Yellow retira bicicletas e patinetes de Goiânia e outras 13 cidades


Falta de capital afetou operação

Criada há um ano, a partir da fusão da mexicana Grin com a brasileira Yellow, a startup de mobilidade Grow nasceu já com a expectativa de se tornar rapidamente um "unicórnio" - como são conhecidas as empresas de tecnologia avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão. Mas a ambição não se concretizou.

A empresa de aluguel de bicicletas e patinetes sofreu nos últimos meses com falta de capital, disputas de poder, questões regulatórias e o alto custo das viagens em patinetes, apurou o jornal O Estado de São Paulo. Esses fatores levaram o negócio a não cumprir a promessa de revolucionar o transporte urbano.

Para sobreviver, agora a Grow irá no caminho contrário a que as startups estão acostumadas: dará uma freada brusca na operação. Nessa quarta-feira, 22, a startup começou a recolher seus patinetes em 14 cidades do País - agora, vai passar a operar só em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Já o compartilhamento de bicicletas será interrompido em todo o País, para "checagem das condições de operação e segurança". Em nota, a Grow confirmou que fará demissões, embora tenha negado a revelar o número ao jornal O Estado de São Paulo, citando "razões estratégicas". O anúncio do freio nas operações da Grow é o segundo baque no mercado de micromobilidade no Brasil - há duas semanas, a americana Lime deixou de oferecer patinetes na América Latina.

Tropeços
Segundo pessoas próximas à Grow, a falta de capital afetou a saúde da empresa. Em 2019, havia expectativa de uma nova rodada de aportes - em abril, o jornal O Estado de São Paulo chegou a noticiar que a startup negociava investimentos de US$ 150 milhões liderados pelo grupo japonês SoftBank. A negociação não foi adiante, e a Grow ficou com o caixa prejudicado. Procurado, o SoftBank não comentou.

Pesou também a divisão entre os sócios brasileiros e mexicanos: desde o início, a Grin apostava nos patinetes. Já a Yellow via as bicicletas, de preços mais acessíveis, como porta de entrada de novos usuários. Havia uma questão estratégica: cofundador da Yellow, Eduardo Musa, foi presidente da Caloi. Os outros dois cofundadores da brasileira, Renato Freitas e Ariel Lambrecht, também fundaram a 99, primeira startup brasileira a se tornar unicórnio.

A queda de braço entre brasileiros e mexicanos foi vencida pela ala da Grin, com maior poder no conselho de administração após a fusão. Essas disputas internas teriam prejudicado o foco no negócio e levado Lambrecht a se afastar do dia a dia da empresa. A assessoria de imprensa da Grow disse que o executivo é apenas "fundador e acionista" da companhia. Assim, toda a ala da Yellow deixou a operação - Freitas e Musa já não são sócios da empresa desde 2019. Em nota, a startup afirmou que a reestruturação "não se baseou em questões de liderança."

Dificuldades
Segundo fontes, houve também vários erros operacionais. O custo das corridas em patinetes - de R$ 8 para cada dez minutos - seria considerado alto pelos clientes. A expansão acelerada, de 4 para 17 municípios em apenas um ano, também não teria levado em consideração as particularidades de cada local. A falta de resistência e a difícil manutenção dos patinetes e das bicicletas, que têm muitas peças importadas, agravaram a situação.

Aposta para reduzir problemas e baratear a operação, a fábrica de bicicletas e patinetes na Zona Franca de Manaus não saiu do papel - o plano era entregar as primeiras unidades ainda no início de 2020. Questionada, a Grow disse que ainda avalia como seguirá com o projeto. Por fim, a falta de regulamentação sobre o uso de patinetes e a falta de diálogo entre autoridades e startups levou à apreensão de patinetes na capital paulista, em julho. (Agência Estado)

Fonte: A Redação

Nova alta no preço dos combustíveis coincide com fim de férias



Com o fim das férias escolares esta semana, o preço dos combustíveis aumentou em Goiânia. A maior demanda, por conta do período de retorno das famílias à rotina, faz os donos de postos tradicionalmente elevarem os valores nesta época. Mas, desta vez, o consumidor sentiu a maior diferença no etanol. Ontem, o litro era encontrado por até R$ 3,67, o que representa alta de 2,22% (R$ 0,08) em comparação com o maior preço praticado até sábado (18). 

No caso da gasolina, o valor mais alto encontrado ontem pela reportagem na capital já era o praticado desde a semana passada em alguns locais, R$ 4,89. A diferença é que mais postos resolveram elevar o preço. Na Avenida T-63 no Setor Bueno, por exemplo, um estabelecimento passou de R$ 4,75 para R$ 4,86, o que representa R$ 0,11 a mais. 

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), Márcio Andrade, a baixa demanda em janeiro fez empresários não repassarem altas do preço nas distribuidoras que ocorreram desde dezembro. Mas o aumento da demanda com o fim das férias e baixa no estoque levou à elevação dos preços. 

“Houve um represamento de aumento, uma ‘promoção’ que o consumidor não pode ver, quando o posto deixou de passar aumentos, e agora chega o momento de recompor as margens de lucro”, afirma. No caso do etanol, elevações têm ocorrido no período da entressafra, que começou em novembro e vai até abril. Ele fica mais caro com redução de estoques das usinas. Como faz parte da mistura da gasolina – que tem 27% de etanol anidro –, também puxa o preço desse combustível. 

Márcio reforça ainda que há, consequentemente, aumento da base de cálculo do ICMS. “É um somatório.” Porém, o aumento do etanol na usina foi até menor do que o que ocorreu em outros locais do Brasil. 

Estoque 

Do início do mês até semana passada, houve aumento de R$ 0,04 no valor do etanol hidratado e de R$ 0,07 no anidro vendidos pelas indústrias em Goiás, conforme indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). Enquanto em São Paulo, foi de R$ 0,05 e R$ 0,08, respectivamente. 

O presidente dos Sindicatos da Indústria de Fabricação de Açúcar e de Etanol (Sifaeg/Sifaçúcar), André Rocha, explica que os estoques estão mais reduzidos e na mão de poucas usinas, apesar da safra ter sido recorde. O consumo foi alto pela competitividade do combustível durante o ano passado e contribuiu para redução maior. 

Sobre a diferença com São Paulo, afirma que incentivos diluem a carga tributária o que reduz o repasse para distribuidoras. “Infelizmente, o preço não chega da mesma forma para o consumidor, porque o preço na bomba fica até mais caro.” 

Há usinas em Goiás com produção prevista para fevereiro e também há oferta do etanol de milho, porém, André lembra que isso contribui pouco.

Fonte: O Popular

“Inflação e juros baixos, é um bom momento para comprar imóvel”, afirma Ademi-GO



O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliários em Goiás (Ademi-GO), Roberto Elias, explicou à Sagres 730 nesta quarta-feira (22), o levantamento realizado pela Ademi-GO e a Caixa Econômica Federal que aponta que Goiás é líder nacional em contratação de financiamento habitacional por pessoa física e com baixo índice de inadimplência 1.6 %, contra o 2.2% registrado no Brasil. Para 2020, a Caixa prevê crescimento de 30% para o mercado goiano.

Segundo o presidente, Goiás é um polo logístico do agronegócio e isso contribui para que as pessoas queiram morar no Estado. Aliado a isso, Roberto Elias apontou outro fator que favorece esse índice, que é o valor do m² ser um dos mais baratos do país. “O m² de construção ainda é muito baixo, Goiás é um dos m² mais baratos do Brasil. Então enquanto o cidadão em Brasília vai comprar apartamento pelo valor de R$ 10 mil m² aqui ele paga R$ 6 mil m² quase a metade do preço”, disse.

Dado do Índice Geral de Preços Imobiliários – Comercial (IGMI-R) da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) aponta que o preço dos imóveis novos comercializados em 2019 registrou alta de 4,11% no acumulado do ano. De acordo com o presidente da Ademi-GO houve um período de resseção no país com um alto número de desemprego, isso fez com que o mercado imobiliário estagnasse.

A expectativa para 2020 melhora segundo Roberto Elias. “Como o m² não subia a muito tempo, a gente acredita que em 2020 devemos ter uma pequena correção nesse valor do m²”, pontuou. Ressalta também que o momento está favorável para adquirir o imóvel. “Estamos com juros baixo e inflação baixa, é um bom momento para comprar imóvel”.

Foto: Fernando Branco - AeroCam / Shutterstock.com

Homologada licitação para continuação da Marginal Cascavel


Empresa vencedora será responsável também pela canalização do Córrego Cascavel, no trecho de 1,76 km, entre as Avenidas T-9 e C-12, construção de calçadas acessíveis e sinalização

A empresa Sobrado Construções Ltda foi a vencedora da concorrência pública, do tipo menor preço, para a execução das obras de construção das pistas marginais e de acesso e de canalização do Córrego Cascavel, no trecho entre as Avenidas T-9, no Setor Bueno, e C-12, na Vila Alpes, numa extensão de 1,76 km. O contrato contempla ainda a sinalização horizontal e vertical e a construção de calçadas acessíveis.

A licitação foi homologada no último dia 10 e, após a certificação e a assinatura do contrato, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) expedirá a ordem de serviço para o início dos trabalhos.

Orçada em R$ 25.349.847,00, a licitação foi fechada por R$ 18.961.679,57, um deságio de mais de 25%. A empresa deverá iniciar os trabalhos em até 10 dias úteis após o recebimento da ordem de serviço e executar num prazo de 240 dias.

De acordo com o projeto, a pista a ser construída varia de 9 m a 11,98 m de largura, com acessos de 6 m a 6,73 m de largura, e camada de revestimento em concreto betuminoso na espessura de 10 cm, dividido em uma camada de 5 cm de pavimento asfáltico, recoberta por outro camada de 5 cm de capa para as vias marginais.

As alças e as vias da Avenida dos Alpes terão camada em 5 cm de revestimento em CBUQ, uma vez que se espera um fluxo de tráfego significativamente menor do que para as vias principais das marginais.

Para as calçadas, o projeto indica concreto de 20 Mpa, dos dois lados da via, com 2 m de largura e espessura de 6 cm.

Canalização
Segundo o projeto, a canalização proposta para esse trecho do Córrego Cascavel é uma estrutura de concreto armado composta de segmentos com 19,98 m de extensão, interligadas por juntas de dilatação, com fundo plano interligado a paredes verticais com as dimensões projetadas.

O canal foi dimensionado para atender a uma vazão de 171,668 m³/s e tempo de recorrência de 100 anos para pontes e canais em concreto e borda livre aproximada de 38,50 cm para o topo das paredes do canal.

Obras relacionadas
Algumas estruturas que compõem a Marginal Cascavel já foram executadas, como a restauração da Avenida C-7 para utilização como marginal esquerda (Avenida dos Alpes / Avenida C-12); execução das pistas esquerda e direita da Avenida do Alpes pelo lado da Vila União (margem esquerda do Córrego) até as proximidades do apoio extremo das pontes de transposição das marginais; alça de acesso da Avenida C-7 para a Avenida dos Alpes; e 120 metros de canal a jusante do ponto de implantação das pontes da Avenida dos Alpes, que está sendo executada e deverá ser concluída no mês de março. Já foram concretados os pilares, as lajes de transição e as travessas de apoio. Também está em execução a forma e escoramento para as travessas de apoio à superestrutura.

Nara Serra, da editoria de Infraestrutura


Prefeitura inicia construção da ponte da Leste-Oeste sobre a Marginal


O Prefeito Iris Rezende assinou na segunda-feira (20/1), a ordem de serviço para o início das obras de construção da ponte da Avenida Leste-Oeste sobre a Marginal Botafogo, no cruzamento das duas vias, no Setor Leste Vila Nova. O prazo para conclusão é de sete meses. Para realizar os serviços, o trânsito nas imediações será alterado.

De acordo com o projeto, as pistas da Avenida Leste-Oeste passarão sobre a Marginal Botafogo. Serão dois viadutos, em concreto armado, estruturalmente justapostos, sendo que cada um tem duas faixas de segurança de 1,50 m, duas faixas de rodagem de 3,50 m, uma faixa de pedestres de 2,0 m, duas barreiras guarda-rodas de 0,40 m e uma barreira guarda corpo de 0,20 m rígidos, de concreto armado, padrão ABNT, que totalizam uma largura constante de 13,0 m. A ponte terá de 53 m de extensão.

Trânsito

As intervenções já implantadas na região serão mantidas. Em razão da continuação das obras da Avenida Leste-Oeste, a Marginal Botafogo terá circulação restrita, nos dois sentidos.

A Rua 227 será interditada nos dois sentidos para receber os pilares do viaduto da Avenida Leste-Oeste. Já o cruzamento da Rua 67-A com a Avenida Contorno será bloqueado e a circulação será restrita, com acesso local, na Rua 67-A, via Marginal Botafogo.

Os desvios implantados na região, em dezembro de 2019, serão mantidos.

Avenida Leste-Oeste

A Avenida Leste-Oeste é dividida em dois tramos: o primeiro se refere ao Tramo Oeste,

que se localiza entre a Rua 74, no Centro de Goiânia, e a rodovia municipal Gyn 20, no Conjunto Vera Cruz; e o seguinte, referente ao Tramo Leste, entre a Praça do Trabalhador e o perímetro urbano de Senador Canedo (GO 403). 

A Avenida permitirá uma ligação contínua entre a divisa de Senador Canedo até a Gyn 20, numa extensão total de 40 quilômetros, sendo 10,2 km relativos à rodovia GO 403, que se encontra duplicada.

Os trabalhos para implantação da via foram elaborados em 1987, dentro do Plano Diretor de Transportes de Goiânia – PDTU, que recomendou a adoção de melhorias mobilidade urbana e no transporte de pessoas e mercadorias na Capital.

Em 1992, o Instituto de Planejamento de Goiânia elaborou o Plano de Desenvolvimento Integrado de Goiânia, incorporando as recomendações do PDTU.

Em 1993, a Prefeitura de Goiânia, por meio do antigo DERMU, elaborou o projeto básico e licitou as obras para a construção da avenida, entre a Praça do Trabalhador e o Conjunto Vera Cruz, mas o processo só foi retomado em 2002.

Atualmente, o trecho entre a Praça do Trabalhador/Avenida Castelo Branco, assim como a ligação da Avenida Leste-Oeste com a Avenida República do Líbano, está implantado; entre a Rua da Alegria/Conjunto Vera Cruz encontra-se implantada com alguns trechos ainda em pista simples.

No dia 15 de julho do ano passado, teve início a construção dos 8,1 km do tramo leste da via, entre a Praça do Trabalhador e a Rodovia GO-403, com a construção do bueiro sobre o Córrego Palmito, já concluído. O bueiro do Córrego da Onça está com 90% da obra pronta.

Estão em execução os serviços de terraplanagem e da rede de drenagem, já finalizada em vários trechos: na Praça do Trabalhador, entre a Rua 44 e Rua 68; entre a Av. Rasmussen e a chácara Jaime Câmara, no Bairro Feliz; entre o Bueiro do Córrego da Onça e a Rua 402, na Vila Viana. Está em execução o guarda-corpo do muro de arrimo da Praça do Trabalhador.

O trecho do tramo Oeste, de 1,7 km, entre a Avenida Castelo Branco e a Rua da Alegria, será executado após a conclusão das desapropriações e desocupações das áreas no trajeto por onde vai passar a via.

Subtrechos da Av. Leste-Oeste
Subtrecho 1:
Localização: Trindade
Extensão: 6 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 2:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,7 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 3:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,6 km
Situação: Projeto Implantado
Subtrecho 4:
Localização: Goiânia
Extensão:  1,7 km
Situação: Projeto Executado
Subtrecho 5:
Localização: Goiânia
Extensão:  6,8 km
Situação: Projeto Implantado
Subtrecho 6:
Localização: Goiânia
Extensão:  8,1 km
Situação: Projeto em Implantação
Subtrecho 7:
Localização: Senador Canedo
Extensão:  10,20 km
Situação: Rodovia duplicada

Nara Serra, da editoria de Infraestrutura, com Veruska Narikawa, da editoria de Trânsito, Transportes e Mobilidade 


Goiás pode ter pior chuva do ano a partir desta quarta-feira (22) com ápice na sexta-feira (24)


Valores superiores a 300 mm são previstos para cair nas regiões central e Norte do Estado; há a possibilidade de ocorrerem desastres naturais como inundações, enxurradas, alagamentos, deslizamentos de terra e corridas de solo 

O Estado de Goiás pode ser atingido, a partir desta quarta-feira (22), pela pior chuva de todo o ano. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam para uma expectativa de que o volume de água a cair sobre a região ultrapasse 300 mm.

Segundo o Inmet, as regiões mais afetadas devem ser o centro e o norte do Estado. A projeção é que o ponto crítico deve ser na sexta-feira (24). O alerta ressalta que alguns municípios dessas áreas tiveram acumulados significativos de chuva e a previsão para esta semana indica valores ainda mais elevados.

Para Goiânia e região metropolitana, a previsão é de que chova mais de 150 mm nesta sexta-feira (24). O volume de água esperado para todo o mês de janeiro na capital era de 427 mm.

O informe é do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR); do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet); do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden); e do Serviço Geológico Brasileiro (CPRM).

O Governo Federal emitiu o alerta para que órgãos de proteção e defesa civil estaduais e municipais e moradores de áreas de risco nas regiões que podem ser afetadas se organizem. 

Devido ao grande volume de água, há a possibilidade de ocorrerem desastres naturais como inundações, enxurradas, alagamentos, deslizamentos de terra e corridas de solo.

Como janeiro é um mês tradicionalmente chuvoso em Goiás, é possível que este específico período em 2020 ultrapasse as médias históricas na maioria das cidades goianas.

A Defesa Civil Nacional orienta que as pessoas e famílias que moram em áreas de risco, ou que já tenham registrado desastres anteriormente, devem procurar urgentemente os órgãos locais de defesa civil para ter acesso ao plano de contingência para suas regiões. 

Entre as recomendações a serem seguidas por moradores das cidades afetadas pela chuva estão: evitar áreas de inundação e não trafegar em ruas sujeitas a alagamentos ou próximas a córregos e ribeirões no momento mais intenso da tempestade. As pessoas também devem evitar estacionar debaixo de árvores ou atravessar ruas alagadas. 

Chuva desta terça

A forte chuva que caiu na tarde desta terça-feira (21) na região metropolitana de Goiânia causou diversos estragos. Uma família chegou a ficar ilhada no telhado de uma casa aguardando resgate na Rua Monte Sinai, do setor Jardim Mirabel, na capital, e uma ponte desabou no Setor Recreio Panorama junto com um carro que passava pela estrutura. Contudo, as pessoas que estavam dentro do veículo conseguiram sair a tempo e não se feriram.

Além disso, um córrego transbordou e a água chegou a alagar a Avenida Lago Azul e uma praça na divisa entre o Jardim Nova Esperança a Vila Finsocial. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não houve nenhuma vítima com ferimentos graves. Devido à enchente, veículos estão impedidos de circular pelo local.


Goiânia: Setor Alto da Glória é a bola da vez


Empreendimentos empresariais e residenciais fazem com que o setor seja um dos mais cobiçados de Goiânia

A região sul de Goiânia vem se despontando nos últimos anos como uma parte da capital com enormes potencialidades. O Setor Alto da Glória é um dos protagonistas que faz o local ser um dos mais cobiçados de Goiânia. Dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que 5.049 pessoas moram no Alto da Glória. A valorização da região, que inclui o Jardim Goiás, é alavancada pelo Parque Flamboyant. Com mais de 125.000m², a área inclui espaços altamente arborizados, lagos, pistas para caminhada e ciclismo, bem como opções de lazer para as crianças.

Outro grande fator que faz com que o Sul de Goiânia possua um crescimento exponencial é o Shopping Flamboyant. O empreendimento oferece mais de 255 lojas, incluindo marcas internacionais, como Louis Vuitton, Swarovski, Adidas e Coach. Além das lojas, o shopping é um polo gastronômico de referência, uma vez que importantes e sofisticados restaurantes se instalaram na região.  O Shopping Flamboyant foi inaugurado no início dos anos 80, quando Goiânia tinha pouco mais de 300 mil habitantes. Hoje, a capital ultrapassa de 1 milhão os moradores e o Setor Alto da Glória é uma das regiões mais cobiçadas da cidade.

No início de dezembro de 2019, o Grupo Flamboyant e o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, anunciaram o projeto de um complexo de saúde. O empreendimento será erguido na antiga área da loja de materiais de construção Tend Tudo. O centro médico compreenderá clínicas e laboratórios, bem como espaços que valorizam o bem-estar, como academias e ambientes para a prática de ioga. O Sírio Libanês goiano terá proporções inéditas e será referência no Centro-Oeste, totalizando 20.000m².

De acordo com o empresário, especialista em mercado imobiliário da URBS-RT, Ricardo Teixeira, são escassos os terrenos ociosos nesta região. “O Alto da Glória é um setor, em Goiânia, totalmente consolidado que só aprimora, com o tempo. Tem o Parque Flamboyant, o Shopping Flamboyant e inúmeros empreendimentos comerciais, além de uma área gastronômica que só valorizou”, afirma o empresário.

Neste métier imobiliário, o Alto da Glória é uma excelente região para morar. A Elmo Incorporadora lançou o Lux Flamboyant, empreendimento compacto de alto padrão. O residencial será construído em torre única, com apartamentos de dois e três quartos. Ainda de acordo com Ricardo Teixeira, a localização é excepcional, “basta atravessar a rua e você está dentro do Shopping Flamboyant”. Para o especialista, o perfil dos compradores são casais jovens, casais com um filho ou investidores. A propósito, o empresário garante que é uma excelente oportunidade de investimento. “É um produto com enorme potencial de valorização, por isso é um excelente negócio. Com a redução das taxas de financiamento imobiliário, o valor do financiamento vai ser muito próximo do que o investidor vai receber do aluguel e, acima de tudo, o imóvel vai valorizar”, explica.

Os apartamentos do Lux Flamboyant são um sucesso em vendas, restam cerca de 30% dos imóveis. Segundo Ricardo Teixeira, isso se explica porque morar no Alto da Glória é um objeto desejo, porque além da localização, é possível fazer tudo a pé, andando poucos passos para ter acesso aos serviços na região.

Na foto: Lux Flamboyant/Perspectiva


Aparecida de Goiânia espera avançar na industrialização com chegada de 230 empresas


PIB do município cresceu 122% em nove anos

Aparecida de Goiânia anunciou que no início de 2020 há 230 pedidos de empresas que pretendem se instalar no município ou querem abrir novas unidades. 

Nos últimos dez anos, o número de CNPJs ativos em Aparecida de Goiânia saltou de 6 mil para cerca de 54 mil, entre indústrias, empresas e comércios, de acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda.

Em 2019, a cidade viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer 122%, considerando a evolução de 2010 a 2018. Para a Prefeitura de Aparecida, essa elevação no conjunto de bens e serviços produzidos na cidade é fruto de um processo contínuo de industrialização, iniciado nos anos de 1990, que tem expandido a oferta de empregos, gerado renda para os moradores e oportunidades de novos empreendimentos. 

Além do IBGE, onde é possível confirmar a evolução do PIB de Aparecida, a prosperidade econômica da cidade fica evidente também nos pedidos de registro de empresas protocolizados na Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

Fora a capital, Goiânia, o grupo das quatro maiores economias de Goiás tem Aparecida como protagonista no quesito abertura de novas empresas. O município fica à frente de Anápolis, Catalão e Rio Verde. Comparando apenas as solicitações de empresas individuais de responsabilidade limitada, Aparecida foi a cidade com mais pedidos registrados nos anos de 2017, 2018 e 2019, entre os meses de janeiro e novembro.

No ano passado, por exemplo, 581 empresas individuais de responsabilidade limitada pediram autorização para se instalar em Aparecida, segundo a Juceg. Anápolis teve 546 solicitações; Catalão, 87; e Rio Verde, na Região Sudoeste, 282 pedidos em igual período.

Para o prefeito Gustavo Mendanha, os investimentos feitos pela administração municipal em obras de mobilidade urbana; de recapeamento e pavimentação de bairros; de reforma e construção de unidades escolares, unidades de saúde e espaços de lazer; de instalação de câmeras de videomonitoramento e capacitação para a vida profissional têm favorecido Aparecida no sentido de atrair empresas para o município. “Os investimentos públicos feitos na cidade ajudaram a mudar a característica de Aparecida. Temos hoje uma população mais escolarizada, mais preparada, com melhor qualidade de vida e com isso conseguimos fixar empresas e indústrias em nosso município”, ressalta.

Crescimento a dois dígitos
Os sete polos industriais e empresariais de Aparecida geram atualmente mais de 120 mil postos de trabalho. Para o prefeito Gustavo Mendanha, esse é o principal benefício de ter a economia local sustentada na industrialização. “Empreendimentos industriais geram emprego, divisa de receitas e muito desenvolvimento para o município. Aparecida é hoje uma cidade de oportunidades. O município deixou de ser cidade dormitório e passou a ser uma cidade industrial e universitária, e é claro que esse tipo de empreendimento vem para corroborar com o bom momento que estamos vivendo”, argumenta o prefeito.

Em 2010, o PIB de Aparecida era de R$ 5,8 bilhões. O número subiu para R$ 12,9 bilhões em 2018. Nesse período, a economia de Aparecida cresceu 17,40% ao ano, segundo a Secretaria Municipal da Fazenda. “É um crescimento chinês aqui em Aparecida”, lembra o ex-prefeito Maguito Vilela em referência à taxa de expansão do PIB da China, uma das potências que mais evoluiu na última década e é hoje o maior parceiro comercial do Brasil.

Maguito atribui a efervescência na economia de Aparecida ao fato de o prefeito Gustavo Mendanha adotar medidas que desburocratizam a gestão tributária das empresas na cidade. “Isso faz com que os empreendedores sejam mais competitivos”, lembra ele.

Fonte: A Redação

Pontos de alagamento quase dobram em um ano, em Goiânia; veja os 94



Endereços que estão distribuídos por 62 bairros são acompanhados pela Defesa Civil para evitar situações de risco A Defesa Civil monitora 94 pontos de alagamento em Goiânia. Matéria divulgada na semana passada pelo POPULAR mostra que o número de pontos quase dobrou em relação ao ano passado, que chegava a 50. Agora endereços que estão distribuídos por 62 bairros são acompanhados para evitar situações de risco.

Todos os pontos tiveram ocorrências de grandes enxurradas, alagamento e inundações graduais em 2019. Um dos motivos segundo a Defesa Civil, para tantas áreas de alagamento é a impermeabilização do solo e consequentemente o comportamento das pessoas, por conta do acúmulo de lixo e os bueiros entupidos.

Veja a lista com os pontos de alagamento em Goiânia:

Parque Amazonas
- Avenida Feira de Santana
- Rua C-183
- Avenida José Rodrigues de Morais Neto
- Rua Anacá, chacara 67, 107 e 108
- Avenida Dona Terezinha de Morais

Vila Redenção
- Rua Nonato Mota

Jardim América
- Avenida C-107
- Rua C-107 com rua C-190
- Rua 206, com rua C-198
- Avenida C-107, com rua 187

Setor Pedro Ludovico Teixeira

- Avenida 2ª radial
- Avenida 3ª radial
- Avenida 1ª radial (próximo ao Hugo)

Vila Nova Horizonte

- Avenida Mauricio Gomes
- Avenida Cesar Lates

Jardim Presidente
- Avenida Presidente Kubistchek

Vila Alto da Glória
- Avenida Recife

Setor Novo Horizonte
- Avenida Miguel do Carmo

Jardim Planalto
- Avenida T-9

Jardim Esmeralda
- Rua Terezinha (frente à Unifan)

Setor Aeroviário
- Avenida Anhanguera com a rua 13 (Terminal do Dergo)
- Córrego Cascavel (próximo à Faculdade Padrão)

Setor Bueno

- Avenida T-9 (próximo ao clube Oasis)
- Avenida T-10 (ao lado do Parque Vaca Brava)
- Avenida T-8 esquina coma T-27
- Avenida T-8 com a T-30
- Avenida T-2 com a Avenida T-8

Conjunto Caiçara
- Rua Dona Maria Kubistchek/ irmã Helena de Figueiredo

Campinas
- Avenida Anhanguera com a Quintino Bocaíuva

Centro
- Avenida Dona Gercina Borges com a Alameda dos Buritis
- Avenida 85 com a Praça Pedro Ludovico Teixeira
- Avenida Paranaíba com a rua 23 (frente ao Estádio Olímpico)
- Avenida Paranaíba (frente ao Ginásio Rio Vermelho)

Cidade Jardim
- Avenida Armando de Godoy (próximo ao Detran)

Setor Coimbra
- Rua 217 com a Praça A

Curitiba III
- Avenida Oriente com a rua JC 51

Estrela Dalva
- Avenida Oriente com Airton Sena

Setor dos Funcionários
- Avenida Anhanguera com a Avenida Perimetral

Setor Goiânia Viva
- Avenida Tóquio (próximo ao terminal de ônibus)

Bairro João Braz
- Rua Marajoara entre o bairro Goya e João Braz

Jardim Guanabara
- Rua Belo Horizonte

Residencial Itamaracá
- Rua RIT 13
- Rua RIT com a SP19

Jardim Novo Mundo
- Avenida Anhanguera

Setor Oeste

- Avenida Anhanguera (baixada Lago das Rosas)
- Avenida T-7 com a rua 31
- Avenida T-7 com Ruy Brasil Cavalcante
- Avenida Assis Chateaubriand

 Setor Perim
- Rua da Alegria com Vila da Geni e da Mina

Recanto do Bosque
- Avenida Goiás com Avenida Mangalô

Santo Hilário
- Rua Abel Rodrigues

Setor Sul
- Rua 87 (próximo a Praça do Ratinho)
- Rua 83 com a rua 83-A

Setor Centro Oeste
- Avenida B com a rua 41

Conjunto Vera Cruz
- Avenida Dona Gercina

Jardim Goiás
- Viaduto da Avenida H com a Jamel Cecílio

Parque Industrial João Braz I e II
- Avenida Francisco Alves de Oliveira

Vila Izaura
- Avenida Senador Jaime (entre a rua 4 e 10)

Setor Rio Formoso
- Rua Miguel do Carmo entre a Via Celso Nascimento e  Via Augusto Borges de Oliveira


Prefeitura de Goiânia retoma obras de canalização do Córrego Cascavel


Trabalhos devem durar cerca de um ano

A Prefeitura de Goiânia retoma as obras de canalização do córrego Cascavel, no trecho entre a Avenida Castelo Branco e Avenida Leste-Oeste. A empresa Arte Construções Ltda foi definida por meio de concorrência pública do tipo menor preço e deve  começar os trabalhos em até 10 dias úteis, após a emissão da ordem de serviço, com prazo de 360 dias para conclusão.

Com recursos do governo federal, as obras estão orçadas em R$ 25.144.014,21, a licitação foi fechada em R$ 20.979.488,63, um deságio de 16%. A canalização do Córrego Cascavel foi iniciada em fevereiro de 2015 e paralisada nove meses depois, em novembro de 2015. Nesse período foi executado o início da canalização no trecho entre a Avenida Castro Branco e Avenida Anhanguera.

O Córrego Cascavel tem 11 km de extensão. Nasce na Vila Rosa e deságua no Ribeirão Anicuns, na Vila Irany, na região de Campinas, passando pelo Jardim Atlântico, Parque Anhanguera, Jardim América, Vila Rezende, Vila Bela, Vila Alpes, Setor Sol Nascente, Vila Teófilo Neto, Vila Boa Sorte, Vila Santa Efigênia, Vila Bela, Vila Aguiar, Setor Coimbra, Setor Rodoviário, Granja Santos Dumont, Vila São José e Vila São Paulo.

De acordo com o projeto, o trecho a ser canalizado é de 2.188,27 m, iniciando-se na Avenida Castelo Branco e se estendendo até a Avenida Leste-Oeste e estão previstos três tipos de revestimentos: 1) concreto armado, onde não é possível a recuperação do leito e das margens por meio de soluções mais simples, como grama e gabião; 2) revestimento com paredes em gabião e o fundo com revestimento natural, no trecho onde o fundo do curso d’água é rochoso; 3) paredes em gabião e o fundo em concreto armado.

No trecho localizado na Avenida Anhanguera, em Campinas a parede do lado direito do canal terá 2 m de altura, para funcionar como vertedor, pois do lado extremo do canal foi projetada uma bacia de amortecimento de cheias.

Como o leito do córrego apresenta curvas em alguns trechos, o projeto prevê uma retificação geral nesses locais, proporcionando melhor condição de escoamento e também a construção de degraus em concreto simples com altura suficiente para evitar o solapamento do fundo.

Bueiros
Para a compatibilização das vazões, alguns bueiros existentes ao longo do trecho a ser canalizado (travessias das Avenidas Anhanguera, Castelo Branco, 24 de outubro, Padre Wendell, Rua Santo Afonso e Leste-Oeste) serão ampliados ou substituídos. No córrego açude, afluente do Cascavel, será implantado um bueiro de 2,5 m x 2,0 m.

Tanque de detenção
Será implantado ainda, numa área de 4.000 m², um tanque de detenção de 8.000 m³, com 50 m de largura, 80 m de comprimento, paralelo ao córrego, e 2 m de altura. O vertedor terá altura de 30 m, com capacidade para vazão de 6 m³ por segundo. Após ocorrência da cheia, o esvaziamento do tanque será feito por gravidade no próprio leito do canal, por uma tubulação de 600 mm.

Fonte: A Redação