26 de novembro de 2009

Prefeito Assina Convênio para as Obras na Marginal Botafogo


O Prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima assinaram o convênio que garante recursos no valor de 20 milhões de reais para as obras de reurbanização do vale do Córrego Botafogo. A Cerimônia de assinatura foi realizada agora a noite no Paço Municipal e contou com a presença de vários integrantes da administração do município e do secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste, José Antônio da Silva Parente (Totó Parente).

Iris Rezende agradeceu a vinda do ministro a Goiânia do qual segundo ele sente-se muito alegre em revê-lo. “Agradeço por ter trazido recursos para obras essenciais para a cidade que é referência em qualidade de vida”, destaca.

O Ministro Geddel Vieira diz ter profunda admiração pelo prefeito e que ficará feliz por poder contribuir com o desenvolvimento de Goiânia. “Esta viagem ficou muito cara, pois vim até aqui com 20 milhões e voltarei com um pedido de 28 milhões”, brincou o ministro. Ele se referiu ao pedido de Iris Rezende para uma segunda etapa das obras, uma intervenção na Avenida Jamel Cecílio com a Marginal Botafogo e a construção de uma ponte ligando o Setor Pedro Ludovico pela rua 1018 ao Jardim Goiás. Geddel Vieira prometeu atendê-lo nesse pedido o mais breve possível.

Primeira etapa
As obras serão executadas pela Agência Municipal de Obras (Amob) e a primeira etapa deve ser iniciada em breve e concluída ainda em 2010. Está prevista a implantação de uma pista de 1,2 quilômetros de extensão com sistema de drenagem e recomposição do leito do córrego onde também serão feitas obras de canalização. Alguns terrenos serão desapropriados para construção da pista.

As intervenções vão contribuir para melhorar a circulação de veículos na região além do impacto ambiental na recuperação do leito e reurbanização da área.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

Goiânia Melhor Cidade em Qualidade de Vida do País


Goiânia recebeu mais uma vez o título de Melhor cidade com Qualidade de Vida, dentre as cidades brasileiras. A premiação foi entregue ontem, 24, às 20 horas, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. O assessor especial do prefeito, Osmar Magalhães, representando-o, recebeu o prêmio. O secretário municipal de comunicação, Lívio Luciano, também esteve presente no evento.

“Esse prêmio é um reconhecimento ao trabalho que tem sido feito em todas as áreas. Foi importante também, pois confirma aquilo que vem sendo anunciado, que Goiânia é de fato, uma cidade com uma qualidade de vida muito boa. Além disso é um estímulo para que a prefeitura continue investindo na questão social, e sobretudo, no meio ambiente”, disse o assessor especial do prefeito.

A Capital goiana obteve o primeiro lugar em índice de qualidade de vida dentre as cidades brasileiras, segundo avaliação da Organização Mundial de Estados, Municípios e Províncias (OMEMP). A solenidade de entrega do título é uma promoção da Organização Brasil Américas.

A escolha foi feita por meio de uma pesquisa de dados e do cruzamento de informações da Organização das Nações Unidas (ONU); Ministério das Cidades, Meio Ambiente, Turismo, Educação e Saúde; Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bid) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre o Índice de Qualidade de Vida (IGV) das cidades brasileiras.

Histórico
A Capital goiana apresenta um histórico que faz compreender o motivo de tal título. Goiânia praticamente não apresenta favelas, a área urbanística melhorou significativamente com o maior programa de pavimentação do País, a construção de 16 parques nos últimos quatro anos, e a criação e recuperação de mais de 360 praças só na atual gestão e a modernização de toda sua rede de iluminação pública. Destaque também para o projeto Macambira Anicuns, que já está sendo implantado, e promete contribuir ainda mais para a qualidade de vida da população.

Além disso, Goiânia é considerada a melhor capital brasileira e a segunda do mundo em área verde, sendo 94 metros quadrado de área verde por habitante, segundo estudo realizado pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), com base em informação de outras cidades brasileiras.

Na ocasião foram homenageados também mais de 80 prefeitos das Américas, baseado em um relatório da Organização Brasil Américas. Segundo a organização do evento, estiveram presentes, além dos prefeitos homenageados, dois ministros, três senadores e mais de 30 deputados estaduais e federais. O evento teve apoio do Jornal do Brasil, governo federal, Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Fonte: Prefeitura de Goiânia

AMMA Apresenta Obras do Parque Carmo Bernardes


Prefeitura de Goiânia, por meio da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (Amma), apresenta amanhã, dia 27, à imprensa e autoridades, a partir das 8 horas, as obras de implantação do Parque Municipal Carmo Bernardes. A inauguração oficial será no domingo, 29, às 16 horas.

Localizado na Região Sudeste, entre a Avenida Parque Atheneu e Ruas 105, 29 e 205, nos setores Parque Atheneu e Jardim Mariliza, o 16º Parque urbano da cidade possui área de 237.499 m² e abrange a nascente do Córrego São José e contará com uma completa infraestrutura para o lazer e a prática de esporte.

Execução da obra

Os elementos componentes da obra de arquitetura e engenharia ambiental (equipamentos e mobiliários urbanos) foram projetados e construídos utilizando as áreas livres que serão destinadas às atividades de lazer, convivência e administração. Entre esses elementos, estão dois lagos de contenção com enrocamento das bordas, vertedouro e a rede de condução do excedente das águas do lago para o leito do córrego São José, pista de caminhada de 2.665,80m de extensão e 3,00m de largura, duas estações de ginástica, dois parques infantis, administração/sanitário público, pontes de madeira, bancos e monumento à Carmo Bernardes.

O parque também recebeu uma ampla recomposição florística com o plantio de espécies arbóreas, nas proximidades da nascente do córrego São José, dos lagos, do campo de futebol e da administração; e plantio de espécies palmáceas próximo ao lago e a ponte. A estrutura deste trabalho contou com a participação efetiva da Agência Municipal de Obras (Amob) e da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), que, junto a Amma, realizaram mais uma obra de recuperação de áreas degradadas.

Contenção da erosão

Nos últimos vinte anos, a área foi castigada por um intenso processo erosivo e por alagamentos no período das chuvas, o que resultou no assoreamento de um trecho do córrego São José. Das três erosões que se formaram no local, uma chegou a atingir mais de 9 metros de altura, o que equivale a um prédio de três andares.

As chuvas intensas, o excesso de impermeabilização do solo, a ausência de obras de adequação de drenagem urbana e o fato de o Parque Atheneu estar situado em um terreno de declínio fizeram com que uma grande quantidade de água desaguasse nos dois lagos do Parque Carmo Bernardes e dessem origem a um grave processo erosivo. Em dezembro do ano passado, um dos lagos chegou a ter sua estrutura rompida devido ao grande volume de água que desceu para o local. Como o bueiro que havia na área era pequeno, uma grande erosão teve início.

A fim de acabar com a erosão e o alagamento constante que afetava a área, os trabalhos de drenagem urbana visaram controlar a vazão e o desenvolvimento do processo de erosão da Bacia do Córrego São José. A Amma promoveu a construção de uma cascata entre os dois lagos, com três níveis, para reduzir a velocidade e a quantidade de água que chega ao local.

A intervenção também trouxe a construção de um vertedouro, que agora capta a água do segundo lago e canaliza para a rede fluvial construída através de manilhas. As manilhas conduzem a água até o Córrego São José, de forma que ela chegue com menor intensidade e quantidade, acabando com o processo erosivo. Outro fator que reduziu o volume da água que chega ao córrego são as nove caixas de contenção de barragem que foram construídas próximas às manilhas e serviram como reservatórios.

Outras obras

A obra consumiu recursos da ordem de 750 mil reais e contou com um amplo trabalho da Agência Municipal de Obras (Amob) que realizou as obras de drenagem urbana, a terraplenagem na continuação da Rua Recife, no sentido do Parque das Laranjeiras e a duplicação de 800 metros de extensão por 8 metros de largura do trecho da Avenida Parque Atheneu; a pavimentação do acesso para Praça da Feira nessa referida via, visando desafogar o fluxo de veículos que é intenso; e a pavimentação do trecho da Rua Pio Corrêa, no Jardim Mariliza e também das Ruas 2.011 e 2.014 na Unidade 201, no Parque Atheneu.

“Nos preocupamos não apenas com o asfalto, mas também com os danos que o excesso de impermeabilização pode trazer. Os alagamentos e as erosões são alguns deles. Essa obra demonstra nosso respeito ao meio ambiente e nossa responsabilidade, pois tomamos medidas preventivas para que os danos não sejam irreversíveis”, avaliou o prefeito Iris Rezende, durante visita às obras na semana passada, realizada na companhia do presidente da Amma, Clarismino Luiz Pereira Junior.

A obra vem despertando não apenas a credibilidade, mas também o entusiasmo da população local. “Moro no Parque Atheneu há muitos anos e já vi bastante gente se machucar, caindo nos buracos dessas erosões. Quando chove, a lama transforma nossa vida em um inferno. Pela primeira vez a Prefeitura está se sensibilizando com o nosso problema e tomando medidas concretas para solucioná-lo. Estamos ansiosos para a inauguração do parque”, afirmou o pedreiro José Menezes.

Serviço
Assunto: Apresentação das obras e café da manhã para a imprensa e autoridades
Data: 27 de novembro (sexta-feira)
Horário: 8 horas
Local: Parque Carmo Bernardes, localizado entre a Avenida Parque Atheneu e Ruas 105, 29 e 205 – Parque Atheneu e Jardim Mariliza

Fonte: Prefeitura de Goiânia

19 de novembro de 2009

João Bosco e Vinícius em Goiânia


Data: 21/11/2009
local: Atlanta Music Hall
fone:(62) 3257-7000
site: www.atlanta.art.br

O estouro da música setaneja!

Show com:
- João Bosco & Vinícius

Line Up:
- DJ Eduardo Porto

Ingressos Pista:
Meia - R$ 14,00
Inteira - R$ 28,00
* S...

O estouro da música setaneja!

Show com:
- João Bosco & Vinícius

Line Up:
- DJ Eduardo Porto

Ingressos Pista:
Meia - R$ 14,00
Inteira - R$ 28,00
* Sem Open Bar

Ingressos Pista VIP:
Individual - R$ 30,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Mesas:
Para 4 Pessoas - R$ 300,00
Para 4 Pessoas - R$ 500,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Extra VIP:
Individual - R$ 80,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

Ingressos Camarote Empresarial:
Individual - R$ 120,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

- O valor do Camarote Empresarial é de acordo com a capacidade de cada camarote.
- Os valores das Mesas são de acordo com a sua localização.
- Todos os valores acima são referentes ao 1º Lote.
- Todos os valores estão sujeitos a alteração sem aviso.

Posto de Venda:
- Atlanta Music Hall
- Rival Calçados
- Drogaria Santa Donata
- Tkts Express (62) 8406-4949

White Party - 6ª Edição


Data: 23/12/2009
local: Oliveira's Place
site Oficial: www.oquerola.com

Line-Up:
- Fabrício Peçanha
- DJ Mário Fischetti
- Renato Borges

Open Bar:
- Vodka
- Cerveja
- Refrigerante
- Água
- Sucos
- Salgados Especiais

Mari...

Line-Up:
- Fabrício Peçanha
- DJ Mário Fischetti
- Renato Borges

Open Bar:
- Vodka
- Cerveja
- Refrigerante
- Água
- Sucos
- Salgados Especiais

Mario Fischetti:
Um dos mais respeitados Dj´s de House Music do país, Mario Fischetti mantém sua agenda lotada e toca nos principais clubes e festivais do país desde 2000. Aos poucos ele foi ganhando espaço no mercado musical e migrou de um perfil artístico underground para uma imagem maistream, sem perder suas fundaçoes. De carisma invejável e seu estilo arrojado e elegante seu set privilegia o Groove. Carregando pequenas referências ao jazz e à Soul Music, ele prossegue interagindo com o que há de mais contemporâneo na música eletrônica e honrando os clássicos da house music que o trouxeram até onde está hoje.

Fabricio Peçanha:
É de Porto Alegre, começou a trabalhar com música nos anos 90 e logo foi eleito o melhor Dj do Rio Grande do Sul. O incentivo o convenceu que a música eletrônica era realmente seu negócio. Em 1997 a revista norte americana XLR8R o citou com um dos principais artistas do Brasil e sua carreira internacional começava a tomar forma. De lá pra cá integrou grandes eventos como Energy Parode na Argentina, Parada da Paz em São Paulo, Skol Beats, MegAvonts, Recife Beats, Festival Fulltronic de Porto Alegre e Life is Loop. Hoje é um dos três brasileiros no ranking mundial da revista Britânica DJ Magazine e toca nas melhores casas do Planeta.

Ingressos:
Masculino: R$ 100,00
Feminino: R$ 50,00

Pontos de Venda:
- QG Pastéis
- Officina Grill
- Ponto 15
- Ellystur

Site Oficial:
- Oquerola.com

Victor e Leo em Goiânia


Data: 11 e 12/12/2009
local: Atlanta Music Hall
fone:(62) 3257-7000
site: www.atlanta.art.br

Dois dias que vão emocionar você!

Show com:
- Victor & Leo

Line Up:
- DJ Eduardo Porto

Ingressos Pista:
Meia - R$ 20,00
Inteira - R$ 40,0...

Dois dias que vão emocionar você!

Show com:
- Victor & Leo

Line Up:
- DJ Eduardo Porto

Ingressos Pista:
Meia - R$ 20,00
Inteira - R$ 40,00
* Sem Open Bar

Ingressos Pista VIP:
Individual - R$ 40,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Mesas:
Para 4 Pessoas - R$ 600,00
Para 4 Pessoas - R$ 800,00
Para 4 Pessoas - R$ 1.000,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Extra VIP:
Individual - R$ 120,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

Ingressos Camarote Empresarial:
Individual - R$ 150,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

- O valor do Camarote Empresarial é de acordo com a capacidade de cada camarote.
- Os valores das Mesas são de acordo com a sua localização.
- Todos os valores acima são referentes ao 1º Lote.
- Todos os valores estão sujeitos a alteração sem aviso.

Posto de Venda:
- Atlanta Music Hall
- Rival Calçados
- Drogaria Santa Donata
- Tkts Express (62) 8406-4949

Implantação do Corredor Norte-Sul depende do impasse no Eixo Anhanguera



Neste ano, a CMTC teve em seu planejamento a implantação de corredores exclusivos para ônibus nas avenidas 85, T-7 e T-9, além do corredor Norte-Sul, que cortará a cidade. A previsão era de que, até o dia primeiro de agosto, pelo menos os corredores das avenidas T-7 e T-9 estivessem já implantados, mas isso não aconteceu.

A CMTC e a Agência Municipal de Trânsito (AMT) pediram uma prorrogação de seis meses para uma melhor análise técnica. Marcos Massad disse que esteve em Bogotá, a capital da Colômbia, analisando o modelo de corredores exclusivos naquela cidade e esteve também em uma reunião em Brasília, onde reivindicou à CAF, empresa responsável pelo corredor colombiano, um emprétimo de cerca de 150 milhões de reais para a construção do eixo Norte-Sul. “Além do projeto do eixo que ligará as regiões norte e sul de Goiânia, queremos definir também o impasse com o governo estadual sobre o Eixo Anhanguera, para sabermos quem será resposnável pela sua administração e para, assim, fazermos a readequação. E quanto à criação dos corredores exclusivos para ônibus, já temos o projeto bem adiantado junto à AMT para implantarmos, inicialmente, nas avenidas T-7 e na T-9, o mais rápido possível”, disse Marcos Massad.

“Dependemos apenas da licitação para o fornecimento de placas e de outros fatores técnicos. Mas uma coisa é certa, os corredores da T-7 e T-9 já estão definidos, todos os sinais passarão de três tempos para dois tempos, pois os condutores não poderão mais fazer as conversões para esquerda. Para isso, os semáforos serão reduzidos para dois tempos apenas”, explicou.

Fonte: DM

Usuário do Transporte coletivo terá informação pelo Celular


Torpedo informando o horário de passagem do próximo ônibus. Site que detalha a rota e o tempo de viagem de uma linha. Terminais de consulta com tela sensível com informações gerais do sistema metropolitano de transporte coletivo de Goiânia. Esses são apenas alguns dos componentes do Serviço de Informação Metropolitano (SIM), que será lançado hoje de manhã pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Goiânia (Setransp) e pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). O sistema vai funcionar plenamente dentro de 90 dias.

Quase tudo está pronto para funcionar ou a caminho do funcionamento. No entanto, o grande trunfo do serviço, que é o sistema de informações via torpedo SMS com dados sobre o horário de passagem do próximo ônibus, já está disponível mas ainda não poderá ser usado em sua totalidade pelo passageiro.

O motivo: os pontos de ônibus ainda não foram numerados pela CMTC. Sendo assim o passageiro não terá ainda como saber o número da parada para mandar uma mensagem solicitando a informação.

O trabalho mais pesado já foi feito. Os mais de 4 mil pontos de ônibus espalhados pelas cidades da região metropolitana foram mapeados ao longo de seis meses, georreferenciados, o sistema de envio de torpedos foi testado e está em ponto de bala. “Da nossa parte já está tudo pronto para funcionar”, explica Décio Caetano, diretor-superintendente do Setransp.

Só que o mais simples ainda não foi feito pela CMTC. E essa simples identificação do número de um ponto é básica para que o serviço funcione. “Reconheço que já era para estar pronto. Mas precisamos discutir muitas questões até chegar no modelo ideal de identificação dos pontos de ônibus. Agora o trabalho é mais rápido”, justifica o presidente da CMTC, Marcos Massad.

De qualquer jeito, esse trabalho rápido, que é a identificação do número dos pontos, exige licitação e não estará pronto antes de 2010. “Calculo 90 dias para conseguir identificar todos os pontos”, resume Massad. Enquanto isso o usuário ficará sem saber qual é o número dos pontos.

Apesar de todo pacote tecnológico do SIM, que inclui sete itens, a cereja do bolo é mesmo o SMS. E não é por acaso. Leve-se em consideração a popularidade do celular e a gratuidade do serviço. O usuário mandará, sem custos, um torpedo com a identificação do ponto onde se encontra para o número 28000 (28028 na TIM). Segundos depois chegará a informação sobre o tempo que falta para o próximo ônibus passar e quais linha passam naquele lugar.

Goiânia é a primeira cidade do Brasil a colocar o sistema de informação SMS do transporte coletivo em funcionamento. Outras cidades têm serviços semelhantes, com a informação repassada com base em planilhas. “Mas informação em tempo real somos os primeiros”, salienta Décio.

Hoje, empresas associadas à Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) participam de encontro em Goiânia para conhecer a tecnologia em operação no sistema de transporte coletivo.

Fonte: O Popular

Record Goiás lança sinal digital em Goiânia


A Record Goiás lançou, ontem, durante solenidade oficial, às 18h, o sinal digital em Goiânia e inaugurou sua nova newsroom, central de jornalismo que sediará seus telejornais. Com a nova tecnologia, os telespectadores goianienses acompanharão a grade da emissora em alta definição de imagem e som.

Compareceram ao lançamento o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, o senador Demóstenes Torres e o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Paulo Teles, que foram recebidos pelo diretor-executivo da Record Goiás, Cláudio Rodrigues. Após prévia feita pelos jornalistas Carlos Magno e Vanessa Lima, o prefeito Iris Rezende falou sobre a importância da iniciativa para a cidade. "A TV Record tem sido, indiscutivelmente, um meio de comunicação muito importante para Goiânia", declarou o prefeito.

Segundo informações da gerente de jornalismo da Record Goiás, Natalie Nanini, o novo estúdio para os telejornais, o newsroom, segue o modelo americano. A Record Goiás é a segunda emissora no Estado a aderir ao sistema digital.

16 de novembro de 2009

Edson e Hudson em Goiânia


O Último Show da Dupla no Estado de Goiás!

Data: 05/12/2009
Local: Atlanta Music Hall
Fone: (62) 3257-7000

Show com:
- Edson & Hudson

Line Up:
- DJ Eduardo Porto

Ingressos Pista:
Meia - R$ 19,00
Inteira - R$ 38,00
* Sem Open Bar

Ingressos Pista VIP:
Individual - R$ 40,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Mesas:
Para 4 Pessoas - R$ 400,00
Para 4 Pessoas - R$ 500,00
* Open Bar com cerveja, refrigerante, água e vodka com suco.

Ingressos Extra VIP:
Individual - R$ 100,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

Ingressos Camarote Empresarial:
Individual - R$ 120,00
* Open Bar de cerveja, refrigerante, água, vodka com suco, caldos, frios e whisky.

- O valor do Camarote Empresarial é de acordo com a capacidade de cada camarote.
- Os valores das Mesas são de acordo com a sua localização.
- Todos os valores acima são referentes ao 1º Lote.
- Todos os valores estão sujeitos a alteração sem aviso.

Posto de Venda:
- Atlanta Music Hall
- Rival Calçados
- Drogaria Santa Donata
- Tkts Express (62) 8406-4949

Goiânia tem 1 carro para cada 1,6 habitante

G1

Em 15 das maiores cidades brasileiras, a quantidade de veículos corresponde a pelo menos metade da população, ou seja, um carro para cada dois habitantes, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quatro cidades lideram o ranking e têm um veículo para cada 1,6 habitante: Curitiba (PR), Goiânia (GO), Ribeirão Preto e São José do Rio Preto (SP).

O G1 fez o levantamento em todas as capitais e nas cidades com mais de 400 mil habitantes - ao todo são 58 municípios. A reportagem utilizou os dados mais recentes da frota nacional (referentes a maio de 2009) e da estimativa populacional do IBGE (realizada neste ano).

Florianópolis (SC), Campinas e Santo André (SP) têm um veículo para cada 1,7 habitante. A capital paulista tem um para cada 1,8 habitante.

Caxias do Sul (RS), Santos, São Bernardo do Campo (SP) e Londrina (PR) tem um veículo para cada 1,9 habitante. Joinvile (SC), Palmas (TO) e Sorocaba (SP) têm exatamente um veículo para cada dois moradores.

As capitais Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Porto Alegre (RS), por exemplo, registram um veículo para pouco mais de dois habitantes.

Para Maurício Broinizi, coordenador-executivo do Movimento Nossa São Paulo, entidade que atua pela redução do uso de veículos na capital paulista, é preciso considerar que parte dos veículos informados pelo Denatran não está mais em circulação.

"Os Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) têm grande dificuldade em dar baixa nos veículos fora de circulação. Ainda assim, um veículo a cada dois habitantes é muita coisa. Se considerar a população total, não somente a adulta que tem carta de motorista, temos um número exagerado de automóveis."

Broinizi afirma que a única solução para reduzir a quantidade de automóveis em circulação é a melhoria do transporte público coletivo.

"Em São Paulo, o metrô está abarrotado no horário de pico. Os ônibus estão mal avaliados. O transporte público coletivo, que está rodando com sua capacidade máxima, é a única solução para esta questão. As pessoas têm o direito de ter carro, o grande problema é usar como meio de transporte. E complica o sistema viário da cidade, que não suporta a frota que tem. É preciso solução que atraia o usuário para o transporte público."

O coordenador do Movimento Nossa São Paulo disse que a cidade de Curitiba (PR) é um exemplo de que a quantidade de carros pode ser contornada com oferta de transporte público.

"Em Curitiba, por mais que o número de carros por habitante seja mais elevado, não se utiliza o carro como transporte diário. Em São Paulo, tem uma classe média que vê o transporte público como ruim. E, de fato, não oferece um bom serviço. Em Curitiba aconteceu o contrário. A cidade foi exemplo para várias outras do mundo e o transporte público é visto pela população de outra forma."

O advogado Marcelo Araújo, especialista em trânsito e assessor jurídico do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) do Paraná, concorda que, em Curitiba, o fato de existir um veículo para cada 1,6 habitante não acarreta influência negativa no trânsito local.

"Há um número alto de locadoras que registram os veículos na cidade por conta do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor) mais barato. Além disso, nem todos os veículos estão circulando. Tem muitas pessoas com mais de um veículo e não sai com todos ao mesmo tempo. (...) Em Curitiba você tem um trânsito que em alguns lugares e horários se torna problemático, mas não significa um trânsito parado, como em São Paulo."

Araújo diz que o transporte público colabora para que o trânsito flua bem na cidade.

Taxa baixa
A cidade do Rio de Janeiro, a segunda mais populosa do país, tem um índice de 3,2 pessoas para cada veículo. Mas, na avaliação do professor Paulo César Ribeiro, do Programa de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a proporção deve subir em alguns anos.

"Essa taxa que é mais baixa do que em outras capitais em alguns anos deve alcançar taxas como a de São Paulo. Hoje o trânsito flui, mas tem ficado cada vez mais congestionado. O horário de pico se ampliou e o trânsito tem se espalhado por mais ruas. E isso deve piorar."

Ribeiro também avalia que a única solução é o investimento em transporte público de qualidade para que as pessoas optem por deixar o carro em casa.

O especialista em trânsito Cyro Vidal, que foi diretor do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo por dez anos e participou da elaboração do Código Brasileiro de Trânsito, acrescenta ainda que não se pode deixar de lado a discussão sobre a substituição da frota antiga.

"E aí vem a dificuldade porque eles (poder público) não sabem o que fazer com esses veículos antigos, mas é preciso discutir o problema."

11 de novembro de 2009

Goiás entre os 10 destinos mais procurados pelos brasileiros


A proprietária da agência Atan Turismo, Margareth Custódio, confirma que os goianos, realmente, se programam melhor para suas viagens. “Há mais de dois meses já estamos vendendo pacotes turísticos para o réveillon. Aquelas pessoas que estão comprando com antecedência conseguem preços mais baixos e melhor atendimento”, afirma.

Ela observa também que mais goianos estão viajando, com mais frequência. “Basta ir ao aeroporto. A sala de embarque está sempre lotada, embora as companhias aéreas tenham aumentando o número de voos saindo de Goiânia”, observa Margareth.

A empresária Virgínia Castelo Branco Torres, da Girotur, diz que os preços mais baixos dos pacotes turísticos, puxados pelas passagens aéreas, inclusive as internacionais por causa da desvalorização do dólar frente ao real, estão incentivando os goianos a viajarem mais.

Segundo ela, neste segundo semestre, o número de viajantes do Estado já se compara com o de 2008, quando ainda não se falava em crise financeira no mundo. “Muitas pessoas, principalmente casais, estão aproveitando os fins de semana prolongados para fazerem viagens curtas”, observa.

A pesquisa do Ministério do Turismo, divulgada ontem, mostra que Goiás está entre os dez destinos turísticos mais escolhidos pelos brasileiros nos últimos dois anos. Um total de 5,4% dos entrevistados disse que visitou o Estado nos últimos dois anos. Não é por acaso que Caldas Novas foi escolhida pelos turistas da terceira idade como o segundo melhor destino de suas viagens. Pirenópolis é muito frequentada pelos turistas de Brasília, devido à proximidade com a capital federal. Já a Cidade de Goiás tem atraído visitantes principalmente pelo título de Patrimônio da Humanidade.

Entre os clientes potenciais, 2% pretendem visitar o Estado nos próximos dois anos, enquanto 21,4% falaram que vão optar pela Bahia e 0,5% por Brasília.

A pesquisa ouviu 2.514 pessoas entre os dias 17 de junho e 7 de julho. Foram entrevistadas pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e Goiânia. (SF)

http://www.opopular.com.br/anteriore...economia/3.htm

Reveillon Jaó 2010


O tradicional reveillon do Jaó no salão social está de volta!

Horário: 21h.

- 2 Ambientes
- Salões Climatizados
- Banda Voice (Salão Social)
- Mega Boate (Salão Cascata)
- Completo Buffet
- All Inclusive
- Show Pirotécnico
- Espaço Kids

Opções de Mesas:
4, 6 e 10 lugares

Espaço Kids com brinquedoteca, sala de vídeo, berçário, fraldário e monitores capacitados.

Valores para Sócios:
Juvenil - R$ 100,00 (8 a 15 anos)
Adulto - R$ 130,00 (a partir de 16 anos)

Valores para Convidados:
Juvenil - R$ 120,00 (8 a 15 anos)
Adulto - R$ 180,00 (a partir de 16 anos)

- Parcelamento no cartão de crédito.
- Os valores acima são promocionais e de 1º Lote.
- Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Reservas e informações pelo site ou pelo telefone de contato

Fone: (62) 3269-8001

4 de novembro de 2009

Fechamento de barragem adiado


Comportas do lago do ribeirão João Leite serão fechadas somente no fim de novembro. Ainda está faltando realizar obras básicas na área

Previsto para o fim de setembro, como tinha sido informado ao POPULAR pela Saneamento de Goiás S.A (Saneago) em reportagens publicadas em agosto, o fechamento das comportas da barragem do Ribeirão João Leite foi novamente adiado e só deve ocorrer no fim de novembro. A informação foi dada pelo diretor de engenharia da companhia, Mário João Souza.

Com isso, o enchimento do lago, que faz parte do sistema de abastecimento que deve assegurar o fornecimento de água para a capital, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Trindade até 2025, corre o risco de não ser concluído no primeiro semestre de 2010, como estava previsto.

Pela estimativa da Saneago, as comportas poderão ser fechadas a partir do dia 24 de novembro e seriam necessários de seis a oito meses para encher o reservatório de 12 quilômetros de extensão, dependendo da intensidade das chuvas no período. Como em abril o Estado entra no período de seca, o enchimento total deve ficar para o fim de 2010.

Os técnicos farão a descontaminação do terreno com a eliminação de fossas e a destruição de represas existentes na área, o que depende da licença de manejo a ser emitida pela Semarh. O plano de manejo deve definir o destino dos peixes exóticos existentes nas represas.

No dia 7 de novembro, deve ser feito o último leilão de madeira recolhida na área que será alagada. Os técnicos também resgataram cerca de 2 mil animais, como aves, répteis, anfíbios e mamíferos. O trabalho de resgate terá continuidade após o início do enchimento da barragem, com o recolhimento dos animais que continuam na área.

Enquanto equipes finalizam a instalação das válvulas que vão dissipar a energia hidráulica, outras trabalham na retirada de parte da fiação elétrica ainda existente na área a ser alagada. A retirada dos fios depende da construção de uma nova rede. Devem ser demolidos 14 imóveis construídos na área a ser alagada. (colaborou Adriano Marquez Leite)


Fonte: O popular

Banda Djavú em Goiânia


Data: 07/11/2009

Local: Eclipse Shows

Ingresso Open Bar R$ 25,00

1 de novembro de 2009

Goiânia terá prédio mais alto do Centro-Oeste e o 2º do País em construção.

Premier Unique, da TCI, no Jardim Goiás, terá 44 andares, 3 a menos que o Business Tower, de São Paulo, a torre mais alta do Brasil em construção.

Goiânia terá o edifício mais alto do Centro-Oeste, o Premier Unique, com 44 andares, distribuídos em 142 metros de altura, o que representa 3,1 vezes a altura do Palácio Pedro Ludovico (antigo Centro Administrativo), que tem 45 metros de altura e 11 andares.

O prédio começou a ser construído pela TCI-Inpar, no Setor Jardim Goiás, de frente para o Parque Flamboyant. O lançamento do empreendimento será hoje, durante festa para a qual são esperados mais de 500 convidados.

Esse é também o segundo prédio mais alto em construção no Brasil, perdendo apenas para o Company Business Tower Torre A, em São Paulo, com 160 metros e 47 andares.

Até o momento, o prédio mais alto de Goiânia, localizado no Jardim Goiás, é o Evidence Office, também da TCI-Inpar, com 38 andares. O Premier Unique equivale ainda a 3,6 vezes a altura da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (38 metros de altura).

Em Cuiabá (MT), Campo Grande (MS) e em Brasília (no setor Águas Claras), os edifícios mais altos têm 30 andares, de acordo com o Crea, Sindicato das Indústrias da Construção e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário desses Estados e do Distrito Federal.

Sucesso
Mesmo antes do lançamento oficial, já foram vendidos 30% dos apartamentos de um total de 76 do Premier Unique. Cada unidade terá 170 metros quadrados, e duas coberturas, cada uma com 370 metros quadrados. O metro quadrado está sendo vendido a partir de R$ 3,5 mil.

O empreendimento contará com infraestrutura de área de lazer, opção para três vagas de garagem, dependência completa para empregada, área de serviço com iluminação direta, quatro suítes, sendo uma master com closet. “É um projeto totalmente diferenciado e único”, anuncia a diretora de marketing da empresa, Cynthia Alexandra.

A TCI-Inpar está investindo R$ 30 milhões na construção do prédio, que será entregue em outubro de 2012. Segundo o diretor da empresa, Marco Antônio de Castro Miranda, atualmente, a TCI-Inpar está construindo oito prédios em Goiânia, numa área total de 12 mil metros quadrados, com investimentos de R$ 1,6 bilhão. Serão 800 novas unidades ofertadas ao mercado até 2012.

Além desses oito projetos, a empresa tem, também, áreas para construções e projetos já concluídos para mais 15 torres. Contudo, ainda não há previsão de quando esses projetos sairão do papel. “Tudo depende do comportamento do mercado, nos próximos meses. No momento, as vendas continuam aquecidas”, afirma o empresário.

De acordo com os diretores da TCI-Inpar, os clientes desses imóveis mais diferenciados são pessoas que estão voltando dos condomínios fechados mas querem manter o espaço físico, a privacidade e a segurança.

Além disso, eles observam, também, a volta dos investidores para o mercado imobiliário. “Muitas pessoas adquirem apartamentos na planta - quando conseguem preços mais atrativos - e depois quando o empreendimento está concluído eles os revendem para obter lucros”, observa Marco Antônio.

Fonte: O Popular

Expresso Pequi: A promessa do trem entre Goiânia e Brasília



                                 

Anúncio de construção de um expresso entre Goiânia e Brasília desperta dúvida sobre andamento de obras prometidas pela parceria dos governos estadual e federal

A 1 ano e 3 meses do fim do mandato do governador Alcides Rodrigues (PP) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), promessas de obras grandiosas e complexas começam a virar rotina em discursos políticos. Após a visita do petista a Goiás, em agosto, e das garantias de retomar a reforma e ampliação do Aeroporto de Goiânia, construir 50 mil casas até o final de 2010, duplicar a BR-060 no trecho Goiânia-Abadia de Goiás, garantir empréstimo de R$ 1,35 bilhão para a Celg, via Eletrobrás e BNDES, e concluir trecho goiano da Ferrovia Norte-Sul, a ousadia da vez é iniciar a implantação do trem de cargas e passageiros que vai ligar Goiânia a Brasília. Isso, já em março do ano que vem.

Seria maravilhoso para a sociedade local, empresários, estudantes, funcionários públicos e todo cidadão goiano que precisa se deslocar, às vezes todos os dias úteis, à capital federal. Poderia ser a retomada da esperança de instalar no trecho Goiânia-Brasília um transporte terrestre acessível e capaz de diminuir o tempo de viagem entre as duas capitais. A dificuldade de viabilizar técnica, burocrática e financeiramente uma obra de tal porte, daqui a cerca de seis meses, pode despertar a desconfiança da população. A reação com a notícia proclamada do outro lado do mundo pode ser a de descrédito antes mesmo de ela ser detalhada.

A novidade foi anunciada pelo presidente da Valec, José Francisco das Neves, Juquinha, na terça-feira, 8, em Pequim — mais especificamente em Tangshan, na província de Hebei —, durante visita a uma fábrica de vagões para metrô de superfície realizada pela comitiva que acompanha o governador Alcides à China. Na ocasião, Juquinha disse que com R$ 300 milhões é possível iniciar a obra. “Depois de começar é mais fácil”, teria dito, deixando clara a intenção dos atuais governos estadual e federal de lançar o projeto e, quem sabe, até iniciá-lo no próximo ano eleitoral, antes do fim dos mandatos. Mas nem chegaram a tocar nos pontos cruciais de execução, conclusão e manutenção da obra após 2010.

O grande diferencial do trem de Juquinha e Alcides seria a velocidade: média. Em nada se assemelharia, portanto, ao antigo projeto de trem-bala proposto pelos ex-governadores Joaquim Roriz (PMDB-DF) e Marconi Perillo (PSDB-GO), a não ser o percurso e o nome “Expresso Pequi” — considerado por Juquinha “homenagem” à região. Provavelmente amarelinho, o transporte faria o trajeto em torno de uma hora e meia, com velocidade entre 140 km/h e 180 km/h. O valor estimado de R$ 1 bilhão seria a principal mudança, uma vez que o custo do projeto anterior era cinco vezes maior, R$ 5 bilhões.

Na imprensa goiana, a defesa durante essa semana foi em relação às características “realistas” do projeto de trem convencional: média velocidade, preço menor, estrutura inferior. É até passível de ser aplaudida a iniciativa, não fosse pelo detalhe que seus defensores esqueceram de levantar: o valor estimado da obra é praticamente o mesmo que o Estado tem implorado de empréstimo ao governo federal para dar fôlego à Companhia Energética de Goiás na tentativa de evitar uma quase necessária privatização da empresa. Dinheiro emprestado, não doado ou investido em fundo perdido. Nem assim, até hoje, Goiás recebeu mais do que promessa sobre o assunto.

O Jornal Opção colocou a idéia para a avaliação de especialistas. É no mínimo curioso que nem funcionários da Secretaria Estadual de Infra-estrutura (Seinfra) muito menos da própria Valec tivessem conhecimento mínimo sobre o novo modelo do Expresso Pequi. “Nós fomos pegos de surpresa. O que tínhamos aqui eram estudos do projeto anterior, do trem-bala”, disse um funcionário de alto escalão da Seinfra. Ele chegou a pedir um dia à reportagem para levantar informações sobre a nova proposta, mas não obteve sucesso, já que os detalhes estariam em mãos apenas do presidente da Valec, em missão na China. Na Valec, a informação repassada era a mesma: nenhum técnico estava a par do projeto.

Direto do Oriente, Juquinha disse à imprensa que vinha conversando sobre o projeto com o governador Alcides desde março deste ano. O Jornal Opção apurou que o presidente da Valec esteve há cerca de dois meses na Câmara dos Deputados conversando com representantes da bancada goiana na Comissão de Infra-estrutura, na tentativa de assegurar pelo menos R$ 300 milhões para essa obra, em emendas parlamentares na previsão orçamentária do próximo ano. Segundo fontes ouvidas, acompanhavam Juquinha representantes de duas empresas de consultoria conhecidas pela elaboração de projetos de engenharia.

Segundo um deputado federal, é ilusório acreditar que a verba será liberada. Ele explica que uma parte do montante, R$ 100 milhões, pode até ser acatada se partir de emenda apresentada por toda a bancada goiana na Comissão de Orçamento, mas que a quantia previsível de ser aprovada no orçamento é de no máximo R$ 15 milhões — valor que, na opinião do deputado, é “mixaria” para construções ferroviárias. Daí, até o governo federal liberar a verba é outra história. “Não adianta aprovar emenda e, no ano que vem, Lula cortar tudo, pois ele tem feito isso. Todas as emendas de bancadas foram canceladas e as individuais não foram pagas, estão atrasadíssimas desde 2008”, denuncia.

O deputado acredita que não há sequer projeto para a construção do trem convencional e que o anúncio seria apenas promessa eleitoreira. “Mesmo sendo trem de média velocidade, não vejo fonte de recurso. O governo não tem dinheiro nem para as obras que considera mais importante, como a Norte-Sul.” Para ele, a obra não será iniciada, apenas prometida, pois além de todas as dificuldades técnicas, é preciso que haja recurso também da iniciativa privada. “Tem de diminuir o discurso ufanista e apresentar projetos realistas à sociedade.”

Um ex-secretário estadual ligado à área de infra-estrutura também afirma que o governo federal não possui recurso suficiente para arcar com a promessa. “Não tem dinheiro nem para tocar as obras da Norte-Sul, vai ter pra construir um trem?”, questiona. Ele faz crítica à comparação, quanto ao melhor ou pior projeto. “É totalmente eleitoreiro dizer que vai ser inaugurado daqui a tanto tempo, já que custa tantas vezes menos que o outro. Esperamos que seja uma promessa séria, pois a discussão que estão querendo implantar está parecendo politiqueira.”

A mesma fonte afirma que é indispensável estudo de engenharia, relevo, viabilidade econômica e técnica, melhor percurso, impactos socioambientais e desenvolvimento econômico do eixo Goiânia-Brasília. Tudo sob detalhamento minucioso. “Aí sim, é possível elaborar um projeto enxergando não só questão eleitoral, mas de desenvolvimento macroeconômico.” Ele critica até mesmo o projeto anterior, que não chegou a ser aprofundado. “Trem e metrô não são assuntos para criar identidade de governo, são projetos de médio e longo-prazos.”

Segundo informações preliminares passadas na China, o traçado da ferrovia começa na Vila Matinha, em Senador Canedo, mas não especifica o destino de chegada em Brasília. Aliás, na Secretaria da Fazenda do DF fontes ouvidas afirmaram que “não estão sabendo do projeto do trem da Valec”. Juquinha garantiu que em fevereiro de 2010 o governador Alcides anunciará detalhes da construção da ferrovia. Ele assegurou também que nos próximos dias se reunirá com o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Bernardo Figueiredo, para tratar dos aspectos legais da obra.

Impasses naturais — Outro ex-secretário de Estado critica a proposta de trem para o próximo ano já na primeira afirmativa de Juquinha. “Não é possível iniciar a obra em março de 2010, porque é preciso antes de tudo fazer o projeto, que não existe.” Explica que para contratar uma empresa de projetos é preciso realizar uma licitação, o que demoraria no mínimo 90 dias. Feita a licitação, a contratação da empresa levaria pelo menos quatro meses, caso não houvesse recursos na Justiça por parte de outras empresas, fato freqüente. Depois, a elaboração do projeto levaria no mínimo mais quatro meses. Mais quatro meses e haveria condições de abrir licitação para início das obras. A conclusão é que o tempo mínimo para o trâmite legal e burocrático requer intervalo de mais de um ano. Só depois desse período haveria condições de iniciar as obras.

“É muito improvável que essa obra comece em março. A afirmativa do Juquinha é altamente questionável”, diz a fonte. Todavia, o ex-secretário aprova o fato de a nova proposta de trem ser de média velocidade, característica que, para ele, diminui custos e facilita a execução da obra. “A velocidade se encaixa perfeitamente no percurso curto de Goiânia a Brasília. Seria uma excelente opção de negócios”, opina.

Ele estima que o eixo Goiânia-Brasília recebe fluxo de aproximadamente 6 milhões de pessoas e que em dez anos essa média deve chegar a 10 milhões. Alternativas de desenvolvimento econômico no percurso, segundo ele, só faria Goiás e DF se projetar. Mas lembra que é extremamente necessário realizar estudos aprofundados de viabilidade econômica. “Transportes ferroviários são sempre opções eficientes e importantes, além de mais confortáveis em minha opinião. Para a sociedade, é importante a retomada da idéia. O que não se pode é fazer demagogia”, defende.

O funcionário da Seinfra citado no início da reportagem lembrou que o preço do bilhete de passagem do trem-bala proposto pelos ex-governadores Roriz e Perillo, caso o projeto fosse implementado, seria semelhante ao preço de passagem de avião de Goiânia a Brasília. Ou seja, o investimento não compensaria aos cofres públicos. Além desse aspecto negativo, ele informou que a diferença de altitude no percurso entre as capitais chega a 300 metros e, principalmente por isso, o mapeamento do projeto deve ser feito detalhadamente — para não dizer que já deveria estar pronto durante o anúncio da obra.

Divergências — Dois economistas procurados pela reportagem divergem sobre a viabilidade do trem de média velocidade. Jefferson Vieira defende que o eixo possui importante fluxo de passageiros e cargas e que é necessário aproveitar a economia proporcionada pela instalação de ferrovia para desenvolver outras formas de atividades econômicas, ao longo do trajeto. Segundo ele, Goiânia-Brasília está entre os quatro principais trechos econômicos do Brasil. “É fundamental criar um plano de desenvolvimento a médio e longo prazos para a região. Um projeto sério é viável e necessário, e não acarretaria prejuízo”, acredita.

Em contrapartida, o consultor e professor da UCG Eber Vaz afirma que financeiramente o projeto não compensaria: “Se o governo levar adiante, vai ter déficit”. Ele aponta três motivos: “Não haverá dinheiro para dar manutenção quando o trem estiver circulando; não terá contingente de cargas e pessoas para o sistema ser lucrativo; e o preço da passagem não ficará barato, logo não receberá demanda necessária”, pontua.

No entanto, do ponto de vista social, ele diz acreditar que a estrutura seria importante para a sociedade, pois evitaria superlotação em estradas, rodoviárias e aeroportos. Mas opina que a iniciativa teria o mesmo destino que o projeto City Bus de Goiânia: fracasso por falta de demanda. “A tendência é acabar, justamente porque não há demanda que sustente o projeto”. Exemplifica a inviabilidade econômica citando também a ausência de pedágio em estradas: “Não temos pedágio porque não temos demanda que compense cobrar tarifa”.


Goiânia terá mais 24 viadutos


O prefeito Iris Rezende disse ontem que 24 viadutos serão construídos em Goiânia com recursos do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). O anúncio foi feito durante solenidade de assinatura de ordem de serviço para a construção de um viaduto na BR-153. Os novos viadutos devem ser construídos em vias como Avenida Perimetral, BR- 153 e GO-060 (ver gráfico). Pelo menos três deles já estão em processo licitatório.

As obras no viaduto da Avenida 2ª Radial com BR-153 começaram ontem. A construção ligará o bairro Alto da Glória ao Parque das Laranjeiras. O superintendente do Dnit em Goiás, Ruimar dos Santos, diz que o primeiro passo será a retirada de postes, rede de água e fiações de telefone e eletricidade. “Faremos um desvio, sem grandes intervenções, usando as vias laterais”, informou. Serão investidos R$ 6,9 milhões do Orçamento Geral da União. O prazo estimado para a conclusão da obra é de 180 dias.

A Diretoria de Comunicação do Dermu/Compav alega que o projeto da obra teria sido elaborado pela Universidade Paulista (Unip). O viaduto terá canteiro central, passarela subterrânea de pedestres e iluminação diferenciada. A Avenida 2ª Radial passará por baixo da BR-153, que continuará no mesmo nível. A prefeitura construirá uma avenida com 8 km de extensão, que ligará os bairros do lado leste da BR, como Jardim da Luz e Parque das Laranjeiras, com os do lado oeste, como Vila Redenção e Alto da Glória.

O presidente da Associação de Moradores do Alto da Glória, Edno Meneses, acredita que o viaduto beneficiará cerca de 26 mil pessoas que moram em oito condomínios horizontais e 26 bairros da região.

trabalhos

Na Avenida Consolação com Pedro Ludovico, na Vila Canaã, propriedades já foram retiradas para o início das obras. O Dnit já adiantou que a Avenida Consolação, ligada à Fernão Dias, passará por cima e as avenidas Pedro Ludovico e Aderup, por baixo. A previsão de custos para a obra é de R$ 7 milhões e deve ser concluída no segundo semestre deste ano.

Além dos viadutos anunciados ontem pela Prefeitura de Goiânia, será feita uma intervenção no cruzamento das avenidas T-63 e 85. O valor estimado pela Secretaria Municipal de Obras está entre R$ 15 e R$ 20 milhões, o dobro do que foi gasto na Praça do Ratinho. O prazo para entrega é de, no máximo, seis meses. O tráfego vai acontecer em três níveis.

rodovias

Também foi assinada ontem ordem de serviço para o asfaltamento de cerca de 45 quilômetros do trecho entre São Miguel do Araguaia e o distrito de Luís Alves. A BR-080 reduz a distância entre o Norte do País e o Distrito Federal em 150 quilômetros. A rodovia começa em Brasília, corta Goiás e termina no Mato Grosso. Foi anunciada a duplicação da BR-060 entre Goiânia e Abadia de Goiás, com extensão de 17 quilômetros
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