Atraso: Reforma do Mutirama segue lenta e parque não deve reabrir nas férias


Quase um ano depois, nenhuma das atrações passou por manutenção e há dificuldades burocráticas na prestação de serviços

Fechado desde julho do ano passado, o Parque Mutirama, que passa por reforma depois que um dos brinquedos deu pane deixando 13 pessoas feridas, pode não reabrir para as férias escolares do mês de julho.

O gestor do contrato para a reforma do parque, Frank Fraga, diz que a restauração do Mutirama anda mais lenta do que era esperado. “Infelizmente precisamos enfrentar muitos trâmites burocráticos. Precisamos de cerca de 12 processos licitatórios para realizar alguns serviços específicos”, explicou.

De acordo com Frank, nenhuma das atrações do parque está pronta para ser utilizada. Diante da demora, ele assume que existe a possibilidade de o Mutirama não reabrir até julho como prometido.

“Queríamos que fosse mais ágil, mas temos que prezar pela segurança de todos e não vamos de forma alguma pular etapas. Hoje temos um levantamento completo do parque. Sabemos até quantos parafusos e quantas arruelas tem aqui. O Mutirama vai ficar melhor do que quando foi inaugurado em 2011”, garantiu.


Construção de ferrovia em Palmeiras de Goiás está atrasada há 4 anos


Obra em trecho de Goiás foi iniciada em 2011 e conclusão era prevista para 2014. Carro caiu em vala aberta e três pessoas morreram em acidente

Na madrugada de domingo (10), por volta das 4 horas, um Volkswagen Golf na cor verde, conduzido pelo mecânico Esron Manoel Pereira, de 30 anos, caiu em uma vala construída para ser um túnel da Ferrovia Norte-Sul sob a GO-156, entre Palmeiras de Goiás e Cezarina. O trecho da ferrovia, entre Ouro Verde, em Goiás, e Estrela D´Oeste, em São Paulo, foi iniciado em 2011 e a previsão inicial era que ficasse pronto até o final de 2014. Mas nem mesmo os trilhos chegaram perto do local, restando apenas um buraco de mais de 20 metros, a estrada recortada, um desvio sinalizado, mas sem iluminação e a possibilidade de acidentes.

Além de Esron, estavam no carro a namorada, Francielly Alcântara, de 28 anos, e o primo dele, Guilherme Santos, de 17 anos. Todos morreram na hora. Eles estavam em uma festa de som automotivo em uma chácara conhecida como Hotel do Gordo. Seria a abertura extraoficial das festividades de Cavalhadas de Palmeiras. Segundo outros participantes da festa, Esron tinha consumido bebidas alcoólicas na festa. As versões de amigos e outras pessoas que estavam no local, que não quiseram se identificar, é que alguns chegaram a tirar a chave do carro da mão de Esron para que ele não dirigisse.

Em outros relatos, haveria até uma discussão dele com Francielly, que queria ir logo embora, mas Esron queria ficar mais na festa. Quando finalmente resolveram sair, havia uma combinação com um amigo de irem juntos, sob a alegação de que este também teria bebido e queria ir acompanhando Esron. No entanto, o Golf teria saído mais rápido e foi perdido pela vista dos demais motoristas que saíram no mesmo horário. Quando passaram pelo desvio da obra da Ferrovia Norte-Sul, já não viram mais nada e acharam que Esron tinha passado e chegado em casa. O comunicado do acidente ao Corpo de Bombeiros, que fizeram o resgate, se deu às 13 horas de domingo (10), quando foi feito também a retirada do veículo, dos corpos e a perícia.

Segundo consta, Francielly estava deitada no banco de trás do carro, enquanto Esron dirigia e Guilherme estava ao seu lado. Ela ficou no banco traseiro por se sentir enjoada durante a festa, já que estava grávida há 2 meses. Com a batida, Francielly chegou a ser arremessada do veículo, enquanto os dois homens foram pressionados pelos aparelhos de som automotivo instalados no veículo.

Na tarde desta segunda-feira (11), diversas pessoas passaram pelo local do acidente e pararam para olhar a vala e falar sobre o que poderia ter ocorrido. Não havia sinal de frenagem na pista e nem mesmo batida no trecho percorrido. A hipótese geral dos populares era de que o veículo teria batido apenas no meio-fio que separa a pista da obra, entre duas placas que marcam a curva necessária ao desvio e, então, saído do chão, caindo diretamente na vala. Outro assunto recorrente foi de que teria ocorrido pelo menos mais dois acidentes no mesmo dia, de menor gravidade. Um seria uma colisão entre dois carros e outro um carro que bateu em um bloco de concreto.

De fato, havia restos do que seria o farol de um veículo em um dos blocos de concreto, que estava deslocado. A reportagem verificou ainda que a sinalização é farta nos dois sentidos da GO-156, porém, há falhas de iluminação, o que pode dificultar a visualização do desvio durante a noite. Populares que passam pelo local relatam que, de fato, não se vê a sinalização instalada com antecedência no período noturno, embora o desvio já seja conhecido da população devido ao tempo que a obra está parada no local.

Pai de vítima havia perdido casa e área em desapropriação

O pai de Francielly Alcântara, o agricultor João Martins, vê a obra da Ferrovia Norte-Sul como um grande trauma em sua vida, que culminou na perda de sua filha na madrugada deste domingo (10), em acidente automobilístico. Mas a raiva da Ferrovia e da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. ocorre desde o início deste ano, quando teve desapropriada uma área de 80 metros quadrados do seu terreno.

“A negociação que fizeram comigo foi de uma parte por R$ 74 mil e outra por R$ 136 mil, mas só pagaram essa de R$ 136 mil e ficou por isso mesmo”, diz. Daí então, ele teve uma casa e um engenho de rapadura derrubados. “Nem estou na área da Ferrovia e mesmo assim vieram me desapropriar, mas tiraram minha casa, o engenho e a represa que não estavam na negociação.” Para piorar, um amigo advogado disse que ganharia na Justiça os outros R$ 74 mil, mas o Poder Judiciário deu ganho de causa à Valec, restando a João Martins o pagamento das custas judiciais, ou seja, uma dívida de R$ 11 mil, que está dividida em parcelas mensais de R$ 1.300.

“Agora tiraram minha filha também e disseram que está tudo bem sinalizado lá. Deixaram a obra por fazer e deu nisso, perdi minha filha”, conta. Ele agora ainda será responsável por cuidar da neta, de 2 anos, em uma barraca sem energia, também retirada pela realização da obra.


Governo de Goiás vai conceder 800 kms de rodovias à iniciativa privada


"Medida mais do que necessária", diz Rincón

Goiânia - Previsto para ser lançado nos próximos dias, o edital que licita a concessão de 800 quilômetros de rodovias goianas à iniciativa privada está em fase final de elaboração. Em entrevista exclusiva ao jornal A Redação, o presidente da Agetop, Jayme Rincón, confirmou o estudo, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e destacou que todo o processo foi feito tendo por base critérios técnicos.

Defensor do modelo de concessão de estradas, Jayme afirma que indiscutivelmente as rodovias concedidas para a iniciativa privada são as mais bem avaliadas, as mais seguras, de acordo com avaliações da anuais da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

“A concessão é mais do que necessária. A nossa carga tributária é alta, indecente, mas se tem uma taxa que é justa é a do pedágio. Só paga quem usa e quem usa tem a contrapartida de um serviço maravilhoso em todo o Brasil”, pontuou Jayme.

Segundo o presidente, a Agetop contratou a FGV para montar um projeto do zero, a partir da contagem de tráfego, para concessão de rodovias goianas. “Eu pessoalmente pedi para a equipe técnica da FGV que não houvesse nenhum tipo de interferência política nas decisões deste projeto”, ressaltou. “Mesmo que consigamos concluir este processo ainda neste ano, a cobrança só deverá chegar no segundo semestre do ano que vem, com valor adequado à realidade do goiano”, adiantou ele.

Efeito dominó
O presidente da Agetop alega que, por conta das rodovias federais que cortam Goiás que foram concedidas, houve uma fuga muito grande para as rodovias estaduais. "Se não concedermos esses trechos, fica muito complicado manter a qualidade dessas rodovias. Eu considero a Agetop altamente eficiente, mas nós ainda estamos aquém do que faz a iniciativa privada. Defendo com muita força o sistema de conceção", declara.

Jayme cita ainda que os dois principais oponentes do governador José Eliton disseram que são a favor do modelo de conceção para rodovias goianas. "Acho que não tem como politizar uma questão como esta".

Rincón afirmou também que em todos os 800 quilômetros de rodovias em Goiás que deverão ser entregues à iniciativa privada estão duplicadas ou terão a obrigatoriedade da concessionária duplicar. “Muita gente questiona que agora que as rodovias estão em bom estado ou duplicadas é que será concedida à iniciativa privada. Mas é assim mesmo que funciona. Se nós não entregássemos em bom estado, o custo para colocar em situação boa seria incluído no preço do pedágio”, explica o presidente da Agetop.

Projeto técnico
Durante a entrevista, Jayme fez questão de frisar que prezou pela abordagem técnica do projeto que será apresentado em breve. “Não participei e não deixei ninguém da Agetop participar da elaboração do projeto, para que ficasse 100% técnico, sem interferência política, sem beneficiar A, B ou C. Pedi aos técnicos da FGV para que fossem observados os erros e os acertos dos outros modelos de concessão. Quero que esta licitação seja modelo e sirva de inspiração para outros Estados”, garantiu.

Fonte: A Redação
Foto: Nas Nuvens

Sem data, obra do Hospital e Maternidade Oeste em Goiânia segue parada


A foi iniciada em outubro de 2015, na última gestão, e tinha previsão de término para julho do ano passado

A paralisação das obras de construção do Hospital e Maternidade Oeste, no Conjunto Vera Cruz, não tem previsão para acabar. O trabalho é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) e é orçado em cerca de R$ 50 milhões. O projeto foi parado na última comemoração do Natal. A obra é uma parceria com o Governo Federal, que divide os gastos com a prefeitura de Goiânia. Os repasses federais estão suspensos devido à falta do pagamento da contrapartida municipal. 

Segundo a SMS, as obras devem ser retomadas assim que novos prazos forem estabelecidos em acordo com a construtora responsável. "A retomada das obras da Maternidade Oeste está condicionada a um cronograma a ser estabelecido por meio de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), que vai definir novos prazos junto à construtora", afirmou o órgão em nota.

De acordo com Cleber de Sousa Santos, de 50 anos, que é responsável por um comercio na região da obra há mais de 30 anos, os funcionários trabalhavam normalmente ano passado até o recesso para o Natal, quando poucos voltaram. "Quando o pessoal parou de vir a gente ficou preocupado. Uma obra desse tamanho não pode ficar sem ninguém aqui porque o pessoal começa a usar como ponto de droga", contou ao jornal.

Ainda de acordo com ele, o hospital ajudaria a população toda da região. "Não tem muita opção perto, se a gente precisar de médico o que tem é a UPA, mas é muito longe. Com isso aqui, ficaria muito melhor para a gente e para todas as cidades aqui perto", concluiu.

A obra é uma das treze investigadas pela Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Saúde. O projeto do hospital e maternidade conta com 179 leitos, sendo dez de Unidade de Terapia Intensiva. 

Para o atual presidente da CEI, vereador Alysson Lima (PRB), o tempo de paralisação vai elevar os gastos da obra, que fica parada sem função para a população. “Tenho certeza que hoje essa obra vai custar mais de R$ 10 milhões. Em um cálculo aleatório, pensando que é 10% ao ano de encarecimento em uma obra parada”, contou Alysson.

A construção ainda enfrenta problemas com o licenciamento ambiental, já que teve sua Licença Ambiental de Instalação expirada no final de julho do ano passado. Além do Atestado de Viabilidade Técnica Operacional da Saneago, que venceu em setembro de 2017 e do cronograma físico-financeiro que está desatualizado.

O principal problema enfrentado no momento, segundo o relator da CEI, é a perda do recurso que está bloqueado devido à falta de contrapartida do município. "Se chegar janeiro de 2019, o dinheiro vai embora para o Ministério, são R$ 50 milhões que poderiam ser aplicados em benefício da sociedade, é um dinheiro jogado no ralo, não podemos aceitar esse tipo de situação", lembrou. 

Obras paradas representam aumento no custo dos projetos  

Goiânia possui 44 obras públicas paradas. Levantamento realizado no início do mês de abril constata que existem locais com mais de 90% dos trabalhos realizados, enquanto outros não saíram do papel ainda. Para a Prefeitura, 16 destas obras são consideradas prioritárias por estarem ligadas a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra).

Dentre as consideradas mais importantes estão as marginais Cascavel e Botafogo, que precisam de ampliações e obras de reparo. A ampliação da Marginal Botafogo segue atrasada, a obra deve seguir da Avenida Jamel Cecílio a Avenida 2ª Radial. Enquanto a Cascavel continua sem fluxo de veículos devido à falta de investimentos e a problemas contratuais.

Somente na saúde municipal estão parados três Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), além do hospital. De acordo com a Comissão Especial de Inquérito (CEI) das Obras Paradas, o Paço poderá ter de devolver R$ 186 milhões ao governo federal se não retomar 13 obras que estão paradas.

CEI da Saúde

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Saúde foi instaurada em 10 de outubro de 2017 e busca investigar denúncias de superfaturamento em contratos e em relação ao atendimento prestado ao cidadão. Durante os últimos meses, a comissão investigou a contratação de médicos na Central de Regulação, órgão responsável pela liberação de vagas de UTI na rede pública. Além do pagamento de mais de R$ 100 mil feito pela SMS para o mestrado de duas servidoras, indícios de superfaturamento na manutenção de ambulâncias e a porcentagem de leitos vagos em Goiânia no último ano.

O relatório final da comissão indiciou 28 empresas e pessoas, incluindo a atual secretária de Saúde da Capital, Fátima Mrué e o antigo titular da pasta, Fernando Machado. Dentre os pedidos apontados no documento estão as irregularidades em vagas de leitos de UTI e no contrato com OSs para gestão do Hospital Materno Infantil (HMI) e do Hospital Alberto Rassi (HGG). 

Também foram denunciados o superfaturamento na manutenção da frota de ambulâncias da SMS, o modelo de contratação de empresa para manutenção da frota, o favorecimento da Clínica de Atendimento Médico Especializado (Cliame) e a situação crítica do atendimento odontológico.

Raios-X

No último mês de abril, o jornal O Hoje noticiou que para manter a realização de exames a prefeitura de Goiânia estava privatizando os serviços de exames de raios-X e já havia gasto R$ 11 milhões nos últimos dois anos. O órgão possui sete máquinas de raios-X armazenadas em um depósito que foram compradas no início de 2015 e aguardam liberação contratual par serem instaladas. 

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS) afirmou na época, em nota ao jornal, que diversas medidas estão sendo tomadas para melhorar o atendimento ao público. “A revisão e ajustes de contratos e convênios junto aos prestadores; adequação dos recursos humanos; ampliação e adequação física das diversas unidades. Ressalta ainda que vem atuando de forma a ampliar a transparência dos atos bem como os mecanismos de controle da sociedade”, completou. (Gabriel Araújo é estagiário do jornal O Hoje sob orientação do editor de Cidades Rhudy Crysthian) 


Goiás terá a primeira fábrica de veículos elétricos do País



Com investimentos fixos de R$ 240 milhões, no prazo de cinco anos até a instalação total, e proposta de geração de 250 empregos diretos em Goianésia, a indústria Electro Motors do Brasil vai entregar ao mercado brasileiro, no próximo dia 20, o primeiro de quatro modelos de moto elétrica nacional, um veículo totalmente produzido em Goiás. 

Será o primeiro projeto automotivo desta primeira fase de implantação da planta industrial, que totalizará quatro modelos de motos, dois modelos de scooters e dois modelos de bicicletas, todos movidos à eletricidade. Nas próximas etapas vão produzir também dois modelos de veículos furgões (utilitários) e dois modelos de automóveis, estes programados para chegarem ao mercado em 2019.

“Começamos com projeto para desenvolver oito modelos de veículos totalmente movidos a energia limpa, a eletricidade, cuja produção inicial será de mil unidades ao mês”, adiantou o empresário Carlos Eduardo Barbosa Pinto, que se associou a outro empresário, Wander Barcellos Belizario e juntos vão desenvolver projetos da chinesa Zotye Motors de motos, bicicletas. 

O projeto industrial de enquadramento no programa estadual Produzir, de incentivos fiscais, foi aprovado na reunião ordinária desta terça-feira, dia 12, presidida pelo secretário de Desenvolvimento Leandro Ribeiro, que é presidente do Conselho Deliberativo dos programas Produzir/Fomentar. O empresário declarou a importância dos incentivos fiscais recebidos do programa Produzir, do Governo do Estado, e também incentivos da prefeitura de Goianésia.

“Eles nos ajudam a concretizar nosso projeto empresarial”, disse. Segundo ele, somados os apoios recebidos em Goianésia e também pelo Governo do Estado com os incentivos fiscais, as vantagens da logística e localização do município para a instalação da indústria pesaram muito para os resultados positivos desse projeto”, afirmou Carlos Eduardo.

Ele acrescentou vantagens como o fato de “investirmos num projeto de veículo elétrico, ajuda a fugir da crise. Vamos trabalhar um novo nicho de mercado, uma nova tecnologia e e uma novidade que promete ser a tendência de mercado automotivo, que é o movido a eletricidade. Estamos fazendo planejamento para passar à margem das crises”, finalizou o empresário.

Reunião
Na reunião desta terça-feira, dia 12, foram aprovados pelo Conselho do Produzir investimentos que somam R$ 9,1 milhões de oito projetos de indústrias dos ramos de laticínios, transporte e logística, alimentos, bebidas e automobilística, para os municípios de Goianésia, Goiânia, Trindade, Anápolis, Itumbiara, Itauçu e Uruana. A proposta é de geração de cerca de 400 novos empregos diretos nestes projetos.

Os maiores investimentos estão previstos para Itauçu, R$ 3,1 milhões para o Laticínio Formosa. Em Trindade, a Cervejaria Epica vai investir R$ 1,5 milhão, na implantação de nova indústria de bebidas e geração de empregos, e soma-se a estes, o investimento do Laticínio EPP, em Uruana, cujos investimentos diretos chegam a R$ 1,2 milhão.

O secretário Leandro Ribeiro comemorou a chegada de mais indústrias para Goiás, além da ampliação de plantas já instaladas, como o laticínio em Uruana. “Em Goiás respondemos a todos os momentos econômicos com muito trabalho, atraindo investimentos, empresas de primeiro mundo como a nova automobilística de veículos elétricos que começa a operar em Goianésia nos próximos dias. Nada de crise. Mas muitos esforços do Governo e do povo goiano para desenvolver Goiás”, finalizou.

Comunicação Setorial SED


Primeiro shopping planejado da Região da 44 inicia pré-venda





Começou a pré-venda de espaço para lojistas no Shopping Gallo Premium, o primeiro centro de compras planejado para a Região da 44, polo atacadista de Goiânia que fatura R$ 500 milhões por mês e já é o segundo do Brasil. A obra deve ser entregue em setembro de 2019. Trata-se do primeiro empreendimento da Planalto Malls, que já planeja novos investimentos na região.

Localizado na esquina das Avenidas Independência e Contorno, o centro de compras terá espaço total de 18.000 m², a segunda maior área bruta construída da 44. Serão três pavimentos, com mais de 400 lojas, com espaço entre 5m² a 180m², no primeiro e no segundo andar. No segundo piso, também estarão abrigadas 38 operações de serviços (advogados, contadores, salões de beleza, etc.) e de alimentação, entre redes de fast foode restaurantes. “Será a primeira praça de alimentação completa da região”, explica o diretor superintendente da Planalto Malls, Célio Abba, que recebeu o EMPREENDER EM GOIÁS no estande de pré-vendas.

No terceiro andar, além de um estacionamento com 203 vagas, também está prevista a construção de um hotel de pequeno porte, com 44 quartos. “O nosso grande diferencial é o projeto planejado, que na Região da 44 nunca foi feito, até agora só existem projetos aproveitados. Estamos com uma proposta nova de mall, com corredores mais amplos, com 3,5 metros (corredor central) e 2,3 metros. Para a região, é um diferencial”, detalha Célio Abba, que é um dos sócios do empreendimento juntamente com Alberto Pereira Nunes Neto, José Roberto Nunes de Castro, Rui Pimentel Barbosa, Frederico Augustus Ribeiro Pimentel, Brenda Augusta Ribeiro Pimentel Nunes e Célio Abba.

O investimento da Planalto Malls no centro de compras chega a R$ 50 milhões, metade do valor diz respeito à área em que o shopping será construído. Parte dela, cerca de 4.000 m², já pertencia à Planalto e o restante foi incorporado. De acordo com Célio Abba, a expectativa é gerar 1.100 empregos diretos e 3.000 indiretos.

Site do Shopping: Aqui

Trecho da Avenida São Paulo será interditado nos dois sentidos para obra de viaduto, diz Prefeitura de Aparecida de Goiânia


Trânsito será interrompido entre nos cruzamentos paralelos à Avenida Rudá; motoristas deverão utilizar desvios para fugir da interdição.

A Avenida São Paulo, que está em obras para a construção de um viaduto, terá o trânsito interditado nos dois sentidos, entre os cruzamentos paralelos à Avenida Rudá, a partir desta semana, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com o a prefeitura da cidade, a interdição será feita por 10 dias para estruturação das vias de acesso para quem chega e sai da Rua Tapajós.

Por dia, passam pelo cruzamento cerca de 50 mil veículos. Durante os dias em que as duas pistas da Avenida São Paulo estarão interditadas, a Prefeitura de Aparecida de Goiânia afirma que o acesso à via, para quem chega pela Avenida Rudá estará permitido, fazendo conversão à esquerda, no sentido Setor Serrinha.

Obras do viaduto
A Prefeitura de Aparecida de Goiânia começou as obras de construção do viaduto da Avenida São Paulo, na Vila Brasília, no último dia 22 de maio. Projeto tem custo de R$ 13,1 milhões e tem previsão de duração de 180 dias.

Segundo a administração municipal, o objetivo é dar maior fluidez no trânsito da região. O projeto foi aprovado em 2014 e a verba utilizada será do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Máquinas já estão no local retirando parte das calçadas e equipes sinalizam a região para orientar os condutores. Nesta primeira etapa serão feitas as vias de acesso ao viaduto. A largura das calçadas será diminuída e o canteiro central será retirado para que haja o rebaixamento da avenida nos trechos entre a Avenida Rudá e a 4ª Radial.

Fonte: G1 Goiás