Goiás deve ganhar sua quarta montadora de veículos: Changan

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Após Mitsubishi (Catalão), Hyundai (Anápolis) e Suzuki, em construção em Itumbiara, agora será a vez da montadora Changan desembarcar em terra goiana.

O governador Marconi Perillo (PSDB) e o secretário de Indústria e Comércio- SIC, Alexandre Baldy, assinam nesta segunda-feira (28/5) com empresários chineses e brasileiros protocolo de intenção de investimento para instalação da quarta montadora de veículos em Goiás: a Changan.

Em entrevista à coluna 'Giro', do jornal O Popular, Baldy revelou que o início da produção de carros 1.0 e 1.5 está previsto para 2014.

"Nesta etapa serão criados 1,5 mil empregos. Outros 1,7 mil empregos devem ser criados na segunda etapa, quando a fábrica pretende produzir 100 mil unidades por ano", disse Baldy.

A montadora da China ficou conhecida no País pela marca Chana, que cujo nome acabou sendo trocado, pretende investir US$ 280 milhões na construção de fábrica em Anápolis.

Fonte: Mais Goiás

Pesquisa revela desigualdades

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Censo 2010 coloca Goiânia como destaque quanto à estrutura urbana no Brasil, mas periferia não recebe mesmos serviços.

Goiânia divide com Belo Horizonte (MG) a posição de cidades com mais de 1 milhão de habitantes com melhor estrutura urbana do Brasil. No entanto, isto não imuniza a capital goiana de uma realidade desigual. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados ontem, revelam que quanto maior a renda do goianiense, maior é a taxa de urbanização e presença de infraestrutura adequada em torno de sua residência. Os índices, referentes à luz, asfalto, calçada, arborização e coleta de lixo, por exemplo, decrescem de acordo com o menor salário do indivíduo.

O levantamento Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios avaliou, durante a coleta de dados do Censo 2010, oito requisitos que ilustram a estrutura urbana envolta dos domicílios fixos das cidades brasileiras. Em Goiânia, 348.239 pessoas pesquisadas ganham mais de dois salários mínimos por mês, estão no topo da pirâmide salarial e encabeçam o acesso aos serviços urbanos. Cerca de 99,6% delas têm iluminação na rua onde mora. Além disso, 99,3% têm asfalto, 95,8% possuem calçadas na porta de casa, 99,1% têm meio-fio, 61,2% moram próximos a bueiros e bocas de lobo e apenas 1,27% destes tem lixo acumulado nas proximidades.

Enquanto isso, na base da pirâmide salarial, onde estão 161.901 pessoas, que ganham entre um quarto e metade de um salário mínimo, a taxa de urbanização é menor. Desses, 98,9% possuem luz na rua de casa, 94,5% moram em vias asfaltadas, 77,9% têm calçadas, 93,5% têm meios-fios, 46,3% moram em ruas com bueiros e 3,86%, três vezes mais do que aqueles que ganham mais de dois salários, sofrem com o acúmulo de lixo e entulho nas redondezas. Outro elemento considerado foi a concentração de árvores. Entre os que possuem renda maior, o porcentual de arborização chega a 93,5%. Já entre os menores salários, o índice de cai para 85%.

Realidade
Em Goiânia, o bairro Jardim Goiás, na região sul, revela essa realidade. De urbanização recente e processo de verticalização acentuado, o local apresenta-se com duas partes bem delimitadas. De um lado, a área nobre, com presença de prédios e apartamentos milionários, além da concentração dos serviços, como supermercados, bares, restaurantes e parques; do outro, estão as casas mais simples, que iniciaram o processo de ocupação do bairro na década de 1980 e que sentem na pele a desigualdade imposta pela história e pelas circunstâncias que envolvem o bairro.
O aposentado Rivail de Sousa, de 68 anos, foi o primeiro a construir casa no Jardim Goiás 1, exatamente nos fundos do Parque Flamboyant. A rua onde mora, a 56-A, é simples, estreita e mais carente de estrutura que as outras vias próximas do bairro, onde concentram os prédios e comércios. “Desigualdade tem. Não tem como comparar a minha situação com a dos donos de apartamento.” Segundo Rivail, quando perambula pelo “lado de lá”, o jeito como ele mesmo chama, é perceptível a mudança de ambiente. “Lá é outro clima.”

Diferentemente da rua em que ele mora, as ruas próximas ao Parque Flamboyant, são todas munidas de lixeiras, contêiners, com calçadas regulares, limpas, iluminação em todos os postes e muitas árvores. Na rua do aposentado, não tem árvores, tampouco lixeiras. O lixo é disposto na porta das casas, em sacos amontoados. Pela quantidade, vale deduzir que o caminhão da coleta não passa há algum tempo. Bem próximo, numa rua transversal, lotes baldios viraram locais de despejo, com entulho e móveis velhos, como sofás e camas quebradas. “Se eu pudesse, eu morava de lá”, afirma Rivail.

Fonte: Jornal O Hoje

Pela quinta vez, MPF pede iluminação na BR

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Ação civil é movida contra o Dnit e Prefeitura de Aparecida de Goiânia para trecho da BR-153.

O Ministério Público Federal ajuizou nova ação civil pública para regularizar a iluminação do trecho entre Goiânia e Aparecida de Goiânia da BR-153. Segundo o procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Ailton Benedito, a procuradoria tenta regularizar o trecho há alguns anos. Entre audiências com todas as partes presentes, pedido de ajustamento de conduta e ações civis públicas o MPF soma cinco tentativas de resolver a situação.

O procurador conta que o Ministério Público se envolveu com intensidade nesta causa desde o início do ano passado, quando moveu ações contra as prefeituras de Goiânia, Aparecida e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

Benedito lembra que os três responsáveis recorreram com o argumento de que não havia projetos, orçamentos e licitações, por isso seria inviável a realização do pedido do MPF no prazo estipulado de três meses. A Justiça decidiu em favor dos três e o problema continuou.

“Desta vez, na ação civil, estão especificados os pedidos de licitação, projetos e previsões orçamentárias para custear instalação de equipamentos elétricos e custeio mensal de energia elétrica para que, até 2013, o trecho já esteja em boas condições”, explica o procurador.

Aparecida

O procurador Geral do Município de Aparecida de Goiânia, Tarcísio Francisco dos Santos, informou que ainda não foi intimado e que seria de responsabilidade do Dnit procurar a Prefeitura para dividir as responsabilidades sobre o trecho.

“Apesar de a última decisão judicial ter afirmado que não seria obrigação do município, a prefeitura está disposta a ouvir o Dnit para divisão das responsabilidades sobre a iluminação do trecho”, afirma.

Goiânia

O procurador Ailton Benedito também informou que outra ação civil pública similar à divulgada hoje será direcionada para a Prefeitura de Goiânia, referente ao trecho da BR-153 que passa pelo município.

Já a Prefeitura de Goiânia informou que aguardará a decisão judicial para tomar as medidas cabíveis caso seja responsabilizada pela manutenção do trecho.

Até o fechamento desta matéria, o Dnit não respondeu à reportagem.

Perigo

O Inspetor Álvaro Resende Filho da Polícia Rodoviária Federal afirma que a falta de iluminação no trecho prejudica principalmente os pedestres. “Vários acidentes com ciclistas e pedestres, principalmente atropelamentos, poderiam ser evitados caso a iluminação do local não fosse tão precária”, afirma.

Também segundo o inspetor o trecho foi perdendo a iluminação por ação de vândalos, batidas que causaram danos aos postes e lâmpadas que queimaram. “Já encontramos até pessoas roubando fios dos postes”, conta. Porém, mesmo depois dessa degradação, nenhuma manutenção foi feita no local.

Além de acidentes de trânsito, o inspetor avalia também que a falta de iluminação do trecho facilita a ação de bandidos na região, que também poderia ser minimizada com a regularização da iluminação.

Fonte: Jornal o hoje

Goiânia está entre melhores em estrutura

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Goiânia e Belo Horizonte estão entre as melhores com mais de 1 milhão de habitantes em estrutura urbana, diz IBGE.

Goiânia e Belo Horizonte têm a as melhores estruturas urbanas entre os municípios com mais de 1 milhão de habitantes, segundo a pesquisa do IBGE com base nos dados do Censo 2010.

No outro extremo do ranking, Belém apresentou as piores condições no entorno dos domicílios, com 44,5% deles com a presença de esgoto a céu aberto e 10,4% com lixo acumulado nos logradouros.

A iluminação em todas as ruas é garantida em apenas 1,96% dos municípios brasileiros (109 dos 5.545), segundo a pesquisa. A maior parte deles está localizada no Estado de São Paulo, seguido do Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Um exemplo é Engenheiro Coelho (152 km de SP), onde todas as ruas têm iluminação pública.

Em São Paulo, também estão a maior parte das cidades com todos os logradouros arborizados. No país, 1,08% dos municípios (apenas 60) tem essa condição. Um dos destaques é a cidade de Florínea. Localizada na fronteira com o Paraná, o município é considerado um balneário.

Já os municípios brasileiros com todas as ruas asfaltadas são 0,59% (33), sendo que apenas 0,2% (11) tem todos os endereços identificados em placas e 0,07% (4) tem calçadas. Os Estados que se destacam são São Paulo e Goiás.

Já a cidade de Sucupira do Riachão (559 de São Luís), no Maranhão, é a que tem mais ruas com lixo jogado em terrenos baldios e área verde. Segundo o IBGE, 90,4% dos logradouros apontaram essa condição na época do levantamento. Nenhuma cidade brasileira tem todas as ruas com lixo.

Por outro lado, nove municípios brasileiros (ou 0,16%) tem todos os logradouros com despejo de esgoto a céu aberto. A maioria das cidades está localizada no Estado do Piauí. A pesquisa ainda apontou que dois municípios (0,03%) tem todas as ruas com bueiros.

Fonte: Jornal o Hoje


Ranking:

Identificação do Logradouro ( 1ª Goiânia 94,1% )
Iluminação Pública ( 1ª Goiânia 99,6% )
Pavimentação ( 2ª Goiânia 98,1% )
Arborização ( 1º Goiânia 89,5% )
Bueiros ( 8ª Goiânia 53,1% )
Depósitos de lixo nas ruas ( 1ª Goiânia 2,6% )
Esgoto a céu aberto ( 1ª Goiânia 0,5% )
Meio-fio ( 1ª Goiânia 97,5% )
Calçada ( 4ª Goiânia 88,8% )
Rampas ( 4ª Goiânia 10,2% )

Fonte: Aqui

Pedestres preferem risco a passarelas

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Obra para segurança dos moradores é reinaugurada na BR-153 após um mês, mas não é utilizada.

Após um mês e meio de interdição, a passarela da BR-153 situada em frente à Central de Abastecimento de Goiás (Ceasa), em Goiânia, foi liberada ontem pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Superintendência Regional em Goiás. A via de acesso, que é utilizada por moradores que vivem no perímetro urbano da rodovia, foi interditada no início de abril, depois que um acidente envolvendo uma carreta abalou suas estruturas. Mas, mesmo com o benefício, pedestres ainda optam pelo perigo.

Poucos minutos no local são suficientes para constatar que a maioria dos que precisam chegar até o outro lado da pista não utiliza a passarela. Na tarde de ontem, a equipe de O HOJE observou que, de 15 pedestres que atravessaram a BR, apenas cinco foram pela via de acesso adequada. Os perigos não param por aí. Aparentemente sem nenhum medo de atropelamento, algumas pessoas se arriscam a passar pelo local de bicicleta, seja empurrando ou pedalando, o que proporciona maior risco de acidentes.

O inspetor e assessor de comunicação da Polícia Rodoviária Federal de Goiás (PRF/GO), Jander Costa, avalia o comportamento como motivo de preocupação. “Independente da quantidade de pessoas que não usam a passarela, todas deveriam passar por lá, sem exceções. Ela está ali para isso, para proporcionar a segurança das pessoas e é o caminho ideal para se evitar acidentes e atropelamentos”, garante.

De acordo com Costa, ocorrências de atropelamentos em perímetros urbanos de Goiânia são frequentes. “É comum justamente por isso, porque as pessoas não usam o benefício que está ali para protegê-las e, em outros casos, se arriscam por não ter opção de travessia”, reforça. Com os comércios, empresas e moradias existentes às margens da BR-153, é preciso que mais passarelas sejam colocadas, segundo o inspetor. “Para nós é frustrante saber que o cidadão tem opção de segurança e não faz a escolha certa”, ressalta.

Noite e dia

As travessias perigosas não ocorrem apenas durante o dia, de acordo com o inspetor da PRF/GO. A situação piora nos horários de pico, quando diversos trabalhadores saem do serviço e precisam atravessar a rodovia. “São nesses horários que os riscos aumentam, principalmente nos trechos do perímetro urbano da rodovia onde não há passarelas”, afirma Jander Costa.

Enquanto a passarela em frente ao Ceasa passava por reparos, diversos moradores reclamaram por falta de segurança na hora de atravessar a vida. Agora, com a liberação da passagem segura, o esperado é que os pedestres tenham consciência. “É preciso dar mais importância à vida”, salienta o inspetor da PRF.

Fonte: Jornal O Hoje

Benefícios vão continuar, diz Marconi

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Aparecida, Trindade e Guapó receberam ontem recursos para reformar escolas.

Ao repassar na manhã de ontem, em Aparecida de Goiânia, R$ 8,1 milhões a 76 escolas estaduais, o governador Marconi Perillo (PSDB) garantiu que o governo vai continuar intensificando nos próximos dias um conjunto de ações e benefícios para a população. O tucano negou que a tentativa de deslanchar a agenda positiva do governo tenha relação com o desgaste provocado pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

Nas últimas semanas, Marconi tem anunciado uma sucessão de medidas que contemplam setores considerados prioritários pelo governo. Ontem, o tucano justificou que essas medidas já estavam programadas dentro de um planejamento rigoroso debatido com os secretários. “Desde o ano passado, dissemos que estávamos arrumando a casa, organizando as finanças, fazendo ajuste fiscal para depois iniciarmos a maratona de benefícios, obras e serviços. Estava tudo dentro do programado pelo governo.”

Ao ser questionado se a agenda positiva tem relação com o desgaste provocado pela Operação Monte Carlo, o governador disse que isso é “bobagem”. “O problema é que o governo não tem condição de fazer tudo no primeiro ano. É preciso planejar, organizar as finanças, ter projeto e só depois começar a agir. E é o que estamos fazendo.” O tucano afirmou que algumas pessoas não têm paciência para esperar, mas garantiu que até o final de 2014 quer um governo dinâmico em todas as áreas do Estado.
Ontem, Marconi continuou com a agenda positiva para a Educação, repassando portarias que beneficiam escolas localizadas em Aparecida de Goiânia, Trindade e Guapó. Em Aparecida, 54 escolas estaduais receberam de R$ 100 mil a R$ 150 mil, somando R$ 5,8 milhões.

Ao lado do prefeito Maguito Vilela (PMDB), o governador anunciou que no dia 11 de junho, o governo irá inaugurar uma unidade do Vapt Vupt no Setor Garavelo. “Estamos com muitas parcerias, como o projeto conjunto de construção da Avenida da Paz, que interligará o Centro histórico de Aparecida a Goiânia. Todos sabem que eu e Maguito já disputamos uma eleição para governador. Como agora estamos fazendo essa avenida juntos, nós resolvemos colocar o nome Avenida da Paz. Obrigado pela parceria, Maguito, apesar de sermos de partidos diferentes”, disse Marconi.

Maguito retribuiu os afagos do tucano e reforçou que o governo estadual tem dado muita atenção para Aparecida. “O sucesso de seu governo é o sucesso do nosso povo.”

Após o evento, Marconi seguiu para Trindade, onde também repassou recursos para 19 escolas estaduais. Somente nos últimos 15 dias, 307 unidades foram beneficiadas pelo programa Nossa Escola. Ainda esta semana, o governo vai entregar portarias de benefícios a escolas localizadas em Iporá e Aragarças. Na próxima segunda (28), serão entregues recursos para unidades localizadas nas cidades de Caldas Novas, Palmeiras de Goiás e Rio Verde.
Com os recursos, cada unidade pode promover a reforma que achar necessária, como fazer a substituição de instalações elétricas e hidráulicas, fazer reparos, pintar, construir muros e calçadas. “Estamos fazendo isso confiando na direção da escola e no Conselho Escolar. Assim vamos eliminar a burocracia, promover rapidez no serviço e cada diretor terá a liberdade para investir esses recursos onde achar necessário”, explicou o governador.

Fonte: Jornal o Hoje

Pecuária já não cabe na cidade

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Moradores do Setor Nova Vila reclamam por terem sua rotina completamente alterada durante os dias da exposição.

Os seis primeiros dias de Pecuária já mostram como o evento altera a rotina dos moradores e comerciantes que vivem e trabalham na região do Setor Nova Vila, em Goiânia. O primeiro impacto, segundo os habitantes da região, é no trânsito. O empresário Silvio Carlos Yassunaga Brito, 52, conta que todo ano o movimento em seu açougue, situado na Avenida 1, diminui. A via foi uma das ruas que tiveram o tráfego alterado, já que antes operava nos dois sentidos e, com a feira de exposições, passa a atender somente um. “Para chegar até aqui, os fregueses precisam dar uma volta bem grande”, afirma o comerciante.

“O tumulto é certo e sempre atrapalha muito e por causa da movimentação da Pecuária, o povo evita passar por aqui”, conta Silvio Carlos. De acordo com o comerciante que atua no mesmo local há mais de 30 anos, o que mais atrapalha é a carga e descarga de produtor que vão para a feira. “Os caminhões param na rua, em cima das calçadas e nada acontece. Mas o motorista que parar aqui na rua é multado”, frisa. Para ele, a solução seria mudar a Pecuária de local. A auxiliar de enfermagem Arilena Faria Duarte, 30, mora na Avenida Armando de Godoy e conta que nos três primeiros dias do evento não conseguiu dormir. “Foi um tormento, à noite tinha muitos carros de som aqui, barulho nas ruas.”

A criminalidade também é um dos problemas enfrentados pela população da região. Arilena afirma que a criminalidade aumenta assim que começa a Pecuária. No entanto, a moradora garante que este ano “está mais tranquilo”. “Aqui, para melhorar, é só mudando de lugar mesmo, do contrário, não tem jeito.”
De acordo com o supervisor da Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT) de Goiânia, Raimundo Abidoral, a movimentação é intensa quando há shows. “Nesses dias, o trânsito realmente fica sobrecarregado porque o público é grande”, salienta. Ele garante que a população tem respeitado as proibições e alterações feitas no local. Segundo o supervisor, a infração de maior reincidência é avançar o sinal vermelho. “São aplicadas, em média, de 15 a 20 multas por dia nesses dias do evento”, revela.

A orientação da AMT é usar o bom senso. “No dia que tiver show, não venha cada um em seu carro. Revezem e encham apenas um veículo porque não há espaço para todos. O táxi também é uma opção para esses dias”, recomenda Abidoral. Ele ressalta, ainda, que é importante que os motoristas respeitem as sinalizações no local.

Flanelinhas
Desde o primeiro dia de Pecuária três pessoas já foram detidas por atuarem como flanelinhas naquela região, mas foram liberadas em seguida. O supervisor geral do policiamento na Pecuária, capitão Luiz Alberto Rodrigues Júnior, explica que os proprietários dos veículos não vão à delegacia para registrar queixa. “Não há crime sem vítima e o que os flanelinhas fazem é um crime de extorsão”, afirma. Segundo o policial, “só de a Polícia Militar avisar que faria a Operação Flanelinha o número de pessoas trabalhando no lugar caiu”.

A recomendação da Polícia Militar é que os condutores denunciem o crime. “Prometa que vai pagar e procure o PM mais próximo, logo em seguida”, aconselha o capitão. Cerca de 300 policiais militares trabalham todos os dias durante a feira de exposições, segundo Luiz Alberto.

Fonte: Jornal o Hoje

Só parte do Mutirama será entregue

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Prefeitura garante finalização da área destinada à implantação dos brinquedos pagos. Demais locais do projeto inicial sem definição.

O Parque Mutirama deve ser inaugurado e aberto para o público no próximo mês, conforme prometeu o prefeito Paulo Garcia. Segundo o sócio-diretor da Astri Decorações, Adilson Capel, exceto o teleférico, todos os brinquedos já estão montados e em fase de testes. Como, de acordo com ele, cerca de 95% das obras estão prontas, o parque deve mesmo ser entregue à população em junho. No entanto, o que ficará pronto é apenas parte da primeira área – das três previstas no projeto inicial –, onde ficarão os brinquedos pagos.

No lançamento da reforma do parque, em abril do ano passado, o prefeito apresentou um projeto segundo o qual o parque passaria a ter três espaços: na área um, além dos brinquedos pagos, deveria haver um espaço para as universidades e uma estação de ciências. A área dois seria destinada à implantação dos brinquedos de uso gratuito e espaços de convivência para a família. Na área três deveriam ser implantados equipamentos esportivos. Adilson Capel informou que não tem conhecimento sobre o andamento das obras das duas últimas áreas e que o espaço das universidades ainda está em fase de discussão com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

O projeto também previa um estacionamento com 1.200 vagas. Mas, de acordo com Adilson, o que será entregue no mês que vem é um com capacidade para 58 ônibus de excursão escolar. “Acreditamos que esse será o principal público do parque”, explica. Segundo ele, outras melhorias, como áreas de reciclagem de lixo, miniestação de tratamento, coleta das águas pluviais e mais integração e exploração dos espaços como lago e pistas de ciclismo e caminhada – também prometidas no lançamento – deverão ser construídas nas próximas fases da obra. “Mesmo assim eu acredito que as pessoas não vão ficar decepcionadas de vir ao Mutirama com apenas essa parte pronta”, afirma.

Fonte: Jornal o Hoje

Obras do Corredor Universitário alteram rotas de linhas de ônibus

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Em função das obras no Corredor Universitário, a Agência Municipal de Trânsito,Transportes e Mobilidade (AMT) comunica que a Avenida Universitária/Rua 10 estará interditada, logo abaixo da Praça Cívica, a partir desta quinta-feira, 24. O trecho estará fechado até o dia 2 de junho. Sendo assim, a agência de trânsito montou as seguintes opções de desvio (ver mapa):

O condutor seguirá o seguinte trajeto: Ruas 14, 19, 15, Alameda Botafogo, Rua 21, Rua 233, retornando para a Avenida Universitária. Os motoristas que acessarem a Rua 20, não terão como circular pela Avenida Universitária no sentido centro/bairro.

A outra alternativa é acessarem a Rua 83 seguindo sentido Cepal, Rua 243,1ª Avenida e Praça Universitária. A avenida estará bloqueada por trechos, que serão liberados à medida que as obras forem avançando. Agentes de Trânsito estarão no local orientando os motoristas.

A partir de segunda-feira, 28, a Avenida Universitária será interditada em direção à Praça da Bíblia. Sendo assim, o motorista deverá acessar a Praça da Bíblia pela 5ª Avenida e Avenida Anhanguera.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

Hot Park instala novo toboágua de 32 metros inspirado na Disney

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Cheio de suspense e emoção, o brinquedo é totalmente tematizado e está ambientado ao redor da estória de uma vila de pescadores abandonada.

O parque aquático Hot Park — ao lado do Rio Quente Resorts — inaugurou, neste sábado (19), sua nova mega atração. Um toboágua de 32 metros de altura e 146 metros de comprimento, que recebeu o nome de Xpirado pelos fãs do parque no site e nas mídias sociais, e contou com investimento de R$ 8 milhões. A nova atração ocupa uma área superior a 3.370 metros quadrados, e promete ser uma das maiores atrações de entretenimento em parques aquáticos do Brasil.

Cheio de suspense e emoção, o brinquedo é totalmente tematizado e está ambientado ao redor da estória de uma vila de pescadores abandonada, da qual os moradores tiveram que fugir de suas casas por conta dos ataques de piranhas assassinas no lago.

O clima de suspense toma conta logo no pré-show. O sistema Blu-Ray 7.2, equipamento profissional de cinema, transmite com toda a qualidade o vídeo que conta a estória. Em seguida, o visitante depara-se com a tenebrosa Vila das Almas, abandonada por seus moradores. No local estão as casas de pescadores, uma igreja, um mirante, uma longa ponte tenebrosa sobre o rio quente e o lago cheio de piranhas.

No caminho da Vila das Almas até a torre do toboágua, um sistema de som permeia toda a atração com mensagens aterrorizantes e de suspense, gritos súbitos e gargalhadas realmente assustadoras. Placas ao longo do caminho alertam os visitantes: “Suas chances de desistir estão acabando”, “As piranhas estão loucas de fome”, “Vai encarar?”.

Ao chegar no tobogã, o visitante depara-se um brinquedo realmente radical em formato de S logo no início da descida, seguido de uma forte queda que dá a sensação de levitação do corpo. Na sequência um jato de água gelada é disparado no final do trajeto. Os visitantes chegam ao lago em 17 segundos e são recebidos por um salva-vidas que os orienta a sair rapidamente da água, antes que sejam devorados pelas piranhas, como aconteceu com os pescadores.

“Buscávamos uma novidade para o parque e nos inspiramos muito no conceito que a Disney utiliza em suas atrações, nas quais todas têm a sua estória. Já na entrada do brinquedo, o visitante passa por um pré-show, onde tem contato com a tematização, sonorização e mensagens que dão magia ao brinquedo”, destaca o diretor de Experiência Marketing e Vendas, Manoel Carlos Cardoso. “Não existe nada parecido no Brasil. O Xpirado é inovador, com padrão internacional, e atende ao lazer de toda família”, completa.

A mega atração atende também os padrões para pessoas com necessidades especiais, com rampas e o pré-show desenhado para acesso dos visitantes com dificuldades de locomoção.

O novo brinquedo também resgata o regionalismo do Centro-Oeste brasileiro a partir dos elementos usados na concepção do projeto. Foram dois anos para criação e execução da obra, que envolveu uma equipe multidisciplinar composta por arquitetos, designers, engenheiros, biólogos, cineastas, publicitários, entre outros.

Esta é a segunda novidade apresentada este ano pelo Grupo Rio Quente, que administra o complexo. Em março, foi inaugurado o Rio Quente Cristal Resort, um hotel premium com investimento de mais de R$ 63 milhões.

Fonte: Panorama Brasil

Marconi leva obras a Mineiros e região

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Governador anunciou ainda a construção da GO-341, com extensão de 102 quilômetros.

Em companhia da prefeita Neiba Barcelos, de Mineiros, o governador Marconi Perillo lançou ontem de manhã as obras do Rodovida urbano, a ser desenvolvido em parceria com a prefeitura, para a pavimentação asfáltica dos bairros Iores, Setor Aeroporto e Parque São José, orçadas em R$ 2 milhões.

Anunciou ainda a construção da estrada que liga Mineiros a Cabeceira Alta, numa extensão de 102 quilômetros.
Marconi e comitiva, composta pelos deputados federais Leonardo Vilela e Vilmar Rocha, também secretário-chefe da Casa Civil, Jayme Rincón (Agetop), Sérgio Cardoso (Extraordinário) e do vice-presidente da Goiásindustrial, Aderaldo Barcelos, ex-prefeito e marido da atual prefeita, dentre outras autoridades locais e regionais, lançaram também as obras do Rodovida no município, para reconstrução da GO-341, estendendo a malha rodoviária até a divisa com Mato Grosso.

Dirigindo-se à população local, o governador manifestou o desejo de deixar encaminhado todo o processo para que até 2014 a cidade de Mineiros esteja 100% pavimentada. Nesse intuito estão incluídos R$ 2 milhões de emendas do Orçamento Geral da União (OGU), anunciados pelo deputado federal Leonardo Vilela, que, em parceria com o governo do Estado e prefeitura, serão utilizados para pavimentar mais três bairros. Mesmo assim, ainda faltarão 500 mil metros quadrados para asfaltar totalmente a cidade. Por isso, Marconi fez o compromisso da repassar, até 2014, mais R$ 3 milhões, suficientes para pavimentar 150 mil metros quadrados. Leonardo disse que trabalhará para inserir no OGU mais outros R$ 3 milhões, e o restante será pactuado com quem assumir a Prefeitura no início do próximo ano.

Aeroporto
Marconi se comprometeu também a concretizar o projeto do novo aeroporto local, a continuar a GO-194, dos distritos de Portelândia a Ponte Branca, e a construção da GO-306, de Mineiros a Chapadão do Céu, obras que serão realizadas com os recursos do empréstimo de R$ 1,5 bilhão que está sendo pleiteado junto ao BNDES.

A prefeita Neiba Barcelos agradeceu o empenho do governador Marconi, elogiou as administrações dele, que, segundo ela, sempre ajudaram muito o município, especialmente incentivando a industrialização e a geração de emprego e renda, além do “grande empenho” para ajudar a população mais carente com ações sociais. Elogiou o dinamismo de Marconi e citou exemplos da contribuição dele para o desenvolvimento econômico do município, com a instalação do frigorífico Marfrig, da BRF (antiga Perdigão) e da ETH, produtora de álcool.

Fonte: Jornal o Hoje

Caminhões continuam a trafegar

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Apesar de restrição, AMT autua de 4 a 5 veículos pesados em locais proibidos. Reportagem flagrou pelo menos.

A Agência Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (AMT) tem autuado uma média de quatro a cinco caminhões por dia, que insistem em desobedecer a sinalização e trafegar nas avenidas e horários não permitidos. As placas foram instaladas em janeiro deste ano e, após período de adequação e conscientização, agentes começaram a multar no dia 10 de março. Desde então, veículos acima de sete toneladas e com mais de oito metros são flagrados nas avenidas da região central de segunda a sexta-feira, entre 7 e 19 horas, horário de maior fluxo.

As placas foram colocadas em pontos estratégicos, que dão acesso ao Centro de Goiânia. A proibição vale para avenidas 83, 94, 84, Paranaíba com ruas 68 e 6, Assis Chateaubriand com ruas 1 e Gercina Borges, Rua 10 com 233 e Avenida Universitária com a rua 237, a 1ª Avenida e a 5ª Avenida. A AMT considera satisfatório o resultado obtido até então e que a média de multas diárias está dentro do esperado. No entanto, vale lembrar que a quantidade de agentes nas ruas é insuficiente para acompanhar tudo e que basta ficar alguns instantes nos pontos escolhidos para flagrar veículos em situação irregular.

A reportagem de O HOJE escolheu, na tarde de ontem, as proximidades do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ/GO), na Assis Chateaubriand, no Setor Oeste, para acompanhar a obediência dos motoristas. Em uma hora, flagrou-se mais de 15 situações de caminhões pesados e de grande porte passando pela via. O agente e chefe de divisão da área azul da AMT, Abel da Costa Moreira, informa que os locais onde mais se autua são na Rua 3 e Avenida Tocantins. Ambos são pontos de carga e descarga e os caminhões precisam optar por essas vias para entregar encomendas. A Rua 3 funciona como ponto de descarga dos comércios da Avenida Anhanguera, que fica paralela.

A infração, nesses casos, é considerada de porte médio, rendendo multa de 86 reais e 4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A Lei número 9.028, que autoriza a implantação da sinalização, foi sancionada pela Prefeitura de Goiânia em outubro do ano passado. Até ser aprovada, foram longas as negociações com representantes e entidades do setor comercial, contrários à proibição e temerosos de que ela pudesse prejudicá-los. O consenso foi pelo que está em vigência hoje. Abel conta que, na época e no período de adequação, foi preciso usar do argumento de que o acúmulo de caminhões na região central facilitaria a vida do empresário, mas geraria dificuldades para a clientela. “Com trânsito lotado, é claro que fica mais difícil o cliente chegar ao local desejado”, expõe.

Melhorias
Em contrapartida à reclamação do setor comercial, a AMT recebia muitas ressalvas da população que questionavam o fato de muitos caminhões de entrega não pararem no pátio interno das empresas. Fora isso, o agravante maior era a realidade do trânsito na região central. A lei foi criada para melhorar o tráfego, principalmente, de veículos pequenos e evitar grandes filas de veículos em horários de pico. “Um caminhão de mais de oito metros, além de ocupar muito espaço, rouba muitas vagas de estacionamento, o que já está em falta e tornando o trânsito mais lento”, expõe Abel.

A maioria dos caminhões autuados é de outras cidades. Os motoristas alegam que desconhecem a lei. Abel contesta e diz que a sinalização é clara. O agente defende que é visível a melhora do trânsito, mas afirma que, dependendo da situação em que chegar a intensidade do tráfego nas avenidas selecionadas, pode ser que a legislação seja revista e a restrição passe a valer para caminhões menores. O texto da lei respalda a exceção para caminhões destinados à concretagem, caminhões-guindaste, de mudança, transportes de alimento perecível e remoção de terras em obras civis.

Fonte: Jornal o Hoje

9,6 acidentes aéreos por ano

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Média de ocorrências em Goiás é feita com base em levantamento da Anac e revela muitas falhas na fiscalização .

A média  de  acidentes aéreos  em Goiás  envolvendo aviões de pequeno porte e helicópteros é de 9,6 ocorrências para cada ano. Os números fazem parte de  um levantamento  feito pela Agência  Nacional  de Aviação Civil (Anac) nos últimos  cinco  anos,  até 2011, e demonstram também que a região do Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa)  VI  –  que  abrange Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Distrito Federal – é a
segunda  com  o  maior  número  de  acidentes  envolvendo aeronaves, perdendo apenas para a região do Seripa  IV – São Paulo e Mato Grosso do Sul (veja box). Na região, Goiás fica atrás apenas do Mato Grosso.

Nos  cinco  primeiros meses deste ano o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa) já registrou  55  acidentes no Brasil. Um deles foi a queda do helicóptero da PolíciaCivil, que caiu neste mês, e vitimou fatalmente oito pessoas. No ano passado, o órgão registrou um aumento nas ocorrências.  Foram  158 registros contra 110, em 2010.

Apesar  do  aumento  do número de voos e aeronaves, especialistas e fontes da área avaliam que os dados indicam a existência de falhas relativas à fiscalização, que poderia ser mais exigente no sentido do controle das vistorias mecânicas e das negligências humanas. O fato de Goiás receber aeronaves de Estados da Região Norte para serem revisados por empresas goianas  também  foi  apontado como causa relevante.

O coordenador do curso de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica (PUC-GO), professor Raul Monteiro, avalia como significativa  a média de 9,6 acidentes por ano. “Avião não foi  feito  para  cair,  deve-se operar com segurança de A e B.” Ele compara as causas dos acidentes  aéreos  com  a  da maioria  dos  acidentes  de trânsito. “A imprudência é o principal fator. Não agir de acordo com as normas pode ocasionar acidentes relacionados  à  manutenção ou causa operacional.” Ele também mencionou o uso indevido de aeronaves agrícolas. “A Anac acaba encontrando dificuldades para fazer o controle na zona rural.”

O  especialista  acredita que  as  frequentes  ocorrências acontecem por falta de cultura. “A solução  seria  as pessoas  aprenderem  a  ser profissionais da aviação e agir com mais coerência. A decisão é humana, pois uma aeronave só decola após a decisão do responsável, que pode decolar sem fazer a manutenção ou  com  excesso  de  peso”, exemplifica. Também relembrando o acidente que aconteceu no primeiro semestre de  2009  quando  uma  aeronave caiu  em  um  shopping center da capital ele diz que “naquela  ocasião  sequer havia um profissional no comando do avião. São pessoas sem capacitação que colocam em risco a segurança aérea”.

Já para o piloto de avião Raoni Monteiro, a média de acidentes em Goiás não é alta devido o grande número de aeronaves que chegam de outros Estados. “Elas normalmente  já  vêm  com muitos problemas para fazer a manutenção em Goiânia.” Com experiência de seis anos na aviação,  ele  explicou  que Goiás  serve  como ponto de apoio. “Conheço  aproximadamente 13 oficinas que atuam na cidade. As oficinas vão crescendo e os funcionários abrem outras.”

Para sindicato, Anac não é eficiente

A suspensão da licença de funcionamento  da  Empresa de Manutenção Fênix  –  responsável pela revisão dos helicópteros da Segurança Pública de Goiás,  trouxe  à  tona  uma discussão referente ao trabalho  de  fiscalização  realizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O helicóptero da Polícia Civil chegou a entrar no hangar da Fênix quando a empresa estava impedida de atuar na manutenção. A presidente  do  Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Albino, é taxativa com relação à atuação do órgão federal. “Nós podemos afirmar que a Anac não
cumpre seu papel a contento.” Ela opina dizendo que as estatísticas demonstram que a fiscalização  regional  e  de  táxiaéreo é falha.  “Esse último acidente mostra que a Anac se quer  avisou  o  cliente  que  a empresa estava suspensa.”

Ainda disse que o sindicato foi o maior incentivador para a criação  da  Anac, “mas  agora estamos  decepcionados”. Selma lamenta ter de acreditar ser necessário acontecer uma ocorrência  ainda mais  grave para  que  aconteça  uma mudança na fiscalização. Ela relata que nos  últimos  cinco anos os índices negativos ficaram fora do controle. “Os últimos governos não colocaram a aviação aérea nacional como prioridade permanente.”

Com  relação  ao  fato  de  a Região Centro-Oeste ser a segunda com o maior número de ocorrências, ela avalia dizendo que o órgão “não está sabendo dimensionar para os centros onde acontece a maioria dos problemas.”  Afirmou  que existe um déficit de pessoal na Anac, mas que não existe agilidade para que essa  falta  seja suprida com eficiência. “Isso é muito ruim, já que o Brasil tem histórico  bom  no  controle sobre segurança de voo.”

A  reportagem  entrou  em contato com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por telefone e não obteve resposta com relação ao trabalho de fiscalização, quantitativo de fiscais e número de oficinas de manutenção aérea em Goiás. Por e-mail, atendendo um pedido da própria assessoria, foi enviada  uma  solicitação  de quantas aeronaves estão registradas em Goiás, mas também não houve  resposta  até o  fechamento desta edição.

»NA HISTÓRIA
HELICÓPTERO DA POLÍCIA MILITAR
Há quase 12 anos um helicóptero modelo Esquilo Biturbina AS355 da Polícia Militar do Estado de Goiás, com seis pessoas a bordo, caiu na zona rural de Anapólis. A aeronave perdeu o controle e teve de realizar um pouso forçado. Na tentativa, a aeronave capotou lateralmente, ficando seriamente danificada. Os ocupantes tiveram apenas ferimentos.
ACIDENTE NO SHOPPING FLAMBOYANT
Um avião monomotor roubado e pilotado por um homem sem habilitação caiu no estacionamento do shopping Flamboyant. O piloto Cleber Barbosa da Silva, 30 anos, e a filha, Penélope Barbosa Correia, 5 anos, morreram na queda. A aeronave havia sido roubada do aeroclube de Luziânia.
AVIÃO CAI EM SENADOR CANEDO
Em janeiro do ano passado, a aeronave que transportava o neto do governador do Tocantins caiu na zona rural de Senador Canedo, distante 12 quilômetros de Goiânia. Seis pessoas morreram, entre elas Gabriel Marque Siqueira Campos, 12 anos, neto do governador do Tocantins, Siqueira Campos.

Fonte: Jornal o Hoje




União inviabiliza obra da Marginal Botafogo

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De acordo com o presidente da AMOB, Ubirajara Alves Abbud, o Governo Federal recuou após denúncias da obra do Parque Mutirama.

A não prorrogação do convênio entre a Prefeitura de Goiânia e Governo Federal resultou na paralisação das obras da plataforma que fará ligação entre os Parques Botafogo e Mutirama. Até semana passada a Marginal continuava interditada, mas somente as bases para a plataforma foram construídas.

Segundo o presidente da Agência Municipal de Obras, Ubirajara Alves Abbud, os recursos previstos para tocar a obra não chegaram devido à suspensão do convênio. De acordo com ele, 95% da verba para a construção era derivado da União. “Havia R$ 22 milhões de orçamento, destinado para obra, dos quais R$ 4 milhões já estavam em caixa para pagamento”.

Ubirajara acredita que as denúncias em torno do parque criaram um clima ruim e motivaram o Governo Federal a optar pela suspensão. “Esses R$ 22 milhões que tínhamos para construir essa obra, hoje estão suspensos”.

O presidente relembra as denúncias feitas, prisões de funcionários e diz que a União é cautelosa com a liberação de recursos. Para ele, os fatos levaram o Governo Federal a recuar com receio de que a construção pudesse acarretar problemas. “Por medida de cautela eles não renovaram os convênios. Não está em vigor, então não podem repassar recursos. Para repassar os recursos é preciso fazer um novo convênio, o que tinha, extinguiu”.

Em relação às informações de que o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, teria participações na empresa Warre Engenharia, responsável pela edificação da trincheira e da plataforma, Ubirajara Alves Abbud, admite que este é outro ponto que poderá dificultar a conclusão das obras no Complexo Mutirama.

Segundo Alves, assim que surgiu a gravação sobre o interesse de Cachoeira na Warre, o proprietário da empresa, o engenheiro, Paulo Daher foi convocado para explicar o ocorrido. O presidente relata que o Daher descartou qualquer ligação com o Carlinhos Cachoeira. “Se aparecer alguma denúncia mais grave, é claro que o posicionamento da prefeitura seria diferente. Até o momento está no plano das hipóteses”.

Quanto à parte dos recursos da prefeitura que seriam destinados a construção da plataforma, foram direcionados para a construção da trincheira na Avenida Araguaia. No local, as fundações laterais já estão prontas, assim como a escavação. Ubirajara Alves afirma que, caso não ocorra nenhum problema, seja ele jurídico ou técnico, as obras neste ponto ficarão prontas em setembro.

Fonte: Portal 730

Mais de 12 mil visitam Zoológico

22:55 0 Comments A+ a-




Devido à grande procura, o parque foi aberto para um numero maior de visitantes que o esperado no final de semana.

Entre pagantes e não pagantes, um total de 12,5 mil visitantes passaram pelo Parque Zoológico desde a última sexta-feira (18). Segundo informações da assessoria de imprensa da Agência Municipal do Meio Ambiente, o dia mais movimentado foi o último domingo (20), onde transitaram 8,4 mil pessoas pelo parque.

Na sexta-feira, 600 alunos de escolas municipais visitaram o Zoo pela manhã e outros 600 à tarde, de forma gratuita. Além deles, houve o público pagante de 900 pessoas no mesmo dia totalizando 2,1 mil visitantes.

Também segundo a assessoria, o máximo de visitantes estipulado pelo parque foi de 2 mil por dia. Essa quantidade máxima foi atingida no sábado (19). Já no domingo, foi superada em 6,4 mil visitantes. Foi permitida a entrada de mais pessoas devido à grande procura do público, que surpreendeu e superou as expectativas da organização do Zoológico.

Esse limite máximo foi estabelecido devido ao período de adaptação que os animais passam, porém, apesar da grande quantidade de pessoas que circulou no local, eles não apresentaram maior estresse. A assessoria informou que os bichos são monitorados com freqüência, por isso não houve conseqüências negativas para eles.

O Zoológico não abriu hoje, já que é nas segundas que é feita a manutenção, mas volta ao funcionamento normal amanhã. O parque fica aberto à visitação ente 8h e 17h de terça a domingo, com entrada no valor de R$ 2.

Fonte: Jornal O Hoje

4° Rodeio Show de Senador Canedo

12:23 20 Comments A+ a-



Data: 30 de Maio á 03 de Junho de 2012
Local: Antiga estação Ferroviária

- Shows:

30/05 – Marcos Nunes
31/05 - Fernando e Sorocaba
01/06 – Gian e Giovani
02/06 – Israel e Rodolfo
03/06 - Milionário e José Rico

- Ingressos:

R$: 15,00

Pontos de Vendas:

- Tesoura de Ouro

Raiz Coral em Goiânia 2012 - Atlanta Music Hall

12:13 0 Comments A+ a-




Data: 02/06/2012
Local: Atlanta Music Hall
Fone :62) 3257-7000
Site: www.atlanta.art.br

Vem aí show gospel com Raiz Coral, pela primeira vez em Goiânia. Dia 2 de Junho a partir das 19h30 no Atlanta Music Hall.

Atrações:

- Raiz Coral
- Ministério Adventus: Louvor & Adoração
- Novo Canto

Ingressos

Pista: R$ 20,00

Extra Vip: R$ 60,00
- Open Bar: Refrigerante, água, caldos e frios.

Mesa: 200,00 (4 pessoas)
- Open Bar: Refrigerante e água.

Camarote Empresarial: R$ 100,00 (individual de acordo com a capacidade de cada camarote)
- Open Bar: Refrigerante, água, caldos e frios.

- Todos os valores acima são referentes ao 1º Lote.
- Valores sujeitos a alteração sem aviso.

Posto de Venda:

- Bouganville (Stand 3º Piso)
- Rival Calçados
- Tkts Express: (62) 8406-4949
- Ingressos Online (www.ticplus.com/atlanta)

Péricles (Exalta) em Goiânia 2012 - Atlanta Music Hall

12:09 0 Comments A+ a-




Data: 06/06/2012
Local: Atlanta Music Hall
Fone :62) 3257-7000
Site: www.atlanta.art.br

A Atlanta tem o prazer de anunciar o show do Grande Péricles do Exaltasamba!

Ingressos

Vip open bar:
Individual - R$ 40,00 (*referente a meia entrada)
Open Bar de cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Front Stage:
Individual - R$ 60,00
Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.
Mesas:
Para 4 Pessoas - R$ 400,00 e R$ 300,00
- Valores de acordo com a localização.
Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Camarote Empresarial:
Individual - R$ 150,00 ? Valor de acordo com a capacidade de cada camarote.
Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

Lounge Premium:
Individual - R$ 100,00
Open Bar de cerveja, refrigerante, água, suco, Absolut, Old Par, caldos e frios.

- Todos os valores acima são referentes ao 1º Lote.
- Valores sujeitos a alteração sem aviso.


Posto de Venda:
- Rival Calçados
- Tkts Express no Shopping Bouganville (62) 8406-4949
- Academia Body Station

Estado é 11º em acesso à internet

12:25 0 Comments A+ a-



28,9% das residências em Goiás têm computador com acesso à web. Distrito Federal é o 1º do País, com 58,69% dos domicílios.

Goiás ocupa a 11ª posição no ranking dos Estados brasileiros com mais domicílios que têm acesso à internet, com 28,9% das residências. No levantamento sobre quem tem computador em casa, o Estado fica na 10ª posição, com 37,31% dos domicílios. Os dados são do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Distrito Federal é a unidade da federação com mais domicílios que têm acesso à internet, seguido de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. Os piores são Maranhão, Piauí, Pará, Ceará e Tocantins -todos nas regiões Norte e Nordeste.

Entre os 20 municípios brasileiros com maior número de moradias conectadas, São Caetano do Sul (SP) lidera. O ranking é dividido com Vitória (ES), Santos (SP), Florianópolis (SC) e Niterói (RJ), esta última superior à capital, Rio de Janeiro.

Na outra ponta, 18 municípios nos Estados de Piauí, Maranhão, Pará e Amapá não têm acesso à internet. O pior caso é São Lourenço do Piauí (PI), onde apenas 0,43% dos domicílios têm computador, mas sem internet.

Ranking mundial
O Brasil ocupa a 63ª posição no ranking mundial de países com mais domicílios que têm acesso à internet. São cerca de 33% dos 6,192 milhões de unidades levantadas pelo IBGE.

O País está na média mundial, mas poderia estar em posição melhor se não fosse a falta de conhecimento e de interesse da população, segundo o novo mapa da inclusão digital elaborado por FGV (Fundação Getulio Vargas) e Fundação Telefônica.

De acordo com o estudo, 64,6% das pessoas excluídas (6,6 milhões) não sabem ou não acham necessário conectar-se à rede mundial. Mesmo a inclusão de 40 milhões de pessoas na classe C não foi suficiente para ampliar o acesso à internet.

Na comparação com outros países, o Brasil fica atrás do vizinho Uruguai (57ª) e do Chile (53ª) e à frente da Argentina (66ª), do México (89ª), da África do Sul (108ª) e da Índia (126ª). A China não foi incluída no mapa por falta de informações oficiais.

Os quatro primeiros países com mais domicílios que têm acesso à rede mundial são Suécia, Islândia, Dinamarca e Holanda.

Fonte: Redação com FP, O Popular

Defesa do Cerrado deve ganhar força na conferência da ONU

12:23 0 Comments A+ a-




Segundo governador Marconi Perillo, presidente Dilma Rousseff solicitou informações sobre o bioma, para inserir em discurso. Goiás realiza discussões prévias sobre o tema
O Cerrado poderá ser um dos temas de destaque da Rio + 20, Conferência das Nações Unidas Sobre o Desenvolvimento Sustentável, que será realizada entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Ao abrir na manhã de ontem, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, o Seminário Goiás Rumo à Rio + 20, o governador Marconi Perillo anunciou que a presidente Dilma Rousseff solicitou dados sobre o bioma para fazer a sua defesa em discurso no evento, que vai reunir cerca de 200 delegações de várias partes do mundo.

O bioma também será tema de pelo menos três painéis na conferência mundial, os quais vão contar com a presença de representantes de Goiás. “A preservação dos recursos do Cerrado é crucial. Não precisamos mais desmatar”, disse o governador. O seminário, que prossegue ainda hoje, aberto ao público, é uma realização do POPULAR, com apoio do governo de Goiás.

Outra informação sobre a presença de Goiás na defesa do bioma Cerrado na Rio + 20 foi anunciada pelo secretário Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Umberto Machado. Segundo ele, governos dos Estados abrangidos pelo Cerrado estão preparando um fórum para a elaboração de documento que será levado para os debates da conferência mundial. O secretário ressaltou que Goiás foi o único Estado brasileiro que conseguiu fazer uma discussão prévia, no mês de março, durante a Convenção Estadual do Meio Ambiente, com a presença de 600 delegados, quando foi elaborada a Carta do Cerrado “para chamar a atenção da importância da preservação do bioma”.

Coordenador do Seminário Goiás Rumo à Rio + 20, o jornalista Washington Novaes, lembrou que a iniciativa é uma oportunidade excepcional para avançar. Segundo ele, além dos representantes dos cerca de 200 países, a conferência mundial vai contar com a presença de 9 mil pessoas na Cúpula dos Povos, um evento paralelo promovido por organizações da sociedade civil. “Temos de mudar os padrões de consumo. Estamos vivendo a finitude de recursos”, disse o jornalista ao afirmar que as últimas informações sobre economia verde dão conta de que o planeta na atualidade consome 50% a mais de recursos naturais do que consegue repor.

Durante a conferência A Economia Verde na Rio +20, realizada ontem à tarde no Seminário Goiás Rumo à Rio + 20, o professor do Departamento de Economia da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Abramovay, destacou que o principal desafio da Rio +20 é ir além da economia verde. Segundo ele, os primeiros documentos, tanto das Nações Unidas (o chamado rascunho zero, draft zero) como a contribuição brasileira fazem como se a novidade estivesse em associar às inovações tecnológicas que o termo economia verde compreende, a luta contra a pobreza. “Lutar contra a pobreza, ampliar o alcance da ecoeficiência e da responsabilidade socioambiental corporativa é absolutamente imprescindível”, diz.

Setor Rural
Outro conferencista que esteve no evento realizado no Centro de Convenções ontem foi o professor Arnaldo Carneiro Filho, diretor da Subsecretaria de Desenvolvimento Sustentável da Presidência da República. Na conferência Perspectivas da Rio +20, o professor falou sobre os desafios a serem enfrentados pelo setor rural brasileiro, com destaque para a necessidade cada vez maior de eficiência na produção e a crise ambiental.

O seminário Goiás Rumo à Rio + 20 prossegue hoje com a presença do jornalista André Trigueiro, da Globonews, que a partir das 10h30 fará a conferência A Comunicação e a Rio + 20. No período da tarde haverá duas conferências: às 14h00, Aron Belinki, da ONG Vitae Civilis, vai falar sobre a Sociedade e a Rio + 20, e a partir das 15h45, o professor Sérgio Besserman Vianna, sociólogo e coordenador pela prefeitura do Rio de Janeiro, da organização da conferência mundial, que vai discorrer sobre O Que Esperar da Rio + 20.

Fonte: Malu Longo e Camila Blumenschein, O Popular

Zoológico de Goiânia é reaberto ao público

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O horário de funcionamento será de terça a domingo, das 8h às 17h. O ingresso terá o valor fixo de R$ 2,00.

O novo zoológico de Goiânia foi reaberto ao público nesta sexta-feira (18) com mudanças. Segundo a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), 1 mil ingressos serão disponibilizados em cada período para visita ao parque.
O horário de funcionamento será de terça a domingo, das 8h às 17h. O ingresso terá o valor fixo de R$ 2,00. O diretor do zoológico de Goiânia, Rafael Cupertino relatou as principais mudanças no Parque.

Segundo ele, “O carro-chefe foi a retirada de grades e colocação de vidros. Além de tirarmos a imagem de jaula, há a questão da barreira acústica, onde o animal escuta em volume mais baixo dentro do recinto. Além da criação de pontos de fuga onde o animal pode se esconder, caso não queira ser visto”.

Uma das principais mudanças e novidades está no chamado recinto de imersão. Nele, o visitante tem acesso monitorado à diversas espécies de animais sem barreira física. O recinto de imersão deve funcionar em horários específicos, das 10h às 11h e das 15h às 16h.

Fonte: Portal 730

995 pessoas no 1º dia de visitação.

Goianienses puderam, após mais de dois anos, voltar ao Zoo Gyn. População, em geral, aprova modificações realizadas no local.

Enfim, o Zoológico de Goiânia voltou a ter as bilheterias funcionando, ontem. O público pôde, finalmente, ter acesso ao local, após o término das obras de readequação do espaço e mais de dois anos fechado. Ao todo, 995 pagantes, entre crianças, pais e adolescentes visitaram o espaço. Além deles, cerca de 600 estudantes de escolas municipais também marcaram presença, continuando o ciclo de visitas que começou no último dia 5 de maio, quando foi iniciada a reabertura gradativa.

O Zooológico vai funcionar de terça a domingo, das 8 às 17 horas. As pessoas só poderão comprar ingressos, vendidos a R$ 2 e em formato de cartão magnético, até às 16 horas. Depois, não mais, porque o objetivo é não prolongar demais a visita e evitar transtornos para os animais. Crianças de até 3 anos, adultos e deficientes físicos não pagam entrada. Diariamente, serão disponibilizados 2 mil ingressos, sendo 1 mil pela manhã e 1 mil à tarde. Esta quantidade vale, inclusive, para os finais de semana.
O diretor do Zoo, Raphael Cupertino, explicou que a intenção, por agora, é avaliar como vai ser a reação dos animais à visitação pública mantida em torno das 2 mil pessoas. Caso corra bem, pode ser que esse número aumente. Ele se disse satisfeito com a reabertura, a receptividade do público e o resultado da obra, avaliada em R$ 4 milhões e que se prolongou até o último prazo permitido pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), aplicados pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), Ministério Público Estadual (MP-GO) e Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama-GO).

Até o momento, Raphael conta que os animais estão reagindo dentro do previsto. O Zoológico está fechado desde o dia 21 de julho de 2009, em razão das constantes mortes de animais, na época, e estrutura precária. Os bichos ficaram todo esse tempo sem o contato com o público. Agora, para aumentar a interatividade, os ambientes foram estrategicamente planejados e no setor de grandes carnívoros, onde ficam as onças e os leões, os visitantes são solicitados para responderem um questionário de avaliação.

A administradora de empresas, Sandra Maria Gonçalves, de 39 anos, tirou o dia ontem para levar a filha Gabriela, 4, e os sobrinhos Gustavo, 8, e João Lucas, 6, para ver os animais. “Já estava planejando a vinda. Acompanhei pelos jornais a notícia e resolvi trazer eles”, disse. Ela, que conheceu o parque antes das mudanças, avaliou como positiva a obra e, que apesar da demora, valeu à pena. Nos últimos dois meses, 49 animais foram acrescentados ao plantel. Cupertino conta que novas permutas estão sendo negociadas com Zoológicos do Brasil e que devem ser efetivadas em breve.

Fonte: Jornal o Hoje

Corredor Universitário só deve ficar pronto 22 dias depois do previsto

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A Prefeitura de Goiânia tem um desafio a cumprir até o final de junho. A intenção é concluir toda a obra de revitalização e implantar o corredor preferencial de ônibus na Avenida Universitária, entre a Praça Cívica e a Praça da Bíblia. Pretende-se inaugurar tudo por volta do dia 26 de junho. No entanto, responsáveis por acompanhar a evolução da obra reconhecem que, para isso, vai ser preciso trabalhar em regime de força-tarefa, pois há muito a ser feito. Moradores e comerciantes da região, que acompanham o dia a dia da obra, possuem a mesma opinião e desacreditam que o término seja possível no prazo estipulado.

No dia 8 de novembro do ano passado, quando o prefeito Paulo Garcia inaugurou o término da primeira parte da obra, ele declarou que tudo estaria pronto em seis meses, ou seja, até o último dia 8 de maio. O chefe de gabinete da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Sávio Afonso, argumenta que o período chuvoso, no fim do ano passado e início deste, atrapalhou o andamento, retardando a conclusão. “É um desafio. Falta muita coisa a ser feita. Só espero que seja um desafio bom”, diz. A obra está avaliada em R$ 4 milhões, dinheiro proveniente do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano.

A Agência Municipal de Obras (Amob) deve iniciar o recapeamento do asfalto de toda a Avenida no fim deste mês. Para tanto, a Agência Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (AMT) vai interditar a pista, obstruindo a passagem dos veículos. Conforme o planejamento feito, a princípio, a intervenção deve durar em torno de duas semanas e o bloqueio da via vai ser paulatino, feito em trechos. “Deve ser uma quadra por vez. Fechar tudo gera muito problema”, adianta o engenheiro de tráfego da AMT, Sérgio Bitencourt. O motorista goianiense, acostumado a passar pela Avenida, deve ficar atento a isso.

Calçadas

No início dessa semana, os operários da Engel Engenharia e Construção Ltda., empresa responsável pela obra, deram início à recuperação das calçadas e meios-fios na Praça Universitária e arredores, em frente às faculdades da região. Os estudantes chegaram para frequentar as aulas, na segunda-feira (14), em um ambiente preenchido por máquinas, pedaços de concreto e muita poeira. Até os abrigos dos pontos de ônibus foram retirados. Sávio Afonso, da CMTC, explica que as intervenções estão sendo aceleradas na altura da Praça, pois é o ponto mais crítico, com maior circulação de veículos e pessoas. “Concluído ali, fica mais fácil terminar as outras partes”, acredita o chefe de gabinete. O meio da praça deve ser reformado após o término da obra do Mutirama, ainda sem data certa.

No trecho da Avenida que fica entre a Praça Universitária e a Praça da Bíblia nada foi feito, ainda. Os operários atuam, por enquanto, em partes da Rua 10 e próximo às universidades. Sávio calcula que, neste caso, o tempo de trabalho vai ser menor. Primeiro pelo número reduzido de veículos que passam pelo local e, segundo, porque as ilhas são menores e não existem os pit dogs, como na Rua 10, que tiveram de ser demolidos e reconstruídos em modelo padrão. Apesar disso, todo o asfalto do trecho deve ser recapeado até o final de junho, e o andamento da obra prevê a necessidade de se concluir a parte estrutural primeiro para depois revitalizar o asfalto e implantar a sinalização horizontal e a fiscalização eletrônica.

Corredor preferencial vai ser o primeiro instalado em Goiânia

O corredor preferencial da Avenida Universitária, em torno de 2,5 km, vai ser o primeiro de Goiânia. A novidade promete mudanças nos hábitos dos motoristas que sempre passam pela via. A pista será dividida em três faixas, sendo a da direita reservada especialmente para os ônibus e as outras duas para os demais veículos. Para fiscalizar, sistemas eletrônicos e câmeras vão ser colocados em pontos estratégicos. O automóvel que invadir a pista do ônibus e for flagrado pelas filmagens vai ser multado.

O diretor de Infraestrutura Viária da Amob, Leandro Helou, diz que todo o sistema estará instalado até o dia da inauguração. No entanto, as autuações não vão ser imediatas. No início, vai ter um período de conscientização e adaptação do motorista em relação à mudança. A AMT já organiza campanhas de educação para serem veiculadas na mídia. “O veículo não vai poder andar por duas quadras consecutivas na faixa exclusiva do ônibus. Menos que isso, será permitido, para os casos em que houver necessidade de fazer alguma conversão para entrar em pistas que cortam a avenida”, orienta Sérgio Bitencourt.

O projeto prevê a construção de uma ciclovia, que também seria a primeira da capital, com áreas de passeio, quiosques padronizados, bancos de concreto e padronização das calçadas, em modelo sustentável, com maior permeabilidade, piso especial para deficientes visuais e faixas exclusivas para cadeirantes. Isso só foi feito em parte da Rua 10, correspondendo ao trecho inaugurado em novembro do ano passado. Pretende-se ofertar internet sem fio (wi-fi) em todo o corredor. Este é um modelo de trânsito que a CMTC estuda adotar em outros locais da cidade. A intenção é constituir um total de 102 quilômetros de corredores exclusivos. Concluído o da Avenida Universitária, vão faltar outros 99,5 quilômetros para serem implantados.

População sofre com transtornos da reforma

Iniciada no meio do ano passado, a obra na Avenida Universitária sofreu duras críticas pelos transtornos causados à população. Na época, parte da pista ficou interditada e as árvores foram derrubadas, o que gerou, a princípio, certa indignação de quem passava pelo local. Feita a primeira inauguração, em novembro, tudo voltou ao normal, mas agora, os pedestres e motoristas vão ser obrigados, novamente, a conviver com as restrições no trânsito e a poeira na pista.

A retirada dos abrigos dos pontos de ônibus pegou os usuários do transporte coletivo de surpresa. Eles estão recorrendo, agora, ao meio da rua, até mesmo porque as calçadas estão quebradas e cheias de concreto. Além da falta de segurança, a poeira também tem sido um incômodo para estes que se arriscam em aguardar a parada do ônibus. O comerciante Jorge Dias da Silva, de 66 anos, trabalha há 27 anos como vendedor de frutas numa das calçadas da Rua 10. Ele pontua a poeira como maior incômodo, mas acredita que a obra vai melhorar muito a estrutura da Avenida. “Só não acho que vai ser possível terminar tudo até o final do próximo mês”, diz.

Fonte: O Hoje

Marconi anuncia passe livre para estudantes

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Em solenidade esta manhã no auditório Mauro Borges, o governador Marconi Perillo assinou a mensagem de encaminhamento do projeto de lei que cria o Passe Livre Estudantil (PLE). A medida visa conferir a gratuidade do transporte coletivo a 30 mil estudantes integrantes de programas de distribuição de renda, em um aporte inicial de R$848 mil dos cofres públicos.

“A partir de ampla discussão com a sociedade e aprovação pela Assembleia Legislativa, o projeto poderá ser implantado em 65 dias, o que permitirá o uso do benefício já neste segundo semestre”, declarou Marconi Perillo. Mediante estudos de impacto financeiro e de definição da abrangência do projeto foi determinado que neste primeiro momento serão contemplados estudantes da capital e de Aparecida de Goiânia, inscritos nos programas Renda Cidadã, Bolsa Família e Bolsa Universitária. “Nas próximas etapas previstas, pretendemos ampliar a sua abrangência, sempre tendo como pré-requisito a disponibilidade financeira dos cofres públicos”, alegou.

Durante a solenidade, o governador anunciou novidades para os programas que têm a categoria jovem comopúblico-alvo. “A partir de agora o Bolsa Futuro passa a ter mais de 50 mil beneficiários. A Bolsa Universitária já começa a contemplar imediatamente 3 mil estudantes, e em agosto mais 10 mil novos bolsistas. Com isso, vamos ultrapassar os 120 mil beneficiados desde a sua criação em 1999”, calcula.

Marconi evidenciou que a elaboração do projeto resgata mais um de seus compromissos de campanha. “Tornamos realidade mais um compromisso de campanha ao ampliar a mobilidade dos estudantes e incentivar sua assiduidade nas escolas. A nossa efetiva ação demonstra a lisura e seriedade diante dos compromissos firmados perante a opinião pública no processo eleitoral”, refletiu.

Fonte: DM

MP requisitará planilhas da CMTC que justifiquem reajuste da tarifa dos ônibus

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O Ministério Público de Goiás envia nesta sexta-feira (18) um ofício requisitando da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) as planilhas de custo contendo informações técnicas e econômicas que justifiquem o reajuste de 8% da tarifa dos ônibus do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. Conforme a imprensa divulgou nesta quinta-feira (17/5), o novo valor da tarifa (R$ 2,70), teria sido acertado em reunião da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) hoje e programado para entrar em vigor no próximo domingo. Atualmente a população paga tarifa de R$ 2,50.

O ofício, segundo explicam os promotores Érico de Pina Cabral, coordenador do Centro de Apoio Operacional (CA) do Consumidor do MP-GO, e Goiamilton Antônio Machado, promotor de execução da área do Consumidor, será endereçado ao presidente da CMTC, José Carlos Xavier. Foi solicitada resposta em cinco dias.

Quando forem recebidas pela instituição, as planilhas serão enviadas pela Coordenação de Apoio Técnico Pericial (Catep) do MP-GO para análise.

Do Ministério Público de Goiás. (Portal 730)

Tarifa de ônibus sobe para R$ 2,70 a partir de domingo

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A partir de domingo (20), a tarifa paga pelos usuários do transporte coletivo na região metropolitana passará de R$2,50 para R$2,70. A decisão foi tomada hoje (17) em reunião da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo.

Segundo o presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) José Carlos Xavier, o reajuste de 8% está previsto em contrato e, mesmo com o aumento, a tarifa da Região Metropolitana continua menor que a média das capitais brasileiras, que é de R$2,75.

A tarifa do Eixo Anhanguera subirá para R$1,35. Durante a reunião, também foi decidida a criação de uma comissão para julgar as infrações das empresas operadoras, incluindo a Metrobus.

Do G1 GO: Nesta tarde, o Ministério Público de Goiás enviou um ofício requisitando da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) as planilhas de custos contendo informações técnicas e econômicas que justifiquem o reajuste. A promotoria solicitou resposta em uma prazo de cinco dias. As planilhas deverão ser enviadas pela Coordenação de Apoio Técnico Pericial (Catep) do MP-GO para análise.

Fonte: O Hoje

Marginal Botafogo é liberada após 9 meses

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O trecho entre as avenidas Anhanguera e Independência, em Goiânia, foi liberado no início da tarde de ontem.

O trecho da Marginal Botafogo, entre as avenidas Anhanguera e Independência, em Goiânia, foi liberado no início da tarde de ontem. O trânsito no local estava impedido desde agosto do ano passado, em função das obras de construção da passarela, que ligará os parques Botafogo e Mutirama. A liberação das vias estava prevista para ocorrer ainda na parte da manhã, mas um problema com um dos caminhões que retiravam as manilhas que fecham as pistas adiou o trabalho. A expectativa pela liberação durou toda a manhã, mas os motoristas só puderam usufruir da Marginal após as 13 horas.

Em função dos problemas do caminhão, parte da pista (no sentido centro –bairro) ficou coberta por óleo. O Corpo de Bombeiros foi acionado para jogar serragem no local, o que impediria que a pista ficasse escorregadia. Enquanto mecânicos consertavam o veículo, equipes da Prefeitura terminavam o trabalho de limpeza do local. Foi realizada ainda a pintura dos meios-fios e mudanças semafóricas por técnicos da AMT.

A sinalização horizontal das duas pistas (como as faixas seccionadas), segundo informa o engenheiro da Agência Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (AMT), Sérgio Bitencourt, será realizada no período noturno. O trabalho, esclarece Bitencourt, deve durar, no mínimo, uma semana, pois será realizado em toda a extensão da Marginal. Os motoristas também tiveram de conviver com serragem e poeira, o que deixava, principalmente motociclistas e ciclistas, mais atentos quanto a um possível deslize. O problema também deve ser consertado ainda nesta semana.


fonte: Jornal O Hoje

Transporte Coletivo: Melhora deve demorar cinco anos

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Criações de VLT, BRT Norte-Sul e corredores exclusivos podem ser solução para dificuldades dos usuários.

Apesar de ser uma cidade em constante desenvolvimento, Goiânia tem desafios a enfrentar. E, especialmente quando se trata de transporte público, o maior deles se refere à infraestrutura para priorizar as medidas que visam melhorar o serviço ofertado à população da capital e região metropolitana. A afirmação é do presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), José Carlos Xavier, o Grafite. Em até cinco anos, conforme estimativa do órgão, a capital goiana poderá atender a demanda solucionando os maiores problemas enfrentados por aqueles que dependem de ônibus para se locomover.

Uma das principais reclamações dos usuários é sobre a lotação e demora dos ônibus. Para o presidente da CMTC, isso se deve ao fato de que a população tem a sensação de que não há melhorias com o decorrer dos anos. “É cada vez mais complexa a questão do transporte coletivo. Enquanto não houver as mudanças necessárias essa sensação será permanente e nós estaremos sempre correndo atrás do prejuízo.”
Para ele, na atual condição do transporte público em Goiânia e região metropolitana, “o simples aumento da frota não resolveria o problema, só teríamos mais veículos parados nos congestionamentos e não proporcionaríamos qualidade ao usuário”. Cerca de 1.470 ônibus fazem 273 linhas na capital e nos 17 municípios da região. Para ter transporte eficiente, segundo Grafite, são necessárias as criações do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e do BRT Norte-Sul (corredor que ligará o Terminal do Cruzeiro ao Terminal Recanto do Bosque).

Investimento
No mês passado, a presidente Dilma Rousseff assinou portaria que garante a liberação de recursos do PAC Mobilidade Urbana Grandes Cidades para a construção de linhas de metrô e VLT em cidades com mais de 700 mil habitantes. Goiânia está entre os municípios contemplados com a verba e, de acordo com o presidente da CMTC, o investimento possibilitará a criação do VLT e do BRT Norte-Sul. “Os ônibus terão liberdade para fluir nas vias e o tempo de viagem será reduzido. Inclusive já temos condições de fazer a licitação e depois desse processo as obras devem ficar prontas entre um e dois anos.”


No entanto, as medidas não serão suficientes, acredita o presidente da CMTC. De acordo com ele, a cidade possui 102 quilômetros de vias arteriais, por onde transitam ônibus e carros, como, por exemplo, as avenidas T-63, Mutirão, Castelo Branco e Independência. “Essas vias precisam ser tratadas como estamos tratando a Avenida Universitária [no Setor Leste Universitário], onde é construído o corredor exclusivo”, assegura. Segundo Grafite, a criação dos corredores depende do orçamento municipal.


Conforme estudos realizados pela CMTC, atualmente um ônibus que faz a rota Praça Universitária–Terminal da Praça da Bíblia–Praça Cívica gasta 18 minutos. Com os corredores, esse tempo será reduzido para 10 minutos. “Isso é uma amostra do que a iniciativa pode proporcionar à cidade”, garante. A inauguração da obra, que custou R$ 5 milhões, será no dia 22 de junho. “O governo federal passou 30 anos sem financiar nada para o transporte urbano e isso impactou de forma negativa em todo o País e resultou nessa nossa carência. Os investimentos só voltaram agora, com o PAC. A nossa expectativa é que continuem os financiamentos porque é essencial para o desenvolvimento da cidade”, diz.

Fonte: Jornal O Hoje

Construtoras estão de olho no verde

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Procura por imóveis verticais em torno de praças e parques subiu nos últimos 10 anos, valorizando-os em até 30%.

Poucos investimentos têm rendimentos similares aos retornos proporcionados pelos imóveis e, quase todos, não são tão seguros quanto este. Na média, em Goiânia, os imóveis verticais valorizaram 11,26%, conforme o levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), em Goiás. Mas, dependendo da escolha e local, o comprador pode somar a retornos até 30% maiores. É o caso dos prédios ao lado de praças e parques.

E eles se multiplicam à medida que o consumidor passa a exigir mais e o apelo para a qualidade de vida cresce. Ganha quem sabe se aproveitar desse negócio. O aposentado Roberto Martins Ferreira, 64, entende do negócio e há alguns anos comprou um imóvel e pagou por ele R$ 60 mil. Ficou nele por dez anos e, quando viu uma nova possibilidade, melhor, mais confortável e com maior possibilidade de valorização, não pensou duas vezes.

O apartamento antigo ficava perto de um parque, mas não tinha a desejada vista, responsável por valorização três vezes superior à média. Ele vendeu rápido, por R$ 280 mil. Lucro de quase três vezes sobre o que pagou. Comprou outro, ainda no lançamento, de frente para um belíssimo parque com três lagos, espaço para esportes, caminhadas e lazer.

Investiu na velhice, como ele mesmo diz, mas sabe que pode contar com, pelo menos, o dobro do valor que pagou, caso precise se desfazer do imóvel. Isso em pouco mais de um ano no imóvel. O imóvel antigo precisou de dez anos para se valorizar em pouco mais de três vezes. “De modo geral, a valorização para quem compra mal aqui nesse prédio gira em torno de 70% a 100%, a partir do momento que a obra é entregue”, conta. E dá uma dica: “É interessante comprar em locais com potencial de desenvolvimento. Aqui, por exemplo, terá toda sua potencialidade dentro de 7 ou 8 anos.”

Percepção
O diretor de incorporações da EBM Incorporadora, Ricardo Rakuk, lembra que os empreendimentos de alto padrão construídos há 15 anos não eram projetados com essa visão, que considera vista e qualidade de vida. “Somente nos últimos dez anos foi-se percebendo os benefícios dessas áreas e elas passaram a ser determinantes na escolha do cliente”, conta.
A disputa por áreas próximas a parques e praças tornou-se acirrada. Tudo isso visando a valorização do empreendimento, próxima a 100% em pouco tempo, porém são mais caros. “Em média chegam a ser de 10% a 30% mais caros que empreendimentos localizados em áreas comuns”, avalia Razuk.

Fonte: Jornal o Hoje

Metropolitana apresenta projeto de VLT à Caixa

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O secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Silvio Sousa se reuniu na manhã desta terça-feira (08/05) com a superintendente regional da Caixa Econômica, Marise Fernandes de Araújo, e com o diretor de convênios do banco, Luiz Fraissat, para apresentar ao banco o projeto técnico de implantação do VLT Eixo Anhanguera.

Outro assunto abordado na reunião foi a orientação referentes às diretrizes que a Secretaria Metropolitana deverá tomar para receber os recursos autorizados pela presidente Dilma Roussef para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana. Foram liberados do PAC Mobilidade para Goiás, verba total de R$ 430 milhões.

Deste total, R$ 215 milhões e se referem à contrapartida do Governo Federal na obra do VLT Eixo Anhanguera. Os outros R$ 215 milhões serã direcionados para a prefeitura de Goiânia para a construção do corredor de ônibus BRT Norte-Sul.

Fonte: metropolitana.go.gov.br

Radares eletrônicos - Fiscalização ampliada

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A Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop) vai instalar, nos próximos meses, 25 novos equipamentos eletrônicos para controle de velocidade na na GO-070, rodovia estadual que tem número recorde de acidentes. Serão 17 radares fixos e 8 barreiras eletrônicas no trecho entre Goiânia e a cidade de Goiás, que vão monitorar a pista nos dois sentidos. Os equipamentos serão dispostos principalmente no perímetro urbano das cidades de Goianira, Inhumas e Itaberaí.

Os radares e barreiras marcarão velocidades máximas de 40, 60 e 80 quilômetros por hora, dependendo do local de cada um. A menor velocidade será exigida nos perímetros urbanos da rodovia. Segundo a Agetop, até o fim deste semestre, outros equipamentos serão instalados na malha viária, em pontos com grande índice de acidentes.

O diretor de Manutenção e Operação da Agetop, Francisco Humberto Moreira, adianta que a instalação será feita por lotes. O primeiro, com oito radares para pista dupla, será instalado no perímetro urbano de Itaberaí. A intenção, segundo ele, é dar mais segurança para motoristas e pedestres.

Moreira observa que houve uma redução de 48% no número de acidentes na GO-070 desde janeiro do ano passado, quando os equipamentos eletrônicos começaram a ser instalados. Só entre Goiânia e Goianira acontecia, em média, de um a dois atropelamentos por mês. “Desde janeiro não tivemos nenhum acidente assim, o que mostra a eficácia dos radares e barreiras”.

Fonte: Carla Borges, O Popular,

Pelo 3º mês, indústria goiana tem maior crescimento do País

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Setor fechou março com avanço de 24% em relação ao mesmo mês de 2011 e de 6,7% ante fevereiro
A indústria goiana não para de crescer. Pelo terceiro mês consecutivo, o setor teve em março o maior avanço porcentual do País. Puxada pelo setor químico, especialmente o farmacêutico, a atividade industrial avançou 24% em relação ao mesmo período de 2011, enquanto a média brasileira teve retração de 2,1%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação de março com fevereiro, o salto de Goiás foi de 6,7%. A produção industrial vem crescendo nos últimos meses, segundo especialistas, por conta da nova classe C e por reflexos de medidas internas de empresas e de ações do governo federal.

Apenas o setor químico avançou 70,2%. O vice-presidente do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas de Goiás, Heribaldo Egídio, explica que esta expansão da atividade ocorre por conta da alta da demanda.

“No segmento de medicamento, por exemplo, há dez anos, 40% da população não tinha acesso a medicamentos. Hoje, este indicador caiu para 20%. A classe C e D aumentou a renda e passou a se preocupar mais com a saúde. Isso produz reflexo imediato na produção”, explica.

Ele destaca que o ano de 2011 não foi interessante para as indústrias farmacêuticas, o que poderia, em tese, afetar a base de comparação. Com trocas de ministros no governo federal e cortes no orçamento para a saúde pelo Ministério da Fazenda, a produção seguiu em ritmo menor.

Por outro lado, a transferência de parte da produção de algumas empresas do setor de São Paulo para Goiás, no segundo mestre, começou a apresentar resultados só agora. “Algumas empresas passaram a fabricar medicamento de alto valor agregado, na área oncologica e outros, a partir da transferência. Isso contribuiu para a alta”, revela Heribaldo Egídio.

O economista da Federação da Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Cláudio Henrique de Oliveira, por sua vez, ressalta que alterações do câmbio, com dólar mais em conta em março, fizeram o setor farmacêutico importar mais insumos do que no mesmo período do ano passado. Com matéria prima, produziu-se mais.

Para ele, há uma tendência de resultados positivos para a indústria daqui para frente. A diminuição da taxa de juros, o implemento do PAC 2, divulgado no mês passado, e o Plano Brasil Maior, pacote de estímulos para o setor, devem começar a fazer seus efeitos em breve. “Temos perspectivas positivas.”

Distribuição
Embora a indústria farmacêutica tenha contribuído em mais de 90% para o crescimento da atividade em março, outros setores também tiveram sua parcela de responsabilidade. O de alimentos e bebidas, por exemplo, cresceu 7,3% em relação a março do ano passado. A influência veio, em grande parte, pelo aumento na fabricação de molhos de tomate, maionese, refrigerantes e farinhas.

Os demais resultados positivos foram assinalados por minerais não metálicos (28,3%) e metalurgia básica (23,7%), impulsionados em grande parte pela maior produção de cimentos e ferronióbio, respectivamente. Por outro lado, a indústria extrativa (-4,0%) exerceu o único impacto negativo sobre a média global, pressionada principalmente pela menor produção de amianto.

Acumulado
No índice acumulado de 2012, o setor industrial de Goiás avançou 18,8%, impulsionado pela maior produção em também quatro dos cinco setores pesquisados, com destaque para o crescimento de 84,7% da atividade de produtos químicos, com influencia do setor farmacêutico.

Nesse período, o IBGE elenca ainda os resultados positivos vindos de minerais não metálicos (18,1%), indústrias extrativas (4,0%) e metalurgia básica (5,8%). Nos ramos sobressaíram, respectivamente, a maior fabricação dos itens medicamentos, cimentos Portland, amianto e ferronióbio.

Em sentido oposto, a única influência negativa sobre a média global foi verificada no setor de alimentos e bebidas (-6,6%), pressionado em grande parte pelos recuos na fabricação de refrigerantes, leite em pó, cervejas, chope, maionese, molhos de tomates preparados, milho doce preparado e carnes bovinas frescas ou refrigeradas.

Nacional
A produção industrial de março registrou queda em cinco dos 14 locais pesquisados pelo IBGE, conforme foi divulgado ontem. Na média geral nacional, houve redução de 0,5%.

Os recuos foram registrados na Bahia (-1,3%), Minas Gerais (-0,7%) e Santa Catarina (-0,7%). Os Estados do Paraná (9,8%), Goiás (6,7%) e Amazonas (6,5%) assinalaram os resultados positivos mais acentuados.

Fonte: Ricardo César (com FrancePress), O Popular

Fim de buracos é quase impossível

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Recapeamento da malha viária da capital seria a melhor solução, mas sua extensão torna isto muito difícil.

Molas quebradas, eixos danificados, pneus estourados, rodas empenadas, alinhamento e balanceamento desestruturados. Este é o saldo que os motoristas goianienses somam ao enfrentar os buracos espalhados por todas as vias de Goiânia. Problema constante na capital, os estragos no asfalto e os causados por eles são velhos conhecidos do poder público, além de alvo de inúmeras reclamações da população. Mas, mesmo assim, nunca foram tidos como prioridade nos planos de governo da Prefeitura. Mesmo em relação às medidas tomadas para possível solução, o problema permanece, já que as operações de tapa-buracos são apenas uma medida de manutenção, ou seja, paliativa.

Diretor de operações da Agência Municipal de Obras (Amob), Gustavo Zenaltti alega que a dificuldade está em Goiânia ser uma cidade com grande quantidade de ruas e avenidas. “O grande problema da capital é a extensão da malha viária.” Segundo ele, a idade avançada do asfalto também é um dos agravantes. “Tem alguns [asfaltamentos] muito antigos, com mais de 30 anos. Então, não dá para comparar de uma região para outra e dizer da qualidade em geral aqui em Goiânia em comparação às outras cidades”, sustenta Gustavo.

Ele conta que a realização da operação tapa-buracos é necessária o ano todo, e que ela não é intensificada durante os períodos de chuvas. O motivo é que, mesmo que a danificação da malha asfáltica aumente durante os meses chuvosos, os buracos continuam a se formar durante todo o ano, sendo necessária a manutenção da capa asfáltica.

Hoje, a Amob conta com 14 equipes de tapa-buracos, que trabalham todos os dias. E, quanto à qualidade dos serviços prestados por elas, o diretor admite que, “realmente, não é a ideal”. “Pelo trabalho ser muito manual e a demanda muito grande”, justifica.

Ineficiência

De acordo com a doutora em Geotécnica, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Lilian Ribeiro de Rezende, a operação é um serviço de emergência, sendo, portanto, um tratamento paliativo, vez que o buraco representa o último estágio de um problema que já havia iniciado em outra esfera. “O que acontece é que, quando o trabalho não é executado corretamente, se faz necessário lançar mão desta medida”, levanta.

Para ela, “como técnica, deveria haver um investimento na gerência de pavimento, onde é realizada a avaliação estrutural da malha, e onde se descobre a origem do problema, o que está estragado, de fato.” Já para o diretor da Amob, Gustavo Zenalti, “na prática, a melhor solução é o recapeamento, pois este teria a função de reduzir drasticamente a quantidade de buracos”. Entretanto, ele diz que a logística atrapalha o processo. “O ideal seria que pudéssemos recortar tudo envolta do buraco, retirar e recapear o local, mas a demanda é muito grande e trabalhamos de maneira otimizada para atender tudo”, avalia Lilian.

Para que seja considerado de qualidade, um bom pavimento asfáltico tem de apresentar inúmeras camadas abaixo do asfalto, que não é mais do que a “capa” de toda a estrutura, lembra a professora da UFG. A primeira delas, chamada de subleito, é a fundação, vindo, logo em seguida, a base, que sustenta o asfalto. Este processo ainda pode ser incrementado com uma sub-base, o que seria mais resistente.

Fonte: Jornal O Hoje