Combustível: Gasolina sobe pela 5ª vez no ano

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Sem justificativa aparente, postos de Goiânia elevam a gasolina para R$ 3,19 e o etanol, para R$ 2,27.

Às vésperas do feriado prolongado de fim de ano, a exemplo do que já ocorreu em anos anteriores, os preços do litro do etanol e da gasolina amanheceram ontem mais altos em vários postos de combustíveis de Goiânia. E o presente de grego veio bem salgado. O litro da gasolina saltou de R$ 3,07 para R$ 3,19. Já o litro do etanol, de R$ 2,17 para R$ 2,27- um aumento de 4% e 4,6%, respectivamente. Esse é o quinto aumento expressivo neste ano. De setembro para cá, a gasolina subiu R$ 0,40 e o etanol, R$ 0,48.

O argumento dos representantes de postos de combustíveis para a recente alta é de que a elevação é fruto de um repasse oriundo das distribuidoras de combustíveis. A alegação é de que o preço do etanol anidro, componente de 25% da gasolina, sofreu reajuste. Além disso, representantes afirmam que houve aumento da pauta do ICMS. A reportagem do POPULAR entrou em contato com a assessoria da Secretaria da Fazenda para apurar o fato, mas não houve retorno.

DADOS

Segundo dados do Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada (Cepea), nas usinas, o preço do litro do etanol anidro subiu entre os dias 6 e 20 de dezembro de R$ 1,39 para R$ 1,44. Valor permanece até o dia 27 de dezembro.

Já nas distribuidoras, o preço médio de venda do litro da gasolina é de R$ 2,68, conforme último levantamento, ocorrido no dia 21, realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). Ou seja, de lá para cá, não houve alteração do preço do litro do etanol que justifique um reajuste por parte das distribuidoras, conforme alegado por alguns representantes de postos de combustíveis.

Situação semelhante ocorre com o preço médio do litro do etanol. Nas usinas, o biocombustível apresentou redução. No início de dezembro, o valor do litro do etanol na usina custou R$ 1,16. Já na cotação do dia 20 de dezembro, caiu para R$ 1,13 – queda de 2,58%.

JUSTIFICATIVA

A falta de uma justificativa aparente que corrobore com as explicações de representantes de alguns postos de combustíveis de Goiânia evidencia uma discrepância observada pela reportagem. Enquanto alguns afirmam que se trata apenas de um repasse das distribuidoras, gerentes de postos de combustíveis que permaneceram com o preço antigo garantem que não houve nenhuma alteração de valor por parte das empresas distribuidoras. “É o de sempre. Estamos somente repassando o valor que chegou mais caro para nós”, afirma a gerente de um posto de combustível. “Eu que recebo o combustível que chega aqui no posto. Posso garantir que não houve aumento na compra”, ressalta o funcionário de outro posto.

Durante a manhã de ontem, foram levantados valores dos preços do litro do etanol e da gasolina de 16 postos de combustíveis localizados em oito setores: Bueno, Nova Suíça, Pedro Ludovico, Oeste, Jardim Goiás, Leste Universitário, Vila Nova, Setor Leste Vila Nova e Central. Desses, sete apresentavam preços mais elevados nas bombas. Esses estabelecimentos estão localizados nos setores Bueno, Nova Suíça, Pedro Ludovico, Jardim Goiás, Setor Oeste e Leste Universitário.

Já os preços antigos estão sendo cobrados em setores afastados. Mas ainda assim vale a pena pesquisar. Dentro de um mesmo setor, a poucos metros, existem postos com diferença de preço de até 6%.

DENÚNCIA

Alguns gerentes e funcionários de postos de combustíveis que não alteraram os preços nas bombas, pelo menos até a manhã de ontem, fizeram uma denúncia à reportagem de O POPULAR.

Eles afirmam que, desde a manhã de sexta-feira, estão sofrendo ameaças de funcionários do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) ou mesmo de proprietários de postos concorrentes. “Eles estão pressionando para que a gente aumente o preço do combustível”, diz um gerente que não quis se identificar.

“É uma questão de estratégia. Eles estão forçando para que os postos aumentem os preços agora, mas já esperando um novo reajuste em janeiro”, diz um funcionário com mais de 20 anos de trabalho no setor.
O presidente do Sindiposto, Leandro Lisboa, afirma que a denúncia é absurda e diz que não há nenhum funcionário do sindicato comunicando donos de postos para que aumentem os preços nas bombas.

“Inclusive não tem funcionários do sindicato trabalhando. Estamos de recesso de fim de ano.”
Sobre o aumento de preços, Leandro afirma que o sindicato não interfere nas decisões dos estabelecimentos, já que o mercado é livre.

Aumento aperta orçamento familiar, reclamam consumidores

Desde o dia 18 de setembro, os consumidores sofrem frequentes elevaçções dos preços dos combustíveis em Goiânia. Na ocasião, da noite para o dia, o preço médio do etanol saltou de R$ 1,69 para R$ 1,97 (16,5%), enquanto o valor médio do litro da gasolina saiu de R$ 2,79 para R$ 2,97 (6,45%). De lá para cá, foram mais quatro elevações de preço. Com isso, em cem dias, o litro da gasolina aumentou R$ 0,40 e do etanol, R$ 0,48.

Sem ter para onde correr, o analista de informática, Edvaldo Oliveira de Lima afirma que o combustível está espremendo seu orçamento familiar. Ele conta que precisa do veículo para trabalhar, além de se deslocar com a família.

“Há alguns meses, gastava R$ 50 a cada cinco dias. Agora gasto o dobro”, diz. Ele afirma que prefere ficar refém do aumento do preço do combustível, já que o transporte público não funciona adequadamente. “Minha esposa fica às vezes até uma hora e meia esperando o coletivo”, diz.

O padeiro Manoel Nascimento levou um susto ao abastecer o veículo na manhã de ontem. “Paguei 15 centavos mais barato semana passada”, diz. Ele afirma que desde o início dessa escalada de preços não está mais enchendo o tanque do veículo. “Se encher o tanque falta alguma coisa em casa”, diz. Uma alternativa encontrada foi deixar mais o carro na garagem e rodar com a moto, veículo mais econômico.

Fonte: Jornal O Popular

Goiânia: Onde passar o Réveillon

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Diversas casas noturnas e clubes da capital se preparam para receber 2014 com muita festa.

Se sua viagem foi cancelada ou não está tão a fim de passar a virada do ano em casa ou em família, a noite de terça-feira da capital goianiense este ano oferece várias oportunidades de festas para todos os bolsos. Os preços podem variar desde um ingresso individual de 30 reais a 800 reais por uma mesa.

Entre as festas tradicionais de Réveillon está a do Clube Jaó. Este ano, o salão social do clube oferece mesa de quatro, seis e dez lugares. Os convidados serão recebidos com um drinque de boas-vindas e a festa será animada pela banda Young. Há também um espaço infantil para crianças de até 12 anos, com fraldário, berçário, brinquedoteca, pula-pula, videogame e mais, para distrair os pequenos.

No menu, ravióli de ricota ao molho de Malbec; bacalhau à portuguesa; peru à Califórnia assado à moda do chef, recheado de farofa e decorado com compotas de frutas (pêssego, ameixa, abacaxi e cerejas); filé mignon ao molho rôti. Essas são algumas das delícias que compõem o menu do jantar. E, no buffet infantil, nuggets, batata palito, mini ciabatta com presunto e queijo, bolo de chocolate, cachorro quente e mini pizza, além de doces e outras guloseimas.

O ingresso adulto para sócios é de 210 reais e o de não sócio, 250 reais. Infelizmente, outros dois clubes tradicionais da cidade, o Clube de Engenharia e o Country Club, não realizarão festas de Réveillon este ano.

Outro local que promete uma grande festança este ano é o Castro’s Park Hotel. O cinco estrelas oferece uma festa inspirada no tema, no luxo e no ambiente dos anos 1920 dos EUA, baseada no romance O Grande Gatsby.

A festa The Great Castro’s vai acontecer no Centro de Convenções do hotel, dividido nos salões Mansão e Jardim, decorados como se fossem a mansão e jardim do protagonista do livro, Jay Gatsby. O buffet traz gastronomia internacional e é open bar. Na trilha sonora, o melhor da música dos anos 1920 até os dias de hoje, levados ao público pelas mãos do DJ Renato Jayme e há também a apresentação do violinista Nicolau Sulzbeck.

O espaço infantil para até 11 anos terá buffet especial, brincadeiras e equipes de recreadores especializados. Os preços são 105 reais por criança, 399 reais por pessoa no salão Mansão e 349 reais por pessoa no salão Jardim.

Outro hotel que terá uma festa própria é o Comfort Suites Flamboyant. A festa vai contar com a banda Favela S/A Brasil animando a noite com samba rock, samba soul e funk, além dos DJs Ayrton Bagni, Daniel Arantes e Rafael Danke. O open bar é de uísque, vodca, espumante, água, refrigerante, suco, cerveja e drinques. O buffet conta com frios, jantar, petiscos e café da manhã. Os ingressos custam 300 reais o feminino e 350 o masculino.

O Bolshoi Pub oferece uma festa mais dançante, com influências da era disco e cheia de flashbacks com show de Big Chico & Banda Soul. O repertório também inclui grandes nomes do funk, soul e suíngue, inclusive brasileiro. O buffet conta com mesa de frios, canapés, massas, salgados e open bar de uísque, água, vodca, refrigerantes e cerveja. O ingresso individual custa 150 reais o feminino e 170 o masculino, e as mesas custam 400 reais para dois lugares e 800 reais para quatro lugares.

O restaurante Piquiras do Flamboyant vai oferecer som ambiente, DJ, buffet e pista de dança com dois ambientes: varanda e salão. Na varanda ou no salão, a mesa para quatro pessoas custa 600 reais, e o ingresso individual 150 reais. Já o Samauma oferece uma virada com música sertaneja, com show da dupla Alex Terra & Adriano com convidados. A festa não tem buffet nem open bar, mas em compensação o preço do ingresso é o comum da casa: 30 reais.

Para quem quiser um Réveillon diferente, a recentemente inaugurada Rash Bier, casa de cervejas especiais, faz a própria festa regada a rock n’roll e cervejas dos quatro cantos do mundo. A festa terá som ambiente, pista de dança e piscina. No buffet, sete opções de espetinhos, guarnições, sanduíches e sobremesas e um open bar especial com chopp Colombina IPA ou Lager, água, refrigerantes e sucos. Os ingressos custam 90 reais.

No Cel da OAB tem o Réveillon Volta ao Mundo. A temática desta vez é a cidade italiana de Veneza. A festa será um baile de máscaras e chega à sua 13ª edição. Os mil primeiros ingressos ganham uma máscara especial. A música fica nas mãos das bandas Liga Joe, Renato Borges e Henrique Augusto. O cardápio traz gastronomia internacional, com ceia, entrada, frios, salgados, caldos, saladas e sobremesas, e open bar com uísque, vinho, champagne, vodca, suco, cerveja, refrigerante e água.

O espaço conta com show bar performático, brinquedoteca, salão de beleza e, obviamente, com ambiente decorado com o tema de Veneza. Os ingressos custam 210 reais o masculino, 170 o feminino e 90 o infantil. Há também o camarote com buffet japonês, e outras mordomias, por 290 reais o masculino e 240 o feminino.

Já o famoso Réveillon dos Esquecidos este ano acontece no espaço Cedro de eventos. A música fica por conta do Grupo Homem de Lata e dos DJs Renato Borges e Jorge Pyerre. O buffet é feito pelo restaurante Antônia Bistrô e conta também com brigadeiro da Brigaderia das Meninas. O open bar terá vodca, espumante, shots, água de coco, drinques, sucos, cervejas, Red Bull e até sorvete. O masculino custa 280 reais e feminino custa 240 reais.

Para um Réveillon mais em conta, os bares e restaurantes do Setor Marista oferecem algumas opções. A Villa Marista, por exemplo, terá show com David & Danilo seguidos pelos DJs Meneghel, Fobya e Emerson Pinheiro. O buffet inclui salgados, frios, frutas e champagne para a virada. Os ingressos custam 70 reais o masculino e 40 o feminino.

Outra opção são os restaurantes Californios e Rodeo Rock Bar. Ambos oferecerem mesa de quatro lugares por 150 reais ou ingresso individual a 40 reais. O Rodeo Rock Bar terá show com Eddy & Brunno e quem comprar mesa tem direito a uma garrafa de champagne. Já o Californios terá show com Henrique & Hernane, seguido pelo DJ Jarson.

Independente de onde você for passar a virada, nossos votos são de que você tenha um feliz e próspero 2014!

Fonte: Jornal O Hoje
Foto: Lorenlay Kern

Assembleia: Projeto retoma supersalários

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Legislativo nega aumento, mas site registra retorno de gratificações para cinco diretores.

Os registros do site da Assembleia Legislativa mostram que a Casa aprovou projeto de lei que retoma parte dos benefícios que permitiam a existência dos supersalários de seus diretores, derrubados no primeiro semestre após série de matérias publicadas pelo POPULAR. Conforme consta no portal do Legislativo goiano, a matéria aprovada em definitivo na última sessão do ano, na quinta-feira, devolve gratificações para pelo menos cinco membros de seu primeiro escalão, que passariam a receber salários a partir de R$ 24,5 mil por mês, superiores aos recebidos pelos deputados estaduais (veja quadro). Alegando se tratar de erro técnico e de falha na atualização do site, a Assembleia nega a existência de aumento salarial.

De autoria do presidente da Assembleia, Helder Valin (PSDB), o projeto foi protocolado no início do mês com a justificativa de consolidar em um só texto a tabela de cargos comissionados e gratificações da Assembleia revoga seis leis anteriores que tratam do mesmo tema. Entre elas, a 17.314, de 25 de maio de 2011, que limitou o salário dos diretores, até então fixados em R$ 24 mil, para R$ 18,5 mil. Somando gratificações e outros benefícios, um diretor chegou a receber, em março, R$ 44 mil.

A nova lei mantém a limitação para todos os diretores que são comissionados e não possuem vínculo com o Estado. No entanto, prevê que, no caso de o diretor ser servidor efetivo, o salário inicial seja acrescido de gratificação de R$ 6 mil. Atualmente, cinco dos 13 ocupantes de diretorias ou postos com status semelhante são efetivos e serão beneficiados.

Há também a previsão de que, caso o diretor tenha salário originalmente superior ao pago aos diretores, o mesmo pode optar pelo maior valor. Em qualquer uma das hipóteses, a gratificação é mantida.
Apesar de a Assembleia não divulgar o salário de seus servidores, sabe-se que procuradores da Casa chegam a receber salários superiores ao de diretor, elevando o valor dos salários. Dois deles ocupam diretorias.

Paralelamente, o salário do diretor-geral, estabelecido em R$ 19,5 mil, pode ser acrescido de R$ 7 mil caso ele seja efetivo, somando R$ 26,5 mil. Entretanto, esse não é o caso de Milton Campos, atual ocupante do cargo.

ERRO TÉCNICO

Ao comentar o projeto de lei aprovado pela Assembleia, Milton Campos disse ao POPULAR que a redação original protocolada por Helder Valin é diferente da aprovada pelos deputados estaduais em definitivo na última sessão do ano, na quinta-feira.

Segundo Campos, por resistência de deputados estaduais que não aceitariam a existência de diretores com salários superiores aos seus, as gratificações foram retiradas. “A intenção inicial realmente era essa (de conceder as gratificações aos diretores efetivos), mas isso foi modificado”, afirma.

Apesar disso, as informações disponibilizadas pela própria Assembleia no acompanhamento da tramitação da matéria mostrava até a conclusão desta edição que as gratificações foram mantidas na redação aprovada pelos deputados. Na pesquisa feita pela reportagem, as únicas modificações foram incluídas pelo líder do Governo na Casa, Fábio Sousa (PSDB).

Em emenda feita na Comissão Mista, o tucano não suprimiu nada do texto e acrescentou uma gratificação de R$ 3,5 mil para quem ocupar o cargo de chefe do Controle Externo da Procuradoria. O texto também alterou a nomenclatura de um cargo.

Questionado pelo POPULAR na quinta, o diretor-geral disse que a redação sem as gratificações estaria disponível no dia seguinte.

Já na sexta, a assessoria de imprensa da presidência da Assembleia afirmou que as gratificações foram retiradas através de emenda do próprio Helder Valin. “Houve um erro na alimentação do site. A emenda foi feita. É de autoria do próprio presidente. Será disponibilizada no site, creio que até segunda (amanhã)”, justificou. A assessoria completou que “o autografo de lei que seguirá para o Executivo vai conter corretamente a emenda”.

Pagamento por 2 anos

Revelados pelo POPULAR em abril deste ano, os supersalários da Assembleia Legislativa foram pagos aos seus diretores por pelo menos dois anos. Na época do escândalo, em abril, o presidente da Casa, Helder Valin (PSDB), afirmou que os altos valores foram instituídos na gestão anterior, do atual prefeito de Catalão, Jardel Sebba (PSDB).

Os altos salários surgiram através de projeto de lei aprovado em março de 2011 e que equiparou os valores recebidos pelos diretores aos salários dos procuradores da Casa.

Na época, ao revelar a origem dos supersalários, Helder Valin afirmou que iria acabar com os benefícios. “Não terão nada disso. Será só o salário mesmo. Vai ganhar x. Pronto. Vou até tirar salário. Colocar teto ou outro termo apropriado. É o máximo. Senão tem de mandar prender, ora. Era assim na minha gestão. Não tem hora extra, não tem nada. É o salário e é menos que deputado (R$ 20 mil). Imagino que serão uns R$ 19 mil. A ideia é manter o mesmo patamar de 2010. Vamos revogar a portaria de 2011 e ela perde o efeito”, afirmou.

Apesar disso, o presidente falou da dificuldade de reduzir os benefícios dos servidores efetivos. “De qualquer forma os cargos comissionados da Casa vão ter salário único com o novo projeto. Fica resolvido. Não gosto de ficar olhando para trás. Não vai adiantar. Vai acabar. Comissionados não vão ganhar mais que deputado. Não entro na questão dos efetivos porque envolve muitos direitos de muitos anos”, completou o tucano à época.

Depois de derrubados por projeto de lei, os supersalários foram mantidos por mais dois meses e foram derrubados em julho, quando a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).

Fonte: Jornal O Popular

Goiás: Mais de um veículo é roubado por hora

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Dados da Secretaria de Segurança Pública revelam que neste ano foram roubados 24,6 carros por dia entre janeiro e novembro.

Goiás atingiu a marca de mais de um carro roubado por hora, entre janeiro e novembro deste ano. Neste período foram registrados no Estado o roubo de 8.224 veículos, o que equivale a uma taxa diária de 24,6 ocorrências. Comparada ao mesmo período de 2012, quando o total foi de 6.453 veículos, a quantidade subiu 27,4%. Só em Goiânia, onde está em circulação a maior parte da frota estadual, concentraram-se 62% dos registros - 5.104 de janeiro a novembro, com um aumento de 29,9% em relação a 2012.

No que se refere aos furtos, os índices também avançaram. Em âmbito estadual, os registros passaram de 4.899, nos 11 primeiros meses de 2012, para 5.426 no mesmo período deste ano. Na capital, o aumento foi de 7,95%, passando de 2.312 para 2.496. Os dados são da Gerência de Análise de Informação da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP/GO).

Muitos casos de roubo são marcados pela violência e brutalidade dos assaltantes. No dia 30 de novembro, a vítima foi a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Ieda Leal. Eram 21h30 e ela estava chegando em casa na companhia das quatro filhas, no bairro Chácaras São Joaquim, saída para Inhumas. A cerca de 500 metros da rua onde mora, ela foi abordada por três assaltantes que desceram armados de um veículo e gritando, segundo ela: “Perdeu, perdeu. Saia que o carro é nosso.”

O barulho dos gritos, a velocidade da abordagem e a maneira violenta com que tudo ocorreu gerou traumas em Ieda. “Eu nunca tinha sido assaltada”, conta. O veículo, um Voyage vermelho, ainda não foi recuperado. No dia, a polícia chegou rápido para atender a ocorrência, mas, mais rápido ainda, foram os ladrões. O bairro de Ieda era considerado pacato e tranquilo, por causa da concentração de chácaras, mas nos últimos meses foi cenário para outras duas situações semelhantes. O vizinho da presidente do Sintego, um dentista, também foi assaltado e teve o carro levado na porta de casa.

MAIS DE MIL

Outubro e novembro foram os primeiros meses, na história, que a Secretaria Estadual de Segurança registrou mais de 1 mil roubos de veículos no Estado - 1.028 e 1.023, respectivamente. Em setembro, a marca foi de 806 veículos roubados.

O titular da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, Edson Carneiro Caetano explica que, em parte, o aumento tem ligação direta com a greve de 87 dias dos agentes e escrivães da Polícia Civil. Neste período, destaca, as que operações de combate a esse tipo de crime deixaram de ser feitas, o número de prisões caiu e as investigações ficaram paralisadas.

Fonte: Jornal O Popular

Governo federal estuda desmembrar trechos da BR-153 para fazer concessão em 2014

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O governo federal vai privatizar parte da BR-153, nos Estados de Goiás e Tocantins, no próximo ano. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, revelou que um trecho deve ser desmembrado para se adequar ao modelo de concessões clássicas que estão sendo feitas.

Um trecho próximo de Palmas deve ser duplicado. Porém, o governo não pretende incluí-lo na concessão da BR-153, pois a medida aumentaria muito o valor do pedágio. “Um trecho quando é incluído na licitação dá uma tarifa muito alta e nós estamos com foco para ter modicidade tarifária. Então, vamos fazer obras com concessão em parceria naquelas que sejam boas para todos, ou seja, o jogo tem que ser de ganha-ganha: o usuário, o investidor, o governo, tem que haver equilíbrio,” disse a ministra-chefe.

De acordo com as rodovias que apresentarem tarifas muito altas para o usuário e para o setor produto, o governo fará investimentos públicos ou em parceria com a iniciativa privada para chegar a um equilíbrio.

Fonte: Porta 730

Agetop realiza licitação de IML's

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A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), realiza licitação para a construção de dois IML's no estado. Será licitada a conclusão da construção do IML de Itumbiara e Aparecida de Goiânia. Já com 50% dos serviços concluídos em ambas as obras, os trabalhos a serem retomados envolverão instalações elétricas e hidro sanitárias, revestimento, esquadrias, pintura e acabamento. As obras foram orçadas em R$ 1,9 milhões cada.

Seguindo um modelo padrão, os IML's possuem área construída de 1.261,65 metros quadrados, com estrutura que envolve salas de necrópsia, necrópsia especial e de raio X, laboratório, consultório com identificação criminal, administração e alojamentos. No momento, estão em fase de projeto a reforma, adequação e ampliação dos IML's de Anápolis, Catalão e Luziânia e também a construção do de Águas Lindas.

Fonte: Agetop

Licitação do VLT do Estado impulsiona BRT da prefeitura

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O projeto do BRT estava a passos lentos na prefeitura de Goiânia. Idealizado pelo Jose Carlos Xavier, Grafite, quando estava a frente da CMTC a obra não teve início. O projeto foi finalizado a tempo de garantir a verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, mas mesmo assim não foi iniciada.

A obra que segundo a prefeitura de Goiânia pretende melhorar o transporte no eixo norte-sul da capital, e seria feita em pequeno espaço de tempo, não foi iniciada em 2013. A desapropriação de áreas para construção do corredor é um dos principais problemas enfrentados.

O Popular (10/12/13) informa que a Prefeitura de Goiânia autorizou a desapropriação.

COLUNA GIRO:

Paço autoriza desapropriação de áreas para a construção de BRT

O prefeito Paulo Garcia (PT) assinou decreto ontem que autoriza a desapropriação de 27,5 mil metros quadrados de terrenos e propriedades para a implantação do BRT (ônibus rápido) no Corredor Norte-Sul. O Paço prevê que o custo total das indenizações será de R$ 29 milhões. O projeto prevê 22 quilômetros de extensão para o BRT. Começa no Terminal Cruzeiro do Sul, em Aparecida, segue pela Avenida Rio Verde, que poderá ser duplicada e receber uma trincheira (viaduto) ao chegar na Avenida 4ª Radial, no Setor Pedro Ludovico. O corredor continua pela Rua 90, com construção de nova trincheira para haver passagem pela Avenida 136, até a Praça Cívica. Segue pelas Avenidas Goiás e Goiás Norte, passa pela Perimetral Norte e termina no Terminal Recanto do Bosque. O custo total da obra é estimado em R$ 310 milhões, com a garantia de recursos do PAC Mobilidade. Onze consórcios já mostraram interesse pela licitação da Prefeitura, que ainda não tem data prevista.

Fonte: Diário de Goiás

Francês que mora em BH faz lista com 65 impressões do Brasil

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Um texto bem-humorado do francês Olivier Teboul, de 29, anos, virou febre nas redes sociais dos belo-horizontinos na manhã deste sábado .O engenheiro de computação, que trabalha no escritório do Google em BH há cerca de um ano e meio, coletou curiosidades sobre o jeito de ser dos brasileiros e registrou tudo em seu blog.

A lista se espalhou rapidamente pela internet e, apesar de controversa, já foi acessada por cerca de 15 mil pessoas e comentada por quase 500. Em entrevista ao jornal Estado de Minas, Olivier disse que o objetivo do texto não era ofender os brasileiros, e sim dizer sua percepção das diferenças entre a França e o Brasil.

Confira a lista de Olivier:

Aqui são umas das minhas observações, as vezes um pouco exageradas, sobre o Brasil. Nada serio.

Aqui no Brasil, tudo se organiza em fila: fila para pagar, fila para pedir, fila para entrar, fila para sair e fila para esperar a próxima fila. E duas pessoas ja bastam para constituir uma fila.

Aqui no Brasil, o ano começa “depois do Carnaval”.

Aqui no Brasil, não se pode tocar a comida com as mãos. No MacDonalds, hamburger se come dentro de um guardanapo. Toda mesa de bar, restaurante ou lanchonete tem um distribuidor de guardanapos e de palitos. Mas esses guardanapos são quase de plastico, nada de suave ou agradável. O objetivo não é de limpar suas mãos ou sua boca mas é de pegar a comida com as mãos sem deixar papel nem na comida nem nas mãos.

Aqui no Brasil todo é gay (ou ‘viado’). Beber chá: e gay. Pedir um coca zero: é gay. Jogar vólei: é gay. Beber vinho: é gay. Não gostar de futebol: é gay. Ser francês: é gay, ser gaúcho: gay, ser mineiro: gay. Prestar atenção em como se vestir: é gay. Não falar que algo e gay : também é gay.

Aqui no Brasil, os homens não sabem fazer nada das tarefas do dia a dia: não sabem faxinar, nem usar uma maquina de lavar. Não sabem cozinhar, nem a nível de sobrevivência: fazer arroz ou massa. Não podem concertar um botão de camisa. Também não sabem coisas que estão consideradas fora como extremamente masculinas como trocar uma roda de carro. Fui realmente criado em outro mundo…

Aqui no Brasil, sinais exterior de riqueza são muito comuns: carros importados, restaurantes caríssimos em bairros chiques, clubes seletivos cujos cotas atingem valores estratosféricas.

Aqui no Brasil, os casais sentam um do lado do outro nos bares e restaurantes como se eles estivessem dentro de um carro.

Aqui no Brasil, os homens se vestem mal em geral ou seja não ligam. Sapatos para correr se usam no dia a dia, sair de short, chinelos e camiseta qualquer e comum. Comum também é sair de roupas de esportes mas sem a intenção de praticar esporte. Se vestir bem também é meio gay.

Aqui no Brasil, o cliente não pede cerveja pro garção, o garção traz a cerveja de qualquer jeito.

Aqui no Brasil, todo mundo torce para um time, de perto ou de longe.

Aqui no Brasil, sempre tem um padre falando na televisão ou na radio.

Aqui no Brasil, a vida vai devagar. E normal estar preso no transito o dia todo. Mas não durma no semáforo não. Ai tem que ser rápido e sair ate antes do semáforo passar no verde. Não depende se tiver muitas pessoas atrás, nem se estiverem atrasados. Também é normal ficar 10 minutos na fila do supermercado embora que tenha só uma pessoa na sua frente. Ai demora para passar os artigos, e muitas vezes a pessoa da caixa tem que digitar os códigos de barra na mão ou pedir ajuda para outro funcionário para achar o preço de um artigo. Mas, na hora de retirar o cartão de credito, ai tem que ser rápido. Não é brincadeira, se não retirar o cartão na hora, a mesma moça da caixa que tomou 10 minutos para 10 artigos vai falar agressivamente para você agilizar: “pode retirar o cartão!”.

Aqui no Brasil, os chineses são japoneses.

Aqui no Brasil, a música faz parte da vida. Qualquer lugar tem musica ao vivo. Muitos brasileiros sabem tocar violão embora que não consideram que toquem se perguntar pra eles. Tem músicos talentosos, mas não tantos tocam as musicas deles. Bares estão cheios de bandas de cover.

Aqui no Brasil, a política não funciona só na dimensão esquerda – direita. Brasil é um pais de esquerda em vários aspectos e de direita em outros. Por exemplo, se pode perder seu emprego de um dia pra outro quase sem aviso. Tem uma diferencia enorme entre os pobres e os ricos. Ganhar vinte vezes o salario minimo é bastante comum, e ganhar o salario minimo ainda mais. As crianças de classe media ou alta estudam quase todos em escolas particulares, as igrejas tem um impacto muito importante sobre decisões politicas. E de outro lado, existe um sistema de saúde publico, o estado tem muitas empresas, tem muitos funcionários públicos, tem bastante ajuda para erradicar a pobreza em regiões menos desenvolvidas do país. O mesmo governo é uma mistura de política conservadora, liberal e socialista.

Aqui no Brasil, e comum de conhecer alguem, bater um papo, falar “a gente se vê, vamos combinar, ta?”, e nem trocar telefone.

Aqui no Brasil, a palavra “aparecer” em geral significa, “não aparecer”. Exemplo: “Vou aparecer mais tarde” significa na pratica “não vou não”.

Aqui no Brasil, o clima é muito bom. Tem bastante sol, não esta frio, todas as condicões estão reunidas para poder curtir atividades fora. Porem, os domingos, se quiser encontrar uma alma viva no meio da tarde, tem que ir pro shopping. As ruas estão as moscas, mas os shopping estão lotados. Shopping é a coisa mais sem graça do Brasil.

Aqui no Brasil, novela é mais importante do que cinema. Mas o cinema nacional é bom.

Aqui no Brasil, não falta espaço. Falam que o pais tem dimensões continentais. E é verdade, daria para caber a humanidade inteira no Brasil. Mas então se tiver tanto espaço, por que é que as garagens dos prédios são tão estreitos? Porque existe até o conceito de vaga presa?

Aqui no Brasil, comida salgada é muito salgada e comida dolce é muito doce. Ate comida é muita comida.

Aqui no Brasil, se produz o melhor café do mundo e em grandes quantidades. Uma pena que em geral se prepare muito mal e cheio de açúcar.

Aqui no Brasil, praias bonitas não faltam. Porem, a maioria dos brasileiros viajam todos para as mesmas praias, Búzios, Porto de Galinhas, Jericoacoara, etc.

Aqui no Brasil, futebol é quase religião e cada time uma capela.

Aqui no Brasil, as pessoas acham que dirigir mal, ter transito, obras com atraso, corrupção, burocracia, falta de educação, são conceitos especificamente brasileiros. Mas nunca fui num pais onde as pessoas dirigem bem, onde nunca tem transito, onde as obras terminam na data prevista, onde corrupção é só uma teoria, onde não tem papelada para tudo e onde tudo mundo é bem educado!

Aqui no Brasil, esporte é ou academia ou futebol. Uma pena que só o futebol seja olímpico.

Aqui no Brasil, existe três padrões de tomadas. Vai entender porque…

Aqui no Brasil, não se assuste se estiver convidado para uma festa de aniversário de dois anos de uma criança. Vai ter mais adultos do que crianças, e mais cerveja do que suco de laranja. Também não se assuste se parece mais com a coroação de um imperador romano do que como o aniversário de dois anos. E ‘normal’.

Aqui no Brasil, nõ tem o conceito de refeição com entrada, prato principal, queijo, e sobremesa separados. Em geral se faz um prato com tudo: verdura, carne, queijo, arroz e feijão. Dai sempre acaba comer uma mistura de todo.

Aqui no Brasil, o Deus esta muito presente… pelo menos na linguagem: ‘vai com o Deus’, ‘se Deus quiser’, ‘Deus me livre’, ‘ai meu Deus’, ‘graças a Deus’, ‘pelo amor de Deus’. Ainda bem que ele é Brasileiro.

Aqui no Brasil, cada vez que ouço a palavra ‘Blitz’, tenho a impressão que a Alemanha vai invadir de novo. Reminiscência da consciência coletiva francesa…

Aqui no Brasil, pais com muita ascendência italiana, tem uma lei que se chama ‘lei do silencio’. Que mau gosto! Parece que esqueceram que la na Itália, a lei do silencio (também chamada de “omerta”) se refere a uma pratica da mafia que se vinga das pessoas que denunciam suas atividades criminais.

Aqui no Brasil, se acha tudo tipo de nomes, e muitos nomes americanos abrasileirados: Gilson, Rickson, Denilson, Maicon, etc.

Aqui no Brasil, quando comprar tem que negociar.

Aqui no Brasil, os homens se abraçam muito. Mas não é só um abraço: se abraça, se toca os ombros, a barriga ou as costas. Mas nunca se beija. Isso também é gay.

Aqui no Brasil, o polegar erguido é sinal pra tudo : “Ta bom?”, “obrigado”, “desculpa”.

Aqui no Brasil, quando um filme passa na televisão, não passa uma vez só. Se perder pode ficar tranquilo que vai passar mais umas dez outras vezes nos próximos dias. Assim já vi “Hitch” umas quatro vezes sem querer assistir nenhuma.

Aqui no Brasil, tem um jeito estranho de falar coisas muito comuns. Por exemplo, quando encontrar uma pessoa, pode falar “bom dia”, mas também se fala “e ai?”. E ai o que? Parece uma frase abortada. Uma resposta correta e comum a “obrigado” e “imagina”. Imagina o que? Talvez eu quem falte de imaginação.

Aqui no Brasil, todo mundo gosta de pipoca e de cachorro quente. Não entendo.

Aqui no Brasil, quando você tem algo pra falar, é bom avisar que vai falar antes de falar. Assim, se ouvi muito: “vou te falar uma coisa”, “deixa te falar uma coisa”, “é o seguinte”, e até o meu preferido: “olha só pra você ver”. Obrigado por me avisar, já tinha esquecido para que tinha olhos.

Aqui no Brasil, as lojas, o negócios e os lugares sempre acham um jeito de se vender como o melhor. Já comi em em vários ‘melhor bufe da cidade’ na mesma cidade. Outro superativo de cara de pau é ‘o maior da América latina’. Não costa nada e ninguém vai ir conferir.

Aqui no Brasil, tem uma relação ambígua e assimétrica com a América latina. A cultura do resto da América latina não entra no Brasil, mas a cultura brasileira se exporta la. Poucos são os brasileiros que conhecem artistas argentinos ou colombianos, poucos são os brasileiros que vão de ferias na América latina (a não ser Buenos Aires ou o Machu Pichu), mas eles em geral visitaram mais países europeus do que eu. O Brasil as vezes parece uma ilha gigante na América latina, embora que tenha uma fronteira com quase todos os outros países do continente.

Aqui no Brasil, relacionamentos são codificados e cada etapa tem um rótulo: peguete, ficante, namorada, noiva, esposa, (ex-mulher…). Amor com rótulos.

Aqui no Brasil, a comida é: arroz, feijão e mais alguma coisa.

Aqui no Brasil, o povo é muito receptivo. E natural acolher alguem novo no seu grupo de amigos. Isso faz a maior diferencia do mundo. Obrigado brasileiros.

Aqui no Brasil, o brasileiros acreditam pouco no Brasil. As coisas não podem funcionar totalmente ou dar certo, porque aqui, é assim, é Brasil. Tem um sentimento geral de inferioridade que é gritante. Principalmente a respeito dos Estados Unidos. To esperando o dia quando o Brasil vai abrir seus olhos.

Aqui no Brasil, de vez em quando no vocabulário aparece uma palavra francesa. Por exemplo ‘petit gâteau’. Mas para ser entendido, tem que falar essas palavras com o sotaque local. Faz sentido mas não deixa de ser esquisito.

Aqui no Brasil, tem um organismo chamado o DETRAN. Nem quero falar disso não, não saberia por onde começar…

Aqui no Brasil, dentro dos carros, sempre tem uma sacola de tecido no alavanca de mudança pra colocar o lixo.

Aqui no Brasil, os brasileiros se escovam os dentes no escritório depois do almoço.

Aqui no Brasil, se limpa o chão com esse tipo de álcool que parece uma geleia.

Aqui no Brasil, a versão digital de ‘fazer fila’ e ‘digitar codigos’. No banco, pra tirar dinheiro tem dois códigos. No supermercado, o leitor de código de barra estando funcionando mal tem que digitar os códigos dos produtos. Mas os melhores são os boletos pra pagar na internet: uns 50 dígitos. Sempre tem que errar um pelo menos. Demora.

Aqui no Brasil, o sistema sempre ta “fora do ar”. Qualquer sistema, principalmente os terminais de pagamento de cartão de credito.

Aqui no Brasil, tem um lugar chamado cartório. Grande invenção para ser roubado direito e perder seu tempo durante horas para tarefas como certificar uma copia (que o funcionário nem vai olhar), o conferir que sua firma é sua firma.

Aqui no Brasil, parece que a profissão onde as pessoas são mais felizes é coletor de lixo. Eles estão sempre empolgados, correndo atrás do caminhão como se fosse um trilho do carnaval. Eles também são atletas. Tens a energia de correr, jogar as sacolas, gritar, e ainda falar com as mulheres passando na rua.

Aqui no Brasil, pode pedir a metade da pizza de um sabor e a metade de outro. Ideia simples e genial.

Aqui no Brasil, no tem agua quente nas casas. Dai tem aquele sistema muito esperto que é o chuveiro que aquece a agua. Só tem um porem. Ou tem agua quente ou tem um débito bom. Tem que escolher porque não da para ter os dois.

Aqui no Brasil, as pessoas saem da casa dos pais quando casam. Assim tem bastante pessoas de 30 anos ou mais morando com os pais.

Aqui no Brasil, tem três palavras para mandioca: mandioca, aipim e macaxeira. La na franca nem existe mandioca.

Aqui no Brasil, tem o numero de telefone tem um DDD e também um numero de operadora. Uma complicação a mais que pode virar a maior confusão.

Aqui no Brasil, quando encontrar com uma pessoa, se fala: “Beleza?” e a resposta pode ser “Jóia”. Traduzindo numa outra língua, parece que faz pouco sentido, ou parece um dialogo entre o Dalai-Lama e um discípulo dele. Por exemplo em inglês: “The beauty? – The joy”. Como se fosse um duelo filosófico de conceitos abstratos.

Aqui no Brasil, a torneira sempre pinga.

Aqui no Brasil, no taxi, nunca se paga o que esta escrito. Ou se aproxima pra cima ou pra baixo.

Aqui no Brasil, marcar um encontro as 20:00 significa as 21:00 ou depois. Principalmente se tiver muitas pessoas envolvidas.

Aqui em Belo Horizonte, e a menor cidade grande do mundo. 5 milhões de habitantes, mas todo mundo conhece todo mundo. Por isso que se fala que BH é um ovo. Eu diria que é um ovo frito. Assim fica mais mineiro.

Fonte: Visão Regional

Saúde envia R$ 29 milhões para Goiás

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Os recursos devem beneficiar 762 instituições filantrópicas de 604 cidades, em 23 Estados. Portaria foi publicada ontem no ‘Diário Oficial’

Santas Casas e entidades filantrópicas de todo o País serão atendidas pelo Ministério da Saúde, que liberou R$ 1,6 bilhão. Do total, R$ 400,6 milhões serão liberados em três parcelas de R$ 133,5 milhões, sendo que a primeira será paga até 31 de dezembro deste ano. Portaria 3.166 divulgada ontem com a definição desses recursos, serão destinados a 762 instituições filantrópicas de 604 cidades em 23 Estados, incluindo 19 capitais. O Estado de Goiás receberá R$ 29.742.379, 55. O recurso é referente ao Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC) dessas unidades e também reforço no pagamento de procedimentos de média complexidade. A ação faz parte de uma série de medidas para manutenção e expansão do atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde.

Na prática, o Ministério da Saúde elevou o percentual mínimo de 26% para 50% o valor do incentivo pago aos estabelecimentos filantrópicos, estendeu a possibilidade de contratos a novas instituições e atualizou os contratos antigos. Os atendimentos de Média Complexidade incluem a realização de exames como raio X, testes laboratoriais e consultas de várias especialidades, como oncologia, urologia e oftalmologia. Com as medidas, a expectativa é de ampliar a participação das Santas Casas no atendimento prestado à população. Atualmente, 1.700 hospitais filantrópicos prestam serviços ao SUS.

O reajuste do IAC integra um rol de medidas que o Ministério da Saúde vem estabelecendo para apoiar as Santas Casas e entidades filantrópicas. Em junho deste ano, já foram anunciadas um conjunto de ações para a recuperação econômica desses hospitais, como o programa de apoio financeiro (Prosus) a essas unidades. Com a iniciativa, em um prazo máximo de 15 anos, os débitos das instituições que aderirem ao programa serão quitados. Em contrapartida, os hospitais devem ampliar o atendimento de exames, cirurgias e atendimentos a pacientes do SUS.

Fundo
Por meio do Programa de Fortalecimento das Santas Casas (PROSUS), as entidades terão o apoio do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para manter em dia o pagamento de débitos correntes, evitando, assim, o aumento da sua dívida e quitando gradativamente o valor total de pendências financeiras. Para isso, todo mês o FNS vai reter dos recursos destinados ao custeio o valor equivalente à dívida corrente das unidades que aderirem ao programa, garantindo o seu pagamento. Essa dinâmica funcionará por 15 anos (180 meses) e, após esse prazo, as unidades que mantiverem os pagamentos em dia e aumentarem em 5% os servidos oferecidos ao SUS, terão seus débitos zerados.

Outro benefício é que as entidades voltam a ter acesso ao crédito bancário, passam a poder realizar contrato público, entre outras vantagens. O abatimento da dívida, começando pelas mais antigas, será feita primeiramente dos débitos inscritos na Dívida Ativa da União, seguido pelos débitos no âmbito da Receita Federal.

Esse conjunto de medidas soma-se a uma série de outras iniciativas adotadas pelo Ministério da Saúde em apoio à sustentabilidade das entidades filantrópicas e Santas Casas. Em 2012, houve incremento de R$ 572,3 milhões no total investido nas unidades que atendem pelo SUS. Os recursos adicionais foram repassados aos hospitais que aderiram à Rede Cegonha, que prevê a assistência integral a gestante e ao bebê, e à Rede de Urgência e Emergência (RUE), voltada à melhoria da atenção nos prontos-socorros. Soma-se a esse valor, o aumento do incentivo à contratualização, os repasses para reformas e compra de equipamentos, além do reajuste no valor das cirurgias oncológicas.

Em um ano, os incentivos pagos aos principais hospitais filantrópicos para o atendimento de usuários do SUS saltaram 185%, chegando a R$ 968,6 milhões em 2012, contra R$ 340 milhões em 2011. Nos últimos cinco anos foram feitos quatro reajustes, sendo dois só em 2012. São recursos que garantem a contratualização dos serviços e estão vinculados ao cumprimento de metas. (MS)

Mais Médicos em regiões desassistidas

Em seis meses, pelo menos um profissional do Programa Mais Médicos já começou a trabalhar nos municípios do Semiárido nordestino, do Vale do Jequitinhonha e do Mucuri (MG), do Vale do Ribeira (SP), do Alto Médio Uruguai (RS) e, em grande parte, da Região Norte, onde há concentração de comunidades indígenas. O balanço foi atualizado ontem (23) pela presidenta Dilma Rousseff em seu programa semanal de rádio.

Números atualizados do governo mostram que o programa está sendo desenvolvido em mais de 2,1 mil municípios, com quase 6,7 mil médicos atuando. Pelo balanço, quase 23 milhões de pessoas estão sendo atendidas, principalmente nas periferias das cidades de médio e grande porte, nos municípios das regiões Norte e Nordeste, e em distritos indígenas e populações quilombolas que representam as regiões prioritárias do governo.

A presidenta lembrou que em muitos desses lugares a comunidade esperava dias até que um médico chegasse. “Só para essas regiões mais desassistidas, nós já levamos 2.963 médicos, e eles estão atendendo em mais de mil municípios. Só para a região do Semiárido, já levamos 1.594 médicos. Vamos continuar trabalhando sem descanso até atingir o nosso objetivo, que é levar 13 mil médicos até março e abril do ano que vem para todas as regiões do país que pediram médicos”, disse ela.

Pelas estimativas do Planalto, quando o número de profissionais for alcançado, mais de 45 milhões de pessoas serão beneficiadas. Dilma lembrou ainda que além das regiões mais longínquas e desassistidas, muitas deficiências ainda estão concentradas nos estados mais ricos do país, como é o caso de Mauá, na região metropolitana de São Paulo.

“O posto de saúde do bairro Jardim Zaíra 3 estava sem médico desde abril deste ano. E, antes disso, era difícil contar com um médico no posto de saúde. Essa falta de médico no Jardim Zaíra 3, em Mauá, fazia com que as pessoas do bairro ficassem sem atendimento médico”.

A presidenta explicou que, mesmo com o esforço da prefeitura que transferiu profissionais de outra unidade para o posto de saúde, em uma tentativa de solucionar o problema, em agosto deste ano, “a solução definitiva para o bairro só veio agora com o Mais Médicos. Com isso, a equipe do posto de saúde do Jardim Zaíra 3 finalmente ficará completa, com quatro médicos, e isso é um sonho antigo dos moradores que vai se realizar. O sonho é ter atendimento de qualidade ali mesmo, perto das suas casas”, completou. Ribeirão das Neves foi outro exemplo usado pela presidenta. (Agência Brasil)

Fonte: Jornal O Hoje

Projeto: Prefeitura quer levar prédios para entorno do Paço

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Venda de áreas: Região do Paço será adensada
Prefeitura pretende colocar à venda terrenos de interesse imobiliário e permitir intensa urbanização

A Prefeitura de Goiânia escolheu a dedo os terrenos que pretende vender caso o projeto de lei que trata da desafetação de áreas públicas seja aprovado pela Câmara. O principal critério para escolha das 11 glebas que podem ser comercializadas foi a possibilidade de negócio com o setor imobiliário. Além de se desfazer dos lotes para fazer caixa, o executivo municipal quer permitir o mais alto grau de adensamento nessas regiões, entre elas algumas situadas depois da BR.-153, como o Parque Lozandes, nos arredores do Paço Municipal.

Isso significa que áreas onde o Plano Diretor aprovado em 2007 não permitia adensamento ou originalmente reservadas a abrigarem creches e escolas poderão ser utilizadas para construção de torres de edifícios.

Outras 14 áreas devem ser destinadas a habitações de interesse social ou doadas para órgãos públicos, como Tribunal de Contas dos Municípios, Ministério Público do Trabalho, Procuradoria Regional do Trabalho, Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) e Ministério Público do Estado de Goiás. O projeto de lei está na pauta da Câmara e pode ser apreciado em primeira votação no sábado ou entrar em votação em sessão extraordinária a ser marcada para janeiro.

Na semana passada, o tema chegou a ser discutido no plenário, mas a oposição conseguiu encerrar a sessão antes de os vereadores votarem. Esta é a segunda vez que a Prefeitura tenta desafetar áreas públicas na capital. Na primeira tentativa, o prefeito Paulo Garcia (PT) negou que a intenção seria vender os terrenos, mas permutar.

Carlos de Freitas, procurador Geral do Município, afirma que no atual projeto de lei só foram incluídos lotes onde há interesse imobiliário. “Nenhuma área foi colocada aleatoriamente”, revela. O auxiliar do prefeito sabe que os terrenos que serão colocados à venda estão valorizados e são atrativos ao mercado, mas nega que tenha havido diálogo prévio com o setor da construção civil. “Nosso corpo técnico verificou onde há mais projetos apresentados, mais pedidos de aprovação de uso do solo e percebeu quais são as áreas de maior interesse econômico e alta valorização urbana.”

Circula nos bastidores a informação de que um grupo espanhol e outro de São Paulo já estão de olho nos terrenos que a Prefeitura deseja vender. Defensor da venda das áreas públicas, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, desconhece o interesse de empresas de fora do Estado. Mas acredita que se esses grupos vierem será melhor para a Prefeitura, porque elevará o preço.

“As empresas goianas são criteriosas e têm um limite, que é o valor de mercado. Caso alguém venha e pague mais caro, quem ganha é a cidade”, diz Carlos Alberto. O Paço calcula que poderá arrecadar cerca de R$ 250 milhões com os leilões. No projeto de lei de 2011, a expectativa era de levantar R$ 300 milhões, com a venda de 33 lotes.

Os terrenos que a Prefeitura quer vender são todos planos e situados em locais altos. Alguns estão nas proximidades do Paço Municipal e somam 65 mil metros quadrados. Outros dois em áreas situadas ao lado do Passeio das Águas Shopping, no Residencial Humaitá, no cruzamento das Avenidas Goiás Norte e Perimetral Norte, onde originalmente estavam previstas as construções de um Centro Municipal de Educação Infantil e de uma unidade de saúde. Os lotes medem 11 mil metros quadrados e ficam na margem do Córrego Caveirinha.

A área contígua ao Portal do Sol - região onde concentram condomínios de luxo - está destinada a atividades de “desenvolvimento da criança e do adolescente”, assim como os terrenos do Setor Moinho dos Ventos. O uso destas áreas será a da conveniência dos compradores, sem interferência do poder público. A exceção são os lotes destinados às habitações populares no Residencial João Paulo II, na Região Norte, e no Parque Eldorado Oeste.

Carlos de Freitas, procurador Geral do Município, afirma que qualquer iniciativa terá de respeitar a legislação vigente relativa à ocupação do solo urbano. “Dependendo do projeto são necessários estudos sobre impacto de vizinhança, ambiental, trânsito”, diz. “Não haverá privilégio”, completa.

Em novembro de 2011 a Câmara aprovou veto dado pelo prefeito Paulo Garcia (PT) ao projeto de lei que previa a necessidade de se fazer estudo de impacto de trânsito e de vizinhança em empreendimentos imobiliários residenciais com área superior a 5 mil metros quadrados. Com isso, empresas do setor imobiliário não precisam verificar qual o impacto de suas obras nas vias da região onde serão construídas.

Caso seja aprovado o texto original do projeto, essas áreas passarão a ser enquadradas como Projetos Diferenciados de Urbanização (PDU). Conforme a lei do PDU, os compradores podem erguer arranha-céus, mas precisam destinar 15% das áreas aos equipamentos públicos. Há a possibilidade de esse porcentual ser permutado pela construção de parques e praças, contrapartidas às quais as empreiteiras estão acostumadas a oferecer, como os Parques Flamboyant e Leolídio di Ramos Caiado.

Projeto caracteriza terrenos como áreas diferenciadas

O projeto de lei que tramita na Câmara enquadra os terrenos a serem vendidos como Projetos Diferenciados de Urbanização (PDU) na modalidade 1, que permite o mais alto grau de adensamento, referente à incidência do uso habitacional. A proposta é alvo de questionamentos acerca da sua legalidade, uma vez que o Plano Diretor estabelece que as áreas adensáveis da capital situam-se nas proximidades das principais avenidas da cidade.

ADENSAMENTO

O procurador Geral do Município, Carlos de Freitas, rebate as críticas de que o projeto afronta o Plano Diretor. Ele alega que a legislação em vigência permite o adensamento fora dos eixos de desenvolvimento, bastando ser classificado como PDU. Além disso, acentua que a BR-153 não é mais o eixo intransponível da cidade. “Quando puxarem a rodovia para fora da cidade não tem como segurar mais isso aqui”, afirmou em referência ao Parque Lozandes.

Conceito de cidade compacta

A decisão da Prefeitura é fundamentada no conceito de cidade adensada e compacta, na qual a pessoa precisa de menos deslocamento e tenha acesso às suas necessidades perto de casa. “Existem intervenções que podem estimular o adensamento”, justifica o procurador-geral do Município, Carlos de Freitas.

O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás, John Mivaldo da Silveira, contesta a ideia propagandeada pela Prefeitura de que propõe uma gestão que defende a cidade sustentável e compacta.

“Estão espraiando a cidade sem dar infraestrutura adequada aos locais distantes”, afirma. Ele ressalta um dado levantado durante a polêmica dos reajustes IPTU e do ITU na capital. “Se há 120 mil terrenos sujeitos ao ITU, significa que esse é o número de lotes vagos na capital. O poder público não precisa de criar vazios urbanos para satisfazer suas necessidades, basta aplicar a lei do imposto progressivo e fazer com que os especuladores utilizam suas reservas de terrenos.”

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, é contrário a mudanças no Plano Diretor. “Somos contra mudarem o status dessas áreas para que elas possam ser definidas como adensáveis e tenham maior preço.”

Fonte: Jornal O Popular
Foto: Onzeonze

Reforma Autódromo: Atraso exige ajuste de calendário

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Obras são prejudicadas pelas chuvas e primeiras provas, incluindo Stock Car, devem ser realizadas em junho.

As chuvas deste mês terão reflexo no prazo de entrega da reforma do Autódromo de Goiânia, que começou em outubro. Agendada inicialmente para 27 de abril, a reinauguração foi adiada para 1º de junho, o que representa atraso de 34 dias, e afeta o calendário da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), já que a etapa de abertura da Stock Car ocorreria na capital.

Descartadas pela Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), a princípio, como fator que poderia prejudicar o andamento da reforma, as chuvas agora são a justificativa dada pelo órgão e pela Construtora Artec para o atraso. A parte mais prejudicada é a pista, que receberá novo revestimento.

O circuito é a única área do autódromo em que não houve funcionários trabalhando nesta semana. Nos demais setores, 200 operários estavam envolvidos na obra, orçada em R$ 27 milhões. Mas a movimentação variava de acordo com o volume da chuva (veja quadro).

O circuito passou pelo processo de fresagem – remoção do revestimento antigo – e os 3.835 metros foram rebaixados em 10 cm. Apesar da aplicação da primeira camada do Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), com composto plástico, não depender do período de seca, só 300 metros da pista receberam a manta impermeabilizante e 5 cm do asfalto especial.

A segunda camada de CBUQ tem de ser aplicada de forma contínua e sem chuvas durante o procedimento para evitar imperfeições no circuito. “A pista é a última coisa a se fazer. Sem chuva, fazemos em 30 dias. Depois (da conclusão), a pista não pode ser usada por dez dias”, conta o engenheiro da Artec, Sandro Oliveira. A empreiteira voltará a recapear a pista no final de março ou início de abril.

O cronograma que está no processo licitatório estima execução da reforma em 150 dias, mas a construtora informa que o prazo é de 300 dias. “Não adianta querer correr com a obra para entregar e apresentar problema”, diz o presidente da Agetop, Jayme Rincón, que tem apoio da Federação Goiana de Automobilismo (Faugo).

O calendário de provas regionais de 2014 não foi elaborado por depender da conclusão do autódromo. “Esperamos essa reforma por 12 anos. Dois meses a mais ou a menos não significam nada”, diz o presidente da Faugo, Ney Lins, que não conseguiu contato com a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), em recesso, para mudar a data da prova de Stock Car, em Goiânia. “Ainda não foi acertado. Estamos mudando o calendário da CBA em função de Goiás”, admite.

Ney informou que a etapa da Stock Car deve inaugurar o autódromo, no dia 1º de junho. No domingo seguinte, dia 8, ocorreria uma corrida da Fórmula Truck. Contudo, as confirmações dependem da homologação do local pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). A vistoria deve ser remarcada para maio.

Arquibancada é retirada do projeto

O projeto original de reforma do Autódromo de Goiânia já sofreu alterações e alguns remanejamentos de recursos. Uma das mudanças estruturais é a de não construir a arquibancada descoberta, que, segundo o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, descaracterizaria o local inaugurado em 1974. A pista, originalmente, foi projetada para ser circundada por grama, que está sendo substituída, justamente para o autódromo ter grande capacidade de público: 100 mil pessoas.

Segundo Rincón, a verba destinada à arquibancada foi remanejada para câmeras de monitoramento, vigilância e aferição de tempo (sistema de cronometragem), que não estavam previstos na licitação.
O presidente da Federação Goiana de Automobilismo (Faugo), Ney Lins, contou sobre a possível construção de pista paralela (900m) à reta dopara as provas e apresentações de arrancada. (PF).

Fonte: Jornal O Popular

Centro de Excelência: Estádio começa a ganhar forma

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Após finalização da cobertura do estacionamento, arquibancada é etapa atual da obra, prevista para ser inaugurada em junho de 2014.

Considerado o símbolo do descaso durante os quatro anos em que as obras do Centro de Excelência do Esporte ficaram paralisadas (veja quadro), o Estádio Olímpico, uma das quatro unidades do complexo formado também por Laboratório de Pesquisa e Capacitação, Ginásio Rio Vermelho e Parque Aquático, começa a perder o status de buraco, que adquiriu desde sua demolição, em 2006. A futura arena já apresenta a primeira parte da arquibancada, o que reflete o ritmo acelerado da obra. A inauguração é prevista para junho de 2014.

“Vamos inaugurar em junho. Em julho, já não pode inaugurar”, afirmou o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, demonstrando preocupação com a legislação eleitoral, que impede que o governador Marconi Perillo, caso busque a reeleição, participe de inauguração de obras a partir de 1º de julho. O prazo para a execução do Olímpico pesou para a desistência da empresa vencedora da licitação, a Construtora Milão, responsável pela finalização do Laboratório.

A data para entrega no contrato era dezembro do ano que vem, mas o acordo informal com o governo previa junho. “Anteciparam o cronograma e a Milão repassou a obra”, contou Adeilton Machado, diretor da Construtora Milão. Assim, a Porto Belo Engenharia, 2ª colocada no processo de contratação, assumiu a obra, orçada em R$ 41,7 milhões.

Rincón diz que a desistência se deu por “dificuldades da empresa” e que não houve acréscimo no custo por causa da alteração. O presidente do Grupo Porto Belo, Celso de Paula, informou que, de acordo com a lei, a empresa teve de “fazer um desconto e igualar o preço vencedor”. A mudança de empreiteira ocorreu depois que as obras do estádio tinham sido retomadas, em setembro. Houve nova paralisação e a Porto Belo só assumiu a construção, de fato, em novembro.

No canteiro de obras, às vésperas do Natal, 200 operários trabalhavam movendo estruturas de concreto. A cobertura do estacionamento para 300 veículos, no subsolo, foi finalizada e a maior parte da equipe erguia o início da arquibancada. A estimativa é de que 40% da parte estrutural já esteja concluída. “A fase da obra em que a chuva atrapalha é exatamente a que estamos fazendo. Depois que termina a estrutura, não há problema se chover”, disse Celso.

Contudo, o engenheiro responsável pelo estádio, Weber Nince Rodrigues, e o presidente da Agetop concordam que a obra é rápida porque utiliza formações de concreto pré-moldadas. “Não é uma obra demorada. Exige muita carpintaria e armação”, frisou Weber.

LABORATÓRIO

As fortes chuvas deste mês causaram transtornos no Laboratório de Pesquisa e Capacitação, que está em fase de acabamento. A pintura, a instalação de pisos e a parte de alvenaria foram prejudicadas, o que já tem reflexo no cronograma.

Com os atrasos, a entrega da obra passou de março para abril de 2014. Diretor da Milão, Adeilton Machado disse que a empresa já pediu ao governo aditivo no valor inicial da obra (R$ 7,2 milhões) por causa de atualização do projeto.

               Licitações previstas para janeiro




O Ginásio Rio Vermelho e o Parque Aquático são os dois módulos do Centro de Excelência do Esporte que necessitam de reforma. Segundo a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) a publicação dos editais para obras nos dois locais ocorrerá em janeiro.

O Ginásio Rio Vermelho passaria por adequações, que incluíam a troca do piso da quadra, a partir de novembro. Mas a reforma foi adiada e deve ser mais profunda, para expandir as medidas da quadra, que hoje não comporta competições de handebol e futsal. Neste ano, foram feitos consertos do telhado e das partes elétrica e hidráulica.

Para a ampliação, será necessário recortar a arquibancada e retirar cerca de 500 lugares – a capacidade do ginásio é de 3,5 mil. “Cortar concreto não tem nada de complicado”, diz o presidente da Agetop, Jayme Rincón, que prevê duração de até 40 dias para a reforma.

O Parque Aquático, que apresenta piscinas sujas, descobertas e que teve telhas da cobertura levadas pelo vento durante as chuvas da última semana, deve ser modernizado. O projeto mudará a cobertura da arquibancada, revestimento das piscinas e novo sistema de cronometragem. “Vamos passar um batom. É uma reforma de adequação”, contou Rincón.

Fonte: Jornal O Popular

Feliz Natal Goiânia

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O Blog Goiânia - No Coração do Brasil deseja a todos um Otimo Natal,

Melhor do que todos os presentes embaixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz. Ainda que se percam outras coisas ao longo dos anos, mantenhamos o Natal como algo brilhante… Regressemos a nossa fé infantil.

Boas Festas!

Réveillon 2014 na Praça Cívica terá três dias de shows

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O Réveillon na Praça Cívica, no Centro de Goiânia, será marcado por três dias de shows. A programação da virada para 2014 começa no sábado, dia 28, com a cantora gospel Aline Barros. Na segunda-feira, dia 30, a apresentação será católica, com os cantores Tony Alysson e o padre Antônio Maria. A passagem para o novo ano será feita com shows de Daniela Mercury e do sertanejo Leonardo.

Fogos de artifício espalhados por 14 pontos da capital garantem o show pirotécnico na virada do ano. A queima de fogos terá de 14 a 16 minutos de duração. Pensando no período chuvoso, o Governo de Goiás tratou de cobrir 40% do espaço da Praça Cívica. Haverá dois palcos no local. O evento, tem apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, começa sempre às 20 horas, e é gratuita.

Artistas convidados
Pela primeira vez, a festa da virada do ano vai durar três dias. O primeiro dia de show, que será no sábado, 28 de dezembro, será com a cantora gospel Aline Barros. Ela é ganhadora de 11 Troféus Talento, 5 Grammys Latinos e outros prêmios nacionais e internacionais. Aline Barros é um nome de referência e expressão no segmento em que atua e possui mais de vinte discos gravados.

O público será animado na segunda-feira, 30/12, segundo dia de festa, pelos cantores católicos Tony Alysson e padre Antônio Maria. Goiano, natural de Morrinhos, Tony Alysson leva aos cristãos uma mensagem de vida. Com 37 anos de sacerdócio, o padre Antônio Maria também segue cantando músicas católicas pelo Brasil todo.

No dia 31 de dezembro, os goianos poderão ver de perto e cantar junto com os cantores goianos Vanessa Oliveira, Franco Levine, Juraildes da Cruz, Almir Pessoa e Nila Branco, e ainda: Banda Voice, Favela SA, Casa Bizantina e Napalm – Hip Hop. O grande show da virada ficará por conta dos cantores Daniela Mercury e Leonardo.

Programação
Horário: A partir das 20 horas
Local: Praça Cívica

Dia 28/12 – Sábado
Programação Gospel
Atração: Aline Barros

Dia 30/12 – Segunda-feira
Programação Católica
Atrações: Tony Alysson e padre Antônio Maria

Dia 31/12 – Terça-feira
Programação de Virada
Atrações: Daniela Mercury, Leonardo, Banda Voice, Favela SA, Vanessa Oliveira, Franco Levine, Juraildes da Cruz, Casa Bizantina, Almir Pessoa, Nila Branco e Napalm – Hip Hop

Fonte: Mais Goiás

Goiás tem 2 mil vagas com salário de até R$ 12 mil

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Chances são para assistente de saúde, médico legista, professor, educador social e outros.

A Prefeitura de Senador Canedo abriu inscrições do concurso público com 1,1 mil vagas. As oportunidades são para todos os níveis de escolaridade e os salários variam de R$ 775,98 a R$ 1,2 mil.

Em níveis fundamental e médio os cargos são de auxiliar (administrativo, educacional e operacional), assistente de saúde, agente educacional, telefonista, assistente administrativo, educador social, assistente educacional e operacional, condutor de veículos, agente de inspeção sanitária, operador de máquinas e fiscal (de saúde pública, de serviços urbanos e de tributos municipais). Em nível superior as vagas são de analista (jurídico, educacional, de saúde), cirurgião-dentista e médico. Alguns postos exigem carteira de habilitação.

Interessados podem se inscrever até 2 de janeiro, pelo site www.cs.ufg.br. As taxas vão de R$ 35,81 a R$ 111,62. Na seleção haverá provas objetivas dia 2 de fevereiro para todos os cargos e outras etapas.

UEG

Foi lançado edital para concurso com 250 vagas para docentes de ensino superior da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Os salários podem chegar a R$ 5.757,41. As chances estão distribuídas nas Unidades Universitárias, sendo 150 delas destinadas a especialistas, 50 para mestres e outras 50 para doutores.

As inscrições vão de 15 de janeiro a 10 de fevereiro, e custam R$180 para vagas destinadas a doutores, R$ 160 a mestres e R$ 140 a especialistas. O concurso está dividido em quatro etapas: avaliação dos candidatos com deficiência pela equipe multiprofissional (exclusiva aos candidatos com deficiência); prova dissertativa; prova didática; e avaliação de títulos e produção científica.

O edital prevê dedicação exclusiva (40 horas) e parcial (de 10 a 30 horas semanais). São destinadas, às pessoas com deficiência, 5% das vagas oferecidas por Unidade Universitária. Há previsão de abertura de 500 vagas para técnicos administrativos na UEG, programado para os próximos meses.

Santa Rita

A Prefeitura de Santa Rita do Araguaia divulgou edital de processo seletivo, visando o preenchimento de vagas para agente comunitário de saúde com ensino fundamental completo. Informações como quantidade de vagas e salários oferecidos serão informados no ato da inscrição. A inscrição será realizada de 6 a 24 de janeiro, na sede da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Rita do Araguaia, na Avenida Santa Rita, s/n, bairro Vila Nova.

Alto Horizonte

Foi publicado o edital para concurso com 626 vagas para a Prefeitura de Alto Horizonte. As oportunidades são para os níveis fundamental, médio e superior, com salários que variam entre R$ 678,00 a R$ 12.310,01. A banca organizadora é a Ebracon. São reservadas 5% das vagas às pessoas portadoras de necessidades especiais.

O período de inscrições termina às 23:59 do dia 3 de janeiro. As inscrições podem ser feitas através do site da banca ou na prefeitura. A taxa de inscrição é de R$ 35 para nível fundamental, R$ 70 (médio) e de R$ 105 (superior).

Crixás

Foi lançado o edital para a abertura de 33 vagas da Prefeitura de Crixás. O processo seletivo tem objetivo de contratar 27 para agentes comunitários de saúde e seis agentes de combate endemias. A exigência é de nível fundamental. A remuneração dos aprovados será de R$ 678, acrescido de 20% ou 25% referente a insalubridade, por carga horária de 40h semanais. O Instituto Educacional Tiradentes é a banca organizadora.

As provas serão aplicadas no Colégio Estadual João Xavier Ferreira, situado na Rua 13, nº 1 Setor vila Nova na cidade de Crixás, e a previsão para realização é de 02 de fevereiro de 2014 (domingo) com início às 9 horas, horário de Brasília. Os interessados deverão fazer suas inscrições até o dia 10 de janeiro, através do site www.setasistemas.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 37.

Segplan

A Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan) abriu as inscrições para processo seletivo simplificado visando a contratação de 27 médicos legistas temporários para a Superintendência de Polícia Técnico-Científica. Os postos de trabalho são em nove cidades do estado. O salário é de R$ 5.889,04 para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

O prazo de vigência do contrato com o candidato convocado é de até três anos. Os cargos são para candidatos com graduação em medicina e registro no Conselho Estadual de Medicina. As vagas abertas são em Anápolis (1), Campos Belos (4), Catalão (3), Formosa (3), Cidade de Goiás (4), Iporá (3), Luziânia (2), Mineiros (4) e Rio Verde (3).

As inscrições podem ser feitas de graça até o dia 29 de dezembro exclusivamente pelo site (clique aqui para se inscrever) . A publicação do resultado preliminar está prevista para o dia 10 de janeiro.

Sectec

A Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan/GO) divulgou edital de processo seletivo simplificado para a contratação de 646 profissionais para atuar na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do estado (Sectec/GO). As vagas são para níveis médio e superior, nos cargos de professor de nível superior profissional, professor de nível médio e apoio administrativo. Os salários variam entre R$ 678 e R$ 1.308,44. Os selecionados serão contratados temporariamente por um período de até três anos.

Para concorrer ao posto de professor de nível superior profissional exige-se diploma de graduação. A carga horária é de 40 horas semanais, com remuneração de R$ 1.308,44. Já para professor de nível médio, é preciso possuir diploma de nível intermediário completo; a carga horária é de 40 horas semanais, com salário de R$ 1.105,24. Para concorrer a apoio administrativo e serviços gerais também exige-se diploma de nível médio. Neste caso, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais, com vencimento de R$ 678.

A seleção dos candidatos será realizada em duas etapas – ambas de caráter eliminatório e classificatório -, sendo elas: avaliação curricular; e entrevistas ou desempenho didático. As inscrições podem ser feitas até as 23h59 de 29 de dezembro, pelo site http://sss.segplan.go.gov.br/certame.

Goiânia

A Prefeitura de Goiânia, em Goiás, abriu processo seletivo com 722 vagas temporárias para a Secretaria Municipal de Educação. As oportunidades são para funções de nível médio e superior. Do total, 38 são reservadas a pessoas com deficiência.

Para nível superior as chances estão divididas entre as funções de professor nas disciplinas de arte visual, inglês, intérprete de Libras, Libras/surdo e altas habilidades/superdotação. Já para nível médio há oportunidades para auxiliar de atividades educativas. Os salários vão de R$ 832,23 para auxiliar a R$ 1.566,43 para professores em jornadas de trabalho de 30 horas semanais. As chances são para atuação no ano que vem.

Interessados podem realizar inscrição de 26 de dezembro a 12 de janeiro, pelo site www.concursos.goiania.go.gov.br. O edital não informa se há taxa de inscrição. Os candidatos serão submetidos à análise de currículo e títulos, além de entrevista. A duração do contrato não foi divulgada.

Fonte: Jornal O Hoje

Mutirama tem horário estendido e funciona nos dias 25 e 1º

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A partir do dia 2 de janeiro o Parque funcionará das 9 às 19 horas, abrindo inclusive às terças-feiras. Nos feriados do dia 25 de dezembro e 1º de janeiro o local também estará aberto ao público.

Hoje e nos próximos dias 24, 30 e 31, o Mutirama estará fechado ao público para trabalho de manutenção em todos os brinquedos, mas nos dois próximos feriados, no dia 25 de dezembro e no dia 1º de janeiro, o Parque abrirá das 9h às 19h. Entre os dias 26 e 29 de dezembro o local também estará aberto ao público.

E visando atender à grande demanda do período de férias escolares, o Parque funcionará durante todo o mês de janeiro em horário estendido. Por isso, além de voltar a funcionar às terças-feiras, durante todos os dias (excedo segunda-feira), o Mutirama estará aberto ao público das 9 às 19 horas, com bilheterias encerradas às 17 horas. “A nossa expectativa é de que a média de público nos dias de semana chegue a três mil visitantes e aos finais de semana seja de aproximadamente 10 mil pessoas”, esclarece o diretor-presidente do Mutirama, Jairo Gomes. Portanto, durante todo o mês de janeiro, o parque só fechará ao público às segundas-feiras.

Ano marcante

Para Jairo Gomes, 2013 foi um ano marcante na história do Mutirama, pois além de ser o primeiro após sua reinauguração em junho de 2012, é o ano em que o Parque passou a ter uma gestão própria, ao se transformar em uma autarquia municipal. “Felizmente, além das grandes inovações implantadas com a construção do Novo Mutirama, conseguimos, mesmo com um orçamento limitado, implantar mais melhorias e muitas delas significativas, como por exemplo, a implantação de duas novas atrações (o espaço Cuti-Cuti e o Mutirama Festas), o funcionamento da rádio interna do Mutirama e a revitalização do Parque dos Dinossauros”, destaca o diretor-presidente.

Ainda de acordo com Jairo Gomes, ao longo desse ano que está acabando, o Mutirama se consolidou não só como principal centro de lazer dos goianienses, mas também como um espaço para a democratização cultura, com a realização de vários eventos. “O Novo Mutirama já está no coração dos goianos e de todos que vêm de fora do Estado e se admiram com a beleza do lugar e a alta qualidade de nosso atendimento. Só temos que agradecer, a Deus, ao nosso público que tem nos prestigiado cada vez mais e nossa equipe pela dedicação”, declara Jairo Gomes

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada) – válida para visitantes com idade entre 4 e 12 anos e portadores de carteira de estudante. Crianças de 0 a 3 anos e pessoas acima de 60 anos não pagam entrada. O ingresso dá direito a brincar em todos os brinquedos, quantas vezes quiser, respeitando normas de segurança como idade e altura limites.

Fonte: Jornal O Hoje

Brasil: Goiás no ranking de descargas elétricas - Estado Fica na 4ª posição

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Incidência de raios põe Estado na 4ª posição entre as regiões onde é maior a ocorrência do fenômeno. Leves aumentos também registrados na capital

No início de novembro, uma partida de futebol terminou com mortes em Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal. Não foi a violência que levou a vida dos jovens, mas um raio. Cerca de dez garotos jogavam futebol em um campo improvisado no Setor de Mansões Ilha Bela, quando uma descarga elétrica atingiu três deles. Dois morreram na hora, o terceiro conseguiu escapar após socorro dos bombeiros.

O caso relatado de Águas Lindas não é único. Pelo menos 10% das mortes por raios no País são em partidas de futebol. Segundo levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registradas 1.601 mortes decorrentes de quedas de raio no Brasil. Somente em Goiás foram 102. O Estado é a quarta unidade da Federação em ocorrências. Os dados englobam o período de 2000 a 2012.

O Brasil é o País com maior número de raios do mundo. São 57 milhões registrados por ano, e a maior incidência ocorre no Norte e no Centro-Oeste. Em alguns municípios, a incidência entre 2007-2008 aumentou em mais de 300% (Guarapari-ES teve 335%), enquanto em outros houve diminuição de pelo menos 70%. A cidade de Mundo Novo (GO) teve queda (-71%). Grandes cidades têm variações menos acentuadas, com leves aumentos em São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Goiânia.

De 1998 a 2011, a capital registrou pelo menos quatro mortes e uma média de 7,37 raios por quilômetro quadrado em um ano. Entretanto, diz a pesquisadora do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais Juliana Ramalho Barros, os números podem aumentar, já que a cidade deve receber em breve um novo equipamento para monitorar os diferentes tipos de descargas.

No verão, a incidência de raios ainda é maior. Pelo menos 45% dos registros são feitos na estação no País. Assim é preciso ter cuidados, mesmo em centros urbanos como Goiânia. A maioria das mortes é dentro das residências, registrando 15% do total. Juliana alerta que é preciso observar alguns cuidados. Caso o raio atinja a rede elétrica é comum que a descarga percorra os cabos e saia até mesmo pelo telefone. Por isso é bom evitar falar por telefones conectados.

O lugar mais seguro para se estar é dentro de casa. Pois a cidade é bem equipada com pára-raios, devido ao grande número de prédios e a legislação obrigando a instalação do equipamento. Para quem estiver ao ar livre, o interior de um automóvel pode ser a melhor solução. “Se uma pessoa próxima for atingida, não toque de maneira nenhuma”, diz.

Fonte: Jornal O Hoje
Foto: Rubens Cerqueira

Americano cria lista com motivos pelos quais odiou viver no Brasil

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Um americano que morou em São Paulo por três anos resolveu criar um lista com motivos pelos quais odiou viver no Brasil. Ele é casado com uma brasileira e não gostou muito da experiência. A lista inicial tinha 20 motivos, mas um fórum gringo resolveu continuá-la.

1 - Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.

2 - Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.

3 - Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.

4 - Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.

5 - As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.

6 - Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.

7 - Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.

8 - Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.

9 - Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.

10 - Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.

11 - A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.

12 - Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.

14 - Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.

15 - A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.

16 - Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.

17 - Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.

18 - Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.

19 - A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.

20 - E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.

Do Fórum

21 - A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.

22 - Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.

23 - Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .

24 - Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.

25 - Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a plástico queimado.

26 - Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.

27 - O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas , dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.

28 - Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.

29 - Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.

30 - Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.

31 - A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.

32 - As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas. No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz de mover qualquer coisa, além da sua cabeça.

33 - O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia, São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo. (New York é a 32ª).

34 - A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais ” virís ” por sairem com várias mulheres .

35 - Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.

36 - Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.

37 - Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.

38 - A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.

39 - Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público é inconveniente, caro e desconfortável para andar. Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna impossível você andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.

40 - Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.

Fonte: DM

Ciclovia já tem falhas e não é segura para usuário

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O POPULAR percorreu o trecho que será entregue na terça-feira e detectou rachaduras e locais onde há risco de queda e atropelamento

Na ponte do Córrego Cascavel, ciclistas têm de entrar na pista de rolamento da avenida

Com entrega adiada mais uma vez - agora para terça-feira -, o novo trecho de ciclovia do Corredor T-63, de 2 quilômetros, já apresenta falhas no concreto recém-feito. Há rachaduras em pelo menos dois locais em que a pista estufou, formando uma espécie de rampa. Seria até divertido, não fossem os carros passando em alta velocidade a um metro de distância.

O POPULAR testou ontem a via, que deveria ter sido entregue na sexta-feira. O teste começou pela Avenida Campos Sales, no Parque Anhanguera. Eram 14h23 quando o repórter acessou a pista no sentido do Setor Bueno, e o problema já começou ali. Não há faixa para chegar à ilha onde está a ciclovia. O jeito é esperar e atravessar diante do sinal de “Pare”. A sinalização da ciclovia também não havia sido feita.

O trecho de 1,1 quilômetro entre as Ruas Santa Efigênia e C-107 está pavimentado há vários meses. É por onde a obra da Ciclovia T-63 começou, na primeira quinzena de abril deste ano, ainda sem projeto. O empreendimento deverá chegar até o Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico, mas não há previsão de entrega da parte que passa pelos Setores Bueno, Bela Vista e Pedro Ludovico.

INCOMPLETA

Quando a obra começou, a previsão de entrega de toda a extensão, de quase 6 quilômetros, era sete meses. Dificuldades financeiras e, segundo a Prefeitura de Goiânia, entraves no fornecimento de material atrasaram o empreendimento. Houve ainda direcionamento de esforços para a conclusão do Túnel Jaime Câmara, na Avenida Araguaia, no Setor Central. Enquanto isso, os ciclistas esperavam.

Em 20 de novembro, depois de vencido o primeiro prazo estipulado, a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) assumiu a parte da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semob). A intenção era acelerar a obra. A esta altura, a promessa já era entregar apenas o trecho até a Praça Wilson Sales em dezembro. Foi estipulado o dia 20 como limite, agora, adiado mais uma vez.

RISCO

O trecho mais antigo da ciclovia, na Avenida Campos Sales, foi pintado novamente. Dois dos principais pontos de crítica dos ciclistas continuam lá: os pés de jamelão, cujo fruto cai sobre a via e cria uma pasta escorregadia que, somada à proximidade entre a ciclovia e a pista dos veículos, coloca em risco a vida do ciclista que circula por ali. Ontem, no entanto, havia poucos frutos no chão.

A parte mais antiga contém uma falha. Por falta de projeto, as pistas de concreto foram construídas coladas ao meio fio, o que expõe o ciclista ao risco de cair no asfalto ou ser atingido por retrovisor de um veículo.

A solução proposta pela Prefeitura em setembro seria colocar tachões para induzir quem usa a via a se afastar. Até ontem, no entanto, não havia nada lá. Também não havia grama nos primeiros 200 metros.

O maior problema de engenharia da ciclovia continua sem solução: a prometida ponte metálica sobre o Córrego Cascavel ainda não foi instalada nem há previsão para isso ocorrer.

O jeito é se aventurar na pista dos veículos, no canto esquerdo - o menos indicado para pedalar.

Proximidade dos carros cria tensão e atrapalha opção de lazer

Pedalar a aproximadamente um metro de distância de carros que transitam muitas vezes acima do limite de velocidade de 60 quilômetros por hora não provoca a sensação agradável que esperamos nos momentos de lazer. Claro que é melhor do que disputar o asfalto com carros, motos, caminhões e ônibus, mas não dá para se divertir. Muito menos levar os filhos para passear no local.

O teste na ciclovia foi feito ontem, um sábado, que já é menos movimentado que os dias úteis, e estava menos ainda por conta do feriadão. Ainda assim, o barulho e a proximidade dos veículos criam um clima de tensão. A sensação é que não dá para aproveitar o passeio. Olhar para o lado e correr o risco de cair em uma das falhas que a ciclovia já apresenta pode ser fatal.

Resta encarar a pista como via de transporte para o trabalhador. Neste caso, o problema passa a ser outro: o clima. Ontem, quando fui trabalhar usando a ciclovia entre as 14h20 e às 14h40, a temperatura estava em 29ºC. A sensação térmica variava entre 33°C e 34ºC, o que aumenta a sensação de cansaço.

O relevo no local não ajuda. Mais da metade dos dois quilômetros recém-pavimentados têm desnível. Para quem circula no sentido Parque Anhanguera – Setor Bueno, isso significa subida.

Pedalei, de casa até o Grupo Jaime Câmara, 7,1 quilômetros, com um desvio de 2,2 quilômetros para circular na ciclovia desde o início. Gastei 40 minutos – 10 deles com pausas para fazer as fotos que estão na galeria de fotos.

O problema, no meu caso, é trabalhar no ponto mais alto da cidade (durante todo o trajeto foram 144 metros de subida e apenas 38 metros de descida). A parte mais íngreme é justamente a final. O resultado é chegar no trabalho cansado e suado.

Fonte: Jornal O Popular