ou seja, um “vestidinho bastante curto”.

A médica foi ao restaurante, no início da tarde de domingo, para almoçar com o namorado e os sogros. Ela chegou sozinha, pois eles já estavam no local. A mesa escolhida era bem próxima à porta e tudo aconteceu muito rápido, nem dois minutos depois dela se sentar. Não deu tempo nem para o carro de Lidyane ser estacionado pelo manobrista da Lancaster. O veículo ainda estava parado na entrada. O dono da churrascaria, de acordo com justificativa da empresa, teria pensado que ela estava sozinha e a abordou, “sutilmente”, termo utilizado pela assessoria, pedindo para ela se retirar por causa da vestimenta.

Dali em diante, começaria mais uma polêmica envolvendo estabelecimentos de Goiânia e o tratamento dado a clientes, graças à repercussão em redes sociais. Lidyane publicou em seu perfil no Facebook uma foto mostrando em frente e verso a roupa que vestia, com a logomarca da Lancaster assinalada com um “xis” vermelho e o alerta: “Indignação. Cuidado ao frequentar a Lancaster Grill. Você pode não estar adequadamente vestido”. A médica registrou boletim de ocorrência no 1° Distrito Policial de Goiânia e, de acordo com o irmão dela, o securitário Murilo de Paula Gomide, ela vai entrar com ação na Justiça por danos morais e injúria.

A foto postada na internet, que até a noite de ontem, havia sido compartilhada por mais de 3.700 pessoas, curtida por outras 55 e comentada por mais 75, foi publicada junto de um relato de Lidyane, explicando o ocorrido. Ela diz que, na hora, chegou a olhar ao redor, procurando por algum conhecido, já que lhe passou pela cabeça que pudesse ser uma brincadeira. A médica perguntou a Orival quem ele era e o senhor teria respondido que se tratava de uma pessoa suficientemente importante para solicitar que ela o acompanhasse.

No momento, a família da moça tentou conversar e entender o que estava acontecendo, mas o dono insistiu de tal forma para que ela se retirasse que, se a família persistisse em continuar no local, ela teria de ser servida por outra pessoa, não podendo transitar. O namorado e os sogros decidiram, então, que seria melhor irem para outro lugar. Lidyane decidiu por não falar com a imprensa. O irmão dela, Murilo, conta que, depois de tudo, no mesmo dia, o sogro voltou à Lancaster e, nervoso, expressou a indignação, na frente de todos, para a gerência do restaurante, o que lhe rendeu aplausos dos presentes.

"Hoje ele nem se lembra do que aconteceu”
A advogada do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) em Goiás, Anna Paula Gonçalves Ferreira de Morais, diz que o procedimento tomado pela médica foi o correto. O ideal, em primeiro momento, é registrar a ocorrência na polícia, com o respaldo de, no mínimo, duas testemunhas e, depois, procurar os meios judiciais para questionar os danos morais. No caso de Lidyane não precisou muito esforço para conseguir testemunhas. Ela não percebeu, mas, na hora do ocorrido, havia muitos conhecidos da família em outras mesas, assim como dois desembargadores, que estavam com suas respectivas famílias bem próximo de tudo e que entraram em contato com a médica para oferecer ajuda.

Na justificativa, a Lancaster argumenta que Orival já não tem mais função na empresa, em razão dos problemas de saúde, mas que a frequenta, por ser o idealizador do negócio. Hoje, o restaurante é gerido pelos filhos e, conforme a nota, eles teriam procurado a médica, assim que tudo ocorreu, ainda na churrascaria, para pedir desculpas, explicar o mal entendido e oferecer o almoço de cortesia. No entanto, já era tarde. A médica já se encontrava chateada e chocada com o tratamento recebido. Segundo a assessoria de marketing, Orival tem um parecer médico atestando a condição de portador de Alzheimer, doença degenerativa que atinge a memória. “Hoje, ele nem se lembra do que aconteceu”, expôs a equipe.

A prática, porém, não deixa de ser abusiva. A advogada Anna Paula Gonçalves, argumenta que a atitude contraria o Código de Defesa do Consumidor em dois pontos. Primeiro, por ter recusado o atendimento ao cliente e, segundo, por ter se privilegiado da fraqueza do consumidor, seja por questão de saúde, posição social, roupa etc. A repercussão do caso impressionou a Lancaster, que, em primeiro momento, havia decidido por não se pronunciar. Agora, a direção da churrascaria diz reconhecer o fato e se coloca à disposição para reparar os danos causados.

Fonte: Jornal O Hoje

Pesquisa revela satisfação com hospitais

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Governador e secretário de Saúde apresentaram a primeira avaliação das OSs.

O governador Marconi Perillo, acompanhado do secretário de Saúde, Antônio Faleiros, apresentou nesta terça-feira (29), durante reunião no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, a primeira avaliação da atuação das Organizações Sociais (OSs) em sete hospitais do Estado: Crer, Hurso, HGG, Huana, HDT, HMI e Hugo.

A avaliação é resultado de uma pesquisa realizada pelo instituto Serpes em cada uma das unidades hospitalares geridas por este novo conceito de administração. O trabalho científico avaliou dez itens durante entrevista com 1,3 mil pacientes ou acompanhantes.

Na avaliação do atendimento por parte dos médicos e da efetividade dos exames feitos no hospital, por exemplo, o Crer, Hurso, HGG e Huana alcançaram mais de 90% de satisfação. No item que avaliou a limpeza do hospital, Hurso, Crer, HGG, Huana, Hugo e HDT tiveram 90% ou mais de satisfação. A satisfação com a estrutura física da unidade ficou superior a 90% no Crer, Hurso e Huana. A segurança do hospital recebeu 90% ou mais de satisfação no HGG, Huana, Hurso, Crer e Hugo. Foram avaliados ainda o atendimento por parte dos enfermeiros, por parte dos recepcionistas e a qualidade da água servida na unidade.

Marconi Perillo destacou que o resultado positivo não pode servir de acomodação para as OSs e que o Governo busca oferecer à população um atendimento que chegue bem perto de 100% de satisfação, como acontece com as unidades do Vapt Vupt. “Quando da decisão de implantação do conceito de administração hospitalar por Organizações Sociais, nós já tínhamos a experiência com o Crer e com o Hospital de Urgências de Anápolis. Agora temos experiências que vão se consolidando em outros cinco hospitais públicos do Estado. Esse resultado altamente positivo não pode servir de acomodação. Pelo contrário. Nós temos que alcançar nos hospitais os resultados que nós temos nos Vapt Vupts, ou seja, muito próximo de 100% de aprovação.”

Na avaliação de Marconi, o alto índice de satisfação identificado na pesquisa revela que o Governo acertou ao tomar a decisão de transferir a gestão dos hospitais para OSs. “O alto índice de satisfação apurado pela pesquisa Serpes nos alegra muito enquanto governo, porque é o atestado de que o conceito adotado por nós de mudança radical na gestão dos hospitais está dando certo. Muita coisa ainda precisa ser melhorada, mas, o mais importante, é que as mudanças estão em curso. Nos hospitais antigos que tinham problemas crônicos em relação ao atendimento, a melhoria é visível."

O governador afirmou que as mudanças que vieram com a gestão dos hospitais por OS são muito significativas. Como exemplo, citou que os procedimentos para reformas de infraestrutura e consertos de equipamentos agora são bem mais rápidos e ágeis; houve um barateamento em relação aos custos de vigilância, limpeza e alimentação; além de uma maior rapidez na compra de insumos, como medicamentos. “A principal mudança é a pouca burocracia que reflete numa maior agilidade dos procedimentos”, afirmou.

Marconi enumerou, entre as mudanças que estão em curso, a construção da nova UTI do Hospital Geral de Goiânia Dr. Alberto Rassi (HGG) e a terceira ampliação do Crer. “Quando nós construímos o Crer, na década passada, ele tinha uma área construída de 11 mil m². Com esta terceira ampliação, o Crer vai chegar a 35 mil m². E é um hospital reconhecido por todos como de excelência na área de reabilitação e readaptação.”

De acordo com o governador, recursos do Estado já estão sendo assegurados para que seja feita uma ampliação do HDT e dos demais hospitais. Para diminuir a pressão que existe principalmente sobre o Hugo, Marconi esclareceu que duas providências são vitais: a solução definitiva para a administração do Huapa e a construção do Hugo II, na região noroeste da capital. “As obras do Hugo II só não começaram ainda porque há uma liminar sobre a desapropriação da área onde o hospital será construído, na GO-070. Resolvida essa parte, a gente deflagra imediatamente o processo de licitação e começa as obras. Este hospital também será gerido por OS. O Hurso já está realizando um atendimento de excelência na região Sudoeste do Estado e o Huana atende a região onde está inserido, ajudando a diminuir as pressões sobre os grandes hospitais.”

Em relação ao impasse na transferência da gestão do Huapa para Organização Social, Marconi afirmou que o Governo está tentando um entendimento entre as duas OSs que disputam a administração para que, finalmente, uma OS assuma o hospital e ele funcione plenamente. O governador aproveitou o encontro com os representantes das OSs para parabenizar pelos resultados altamente satisfatórios registrados até agora e anunciou que pretende estudar uma maneira de premiar, com dinheiro, os hospitais que alcançarem os melhores resultados. O valor do prêmio deverá ser investido no próprio hospital vitorioso do certame.

Fonte: Jornal O Hoje

Contran endurece lei seca

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Conselho eliminou tolerância de álcool em exame de sangue. Multa de R$ 1.915,40 pode ser aplicada.

O motorista que tiver qualquer vestígio de álcool em exame de sangue poderá ser multado em R$ 1.915,40 e ter a carteira de habilitação suspensa por até um ano. Hoje, a margem de tolerância para aplicação das penalidades é de 0,2 grama de álcool por litro de sangue.

A nova regra foi definida em resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicada hoje no "Diário Oficial da União". O órgão reduziu ainda a margem de tolerância no teste do bafômetro. Se antes o limite era de 0,1 miligrama de álcool por litro de ar, agora o valor caiu para 0,05 miligrama de álcool por litro de ar.

Foram mantidos, no entanto, os limites de álcool em exame de sangue e no bafômetro que configuram crime: a proporção continua de 6dg/L (decigramas de álcool por litro de sangue) e 0,34 miligrama de álcool por litro de ar, em exame de bafômetro.

A resolução do órgão regulamentou ainda que sinais podem ser apontados para indicar embriaguez do motorista. Lei sancionada no final do ano passado definiu que a embriaguez pode ser provada por depoimento de policial, vídeos, testes clínicos e testemunhos de terceiros.

O agente fiscalizador deverá analisar, por exemplo, se o motorista apresenta sinais de sonolência, olhos vermelhos, vômito, soluço, desordem nas vestes e odor de álcool no hálito.

A autoridade deverá anotar ainda sinais de agressividade, arrogância, exaltação, ironia, dispersão ou se o motorista está falante, por exemplo.

Fonte: Jornal O Hoje

Cadeirante pede construção de banheiro especial e é ameaçada pelo prefeito de Guapó

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A cadeirante Joana Darc de Jesus passou em um concurso público da Prefeitura de Guapó há cerca de 20 anos. A trabalhadora de serviços gerais sempre trabalhou em escolas da cidade. Nós últimos anos, ela está lotada na Escola Parque Conrado, local que não possui um banheiro que atenda os portadores de necessidades especiais.
Joana conta que apesar da dificuldade de locomoção isso não atrapalhava as atividades que desempenhava. No ano passado, ao retornar de uma licença médica, a função que desempenhava não estava mais disponível. A cadeirante revela que além de não desempenhar as funções que lhe eram atribuídas, ainda foi repreendida por fazer necessidades fisiológicas na cadeira de rodas.

A insensibilidade do prefeito de Guapó foram evidenciados em uma reportagem da Rádio 730 AM de Goiânia que colocou no ar uma entrevista com a cadeirante e o prefeito. As alegações de Luiz Juvêncio para não atender a servidora cadeirante são simplesmente inaceitáveis.

Fonte: Mais Goiás

Pedro Leonardo reclama das estradas e recebe resposta do governo

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O cantor Pedro Leonardo usou sua conta no Instagram para reclamar dos buracos nas estradas goianas. Na legenda da foto, que foi publicada no último sábado (27/1) na rede social, Pedro escreveu: "Privatizaaaa Goiás".

A assessoria do governador Marconi Perillo (PSDB) usou o perfil @marconi_equipe para divulgar uma resposta assinada pelo presidente da Agetop (Agência Goiana de Transportes e Obras), Jayme Rincón. Além de fazer explicações, Jayme Rincón também defendeu a privatização.

"Realmente ainda temos muitas estradas estaduais em condições ruins. Quando assumimos o Governo de Goiás, em janeiro de 2011, tínhamos mais de 5000 kms de rodovias totalmente destruídas. Goiás estava à beira de um apagão logístico. Criamos, então, o programa RODOVIDA e através dele estamos reconstruindo toda nossa malha viária pavimentada", diz a nota.

"No ano passado, executamos 2081 kms de reconstrução, o que corresponde a ir e voltar a São Paulo. Em 2013, executaremos mais 2119 kms. (...) Quanto à privatização, sua opinião é a mesma nossa. Já estamos com estudos adiantados para privatizar quatro rodovias estaduais, seguindo uma prática dos governos do PSDB e, agora, felizmente adotada pelo PT", diz Jayme Rincón. "Em relação a nossas estradas, você pode ter a segurança que temos um projeto que está sendo executado com rigoroso critério e dentro de um realista cronograma", completou.

Pedro Leonardo, 26 anos, sofreu um grave acidente de carro na manhã do dia 20 de abril de 2012, em Minas Gerais, entre as cidades de Araporã e Tupaciguara. O cantor estava sozinho no veículo e foi levado inconsciente para o hospital em Itumbiara, Goiás, onde submeteu-se a uma cirurgia para retirada de baço.

Com traumatismo craniano e trauma abdominal, o filho do cantor sertanejo Leonardo foi colocado em coma induzido. No mesmo dia, ele foi transferido para a UTI do Instituto Ortopédico de Goiânia.

Na madrugada do dia 23, o cantor teve uma parada cardíaca de seis minutos e os médicos conseguiram reverter o quadro. Além disso, precisou passar por sessões de hemodiálise. Três dias depois, Pedro Leonardo foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na noite do dia 20 de maio, o cantor acordou do coma ao ser instigado pela mãe a falar.

No processo de sua recuperação, no dia 22 de maio, Pedro passou por uma cirurgia de pouco mais de três horas para corrigir uma fratura na perna esquerda e foi transferido da Unidade Semi-Intensiva para o quarto no dia 3 de junho. Começou as sessões de fono e fisioterapia e teve alta hospitalar no dia 9 de julho.

No último domingo (27/1), o programa Fantástico, da TV Globo, exibiu uma matéria com o cantor na fazenda do pai.

Fonte: Mais Goiás

Para bombeiros, boates em Goiás são seguras

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Apesar de inspeções quase sempre detectarem irregularidades, estabelecimentos têm se adequado, segundo corporação.

A tragédia na boate Kiss que pegou fogo na madrugada deste domingo e matou mais de 200 pessoas em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, comoveu o país todo e deixou os que costumam frequentar boates e casas de shows preocupados.

Para o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, responsável por inspecionar e liberar o funcionamento de tais estabelecimentos, os goianos podem ficar tranquilos. Segundo o capitão Nériton Pimenta Rocha, chefe da análise de projetos e inspeções dos Bombeiros, a maioria das casas de shows e boates no Estado é segura.

No entanto, no ano passado, foram realizadas mais de mil vistorias em Goiânia, entre inspeções de rotina, solicitações dos proprietários e denúncias. Dessas, o capitão não fala em números, mas diz que a maioria tinha alguma irregularidade.

Mesmo assim, Nériton garante que os bombeiros estão presentes e a maioria já se adequou. “Os proprietários costumam seguir as nossas recomendações até porque essa é uma exigência para que os locais continuem funcionando,” detalha.

Fonte: Jornal O Hoje

Presidente do Sindicato dos Vigilantes diz que tragédia gaúcha se repetiria em Goiás

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As tragédias que culminam na perda de muitas vidas humanas sempre trazem comoção, mas também lições para que os mesmos erros não sejam repetidos, apesar disso acontecer em diversas situações. O incêndio em uma boate, em Santa Maria (RS) trouxe uma incógnita de imediato: qual é a situação das casas noturnas em todo o país.

Para o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Goiás (SEESVIG), Tomé Costa, se um acidente semelhante ao que aconteceu em Santa Maria acontecesse em Goiânia, as consequências seriam parecidas. “O problema seria igual ao do Rio Grande do Sul. As condições são as mesmas, inclusive usam os mesmos materiais para o isolamento acústico,” opina.

De acordo com Tomé, na maioria das casas noturnas de Goiânia, os vigilantes ficam em locais que não permite ver o que está acontecendo nas festas. Problema semelhante ao que foi enfrentado pelos homens que faziam a segurança da Boate Kiss.

Na manhã desta segunda-feira (28), o Corpo de Bombeiros organizou uma entrevista coletiva para comentar sobre a segurança das boates em Goiânia. O chefe de análise de projetos e inspeções, capitão Nertion Rocha, diz que todas as casas necessitam de certificação para funcionar e que este documento é expedido mediante condições plenas de segurança.

A respeito da tragédia de Santa Maria, o capitão afirmou que pelo que acompanhou nos noticiários houve uma sucessão de erros. “Foi uma ação mal pensada da pessoa que acendeu o artefato, passando pela situação da casa está com o alvará vencido e as saídas de emergência mal dimensionadas,” analisa.

Fonte: Portal 730

Centro de internação mais parece presídio

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O HOJE teve acesso ao interior do Centro de Internação Provisória e mostra como vivem ali os jovens infratores .

O residente mais antigo do Centro de Internação Provisória (CIP) para menores infratores de Goiás é um gato, e um gato para perseguir os ratos. O local, que funciona nas dependências do sétimo Batalhão da Polícia Militar (Batalhão Triunfo), no Jardim Europa, em Goiânia, assemelha-se a um presídio normal, sendo, em alguns pontos, até pior. O que era para ser provisório, na época, já tem mais de 20 anos, e a estrutura física – danificada pelo tempo, além da falta de espaço para corresponder à demanda, assim como a ausência de manutenção–, contribuem para a ineficácia de qualquer intenção em recuperar ou educar o menor infrator.

O Ministério Público de Goiás (MP/GO) acompanha a situação e fez o governo estadual assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em agosto do ano passado, comprometendo-se a construir um Centro novo até dezembro deste ano. Na entrada do local, é possível ver mofo no teto, nas paredes, infiltrações e a nitidez dos problemas gerados ao transformar um local alternativo, relativamente pequeno, em espaço pra receber os jovens e executar programas e projetos psicopedagógicos. “Impossível”, foi essa a resposta dada à reportagem tanto pelos funcionários, como pela juíza do Juizado da Infância e Juventude de Goiânia, Maria Socorro de Sousa, e pelo promotor da Infância e Juventude, Alexandre Mendes Vieira.

A reportagem, que já esteve nas dependências de presídios em outras oportunidades ditos convencionais, como a Penitenciária Odenir Guimarães (POG) e a Casa de Prisão Provisória (CPP), ambos no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, não conseguiu encontrar diferença. Pelo contrário. Atravessado o primeiro portão do CIP, na companhia da coordenadora geral Wilma Aparecida Duarte e do gato, sempre ao lado, a sensação foi a de estar em um presídio convencional, com as mesmas deficiências, cenário e até o cheiro. A começar pelo refeitório, pequeno e incapaz de acomodar todos os 63 jovens que estavam internados no local, na última sexta-feira. Se comparado ao da CPP, é pior, mais degradado, com chão, mesas e teto velhos.

O CIP é o único Centro de Internação Provisória para menores de Goiás. Acolhe, portanto, jovens de todo o Estado, com capacidade máxima de 60 adolescentes. Não é raro, no entanto, viver momentos de lotação, com os nove alojamentos abarrotados. Onde era para ter seis pessoas, ficam até 10. Na sexta, eram 63, no total, mas no final do ano esse número ultrapassou 70. Fugas, investidas, reações bruscas e até princípios de rebelião são constantes. “Aqui, é um dia de cada vez”, descreve a assistente social Sany Silveira Nogueira.

Revolta
No fim de semana, haviam jovens de 14 a 18 anos no CIP. A idade mínima permitida é 12. Eles são divididos nos alojamentos de acordo com a faixa etária e composição física. Pelo menos é isso o que os funcionários tentam fazer, mas nem sempre é possível, porque a estrutura física é insuficiente. Em cada quarto, três beliches, um banheiro, com vaso no nível do chão e chuveiro, cujas descarga e liberação da água para banho são monitoradas pelos agentes, que acionam os controles colocados do lado de fora das celas, para evitar desperdício.

A revolta dos jovens é perceptível nas mensagens escritas nas paredes, no teto, no jeito de falar, abordar. Ao notarem a presença da reportagem, todos começaram a bater nas grades, fazer barulho e pedirem para falar. Com autorização judicial que vedava o contato ou a identificação deles, restou-nos ouvir, à distância, os gritos de: “Mostra a realidade, jornalista!” Alguns disseram, inclusive, que o espaço havia sido organizado e algumas coisas disfarçadas para a nossa entrada.

Perfil
Quando se fala em criminalidade e juventude, dois pontos chamam a atenção hoje: a alta reincidência e a inconsequência, a crueldade. No Centro de Internação Provisória, os apreendidos ficam no máximo 45 dias. Um mês e meio, esse é o período, teoricamente, para se tentar conversar, ouvir o que eles têm para dizer e proporcioná-lhes atividades pedagógicas, com o intuito de distrair e conscientizar. Conforme as assistentes sociais, é quase unânime a vontade, dentre eles, de se recuperar, voltar a estudar e melhorar de vida. Mas, ao passo, carregam consigo uma indignação diante da própria condição.

Sany Silveira e Wilma Aparecida pontuam características comuns destes jovens. Segundo elas, são pessoas que, geralmente, cresceram sem a presença paterna, muitos com famílias monoparentais, apenas com a família da mãe, de baixa renda, baixa escolaridade, pais sem qualificação profissional e, em alguns casos, com exemplos de pais também envolvidos com o crime e até presos. “É daí que a gente retira o argumento de que a redução da maioridade penal, hoje, só vai transferir o problema de lugar e não vai mudar muita coisa. A questão é social, é mais complexa do que isso”, expõe Sany.

Falta de segurança amedronta até mesmo servidores

Os 93 funcionários que compõem a equipe técnica do CIP, na verdade, aceitam a função. Dizer que trabalham tranquilos e, ainda mais, com o risco iminente e diário gerado pela insegurança da estrutura física do local, é impossível. Afinal, passam por ali de homicidas a traficantes. As grades são frágeis, fáceis de serem serradas, o que já aconteceu, propiciando a fuga de menores. A proximidade da unidade com os muros que dão para a rua é outro agravante.

Fora isso, existe ainda o fator da rebeldia e indignação para com a estrutura e as condições do alojamento. Apesar da rotina regrada, com horários, alimentação, garantia da visita de familiares na quinta-feira, atividades socioeducativas, com sala de aula e biblioteca, os adolescentes não se conformam e, tampouco, se acalmam. Brigas entre eles é outro aspecto que preocupa. A coordenadora geral, Wilma Aparecida Duarte, conta que todo dia é preciso cumprir um procedimento de rotina para avaliar o humor e o temperamento no interior das celas. Dependendo da situação, eles nem saem para comer e são servidos dentro do alojamento.

As assistentes sociais tentam manter um clima cordial, utilizando a mesma linguagem, dando o mesmo tratamento. Tudo para manter uma identificação e facilitar o contato. É comum, por exemplo, elegerem um líder de cada alojamento para representar o grupo nas conversar com integrantes da direção do CIP e exporem as reivindicações. “Serviram o lanche desse jeito, só porque vocês estão aqui”, gritavam alguns adolescentes, enquanto a reportagem visitava os cômodos próximos ao refeitório. Falaram, ainda, da caixa de som ligada e da TV passando filme, coisas que comumente não acontecem. Eles reclamam muito, também, do tratamento policial e denunciam supostos espancamentos e utilização da pistola taser. “Isso acontece muito na rua. Aqui dentro, não”, contrapôs Wilma.

A figura policial é odiada por eles. Quando alguém com farda entra na unidade, o clima de tensão impera. Ao todo, são 19 policiais que trabalham na segurança do CIP, divididos em quatro equipes que atuam em diferentes turnos. Dos 93 servidores, apenas três são pedagogos, três psicólogos, cinco assistentes sociais, dois enfermeiros e um psiquiatra. Hoje, seria necessário, pelo menos, mais dois psicólogos e 12 educadores para realizar os trabalhos.

Promotor define situação do CIP como caótica

O Ministério Público de Goiás (MP/GO) pediu, em 2011, a interdição do CIP e obteve decisão liminar favorável, mas o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO) caçou posteriormente. Foi quando, em acordo com o governo do Estado, conseguiu-se o estabelecimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que estipula prazo de 15 meses para a construção de um pavilhão no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), que funciona no Conjunto Vera Cruz e é para onde são levados os jovens.

Até o momento, o que o promotor da Infância e Juventude, Alexandre Mendes Vieira, sabe é que a data para finalizar o processo licitatório era o início deste mês. Ele oficiou a Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop) para saber se a licitação foi feita e aguarda a resposta. “Não é segredo para o Ministério Público a situação do CIP. O caos já vem de algum tempo”, afirma. Uma delas é acabar com a prática de transferir jovens sentenciados para o CIP, misturando-os com internados provisoriamente.

A alternativa, conforme o promotor, é utilizada com frequência, embora, a seu ver, seja um absurdo. Ele explica que essa é a saída encontrada para isolar adolescentes que não se dão bem com os demais ou já arrumaram confusão. No entanto, não existe uma readequação da proposta pedagógica, o que interfere no processo de internação. “Essa situação caótica não permite que tenhamos uma estatística positiva de recuperação dos adolescentes. Chega a ser pior que alguns presídios”, diz.

Fonte: Jornal O Hoje

Os Melhores do Mundo em Goiânia 2013 - Teatro Rio Vermelho

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Data: 26 e 27 de Janeiro de 2013
Local: Teatro Rio Vermelho
Fone: (62) 3219-3300

De volta á Goiânia o melhor humor da melhor companhia de espetáculo do mundo apresentando:

- Sexo a Comédia - 26/01/2013

- Hermanoteu na terra de Godah - 27/01/2013

Breve Mais informações.

Infraero e Prefeitura de Goiânia anunciam início das obras de reforma da pista do Aeroporto Santa Genoveva

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O último capítulo de uma novela sem fim está cada vez mais próximo. Foi revelado esta semana o nome da empresa ganhadora da licitação que vai reformar a pista do Aeroporto Santa Genoveva: será a EPC Engenharia, com obras em Anápolis.

Pelo compromisso firmado entre Infraero e Prefeitura de Goiânia, a expectativa é que o procedimento tenha data para começar e terminar, até porque, um evento nacional já tem data marcada para a capital goiana; dia 03 de junho. Nesta data, a Seleção Brasileira de Futebol chega a Goiânia para preparação à Copa das Confederações que começa dia 15 de junho, em Brasília.

Mesmo com pouco mais de 3 meses de trabalho, o Superintendente Regional da Infraero no Centro-oeste, Luiz Gustavo da Silva Schild, garante que vai dar tempo. Para executar a obra, o aeroporto terá que ficar por, pelo menos, 10 horas com a pista interditada.

Segundo Luiz Gustavo, a ação é imprescindível para a qualidade da reforma. Dentro os procedimentos está um processo de arranhadura do asfalto para garantir maior segurança ao pouso em momentos de chuva.

Quanto a tão esperada reforma geral do aeroporto de Goiânia, Luiz Gustavo da Silva Schild, parece muito otimista para um problema que se arrasta há anos e que não sai da justiça. O superintendente da Infraero acredita que até março o projeto já tenha sido revisto e a execução liberada pelo Tribunal de Contas da União.

Fonte: Portal 730

Goiás tem menor saldo de empregos

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Foram criados 66,2 mil novos empregos em 201contra 51,7 mil em 2009. Total mensal ficou negativo, com 21,4 mil postos em dezem.

Goiás seguiu a queda no País e apresentou o menor nível de geração de empregos desde 2009, segundo dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No ano passado, foram criados 66.230 novos postos de trabalho no Estado, o que representou queda de 2,67% em relação a 2011. O setor de serviços contribuiu com mais força com o resultado ao criar 26.651 empregos celetistas (de carteira assinada).

O saldo é resultado de 761.494 admissões e 695.264 desligamentos, entre janeiro e dezembro de 2012, sendo que o mês de dezembro imprimiu maior impacto no resultado regional. No mês passado, o saldo negativo de 21,4 mil postos de trabalho colocou o Estado entre os seis maiores decréscimos no número de empregos gerados no País.

Os principais motivos são sazonais, como a entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas e esgotamento da bolha de consumo no final do ano. O saldo negativo goiano, no entanto, não foi isolado. Todos os estados da federação e Distrito Federal acompanharam com números negativos.

Além do setor de serviços, também contribuíram para o resultado anual, os seguintes setores: indústria de transformação, com a criação de 14.341 postos, comércio (13.388 postos) e construção civil (6.739 postos).

A maior queda no nível de empregos do Estado, no ano passado, entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, ficou com Goiânia. Na capital foram criados 15.696 novos postos e extintos 21.464, o que resultou em um saldo negativo de 5.768. Por outro lado, o município de Caldas Novas, admitiu 798 trabalhadores com carteira assinada e demitiu 665, o que gerou o maior saldo positivo do Estado, com 133 novos postos criados.

De acordo com o Caged, em 2009 foram criados 51.709 empregos em Goiás. No ano seguinte, atingiu-se o resultado de 82.904 novos postos de trabalho, o melhor resultado regional nos últimos dez anos. Em 2011, houve queda e foram registrados 68.053 novos postos.

País
O Brasil criou 1,3 milhão de novos postos de trabalho com carteira assinada no ano passado, também configurando no menor saldo desde 2009, considerando a série histórica com ajustes. O resultado é 33% inferior do que o verificado em 2011, quando foram gerados 1,9 milhão de empregos.

Em dezembro de 2012, houve redução de 496.944 vagas, uma queda de 1,27% em relação ao estoque verificado em novembro.

O saldo consolidado até novembro já apontava para um resultado fraco em 2012. Naquele mês, apesar do saldo positivo em 46.095 mil, o acumulado do ano somava apenas 1,771 milhão de novas vagas, a menor marca para os onze primeiros meses do ano desde 2009.

O ritmo mais baixo de criação de postos de trabalho é resultado da desaceleração da economia brasileira frente a 2011. A expectativa é que o PIB (Produto Interno Bruto) do país em 2012 avance apenas 1%, segundo as estimativas do relatório Focus, do Banco Central, que reúne as projeções dos analistas de mercado. O dado oficial ainda será divulgado pelo IBGE.

São Paulo apresentou o maior saldo negativo no País com -185.287 postos, seguido de Minas Gerais (- 57.042).

Ministro quer retomada este ano

Apesar dos números, o ministro do Trabalho, Carlos Brizola Neto, afirmou que a retomada do crescimento da economia vai permitir a criação de 2 milhões de empregos em 2013.

O ministro citou informações do Ministério da Fazenda e projeções de mercado segundo as quais a economia já roda a uma taxa de 3% a 4%. “Temos plena convicção de que um modelo que aposta no investimento, na produção e na competitividade vai garantir a retomada do crescimento econômico e uma geração de empregos semelhante aos anos anteriores à crise, a casa dos 2 milhões”, afirmou.

Segundo o ministro, a criação de empregos na indústria neste ano deve puxar toda a cadeia produtiva. O setor de serviços também deve criar empregos, com a proximidade dos grandes eventos esportivos, afirmou.

Brizola Neto citou que as medidas adotadas pelo governo para impulsionar a economia deram confiança ao mercado – como a redução da tarifa de energia, a queda da taxa de juros, a redução do custo do capital e as desonerações tributárias.

Fonte: Jornal  O Hoje

Maternidade parada em Aparecida

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Iniciadas em julho de 2008, obras estão encerradas desde 2010, após ter orçamento contestado por MS.

A Maternidade Municipal de Aparecida de Goiânia, no Jardim Boa Esperança, saiu do papel em julho de 2008 com promessa de atender gestantes dos 25 municípios da região centro-sul do Estado, onde o secretário interino de saúde do município, Alessandro Leonardo, estima que haja população de 700 mil goianos. Porém, a execução da obra de R$ 7.272.933,63 foi interrompida pela Prefeitura de Aparecida de Goiânia porque o Ministério da Saúde, responsável por 80% dos custos, não aprovou os projetos nem o orçamento, que descumpriam com as exigências da Vigilância Sanitária e da Lei de Licitações n° 8.666/93.

Por enquanto, a Alpav Engenharia e Construções mantém dois funcionários que vigiam o terreno de 9.790 m² com cerca de 60% de área construída. Os moradores não têm ideia de quando aquele elefante branco será entregue. A arquiteta e urbanista Gláucia Camar Martins, diretora do Departamento de Arquitetura e Engenharia e Manutenção Predial da Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia, tem um cronograma otimista que, na melhor das hipóteses, espera o término das obras para agosto de 2014 – isso se não houver contratempos, como os vários que impediram a conclusão da maternidade em julho do ano passado.

O Ministério da Saúde emitiu, entre 2008 e 2009, quatro volumes de pareceres detalhando falhas estruturais em projetos, como o de arquitetura, elétrico e hidráulico. Mesmo com a persistência de questionamentos técnicos do governo federal, a maternidade continuou a construção, iniciada em ano de eleições municipais. Neste período, foram gastos em torno de R$ 4 milhões e o prefeito Maguito Vilela (PMDB), que assumiu o mandato com o processo em andamento, assinou em 7 de outubro de 2010 um Termo de Paralisação de Obras, alegando “alterações em todos os projetos e planilhas orçamentárias para readequações à RDC-036 e RDC-07”, que são resoluções normativas da Vigilância Sanitária.

Projeto apresentava erros de planejamento

A diretora do Departamento de Arquitetura e Engenharia e Manutenção Predial da Prefeitura de Aparecida listou alguns itens da extensa ficha de problemas na obra. A UTI foi planejada para estar entre a recepção e o refeitório da maternidade, ao lado da lavanderia – ambiente no qual haverá máquina lavadora que pesa toneladas e trepida quando funciona, podendo interferir na aparelhagem da UTI. Para os centros cirúrgicos foram projetadas janelas, o que é vetado para espaços desta natureza.

No projeto, por exemplo, não se pensou em posto policial, sala de observação, sala de higienização, sala de raios-X, local para o chequinho, como prevê o SUS, que diz respeito à autorização de exames.
O corredor em que trafegariam as macas é o mesmo no qual foi projetada a passagem dos carrinhos da lavanderia e do refeitório, o que significa risco iminente de contaminação. No subsolo, uma área sujeita a inundações, foi planejada a colocação do gerador e do transformador, juntos, o que, do ponto de vista elétrico, é perigoso.

Consequência
À toda contestação do Ministério da Saúde, era preciso um reajuste. A Secretaria de Saúde de Aparecida de Goiânia explicou que o valor gasto até agora, proporcionalmente, já superou os 25% que é permitido extravasar o valor aprovado no projeto de 2006. Assim, o município espera realizar nova licitação. Isso implica dispensar a empresa de engenharia que atualmente realiza três obras no município – duas quadras esportivas e uma feira coberta, segundo o sócio majoritário da Alpav Engenharia e Construções, Altamiro Tavares Filho.

O Ministério da Saúde informou que todo o dinheiro referente à Maternidade Municipal de Aparecida de Goiânia foi liberado em cinco parcelas. A comprovação de gastos foi feita em relação às três primeiras. O prazo máximo dado ao município para comprovar o uso das duas parcelas restantes é 30 de junho, podendo se estender por mais 60 dias, conforme previsão legal. Caso não seja atestado o destino integral do valor, como última medida, o Ministério da Saúde pode exigir o recurso de volta.

Fonte: Jornal O Hoje

Parque ganha trilha de moutain bike

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Ao comemorar 20 anos de criação, o Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco receberá também o plantio de mudas de árvores.

A inauguração de uma trilha de mountain bike e o plantio de mudas de árvores nativas do Cerrado nos próximos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro marcarão a comemoração dos 20 anos da criação do Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco (Peamp). Localizado na BR-060, o parque possui 2.500 hectares e se localiza entre os municípios de Goiânia, Goianápolis, Nerópolis e Terezópolis de Goiás e serve como proteção ao lago formado pelo represamento do Ribeirão João Leite.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), a unidade de conservação abriga alguns dos mais importantes fragmentos de mata seca, conhecido como mato grosso goiano da Região Central do Estado. Por isso, foi criado com o objetivo de proteger a fauna e flora locais, e acolhe espécies como beija-flor cinza, raposa-do-campo, jiboia, dourado, ipê, aroeira, mangaba e aroeira-do-sertão. Reitera dhaus i

Prevenção

Para continuar evitando que incêndios, como o acontecido no ano de 2010 e que consumiu 46% da vegetação, se repitam, desde 2011 o parque recebe uma atenção especial contra as queimadas. Como resultado, neste ano a redução da área atingida pelo fogo foi de 95%, com pouco mais de 50 hectares queimados. Já em 2012 não houve nenhum foco de incêndio.

Para 2013, os trabalhos de prevenção já se iniciaram. Segundo o superintendente de Unidades de Conservação da Semarh, José Leopoldo de Castro Ribeiro, neste mês de janeiro a Secretaria está adequando os termos de referência para o processo de licitação dos aceiros. A intenção é finalizar os processos burocráticos até junho, pois a partir de agosto começa o período de estiagem.

O superintendente explica que o trabalho de prevenção consiste em realizar aceiros mecânicos, que são feitos por equipamentos, mas quando não é possível utilizar máquina, pode ser feito também de forma manual. Os aceiros são faixas onde a vegetação é completamente eliminada da superfície do solo. A finalidade é prevenir a passagem do fogo para área de vegetação, evitando-se assim queimadas ou incêndios.

Outra intenção é firmar ainda mais, neste ano, a parceria com o Corpo de Bombeiros. Ele ainda informa que tem o objetivo de constituir quatro brigadas de voluntários. O Estado vai treinar e equipar esses voluntários para que possam auxiliar, caso ocorra incêndio nas unidades de conservação.

Leopoldo ressalta que já foram investidos R$157 mil em novos equipamentos como capacetes, botas, abafadores e luvas, entre outros, que vão dar condições para que funcionários da Semarh e brigadistas realizem com segurança suas atividades. Além desses equipamentos, já está em processo final de licitação a compra de uniformes e de cinco tratores para prevenção e combate a incêndio.

(Letícia Santana é repórter do Goiás Agora)

Fonte: Jornal O Hoje

Aviões do Forró em Goiânia 2013 - Atlanta Music Hall

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Data: 16/03/2013
Hora: em breve
Local:  Atlanta Music Hall

Atrações:

- Aviões do Forró

Breve Mais informações

Banda Calypso em Goiânia 2013 - Atlanta Music Hall

23:29 3 Comments A+ a-



Data: 23/02/2013
Hora: em breve
Local:  Atlanta Music Hall

Atrações:

- Banda Calypso

Breve Mais informações

Aparecida: GGIM já define locais de instalação de 50 novas câmeras de videomonitoramento

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Os membros do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) de Aparecida de Goiânia se reuniram nesta quinta-feira, 24, com o objetivo de apresentar um pré-mapeamento das novas localidades para instalação de 50 novas câmeras de videomonitoramento na cidade.

A reunião foi conduzida pelo vice-prefeito, Ozair José (PT). Participaram também os secretários Domingos Pereira (Educação); Raul Coutinho (Licitações e Compras), que responde ainda pela presidência do GGIM; Ronnie Barbosa (Habitação); Valdemir Souto, presidente da SMTA; Juliano Cardoso, coordenador da Defesa Civil; Marinho Resende, presidente do Procon e Samuel Borges, ex-secretario de Governo.

A instalação de novas câmeras é motivada pela redução do índice de criminalidade no município, de cerca de 30%, nas localidades contempladas com as primeiras 50 câmeras. O projeto de videomonitoramento é uma parceria entre o município e o Ministério da Justiça. O colegiado existe há cerca de dois anos e delibera acerca de todos os temas relativos à segurança pública no município, em parceria com polícias Civil e Militar.

“O que temos observado é que, como previsto, a criminalidade tende a migrar de endereço e até mesmo de cidade após a chegada das câmeras. Os dados mostram também que diminuímos o estoque de armas nas mãos dos bandidos”, afirma Raul Coutinho.

Os parâmetros foram definidos com foco no mapeamento dos vários tipos de criminalidade previamente feito em campo pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Estado de Goiás e focam principalmente bancos, agências lotéricas, caixas 24h, postos de gasolina e academias a céu aberto.

Fonte: Prefeitura de Aparecida

Bolsa Universitária beneficia 7,9 mil alunos

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Um total de 7.952 estudantes passarão a receber, este ano, o benefício da Bolsa Universitária, oferecido pelo governo estadual, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). Deste universo, mil alunos receberão a bolsa integral, e 6.952, a parcial. Foram contemplados universitários de todo o Estado, estudantes de instituições particulares de ensino.

Ao serem inscritos no Programa Bolsa Universitária (PBU), os universitários se comprometem a prestar a contrapartida pelo benefício em uma das instituições parceiras cadastradas na OVG, em sua área de formação ou em ações humanitárias - como a doação de sangue. A carga horária da contrapartida é proporcional ao valor da bolsa e compatível com os horários de estudo e trabalho do estudante.

A solenidade para assinatura dos contratos de concessão dos benefícios ocorreu na manhã de ontem, com a presença do governador Marconi Perillo, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. Os estudantes - da capital e do interior - compareceram ao local e, além de assinarem os contratos, receberam informações sobre o PBU. O processo seletivo para a inclusão dos novos beneficiários foi realizado no segundo semestre do ano passado.

Os novos bolsistas da OVG atendem os critérios socioeconômicos de inclusão ao PBU: renda bruta familiar mensal de até três salários mínimos para bolsa integral e renda bruta familiar de até seis salários mínimos para bolsa parcial. O valor do benefício parcial, no primeiro semestre, é de 80% da mensalidade, limitado a 300 reais. A partir do segundo semestre, o valor pode chegar a 500 reais, de acordo com o desempenho acadêmico do aluno - quanto maior a nota, maior a bolsa.

Segundo informações da OVG, desde a sua criação, em 1999, o Programa Bolsa Universitária já contemplou mais de 118 mil estudantes de baixa renda. Atualmente, 16.138 universitários são beneficiários do PBU. Destes, 8.175 são da capital e 7.963, do interior.

Em 2011, o PBU sofreu alterações e a bolsa deixou de ter valor único para todos. As vagas das bolsas parciais são distribuídas atendendo a alguns critérios, como ordem decrescente de classificação na avaliação da média geral dos bolsistas; existência de dotação orçamentária; e conveniência administrativa. Já a bolsa integral contempla aqueles com renda bruta familiar de até três salários mínimos. A Bolsa Universitária é compatível com sistemas de créditos, como o Financiamento Estudantil do governo federal (Fies).

Saiba mais:

Veja como participar do programa:

O universitário deve fazer a inscrição no período estabelecido pela Comissão Executiva, observando Edital disponível no site www.ovg.org.br, preenchendo o formulário próprio e apresentando todos os documentos exigidos.
Após o período de inscrições, uma equipe técnica realiza, por meio de entrevista e/ou visita, a avaliação socioeconômica dos candidatos para seleção e triagem.

Critérios de seleção e triagem:

Avaliação socioeconômica do grupo familiar;
Estar vinculado a Instituição de Ensino Superior (IES) conveniada;
Validação da inscrição;
Comprovação via apresentação de documentos das declarações constantes no formulário de inscrição.

Critérios de desempate

Ter participado de processo seletivo anterior do Programa;
Ter membros do grupo familiar em tratamento crônico de saúde;
Ser trabalhador rural;
Ter metade ou mais da escolaridade do estudante cursada na rede pública;
Ser mãe solteira.

Fonte: Jornal O Popular

Conta de luz ficará 18% mais barata em Goiás, define Aneel

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Redução só chegará nas contas dos consumidores no fim de fevereiro, explica a Celg.

As contas de energia elétrica dos consumidores residenciais de Goiás ficarão 18% mais baratas. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu ontem que este será o porcentual de desconto a ser aplicado pela Companhia Energética de Goiás (Celg), que entrou em vigor ontem. Para os consumidor da Companhia Hidrelétrica do Vale do São Patrício (Chesp), a redução será de 18,01%.

Nas 63 distribuidoras de energia do País, a redução vai variar de 18% a 25,94%. Porém, os consumidores só devem sentir o impacto total da medida nas contas que chegarem a partir do próximo dia 25 de fevereiro.

Na última quarta-feira, em pronunciamento de rádio e televisão, a presidente Dilma Roussef anunciou que a redução mínima seria de 18% para consumidores residenciais e chegaria a 32% para as indústrias (alta tensão), resultado da Lei 12.783, sancionada no último dia 14 de janeiro e publicada no Diário Oficial da União de ontem.

IMPACTO

A redução no valor das contas será aplicada sobre os valores cobrados por kilowatt/hora (kwh). Para os consumidores da Celg, a tarifa residencial normal é de cerca de R$ 0,50 o kwh. O maior porcentual de redução no País, de 25,94%, foi garantido aos clientes da distribuidora Nova Palma Energia, que atende a 14,5 mil unidades consumidoras na região central do Rio Grande do Sul.

Mas os consumidores ainda devem demorar para sentir o efeito total do barateamento das contas de luz promovido pelo governo federal. Em nota, ontem a Celg explicou que os usuários só deverão sentir a redução após um novo ciclo completo de cobrança das novas tarifas, pois a leitura dos relógios são feitas em datas diferentes em cada unidade consumidora. Isso significa que o impacto total só será sentido nas contas com leitura dos relógios feita a partir de 24 de fevereiro.

A redução das contas de energia será possível graças a algumas medidas do governo federal. A primeira foi a extinção de dois encargos setoriais: a Consta de Consumo de Combustíveis (CCC) e a Reserva Global de Reversão (RGR) e a redução de 25% na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Porém, o desconto vai custar R$ 8,46 bilhões ao Tesouro Nacional em 2013, pois as companhias de energia Cesp, Cemig e Copel decidiram não aceitar a proposta do governo para renovar concessões de parte de suas usinas hidrelétricas. A Celg também anunciou que não renovaria concessões de suas usinas, mas o impacto delas sobre o consumo é muito pequeno: apenas 0,5%.

REAJUSTE

Apesar da boa notícia de ontem, a provável economia que os consumidores terão com as contas de energia este ano ainda dependerá da situação energética do País. O alerta é do presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria. De acordo com ele, a grande preocupação atual deve ser com o uso crescente das termoelétricas desde outubro do ano passado, por conta do baixo nível dos reservatórios brasileiros.

“Ainda devemos continuar usando muito as termoelétricas, enquanto os níveis dos reservatórios continuarem baixos”, alertou Carlos Faria. Ele explica que o consumidor vai começar a pagar por este uso a partir do próximo mês de março, quando começam os reajustes das distribuidoras. “Esses índices de reajuste levam em conta esse uso das termoelétricas, que está muito grande”, completa.

Por causa disso, a Anace prevê que, no final de 2013, a redução no valor das contas de energia será bem menor que a anunciada pela presidente Dilma. “A própria Ata do Copom prevê uma queda de 11%, provavelmente já considerando esses reajustes das distribuidoras”.

O presidente da Anace lembra que o governo federal mexeu numa parte muito pequena dos encargos, ao acabar com dois e reduzir um terceiro, sem mexer com outros impostos que têm um impacto muito maior sobre as contas, como o ICMS. Daí, a necessidade do aporte de R$ 8,4 bilhões do Tesouro, dinheiro que será depositado na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que irá financiar ações do governo, como as medidas para promover o desconto.

Carlos Faria acredita que o governo apenas repassou a conta para o contribuinte. Essa conta, que antes era dividida entre os consumidores de energia elétrica, agora passará para os 130 milhões de contribuintes brasileiros. “O governo não pode sair incentivando um aumento do consumo porque a redução deve ser menor que o anunciado e a conta sairá do bolso do próprio consumidor”, adverte.

Fonte: Jornal O popular