Pecuária de Goiânia 2020

Pecuária de Goiânia 2020

Data: 12 a 23 de Maio de 2020
Local: Goiânia
Cidade: Goiânia - Goiás

Shows:

12/05 -  Maiara & Maraisa (Gravação do DVD)
15/05 - Wesley Safadão
16/05 - Luisza e Maurilio / Gustavo Mioto
17/05 - Marília Mendonça / Jorge & Mateus
22/05 - Zé Neto & Cristiano  Diego & Victor Hugo
23/05 - Henrique & Juliano

Ingressos: 

12/05 -  Maiara & Maraisa (Gravação do DVD)

R$ 10,00 - Meia
R$ 20,00 - Inteira

Outros Shows

R$ 25,00 - Meia
R$ 50,00 - Inteira

Vendas Online: Meu Bilhete 

Goiânia tem o janeiro mais chuvoso dos últimos três anos


Sete das oito estações de monitoramento em Goiânia registraram volumes acima da média. Na Região Leste, no Jardim Olinda, precipitação foi de 75% acima do esperado para o mês

O acumulado das chuvas de janeiro de 2020 é o maior registro para o mês dos últimos três anos em Goiânia. Levantamento do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo) mostra que das oito estações de monitoramento, em apenas uma não houve acúmulo acima da média climatológica, que é de 247,8 milímetros (mm). A medição da estação do Jardim Olinda, na região Leste de Goiânia, chegou à marca de 434,8 mm, 75% acima do esperado para o período. 

Gerente do Cimehgo, André Amorim diz que este é o janeiro mais chuvoso desde 2018, quando foram iniciadas as medições em oito estações espalhadas em diferentes pontos da cidade. Ele conta que este ano não houve, inclusive, o veranico, período contínuo de pelo menos 7 dias sem chuva, comum em anos anteriores. O comportamento pluviométrico está bem diferente do ano passado, por exemplo, quando as chuvas ficaram muito abaixo do que é previsto para Goiânia. 

Para se ter uma ideia, na mesma estação em que houve o maior registro de 2020, em 2019 o volume não chegou a 100 mm (veja quadro). No ano passado, em nenhuma das estações de toda a capital chegou-se à média esperada para o mês. O menor índice foi marcado no equipamento que faz a medição na região Norte da cidade, com apenas 47 mm no mês todo. A Região Central, com medidor instalado na Avenida Paranaíba, teve o maior registro de 2019 para o mês de janeiro, com 143 mm. 

Em 2018 a seca não foi tão intensa quando no ano passado, mas apenas a estação que fica no Jardim Olinda (a mesma que registrou o maior acúmulo neste ano), na região Leste, chegou à média para o mês, com 250 mm. Nas outras estações os acumulados foram menores, mas em todos os casos, superiores a 100 milímetros em cada. Na Região Noroeste, por exemplo, chegou-se a 218 mm, mas na região norte não ultrapassou 130,6 mm. 

Variação 

Chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás, Elizabeth Alves Ferreira diz que nos últimos dez anos houve bastante variação para os registros do primeiro mês do ano. Em 2010, o acumulado registrado na estação que fica no Centro (a mais antiga da capital) foi de 98,4 mm. Em 2011 foi de 287,8; em 2012: 467,4 mm; em 2013: 353,5 mm; em 2014: 143,6 mm. Em 2015, o total do mês foi de 73,7 registrando a menor média dos dez anos analisados. Já em 2016, 484,8 mm, sendo o maior da década. Em 2017, 176,1 mm. 

Elizabeth diz que este ano não está sofrendo influência de fenômenos como o El Niño e La Niña, por isso é chamado de ano neutro. “O que temos observado é que ano após anos, a chuva tem atrasado mais. Em 2019, por exemplo, choveu pouco por diversos fatores no mês de outubro. Então vemos mais chuvas fortes em épocas que a estiagem deveria iniciar. Fevereiro, pelo que já podemos conferir, será de chuvas irregulares, mas esperamos que seja dentro da normalidade, que pode variar de acordo com a região do Estado, mas com acumulado entre 200 e 250 milímetros para o mês”, diz. 

Na madrugada e início da manhã desta quinta-feira (6), choveu de forma espaçada na Capital. A Região Noroeste registrou novamente um grande volume, com 64,2 mm de entre 2 horas e 7h40. “O problema é quando chove 64 mm em pouco tempo”, comenta André Amorim, do Cimehgo.Mesmo não sendo concentrada, a precipitação causou estragos na GO-070. 

Na madrugada desta quinta-feira, também choveu bastante na região do Balneário Meia Ponte, com 36,2 mm. O prognóstico para fevereiro demonstra que as chuvas devem continuar. 

Obra fica pronta em dois meses 

A pesar de ter sido distribuída ao longo de 5 horas, a chuva desta quinta-feira foi suficiente para arrastar parte das ações de obras que foram iniciadas para recuperação da cratera aberta na GO-070, no setor Chácaras Mansões Rosas, próximo ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), na saída para Inhumas. 

Em nota, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) informou que o local está sendo monitorado e que estão sendo realizadas intervenções para reduzir danos que possam aparecer no local da erosão até que se conclua a obra. Ainda de acordo com Goinfra, a previsão para a entrega da obra em definitivo é de 60 dias e o prazo não será ampliado. No dia 24 do mês passado, a rodovia foi interditada com risco de desabar após parte da via ceder devido ao volume de chuvas. 

A chefe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás diz que a previsão é de novas chuvas. Ela explica que este mês ainda está dentro do período considerado chuvoso. “As chuvas ainda serão irregulares, apesar de esperarmos a normalidade.”

Fonte: O Popular

Cerca de 300 toneladas de lixo são retiradas todo mês dos bueiros de Goiânia



Balanço divulgado pela Prefeitura de Goiânia indica que todo mês são retiradas uma média de 300 toneladas de lixo de dentro dos bueiros da capital. Jogar lixo na rua é a principal prática que acarreta em muito trabalho para as equipes de limpeza urbana. O trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Público  (Seinfra) é intensificado durante o período chuvoso, evitando enchentes. 

Embalagens plásticas, vidros, garrafas pet, entulho de construção e até eletrodomésticos são exemplos do que é encontrado dentro dos bueiros. "Até vaso sanitário já foi encontrado dentro de um bueiro em Goiânia. É preciso lembrar que todo lixo descartado irregularmente nas ruas vai parar dentro dos reservatórios e o resultado é o alagamento de ruas e avenidas da cidade, problema que, juntamente com a impermeabilização do solo,  está ligado diretamente à falta de conscientização de boa parte da população", afirma o titular da Seinfra, Dolzonan Matos. 

Os serviços preventivos são realizados de forma rotineira durante todo ano e intensificados antes e durante cada período chuvoso. Em 2019, foram feitas limpezas em 27.579 bocas de lobo, uma média de 2.298 por mês, com a retirada de cerca de 3 mil toneladas de lixo.

“A limpeza é feita primeiro de forma manual, com a retirada de entulho pelos próprios servidores. Dependendo da situação do bueiro, a desobstrução pode ser feita com ajuda de um caminhão hidrojato que suga os resíduos quando a quantidade de lixo é maior”, destaca o diretor da Seinfra, Marcelo Torrubia de Oliveira. Um único bueiro entupido pode acarretar em um dia inteiro de trabalho", explica.

O diretor lembra ainda que a Seinfra dispõe de canais de comunicação para que o cidadão solicite serviços de infraestrutura, como limpeza de bocas de lobo, substituição de lâmpadas queimadas e remoção de entulhos, entre outros. As equipes podem ser solicitadas pelos telefones 3524-8363 e 3524-8373 ou WhatsApp (62) 98493 7229.

Fonte: A Redação

Justiça condena Município de Goiânia a realizar manutenção definitiva no asfalto da Av. Anhanguera


Decisão foi proferida em ação ajuizada pela Metrobus, que alega que a má conservação da via em que trafega o Eixo Anhanguera ocasiona o desgaste dos veículos e acarreta em atrasos e falhas nos ônibus, prejudicando a população

A Justiça de Goiás condenou o Município de Goiânia a realizar a manutenção definitiva no asfalto da Avenida Anhanguera, acusado pela Metrobus Transporte Coletivo S/A, empresa que detém a concessão do Eixo Anhanguera, de ser responsável pela má conservação da via pública, o que estaria ocasionando o desgaste precoce dos veículos, danificando peças e acarretando atrasos e falhas nas viagens, prejudicando a população. 

Segundo a Metrobus, o Pacto Metropolitano pelo Transporte Coletivo, que visava melhorias para o transporte da capital, foi recepcionado pela Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) em 2014, quando também ficou decidido que o Eixo Anhanguera passaria atender os municípios de Trindade, Goianira e Senador Canedo. Contudo, segundo consta nos autos, as melhorias não ocorreram. 

Em sua decisão, proferida na última sexta-feira (7), a juíza Jussara Cristina Oliveira Louza, da 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos, destacou que “é fato público e notório a má conservação das vias públicas na cidade de Goiânia, as quais estão tomadas por buracos, causando diversos transtornos à população local e seus visitantes, bem como dificultando o trânsito de veículos, pedestres e ciclistas”. 

Para a magistrada, a Metrobus não tem condições de prestar um bom serviço diante da péssima conservação das vias públicas. “Caso a manutenção da Avenida Anhanguera não seja realizada, poderão ocorrer acidentes ainda mais graves, dentre outros prejuízos à autora no que se refere ao exercício das atividades de transporte público, essencial à população que dela depende”, diz na sentença. 

Condenado, o Município terá 30 dias para apresentar em juízo o cronograma de obras de recuperação, para que o cumprimento seja acompanhado pela Justiça. A juiz também estabeleceu o ressarcimento de eventuais custas e despesas processuais à parte autora, no valor de R$ 2 mil. 

Em nota enviada à reportagem, a Procuradoria Geral do Município de Goiânia (PGM) informou que não foi notificada sobre a decisão referente à manutenção definitiva da pavimentação asfáltica da Avenida Anhanguera e que aguardará a intimação nos autos judiciais para tomar conhecimento integral da sentença. A PGM informou também que irá recorrer da decisão no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). 

O Município, no entanto, destacou que, segundo o contrato administrativo de concessão do serviço público, “a Metrobus encarrega-se dos custos operacionais, devendo responder também pelos gastos indispensáveis ao funcionamento pleno e regular do serviço sob sua responsabilidade, dentre os quais os gastos referentes à infraestrutura necessária à operação do correspondente serviço”.


Epic City Home: conheça o apartamento mais caro de Goiânia


Cobertura do Epic City Home, de 1361 m², em frente ao Parque Vaca Brava, no Setor Bueno passa a ser o apartamento mais caro e o maior já lançado em Goiânia.

Você consegue imaginar um apartamento dúplex de 1.361,73 m²? Essa é a metragem do apartamento mais caro de Goiânia, que o coloca também como o maior já lançado na Região Centro-Oeste.  Trata-se da cobertura do Epic City Home, prédio que está sendo construído no Setor Bueno, em frente ao Parque Vaca Brava, e promete ser um cartão postal da nossa capital.

Agora, para pra pensar e me responda. Quanto você acha que custava esse apartamento? Sim, a pergunta foi feita no “passado”, pois esse imóvel  já foi vendido! E aí, quanto você acha que custou?

Sem mais mistérios, vamos à resposta. O valor de tabela praticado pela City e pela OM Incorporadora, as responsáveis pelo projeto, na época do lançamento se aproximava de R$ 14 milhões, mas a venda foi concretizada por valores próximos aos R$ 11 milhões.

A cobertura do Epic City Home conta com áreas sociais e de serviço no pavimento inferior e os quartos e a área de lazer, que tem uma piscina de 13 metros, com vista panorâmica, ficam no pavimento superior.

Além disso, a cobertura ainda tem 7 vagas de garagem, jardim suspenso e outras atrações.

Epic City Home tem localização mais valorizada de Goiânia

A área de aproximadamente 3.000 m², onde o Epic City Home está sendo construído, é a última na orla do Parque Vaca Brava, para a construção de edifícios. E justamente por isso, a mais valorizada. No lançamento, as unidades estavam sendo vendidas a R$ 10 mil o metro quadrado. O empreendimento ficará na esquina da avenida T-5, com a T-61, na parte mais alta do Parque Vaca Brava.

Projeto ousado, original e autêntico assinado por Arthur Casas

O Epic City Home conta com a assinatura de Arthur Casas, um dos arquitetos mais conceituados no mundo atualmente, com projetos no Rio de Janeiro e São Paulo, além de obras em cidades como Nova York, Tóquio, Paris e Milão.

E a City, definiu Arthur Casas assim: “Em seus trabalhos, as linhas marcantes, os contornos funcionais e o design aplicado em formas inusitadas são diferenciais que despertam sensações e interagem com o público, assim como uma verdadeira obra de arte.”

Trazendo esse texto bonito para prática, o Epic City Home tem um design bem diferente mesmo. Pra se ter uma ideia, são 67 apartamentos, em 31 andares e as metragens variam entre 333 a 875 m², além da cobertura de 1361 m². E o mais interessante é que os andares não seguem uma linha única. O Epic City Home não é aquele prédio retinho, todo simétrico. Muito pelo contrário.

Se você pegar um andar para comparar, nem o de cima, nem o debaixo tem o mesmo alinhamento e a mesma metragem de construção. Um tem a sacada maior, outro tem um espaço maior de paisagismo, outros tem piscina na sacada. Enfim, ele é bem diferente mesmo.

Acabamento de alto padrão e lazer completo

Pelo preço, já é de se imaginar um acabamento impecável e de altíssimo padrão no Epic City Home. E é justamente o que a City e a OM Incorporadoras prometem entregar. Com bancadas em quartzo, metais e louças de alto padrão, acabamentos em mármore, e tudo focado em oferecer conforto, sustentabilidade e sofisticação.

O prédio ainda vai oferecer lazer completíssimo, incluindo quadra de tênis, o que é bem raro nos empreendimentos desse porte, um academia de 180 m², piscina com vista panorâmica na área comum, áreas gourmet com churrasqueiras, salão de festas e muito mais.

E ainda tem a integração entre o paisagismo e a arquitetura do prédio. Seguindo o conceito “green building”, bastante utilizado nas principais cidades do mundo, o Epic City Home foi projetado de forma a oferecer uma extensão do Parque Vaca Brava para todo o empreendimento, formando um verdadeiro jardim suspenso, ou jardim vertical na fachada do prédio.



Fonte: Dia Online

Retomada das obras do BRT Norte-Sul na Praça do Cruzeiro vai exigir paciência dos motoristas


Trabalhos foram suspensos para que a Enel remanejasse postes e a rede de energia elétrica que ficam no entorno

As obras do BRT Norte-Sul na Praça do Cruzeiro, em Goiânia, foram retomadas nesta terça-feira (11). Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), o trabalho estava suspenso para que a Enel remanejasse 10 postes e a rede de energia elétrica que ficam no entorno. A previsão é que a obra seja concluída em 15 dias. 

De acordo com a Seinfra, a concessionária já removeu oito das dez estruturas e os funcionários trabalham do lado esquerdo, sentido Praça do Cruzeiro - Praça Cívica para retirar os dois restantes. Enquanto isso os trabalhados seguem pelo lado direito. Após essa etapa, as obras se estenderão pela Avenida 84 até a Praça Cívica. 

Em nota, a Enel informou que o serviço de deslocamento dos cabos e equipamentos está sendo feito com equipes de Linha Viva, que contam com profissionais especializados em trabalhar com a rede elétrica energizada, evitando desligamentos do fornecimento de energia e diminuindo os impactos sentidos pelos clientes da região. A distribuidora esclarece que, por questões de segurança, as equipes não podem trabalhar enquanto estiver chovendo, o que tem prejudicado o andamento do serviço nos últimos dias. 

A Seinfra informou ainda que no local serão instaladas duas estações de embarque e desembarque de passageiros, uma de cada lado da Praça, seguindo o mesmo estilo das que foram aprovadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para a Praça Cívica. Cada plataforma ocupará um espaço no passeio de 3,5 m de largura e deverão ficar prontas junto com toda a estrutura do sistema, em outubro deste ano. 

Trânsito 

Segundo a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMT) o motorista que segue pela Rua 87, sentido Oeste-Leste, com destino às Ruas 90/88/86/84, entrará à direita na Rua 124, passará pela Rua 89 e poderá acessar todas essas vias, até à Rua 84. Já o motorista que está na Rua 84, sentido Leste-Oeste, com destino à Av. 85, entrará à direita na Rua 124 

BRT Norte-Sul 

O BRT Norte-Sul tem uma extensão de 21,7 km, saindo do terminal Recanto do Bosque, na Região Norte da Capital até o terminal Cruzeiro, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. O trecho em construção está orçado em R$ 275 milhões, em valores iniciais, sendo R$ 140 milhões de recursos do FGTS e o restante de contrapartida da Prefeitura de Goiânia. Em valores atualizados chegará a R$ 400 milhões. 

Já o trecho de 5,1 km entre os Terminais Isidória e Cruzeiro está orçado em R$ 87.366.081,03, valor proveniente do Orçamento Geral da União (R$ 70 milhões) e do tesouro municipal (R$ 17.366.081,03). A empresa vencedora terá 18 meses para entregar a obra.

As obras começaram em março de 2015, mas, por divergências entre a Prefeitura, a Caixa Econômica Federal e órgãos de controle, sofreram uma paralisação de oito meses, sendo retomadas em março do ano passado, após assinatura de um TAC entre o Ministério Público e os envolvidos.

Fonte: O Popular

Ainda sem companhias confirmadas, internacionalização do Aeroporto de Goiânia entra na reta final


De acordo com o presidente da Goiás Turismo, processo deve ser concluído até o dia 28 deste mês, mas processo ainda tem pendências

Desde o final do ano passado, excursionistas e empresários de Goiás observam com otimismo uma notícia dada pelo governo do Estado. Em setembro, o secretário de Indústria e Comércio (SIC), Wilder Morais, anunciou o início do processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia – Santa Genoveva – após uma reunião com o superintendente da Infraero, Antônio Sales.

A novidade animou tanto quem trabalha com turismo quanto quem usufrui dele, uma vez que, atualmente, para embarcar em um voo internacional, quem mora em Goiás precisa se deslocar para outros aeroportos, como o de Brasília ou São Paulo, uma vez que o de Goiânia opera apenas com voos nacionais.

A internacionalização deve propiciar a partida direta de Goiânia para outros países. Isso pode mudar completamente o cenário turístico goiano. Entretanto, os procedimentos para o “upgrade” do aeroporto ainda estão em andamento. Mas o destino dessa ideia segue incerto.

Para ser internacionalizado, ou seja, dispor de voos internacionais que decolem diretamente do Aeroporto de Goiânia, o terminal precisa passar pelo crivo de uma série de órgãos federais que emitem exigências a serem cumpridas para a conclusão do processo. São eles: Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB); Departamento de Polícia Federal (DPF); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DAS/Mapa).

Conforme o órgão nacional de aviação civil, a análise é feita mediante requerimento do operador local. A solicitação precisa estar instruída por decisões administrativas que atestem a capacidade do aeroporto de atendimento às operações de tráfego aéreo internacional pelas entidades federais já mencionadas.

Entretanto, até quarta-feira, 5, a Anac, que realiza a designação de aeroporto como internacional na última etapa, informou que ainda não havia recebido qualquer documentação

O presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, explicou a ausência de documentação na Anac para análise. O titular da pasta responsável pelo processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia juntamente com a SIC informou que adaptações e implementações da estrutura física do aeroporto precisaram ser realizadas em cumprimento às exigências dos órgãos competentes. Conforme Amaral, tais implementações só foram finalizadas na quarta-feira. E a documentação que comprova as alterações seria remetida à Anac no dia seguinte.

As mudanças no Aeroporto de Goiânia foram autorizadas e realizadas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, a Infraero. Ao Jornal Opção, a empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura  falou sobre as adaptações no âmbito do processo de internacionalização.

A estatal confirmou que as adequações do Aeroporto de Goiânia foram concluídas e o processo encontra-se em “fase de validação por parte dos órgãos públicos envolvidos para consolidação e envio à Anac para fins análise e emissão de Portaria, tornando-o aeroporto apto a receber voos internacionais”.

Segundo a Infraero, entre as adequações realizadas estão a instalação de balcões para a Polícia Federal, esquadrias de vidros, aparelho de raio-X, adaptações nas áreas de embarque, desembarque e triagem de bagagens.

Fabrício Amaral explicou que o processo de internacionalização conta com várias etapas. Uma delas, agora concluída, é a alteração da estrutura física do aeroporto. O presidente da Goiás Turismo também destacou que o governo de Goiás tem preparado o terreno há algum tempo para que o terminal passe a operar com voos internacionais. Uma das iniciativas enfatizadas por Amaral é a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do combustível de aviação.

Em novembro de 2019, o governador Ronaldo Caiado (DEM) assinou o termo celebrado pelo governo, por meio da SIC, Secretaria da Economia e Goiás Turismo, que dá efetividade ao Decreto nº 9.560. A decisão reduzir a tributação sobre o querosene de aviação (JET-A1) de 15% para 7%.

Na época, Caiado declarou que “a maior demanda, em qualquer um dos 246 municípios goianos, é a oportunidade de emprego”. Por isso, o governador afirmou que era preciso “identificar e alavancar os setores capazes de fazer com que o emprego chegue mais rápido ao interior”. “O turismo é fator determinante para avançarmos em qualidade de vida das pessoas pelo interior”, concluiu.

Na solenidade de assinatura da redução do ICMS, que foi realizada no Aeroporto de Goiânia, o titular da Goiás Turismo também apontou a medida como importante porque “o turismo mobiliza 50 segmentos econômicos diretos e mais de 500 indiretamente, segundo estudos recentes”. De acordo com Amaral, “os aeroportos e toda sua reverberação são plataformas muito fortes de desenvolvimento, e o  Brasil ainda não acordou para isso, sobretudo no aspecto regional”.

Ao Jornal Opção, o titular da agência disse que o projeto de internacionalização é “tocado a várias mãos”. Amaral se refere às articulações de Wilder Morais na SIC e toda a documentação necessária que seria enviada à Anac no dia 6.

O presidente da pasta de turismo afirmou não ter controle sobre o prazo de análise no órgão de aviação civil, mas adiantou que o processo todo deve ser concluído até o final do mês. “Até o dia 28 de fevereiro, no máximo início de março, o Aeroporto de Goiânia deve ser internacional”, declarou.

“Estamos contando os dias” para a internacionalização do Aeroporto de Goiânia, diz diretora de agência de viagens

A diretora comercial Valéria Nogueira, proprietária de uma agência de viagens de Goiânia, vê com ótimos olhos a iminente conclusão do processo de internacionalização do Aeroporto de Goiânia. Para a empresária, a novidade pode alavancar o turismo regional e aumentar ainda mais o fluxo de visitantes estrangeiros em Goiás.

De acordo com Valéria, a expectativa é boa pois a disponibilização de voos internacionais com partida de Goiânia pode aumentar exponencialmente a procura por destinos internacionais. “Isso vai impactar tanto o turismo receptivo quanto o emissivo. A TAP, por exemplo, se passar a operar aqui vai ser muito bom, pois Portugal é um dos lugares mais procurados aqui com a gente, até por ser um local mais barato de se viajar”, disse. A diretora comercial explicou que quanto antes a internacionalização for concretizada melhor. “Estamos contando os dias”, observou.

Nádia Cruvinel é outra proprietária de agência de viagens que está ansiosa para a finalização do processo no Aeroporto de Goiânia. A empresária acredita que a internacionalização vai “melhorar, e muito, a vida do goiano”, uma vez que o tempo gasto para se viajar será significativamente reduzido.

“Com a abertura dos voos internacionais aqui em Goiânia, muita gente vai ser beneficiada. Pessoas que vão para Portugal, por exemplo, saem de Goiânia e têm que ir pra Brasília para pegar o voo de lá, e o aeroporto de Brasília tem estado com pouquíssimos voos para Portugal. Essa internacionalização vai economizar no mínimo umas seis horas de viagem”, afirmou.

A agente de viagens também observou que muitos lugares com potencial atrativo para turismo têm poucos frequentadores justamente pela dificuldade de acesso. “Com essa mudança no aeroporto isso vai melhorar demais”, avaliou.

Estado negocia com companhias aéreas; empresas que atuam em Goiás não manifestaram interesse

Amaral disse que tem dialogado com representantes de empresas aéreas de Portugal, Panamá e Argentina. O objetivo é fechar negócio com grandes companhias para operações fixas de voos internacionais no Aeroporto de Goiânia.

O titular da Goiás Turismo revelou que está com as conversas adiantadas com o CEO da panamenha Copa Airlines, empresa aérea que faz voos para importantes pontos turísticos como Orlando e Nova York, nos Estados Unidos. O presidente da Goiás Turismo também informou que se reuniu recentemente com representantes da portuguesa TAP Air e pautou a possibilidade de a companhia operar no Santa Genoveva.

Entretanto, nada está definido. “Vamos homologar primeiro [a internacionalização] para tratarmos melhor dessa questão”, afirmou.

Apesar das animadas expectativas para a vinda de novas companhias aéreas, algumas das maiores empresas do Brasil, e que atualmente operam em Goiânia, não manifestaram interesse em operar voos internacionais na capital.

A GOL declarou que, como empresa competitiva, “avalia constantemente novas oportunidades para seu negócio e que possam oferecer ainda mais opções de voos aos seus clientes”. Segundo a companhia, no momento, não estão previstas operações internacionais no aeroporto de Goiânia”.

A Azul Linhas Aéreas foi outra que descartou expandir suas operações no Santa Genoveva. Assim como a rival GOL, a Azul afirmou também que, no momento, “a empresa não tem planos para lanços voos internacionais” com partida da capital de Goiás.

Já a Latam informou que “avalia constantemente as oportunidades de mercado conforme a demanda de cada região”. A empresa afirmou que “segue atenta às necessidades dos clientes para iniciar, ampliar ou adequar as suas operações”. A Latam aérea não confirmou se pode oferecer voos internacionais em Goiânia, mas deixou a possibilidade aberta ao declarar que “qualquer novidade é comunicada oportunamente pela companhia”.


Goiânia será cenário da próxima novela das 9 da Globo


Goiânia estará de volta à telinha da Rede Globo como cenário de mais uma novela. "Em Seu Lugar", próxima trama das nove, vai suceder "Amor de Mãe". A equipe de gravação está desde o início da semana na capital captando imagens para o folhetim que deve estrear em maio.

No primeiro dia de captação de imagens, foram gravadas cenas externas no terminal Padre Pelágio na terça-feira (4) e no final da manhã desta quarta-feira (5) na Rodoviária de Goiânia e na parte da tarde na Praça do Ratinho e novamente no Padre Pelágio. Estão previstas ainda cenas na quinta-feira (6) no Morro do Além e em pontos da cidade. No primeiro momento não está previsto gravação com os atores em Goiânia.

Cauã Reymond

Em Seu Lugar terá Cauã Reymond como protagonista e na trama o seu personagem passará um momento em Goiânia. O ator viverá irmãos gêmeos que levam vidas bem diferentes e fará par romântico com Andrea Horta e com Alinne Moraes, sua ex-mulher na vida real. Os atores engataram namoro em 2002 e se separaram em novembro de 2005.

Cauã Reymond retorna às novelas depois de cinco anos. O último papel na telinha foi o personagem Juliano Pereira, em A Regra do Jogo. O trabalho mais recente do ator é a segunda temporada da série Ilha de Ferro, disponível na plataforma Globoplay.

Elenco 

O elenco conta ainda com Marieta Severo, Marco Ricca, Andréa Beltrão, Maria Flor, Marcelo Faria, Denise Fraga, Marcos Caruso e Fabrício Boliveira. A direção da novela será de Lícia Manzo, que estreia no horário das nove. Ela traz no currículo boas tramas das seis, A Vida da Gente (2011) e Sete Vidas (2015).

A última vez que Goiânia foi cenário de uma novela da Rede Globo foi na trama Em Família, de Manoel Carlos, em 2014. Na época, a atriz Bruna Marquezine fez cenas na Praça Cívica e os atores Gabriel Braga Nunes e Helena Ranaldi gravaram no Parque Vaca Brava. A cidade de Goiás e Pirenópolis também foram cenários do folhetim.

Fonte: O Popular

Yellow retira bicicletas e patinetes de Goiânia e outras 13 cidades


Falta de capital afetou operação

Criada há um ano, a partir da fusão da mexicana Grin com a brasileira Yellow, a startup de mobilidade Grow nasceu já com a expectativa de se tornar rapidamente um "unicórnio" - como são conhecidas as empresas de tecnologia avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão. Mas a ambição não se concretizou.

A empresa de aluguel de bicicletas e patinetes sofreu nos últimos meses com falta de capital, disputas de poder, questões regulatórias e o alto custo das viagens em patinetes, apurou o jornal O Estado de São Paulo. Esses fatores levaram o negócio a não cumprir a promessa de revolucionar o transporte urbano.

Para sobreviver, agora a Grow irá no caminho contrário a que as startups estão acostumadas: dará uma freada brusca na operação. Nessa quarta-feira, 22, a startup começou a recolher seus patinetes em 14 cidades do País - agora, vai passar a operar só em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Já o compartilhamento de bicicletas será interrompido em todo o País, para "checagem das condições de operação e segurança". Em nota, a Grow confirmou que fará demissões, embora tenha negado a revelar o número ao jornal O Estado de São Paulo, citando "razões estratégicas". O anúncio do freio nas operações da Grow é o segundo baque no mercado de micromobilidade no Brasil - há duas semanas, a americana Lime deixou de oferecer patinetes na América Latina.

Tropeços
Segundo pessoas próximas à Grow, a falta de capital afetou a saúde da empresa. Em 2019, havia expectativa de uma nova rodada de aportes - em abril, o jornal O Estado de São Paulo chegou a noticiar que a startup negociava investimentos de US$ 150 milhões liderados pelo grupo japonês SoftBank. A negociação não foi adiante, e a Grow ficou com o caixa prejudicado. Procurado, o SoftBank não comentou.

Pesou também a divisão entre os sócios brasileiros e mexicanos: desde o início, a Grin apostava nos patinetes. Já a Yellow via as bicicletas, de preços mais acessíveis, como porta de entrada de novos usuários. Havia uma questão estratégica: cofundador da Yellow, Eduardo Musa, foi presidente da Caloi. Os outros dois cofundadores da brasileira, Renato Freitas e Ariel Lambrecht, também fundaram a 99, primeira startup brasileira a se tornar unicórnio.

A queda de braço entre brasileiros e mexicanos foi vencida pela ala da Grin, com maior poder no conselho de administração após a fusão. Essas disputas internas teriam prejudicado o foco no negócio e levado Lambrecht a se afastar do dia a dia da empresa. A assessoria de imprensa da Grow disse que o executivo é apenas "fundador e acionista" da companhia. Assim, toda a ala da Yellow deixou a operação - Freitas e Musa já não são sócios da empresa desde 2019. Em nota, a startup afirmou que a reestruturação "não se baseou em questões de liderança."

Dificuldades
Segundo fontes, houve também vários erros operacionais. O custo das corridas em patinetes - de R$ 8 para cada dez minutos - seria considerado alto pelos clientes. A expansão acelerada, de 4 para 17 municípios em apenas um ano, também não teria levado em consideração as particularidades de cada local. A falta de resistência e a difícil manutenção dos patinetes e das bicicletas, que têm muitas peças importadas, agravaram a situação.

Aposta para reduzir problemas e baratear a operação, a fábrica de bicicletas e patinetes na Zona Franca de Manaus não saiu do papel - o plano era entregar as primeiras unidades ainda no início de 2020. Questionada, a Grow disse que ainda avalia como seguirá com o projeto. Por fim, a falta de regulamentação sobre o uso de patinetes e a falta de diálogo entre autoridades e startups levou à apreensão de patinetes na capital paulista, em julho. (Agência Estado)

Fonte: A Redação

Nova alta no preço dos combustíveis coincide com fim de férias



Com o fim das férias escolares esta semana, o preço dos combustíveis aumentou em Goiânia. A maior demanda, por conta do período de retorno das famílias à rotina, faz os donos de postos tradicionalmente elevarem os valores nesta época. Mas, desta vez, o consumidor sentiu a maior diferença no etanol. Ontem, o litro era encontrado por até R$ 3,67, o que representa alta de 2,22% (R$ 0,08) em comparação com o maior preço praticado até sábado (18). 

No caso da gasolina, o valor mais alto encontrado ontem pela reportagem na capital já era o praticado desde a semana passada em alguns locais, R$ 4,89. A diferença é que mais postos resolveram elevar o preço. Na Avenida T-63 no Setor Bueno, por exemplo, um estabelecimento passou de R$ 4,75 para R$ 4,86, o que representa R$ 0,11 a mais. 

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), Márcio Andrade, a baixa demanda em janeiro fez empresários não repassarem altas do preço nas distribuidoras que ocorreram desde dezembro. Mas o aumento da demanda com o fim das férias e baixa no estoque levou à elevação dos preços. 

“Houve um represamento de aumento, uma ‘promoção’ que o consumidor não pode ver, quando o posto deixou de passar aumentos, e agora chega o momento de recompor as margens de lucro”, afirma. No caso do etanol, elevações têm ocorrido no período da entressafra, que começou em novembro e vai até abril. Ele fica mais caro com redução de estoques das usinas. Como faz parte da mistura da gasolina – que tem 27% de etanol anidro –, também puxa o preço desse combustível. 

Márcio reforça ainda que há, consequentemente, aumento da base de cálculo do ICMS. “É um somatório.” Porém, o aumento do etanol na usina foi até menor do que o que ocorreu em outros locais do Brasil. 

Estoque 

Do início do mês até semana passada, houve aumento de R$ 0,04 no valor do etanol hidratado e de R$ 0,07 no anidro vendidos pelas indústrias em Goiás, conforme indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). Enquanto em São Paulo, foi de R$ 0,05 e R$ 0,08, respectivamente. 

O presidente dos Sindicatos da Indústria de Fabricação de Açúcar e de Etanol (Sifaeg/Sifaçúcar), André Rocha, explica que os estoques estão mais reduzidos e na mão de poucas usinas, apesar da safra ter sido recorde. O consumo foi alto pela competitividade do combustível durante o ano passado e contribuiu para redução maior. 

Sobre a diferença com São Paulo, afirma que incentivos diluem a carga tributária o que reduz o repasse para distribuidoras. “Infelizmente, o preço não chega da mesma forma para o consumidor, porque o preço na bomba fica até mais caro.” 

Há usinas em Goiás com produção prevista para fevereiro e também há oferta do etanol de milho, porém, André lembra que isso contribui pouco.

Fonte: O Popular