Passageiros reclamam da não utilização das plataformas cobertas no Aeroporto Santa Genoveva


Eles questionam a razão de ter que caminhar entre o saguão do aeroporto e a aeronave, enquanto plataformas estão vazias Passageiros que passam pelo Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, reclamam que as companhias aéreas, muitas vezes, não utilizam os fingers (plataformas cobertas para embarque e desembarque), mesmo quando alguns estão vazios. A queixa dos usuários é ter que caminhar do saguão do Aeroporto até as aeronaves, algumas vezes sob sol ou chuva, o que causa desconforto e pode danificar as rodinhas das malas, já que o asfalto não é totalmente nivelado.

Depois de receber reclamações de leitores, O POPULAR foi até o Aeroporto Santa Genoveva ouvir os passageiros e constatou a insatisfação de muitos. “Se existe o finger, é para dar comodidade e ele deve ser usado. Quando chove ou o sol está forte, é desconfortável fazer essa caminhada com mala”, diz o empresário Paulo Sérgio de Carvalho. Ele também lembra que o asfalto no pátio tem desníveis que podem estragar as malas.

O assistente administrativo Eudes Raul Gomes e a professora aposentada Anésia Gomes da Silva também defendem o uso do finger pelos mesmos motivos. “Se existe a plataforma, não há motivo para não usar, ainda mais quando o fluxo é menor e elas estão vazias”, dizem. A opinião é compartilhada pelo funcionário público Luiz Fernandes. “Me incomodo de ter que caminhar porque eles param no pátio enquanto existem fingers vazios, principalmente quando está chovendo ou o sol está muito forte”, afirma.

Aproximadamente 80 voos utilizam as estruturas de finger nos dias mais movimentados no Aeroporto Santa Genoveva, o que representa uma média de 80% das operações, enquanto 20% param na pista. A programação é realizada pela própria Infraero, a partir de dados repassados pelas empresas aéreas. Em casos específicos, a companhia solicita posição em áreas mais remotas para operações críticas, isto é, quando pode haver atraso, pouco tempo em solo, manutenção de equipamentos, entre outros.

Ainda de acordo com a Infraero, os critérios para adoção do finger incluem a quantidade de passageiros por aeronave e presença de pessoas com necessidades especiais. Além disso, existem aeronaves que não usam a ponte de embarque por não serem compatíveis com o equipamento, ou seja, serem de menor porte. Quanto ao custo, o valor para uso do pátio de manobras varia de acordo com o porte da aeronave, mas é o mesmo usando ou não o finger.

A Azul informa que cerca de 90% de suas operações em Goiânia acontecem utilizando os fingers em condições normais. Segundo a companhia, na semana passada, devido a oscilações de energia, houve dificuldades na utilização das plataformas e uma delas precisou passar por manutenção, reduzindo as pontes disponíveis. A Azul garante que, no geral, a maioria de suas operações utiliza os fingers.

A Latam informa que, por questões operacionais, dois voos da companhia operados no Santa Genoveva são atendidos com o embarque e desembarque remoto. Segundo a companhia, este tipo de embarque é um procedimento regular nas operações aeroportuárias e todas as suas decisões visam garantir uma operação segura.

A GOL diz que prioriza que o acesso de seus clientes à aeronave seja realizado em finger, busca oferecer a melhor experiência de viagem a todos, e faz revisões constantes em seus procedimentos, além de trabalhar em conjunto com as concessionárias aeroportuárias para aprimorar o atendimento, embarque e desembarque.

O assistente administrativo Eudes Raul Gomes e a professora aposentada Anésia Gomes da Silva também defendem o uso do finger


UFG informa que irá reduzir serviços, mas que ato não será suficiente para evitar paralisação total


UFG informa que irá reduzir serviços, mas que ato não será suficiente para evitar paralisação total

Universidade divulgou que R$ 27 milhões destinados ao custeio do segundo semestre estão bloqueados, o equivalente a 69% do orçamento previsto Em nota oficial, divulgada na tarde desta quarta-feira (10), a Universidade Federal de Goiás (UFG) informou que novas medidas de racionamento e redução de serviços estão sendo analisadas e implementadas pela gestão, mas que provavelmente elas não serão suficientes para evitar a paralisação total das atividades de ensino, pesquisa e extensão antes do fim deste semestre, o que deve acarretar em “graves prejuízos à comunidade acadêmica e, consequentemente, à sociedade”.

O anúncio se deu em função do bloqueio de 30% do orçamento feito pelo governo federal no mês de abril para todas as universidades e institutos federais.

A reitoria informou que, para os próximos meses, estariam reservados cerca de R$ 39 milhões, metade do orçamento anual de custeio previsto em Lei para a UFG em 2019. Desse montante, aproximadamente R$ 27 milhões destinados ao custeio estão bloqueados, representando um déficit de 69% do orçamento previsto para o pagamento de “serviços essenciais, como energia, água, segurança e limpeza, além do pagamento de parte das bolsas de ensino, pesquisa e extensão a alunos de graduação e de pós-graduação”.

“Iniciamos o segundo semestre com bastante preocupação, visto não haver ainda qualquer sinalização por parte do Ministério da Educação quanto ao desbloqueio no orçamento das Universidades”.

A reitoria também informou que, com o apoio das demais universidades federais, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) e de entidades da sociedade civil e parlamentares, tentará intensificar as ações junto ao governo federal para reverter esse quadro.

Confira a nota na íntegra:

A Universidade Federal de Goiás, ao longo dos últimos anos, tem trabalhado para aperfeiçoar os instrumentos de gestão orçamentária e financeira de forma a garantir o funcionamento de suas atividades, buscando sempre maior eficiência e economicidade. Com o bloqueio de 30% do orçamento pelo governo federal no mês de abril, a UFG chegou ao fim do primeiro semestre de 2019 com severas dificuldades para a manutenção das atividades meio, como contratações e aquisições, porém preservando as atividades fins: ensino, pesquisa e extensão.
Logo após a divulgação do bloqueio orçamentário, as universidades federais iniciaram uma intensa mobilização para reverter esse quadro. Iniciamos o segundo semestre com bastante preocupação, visto não haver ainda qualquer sinalização por parte do Ministério da Educação quanto ao desbloqueio no orçamento das Universidades.

Distribuído de forma equânime entre os semestres, a dotação de cada ano é planejada pela equipe gestora da UFG de acordo com as necessidades contratuais e prioridades da instituição. Para os próximos seis meses, estariam reservados cerca de 39 milhões, metade do orçamento anual de custeio previsto em Lei para a UFG em 2019.

Desse montante, aproximadamente 27 milhões destinados ao custeio estão bloqueados, representando um déficit de 69% do orçamento previsto para o pagamento de serviços essenciais, como energia, água, segurança e limpeza, além do pagamento de parte das bolsas de ensino, pesquisa e extensão a alunos de graduação e de pós-graduação.

Considerando que o orçamento disponível (não bloqueado) não será suficiente para custear as despesas da instituição até o final do ano, novas medidas de racionamento e redução de serviços estão sendo analisadas e implementadas.

A Reitoria da UFG, de forma articulada com as demais universidades federais, com a Andifes e com entidades da sociedade civil e parlamentares, intensificará as ações junto ao Governo Federal para reverter esse quadro. Caso o bloqueio do orçamento persista, a UFG não terá como evitar a paralisação total de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, acarretando graves prejuízos à comunidade acadêmica e, consequentemente, à sociedade.


Concessão do Eixo Anhanguera será devolvida para Prefeitura de Goiânia


Iris e Caiado discutiram sobre privatização

O governador Ronaldo Caiado e o prefeito Iris Rezende se reuniram, no final da manhã desta terça (9/7), para discutir a devolução da concessão do Eixo Anhanguera ao município de Goiânia. 

A audiência, ocorrida no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, contou ainda com a presença do presidente da Metrobus, Paulo Reis, com a promotora do Ministério Público de Goiás, Leila Maria, com o secretário de Governo do município, Paulo Ortegal, com o procurador-geral de Goiânia, Brenno Kelvys, com a procuradora-geral do Estado, Juliana Prudente, e com o presidente da Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo (CMTC), Benjamim Kenedy.

Em fevereiro deste ano, um acordo assinado entre o Governo de Goiás e a Prefeitura de Goiânia já previa a devolução da concessão da linha para a capital e sua posterior privatização. A audiência serviu para avançar nas conversações, uma vez que o município já emitiu um parecer jurídico favorável à mudança.

Na oportunidade, o prefeito Iris Rezende afirmou que o caminho para privatização da linha está sendo construído em parceria com estado e o MP-GO. “Vamos garantir que uma empresa preste, de forma digna, este serviço aos usuários do eixo Anhanguera”, afirma. “Não podemos permitir que um meio de locomoção tão importante para a cidade continue atuando tão precariamente”, destaca.

Em seguida, Iris disse que as mudanças serão promovidas sem afetar a rotina do transporte público. “A transição da linha deve ser feita de forma pacífica para não prejudicar aos usuários”, afirma. “Queremos garantir avanço na prestação do serviço do eixo Anhanguera sem qualquer trauma”, ressalta. “Todas as preocupações da população, como valor da tarifa, também são nossas. Não deixaremos de prever nenhuma situação”, complementa.  

Com a mudança, serão realizadas melhorias e obras estruturais nos terminais e nas plataformas do eixo Anhanguera. Está prevista, também, aquisição de novos ônibus com tarifas mais justas.

Fonte: Jornal Opção

Veja como votaram os deputados goianos na aprovação do texto da Previdência


A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10/7), em primeiro turno, o texto principal da reforma da Previdência. A proposta teve 379 votos a favor e 131 votos contra. 

A reforma da Previdência precisava de 308 votos, o equivalente a três quintos dos deputados, para ser aprovada. Se aprovado em segundo turno, o texto segue para análise do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

Os 17 deputados goianos participaram da sessão. Veja como cada um deles votou: 

Dr. Zacharias Calil (GO) - SIM
Jose Mario Schreiner (GO) - SIM
Alcides Rodrigues (GO) - SIM
Magda Mofatto (GO) - SIM
José Nelto (GO) - SIM
Adriano do Baldy (GO) - SIM
Professor Alcides (GO) - SIM
João Campos (GO) - SIM
Glaustin Fokus (GO) - SIM
Francisco Jr. (GO) - SIM
Célio Silveira (GO) - SIM
Delegado Waldir (GO) - SIM
Major Vitor Hugo (GO) - SIM
Lucas Vergilio (GO) - SIM
Flávia Morais (GO) - NÃO  
Elias Vaz (GO) - NÃO
Rubens Otoni (GO) - NÃO  

Fonte: A Redação

Ao custo de R$ 68 milhões, obras da Avenida Leste-Oeste começam na segunda (15)


Ordem de serviços para início dos trabalhos foi assinada ontem, 11, pelo secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), Dolzonan Matos.

A Prefeitura de Goiânia dará início na próxima segunda-feira, 15, às obras de continuação da Avenida Leste/Oeste, tramo Leste, no trecho compreendido entre a Rua 74, no Centro, até à Rodovia GO-403, via que dá acesso à cidade de Senador Canedo, na região metropolitana. A ordem de serviços para início dos trabalhos foi assinada ontem, 11, pelo secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), engenheiro Dolzonan da Cunha Matos.

Pelo projeto estrutural da obra, que foi doado pelo Codese ao município de Goiânia, o trajeto da Leste-Oeste em seu sentido leste terá 8,1 km de extensão e servirá de eixo de transporte entre Goiânia e Senador Canedo. De acordo com a Seinfra, a obra é de suma importância para o município e vai contribuir para desafogar o trânsito em uma das regiões mais movimentadas de Goiânia.

O custo total da obra, que será dividido em quatro etapas, foi orçado em R$ 68 milhões e será bancado com recursos próprios da Prefeitura de Goiânia e do Estado de Goiás, que deve arcar com 50% desse valor por força de convênio firmado com o município. A via deve ser entregue até o final de 2020.

A continuação da Leste/Oeste é mais uma das obras que integram o grande catálogo de investimentos propostos pelo prefeito Iris Rezende para o atual mandato. Estão previstas para iniciar nos próximos dias a reconstrução asfáltica de 630 km de ruas e avenidas de 107 bairros de Goiânia, além da construção do viaduto na confluência da Avenida Jamel Cecílio e Marginal Botafogo e do viaduto que vai ligar o Jardim Goiás e o Jardim Novo Mundo, na altura da antiga Celg.

Serão entregues ainda este ano as obras da Maternidade Oeste, no Conjunto Vera Cruz, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, Trincheira da Rua 90 com a Avenida 136 e a revitalização da Praça do Trabalhador e as obras de drenagem da Avenida Goiás, no centro de Goiânia.

Cloves Reges, da Diretoria de Jornalismo.

Projeto: 



Marginal Botafogo





BR-153



Fonte: Prefeitura de Goiânia

Trindade recebeu mais de 3 milhões de romeiros na Festa do Divino Pai Eterno 2019


Mais de 3 milhões e 200 mil romeiros passaram por Trindade nos 10 dias da Tradicional Romaria do Divino Pai Eterno de Trindade, conforme informou a Sala de Gestão Integrada (SGI) que acompanha e monitora todas as ações da festa.

O prefeito de Trindade Jânio Darrot (PSDB) comemora o resultado positivo da romaria 2019. Segundo ele, o resultado foi possível graças à coordenação conjunta da Prefeitura com a Igreja Católica, com as Policias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros.

Segundo Jânio, o número de roubos e violência contra os romeiros diminuiu drasticamente, isso graças ao trabalho da polícia, e ressalta que não aconteceu nenhum procedimento anormal por parte do Corpo de Bombeiros.

“Trabalhamos incansavelmente para que cada romeiro que veio até a nossa cidade, pudesse sentir acolhido, como se estivesse em sua casa”, afirmou o prefeito.  

Jânio afirmou ainda que a Prefeitura de Trindade, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou 10 mil e 114 atendimentos e procedimentos na área médica.


Frio próximo de 0°C em Goiás em 6 e 7 de julho de 2019


A grande e intensa massa de ar frio de origem polar que entrou sobre Brasil no primeiro fim de semana de julho de 2019 causou frio extremo no Sul, no Sudeste e sobre o Centro-Oeste do país, com temperaturas muito baixas. Não é em todo inverno que ocorrem temperaturas tão baixas no Brasil como as que foram registradas nos dias 6 e 7 de julho de 2019.

Mato Grosso do Sul teve temperatura abaixo de 0°C nos dias 6 e 7 de julho, o que não é comum. As outras regiões do estado amanheceram com temperatura entre 0°C e 5°C.  A capital, Campo Grande, bateu o recorde de frio para 2019 no primeiro fim de semana de julho de 2019.

O ar polar também atingiu forte o sul e o oeste de Mato Grosso e o centro-sul de Goiás fazendo a temperatura baixar de 10°C

Mas foi no domingo, 7 de julho, como foi previsto, que o frio foi ainda mais intenso e as áreas com temperaturas muito baixas se ampliou pelo Centro-Oeste. As capitais Goiânia, Brasília e Cuiabá estabeleceram novos recordes de frio. Desde o inverno de 2000 não fazia tanto frio em Brasília como fez na madrugada de 7 de julho de 2019. Gama, uma das cidades satélites, teve frio em torno dos 6°C.

O frio do sul de Goiás em 7 de julho de 2019 foi muito intenso, com temperaturas entre 2°C e 5°C, não podendo ser descartada a ocorrência de alguma geada.

Temperaturas extremas

Confira agora um levantamento de menores temperaturas registradas no dia 7 de julho de 2019 em Goiás conforme a medição do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)

Cidade / T min (°C)  - 06/07/19

Mineiros 7,2

Rio Verde 7,6

São Simão 7,7

Jataí 8,0

Caiapônia 10,1

Morrinhos 10,3

Edeia 10,8

Paraúna 11,1

Itumbiara 11,7

Iporá 12,3

Alto Paraíso de Goiás 12,5

Silvânia 13,4

Catalão 13,7



Cidade / T min (°C)  - 07/07/19


Rio Verde 2,4

Jataí 2,6

Morrinhos 2,9

Itumbiara 3,7

Ipameri 4,2

Edeia 4,3

São Simão 4,4

Pires do Rio 4,7

Cristalina (Fazenda Santa Mônica) 5,2

Mineiros 5,3

Catalão 6,2

Paraúna 6,3

Caiapônia 6,8

Silvânia 6,9

Cristalina 7,4

Luziânia 7,9

Iporá 8,5



Goiânia registrou neste domingo madrugada mais fria desde 2003, segundo site


Temperaturas podem se elevar em Goiás, mas continua friozinho pelos próximos dias.

A capital goiana registrou neste domingo (7/7) a madrugada mais fria, com 9ºC, desde o ano de 2003, quando computou-se 8,3ºC, de acordo com o Instituto ClimaTempo. A temperatura mais baixa registrada este ano em Goiânia havia sido 13,7°C, no dia 17 de junho. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a massa de ar frio deve continuar sobre Goiás pelos próximos dias.

Conforme a publicação, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Cuiabá, Brasília, Rio Branco e Porto Velho também registraram recordes de frio nesta madrugada. A capital carioca também está entre as cidades que registaram temperaturas mais baixas no país.

Em Goiás, diversas cidades registraram temperaturas abaixo dos 5ºC, sendo elas: Jataí 2,6ºC; Morrinhos 2,9ºC; Rio Verde 3,1ºC; Itumbiara 3,7ºC; e São Simão 4,4ºC.

Temperaturas baixas em Goiânia nos próximos dias

A intensa onda de frio chegou em Goiânia acompanhada por uma breve chuva ocorrida entre os dias 6 e 7 de julho. Segundo a previsão, nas capitais do Centro-Oeste, do Sul, Acre, Rondônia e São Paulo, a tendência é de elevação da temperatura a partir desta segunda-feira (8/7), mas ainda assim o tempo frio permanece por pelo menos até o fim da semana.

O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo), informou que a massa de ar polar que chegou ao estado começa a perder a intensidade, mas continua frio no início desta semana. De acordo com o Inmet, até a próxima sexta-feira (12/7), as temperaturas variam de 8ºC de mínima e 30ºC.

Fonte: Dia online

Goiânia pode ter tarde e noite chuvosas, nesta sexta-feira (05/07) e frio no final de semana


Temperatura na capital pode registrar mínima de 14º e máxima de 29º

Chuvas podem aparecer na capital, nesta sexta-feira, 5. Segundo informação do Clima Tempo, a temperatura deve oscilar de 14º a 29º, com tempo nublado pela manhã e possibilidades de chuva à tarde e à noite.

Ainda conforme o site, a umidade no ar deve variar de 38% a 87%, com possibilidade de ventos de 13km/h.

De fato, a notícia é semelhante em toda a região Centro-Oeste. O Mato Grosso do Sul também deve ter chuvas, exceção às regiões sul e sudoeste do Estado, pontos de umidade baixa.

O Distrito Federal deve registrar tempo parcialmente nublado e nublado, enquanto no oeste de Mato Grosso também deve chover. As informações são Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Fonte: Jornal Opção


Goiânia pode bater recorde de frio nesse final de semana. 

A grande e forte onda de frio que está chegando do Brasil vai fazer a temperatura cair muito em praticamente todas as áreas da Região Centro-Oeste. Temperaturas abaixo dos 10°C devem ser registradas em muitas áreas e as capitais devem estabelecer novos recordes de frio nos próximos dias.

Em Goiânia, o primeiro recorde de frio por causa desta forte massa polar já poderá ocorrer na madrugada do sábado, 6. A madrugada do domingo, 7, poderá ser com recorde de menor temperatura de 2019 em Goiânia e em Brasília, com marcas abaixo dos 10°C.

Confira as menores temperaturas registradas pelo Instituto Nacional de Meteorologia

Goiânia (GO)
menor temperatura do ano: 13,7°C em 13/6/19
menor temperatura máxima do ano: 23,1°C em 17/2/19
menor temperatura em 2018: 9,1°C em 21/5/2018

Brasília (DF)
menor temperatura do ano: 10,8°C em 11/6/19
menor temperatura máxima do ano: 22,7°C em 16/6/19
menor temperatura em 2018: 9,3°C em 21/5/2018

Fonte: Clima Tempo

Transtornos em obra do BRT Norte-Sul na Avenida Goiás, em Goiânia, devem durar um ano


Pistas da Avenida Goiás terão trechos interditados em três etapas, cada uma com duração estimada de até dois meses, para obras de drenagem e construção do corredor Os transtornos para a execução do corredor exclusivo de ônibus do BRT Norte-Sul na Avenida Goiás devem durar cerca de um ano, segundo o secretário da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), Dolzonan da Cunha Mattos. 

Serão seis meses para cada sentido da via, iniciando no trecho entre a Avenida Independência e a Rua 55, cuja interdição total da pista Norte-Sul começa na próxima segunda-feira (8). A ideia é fazer toda a expansão no sistema de drenagem, as mudanças nas pistas e a construção das estações de embarque e desembarque, atuando em cada quadra.

De acordo com Mattos, a obra vai ser dividida em seis etapas e cada uma deve durar dois meses. Cada etapa é um trecho da avenida, sendo entre a Independência e a Paranaíba, entre esta e a Anhanguera e depois até a Praça Cívica, mas cada um destes será feito primeiro no sentido Norte-Sul, o que deve terminar no fim deste ano, e depois no sentido Sul-Norte, até junho de 2020. 

O secretário explica que vai ser feito primeiro o trecho Norte-Sul em razão das obras de drenagem, já que, como as águas pluviais correm neste sentido para o Córrego Capim Puba, as tubulações poderão ser utilizadas já no próximo período chuvoso.

“Lá vai ser diferente da Rua 90, em que foi possível manter o tráfego local e fazer os desvios. Na Goiás vai ter de interditar tudo mesmo, então vamos fazer por quadra. A gente já tem condições de iniciar a obra nesta semana, mas preferimos primeiro avisar todo mundo, os moradores, comerciantes e motoristas para não ter aquele problema de dizerem que não foram avisados”, diz Mattos. 

Até mesmo as estações de embarque, mesmo sendo uma de frente à outra, serão construídas separadamente. Pelo projeto original, a Avenida Goiás teria nove estações separadas e alternadas quanto ao sentido, mas foi alterado a pedido do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) passando a ter três estações conjuntas para ambos os sentidos (ver quadro).

De acordo com a coordenadora técnica do Iphan em Goiás, Beatriz Otto de Santana, o órgão deu o parecer de autorização da obra em janeiro deste ano. “Resta apenas o detalhamento do paisagismo, as rampas, mobiliário, jardins, mas não é nada que impeça as obras de drenagem e de infraestrutura. Podemos receber estes detalhes depois”, diz. A adequação do projeto se deu para tentar minimizar os impactos na paisagem, já que o trajeto da Avenida Goiás faz parte do traçado urbano original da cidade, que é tombado, além de estar no envoltório de outros bens tombados, como a Praça Cívica e o Grande Hotel.

Segundo Santana, algumas coisas do ambiente poderão ser removidas, mas somente o necessário para implantar o corredor. No caso, haverá a remoção de quatro árvores ao longo da Avenida Goiás, sendo duas nas proximidades da Avenida Anhanguera e as demais próximas da Avenida Independência, em todos os casos para a implantação das estações de embarque e desembarque. 

As informações da Seinfra são de que outras árvores também serão retiradas, mas, no caso, serão aquelas que estão condenadas por técnicos da Prefeitura e serão trocadas por espécimes novos.

Outras quatro árvores deverão ser removidas na Praça Cívica, segundo o projeto, para a instalação das estações no local. No entanto, de acordo com Mattos, as obras na praça não serão feitas neste momento. Após a execução na Goiás, a frente de serviços deve ir para a Rua 84.

CAU-GO se preocupa com alterações

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO), apesar de reiterar a necessidade da obra do BRT Norte-Sul para a mobilidade urbana de Goiânia, tem se preocupado com as alterações no visual da Avenida Goiás, considerada um marco histórico e paisagístico da cidade. 

O principal problema, segundo a arquiteta e urbanista Fernanda Mendonça, conselheira da entidade, é em relação às estações de embarque e desembarque. “As estações são elevadas, acima do piso normal da calçada, e uma plataforma maior porque tem maior demanda. 

Nossa preocupação é de trazer intrusão na paisagem, se vai trazer alguma integração com o piso”, avalia. Fernanda lembra que a Avenida Goiás já tem o desenho para o corredor exclusivo, com pistas segregadas, mas que as estações devem ser integradas à paisagem, tentando que as mesmas sejam “invisíveis”. Ela reforça que é positiva a mudança do Iphan para diminuir o número de estações, mas é preciso avaliar como isso vai ser para o passageiro. “As estações existem para evitar uma caminhada mais longa. 

No caso, não vai ter estação da Praça Cívica até a Avenida Anhanguera”, diz. Segundo conta, o CAU dialoga com a Prefeitura de Goiânia para analisar e dar sugestões aos projetos.



Fonte: Jornal O Popular