28 de fevereiro de 2011

Programa Bolsa Universitária realiza sonho de mais de 90 mil estudantes.


Programa Bolsa Universitária realiza sonho de mais de 90 mil estudantes. Com benefício, pessoas que não tinham condições de pagar faculdade conseguiram concluir curso em instituições particulares. Muitos beneficiários se tornaram profissionais bem sucedidos.

Aluguel, transporte, alimentação, água, energia e telefone. A lista de despesas do trabalhador é bem extensa e, muitas vezes, incompatível com o salário. Com tantos gastos, nem sempre sobra dinheiro para investir em educação. Com um salário de R$ 890 por mês, Célia da Silva Marques sustenta a casa e ainda estuda em uma faculdade particular. Ela diz que só conseguiu realizar o sonho de fazer um curso superior porque foi beneficiada com o Programa Bolsa Universitária da Organização das Voluntárias de Goiiás – OVG. “Eu ganho pouco e tenho muita coisa para pagar, sem a bolsa era impossível estudar”, afirma a aluna da Faculdade Padrão.

A mensalidade de um curso superior também pesa no orçamento de quem não é responsável pelo sustento da família. Welerson Martins Siqueira mora sozinho e se mantém com R$ 765 por mês. Ele é aluno do curso de Administração da Faculdade Padrão e deveria pagar uma mensalidade R$ 329, mas paga apenas R$ 79 porque recebe o benefício do governo estadual. “O programa ajuda muito, se não fosse pela bolsa talvez eu tivesse trancado a faculdade”, explica.

O programa foi criado há 12 anos, no primeiro governo de Marconi Perillo, para atender alunos de instituições particulares de ensino superior em Goiás. Nesse período, cerca de 90 mil estudantes se formaram com a ajuda do programa, 70 mil só nos dois governos de Marconi. Atualmente, cerca de 12 mil estudantes recebem o benefício, na capital e no interior.

Muitas pessoas beneficiadas pelo programa alcançaram sucesso profissional. Uma das histórias mais interessantes é a do ex-estudante de Ciências Contábeis que virou professor universitário. Wederson Silva Viana recebeu o auxílio do governo nos dois primeiros anos do curso e se formou em 2007. Dois anos depois, o contabilista começou a dar aulas de Gestão de Negócios aplicados ao Direito na Faculdade Alfa. Para sua surpresa, numa das primeiras turmas teve um aluno ilustre: o governador Marconi Perillo.

“Foi uma responsabilidade muito grande falar de gestão para quem tinha a experiência de dois governos. Foi uma troca de experiências. Acho que aprendi mais do que ensinei”, afirma o ex-beneficiário do programa. Além de professor, Wederson é sócio de um escritório especializado em contabilidade e auditoria. Atualmente, ele ganha 10 vezes mais do que ganhava quando recebia a ajuda do governo. “O programa é fantástico! A bolsa contribuiu para a construção da minha carreira. Sem o benefício, eu teria interrompido os estudos”, diz.

O benefício ganhou destaque nacional e serviu de modelo para o Programa Universidade para Todos – ProUni, do Governo Federal, criado em 2004.O beneficiário do Bolsa Universitária conta com o subsídio de R$ 250, abatidos no valor da mensalidade cobrada pela instituição de ensino aos alunos regularmente matriculados. Em contrapartida, os bolsistas prestam serviço voluntário em entidades governamentais e não governamentais.

O governo estadual considera o subsídio defasado e pretende fazer um cronograma de reajuste do valor do Bolsa Universitária. Assim que conseguir pagar as dívidas deixadas pelo governo anterior e equilibrar as finanças do estado, Marconi Perillo pretende reajustar o benefício para R$ 500. Além disso, o governador tem a intenção de implantar o Bolsa Universitária Integral para beneficiar os estudantes de menor renda. “Durante a campanha eu disse que o estudante realmente pobre, carente, teria bolsa integral. Quando nós tivermos condições financeiras, vamos ter bolsa integral”, garante Marconi.

O programa faz parte de uma série de projetos implantados pelo governo para melhorar a educação em Goiás. Em 1999, Marconi Perillo também criou o Salário Escola para combater a repetência e a evasão escolar. As famílias de baixa renda passaram a receber R$ 120 por mês para manter os filhos na escola. O programa beneficiou mais de 80 mil famílias no Estado, mas foi extinto pelo governo anterior.

O Projeto Educação Inclusiva foi outra ação importante do governo para melhorar a educação no estado. O programa implantado em 1999 garantiu o acesso e a permanência do aluno portador de deficiência no ambiente escolar regular. Os professores foram treinados para lidar com as diferenças e traçar roteiros pedagógicos especiais. O currículo escolar foi alterado para auxiliar a aprendizagem dos portadores de deficiência. O projeto já beneficiou cerca de144 mil estudantes em Goiás e foi reconhecido pelo Banco Mundial por sua importância na promoção da inclusão social.

Reforma Educacional
Nesta gestão, o governo pretende avançar com a implantação da Reforma Educacional que está sendo elaborada pela Secretaria Estadual de Educação. O projeto prevê a criação da Academia de Lideranças para formar gestores educacionais. Os diretores das escolas estaduais vão fazer cursos de qualificação para melhorar a gestão escolar e ainda vão receber bônus por desempenho. “Nós percebemos que quando o diretor tem experiência ou consegue fazer um bom trabalho, a escola se destaca muito”, afirma o secretário Thiago Peixoto.

A valorização dos profissionais é outra prioridade da secretaria. A meta é garantir a todos os professores o piso salarial nacional, que hoje é de R$ 1.024. Numa segunda etapa, Thiago Peixoto quer implantar um piso regional maior do que o nacional. A intenção é motivar o professor para melhorar o desempenho na sala de aula. A Reforma Educacional deve começar a ser implantada no segundo semestre deste ano.

Fonte: Goiás Agora

27 de fevereiro de 2011

Banda Strike em Goiânia 2011


A banda Strike vai se apresentar em Goiânia neste domingo (29) no Arena Music Beer a partir das 16 horas.
O grupo não sobe ao palco sozinho. As bandas Outono’09 (DF), Hazzi (GO), Nova Conduta (GO), Frings (GO) e Club (SP) também vão se apresentar na ocasião. O evento ainda vai contar com discotecagem de DJ Luringa.

Ficha técnica
Local: ARENA Music Beer (Av. T9, 1069 St. Bueno)
Data: 29 de Maio de 2010
Horario: 16hrs
Preco: R$.20,00 (Antecipado)
Posto de Venda: Tribo do Acai e na portaria do evento
Mais Informacoes: (62) 7812-8426

26 de fevereiro de 2011

Goiânia é a 4ª capital que mais criou empregos no país


Goiânia foi a quinta cidade que mais criou empregos no País em janeiro, de acordo com os dados do Cadastro Geral dos E mpregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Considerando somente as capitais, ela ficou em quarto lugar, atrás apenas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Entre as 50 cidades que mais geraram postos de trabalho estão Aparecida de Goiânia em 14º lugar, Anápolis, em 22º, Jataí, em 36º, e Rio Verde, em 38º.

Conforme o levantamento, seis dos dez municípios que mais criaram postos de trabalho com carteira assinada foram capitais. São Paulo lidera, com 20,9 mil vagas - mais de três vezes o número de novos postos criados em Belo Horizonte, a segunda cidade no ranking, com 5,99 mil postos. Excetuadas as capitais, Vacaria (RS) lidera o ranking, com 3,96 mil empregos formais criados em janeiro.

Mercado informal
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse ontem que a taxa de desemprego real, índice que pretende criar até o fim do ano, vai se basear em dados do Caged e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e dará ênfase ao mercado de trabalho informal. Em entrevista após se reunir com empresários na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Lupi defendeu sua iniciativa, embora tenha ressaltado que ela está em fase embrionária.

Na avaliação dele, as instituições que medem a taxa de desemprego atualmente no País utilizam como base para a pesquisa uma amostragem restrita a algumas regiões metropolitanas brasileiras. "A pesquisa de desemprego do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), por exemplo, é feita em apenas sete regiões metropolitanas. Não mostra o Brasil como um todo e não tem uma fotografia mais ampla do processo", afirmou. "Eu acho que para ter a taxa de desemprego real tem de pegar o Brasil inteiro, e é nisso que eu estou trabalhando."

De acordo com o ministro, os índices de desemprego atuais não captam a realidade do mercado informal, de autônomos e de profissionais liberais. "Fala-se muito na mão de obra informal, mas há muita deformação na informalidade. Um autônomo não é formal porque não quer."

Fonte: Jornal o Popular

Jeremy Camp em Goiânia - Tour 2011


Data: 12/05/11
Local: Goiânia Arena
Ás 20 horas

O cantor Gospel Jeremy Camp vem fazer shows primeira vez no Brasil com a sua turnê “We Cry Out” nas cidades de São Paulo, Goiânia e Rio de Janeiro (Belo Horizonte ainda não foi confirmado), trazendo um novo estilo de rock e melodias modernas.

http://jeremycampgoiania.com.br/

Show:
- Jeremy Camp (Atração Internacional )

Ingressos:

Arquibancada:
Meia: R$ 15,00
Inteira: R$ 30,00

Area Vip:
Meia: R$ 30,00
Inteira: R$ 60,00

Camarote extra Vip:
Meia: R$ 50,00
Inteira: R$ 100,00

OBS: Os primeiros 1000 ingressos camarote ganham um DVD promocional

Ingressos:
primeingressos.com/evento.php?id=159

Tour 2011 No Brasil:

12/05/2011 - Goiânia - GO
13/05/2011 - Rio de Janeiro - RJ
14/05/2011 - São Paulo - SP

Breve Mais Informações


Nando Reis e os Infernais em Goiânia 2011


Data: 29/04/11
Local: Sol Music Hall
Ás 23 horas

Show:
- Nando Reis
- Os Infernais

Ingressos:

Vip inteira (não open bar) R$ 60,00
Vip meia (não open bar) R$ 30,00

Extra vip inteira (open bar) R$ 100,00
Extra vip Meia (open bar) R$ 50,00

Ingressos:

primeingressos.com/evento.php?id=151#info

Breve Mais Informações

Goiânia, a principal base da Passaredo?


“Goiás será base de voos da Passaredo''

Empresa já opera 34 voos diários a partir de Goiânia e pretende chegar
aos 40, com novas rotas como Goiânia-Catalão-São Paulo

Ricardo César/Jornal O Popular

Segunda maior empresa aérea do País em voos regionais, a Passaredo
Linha Aéreas adotará o aeroporto Santa Genoveva, de Goiânia, como base
operacional (hub). Isso significa que a companhia vai operar rotas
regionais, numa distância de até 800 quilômetros, a partir de Goiânia
e daqui redirecionar os passageiros para outras capitais brasileiras
ou para o exterior.

"Há uma grande chance de transferir toda nossa base operacional de
Ribeirão Preto para cá e futuramente a administrativa. O que é certo
agora é que Goiânia terá mais um hub da Passaredo", garantiu o
presidente da empresa, José Luiz Felício Filho, em entrevista ao O
Popular.

A Passaredo é a segunda companhia a escolher Goiânia como base
operacional em pouco mais de seis meses. Em julho do ano passado, a
Azul Linhas Aéreas anunciou o início dos voos regionais a partir da
capital para o mesmo ano. A empresa, porém, diz aguardar detalhes
técnicos para operar esses voo, como os projetos das prefeituras das
cidades do interior que receberão as aeronaves.

A Passaredo, por sua vez, quer ligar Goiânia a outras cidades do
interior e a diferentes capitais do País. Atualmente, a empresa faz a
ligação aérea de Goiânia a sete capitais brasileiras, como Cuiabá (MT)
e Curitiba (PR), e a outras quatro cidades do País, como Uberlândia
(MG) e Araguaina (TO). As cidades do interior que provavelmente
receberão os voos com a implantação da base operacional são Caldas
Novas, Jataí e Rio Verde.

Hoje, a Passaredo mantém 34 operações diárias a partir de Goiânia,
tornando a base daqui maior que a de Ribeirão Preto (SP), sede da
empresa aérea. "Pretendemos chegar ao fim do ano com cerca de 40
operações de Goiânia", garante Felício Filho.

Ampliação

Mesmo antes de inaugurar a base operacional, a empresa deve lançar o
voo Goiânia-Catalão-São Paulo em três meses. "Mas com a base, a
Passaredo deve ampliar mais ainda os voos regionais. Em breve, teremos
voos para as principais cidades do Estado", afirma o presidente da
Goiás Turismo, Aparecido Sparapani.

A Passaredo aguarda autorização da Empresa Brasileira de
Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) para construir seu hangar no
aeroporto. O espaço serviria para o treinamento de pilotos e
mecânicos. "A base operacional também servirá para alojar toda a área
técnica e de manutenção", assegura Felício Filho.

Um dos atrativos para a empresa vir para Goiás é um termo do governo
do Estado que garante a cobrança de apenas 3% do Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do querosene de aviação,
contra a atual alíquota de 15%. A lei ainda não foi aprovada pela
Assembleia Legislativa, mas, conforme fontes, deve ir a plenário ainda
esse semestre*.

A empresa também espera a implantação da infraestrutura dos aeroportos
das maiores cidades do Estado, como Itumbiara, Rio Verde e Jataí, onde
planeja estabelecer rotas. "Mas esse não é um problema. Nosso foco é o
desenvolvimento da aviação de média capacidade. Os aeroportos de
Goiás, apesar de problemas com o terminal de passageiros, têm
infraestrutura."

Esses temas foram motivo de reunião entre representantes da
Passaredo com o governo de Goiás, ontem, pela manhã. O governador
Marconi Perillo teria dado as garantias exigidas pela empresa. No
último fim de semana, representantes da GoiásTurismo e da Secretaria
de Indústria e Comércio (SIC) estiveram em Ribeirão Preto para
conhecer o funcionamento e o setor administrativo-operacional da
Passaredo.

A companhia tem atualmente uma frota de 15 jatos de 50 lugares e
deverá encerrar o semestre com 23 aeronaves. São 12 Embraer 145 e 3
Embraer 120, conhecido como Embraer Brasília.

Desde ontem, a Passaredo encerrou as atividades em três cidades do
interior paulista: Marília, Bauru e Presidente Prudente. A alegação
foi de que "as rotas eram de curta distância para operações com os
jatos Embraer ERJ-145 e também por apresentarem demanda insuficiente
para a oferta de 50 assentos "”

Segundo o gerente da política de aviação regional do estado, Alexandre Alberto Guerra do Nascimento, que nos repassou a matéria acima, a informação contida na reportagem está destorcida, sendo que a a Lei já foi aprovada pela Assembléia, faltando somente, a regulamentação da mesma, através de decreto do governador.

Gonte: Gyn Online

25 de fevereiro de 2011

VLT será implantado no Eixo Anhanguera



O governador Marconi Perillo conclamou os membros da Câmara Deliberativa de Transportes da Região Metropolitana de Goiânia – CDTC a concentrar esforços na aprovação de apenas dois projetos para obtenção de recursos do PAC da Mobilidade. Um seria o do VLP – Veículo Leve sobre Pneus (corredor Norte-Sul), sob responsabilidade da prefeitura; e o outro o VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, a ser implantado pelo Estado, que pode custar até R$ 800 milhões. O projeto para o VLT prevê seu funcionamento para o trecho de Trindade a Senador Canedo.

O governador falou sobre o VLT durante a posse do secretário da Região Metropolitana Jânio Darrot, na presidência da CDTC (leia mais). Inicialmente, segundo o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, o projeto vai atingir a extensão do Eixo Anhanguera entre o Padre Pelágio e o terminal do Novo Mundo, numa extensão de aproximadamente 14 quilômetros. O VLT terá capacidade para transporte cerca de 250 passageiros por conjunto, podendo chegar até 300 pessoas. Maranhão explica que este tipo de transporte é uma adaptação dos antigos bondes, com uma tecnologia mais moderna.

Para implantar o sistema em Goiânia será preciso fazer adaptações em toda a extensão do Eixo. “As estações e os terminais serão modificados para ter a tecnologia de acolhimento do metrô,” explicou Carlos Maranhão. O presidente da Metrobus disse que a previsão é de que o VLT fique pronto em até três anos, entre concepção do projeto, engenharia, licitações e execução das obras.

Os recursos do PAC da Mobilidade, que somam R$ 400 milhões, não serão suficientes para as obras deste modal. “Mas será um grande passo. A proposta do Governo não é fazer sozinho nem exclusivamente com recursos federais. A intenção é ir somando estes recursos mais, especialmente, recursos da iniciativa privada numa parceria público privada – PPP. Com estes três parceiros vai ser possível completar esta equação financeira”, adianta Maranhão.

Fonte: Goiás Agora

Capital ganha mais três Viadutos


Go­i­â­nia re­ce­be­rá mais três vi­a­du­tos nos pró­xi­mos dois anos. Um se­rá na rodovia BR-153 e ou­tros dois na Avenida Pe­ri­me­tral Nor­te. Os no­vos vi­a­du­tos têm co­mo ob­je­ti­vo pro­mo­ver mais flui­dez e se­gu­ran­ça no trân­si­to. O pri­mei­ro vi­a­du­to – sob a BR, nas me­di­a­ções da Celg (Rua 117, no Jar­dim Go­i­ás com o Jar­dim No­vo Mun­do) – li­ga­rá a re­gi­ão les­te com a cen­tral e ajudará a desafogar o viaduto da Avenida Anhanguera com a rodovia. O pro­je­to do vi­a­du­to já es­tá pron­to e foi ela­bo­ra­do pe­lo De­par­ta­men­to Na­ci­o­nal de In­fra­es­tru­tu­ra e Tran­spor­tes (Dnit). A obra se­rá exe­cu­ta­da pe­la Pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia, por meio de um ter­mo de co­o­pe­ra­ção téc­ni­ca de do­a­ção de obra.

Co­mo o tre­cho é fe­de­ral, o Dnit ce­deu anuên­cia pa­ra a pre­fei­tu­ra re­a­li­zar a obra. A Pre­fei­tu­ra es­ti­ma que ape­nas na obra do vi­a­du­to se­jam in­ves­ti­dos mais de R$ 4 mi­lhões. A ver­ba é re­cur­so pró­prio do te­sou­ro mu­ni­ci­pal. “O va­lor to­tal po­de ser mai­or. Nes­se to­tal não con­si­de­ra a cons­tru­ção das al­ças que li­gam ao vi­a­du­to, que é res­pon­sa­bi­li­da­de de pre­fei­tu­ra”, ex­pli­ca o prefeito Pau­lo Gar­cia. O iní­cio das obras é pre­vis­to ain­da pa­ra es­se ano.

Garcia ex­pli­ca que o ide­al é a ces­são de­fi­ni­ti­va da BR-153 pa­ra o mu­ni­cí­pio, mas es­sa do­a­ção de­pen­de de ou­tras obras mais am­plas. Res­sal­ta que a pis­ta da ro­do­via, des­de o Va­le dos So­nhos, na re­gi­ão Nor­te da Ca­pi­tal, até Apa­re­ci­da de Go­i­â­nia é um tre­cho em que ocor­rem mui­tos aci­den­tes e até per­da de vi­das. “Há dez di­as, por um pe­di­do da pre­fei­tu­ra, o Dnit si­na­li­zou a ro­do­via e li­mi­tou o tráfego a 80 km/h.”

Pa­ra o pre­si­den­te da Agên­cia Mu­ni­ci­pal de Trân­si­to (AMT), Mi­guel Ti­a­go, o no­vo vi­a­du­to so­bre a BR irá anu­lar o es­tran­gu­la­men­to exis­ten­te na Ave­ni­da Olin­da, que li­ga o Jar­dim Go­i­ás com o Se­tor Água Bran­ca. “A obra irá de­sa­fo­gar o trân­si­to na re­gi­ão les­te da Ca­pi­tal – Con­jun­to Ri­vei­ra, Aru­a­nã, Al­fa­Vil­le, en­tre ou­tros.”

No­vos pro­je­tos
Os ou­tros no­vos pro­je­tos são na GO-080 ten­do co­mo elo a Ave­ni­da Pe­ri­me­tral Nor­te e no en­con­tro des­sa com a Ave­ni­da Go­i­ás Nor­te. Um dos vi­a­du­tos se­rá nas pro­xi­mi­da­des do su­per­mer­ca­do Ata­ca­dão e o se­gun­do, na GO-070, na sa­í­da pa­ra Ne­ró­po­lis. Pa­ra es­sas no­vas obras o Dnit e a Pre­fei­tu­ra as­si­na­ram ter­mo de jun­ção de co­o­pe­ra­ção téc­ni­ca. O mu­ni­cí­pio é o res­pon­sá­vel pe­lo pro­je­to de am­bos os vi­a­du­tos e a exe­cu­ção fi­ca a car­go do Dnit.

“O gar­ga­lo do Dnit é a ela­bo­ra­ção dos pro­je­tos. Com a as­si­na­tu­ra des­se ter­mo a pre­fei­tu­ra agi­li­za­rá o pro­ces­so”, ex­pli­ca o su­pe­rin­ten­den­te re­gi­o­nal do Dnit, Al­fre­do Sou­bi­he Ne­to. O mu­ni­cí­pio tem 180 di­as pa­ra en­tre­gar o pro­je­to pa­ra que a obra se­ja li­ci­ta­da pe­lo go­ver­no fe­de­ral. “Tra­ba­lha­mos em con­jun­to pa­ra que o pro­je­to es­te­ja nas de­ter­mi­na­ções de exe­cu­ção até o iní­cio de 2012.”

O Dnit es­cla­re­ceu ainda que as obras do vi­a­du­to em fren­te a Age­top se­rá rei­ni­ci­a­do após o pe­rí­o­do chu­vo­so, no mês de abril. Alfredo disse que a obra fi­na­li­za­rá em 30 a 40 di­as após o rei­ní­cio. (Ce­ja­ne Pu­pu­lin)

Fonte: Jornal o Hoje

Iniciada obra de Reurbanização

A Pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia ini­ciou on­tem pe­la ma­nhã a obra de reur­ba­ni­za­ção da Ala­me­da Ri­car­do Pa­ra­nhos, no se­tor Ma­ris­ta. Fun­cio­ná­rios da Com­pa­nhia de Ur­ba­ni­za­ção de Go­i­â­nia (Co­murg) co­me­ça­ram a re­ti­rar as gra­mas dos can­tei­ros cen­tra­is e ár­vo­res con­si­de­ra­das ina­pro­pria­das pa­ra o lo­cal. A obra de­ve co­lo­car fim à dis­pu­ta por es­pa­ço en­tre mo­to­ris­tas e at­le­tas na ave­ni­da, prin­ci­pal­men­te nos ho­rá­rios de pi­co. O jor­nal O HO­JE, in­clu­si­ve, já fez ma­té­rias sobre o assunto. A pis­ta, in­clu­si­ve, era uti­li­za­da por aca­de­mi­as da re­gi­ão pa­ra pro­mo­ção de cor­ri­das.

O pro­je­to, que se­rá re­a­li­za­do por meio de par­ce­ria pú­bli­co-pri­va­da, co­nhe­ci­da co­mo PPP, cus­ta­rá apro­xi­ma­da­men­te R$ 700 mil e de­ve ser con­cluí­do em um mês. O pre­fei­to Pau­lo Gar­cia e o pre­si­den­te da Co­murg, Lu­ci­a­no de Cas­tro, lan­ça­ram on­tem a obra em uma ten­da mon­ta­da na pró­pria ave­ni­da.

No pro­je­to es­tão pre­vis­tas a cons­tru­ção de uma pis­ta es­pe­ci­al pa­ra cor­ri­da, com o ob­je­ti­vo de es­ti­mu­lar o há­bi­to já con­so­li­da­do na co­mu­ni­da­de, além de pon­tos de apoio co­mo be­be­dou­ros, ves­ti­á­rios, e uma aca­de­mia a céu aber­to. A pis­ta de cor­ri­da te­rá qua­se dois qui­lô­me­tros de ex­ten­são, par­tin­do da Ala­me­da, até a ro­ta­tó­ria da Ave­ni­da Co­ro­nel Eu­gê­nio Jar­dim.

Den­tre su­as ca­rac­te­rís­ti­cas, es­tá a im­plan­ta­ção de du­as fai­xas uni­di­re­cio­nais, cons­tru­í­das com as­fal­to eco­ló­gi­co (sen­do 20% de pó de pneu usa­do); uti­li­za­dos, por exem­plo, em al­gu­mas pis­tas da ci­da­de do Rio de Ja­nei­ro.

A obra se­gui­rá a mes­ma li­nha de reur­ba­ni­za­ção re­a­li­za­da na Ave­ni­da Go­i­ás, no Cen­tro, na Ave­ni­da Cir­cu­lar, no Se­tor Pe­dro Lu­do­vi­co, e nas ala­me­das Eu­gê­nio Jar­dim e Co­ro­nel Jo­a­quim Bas­tos, am­bas no Se­tor Ma­ris­ta.

De acor­do com Lu­ci­a­no, a obra se­rá re­a­li­za­da por eta­pas com o in­tui­to de não pro­vo­car gran­des al­te­ra­ções no trân­si­to. Agen­tes da Agên­cia Mu­ni­ci­pal de Trân­si­to e Tran­spor­te (AMT) es­ta­rão no lo­cal pa­ra ori­en­tar os con­du­to­res. Além dis­so, a Co­murg acre­di­ta que du­ran­te a exe­cu­ção do pro­je­to, o lo­cal fi­ca­rá in­ter­di­ta­do pa­ra os des­por­tis­tas que uti­li­zam o lo­cal pa­ra cor­rer.

Du­as cons­tru­to­ras, a Opus In­te­li­gên­cia Cons­tru­ti­va e a TCI In­par, ar­ca­rão com os cus­tos em con­jun­to com a Pre­fei­tu­ra. O pro­je­to foi ela­bo­ra­do pe­la Opus, a par­tir de Es­tu­do Con­cei­tu­al Ava­li­a­ti­vo, que con­si­de­rou as ne­ces­si­da­des das pes­so­as e mo­ra­do­res que fre­quen­tam o lo­cal e há mui­to tem­po rei­vin­di­ca­vam a cons­tru­ção de pis­ta de cor­ri­da.

Be­ne­fí­ci­os
Mo­ra­do­ra há se­te anos de uma rua pró­xi­ma à Ri­car­do Pa­ra­nhos, a co­mer­cian­te Ma­nu­e­la Jun­quei­ra Sil­va, 35 anos, co­me­mo­ra o iní­cio das obras. “Cor­ro na ala­me­da há pe­lo me­nos um ano e meio e con­fes­so que mui­tas ve­zes fi­co com re­ceio dos mo­to­ris­tas se dis­tra­í­rem e avan­ça­rem no lo­cal de cor­ri­da. Com a cons­tru­ção des­sa no­va pis­ta eu vou me sen­tir mais se­gu­ra.” Além dis­so, Ma­nu­e­la ava­lia que o lo­cal fi­ca­rá mais va­lo­ri­za­do e se tor­na­rá até mes­mo uma atra­ção tu­rís­ti­ca. (Ma­ri­na Du­tra)

Fonte: Jornal O Hoje

1 milhão O Confessionário - The Pub


Data: 25/02/2011
Evento: 1 milhão O Confessionário
Local: The Pub

O Confessionário tem o prazer de comemorar com seu público, parceiros e amigos a conquista de 1 milhão de acessos em menos de dois anos de existência.

Para esta noite que promete, preparamos um line-up de primeira com o DJ Patrick Costa, Diogo Goyaz e várias surpresas.

DJ: Diogo Goyaz (residente)
DJ: Patrick Costa (residente)

Horário: 23:30 h

Valor:
R$ 15,00 (sem flyer)
R$ 10,00 (com flyer para os 100 primeiros ou até ás 00:30 h)

Valores sujeitos a alteração
Xtras: Na compra de uma garrafa de Espumante (de acordo com a disponibilidade), ganhe outra de brinde.

Equipe O Confessionário
www.oconfessionarionaweb.com

Já se confessou hoje?

24 de fevereiro de 2011

Pecuária de Goiânia 2011 - 66° Exposição Agropecuária de Goiás


A 66ª Exposição Agropecuária de Goiás e a 26ª Exposição Internacional de Animais começa oficialmente amanhã, sexta-feira.

A Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA) reservou aos amantes da música sertaneja grandes shows que vão de 13 a 29 de maio.

Além da programação musical, haverá também leilões, feiras e exposições de veículos, máquinas, equipamentos agrícolas e insumos agropecuários.

O evento acontece no Parque Agropecuário de Goiânia, no Setor Vila Nova. Os shows têm início às 22h00 e os ingresso variam de R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 20,00 (inteira).

Assim como no ano passado, aos domingos, mães acompanhadas de seus filhos, médicos veterinários, engenheiros agrônomos e zootecnistas não pagarão ingresso no horário da manhã

- Shows Confirmados -

• Michel Teló – 13/05 Sexta
• João Carreiro & Capataz – 14/05 Sabádo
• Terra Samba – 19/05 quinta
• Maria Cecilia & Rodolfo – 20/05 Sexta
• Humberto & Ronaldo – 20/05 Sexta
• Fernando & Sorocaba – 21/05 Sabádo
• Jorge & Mateus – 23/05 Segunda (véspera de feriado)
• Fernandinho (das 20 às 22 hrs)
• Nechivile – 26/05 Quinta
• Léo Magalhães – 27/05 Sexta
• Gusttavo Lima -28/05 Sábado

- Eventos -

• Exposições de Gado
• Boates (Buffalos , Santafé entre outras)
• Leilões de gado, Suínos entre outros
• Parque de diversões


Confira a Pecuária de Aparecida Aqui (Aparecida é Show)

Confira a Pecuária de Anápolis Aqui

Goiás poderá sediar fábrica de jatos comerciais



Os secretários de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, e da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, acompanhados do senador Cyro Miranda (PSDB), participaram ontem na Holanda de reunião com a diretoria da Rekkof Aircraft. A empresa holandesa pretende retomar a construção de jatos regionais e atualizados da extinta Fokker. O projeto tem investimento inicial estimado em US$ 1 bilhão. Existe a possibilidade da fábrica de jatos da Rekkof ser instalada em Anápolis.

Fonte: Goiás Agora

Projeto pretende aumentar a frota de táxi em Goiânia


CBN Goiânia
Aumentar ou não a frota de táxi em Goiânia é um tema que volta a ser discutido após apresentação de projeto de lei na Câmara Municipal que pretende acrescentar 700 novas permissões a taxistas. A ideia é mudar a realidade de que Goiânia é a segunda capital brasileira com menor número táxi por habitante e com preços bastante elevados. A proporção é de um de veículo para cada 1.058 habitantes.

Contudo, a categoria não gostou do projeto, de autorida do vereador Elias Vaz (Psol). O presidente da Associação dos Permissionários de Táxi em Goiânia, Hélio Teodoro Lopes, garante que a medida iria inviabilizar o trabalho dos atuais permissionários.

A Prefeitura de Goiânia realizou estudo que aponta a necessidade imediata do aumento de permissões para táxi na capital. Por isso, uma licitação está em andamento e pretende aumentar em 119 veículos a frota na cidade. O presidente da Agência Municipal de Trânsito, Miguel Tiago, afirma que a prioridade desta iniciativa é diminuir o preço para o passageiro.

Goiânia tem atualmente a mesma quantidade de táxis de 1978, ano em que foram autorizadas 1.231 permissões. Com a proposta apresentada na Câmara Municipal a cidade passaria a ter um táxi para cada 700 habitantes.

Fonte: Goiás Net

23 de fevereiro de 2011

Confirmado: Brasil e Holanda dia 4 de junho no Serra Dourada em Goiânia



Amistoso entre Brasil e Holanda será realizado no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, no dia 4 de junho. O anúncio oficial foi feito hoje à tarde pelo governador Marconi Perillo juntamente com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol - CBF, Ricardo Teixeira, em reunião em Brasília, no gabinete do senador Cyro Miranda. O horário da disputa ainda não foi definido.

Em função da importância do jogo, Marconi Perillo assumiu toda a responsabilidade da realização do evento. “Não haverá delegação. Eu pessoalmente coordenarei a organização deste evento. E, se porventura Goiânia for alguma cidade-sede ou concentração, eu também assumo a responsabilidade de coordenar todas as ações necessárias”, afirmou o governador. “Os pré-requisitos são muitos, as exigências são enormes, mas eu não vou deixar Goiânia passar vergonha”, completou.

Este jogo será o penúltimo amistoso da seleção brasileira antes da convocação para a Copa América. Essa será a primeira vez que as duas seleções se enfrentarão depois da eliminação da Copa da África do Sul. Na próxima semana uma equipe da CBF vem à capital goiana para vistoriar o Serra Dourada. O grupo irá elaborar um relatório de adequações necessárias para que a arena de jogos tenha Padrão FIFA de qualidade.

Copa de 2014

O Governo de Goiás está trabalhando para que, caso haja desistência de cidades-sede para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, Goiânia possa sediar jogos. O presidente da CBF expôs que, por enquanto, permanecem as 12 cidades previamente escolhidas. No entanto, Teixeira não descartou a possibilidade de mudança, afirmando que ainda é cedo para os goianos perderem a esperança.

O governador fez questão de lembrar que o Estado estará pronto para substituir qualquer sede que não consiga cumprir o cronograma da FIFA. Caso isso ocorra, Goiás terá menos tempo para se preparar. Entretanto, o governador fez questão de destacar que isso ocorrerá de forma eficiente. Desde já, o Governo do Estado está trabalhando arduamente.

“Não é uma coisa fácil. Não quero deixar ninguém com falsas expectativas de Goiânia sediar ou não. O fato é que há boa vontade de parte da CBF em relação a Goiás e há um interesse enorme, não só meu, mas dos goianos em relação a essa possibilidade. O importante é que Goiânia está firme. Qualquer problema que haja, as outras cidades-sede que se cuidem, qualquer problema que ocorrer nós estamos prontos para sediar a Copa”, concluiu Marconi Perillo.

Fonte: Goiás Agora

22 de fevereiro de 2011

Trecho goiano da Norte-Sul deve ficar pronto até junho



Os 900 quilômetros de Ferrovia Norte-Sul dentro de Goiás, que fazem a ligação de Anápolis a Itaquí, no Maranhão, devem ser inaugurados em junho e o trecho goiano deve entrar em operação no segundo semestre deste ano, de acordo com o balanço divulgado pelo presidente da Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, durante reunião-almoço com o governador Marconi Perillo, no Palácio das Esmeraldas esta manhã.

De acordo com o presidente da Valec, 1.100 quilômetros de grades dos trilhos da Norte-Sul já foram colocados e a ferrovia vai ganhar extensões. “Para ser Norte-Sul, a ferrovia teria que chegar ao Estado de São Paulo e vai chegar. São mais 669 quilômetros que ligarão Anápolis a Estrela d´Oeste, SP. Os canteiros já estão sendo construídos. Até o final de 2012, esse trecho estará pronto.” Juquinha disse ainda que estudos estão sendo feitos para levar os trilhos até o Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, concluindo 5.400 quilômetros de ferrovia.

Juquinha das Neves ressaltou que a ferrovia precisa carregar grãos, além de minérios. E, por isso, a Valec já tem pronto o projeto de um ramal da Norte-Sul que vai ligar Campinorte, em Goiás, a Água Boa, no Mato Grosso, passando por Pilar de Goiás, Santa Terezinha, Nova Crixás, Aruanã e Cocalinho.

Ao final do apresentação, o presidente da Valec anunciou que estudos estão sendo feitos para a construção do Trem Pequi, que irá ligar Senador Canedo a Brasília. O trecho de 194 Km de trilhos, com 80 minutos de viagem, tem custo estimado de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. “Nós já estamos com o traçado pronto, apenas aguardando a concessão. Acredito que dentro do mandato do governador Marconi Perillo, ele ainda vai andar nesse trem. Juntos, Valec e governador Marconi Perillo, nós vamos fazer com que essa obra saia do papel”, afirmou.

Quanto aos estudos para a construção do Trem Pequi, o governador Marconi Perillo afirmou que esta será uma obra que representa um divisor de águas para Goiás, que vai integrar definitivamente Goiânia e Brasília por meio de um trem com velocidade de 180 Km/h. “Será uma obra revolucionária”, disse.

Homenagem
Durante o evento, Marconi Perillo prestou homenagem ao presidente da Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, conferindo a ele o grau Grã-Cruz da Ordem do Mérito Anhanguera pelos relevantes serviços prestados a Goiás. De acordo com o governador, se hoje 900 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul estão sendo finalizados em Goiás, é graças a Juquinha das Neves, a quem ele chamou de o “grande construtor da Ferrovia Norte-Sul”. “Quero que todos testemunhem o pleito de gratidão de Goiás por Juquinha das Neves, um goiano que nos enche de orgulho e satisfação. Nós sabemos da competência do Juquinha. Por mais bem intencionados que fossem os governos anteriores, nós não teríamos essa obra (da Ferrovia Norte-Sul) se não fosse o Juquinha”, afirmou Marconi.

Fonte: Goiás Agora

Marconi e Juquinha anunciam ''Trem Pequi''


Ven­ces­lau Pi­men­tel

Com o tra­ça­do já de­fi­ni­do, e com cus­to es­ti­ma­do em R$ 1 bi­lhão, o pro­je­to de cons­tru­ção do trem Pe­qui, en­tre Go­i­â­nia e Bra­sí­lia, de­ve sa­ir do pa­pel. Foi o que ga­ran­tiu on­tem o pre­si­den­te da Va­lec – En­ge­nha­ria, Cons­tru­ções e Fer­ro­vi­as S.A, Jo­sé Fran­cis­co das Ne­ves, o Ju­qui­nha, ao go­ver­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo (PSDB).

Da re­u­ni­ão-al­mo­ço, no Pa­lá­cio das Es­me­ral­das, on­de Ju­qui­nha fez uma ex­pla­na­ção do pro­je­to e so­bre as obras da Fer­ro­via Nor­te-Sul em so­lo go­i­a­no, par­ti­ci­pa­ram au­xi­li­a­res do go­ver­no, po­lí­ti­cos da ba­se ali­a­da e de­pu­ta­dos de PMDB e PT.

Se­gun­do Ju­qui­nha, que en­ca­rou o de­sa­fio de co­man­dar as obras da Nor­te-Sul, no mo­men­to em que se exe­cu­ta­va cer­ca de dez qui­lô­me­tros de fer­ro­via no Pa­ís, cons­tru­ir o trem Pe­qui se­rá o que con­si­de­rou “mo­le­za”. “Eu te­nho di­to, não fi­que na fren­te do tra­ça­do que o trem vai pas­sar por ci­ma de vo­cê. Da mes­ma for­ma vou di­zer aqui do trem pequi.”

Ju­qui­nha in­for­mou que aguar­da con­ces­são do pre­si­den­te da Agên­cia Na­ci­o­nal de Tran­spor­tes Ter­res­tres (ANTT), Ber­nar­do Fi­guei­re­do, pa­ra o ra­mal en­tre as du­as ca­pi­tais. “Acre­di­to que no man­da­to do go­ver­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo, ele ain­da vai an­dar nes­se trem”, disse. “É uma obra de al­tís­si­ma im­por­tân­cia pa­ra nós, go­i­a­nos, que ago­ra jun­tos, Va­lec, o go­ver­na­dor Mar­co­ni e a pre­si­den­te Dil­ma, com to­da cer­te­za va­mos fa­zer com que ela saia do pa­pel. Va­mos tor­nar es­se so­nho re­a­li­da­de”, apos­ta.

Europa
Mar­co­ni lem­brou que em 2003 fez um gi­ro pe­la Eu­ro­pa, na com­pa­nhia do en­tão go­ver­na­dor Jo­a­quim Ro­riz e de Ju­qui­nha, na épo­ca de­pu­ta­do fe­de­ral, em bus­ca de in­for­ma­ções pa­ra o pro­je­to fer­ro­vi­á­rio. Dis­se que, as­sim co­mo o pre­si­den­te da Va­lec, não só so­nha com pro­je­tos es­tru­tu­ran­tes pa­ra Go­i­ás, mas tam­bém atua pa­ra ma­te­ri­a­li­zá-los.

Nes­sa em­prei­ta­da, Mar­co­ni de­ve con­tar com o apoio do go­ver­na­dor do Dis­tri­to Fe­de­ral, Ag­ne­lo Quei­roz (PT), que já se pro­pôs a tra­ba­lhar pa­ra vi­a­bi­li­zar re­cur­sos do Pro­gra­ma de Ace­le­ra­ção do Cres­ci­men­to (PAC) pa­ra a cons­tru­ção do ra­mal fér­reo en­tre Go­i­â­nia e Bra­sí­lia, de cer­ca de 194 qui­lô­me­tros, cu­jos tri­lhos se­ri­am uti­li­za­dos tam­bém pa­ra o tran­s­por­te de cargas.

Pa­ra Mar­co­ni, o trem, de mé­dia ve­lo­ci­da­de, se­rá o gran­de di­vi­sor de águas na his­tó­ria do Es­ta­do, pe­la in­te­gra­ção de­fi­ni­ti­va en­tre as du­as ca­pi­tais. “Es­ta obra re­vo­lu­ci­o­na­ria as re­la­ções en­tre Bra­sí­lia e Go­i­â­nia, e pos­si­bi­li­ta­ria a cri­a­ção de um gran­de cin­tu­rão de de­sen­vol­vi­men­to”, disse.

Mes­mo não ten­do si­do pro­mes­sa de cam­pa­nha, o go­ver­na­dor dis­se que fi­cou fe­liz ao pro­cu­rar o pre­si­den­te da ANTT e sa­ber que ele e Ju­qui­nha já es­ta­vam tra­ba­lhan­do no pro­je­to. “Eu me in­cor­po­ro a ele (ao pro­je­to) de cor­po e al­ma, com mui­to in­te­res­se, por­que, com as obras que es­tão sen­do fei­tas, e com es­se pro­je­to que po­de­rá vir a ser con­cluí­do, va­mos trans­for­mar Go­i­ás no Es­ta­do da lo­gís­ti­ca no Bra­sil”, apos­ta.

Ju­qui­nha anun­ciou a inau­gu­ra­ção do tre­cho go­i­a­no da Nor­te-Sul para o dia 30 de ju­nho, com a pre­sen­ça da pre­si­den­te Dil­ma Rous­seff. O tre­cho de 900 qui­lô­me­tros, que li­ga Aná­po­lis ao por­to de Ita­qui, no Ma­ra­nhão, de­ve en­trar em ope­ra­ção no se­gun­do se­mes­tre des­te ano.

De acor­do com o pre­si­den­te da Va­lec, 1.100 qui­lô­me­tros de gra­des dos tri­lhos da Nor­te-Sul já fo­ram co­lo­ca­dos, de um to­tal de 1.350 qui­lô­me­tros. Mas não pa­ra por aí. Pa­ra che­gar até o Es­ta­do de São Pau­lo são mais 669 qui­lô­me­tros, en­tre Aná­po­lis a Es­tre­la d’Oes­te, com pre­vi­são de inau­gu­ra­ção pa­ra o fi­nal de 2012.

Ju­qui­nha ga­ran­tiu que a pre­si­den­te Dil­ma não vai cor­tar re­cur­sos pa­ra obras de cons­tru­ção de ro­do­vi­as. A equi­pe eco­nô­mi­ca do go­ver­no anun­ciou que irá fa­zer cor­tes de até R$ 50 bi­lhões do or­ça­men­to da Uni­ão pa­ra es­te ano. No en­tan­to, pro­gra­mas do PAC não de­ve­rão ser atin­gi­dos.

Ordem do Mérito
Du­ran­te o even­to, Mar­co­ni ho­me­na­ge­ou Ju­qui­nha, con­fe­rin­do a ele a Grã-Cruz da Or­dem do Mé­ri­to Anhan­gue­ra, por con­si­de­rá-lo “o cons­tru­tor da Fer­ro­via Nor­te-Sul”. “Que­ro que to­dos tes­te­mu­nhem o plei­to de gra­ti­dão de Go­i­ás por Ju­qui­nha das Ne­ves, um go­i­a­no que nos en­che de or­gu­lho. Não te­rí­a­mos es­sa obra se não fos­se o Ju­qui­nha.”

Fonte: Jornal O Hoje

Sobe preço do metro quadrado na capital


An­dré Pas­sos

O me­tro qua­dra­do mais ca­ro em con­do­mí­nios ver­ti­cais re­si­den­ci­ais lan­ça­dos em Go­i­â­nia cus­ta R$ 3.980 e o mais ba­ra­to R$ 1.653. A va­lo­ri­za­ção mé­dia do me­tro qua­dra­do dos apar­ta­men­tos avan­çou 13,39% em dezembro sobre abril do ano passado. O índice supera a cor­re­ção do se­tor e a pou­pan­ça. Com is­so, o va­lor mé­dio do me­tro qua­dra­do foi de R$ 2.965,34, em 171 em­pre­en­di­men­tos pes­qui­sa­dos.

Os da­dos são da 31ª pes­qui­sa de pre­ços de imó­veis do Con­se­lho Re­gi­o­nal de Cor­re­to­res de Imó­veis (Cre­ci-GO), di­vul­ga­da on­tem, que levaram em conta o período de abril a dezembro de 2010. O levantamento aponta um em­pre­en­di­men­to no Cen­tro de Go­i­â­nia com o me­tro qua­dra­do mais ca­ro (R$ 3.980), com cem uni­da­des ainda em cons­tru­ção.

Apesar disso, o pre­si­den­te do Cre­ci-GO, Os­car Hu­go Mon­tei­ro Gui­ma­rã­es, res­sal­ta que a amos­tra da re­gi­ão cen­tral tem sua va­lo­ri­za­ção li­ga­da ao bair­ro vizi­nho, o Se­tor Oes­te, e por ficar próximo ao Bos­que dos Bu­ri­tis. “Na mé­dia o pre­ço do imó­vel do Cen­tro es­tá em tor­no de R$ 2,5 mil. En­tão, não há ten­dên­cia de va­lo­ri­za­ção da­que­la região”, ex­pli­ca Guima­rães.

O Se­tor Ma­ris­ta aparece em segundo lugar com o me­tro qua­dra­do do apar­ta­men­to mais caro de Goiânia (R$ 3.930), seguido pelo Se­tor Oes­te (R$ 3.818), Jar­dim Go­i­ás (3.663) e Se­tor Bu­e­no (R$ 3.452). O metro quadrado mais barato foi encontrado no Jar­dim No­vo Mun­do (R$ 1.653). Na sequência vêm os bairros So­lan­ge Park (R$ 1.811), Jar­dim Ipê (R$ 1.953) e Vi­la Ja­ra­guá (R$ 2.130).

Em re­la­ção às re­gi­ões de Goiânia, a sul con­ti­nua com a mé­dia de pre­ços mais al­ta (R$ 3.221). Em Cam­pi­nas e Cen­tro, o pre­ço mé­dio fi­ca em tor­no de R$ 2,5 mil, se­gui­dos pe­las re­gi­ões su­do­es­te (R$ 2.481), nor­te (R$ 2.134), Oes­te (R$ 1.811) e les­te (R$ 1.653).

Lan­ça­men­tos
Segundo o Creci-GO, fo­ram lan­ça­das 25.128 uni­da­des imo­bi­liá­rias novas (na planta) ou em cons­tru­ção em de­zem­bro do ano pas­sa­do, an­te 19.036 em abril de 2010. Isso significa um cres­ci­men­to de 32% no com­pa­ra­ti­vo.

A mai­or par­te dos lan­ça­men­tos na ca­pi­tal é de apar­ta­men­tos de três quar­tos (42,83%), se­gui­do pe­los de dois quar­tos (34,75%). Po­rém, com re­la­ção à elevação no nú­me­ro de lan­ça­men­tos, as uni­da­des de um quar­to ti­ve­ram mai­or ta­xa de cres­ci­men­to (156,56%), sal­tan­do de 389 pa­ra 998 uni­da­des lan­ça­das em de­zem­bro. Es­te for­ma­to re­pre­sen­ta ape­nas 3,97% dos em­pre­en­di­men­tos.

Das uni­da­des lan­ça­das no último mês de 2010, ape­nas 7.410 es­tão dis­po­ní­veis, nú­me­ro 72% mai­or que o en­con­tra­do em abril (4.298). A mai­or par­te de­las (3.100) é de dois quar­tos.

De acor­do com Guimarães, a de­man­da ain­da aque­ci­da nes­te início de ano vai con­tri­bu­ir pa­ra que o nú­me­ro de uni­da­des lan­ça­das se­ja ain­da mai­or em 2011, pu­xan­do pa­ra ci­ma tam­bém os pre­ços. “A as­cen­são vai con­ti­nu­ar, sen­do igual ou su­pe­ri­or aos nú­me­ros de 2010”, in­for­ma.

A pes­qui­sa do Cre­ci-GO também avaliou imóveis em Apa­re­ci­da de Goiânia. De abril pa­ra de­zem­bro de 2010, a va­lo­ri­za­ção foi de 12,21% e o va­lor mé­dio fi­cou em R$ 2.028 em no­ve em­pre­en­di­men­tos lan­ça­dos, somando 1.228 uni­da­des. Des­tas, res­tam ape­nas 161. Em abril, o pre­ço mé­dio por me­tro qua­dra­do era de R$ 1.808.

Fonte: Jornal o Hoje
Imagem: Autor desconhecido (Net)

21 de fevereiro de 2011

Instituto Soldados da Paz visita o Estádio Serra Dourada


O Instituto Soldados da Paz propõe que Goiânia seja sede do Global Peace Festival em 2011 e realizou na tarde desta quinta-feira, 17 de fevereiro, uma visita ao Estádio Serra Dourada visando uma possível negociação para a realização do evento no local e a apresentação do projeto para o Arione José de Paula, diretor de esporte técnico operacional, da Agência Goiana de Esporte e Lazer (Agel).

Entre as ações propostas pelo grupo estão: plantio de mudas nas principais nascentes de rios e córregos na capital goiana, com objetivo de neutralizar a emissão do gás carbônico que será produzido durante o evento; treinamento de voluntários; realização de palestras e oficinas com temáticas voltadas para a prática de ações sociais e inter-religiosas, prevenção do uso de drogas – desde as bebidas alcoólicas e cigarros; rodadas de negócios com empresas do terceiro setor; fortalecimento da Lei do Jovem Aprendiz; Luau da Paz; e o evento de encerramento, com shows musicais com artistas da nossa cultura local.

Caso a proposta seja aceita e o Global Peace Festival seja realizado em Goiânia, estão previstos uma agenda anual de ações e promoções em prol da construção da Paz Social em nossa cidade que culminará com a Realização do Festival onde haverá uma Convenção Internacional de Líderes Mundiais, Encontro de Negócios Sociais com a presença de mais de 40 empresas internacionais que virão a Goiânia com a perpectiva de apoiarem as instituições sociais locais.

Texto: Lana Machado Faleiro

Foto: Lana Machado Faleiro
Assessoria de Imprensa da Agel

José Roberto participa de reunião com o COB, no Rio de Janeiro, e Goiás é candidato



José Roberto de Athayde, presidente da Agência Goiana de Esporte e Lazer (Agel), esteve no Rio de Janeiro na última quinta-feira, representando o Estado de Goiás e levando mensagem de otimismo do Governador Marconi Perillo para o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos.

Em evento realizado na sede da Rio 2016 participaram: José Roberto; o Presidente do Comitê Organizador, Carlos Arthur Nuzman; o Diretor de Esportes, Agberto Guimarães; o Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons; o Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Municípios (ABM), Waldenir Bragança; além do Superintendente Executivo de Esportes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Marcus Vinícius Freire, que deu um depoimento sobre a importância da oferta de Locais de Treinamento Pré-Jogos para uma Delegação Nacional.

“O investimento pra receber essas delegações é um investimento para o futuro. A hora em que você faz um upgrade numa instalação você também qualifica os profissionais para usá-la depois e aí vem o legado para as cidades que se preparem para receber as delegações, e também tem a questão financeira porque a instalação vai cobrar pelos serviços que prestar.”, disse Marcus Vinícius.

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos Rio 2016 lançou nesta quinta-feira, dia 17, um projeto que estenderá a experiência do maior evento multiesportivo do mundo a outras cidades do Brasil. O Processo para Cadastramento e Seleção de Locais de Treinamento Pré-Jogos vai identificar instalações esportivas em todo o país que atendam aos requisitos técnicos e recomendações das Federações Internacionais para que os Comitês Olímpicos e Paraolímpicos Nacionais possam trazer seus atletas para o país-sede antes dos Jogos, visando à concentração e o aperfeiçoamento do treinamento e sua aclimatação às condições locais.

No dia 05 de março, haverá uma reunião, onde o Estado de Goiás receberá as diretrizes do COB sobre as Instituições esportivas municipais, estaduais e federais, instituições de ensino públicas e privadas, instituições militares, clubes esportivos particulares, empresas do ramo esportivo e outros que possuam instalações enquadradas nos requisitos técnicos para participar do processo.


Para mais informações:

Mariana Hipólito - Cel.: 55 62 7811-6606
Cristiano Silva - Cel.: 55 62 9204-8134

Fonte: Agel

20 de fevereiro de 2011

Indústria farmacêutica investirá US$ 8 milhões


Será instalado em Aparecida de Goiânia o Centro de Excelência de Logística da multinacional United Parcel Service (UPS), que atenderá a empresa farmacêutica Merck Brasil. A informação foi confirmada nesta quinta-feira, 17, pela gerente de campo da UPS Logística, Nadir Moreno, e pelo gerente de logística global do laboratório farmacêutico, Mark Talens, durante almoço com o prefeito Maguito Vilela (PMDB), o vice-prefeito Tanner de Melo (DEM) e o presidente da Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag), Marcos Alberto de Campos.

No período da tarde, os representantes das empresas se reuniram com o governador Marconi Perillo (PSDB) para acertar detalhes sobre os incentivos fiscais do governo estadual. A negociação, sob forte sigilo a pedido dos investidores, para a instalação da empresa durou dois meses.

Conforme o presidente da Aciag, a empresa deverá ser instalada no Parque Industrial de Aparecida, na estrutura física da MS Log. “Para entrar em operação a UPS Logística deverá investir cerca de 8 milhões de dólares”, sublinhou Marcos Alberto. O início das operações está previsto para julho deste ano e no primeiro ano de funcionamento a expectativa é que o faturamento chegue à marca dos 800 milhões de dólares.

Maguito afirmou que será feito um trabalho de cooperação entre a empresa de logística, que atenderá o laboratório Merck, a prefeitura, o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Universidade Estadual de Goiás (UEG) no sentido de qualificar a mão de obra aparecidense para preencher as 400 vagas de empregos que serão gerados com a instalação do Centro de Logística. “Além da geração de emprego, Aparecida ganha divisas e, consequentemente, aumenta a capacidade do poder público em investir em infraestrutura, educação, saúde e na área social”, argumentou o peemedebista.

Fonte: Jornal Hora Extra

19 de fevereiro de 2011

Horário de verão termina no próximo domingo


O horário de verão, que começou em 17 de outubro, termina à 0h do próximo domingo (20), após 127 dias em vigor. Os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste terão de atrasar o relógio em uma hora, seguindo a determinação do decreto presidencial número 6.558/2008.

De acordo com o governo federal, nas três regiões do país em que o horário de verão é aplicado, a demanda por energia elétrica diminui em cerca de 5%, já que a população consegue um aproveitamento extra da luz natural.

O horário de verão não é aplicado nas regiões Norte e Nordeste em virtude do ganho considerado pequeno, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão entre 1931 e 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas e durou quase metade do ano. Atualmente, vários países fazem mudança no horário convencional para aproveitar melhor a luminosidade do verão.

Desde 2008, foram estabelecidas datas fixas para o início e término do horário de verão no país: a mudança ocorre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, o final do horário de verão é transferido para o domingo seguinte.

Fonte: R7

Lançado programa Goiás Sustentável



O pro­gra­ma Go­i­ás Sus­ten­tá­vel foi lan­ça­do na ma­nhã de on­tem, em so­le­ni­da­de re­a­li­za­da no Par­que de Ex­po­si­ções Agro­pe­cu­á­rias (SGPA). Com o ob­je­ti­vo de cri­ar as con­di­ções de sus­ten­ta­bi­li­da­de das áre­as e da ati­vi­da­de ru­ral, a SGPA ado­tou o pro­gra­ma Bra­sil Ma­ta Vi­va. Com es­te mo­de­lo, o pro­du­tor ru­ral pas­sa a ter co­mo ati­vi­da­de eco­nô­mi­ca a pre­ser­va­ção da re­ser­va le­gal e das áre­as de pro­te­ção per­ma­nen­te.

O se­cre­tá­rio es­ta­du­al do Meio Am­bi­en­te, Le­o­nar­do Vi­le­la, es­te­ve no even­to re­pre­sen­tan­do o go­ver­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo. De acor­do com ele, a ex­pec­ta­ti­va é que es­se pro­gra­ma se­ja es­ten­di­do a to­dos os pro­du­to­res do Es­ta­do. Es­se pro­gra­ma é ex­tre­ma­men­te im­por­tan­te pa­ra o de­sen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel de Go­i­ás. Es­sa ini­ci­a­ti­va pi­o­nei­ra da SGPA abre a pos­si­bi­li­da­de pa­ra to­dos os pro­du­to­res pe­que­nos, mé­di­os ou gran­des de se­rem re­mu­ne­ra­dos pe­la ma­nu­ten­ção do bi­o­ma cer­ra­do, fa­zen­do com que a bi­o­di­ver­si­da­de se­ja pre­ser­va­da.”

Se­gun­do o pre­si­den­te da SGPA, Ri­car­do Ya­no, já se tem bo­as ex­pec­ta­ti­vas pa­ra es­se pro­gra­ma. “Vo­cê re­cu­pe­ra um es­pa­ço que es­ta­va sen­do per­di­do pa­ra o pro­du­tor que não es­ta­va pre­ser­van­do e ago­ra vai res­ga­tar es­se pre­ju­í­zo.” O Go­i­ás Sus­ten­tá­vel tem o apoio da Se­a­gro, Seg­plan, Aci­eg, Ema­ter e Pro­gra­ma Bra­sil Ma­ta Vi­va. De acor­do com o pre­si­den­te da Ema­ter, Lu­iz Hum­ber­to Gui­ma­rã­es, o pa­pel da agên­cia é le­var aos pro­du­to­res to­das as fer­ra­men­tas que eles pre­ci­sam pa­ra que pos­sam pro­du­zir bem e de for­ma sus­ten­tá­vel. “Um pro­je­to co­mo es­se que com­pen­sa o pro­du­tor por ati­vos am­bien­tais que ele ge­ra é o gran­de pas­so pa­ra a sus­ten­ta­bi­li­da­de.”

O pro­gra­ma Go­i­ás Sus­ten­tá­vel, além dos be­ne­fí­ci­os cli­má­ti­cos es­pe­ra­dos com a re­du­ção de emis­sões de ga­ses de efei­to es­tu­fa do des­ma­ta­men­to, tam­bém vai be­ne­fi­ci­ar eco­no­mi­ca­men­te e so­ci­al­men­te os pro­du­to­res. Ao pro­mo­ver es­sa vi­a­bi­li­da­de so­ci­o­e­co­nô­mi­ca das pro­pri­e­da­des ru­ra­is uti­li­zan­do-se de áre­as já aber­tas, o pro­gra­ma vai evi­tar a aber­tu­ra de no­vas áre­as pe­lo des­ma­ta­men­to e quei­ma de re­ser­vas flo­res­tais, be­ne­fi­ci­an­do as­sim o bi­o­ma exis­ten­te.

ORI­EN­TA­ÇÕES
O pro­du­tor que se in­te­res­sar em par­ti­ci­par do Pro­gra­ma Go­i­ás Sus­ten­tá­vel de­ve pro­cu­rar a SGPA, em Go­i­â­nia, pa­ra ade­rir ao pro­gra­ma. A par­tir daí, a em­pre­sa Bra­sil Ma­ta Vi­va vai fa­zer o in­ven­tá­rio da área de flo­res­ta den­tro da pro­pri­e­da­de ru­ral.

Fei­to is­so, a em­pre­sa cer­ti­fi­ca e va­li­da a área, por meio da Uni­ver­si­da­de Es­ta­du­al Pau­lis­ta, e re­gis­tra a quan­ti­da­de de cré­di­tos (ou tí­tu­los) de car­bo­no na Markit, em­pre­sa que vai co­lo­car os cré­di­tos no mer­ca­do in­ter­na­ci­o­nal.

Uma vez ven­di­dos es­tes cré­di­tos, par­te vai di­re­ta­men­te pa­ra o bol­so do pro­du­tor e par­te vai pa­ra pro­je­tos de ma­triz pro­du­ti­va lo­cal, que in­clu­em des­de a am­pli­a­ção da área pre­ser­va­da até in­dús­tri­as am­bien­tal­men­te sus­ten­tá­veis. A SGPA vai ge­ren­ci­ar to­dos os cré­di­tos em ter­ri­tó­rio go­i­a­no, sen­do uma pon­te en­tre o pro­du­tor e a Bra­sil Ma­ta Vi­va.

Tam­bém du­ran­te a so­le­ni­da­de de lan­ça­men­to do Go­i­ás Sus­ten­tá­vel, o se­cre­tá­rio Le­o­nar­do Vi­le­la fa­lou so­bre a possbi­li­da­de de im­plan­tar o ICMS Eco­ló­gi­co. Pa­ra ele, es­ta mo­da­li­da­de do Im­pos­to so­bre Cir­cu­la­ção de Mer­ca­do­ri­as e Ser­vi­ços se­rá um gran­de avan­ço e não vai one­rar a po­pu­la­ção.

Vi­le­la ex­pli­ca que 5% de to­do o ICMS ar­re­ca­da­do se­rá re­di­re­cio­na­do pa­ra mu­ni­cí­pios que te­nham uni­da­des de con­ser­va­ção e que re­cu­pe­rem áre­as de cer­ra­do, o que vai aca­bar ser­vin­do de es­tí­mu­lo pa­ra que as pre­fei­tu­ras in­vis­tam na pre­ser­va­ção am­bien­tal. O se­cre­tá­rio en­ten­de que, ao mes­mo tem­po em que fun­cio­na co­mo um in­cen­ti­vo pa­ra a pre­ser­va­ção am­bien­tal, o ICMS Eco­ló­gi­co tam­bém ser­vi­rá co­mo uma fon­te de ren­da se trans­for­man­do em um ins­tru­men­to de fo­men­to ao de­sen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel.

Fonte: Jornal o Hoje

17 de fevereiro de 2011

Marconi busca verba para o transporte


O go­ver­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo (PSDB) pre­ten­de tra­zer pa­ra Go­i­â­nia o Ve­í­cu­lo Le­ve So­bre Tri­lhos (VLT), mo­da­li­da­de que tran­spor­ta pas­sa­gei­ros em va­gões mais ex­ten­sos e sob tri­lhos mag­ne­ti­za­dos. A pro­pos­ta do go­ver­no é uti­li­zar o sis­te­ma no Ei­xo Anhan­gue­ra.

Mar­co­ni e o se­cre­tá­rio Jâ­nio Dar­rot, que acu­mu­la as pas­tas de Ci­da­des e de De­sen­vol­vi­men­to da Re­gi­ão Me­tro­po­li­ta­na de Go­i­â­nia, par­ti­ci­pa­ram na ma­nhã de on­tem, no Sa­lão Oes­te do Pa­lá­cio do Pla­nal­to, de re­u­ni­ão do Pro­gra­ma de Ace­le­ra­ção do Cres­ci­men­to (PAC) da Mo­bi­li­da­de Ur­ba­na, com aber­tu­ra fei­ta pe­la pre­si­den­te Dil­ma Rous­seff. O PAC da Mo­bi­li­da­de pre­vê em­prés­ti­mos de R$ 430 mi­lhões pa­ra ci­da­des do por­te da ca­pi­tal go­i­a­na.

Se­gun­do in­for­ma­ções do Mi­nis­té­rio do Pla­ne­ja­men­to, se­rão in­ves­ti­dos R$ 18 bi­lhões (sen­do R$ 12 bi­lhões por meio de fi­nan­cia­men­tos) pa­ra me­lho­rar a in­fra­es­tru­tu­ra de tran­spor­te pú­bli­co nas 24 mai­o­res ci­da­des bra­si­lei­ras. O en­con­tro, que re­u­niu mais de 200 au­to­ri­da­des en­tre pre­fei­tos, go­ver­na­do­res e mi­nis­tros, além de téc­ni­cos, pre­ce­deu as re­u­ni­ões téc­ni­cas, já que ho­je tem iní­cio a se­le­ção de pro­je­tos pa­ra o de­sen­vol­vi­men­to, por exem­plo, de li­nhas de me­trô, trens ur­ba­nos e VLTs, além de cor­re­do­res ex­clu­si­vos pa­ra ôni­bus. O se­cre­tá­rio Jâ­nio Dar­rot fi­cou no Dis­tri­to Fe­de­ral pa­ra dis­cu­tir os pro­je­tos go­i­a­nos que de­ve­rão con­tem­plar tam­bém o tran­spor­te de pas­sa­gei­ros no En­tor­no do Dis­tri­to Fe­de­ral.

Os 24 mu­ni­cí­pios a se­rem be­ne­fi­ci­a­dos pe­lo PAC Mo­bi­li­da­de fo­ram di­vi­di­dos em três gru­pos. O pri­mei­ro é for­ma­do por no­ve ca­pi­tais de re­gi­ões me­tro­po­li­ta­nas com mais de 3 mi­lhões de ha­bi­tan­tes: São Pau­lo, Rio de Ja­nei­ro, Be­lo Ho­ri­zon­te, Por­to Ale­gre, Bra­sí­lia, Re­ci­fe, For­ta­le­za, Sal­va­dor e Cu­ri­ti­ba. Ca­da ci­da­de nes­se gru­po po­de­rá apre­sen­tar até qua­tro pro­pos­tas, res­pei­tan­do o li­mi­te de R$ 2,4 bi­lhões.

O se­gun­do gru­po in­clui seis ci­da­des com po­pu­la­ção en­tre 1 mi­lhão e 3 mi­lhões de ha­bi­tan­tes: Ma­naus, Be­lém, Go­i­â­nia, Gua­ru­lhos, Cam­pi­nas e São Lu­ís. Eles po­de­rão su­ge­rir até três pro­je­tos, num to­tal de R$ 430 mi­lhões.

O ter­cei­ro gru­po é vol­ta­do pa­ra ci­da­des de 700 mil a 1 mi­lhão de ha­bi­tan­tes e en­glo­ba mais no­ve ci­da­des: Ma­ceió, Te­re­si­na, Na­tal, Cam­po Gran­de, Jo­ão Pes­soa, São Gon­ça­lo, Du­que de Ca­xi­as, No­va Igua­çu e São Ber­nar­do do Cam­po. Es­ses mu­ni­cí­pios só po­de­rão apre­sen­tar dois pro­je­tos, que não ul­tra­pas­sem R$ 280 mi­lhões.

Fonte: Jornal O Hoje

16 de fevereiro de 2011

Maguito e Grafite discutem criação do corredor Norte-Sul


Linha exclusiva para ônibus do transporte coletivo ligará os terminais Veiga Jardim, em Aparecida, ao Recanto do Bosque, na Região Noroeste da capital, passando pelos terminais Cruzeiro e Izidória. Trecho de Aparecida terá 6,5 Km. A CMTC também se prepara para iniciar as reformas dos terminais Garavelo e Veiga Jardim.

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), se reuniu hoje, 14, com o presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo de Goiânia (CMTC), José Carlos Xavier Grafite, para discutir a implantação do Corredor Norte-Sul – linha exclusiva para ônibus, que ligará os terminais Veiga Jardim, em Aparecida, ao Recanto do Bosque, na Região Noroeste da capital, passando pelos terminais Cruzeiro e Izidória. Esse foi o segundo encontro entre eles para discutir ações de melhorias do transporte urbano no município. O primeiro foi no dia 13 de janeiro.

“O corredor vai possibilitar uma melhoria substancial no transporte, possibilitando maior segurança e agilidade para os usuários. É nosso interesse buscar meios para que Aparecida integre o projeto com sucesso”, pontuou o peemedebista. Maguito indicou os secretários Carlos Eduardo de Paula Rodrigues (Fazenda) e Valdemir Souto (SMTA) para auxiliar nos estudos e acompanhar a implantação do projeto, que ainda encontra-se em fase de levantamento de dados.

De acordo com o presidente da CMTC, o corredor terá 6,5 quilômetros no trecho de Aparecida e 23,5 quilômetros em Goiânia. O custo inicial para o trecho da capital foi orçado em torno de R$ 65 milhões. Já o valor correspondente ao trecho em Aparecida, e, consequentemente, a contrapartida do município, será definido a partir da conclusão do levantamento das características da obra no município, que deve ser concluído em cerca de um mês.

“Estamos na verdade formalizando o apoio da prefeitura de Aparecida para realizar o projeto, que é importante para Goiânia e Aparecida, e pode perfeitamente ser realizado em parceria”, destacou Grafite. “Além de recursos do próprio orçamento das prefeituras, temos expectativa de uma boa parceria com o governo estadual e também buscaremos outras fontes”, complementou. Entre estas outras fontes, o dirigente citou a Corporação Andina de Fomento (CAF) e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, que prevê recursos para investimento em mobilidade urbana.

Segundo Ubirajara Abbud, da Unidade Gestora do Programa de Transportes da Região Metropolitana de Goiânia, com foco no Corredor Norte-Sul, que também participou da reunião, a expectativa da CMTC é de que as obras do corredor comecem ainda em novembro deste ano. As intervenções incluem a reforma e ampliação dos terminais que integrarão o corredor – com exceção do Cruzeiro, já totalmente revitalizado – reformulação do trânsito, iluminação e, possivelmente, alargamento de pistas em alguns trechos. “Algumas avenidas de Aparecida por onde o corredor passará apresentam trechos mais afunilados, mas o estudo indicará o tipo de intervenção mais viável para cada ponto do trajeto, dando sempre prioridade ao transporte coletivo”, frisou.

TERMINAIS REFORMADOS – Além de dar prosseguimento ao projeto do corredor, a CMTC também se prepara para iniciar as reformas de dois terminais de Aparecida: o Garavelo, onde será construído um novo embarque de passageiros, e o Veiga Jardim, que integrará o Corredor Norte-Sul. A ampliação, pela qual os dois terminais também passarão, foi possibilitada pelas desapropriações de terrenos vizinhos conduzidas pela Prefeitura de Aparecida.

O primeiro a passar pelas obras é o Garavelo, que será reconstruído ao custo de cerca de R$ 8 milhões. O dinheiro para as reformas e as adequações dos terminais vem dos investimentos que as empresas vencedoras da licitação.

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

15 de fevereiro de 2011

HEART2HOUSE Live - Vale a Pena Conferir


HEART2HOUSE LIVE é o nome do projeto formado pelo DJ e Produtor Rafael de Paula e pela multi-instrumentista Karla Carvalho. Em suas apresentações, o duo transmite o lado mais dançante e enérgico da House Music, somado ao marcante som do Violino.

Rafael tem um estilo único - estilo que aproxima pista e dj -, resultando em sorrisos, aplausos e assobios vindos do público. Em sua breve carreira, figurou diversas vezes no TOP10, do portal Audiobuzzz, um dos maiores em matéria de distribuição de música eletrônica no Brasil. Também teve seus sets no TOP5, do famoso InternetDJ - o maior portal de downloads de música eletrônica do mundo. Recentemente, foi campeão do 1º Duelo de DJS, da Boate Bulls, vencendo quatro dos cinco quesitos, desbancando os sete DJS participantes.

Karla conheceu a música aos sete anos de idade, estudando violão e posteriormente piano. Seu primeiro contato com o violino foi em 2001, no Centro Cultural Gustav Ritter, onde concluiu seu curso técnico em música. Em 2002, ingressou na Universidade Federal EMAC,concluindo o curso de licenciatura em Música em 2007. Durante sua carreira, Karla fez várias apresentações e gravações, dentre elas dois shows com a banda Roupa Nova e lançamento dos CDs da banda Violins e da cantora Grace Venturini.

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O público e o privado

Possibilidade de venda de parte do patrimônio público causa polêmica. Enquanto deputados do PT são contra, membros do governo lembram que o Estado não tem dinheiro para investir
Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção
São necessários R$ 160 milhões para a reforma do Estádio Serra Dourada: Intenção do governador Marconi Perillo é arrumar o local para viabilizar Goiânia como cidade-sede da Copa 2014
José Cácio Júnior
Privatização, desestatização, concessão, alienação de ações de empresas estatais, formação de Parceria Público-Privadas (PPP’s), aporte de capital da iniciativa privada, gestão compartilhada, entre outros. Não importa o termo, a decisão do governo de vender parte das ações das empresas da máquina pública para a iniciativa privada tem sido um dos temas mais polêmicos no início do terceiro mandato de Marconi Perillo (PSDB).
A principal justificativa do governo é que o Estado não possui recursos em caixa para financiar os investimentos necessários para desenvolver e até mesmo manter parte das empresas, como Celg, Iquego e Ceasa. Marconi tem o objetivo de otimizar a gestão pública, abrindo espaço para que os órgãos da administração estatal adotem modelos da iniciativa privada.
No entanto, a oposição tem criticado de forma veemente a opção do governo de realizar uma gestão compartilhada e a possibilidade de venda de parte de ações para a iniciativa privada. Com muita eficiência, setores da sociedade civil e políticos, principalmente do PT, pegaram carona na já negativa marca de privatizador que o partido conseguiu imprimir no PSDB por conta das gestões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Para discutir a viabilidade de investimentos por conta da iniciativa privada nas empresas públicas, o governo criou o Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatização (Cipad) para discutir as alternativas econômicas e de parcerias que o Estado pode firmar com empresas do setor privado. Na primeira reunião do Cipad, o secretário de Gestão e Planejamento (Segplan), Giuseppe Vecci, fez questão de frisar que a atual administração não quer entregar o patrimônio púbico à iniciativa privada.
“Estamos falando de investimentos, parcerias e desestatização. Privatização é quando você vende totalmente um bem público. Não é o caso do que estamos analisando”, justifica Vecci. Apesar do esforço do governo de retirar o rótulo de privatizador, a ideia de atrair investimentos da iniciativa privada tem tido resistência de parte da sociedade.
Durante a primeira reunião do Cipad, Marconi explicou que as parcerias já faziam parte do plano de governo definido ainda durante a campanha e era um dos temas da reforma administrativa aprovada pela Assembleia Legislativa. “O objetivo é definirmos focos de parcerias privadas, concessões, enfim, possibilidades de parceiros, de sócios do governo, para implementação de obras e serviços, buscando trazer capital externo, privado, que falta ao Estado e fazer os investimentos de acordo com as demandas da população.”
Uma das defesas do governo é que as parcerias irão “dinamizar” e “alavancar” o crescimento econômico e estrutural das empresas que atualmente passam por aperto financeiro. A Celg, que pode ser analisado como um dos casos mais graves, espera resposta do governo federal sobre o plano de recuperação da empresa que foi formatado.
Pelo plano, a Celg tenta contrair um empréstimo de R$ 2,7 bilhões — que será dividido em duas parcelas — para quitar as dívidas da estatal com o setor financeiro. A partir disso, o vice-governador e presidente da Celg, José Eliton (DEM), tenta encontrar parceiros que tenham interesse em adquirir até 49% das ações da companhia. Por essa quantidade do patrimônio da Celg, o governo espera receber até R$ 1 bilhão da iniciativa privada. As companhias elétricas de Minas Gerais e Paraná — Cemig e Copel respectivamente — já mostraram interesse em adquirir parte das ações da Celg. Eliton também já conversou com a SC Parcerias, empresa estatal de Santa Catarina que investe na área estrutural. O presidente da Diretoria Executiva da SC Parcerias, Enio Andrade Branco, já foi presidente da Celg.
A tendência é que o governo só consiga o aporte financeiro do setor privado se o governo federal considerar o plano de recuperação da Celg e aprovar a contratação do empréstimo de R$ 2,7 bilhões. É pouco provável que uma empresa do setor arrisque investir na Celg se a companhia não quitar as dívidas que possui com o setor elétrico. O plano de recuperação também prevê recuperação financeira até 2015 e investimentos em geração e distribuição de energia e retransmissores até 2019.
Outra estatal que pode ter parte dos recursos desestatizados — termo com que o governo classificou as parcerias — é a Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa). Uma das alternativas é a alienação total à União. A reportagem entrou em contato com o presidente do órgão, Edvaldo Crispin, que não quis se manifestar sobre o caso. Segundo a assessoria de imprensa da Ceasa, Edvaldo já se reuniu com empresários, representantes de classes, com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seagro) e com Vecci para discutir ações que podem ser adotadas para modernizar a gestão do órgão.
A reportagem também entrou em contato com Vecci, com o secretário da Casa Civil — Vilmar Rocha (DEM) — e com o secretário de Articulações Institucionais, Daniel Goulart, mas eles não foram encontrados para comentar sobre as propostas do governo.
Oposição
Enquanto Marconi e sua equipe apresentavam o plano de desestatização, a oposição ao grupo tucano não poupou a atual gestão de críticas sobre a abertura de capital do Estado à iniciativa privada. Para a oposição, não existe diferença entre desestatização e privatização, “é tudo a mesma coisa”, disse o deputado estadual Mauro Rubem (PT) ao Jornal Opção.
Para marcar o discurso contrário à desestatização, os deputados da oposição ouvidos pelo jornal resgatam o período do governo de FHC marcado pela venda de empresas estatais para a iniciativa privada, dando espaço para que a oposição criticasse o governo dos tucanos. Esse foi um dos temas da campanha eleitoral do ano passado. Tanto a nível nacional, quanto nos Estados, o ex-presidente Lula (PT) e sua sucessora Dilma Rousseff (PT) bateram na tecla da privatização para contrapor o discurso do PSDB e aliados. O partido novamente não conseguiu deixar claro sua proposta, assim como não defendeu as privatizações realizadas por Fernando Henrique Cardoso.
“Historicamente, onde houve concessão, não deu certo. O PSDB pagou caro com isso, perdendo as últimas eleições para o Lula e de seus aliados”, critica o deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT). O petista diz que não é contra a parceria econômica e de gestão entre Estado e parceria privada. Para isso, ele cita a expressão “marco zero”. Na opinião de Luis Cesar, a iniciativa privada pode explorar economicamente serviços e bens do Estado, desde que invista desde o início das obras.
“Defendo as PPP’s de marco zero. A empresa executa determinada obra e cobra da população o serviço prestado. Mas não pode pegar, por exemplo, uma rodovia de Goiânia a Caldas Novas, totalmente esburacada, em que o Estado gastou R$ 42 milhões para construí-la e entregar de mão beijada para a iniciativa privada explorar. Aí é concessão, uma entrega do patrimônio público para ser explorado”, completa.
Luis Cesar acredita que o Estado consegue gerir o Estado com maior competência e condena e diz que os governos precisam encontrar mecanismos para realizar uma “gestão pública eficiente que combata as crises estruturais”.
Mauro Rubem é mais pesado nas críticas e classifica o modelo de concessão de bens públicos à iniciativa privada de “privataria”. O deputado comunga do mesmo pensamento do colega de partido Luis Cesar, dizendo que “o que tem o olhar do lucro coloca em risco o povo”. Mauro Rubem também questiona a “proposta equivocada de privatização”, com o argumento de que a iniciativa privada não tem o interesse de investir em um órgão público que tem tido problemas financeiros. “Quem vai querer comprar uma empresa que não dá dinheiro? A iniciativa privada é movida pelo lucro”, completa o deputado.
Compromisso
O deputado estadual Wagner Siqueira (PMDB), Waguinho, afirma que o governo precisa “empenhar a palavra dita na campanha” e que “o recado das urnas foi diferente”. Waguinho cita o exemplo de que a iniciativa privada pode deixar de prestar serviços à população caso o investimento necessário não dê lucro para a empresa.
O peemedebista cita o caso da Celg como exemplo. “Como vai privatizar 49% da Celg, empresa de fomento? Como fazer quando precisa de intervenção para uma região e não tiver o interesse econômico do parceiro? Não dá lucro, usuários não são tantos para compensar o investimento e vão pensar duas vezes antes de injetar dinheiro. Empresa estatal tem como objetivo prestar um serviço de qualidade à população”, afirma Waguinho.
Como alternativa à situação financeira das empresas, o deputado sugere corte de gastos radical para reverter o quadro. Classificando-se como “fiscal do povo”, Waguinho afirma que considera algumas parcerias interessantes para o Estado e está na “torcida para que Marconi faça um bom governo”, mas é contrário à desestatização de empresas que prestem serviços essenciais ao povo, como saneamento básico, energia e medicamentos.
Presidente da Agetop defende parceria para rodovias
O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras, Jayme Rincon, diz que o corpo técnico do órgão já está estudando a realização de Parcerias Público-Privadas (PPPs) para algumas rodovias no Estado. O motivo, na exlicação de Rincon, é simples: o governo não tem condições de investir na estrutura rodoviária do Estado.
“Não temos dinheiro em caixa para investir na malha viária que está deteriorada e o Estado não tem condições de contrair empréstimos. Além disso, a verba para os próximos dois anos será utilizada para a manutenção das rodovias”, completa. O presidente da Agetop defende a realização das parcerias com o argumento de que a realização de PPP's é uma tendência no País. Rincon também cita as rodovias de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, “que são quase todas privatizadas”.
O presidente da Agetop afirma está estudando um modelo de parceria que não seja “danoso ao usuário” e que preste um serviço de qualidade ao cidadão. “Será cobrado um pedágio justo. Afinal, é melhor ter uma rodovia segura, moderna ou não pagar nada e ter uma rodovia sem sinalização e esburacada? Pedágio é cobrado no mundo inteiro, Goiás é exceção”, afirma.
Iquego
O presidente da Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego), Olier Alves, afirma que trabalha para encontrar uma alternativa que resolva o déficit financeiro da Iquego com a maior urgência. Olier explica que o problema da Iquego é pior que o da Celg e da Sanego, pois não tem recursos nem para o fluxo de caixa da companhia.
“A fábrica não funciona, não tem recursos para quitar folha dos funcionários, não possui as certidões negativas e preciso de um fluxo de caixa para resolver esses problemas e voltar a produzir medicamentos. A Iquego não suporta uma alternativa demorada”, completa.
A indústria possui dívida de R$ 70 bilhões, mas Olier acredita que com um investimento inicial de R$ 26 milhões é possível conseguir as certidões negativas, retomar a linha de produção da empresa, quitar pagamentos atrasados e comprar insumos médicos. “Tenho que revitalizar a indústria e lidar com a burocracia.”
Olier revela que algumas empresas do setor farmoquímico estão interessadas em adquirir parte das ações da Iquego e já solicitaram informações iniciais sobre a realidade da empresa. No entanto, o processo de análise e levantamento da situação real da Iquego pode levar até um ano. “Pediram informações iniciais para depois aprofundarem. Mas é um processo demorado.”
Parcerias para praças esportivas
Na pauta de investimentos do governo Marconi Perillo (PSDB), constam melhorias em praças esportivas do Estado. O secretário de Esporte e Lazer, José Roberto de Athayde Filho, explica que o governo pediu algumas prioridades para o início da gestão: reforma do Autódromo Internacional Ayrton Senna e do Estádio Serra Dourada.
Três hipóteses são estudadas para o autódromo: valor da reforma para manter o autódromo no mesmo local; possibilidade de parceria para a reforma do complexo; e quanto custaria construir um novo autódromo em outro local. "O governador quer que apresentemos duas ou três alternativas para o Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatizações (Cipad). Entre elas estudamos se é viável construir um autódromo ou reformar o atual", completa Athayde.
Em relação ao Serra Dourada, o presidente da Agel afirma que nenhuma empresa privada tem interesse em geri-lo, “pois só dá gasto, não tem lucro”. A intenção do governador é reformar o Serra Dourada conforme as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa do Mundo de 2014. Marconi está em negociação com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que Goiânia seja cidade-sede.
No entanto, Athayde pretende fazer investimentos que atendam às exigências dos campeonatos nacionais, já que considera o modelo Fifa exagerado. Ele conta que são necessários por volta de R$ 160 milhões para reformar o estádio. Esse investimento seria escalonado nos quatro anos do governo e atenderia as áreas de segurança, tecnologia para a compra de ingressos, melhorias no estacionamento, entre outras ações. Para isso, Athayde tenta conseguir a liberação de emendas parlamentares para a realização das obras. “O plano de investimentos, infelizmente, tem uma dualidade: a do sonho, de trazer a Copa a Goiânia, versus a realidade, que é a falta de recursos.”
Economistas divergem sobre a necessidade de privatização
A discussão sobre desestatização também gera questionamentos entre economistas. O tema não é consenso e há quem defenda a necessidade de parcerias com o setor privado e os estudiosos que defendem a total autonomia do Estado sobre a gestão das empresas públicas.
Para o economista Valter Marin, o Estado tem que oferecer condições estruturais para que empresas ofereceram serviços à população. Na visão do economista, não é função do Estado produzir bens e serviços. “O Estado é um péssimo empresário, não administra tendo em vista a eficiência.” Marin acredita que o PSDB deveria ter defendido o modelo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso.
O economista cita melhorias que aconteceram nas áreas de telefonia e mineração, por exemplo. Uma das empresas que obtiveram sucesso, na opinião de Marin, foi a Vale, que hoje paga bem mais de impostos à União do que arrecadava quando era empresa pública. “Você imagina hoje em Goiás como seria o serviço da antiga Telegoiás? Analise o avanço que houve na área”, completa. O economista também é a favor da cobrança de pedágio nas rodovias. Segundo ele, no modelo atual, “toda sociedade paga, mas tem gente que não viaja. O justo é só quem precisar viajar pagar pelo serviço que é manter uma rodovia em boas condições de tráfego.”
Para o economista Goyaz do Araguaia Leite, o Estado não deve pensar apenas na obtenção do lucro. O mais importante, defende o economista, é a prestação de serviço de qualidade à população. “Não tem como tratar órgãos estatais apenas como empresas que têm lucro ou não têm lucro. Se isso acontecer, pode levar a população a buscar outros meios para obter serviços, como ligação clandestina de energia. Ou então as pessoas vão à pobreza total.”
A prestação de serviços com qualidade à população, por mais que ocasione prejuízo financeiro aos governos, se transforma em capital político-eleitoral e cria uma identidade de gestão do chefe do Executivo. Vide, por exemplo, Iris Rezende (PMDB), conhecido como o político dos mutirões e construção de casas populares durante seus mandatos. O governador Marconi Perillo (PSDB), por sua vez, é conhecido pela modernidade implementada na gestão pública.
Segundo Goyaz do Araguaia, os governos precisam fazer um relatório completo sobre a realidade da empresa e bater às portas do governo federal para conseguir o apoio financeiro para realizar os investimentos necessários. “Governo tem que ter mais ousadia. É preciso convocar a população, criar fatos políticos, capitalizar essa insatisfação no sentido de pressionar o governo federal para sair dessa armadilha que o vincula às lógicas dos interesses internacionais”, completa.

Fonte: Jornal Opção