Sistema de monitoramento ajuda população em horários de pico

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Para tentar minimizar o problema do trânsito no horário de rush em Goiânia a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) criou o serviço chamado “Ponto a Ponto”. O sistema monitora, em tempo real, 10 corredores de ônibus e 75 quilômetros de vias da Grande Goiânia.

Na página da RMTC na internet é possível verificar se o trânsito está rápido, moderado ou lento. Os ônibus foram equipados com um aparelho que transmite os dados via satélite. Ao utilizar o serviço o usuário fica sabendo a velocidade média específica de um corredor ou trecho nos sentidos centro-bairro e bairro-centro para ônibus e carros e o tempo estipulado para esse percurso.

Vias monitoradas

Os corredores monitorados pelo Ponto a Ponto são os da Avenida 24 de Outubro, Avenida 85/ Terminal Veiga Jardim, Avenida Araguaia, Avenida Independência, Avenida Mutirão/Castelo Branco, Avenida Paranaíba, Avenida T-63, Avenida T-7/Terminal Bandeiras, Avenida T-9/Terminal Garavelo, Avenida Tocantins.

Mesmo sendo útil para a sociedade, a maioria dos passageiros ainda não sabe do serviço. "Não tenho ideia do que seja", confessa a passageira Sueli Macedo. O gestor de projetos da RMTC, Maurício Coelho, explica como funciona o projeto: "A gente está utilizando de informações que a gente já tinha a partir do controle dos veículos. Eles são monitorados via sistema GPS e enviam informações em tempo real para nossa central de controle".

O novo sistema de monitoramento vai permitir também que motoristas e passageiros de carros particulares verifiquem o melhor trajeto pela cidade. Outros até conhecem o serviço, mas ainda não usaram. “Eu ainda não tive acesso, mas já ouvi falar. eu vou tentar usar, com certeza", diz o piloto João Carlos Rocha.

Maurício explica que o motorista pode ser beneficiado também recebendo informações pelo Twitter: "Existe a opção do site, mas quando a pessoa está dirigindo não é recomendado que esteja navegando. O passageiro que estiver com ele pode acessar o Twitter. Nós temos jornalistas que estão acessando a todo momento e postando Twitts com informações relevantes sobre o transporte".

Além disso, além do Twitter, o motorista pode receber as informações pelo serviço de SMS do celular: "Ele continua funcionando e está em crescente utilização, basta você enviar um torpedo para o número 49214 com o número do ponto e a linha que você recebe informação", esclarece Maurício.

Veja como usar o serviço

Na página principal da RMTC é possível acessar a via de seu interesse para saber como está o trânsito. O usuário terá acesso a três níveis de informações: geral, por corredor e trecho. Ao clicar na via de sua preferência, as informações sobre o tráfego podem ser encontradas no mapa, que destaca o movimento da via seguindo uma legenda de cores.

Quando verde, significa que a velocidade média do trecho é acima de 25km/h/, por tanto considerada rápida. Já quando está azul, quer dizer que a velocidade média está, naquele momento, acima de 15 e até 25km/h, portanto é considerada moderada. A cor vermelha indica que o tráfego na via está lento, com velocidade média de até 15km/h. Se o trecho aparecer na cor cinza, significa que o serviço está indisponível. Estas são as informações gerais.

Para saber a velocidade média para veículo particular e ônibus basta clicar na figura do carro ou do ônibus, que ficam no canto superior esquerdo da tela. Uma nova página vai se abrir e o usuário poderá ter acesso às mesmas informações citadas acima, só que direcionadas para transporte coletivo ou particular, conforme sua preferência.

Fonte: G1 GO

Tempo de embarque e desembarque será otimizado em oito terminais

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A partir da próxima segunda-feira (01), os passageiros das linhas expressas 612 (T. Garavelo – T. Bíblia), 614 (T. Gyn Viva – T. Bandeiras) e 615 (T. Dergo – T. Bandeiras) irão embarcar e desembarcar pelas três portas. O procedimento será implantado nos terminais Cruzeiro, Garavelo, Isidória, Bíblia, Dergo, Bandeiras, Parque Oeste e Goiânia Viva.

A medida visa otimizar o tempo dedicado a estes procedimentos e diminuir o período que o veículo fica parado dentro do terminal antes de seguir o trajeto da linha. As linhas 612, 614 e 615 são serviços direto terminal-terminal. Os veículos são adaptados e não possuem catraca.

Foto de Giselle Feliciano
Fonte: RMTC Goiânia

Programa Bolsa Universitária da OVG abre inscrições para 10 mil bolsas

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O Programa Bolsa Universitária (PBU), da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), abriu nesta sexta-feira, 28, as inscrições para 9 mil bolsas parciais e mil integrais. Para se inscrever, o estudante deverá consultar o Edital e preencher o formulário no site www.ovg.org.br.

O período de inscrições vai até o dia 07 de outubro. No dia 11, a lista dos convocados para entrevista será divulgada no site da Organização. A documentação constante do edital de abertura das inscrições deverá ser apresentada pelo candidato na data e local agendados para entrevista. O não comparecimento à entrevista implica na desclassificação.

Segundo o edital, poderá concorrer à bolsa parcial o candidato com renda bruta familiar de até 6 salários mínimos; e à bolsa integral, o candidato com renda bruta familiar mensal de até 3 salários mínimos. Os valores iniciais das bolsas parciais serão de 80% do valor da mensalidade, com o primeiro desconto de pontualidade, limitado a R$ 300,00.

Criado em 1999, o programa já contemplou mais de 118 mil estudantes de baixa renda. Os dez mil alunos selecionados neste processo vão começar a receber o benefício no primeiro semestre de 2013.

Ao ser inscrito na Bolsa Universitária, o aluno se compromete a fazer a contrapartida que, na prática, é o trabalho voluntário realizado em instituições parceiras cadastradas na OVG ou o envolvimento em ações humanitárias, como a doação de sangue. O bolsista cumpre esse serviço voluntário com carga horária compatível com seus estudos e com o trabalho.

Para mais informações, os interessados devem ligar nos números 0800-62-9413 / (62) 3251-9859, 3251-7076, 3251-7665 e 3251-7656.

Fonte: Portal 730

Mais de 4 mil obras embargadas em Goiânia

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Os números são de Goiânia e muitas vezes o dono da construção tem de demolir a construção por erros simples.

Existem hoje, em Goiânia, 4.524 obras embargadas. O número é expressivo e a Secretaria Municipal de Planejamento (Seplam) informa que, praticamente, todos os dias são feitas novas denúncias e fiscalizações que resultam em novos bloqueios de construção. Os motivos são vários e, alguns, chegam a ser erros bobos, mas cuja adequação, muitas vezes, só por meio da demolição.

O mais corriqueiro é encontrar obras que não respeitam a distância mínima de cinco metros da frente do lote, chamado de recuo frontal. A situação é o suficiente para resultar em multa ao proprietário, por meio de auto de infração, e aplicação do embargo, em seguida. A diretora do Departamento de Fiscalização de Obras da Seplam, Maria Aparecida Gonçalves, reconhece que esta é uma regra básica, conhecida, mas bastante ignorada pelos responsáveis.

A Prefeitura trabalha, hoje, com duas categorias de obra: as construídas antes de 1995 e depois. Antes desta data, as edificações podiam ser aprovadas por aceite, ou seja, regulamentadas do jeito que estavam, desde que os donos protocolassem o pedido. Hoje, existem 449 obras com embargo, em Goiânia, que se encaixam nessa situação, mas cujos proprietários ainda não procuraram a Seplam para suspender o embargo.

Dentre as construídas após 1995 estão 4.078 exemplos. A mudança na legislação obriga a aquisição prévia de licença, análise do projeto e enquadramento nas regras expostas no Código de Obras e Edificações do município. A desobediência destes implica em Termo de Embargo, capaz de parar a construção de obras em andamento, impedir a continuação, em caso de obras paralisadas e até impedir a ocupação, em se tratando de obra concluída.

O código goianiense estipula que a obra é passível de embargo quando: construção iniciada com licenciamento vencido, risco iminente de ruir ou ameaça à segurança das pessoas ou de bens, públicos e privados, inexistência de responsável técnico, risco ou dano ao meio ambiente, saúde, patrimônio histórico cultural e arqueológico e execução com materiais inadequados ou sem condição de resistência conveniente, capazes de comprometer a estabilidade da obra, após comprovação por laudo ou vistoria do órgão competente.

Multas
Além da multa aplicada antes de lavrar o embargo, o proprietário pode ser autuado novamente, se não obedecer as limitações impostas pelo termo. Por exemplo: em hipótese alguma, pode-se dar continuidade à construção ou ocupar a obra. Feito isso, o dono pode levar nova multa, que acumula por dia de desobediência. O valor dos autos de infração varia de acordo com os agravantes de cada caso, não tendo, portanto, uma cifra média. “Não é barata”, diz, somente, Maria Aparecida Gonçalves.

Fonte: Jornal O Hoje

Concurso DATAPREV 2012: Edital e Inscrição

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Concurso DATAPREV oferece 8.626 vagas para cargos de nível médio e superior. Remuneração mínima poderá chegar a R$ 5.291,10.

Foi publicado edital para a realização do concurso da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social -  DATAPREV, que oferece 8.626 vagas em cargos de níveis Médio/Técnico e Superior. O concurso DATAPREV vai constituir cadastro de reservas em postos ligados à Tecnologia da Informação, destinados a pessoal com formação em áreas como medicina, comunicação, administração, banco de dados, análise de processamento, arquitetura, engenharias, direito, contabilidade, entre outras, ou formação de nível médio/técnico.


Cargos e remuneração

As oportunidades oferecidas pela Dataprev estão distribuídas por região de lotação:

Região Centro-Oeste (01): Analista de Processamento e Analista de Tecnologia da Informação, com lotação nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal.

Região Sudeste (02): Analista de Tecnologia da Informação, Auxiliar de Enfermagem no Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Técnico de Segurança do Trabalho para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Região Nordeste (03): Analista de Tecnologia da Informação, com lotação nos Estados de Sergipe, Ceará, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Maranhão e Piauí.

Região Sul (04): Analista de Tecnologia da Informação, compreendendo o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Região 05 - Rio de Janeiro: cargo de Analista de Processamento.

Região 06 - São Paulo, com o cargo de Analista de Processamento.

Os aprovados de nível superior serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), percebendo remunerações mínimas que poderão variar de R$ 4.232,87 a R$ 5.291,10. Já os contratados para os cargos de nível médio terão perspectiva de remuneração mínima no valor de R$ 2.592,66. Nesses valores estão incluídos o Salário Base correspondente a cada cargo/perfil, o Adicional de Atividade (R$ 554,00) e o Auxílio Alimentação/Refeição (R$ 601,92).

Além da remuneração mínima, os admitidos terão direito a benefícios como reembolso pré‐escola ou escolar, apoio financeiro a tratamento especializado e Plano de Previdência Complementar (opcional).

Inscrições Concurso DATAPREV 2012

Conforme o cronograma do concurso, as inscrições vão de 19 de setembro a  17 de outubro de 2012, através do site www.quadrix.org.br. O investimento na participação custa R$ 35,00 para os cargos de nível médio e R$ 60,00 para os cargos de nível superior.

Quem preferir se inscrever por meio dos pontos de acesso gratuitos, distribuídos pelas 26 capitais e no Distrito Federal, deve atentar para o período de disponibilidade dos mesmos: somente entre os dias 10 e 17 de outubro de 2012, em horário comercial. A partir de 08 de outubro esses pontos estarão listados no site do Instituto Quadrix.

O comprovante definitivo de inscrição do candidato estará disponível no endereço eletrônico http://www.quadrix.org.br, após o processamento da inscrição, a partir de 29 de outubro de 2012.
Seleção dos candidatos

O Instituto Quadrix, organizador, avaliará os inscritos por meio de prova objetiva  (para todos os cargos/perfis), prova discursiva (para todos os cargos/perfis de nível superior) e prova de títulos (todos os cargos/perfis de nível superior).

As provas objetivas e discursivas acontecerão provavelmente no dia 11 de novembro de 2012 e divulgará o resultado final  em 15 de janeiro de 2013.

A previsão de entrega dos documentos relacionados à comprovação dos títulos será no período entre 26 a 28 de dezembro de 2012. Os documentos deverão ser enviados para a organizadora, conforme orientação dada no edital.

O concurso terá validade de dois anos, a contar da data de homologação, prazo que poderá ser prorrogado somente uma vez.
Sobre a DATAPREV

A Dataprev foi criada pela Lei nº 6.125 de 04/11/1974 com o propósito de fornecer soluções de tecnologia da informação e da comunicação para a execução e o aprimoramento das políticas sociais do Estado brasileiro. Trata-se de uma empresa pública vinculada ao Ministério da Previdência Social, considerada o principal provedor de soluções tecnológicas para a gestão das informações previdenciárias, trabalhistas, sociais e de registros civis da população brasileira.

Edital / Publicações

Edital DATAPREV

Fonte: Concursos no Brasil

Parque Linear e parque Ambiental Macambira: Lazer saudável para todas as idades

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Equipamentos sociais e de lazer dos parques do Programa Macambira Anicuns estimularão atividades saudáveis para a promoção da qualidade de vida da população beneficiada

Pistas de caminhada, de skate, ciclovias, quadras de tênis, futebol de areia, academias ao ar livre, estações de ginástica e tantos outros equipamentos sociais e de lazer. Espaços modernamente equipados que serão construídos ao longo dos parques do Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama) e visam promover a convivência social dos freqüentadores bem como estimular a prática de atividades saudáveis garantindo melhoria da qualidade de vida da população.

Os aparelhos serão instalados tanto no Parque Ambiental Macambira quanto ao longo dos 24 km do Parque Linear e serão distribuídos nos cinco Núcleos Socioambientais, nos nove Parques de Vizinhança e nos 66 Núcleos de Estar.

Estrutura que propiciará acesso livre a cerca de 350 mil moradores dos 131 bairros abrangidos pelo Puama. Unidades já presentes em alguns parques e praças da Capital que têm como objetivo oferecer às pessoas que não têm condições financeiras ou que não gostam de frequentar as academias comuns ou praticar algum esporte, a possibilidade de se exercitar, sem pagar nada por isso.

Melhoria da qualidade de vida

A prática regular de exercícios físicos promove a saúde, previne e trata inúmeras doenças e até reduz os riscos de morte prematura. Isso, todo mundo sabe.

Porém, o que ainda não se tornou consenso é a conscientização disso e, sobretudo, a prática dos exercícios. O que torna de extrema importância esses espaços oferecidos pela administração municipal, uma vez que, acessíveis e atrativos poderão contribuir efetivamente para o combate ao sedentarismo, ajudando na promoção da saúde da população.

Oportunidades para todas as idades, desde as crianças que poderão usufruir dos playgrounds e parquinhos de areia, à terceira idade que terá toda uma gama de equipamentos à disposição.

Estrutura

Ao longo do Parque Linear e do Parque Ambiental Macambira serão construídas quadras poliesportivas, quadras de tênis, quadras de skate, quadras de peteca e ainda quadras de futebol de areia.

No que diz respeito à socialização, há que se considerar também os anfiteatros para a realização de eventos, aulas, exposições, palestras e reuniões da comunidade e ainda playground para a criançada.

Serão mais de 40 km de pistas de caminhada e de ciclovias que, juntamente com toda a estrutura de lazer, favorecerá a convivência social e incentivarão a prática de atividades saudáveis.

Ao longo dos parques serão implantadas 14 quadras de peteca, oito quadras de tênis, três pistas de skate, 26 playgrounds, 12 academias de ginástica, 31 estações de ginástica, 15 quadras poliesportivas, entre outros.

Importante destacar que haverá toda uma estrutura para favorecer a prática dos esportes bem como a visitação ao parque, pois serão construídos estacionamentos e bicicletários para permitir o acesso de todos. Bancos, arquibancadas, módulos de pergolado, bebedouros, travessias de pedestres e ciclistas complementam o conjunto de equipamentos.

As academias ao ar livre possuem estrutura semelhante à encontrada nas academias convencionais, formando um circuito com o objetivo de trabalhar todos os grupos musculares. Serão implantadas dentro dos limites dos Parques de Vizinhança e dos Núcleos Socioambientais e serão compostas por:

Twisth Lateral

» Trabalha o quadril;

» Mais mobilidade, equilíbrio e força;

» Exercício para todas as idades.

Extensão Lombar

» Alongamento da lombar, do abdômen, do peitoral;

» Trabalha a mobilidade da coluna e serve também para alongar a lateral do tronco;

» Confortável e seguro.

Roda Dupla

» Trabalha a amplitude dos movimentos dos ombros e da lateral do tronco;

» Coordenação, lubrifica as articulações e alonga a lateral do tronco.

Simulador de Esqui Duplo

» Trabalho aeróbico;

» Ótimo para perder calorias e deixar o coração mais vigoroso.

Remador

» Trabalha os músculos superiores como: peitoral, dorsal, ombro e o braço e também os músculos inferiores;

» Exercita a coordenação, aumenta a força e resistência.

Já as Estações de Ginástica serão instaladas em áreas abertas junto a vias de pedestres e nos Núcleos de Estar. Serão compostas por três tipos de equipamentos construídos com troncos de eucalipto, pranchas de madeira e componentes metálicos, são eles:

Barra Fixa

» Trabalha a elevação do tronco;

» Fortalece os músculos das costas e dos braços.

Escada Horizontal

» Melhoria da força das mãos;

» Resistência muscular de tronco e membros superiores, além de ajudar na destreza corporal.

Prancha abdominal

» Enrijecimento e fortalecimento dos músculos do abdômen;

» Ajuda a melhorar a postura e modelar a barriga.

Autor: Selma Soares (Prefeitura de Goiânia)

Av. Goiás é líder em acidentes

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O trânsito do Centro de Goiânia exige atenção de todos os seus integrantes, independente da forma de locomoção. A região detém a primeira posição dentre os pontos críticos da capital, quando o assunto é quantidade de acidentes. Especialmente, a Avenida Goiás, primeira colocada no ranking de vias com maior número de ocorrências. Só nos primeiros quatro meses deste ano, conforme a Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT), foram 113 registros, com 63 pessoas feridas.

A agência não fechou a relação dos meses posteriores a abril, mas o total atingido este ano já é o suficiente para preocupar. Em quatro meses, ocorreram, na Avenida Goiás, apenas dois acidentes a menos que o total atingido em todo o primeiro semestre de 2011, que foi de 115. Os motivos seriam a imprudência, desobediência das regras de trânsito, atravessar fora da faixa, ignorar o sinal vermelho, conversões à esquerda, que são proibidas em toda a via, e a grande quantidade de automóveis, motos e pedestres.

O movimento é intenso. Basta ficar alguns minutos na Goiás, especialmente nos cruzamentos com a Anhanguera, Paranaíba e Independência, para flagrar situações diversas. Quem trabalha e está todo dia na avenida tem muitas histórias para contar. Alguns, como o taxista Wagner Godinho Camilo, de 41 anos, chegam a apontar os locais das ocorrências. Ele trabalha no ponto de táxi da Goiás há cinco anos, e num lugar estratégico, próximo à Anhanguera. No período, ele presenciou diversos casos. Inclusive, o de um motociclista que bateu num dos postes da Praça do Bandeirante, e que está torto até hoje.

Mais atrás, no ponto dos mototaxistas a reclamação é geral. Há 12 anos trabalhando na avenida, Júnior César Gonçalves, de 40 anos, e Edson Honorato, 49, dizem que a situação piorou bastante nesse tempo. E a culpa, em muito, fora a desatenção dos condutores, é a inconsequência dos pedestres. Ambos pontuaram isso como o problema e sugeriram que a reportagem ficasse a observar por alguns instantes. Realmente, não é difícil presenciar exemplos de inconsequência. Em poucos minutos, foram vários os casos de gente passando fora da faixa, no sinal vermelho e com carros e motos freando em cima para evitar a colisão.

O diretor de trânsito da AMT, Miguel Carlos Ferreira, não hesita em afirma que a Avenida Goiás é a verdadeira demonstração do descuido, imprudência e imperícia de todos os usuários da via. Ele lembra, inclusive, da grande quantidade de ambulantes e comerciantes que andam com seus carrinhos pela rua, ocupando parte considerável do espaço. Para ele, são vários os fatores que contribuem para a difícil convivência no trânsito da região. No entanto, “é tarefa de todos se comportar adequadamente e priorizar a convivência pacífica no trânsito”, diz.

Miguel frisa que, apesar da atitudes imprudentes dos pedestres, os motoristas devem priorizá-los na hora de dirigir. “A lei do trânsito é o contrário da lei da selva. Enquanto na selva, quem manda é o mais forte, no trânsito deve prevalecer o interesse e integridade do mais frágil”, compara. E ele deixa dicas, como: evitar fones de ouvido, falar ao celular e utilizar objetos ou aparelhos eletrônicos que podem tirar a atenção.

Acidentes leves

Apesar da grande quantidade de motivos que favorecem a ocorrência de acidentes na região central, Miguel Carlos, lembra que a maioria é situação leve, sem gravidade. “São batidas entre carros e motos, carro e carro, mas que acabam entrando para a estatística, porque é competência da AMT atender casos sem vítima”, explica. A situação, para ele, ilustra bem a briga por espaço, na região. Seria lógico que, com a grande quantidade de veículos, o trânsito ficasse mais lento e os motoristas mais atentos. Na Goiás, no entanto, a briga está bem acentuada.

Fonte: O Hoje

Marconi busca obter suporte do Eximbank

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Após conhecer as potencialidades do Estado, diretora do banco, Xiommara Creque, foi taxativa: “Queremos fazer muito por Goiás”.

Em mais um dia de visitas a órgãos públicos e privados estadunidenses, a comitiva goiana liderada pelo governador Marconi Perillo manteve conversações com diretores do Eximbank, nesta quinta-feira, em Washington, abrindo caminho para o financiamento de alguns projetos de interesse do Estado. O Eximbank é o organismo do governo dos Estados Unidos para o financiamento das exportações, equivalente ao BNDES.

Depois de apresentar as potencialidades de Goiás e abordar as necessidades de investimentos para melhorar a infraestrutura do Estado, Marconi ouviu da diretora regional de desenvolvimento internacional de negócios para as Américas, Xiommara Creque, que o Eximbank tem interesse em investir no Estado. “Queremos fazer muito por Goiás”, ela sublinhou, após conhecer os projetos goianos que buscam investimentos externos.

O governador falou do interesse do Estado no financiamento do Aeroporto de Cargas de Anápolis, no VLT e na aquisição de equipamentos para a indústria farmacêutica. “A resposta do banco nos deixa otimistas. Os diretores veem ótimas oportunidades para colaborar com o desenvolvimento de Goiás em áreas estratégicas, como transporte, energia e tecnologia”, destacou Marconi.

No encontro, estiveram presentes ainda o vice-presidente e gerente global da divisão de Desenvolvimento de Negócios, Roymond J. Lelis e o vice-presidente do Eximbank, Kevin P. Varney.

O Eximbank, tão logo a diretora Xiommara assumiu o cargo, foi o principal financiador da implantação do projeto de segurança aérea denominado Sivam, que tem um dos centros tecnológicos em funcionamento na Base Aérea de Anápolis.

Ao final do encontro, ficaram acertadas visitas de técnicos do governo goiano e do Banco para que as conversações sejam retomadas. “Acertamos que, no máximo em duas semanas, alguns técnicos de Goiás virão aqui para dar prosseguimento às negociações, ao mesmo tempo em que alguns técnicos do Eximbank irão até Goiás para conhecer os projetos e as necessidades de investimento que cada um tem”, declarou o governador.

Ainda ontem, o governador visitou a U.S. Trade Desenvolviment Agency, uma agência que cuida da elaboração de projetos de viabilidade econômica e fomenta o comércio exterior americano. Lá, ele foi recebido pela gerente de países para a América Latina e Caribe, Gabrielle Mandel.

Na agência, que apoia, busca parcerias e faz visitas técnicas para a execução de projetos, o secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, manifestou o interesse de Goiás no financiamento de projetos nas áreas de energia, transporte e agropecuária. Demonstrando o interesse da agência em atender as necessidades de Goiás, a gerente combinou um segundo encontro, em duas semanas, para que sejam discutidos detalhes dos projetos.

O dia de visitas e reuniões foi encerrado na Northern Virginia Comunity College, onde o governador, recebido pelo vice-presidente Paul J. Veigh, foi conhecer de perto o funcionamento do programa “Ciência sem Fronteira”, firmado entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos .

Fonte: Jornal O Hoje

Transplante de pâncreas só em Goiás e 3 Estados

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Além de hospital goiano, a cirurgia é feita em São Paulo, Paraná e Ceará. Especialista diz que este ano houve cinco procedimentos.

Goiás figura entre os quatro Estados que oferecem transplante de pâncreas no Brasil. Segundo levantamento do Sistema Nacional de Transplantes, divulgado pelo Ministério da Saúde (MS), no Dia Nacional de Doação de Orgãos, apenas Goiás, São Paulo, Ceará e Paraná, apresentam hospitais credenciados para a realização do procedimento que beneficia pacientes renais crônicos em tratamento dialítico e que tenha diabetes tipo 1.

De acordo com o médico responsável pela equipe goiana de transplante de rins e pâncreas simultâneo do Hospital Santa Genoveva, Bráulio Ludovico Martins, há três anos um único procedimento foi feito em Goiânia. Após isso, somente este ano o Hospital Santa Genoveva restabeleceu o serviço e passou novamente a transplantar órgão. A paralisação aconteceu devido a problemas de logísticas e questões estruturais.

Para conseguir novamente a autorização do Ministério de Saúde foi necessário um período de aproximadamente dois anos e meio. “É um processo demorado que avalia tanto a equipe quanto a estrutura hospitalar e as medicações disponíveis”, disse Bráulio.

A equipe este ano já realizou cinco transplantes (o levantamento do MS contabiliza apenas 2), a maioria deles com sucesso. Apesar de ter registrado um óbito após a intervenção, o médico avalia que a morte não foi decorrente do procedimento e sim de outros problemas de saúde já apresentados pelo transplantado.

Ele ainda afirmou que existe uma fila de espera relativamente pequena.  “O paciente que necessita de um novo pâncreas tem de esperar de três a seis meses para se submeter ao procedimento. Temos no máximo seis pacientes aguardando”, observa. Todos os transplantandos no Hospital Santa Genoveva – única unidade de saúde apta ao procedimento no Centro-Oeste – são pacientes de Goiás.

O especialista avalia o procedimento como delicado, devido à realidade do diabético. “É um paciente mais suscetível a complicações”, avalia. Há também alto risco de trombose após o transplante. O paciente também deve fazer  uso continuo de medicamentos imunossupressores, remédios que evitam rejeições. “Isso é para a vida toda”, explica.

Dificuldades

Para o diretor da central de transplantes de Goiás, Luciano Leão, existem dois principais problemas que dificultam o transplante de órgãos no Estado. O primeiro está relacionado aos profissionais da saúde. “Muitos não têm o devido conhecimento, não são capacitados ou não têm tido oportunidade de diagnosticar e notificar casos de morte encefálica”, afirma. O pâncreas é retirado de um doador cadavérico.

Outro problema significativo está relacionado à família do possível doador. Famílias ainda não autorizam a doação dos órgãos, por isso o número de doações ainda é considerado pequeno. No entanto, ele ainda destacou que no último ano Goiás evoluiu na conscientização da população e apenas 30% das famílias se recusam a doar os órgãos de um ente querido; a média dos últimos anos era de 60% de recusas.

Goiás ainda não realiza transplante de pulmão e fígado. Leão informou que o Hospital das Clinicas está viabilizando a estrutura e uma equipe de profissionais para conseguir credenciamento para transplante de fígado. O de pulmão ainda não há previsão. Desde ontem, a Santa Casa de Misericórdia está apta a transplantar coração. A unidade de saúde deixou de realizar esse tipo de procedimento há quase três anos, por causa da falta de acordo com o SUS.

Substituição de órgãos cresce 12,7% no Brasil

O número de transplantes no Brasil cresceu 12,7% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011. Foram 12.287 cirurgias ante a 10.905 registradas no ano passado. O número de novos doadores passou de 997 para 1.217 – um aumento de 22%.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o aumento é resultado da associação de vários fatores: formação de novas equipes para cirurgia, criação de centrais e de grupos atuando no trabalho de identificação de doadores, convencimento das famílias e captação de órgãos.

São Paulo foi o Estado que realizou maior número de cirurgias nos primeiros seis meses deste ano: 4.783. Em seguida, vem Minas, com 1.111 e  Paraná, com 943. Acre apresenta a menor taxa: foram 34 cirurgias – 30 delas de córnea. O número, embora pequeno, foi comemorado pelo ministério. “Até pouco tempo, não havia centros transplantadores no Estado”, disse Padilha, nesta quinta-feira, Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos.

O ministério anunciou a liberação de R$ 10 milhões para projetos de tutoria para melhorar o atendimento de centros no Brasil, na América Latina e em países da Língua Portuguesa. Centros considerados de referência serão habilitados para fazer parte da rede e organizar projetos de capacitação em áreas carentes. (AE)

Fonte: Jornal O Hoje

Saneago garante o fim da falta d’água

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Com novas instalações já funcionando, o problema na região sudoeste da capital parece eliminado.

Obras de ampliação do sistema de fornecimento da água na região sudoeste foram concluídas, e o diretor de Engenharia da Saneago, Olegário Martins Teixeira, garante que, em 2013, a região não sofrerá com falta de água no período de estiagem. As obras consistem em um booster (reservatório de onde a água é bombeada), uma adutora e uma elevatória novos, que ampliam em 400litros por segundo o fornecimento de água para a região, além da ampliação de dois reservatórios que abastecem a região.

Antes da obra entrar em funcionamento, todos os anos, entre junho e setembro, época de estiagem, os moradores da região sofriam com falta de água. “Apesar da captação de água do Rio Meia Ponte ser suficiente, a estrutura não permitia que a água chegasse até os bairros”, explica Olegário. A nova adutora, estação responsável por transportar a água até os reservatórios, tem 800 milímetros de diâmetro e quatro mil metros de extensão.

A estrutura que recebe essa água é o novo Booster Adélia, que tem capacidade de fornecer 1.000litros por segundo, o que representa 400l/s a mais que a instalação antiga. A Elevatória Atlântico/Garavelo também faz parte da obra e foi expandida para fornecer 600l/s, o que representa um aumento de 200l/s no fornecimento de água.

Ampliação
O Centro Reservatório Atlântico, que também fornece água para a região sudoeste, foi ampliado e agora tem capacidade para 20 milhões de litros, dobrando a sua capacidade inicial. Outro reservatório que foi expandido para resolver o problema de fornecimento de água foi o Reservatório Garavelo, que tinha capacidade para cinco milhões de litros e pode armazenar agora oito milhões.

O governo estadual investiu R$26,5 milhões na obra para resolver o problema enfrentado pelos moradores da região sudoeste durante as estiagens. “As novas instalações já estão funcionando e resolvem os problemas de distribuição de água na região sudoeste”, informou o diretor Olegário Martins.

Fonte: Jornal O Hoje

Prefeitura firma contrato com CEF para pavimentar 31 Bairros da Capital

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Valor do investimento, que beneficia mais de 210 mil pessoas, é de R$ 85 milhões oriundos do PAC 2, por meio do Programa Pró-Transporte, do Governo Federal

A Prefeitura de Goiânia firmou com a Caixa Econômica Federal (CEF) um contrato de financiamento com investimentos para serem aplicados em obras de pavimentação e drenagem. Os investimentos beneficiarão mais de 31 bairros da Capital e uma população estimada em mais de 210 mil habitantes, por meio do Programa Pró-Transporte, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do Governo Federal.

O termo foi assinado na manhã desta quinta-feira, 20, no gabinete do prefeito, no quinto andar do Paço Municipal.  Além do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, e da superintendente Regional da Caixa, Marize Fernandes, testemunharam a assinatura do contrato o presidente da Agência Municipal de Obras (Amob), Ubirajara Abbud, o secretário municipal de Habitação, Fernando Santana, o chefe de gabinete do prefeito, Nelcivone Soares, o vereador Agenor Mariano e os gerentes da Caixa: de Governo, Wellerson Mello, e de Desenvolvimento Urbano, Marcos Alberto.

A soma dos recursos que serão aplicados nas obras de infraestrutura urbana será de R$ 85 milhões para pavimentação de mais de 2,1 milhões m² de asfalto, o que equivale a mais de 300 km de ruas. Deste total, R$ 62 milhões foram financiados pelo Programa Pró-Transporte da Caixa. A Prefeitura entrará com a contrapartida de recursos próprios no valor de R$ 23 milhões, o que beneficiará os moradores dos bairros Jardim do Cerrado I, II, III, IV e VII, Residencial Mundo Novo, Orlando de Moraes, Iris Ville, Parque das Nações, Parque Sollar, Residencial Antônio Barbosa, Recreio dos Bandeirantes, Jardim Petrópolis, dentre outros.

Pró-Transporte
Para Marize Fernandes, o objetivo do programa é financiar, para os setores público e privado, a implantação de sistemas de infraestrutura de transporte, com o intuito de priorizar regiões com baixa renda, além de contribuir com a promoção do desenvolvimento territorial, econômico e social, bem como melhoria a qualidade de vida dos moradores atendidos pelo programa.

Autor: Mauro Júnio (Prefeitura de Goiânia)
Foto: Humberto Silva

Áreas verdes implantadas em Goiânia crescem 200% em cinco anos

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Já são mais de quatro milhões de m² de arborização urbana que caracterizam a cidade como a capital verde do país e a segunda do mundo

Com um crescimento de mais de dois milhões de m² em áreas verdes implantadas (parques), Goiânia tem sido referência em arborização urbana no Brasil. A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) plantou, em cinco anos, mais de 250 mil mudas nativas do cerrado e distribuiu 1,2 milhão de mudas para plantios voluntários em passeios públicos pela população através do Programa Plante a Vida.

Os números apontam que a cidade segue como a capital verde do país e a segunda do mundo, perdendo apenas para Edmont, no Canadá. Contabilizando o benefício, são 0,79 árvores por habitante, o que corresponde a 94 m² de área verde por habitante, sendo que esse índice supera em oito vezes o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 12 m².

Para a presidente da Amma, Mayza Margareth Constantino, esses números reforçam os vários benefícios que a arborização proporciona a toda a população, refletindo na qualidade de vida. “Os exemplares arbóreos proporcionam uma melhoria no microclima, absorção de poluição, purificação do ar, amortecimento dos ruídos, além das frutas que nos alimentam, o refúgio dos animais e a beleza dos períodos de floração”, elucida.

O gerente de Arborização da Amma, Antônio Esteves, explica que as árvores são de vital importância para nossa sobrevivência, principalmente em Goiânia, onde predomina o clima seco e de baixa umidade. “Onde há maior incidência de área verde existe o que chamamos de conforto térmico, que é a diminuição da temperatura com o aumento da umidade do ar. A arborização é um redutor natural de calor, que permite reduzir em até 4°C a temperatura do ambiente, melhorando assim a qualidade do ar e consequentemente, a respiração”, declara.

Segundo Antônio, a população precisa de uma maior conscientização quanto à arborização urbana. “São desenvolvidas diversas atividades pela Amma voltadas para preservação, recuperação e manutenção de exemplares arbóreos como plantios, o Programa Plante a Vida, além do Plano Diretor de Arborização, que disciplina a poda e a extirpação de árvores no município”, diz. O gerente complementa que a população precisa entender que existe a necessidade de novos plantios e que as árvores não podem ser retiradas sem autorização da agência concedida por meio de vistoria, sendo removidas somente aquelas que estão biologicamente comprometidas.

Dia da Árvore
A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), em parceria com a Tropical Urbanismo e Incorporação, realiza hoje, 21, no Jardim Botânico, o plantio de 300 mudas nativas do cerrado em comemoração ao Dia da Árvore. Durante todo o dia serão doadas à população mudas de Oiti, Barú e Ipê Amarelo na sede da agência, localizada na rua 75 esquina com 66, n° 137, no Centro, através do Programa Plante a Vida.

A Amma destaca a importância da árvore na melhoria da qualidade de vida da população, promovendo esse evento que integra a educação ambiental e a consciência para preservação do meio ambiente. “Sabemos que é a partir da infância que agregamos valores que serão usados pelo resto da vida, por isso enfatizamos o plantio das mudas feito pelas crianças e a consciência ambiental”, pontua a presidente.

Parceria
A parceria entre a Tropical Urbanismo e Incorporação e a Prefeitura de Goiânia foi firmada há exatamente um ano, no Dia da Árvore (21/09) de 2011. Na ocasião, a empresa comprometeu-se a auxiliar a Amma e a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) a reforçarem o programa Goiânia Mais Verde, viabilizando o plantio de 35 mil mudas de espécies nativas do Cerrado na Capital, em diversas áreas de mata ciliar que sofrem com a degradação. Ao longo dos 12 meses da parceria, a Tropical doou 12,3 mil mudas à Prefeitura. Nos próximos meses, mais mudas serão doadas.

Os plantios das mudas viabilizadas pela empresa foram realizados em vários locais da cidade, como as margens do Córrego Capim Puba, o Setor Santo Hilário, a nascente do Córrego Abel, as margens do Córrego Palmito, entre outros. “É uma grande satisfação saber que estamos colaborando para a preservação do Cerrado e para a melhoria da qualidade de vida em Goiânia. Levamos nosso trabalho de responsabilidade socioambiental a sério e acreditamos que a iniciativa privada deve ser parceira do poder público na defesa do meio ambiente”, destaca o Executivo Comercial da Tropical, Leandro Daher da Costa.

Mais informações
Assessoria de Comunicação da Amma - 3524-1117
Assessora: Sara Gomes - (62) 8421-9837

Autor: Alinny Vieira, Sara Gomes e Assessoria de Comunicação da Tropical Urbanismo e Incorporação (Prefeitura de Goiânia)

Bicicletários seguem em terminais de integração

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O projeto de bicicletários nos terminais não será exclusivo apenas no Dia Mundial Sem Carro (22). O cidadão que necessitar guardar sua bicicleta antes do embarque poderá utilizar o serviço diariamente em 10 terminais (veja relação abaixo) na Região Metropolitana de Goiânia. O usuário deverá trancar a bike nos bicicletários com cadeado e levar a chave.

Quem também tiver interesse em utilizar corredores exclusivos de bicicletas terá a opção de pedalar no Corredor Universitário, inaugurado neste ano. O corredor possui o comprimento de 2,5km que liga a Praça Cívica à Praça da Bíblia. Por lá, os ciclistas podem utilizar a ciclovia instalada e sinalizada entre os dois sentidos.

As alterações realizadas nas estruturas viárias da Rua 10, Avenida Universitária e Rua 261 compreendem as duas pistas, separadas por ilha com ciclovia e quiosques comerciais. Cada uma das pistas tem duas faixas destinadas ao tráfego geral e uma preferencial para veículos do transporte coletivo. Todas as faixas receberam repavimentação e sinalização.

Terminais com bicicletários:

1. Vera Cruz
2. Recanto do Bosque
3. Maranata
4. Vila Brasília
5. Parque Oeste
6. Araguaia
7. Cruzeiro
8. Bandeiras
9. Garavelo
10. Isidória

Fonte: RMTC Goiânia

Especialistas aprovam propostas de mobilidade urbana dos candidatos

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As propostas dos candidatos à prefeitura de Goiânia para a área de mobilidade urbana são adequadas e respondem, de maneira geral, as questões mais criticadas pela população. Esta é a análise de especialistas ouvidos pela Tribuna, que verificaram as proposições de cada postulante e concluíram que elas atendem, ao menos em teoria, as principais demandas da capital. O pensamento é de que os princípios de humanização do trânsito e a redução do tempo de viagem são abordados na maioria dos planos de governo dos candidatos.

A professora da Uni­versidade Federal de Goiás, Erika Cristine Kneib, é arquiteta urbanista e doutora em Transportes. Segundo ela, “um bom candidato é o que tem propostas que buscam garantir opções de deslocamento, com qualidade, para as pessoas que não querem perder tempo, dinheiro e saúde nos congestionamentos de veículos motorizados individuais”. A professora destaca que o gestor deve priorizar o planejamento pensado para as pessoas e também melhorar o transporte coletivo e as condições para pedestres e ciclistas.

O coordenador regional da Associação Nacional de Trans­portes Públicos (ANTP), Ante­nor Pinheiro, avalia que as sugestões devem ser elogiadas, já que são, em grande parte, corretas em aspectos políticos e técnicos. “É possível observar que os candidatos buscam construir programas com o que há de melhor na gestão”, afirma.

Erika Cristine vê que praticamente todas as propostas dos candidatos Reinaldo Pantaleão (PSOL), Isaura Lemos (PC do B), Elias Júnior (PMN), Simeyzon Silveira (PSC) e Paulo Garcia (PT) são adequadas ou podem se tornar, caso sejam complementadas com outras políticas públicas. “Medidas necessárias para a melhoria da mobilidade e da qualidade de vida nas cidades normalmente são impopulares e pouco aceitas pelo cidadão comum. Gestores, porém, que ousaram quebrar paradigmas, ousaram enfrentar alguns “mitos” e conseguiram resultados positivos”, explica Cristine.

As propostas enviadas por José Netho (PPL) e Rubens Donizetti (PSTU) não foram analisadas porque não abordam especificamente temas de trânsito e mobilidade. Sobre as sugestões de Jovair Arantes (PTB), a professora pondera que “o candidato apresenta boas intenções, alinhadas ao Plano Diretor de Goiânia, mas não é possível analisar com profundidade, por se tratarem de propostas genéricas, baseadas apenas em programas”.

Comparação

Antenor é também superintendente de Desenvolvimento Urbano e Trânsito da Secretaria Estadual de Cidades e analisou as propostas atuais de forma comparativa em relação ao que foi apresentado pelos candidatos na última eleição municipal, em 2008. Pinheiro afirma que fica claro o resultado de um esforço enfatizado nos últimos quatro anos de se discutir as questões relacionadas ao trânsito e à mobilidade urbana em Goiânia.

“As redes socias e a própria mídia abordaram de forma constante temas como transporte público, verticalização da cidade e uso do solo, o que traz a discussão sobre humanização do trânsito. Prova da mudança de pensamento é o fato de que praticamente todos os planos apresentados para as eleições deste ano trazem o plano de se enfatizar a construção de ciclovias e corredores exclusivos para ônibus. Este tipo de propostas mostra um certo amadurecimento no modo de se pensar o deslocamento na cidade”, destaca Antenor.

O superintendente explica que isto significa um avanço, já que outras questões importantes para a gestão da cidade passaram a ser levadas em conta pelos possíveis administradores. Ficam explícitas ideias preocupadas com a sustentabilidade do sistema de trânsito e transportes, além da valorização de alternativas para aumentar a segurança para motoristas e passageiros.

Pontos negativos

Os especialistas ouvidos pela Tribuna não apenas elogiaram as propostas dos candidatos à prefeitura de Goiânia, no que se refere à Trânsito e Mobilidade. Alguns aspectos foram retocados e outros até criticados. A professora Erika Cristine fez críticas pontuais às propostas, mas destacou a falta de unidade no que é exposto por Elias Júnior. “Parece não haver uma articulação efetiva entre as propostas. Mobilidade urbana só se resolve com planejamento e inte­gração das diversas políticas e não apenas com ações pontuais”, opinou a professora.

Isaura Lemos defende, em seu plano de governo, a volta da figura do cobrador em todos os ônibus do transporte coletivo de Goiânia. “Qua­lquer cus­to adicional no sistema deverá recair sobre o usuário. É justo onerar ainda mais a tarifa? Além do mais, a não existência de pagamento no interior dos veículos agiliza o embarque e minimiza o risco de assaltos”, afirma a arquiteta Erika ao discordar da proposta.

A professora também faz ressalvas em relação à sugestão de Reinaldo Pantaleão para que seja incentivada a construção de edifícios garagem na Capital. “Isto só será positivo para a cidade, se for acompanhado da restrição dos estacionamento nas áreas públicas, liberando, dessa forma, espaço para o transporte coletivo, para o pedestre e ciclista”, explica.

A ideia de inclusão da disciplina Educação para o Trânsito nas escolas municipais é frequente entre os candidatos, mas questionada pelos dois especialistas. Antenor Pinheiro destaca que este tipo de proposta é muito genérica e envolve questões mais complexas que simplesmente implementação de obras, como exposto em outras demandas. “Falta saber como efetivamente esta disciplina seria estruturada e os detalhes em relação aos conceitos que seriam repassados aos alunos”, opina.

Prefeitáveis firmam compromisso com Fórum

Os candidatos à prefeitura de Goiânia firmaram compromisso com as sete Diretrizes da Mobilidade. A assinatura do documento ocorreu durante a 15ª Reunião do Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia, na sede da Associação das Em­presas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO). As diretrizes foram levantadas pelo Fórum ao longo de reuniões e seminários nos seus dois anos de existência. Assinaram o compromisso os candidatos Elias Junior (PMN), Reinaldo Pantaleão (PSOL), Paulo Garcia (PT), Jovair Arantes (PTB), que foi representado pelo vice Francis­co Junior, e Simeyzon Silveira (PSC) que foi representado pelo assessor Paulo de Castro. Isaura Lemos (PC do B) e José Netho (PPL) também assinaram o documento, mas com restrições. Os dois discordam da continuidade do projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que está em curso em uma parceria entre o Governo de Goiás e a Prefeitura de Goiânia.

Os dois candidatos acreditam que o atual sistema de ônibus articulados que circulam pela Av. Anhanguera é suficiente para atender à demanda local e que o mesmo processo deve ser aplicado a outros corredores exclusivos na cidade. O candidato Rubens Donizetti (PSTU) não compareceu e nem mandou representante.

O documento foi firmado sob as seguintes diretrizes: Melhorar o transporte coletivo; priorizar o pedestre; garantir infraestrutura para os ciclistas; regular os estacionamentos; melhorar o trânsito e reduzir os acidentes; implantar e potencializar a implantação dos projetos estruturantes para o transporte coletivo, e planejar a mobilidade urbana.

A iniciativa da Ademi-GO segue a mesma linha da proposta da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) no documento “O Desafio de Pensar o Futuro das Cidades”, com proposições que buscam estimular a reflexão e um amplo debate sobre o futuro das cidades brasileiras no momento em que os municípios estão envolvidos no processo eleitoral.

A professora Erika Cristine Kneib, ouvida pela Tribuna para analisar as propostas sobre mobilidade urbana dos candidatos, é a coordenadora técnica do Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia.

PROPOSTAS – TRÂNSTO E MOBILIDADE

Paulo Garcia (PT)

1 – Desenvolver e democratizar a mobilidade urbana com implantação de corredores preferenciais e exclusivos para ônibus (BRS e BRT), ciclovias, ciclofaixas, vias compartilhadas, bicicletários e sistema de locação de bicicletas (bike sharing);
2 – Atualização da pesquisa de Origem/Destino como ponto de partida à elaboração do Plano Diretor de Transporte;
3 – Privilegiar o transporte coletivo na área metropolitana de Goiânia a partir dos resultados obtidos nesta pesquisa;
4 – Fortalecimento institucional e operacional da AMT (Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade) com implantação de sistema controle de estacionamento, atualização tecnológica dos semáforos, sistema para controle semafórico centralizado, sinalização vertical, sinalização orientadora de transito, sinalização horizontal e vigilância por câmeras;
5 – Requalificação das calçadas com implantação de modelo de calçada acessível para pessoas portadoras de deficiências motoras, visuais e auditivas.

Jovair Arantes (PTB)

1 – Garantir um modelo de mobilidade urbana sustentável, democrática e inclusiva;
2 – Efetivar a política de mobilidade, acessibilidade e transporte, garantindo o direito universal de ir e vir do cidadão goianiense, através do desenvolvimento dos seguintes Programas;
3 – Programas de Planejamento e Adequação da Rede Viária;
4 – Programa de Sistematização do Transporte Coletivo;
5 – Programa de Gerenciamento do Trânsito;
6 – Programa de Promoção da Acessibilidade Universal.

Isaura Lemos (PDT)

1 - Implantação da Gestão Municipal do Transporte Coletivo. Será feita uma revisão dos contratos que envolvem o transporte coletivo. Aqueles que não estiverem sendo devidamente cumpridos serão suspensos e a prefeitura assumirá a responsabilidade pelo serviço;
2 - Disponibilização de mais ônibus nas linhas: ampliação da frota em movimento;
3 - Implementação de corredores exclusivos para ônibus em avenidas estratégicas tais como as do Eixo Norte-Sul, T-63, T-7, etc;
4 - Estruturação de um sistema alimentador através de ciclovias e outros veículos;
5 - Volta do cobrador para a venda de sitpass quando necessário e auxilio do motorista nos problemas internos durante o transporte;
6 - Expansão da Central de Controle de Trânsito, dobrando o número de câmeras e painéis, instalando novos equipamentos nos principais corredores de trânsito e transporte de Goiânia e criando um sistema de maior inteligência entre sinaleiros, vias alternativas e retornos.

Elias Junior (PMN)

1 – Aplicar um verdadeiro choque de gestão na Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos, proporcionando imediato incremento na qualidade dos serviços;
2 – Manutenção, limpeza e segurança dos Terminais de Integração;
3 – Embarques prioritários para idosos, portadores de necessidades especiais, mulheres grávidas e crianças;
4 – Humanização dos Terminais e Estações, inclusive através da promoção de eventos artísticos, com destaque para as várias espécies de manifestação da cultura popular;
5 – Tornar obrigatória a inclusão da matéria “Prevenção Contra as Drogas” no currículo básico das escolas municipais de GoiâniaFiscalização de cumprimento das planilhas de horários dos ônibus e implementação do sistema de controle de qualidade dos serviços;
6 - Criar condições necessárias para que sejam adotadas medidas visando um valor de tarifa mais acessível;

Simeyzon Silveira (PSC)

1 – Envolve ações transversais em parceria com outras secretarias como educação no trânsito;
2 – Transporte de massa com ampliação da rede de ciclovias;
3 – Qualificar os bairros para que a população se desloque menos;
4 - Implantação de bicicletários em espaços públicos;
5 – Ampliar e modernizar a informatização de controle do trânsito;
6 - Educar o motorista e o pedestre e aplicar as leis de trânsito.

Reinaldo Pantaleão (Psol)

1 – Incluir a disciplina Educação para o Trânsito nas escolas municipais e desenvolver campanhas regulares de educação de trânsito para adultos;
2 – Vamos abrir a discussão sobre quem deve pagar o passe livre para o idoso, deficientes e algumas categorias profissionais e meia passagem para estudantes. O benefício hoje é pago pela comunidade mais pobre: os usuários do transporte coletivo. Isso porque o custo é diluído no preço da tarifa. Não é justo;
3 – Implantação dos Corredores Exclusivos e Preferenciais previstos no Plano Diretor de Goiânia ;
4 – Priorização do Transporte Público sobre o transporte particular e do transporte coletivo ao individual ;
5 – Incentivo ao Edifícios Garagens ;
6 – Implantação de rede de metrô de superfície .

José Netho (PPL)

O candidato não apresentou propostas específicas sobre trânsito ou mobilidade urbana no plano de governo enviado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO). A Tribuna entrou em contato com a assessoria, que não enviou a matéria pedida.

Rubens Donizetti (PSTU)

O candidato preferiu enviar para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) um plano de governo restrito. Nenhuma das propostas apresentadas tem relação direta com o tema de trânsito ou mobilidade urbana. A Tribuna entrou em contato com a assessoria, que não enviou a matéria pedida.

Fonte: Tribuna do Planalto

Primavera: chegou o tempo de jabuticaba

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Goianos aproveitam temporada para curtir com família fazendas de Hidrolândia, tido como maior produtor da fruta no Brasil.

É de perder de vista a quantidade de pés de jabuticaba da Fazenda Jabuticabal na GO 319 – km 18, em Nova Fátima, distrito de Hidrolândia, na Região Metropolitana de Goiânia. São 37 mil pés. Atraídos pelas doces frutinhas pretas, nativas da Mata Atlântica, todos os anos cerca de 30 mil pessoas visitam o local quando chega a primavera - época da safra, em que as árvores ficam carregadas.

Em dias mais cheios, geralmente nos finais de semana, o número de visitantes já chegou a três mil. E tem gente que vai mais de uma vez. “Algumas pessoas vêm aqui três vezes na semana nesta época”, conta Paulo Antônio Silva, sócio-gerente da fazenda. Cantores, como Leonardo, Daniel e Di Paulo e Paulino, são frequentadores assíduos do local e vão à fazenda pelo menos uma vez por ano.

O interesse não é só em consumir a fruta, mas também em aproveitar a beleza que as muitas árvores carregadas dão à paisagem. Muita gente leva redes e passa o dia todo na fazenda. E quando os visitantes deixam o local, não o fazem de mãos vazias. Quase todo mundo colhe as jabuticabas e leva para casa porque ainda não matou toda a vontade ou para presentear quem não pôde ir à fazenda. O quilo é vendido a 5 reais.
O bancário Vanderlei de Paula Sobrinho visitava o local neste sábado com a mulher e os filhos Ângela, de 4 anos, e Artur, de apenas 4 meses. “Jabuticaba é gostoso demais. Só este ano é a segunda vez que venho”, conta. A pequena Ângela diz que adora as frutas, mas, principalmente, o local. “Aqui tem rio, peixinhos e sapinhos” afirma, toda serelepe.
A empresária Angélica Borges também levou os cinco netos, a amiga e uma cunhada até a fazenda ontem. “Goiano que não gosta de jabuticaba e pequi não é goiano”, afirma. O neto, Mateus Borges, de 8 anos, concorda. “E este ano elas estão doces e grandes”, observa. As gêmeas Ana Claudia e Maria Clara, de 1 ano e 8 meses, foram outras que se divertiram à beça na manhã de ontem com a natureza e as frutas.

História
Tudo começou em 1947 quando o patriarca da família - que hoje é conselheiro do filho que administra a fazenda – percebeu que a jabuticaba poderia ser lucrativa. Na época, ele vendia frutas na feira em Goiânia. Resolveu plantar jabuticaba em sua propriedade para vender. Em 1966, percebeu que seria interessante abrir o local para os turistas. “O pessoal gosta mais de chupar a fruta no pé”, conta o filho Paulo.

Até o ano passado, a fazenda tinha 31 mil pés da fruta. Este ano, o conselheiro mandou plantar mais 6 mil. “Eu disse que não precisava de mais, mas meu pai é um visionário. Disse para eu plantar que daqui há 20 anos vou mudar de ideia”, explica Paulo. Segundo ele, a cada ano o número de visitantes aumenta. Para atender a demanda, este ano está sendo construído um heliporto, que deve ficar pronto nos próximos dias.

Hoje, além da fruta, quem visita a fazenda ainda encontra geleia, sorvete, bombom, vinho, licor e aguardente. Tudo feito de jabuticaba. Por causa da fazenda, Hidrolândia leva o título de maior produtor de jabuticaba no Brasil. Além de ser apreciada por seu sabor doce, a fruta também faz bem para a saúde: possui uma boa quantidade de vitaminas B e C e é rica em sais minerais, como, por exemplo, cálcio, fósforo e ferro.

Fonte: Jornal O Hoje

Zoo de Goiânia ganha sete novos habitante

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Os quatro filhotes de tigre e os três furões nasceram há mais de mês.

Sete novos animais nasceram no zoológico de Goiânia. São quatro tigre real de bengala e três filhotes de furão. Os animais serão apresentados pela administração do local na manhã de segunda-feira(24) .

Para o diretor do zoológico, Raphael Cupertino, o ambiente, a nutrição e o baixo estresse propiciaram a reprodução. “Os pais desses animais foram recebidos no zoo e tiveram uma ótima aceitação ao novo habitat, prova disso são os filhotes. Os animais ainda inspiram cuidados e os veterinários realizam consultas duas vezes ao dia”, explica.

Histórico

Os tigres de bengala vieram de Santa Catarina e não se conheciam, ao chegarem ao zoológico foram colocados nos recintos separados por uma barreira tendo contato apenas visual. Com o tempo foi retirado o obstáculo e o casal se encontrou resultando na concepção dos quatro filhotes que estão com um mês de vida.

Os tigres de bengala estão ameaçados de extinção como explica o diretor. “Conseguimos realizar o maior objetivo de um zoológico que é a perpetuação das espécies. No final da gestação separamos o macho e a fêmea para que a mãe possa dispor mais cuidados aos filhotes e tenha maior espaço. A dieta da fêmea também foi suplementada para que ela tenha condições nutricionais para oferecer um leite de boa qualidade”, diz.

Já o furão macho vivia no zoo e a fêmea também veio de Santa Catarina foi realizada a aproximação acompanhada por técnicos e veio à surpresa três filhotes que nasceram em 10 de agosto. “Os furões são animais carnívoros e como vivem em tocas na natureza são pouco vistos no zoológico”, pontua. Raphael acrescenta que um fato inusitado acontece com os furões, pois a mãe está estimulando os filhotes a procurar alimentos sozinhos mesmo com pouco mais de 40 dias de nascidos como fazem em seu habitat natural.

Fonte: Jornal O Hoje

PontoaPonto ainda não alcançou popularidade

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O primeiro dia de funcionamento do PontoaPonto mostrou que a população, em geral, ainda está desavisada sobre o uso do sistema implantado nesta segunda-feira, 17, entretanto, alguns começam a ter o interesse despertado sobre a ferramenta que avisa, em tempo real, a situação do fluxo de trânsito nas principais vias da Região Metropolitana. As atualizações são feitas a cada cinco minutos no site da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) – operadora do sistema – e pontualmente por meio do perfil do Consórcio no Twitter.

O HOJE foi às ruas verificar a condição do tráfego e apurar se a população aderiu a essa nova ferramenta. O Centro de Goiânia, onde estão alguns dos principais corredores da cidade, foi o ponto de averiguação da equipe de reportagem. Na Avenida Tocantins, local abrangido pelo PontoaPonto, por volta das 17h30, a velocidade informada pelo sistema era de aproximadamente 10 km/h.

O estudante Adriano Junior, que estava no local e é usuário do transporte coletivo, considerou que a ferramenta deveria ser utilizada para aumentar o número de ônibus nos horários de maior uso e de lentidão, para promover mais adeptos ao transporte público, retirando das ruas, o volume de carros que causam a vagarosidade do trânsito. Para Adriano, com a ferramenta, o usuário dos ônibus pode decidir, quando tiver opções, quais linhas pegar, evitando o grande fluxo. “Eu poderia eliminar a opção que não for mais rápida.”

Os taxistas conduzem, a todo o tempo, pelas vias da cidade. O PontoaPonto atinge diretamente a essa classe. Décio José Ribeiro, taxista, esperava seu próximo cliente e falou ao O HOJE sobre a facilidade da ferramenta, que permite “Escolher uma avenida que esteja mais livre, pra pegar a outra (avenida) desejada”. Décio, no entanto, diz não ter utilizado o PontoaPonto ainda.

Nelson Rodrigues, motorista, aguardava no trânsito lento da Avenida Tocantins. “Goiânia está difícil. É carro demais.” Para ele, é necessário haver uma mudança no comportamento das pessoas, que têm carro para uso individual, causando o afogamento das ruas da cidade. Segundo Nelson, os habitantes da capital não são grandes adeptos do transporte público.

A RMTC informou ao O HOJE que o site www.rmtcgoiania.com.br, por meio do qual é possível utilizar o PontoaPonto, apresentou um crescimento de 233,7% nos acessos à página, de domingo para segunda – quando foi lançado o serviço. Já a conta do Consórcio no microblog Twitter (@rmtcgoiania) teve um tímido aumento de 4,27% nas visitas ao perfil da RMTC de segunda (quando houve o lançamento do sistema) para terça-feira. Os números mostram que a comunidade tem começado a se interessar sobre a situação do trânsito na região.

Fonte: O Hoje

Saia de casa bem informado com o PontoaPonto, o novo serviço da RMTC

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1. O que é o PontoaPonto?

PontoaPonto é um índice de medição da velocidade do trânsito e transporte público nas vias arteriais da capital e Região Metropolitana. Trata-se de informação em tempo real da velocidade do trânsito e fluidez do transporte coletivo nas vias arteriais. A qualquer dia e horário da semana o índice pode ser consultado gratuitamente no site www.rmtcgoiania.com.br direto de qualquer computador ou celular com acesso à internet.

2. Qual o objetivo do PontoaPonto?

O índice tem o objetivo de auxiliar autoridades e formadores de opinião na mensuração, análise e tomada de decisões para melhoria do problema da mobilidade urbana na grande Goiânia. Além disso, poderá contribuir com o deslocamento consciente dos motoristas dos carros, de maneira a facilitar a opção pelas vias menos congestionadas. Periodicamente serão publicados relatórios sobre a fluidez do trânsito e transporte coletivo apontando as evoluções e necessidades de melhorias.

3. Quais informações estão disponíveis para consulta?

Ao utilizar o PontoaPonto você pode acessar as seguintes informações: velocidade média específica de um corredor ou trecho nos sentidos centro-bairro e bairro-centro para ônibus e carros e tempo estipulado para percurso de um corredor ou trecho nos sentidos centro-bairro e bairro-centro para ônibus e carros. É possível selecionar três níveis de informações: geral (do sistema), por corredor e trecho.

4. Como utilizo a ferramenta?

Utilizar o PontoaPonto é muito simples. Basta selecionar o corredor que deseja obter a informação. Ao clicar nele, além da velocidade média em toda a via, você pode selecionar um trecho específico, que corresponde às demais ruas que a compõem. Por exemplo, ao selecionar o corredor “Mutirão-Castelo Branco”, você irá visualizar a velocidade média geral nos sentidos centro-bairro e bairro-centro; sendo possível especificar a informação às Avenidas Bandeirantes, S. Sebastião, Castelo Branco, Praça Ciro Lizita, Mutirão e 85.

5. Preciso de alguma assinatura ou pagar mensalidade para utilizar o PontoaPonto?

Não. O PontoaPonto é uma ferramenta inteiramente gratuita. Para utilizá-la basta um computador ou celular com acesso à internet. O link para acesso está disponível na página principal do site www.rmtcgoiania.com.br

6. Qual o benefício do PontoaPonto para o dia-a-dia?

O PontoaPonto permite que o motorista visualize as dificuldades do trânsito, podendo ao seu livre arbítrio escolher outro percurso provavelmente com melhor fluidez. Lembre-se que a facilidade que o PontoaPonto oferece considera o completo respeito às leis de trânsito.

7. O PontoaPonto está disponível em outras plataformas digitais?

Sim. Você pode receber informações em tempo real pelo nosso perfil oficial no twitter, @rmtcgoiania. Além dos dados já disponibilizados pelo site, você irá ter acesso a notícias, informações instantâneas e alertas sobre estrangulamento no trânsito. Basta seguir @rmtcgoiania.

8. Quantos corredores contarão com o índice PontoaPonto?

O projeto PontoaPonto prevê o mapeamento do índice em 21 corredores de Goiânia e Região Metropolitana. Ao todo, mais de 250km de vias serão contemplados com o índice. São três fases de implantação, sendo a primeira em setembro, a segunda em dezembro/2012 e a última com previsão de finalização até o primeiro trimestre de 2013.

9. Como é estabelecida a velocidade média para os ônibus?

Através do ITS4Mobility, tecnologia sueca disponível em todos os ônibus da RMTC. Todas as vias foram mapeadas e as distâncias entre os pontos foram medidas. Com o mapeamento, a distância entre pontos e as informações geradas pelo sistema de GPS dos ônibus, a velocidade média é calculada. Fatores como horário, sentido da via e o tipo de dia, sendo ele útil, sábado e/ou domingo são fatores importantes considerados para o cálculo.

10. Como é estabelecida a velocidade média para os carros?

A velocidade média dos carros é medida a partir dos mesmos fatores já estabelecidos para os ônibus, com uma diferença: o tempo gasto de parada. Com a velocidade total obtida do ônibus, subtrai-se o tempo de parada nos pontos (o desaceleramento, a parada e a aceleração).

11. A informação é atualizada a cada quantos minutos?

A Informação disponibilizada pelo PontoaPonto é atualizada sempre que os ônibus passam pelos trechos selecionados para verificação da velocidade, em uma média de cinco minutos.

12. Como foi estipulada a classificação “rápida, moderada e lenta”?

A definição baseou-se em definições técnicas relacionadas à velocidade operacional (realizada e ideal) do transporte coletivo.

13. O que significa a classificação “Indisponível”?

Como a velocidade média e o tempo de percurso são calculadas a partir de dados enviados pelo sistema de GPS e monitoramento instalado nos ônibus, a classificação “indisponível” significa que naquele momento não há nenhum ônibus passando pelo trecho selecionado – impossibilitando a definição das informações.

Fonte: RMTC Goiânia

Usuário que for de bicicleta para os terminais terá transporte público gratuito

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Com o objetivo de incentivar o usuário a utilizar a bicicleta como meio de transporte para integração com o transporte coletivo, a RMTC promove, no próximo sábado (22), atividade a favor das comemorações do Dia Mundial Sem Carro. O usuário que for de bicicleta para 10 terminais na Região Metropolitana de Goiânia poderá utilizar o transporte público gratuitamente.

Para participar é muito fácil. Basta preencher uma ficha com dados pessoais e da bicicleta, guardá-la no bicicletário do terminal e pronto. Ao retornar para casa, o usuário recolhe a bicicleta. O objetivo da ação é estimular a reflexão sobre o impacto do uso intenso de automóveis no trânsito de Goiânia, além de promover a qualidade de vida com o uso das bicicletas. Esta é a terceira edição do Dia Mundial Sem Carro em Goiânia. Neste ano, a expectativa é que a ação tenha maior abrangência, já que 10 terminais estão incluídos no evento – sete a mais em relação ao ano passado.

Início do movimento
O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou na Europa ao final da década de 90 e, atualmente, ganha corpo no Brasil. É um movimento de reflexão sobre os problemas causados pelo uso intenso de automóveis e motocicletas como formas de deslocamentos, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis e coletivos – capazes de contribuir significativamente com a melhoria da qualidade de vida das pessoas nas cidades.

Terminais que contarão com ação do Dia Mundial Sem Carro
1. Vera Cruz
2. Recanto do Bosque
3. Maranata
4. Vila Brasília
5. Parque Oeste
6. Araguaia
7. Cruzeiro
8. Bandeiras
9. Garavelo
10. Isidória

Fonte: RMTC

Chuva causa transtornos na capital

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70 equipes estão nas ruas para restabelecer atendimento.

Devido às chuvas, um poste na Avenida Fued Sebba, no Jardim Goiás, mencionou a cair nos carros que passavam pela via. A Celg Distribuição S.A informou que ainda na manhã deste sábado (22) o poste será trocado.

Ainda devido as chuvas, alguns bairros da região noroeste da capital, na saída para Inhumas,  estão sem energia elétrica. Segundo a assessoria de imprensa da Celg, o número exato de unidades consumidoras sem atendimento ainda não foi confirmado, mas a falta de energia é em pontos isolados.  Para restabelecer o serviço, 70 equipes estão nas ruas.

Fonte: Jornal O Hoje

Goiás tem maior saldo de empregos

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Foram criados mais de 4 mil postos de trabalho no Estado no mês passado, alta de 35% frente a julho. Indústria de transformação.

Goiás fechou o mês de agosto com a criação de 4.004 novos empregos formais, respondendo por mais de 50% do total de postos de trabalho criados na região Centro-Oeste. Houve ampliação de 35% em relação ao mês anterior. Os setores de atividade que mais contribuíram para esta elevação foram serviços e a indústria de transformação que juntas criaram 3.385 novos empregos de carteira assinada em Goiás, superando a perda de 1.091 postos no setor agrícola.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados ontem. O Estado respondeu por mais de 50% do total de postos de trabalho criados na região Centro-Oeste que somou 7.881 novos postos. Apesar da queda anual, houve ampliação de 35% em relação ao mês anterior, resultado que também supera o nacional (26%).

O saldo mensal é resultado da declaração de 61.903 admissões e de 57.899 desligamentos. O estoque anual de empregos, de janeiro a agosto, soma 87.189 empregos, acréscimo de 8,8% sobre o período anterior. Nos últimos 12 meses houve crescimento de 5,48% no nível de emprego com a geração de 60.642 postos de trabalho.

Os setores de atividade que mais contribuíram para esta elevação foram serviços e a indústria de transformação que juntas criaram 3.385 novos empregos de carteira assinada em Goiás. O comércio somou com 891 novos empregos. A principal perda veio da agricultura, que perdeu 1.091 postos no mês passado.

O superintendente regional do Trabalho e Emprego em Goiás, Heberson Alcântara, destaca o crescimento do setor de serviços no resultado do Caged de agosto que indica a continuidade da trajetória de crescimento dos últimos meses, impulsionado pelo fortalecimento da confiança no mercado interno e pelo crescimento em todos os setores da economia. “Quando a economia está crescendo, mais agentes tendem a tomar emprestado para investir, antecipar consumo”, explica Heberson.

A maior parte das novas vagas surgiu em Goiânia, que respondeu por 1.967 do total do Estado. Anápolis, Senador Canedo e Catalão vêm logo em seguida com 583, 520 e 275 novos empregos celetistas no mês passado. Morrinhos (-206), Luziânia (-155) e Cristalina (-115) tiveram as maiores quedas em Goiás.

Mais de 160 mil capacitados até 2015

Até 2015, Goiás terá de formar ao menos 161,7 mil trabalhadores em nível técnico, são quase 54 mil profissionalizações por ano em áreas de média qualificação para atuarem em profissões industriais. As principais demandas partirão da indústria de alimentos (cozinheiros industriais), operadores de máquinas para costura de peças do vestuário, mecânicos de manutenção de veículos automotores, padeiros, confeiteiros e afins, trabalhadores na fabricação e conservação de alimentos.

A demanda produzirá oportunidades em ocupações de nível médio, como técnicos de controle da produção; técnicos em eletricidade e eletrotécnica; técnicos em produção, conservação e de qualidade de alimentos; técnicos em eletrônica; técnicos em operação e monitoração de computadores. Os dados fazem parte do Mapa do Trabalho Industrial 2012, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para subsidiar o planejamento da oferta de formação profissional da instituição. A pesquisa inédita também pode apoiar os jovens brasileiros na escolha da profissão e, com isso, aumentar suas chances de ingresso no mercado de trabalho.

Em todo o Centro-Oeste, a indústria vai demandar 383 mil profissionais qualificados. A demanda goiana será a maior, com participação de 42% do total. Em seguida aparecem o Distrito Federal, com 83,1 mil profissionais, Mato Grosso, com 77,4 mil, e Mato Grosso do Sul (61,3 mil).

Em todo o País, a demanda cegará a 7,2 milhões de trabalhadores, 1,1 milhão será por profissionais para ingressarem em novas oportunidades no mercado. O restante já está trabalhando e precisa manter-se qualificado para acompanhar os avanços tecnológicos da indústria.

Matrículas
De acordo com a assessora de Planejamento e Desenvolvimento do Senai Goiás, Maristela Nunes, 100 mil matrículas devem ser abertas esse ano. “Estamos em situação de pleno emprego na economia. O Senai tem feito esforços para tentar qualificar pessoas para o mercado”, diz ela. No ano que vem a previsão é de que outras 150 mil matrículas sejam abertas no Estado. “Goiás é diferente de outros estados e o emprego não se concentra apenas na região metropolitana. Aqui ele se expande por várias regiões”, diz ela, ao justificar a expansão de cursos em várias cidades do interior do Estado.

Entre as ocupações que mais vão demandar cursos profissionalizantes, com mais de 200 horas, o setor de alimentos se destaca. A qualificação de cozi­- nheiro industrial lidera em 25 unidades da federação. Conforme o Mapa, serão necessários 174,6 mil trabalhadores para a indústria de alimentos em todo o Brasil. No mesmo período, o País precisará de 88,6 mil operadores de máquinas para costura de peças do vestuário e 81,7 mil preparadores e operadores de máquinas pesadas para a construção civil. Já entre as ocupações técnicas de nível técnico, o técnico de controle da produção lidera o ranking com demanda de 88.766 profissionais. Atrás, vem a de técnicos em eletrônica com 39.919 .

Segundo Maristela Nunes, 100 mil matrículas devem ser abertas esse ano. “Estamos em situação de pleno emprego na economia. O Senai tem feito esforços para tentar qualificar pessoas para o mercado”, diz ela. No ano que vem a previsão é de que outras 150 mil matrículas sejam abertas no Estado. “Goiás é diferente de outros estados e o emprego não se concentra apenas na região metropolitana. Aqui ele se expande por várias regiões”, diz ela, ao justificar a expansão de cursos em várias cidades do interior do Estado.

Fonte: Jornal O Hoje

Marconi busca nos EUA investimentos

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Governador começa a mostrar potencialidades do Estado a fim de atrair a atenção do empresariado norte-americano .

Recebido no Aeroporto Internacional de Miami pelo prefeito da cidade, Carlos Jiménez, o governador Marconi Perillo manteve ontem os primeiros contatos nos Estados Unidos visando atrair investimentos para o desenvolvimento do Estado de Goiás. Em reunião no próprio Aeroporto, Marconi falou de política com Jiménez, que é descendente de cubanos, e ciceroneado pelo presidente da Norberto Odebrecht, Gilberto Neves, e pelo diretor do Aeroporto, José Abreu, conheceu como funciona o maior aeroporto de cargas do mundo, o segundo em número de passageiros dos Estados Unidos e que tem um movimento comercial anual de 3 bilhões de dólares, transportando 2 bilhões de quilos de mercadorias.

Marconi fez uma apresentação de Goiás, mostrando os números alvissareiros do crescimento econômico do Estado nos últimos anos, destacando a geração de emprego e o crescimento do Produto Interno Bruto, o que deixou impressionados seus interlocutores e extraiu do prefeito de Carlos Jiménez o comentário de que ficou muito impressionado com os números apresentados e também com a desenvoltura do governador de Goiás.

Na oportunidade, Marconi disse que pretende organizar um seminário em Goiás sobre o desenvolvimento do Estado, com a participação de políticos e empresários norteamericanos e representantes dos organismos financiadores como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o Bird (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento). “Vamos buscar uma forma de apresentar as oportunidades que tem nosso Estado aos americanos e saber deles onde os empresários goianos podem investir nos Estados Unidos”, disse o governador, acrescentando que se encarregaria de fazer a interlocução para a participação de técnicos do governo federal nesse seminário. O prefeito Carlos Jiménez se mostrou entusiasmado com a ideia.

Ele disse também que estava ali para conhecer e aprender com o aeroporto Internacional de Miami, porque uma das vocações de Goiás é a de ser pólo de distribuição de cargas para o Brasil e tem já em andamento, em Anápolis, a construção de um grande aeroporto de cargas, com pista de mais de 3.200 metros. Reivindicou a Gilberto Neves a expertise da Odebrecht, que nos últimos 20 anos é a empresa que faz as reformas e ampliações do Aeroporto de Miami, para auxiliar o governo de Goiás na implementação desse futuro aeroporto goiano, ressaltando que a empresa, através do Consórcio Odebrecht/Via Engenharia, é responsável pelas obras do novo aeroporto de Goiânia, que devem ficar prontas em 2014.

Acompanhado pelo secretário da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, e alguns empresários goianos, Marconi conheceu o funcionamento do metrô da cidade e o sistema de ligação viária com o aeroporto, inclusive como funciona a locação de automóveis do terminal.

Em seguida, Marconi e comitiva visitaram o atelier do artista plástico brasileiro Romero Brito, que é muito conhecido e prestigiado nos Estados Unidos.

Fonte: Jornal O Hoje

Super-heróis viram atração no Vaca Brava

11:25 0 Comments A+ a-




Personagens dos quadrinhos encantam quem por eles passa. Reproduções, de autoria do artista plástico Aucizer.

Quem caminhava ou passava o final de tarde no Parque Vaca Brava ontem se surpreendeu ao ver o Homem de Ferro e o Máquina de Guerra, famosos personagens dos quadrinhos. Os super-heróis feitos de material reciclável foram ao parque divulgar o trabalho do artista plástico Aucizer, de 34 anos – que ficou famoso na capital ano passado ao fazer uma réplica em tamanho original do personagem Bumblebee, do filme Transformers, com 6 metros de altura e mais de 800 quilos. Se a intenção era chamar a atenção, a estratégia deu mais do que certo. Crianças e adultos se empolgaram e fizeram filas para fotos. Outros ligavam para os amigos. E os que faziam caminhada viravam o pescoço ao passar pelos dois homens fantasiados.

A professora Claudia Valverde tinha visto na televisão sobre a exposição e disse que os filhos Rafael, de 6 anos, e Pedro, de 4 anos, ficaram ansiosos para ir ao parque. Quando viu os super-heróis Rafael ficou eufórico e não economizou nas fotos. Já Pedro se agarrou à mãe, com medo. Os dois representam bem as reações das dezenas de crianças que se aproximavam para ver o trabalho de Aucizer.

Vinícius, de 4 anos, é tão fã que arrastou a mãe para o parque e levou até a miniatura do Homem de Ferro para sair na foto. “Agora tenho o de brinquedo e o de verdade” diz, empolgado. E teve também adulto virando criança outra vez. É o caso do instalador de alarmes Ricardo Marques, de 23 anos. “Eu sou fã. Vim aqui só para ver. Já falei com o artista. Quero que ele faça uma máscara para eu guardar em casa. E, é claro, vou fazer várias fotos”, afirma. “Ele é pior que menino”, brinca a namorada que o acompanhava.
Aucizer, que utiliza o estilo hiper-realista em suas esculturas, usa a mesma linha nos super-heróis do parque e em outros gigantes que constrói em casa. O plano do artista é abrir uma loja de decoração para festas, principalmente infantis. “Acho que Goiânia tem mercado para isso. Quero fazer algo de verdade e não uma coisa pintada em um pedaço de madeira como a gente vê nas festas por aí, e eu acho horroroso”, conta. As fantasias dos super-heróis do Vaca Brava não podem ser alugadas à parte porque foram feitas sob medida, mas ele já pensa em fazer outras. O aluguel do Bumblebee custa em média R$4 mil por três dias.

Se depender da reação do público do Vaca Brava, a loja vai ser um sucesso. O empresário Claudio Luis passeava pelo parque com a esposa e o filho João, de 4 anos, quando os três se surpreenderam com a presença dos super-heróis. O menino adorou e o pai já pensa em uma surpresa para a festa de aniversário do pequeno, no próximo mês de julho. “Já falei com o Aucizer e já combinamos que vamos alugar os heróis para a festa. O João vai amar”, conta Claudio.

Wallan Júnior, cunhado de Aucizer, é o homem que topou o desafio de se vestir de Máquina de Guerra no parque. Ele conta sobre a experiência: “É muito quente. Mas na hora a gente nem se lembra. É muito bom ver a alegria das crianças”. Além dos baixinhos, Wallan confessa que tem outro motivador para aguentar a roupa pesada e quente. “Eu sou fã do Aucizer, acompanho todos os trabalhos dele. Para mim é uma honra. O cara é o mestre dos magos”, se declara.

“Ainda vou fazer um dinossauro”

Aucizer largou seu trabalho como pintor e escultor em 2010 e resolveu se dedicar a fazer algo grande. A primeira ideia foi um dinossauro. Mas logo pensou no Bumblebee e investiu no gigante - que foi um sucesso. Hoje construir super-heróis dos quadrinhos, de filmes e os que ele inventa é o seu trabalho. Depois da réplica do filme Transformes, que ele demorou quase um ano para construir, ele passou a fazer trabalhos menores para poder expor em espaços que o Bumblebee, literalmente, não cabia.

Quem visita o seu local de trabalho no Parque Real, em Aparecida de Goiânia se impressiona. Sucatas, PVC, cerâmica, borracha e mais materiais que Aucizer compra nas lojas do Setor Campinas ou encontra na rua estão espalhados pelo galpão. Tudo no local é de encher os olhos, principalmente pela riqueza de detalhes das grandes réplicas. E ele faz tudo baseado nas miniaturas de brinquedo. Desde o início do ano está trabalhando em um personagem dele. Pra esse gigante - que ainda não tem nome - fez quatro cabeças até achar uma que encaixasse. “As outras eu aproveito em próximos trabalhos. Sempre serve para alguma coisa. Aqui tudo é aproveitado”, ressalta.

Para os que acharam tudo super legal, o artista faz uma observação. “Isso aqui não é uma terapia, é um trabalho mesmo. Eu vivo disso aqui. Tem hora que estressa. Eu tenho que acordar cedo todo dia para vir para cá. Mas confesso que é apaixonante. Nem sei se é um trabalho. É o que eu sou”, afirma. Sobre um prazo para realizar o plano da loja ele acredita que é melhor não definir um tempo. “Quero fazer tudo muito bem feito. Isso é o que mais importa.” Para ele, além da alegria das crianças e adultos, o maior motivador do trabalho é que enquanto está fazendo uma coisa, já pensa em outra. Apesar do sucesso, Aucizer guarda o sonho inicial: “ainda vou fazer um dinossauro”.

Fonte: Jornal O Hoje

Só 8% das ciclovias saíram do papel em Goiânia

20:18 0 Comments A+ a-



Já se passaram cinco anos desde que o Plano Diretor de Goiânia foi elaborado com previsão de pelo menos 162 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, mas apenas uma extensão de 2,5 quilômetros está disponível para os ciclistas goianienses. A demarcação da obra para construção de um novo trecho de 10,5 quilômetros, que deve ligar o Campus 2 da Universidade Federal de Goiás (UFG), já foi iniciada e a construção deve ser finalizada no fim de 2012. Com isso, apenas 8% dos quilômetros previstos para ciclovias saíram do papel.

Foram mais de quatro anos sem entregar nenhum trecho de faixa preferencial para as bicicletas. A primeira e única já existente foi inaugurada em junho deste ano. O pequeno trajeto que vai do Terminal da Praça da Bíblia, no Setor Universitário, ao final da Rua 10, na Praça Cívica, não é bem visto por muitos ciclistas. Um dos idealizadores do grupo Pedal Goiano, Fernando Accioly, chegou a dizer – apesar de considerar importante a construção do espaço – que o trajeto liga nada a lugar algum.

A tímida presença da via exclusiva para pessoas que preferem fazer o caminho de casa para o trabalho de bicicleta – ou simplesmente um passeio –, pode ser reflexo do descaso da administração pública em executar o que está previsto no Plano Diretor. Os projetos também esbarram em problemas de execução. Exemplo disso, foi o cancelamento da construção do Eixo Guanabara, que ligaria a região noroeste à Praça da Bíblia. O projeto foi engavetada devido a problemas de drenagem.

Por isso, de acordo com a diretora do Departamento de Análise de Aprovação de Projetos da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), Karina Pereira da Cunha Alves, o Plano Diretor deve, em breve, ser revisado. “Vamos tentar planejar algo já praticável.”

Os estudos serão voltados para a compreensão da cidade, com participação de diversos órgãos municipais: Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT), Agência de Obras (Amob), Seplan, Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) e Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC). A intenção é analisar a topografia do possível trajeto, para evitar obstáculos. “O trabalho tem de ser em conjunto. É importante a participação de todos os envolvidos.”

Conscientização

O coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFG e coordenador do projeto da ciclovia que liga o Campus 2 da UFG ao Setor Universitário, Camilo Vladimir de Lima Amaral, disse que é necessário a viabilização não só das ciclovias, “mas também de ciclofaixas nas vias que alimentam as ciclovias”.

O especialista definiu a via exclusiva para bicicletas como uma garantia a mais de segurança para os usuários. “A segurança é resultado de um processo que precisa ser desenvolvido junto à comunidade. A conscientização é importante”, disse.

Com base em dados do Instituto dos Arquitetos do Brasil – Seção Goiás, o grupo Pedal Goiano acredita que existem aproximadamente 240 mil bicicletas na Capital. Ou seja, enquanto o Plano Diretor não é modificado e as obras iniciadas, os ciclistas se arriscam pedalando por ruas que não apresentam sinalização específica.

Fonte: O Hoje