UEG lança curso de Medicina em Itumbiara


O governador José Eliton (PSDB) lançou nesta sexta feira (15) o curso de Medicina da UEG de Itumbiara. O curso vai oferecer, inicialmente, 24 vagas. De acordo com o edital, as inscrições para o curso de Medicina começam no dia 17 de julho e vão até o dia 15 de agosto. As provas objetivas e discursivas e a Redação serão realizadas no dia 2 de setembro deste ano. "Esse curso é importante para universalizar a oferta do serviço de saúde no Estado de Goiás", ressaltou o governador.

Na avaliação do governador, a UEG "dá um passo ousado, um passo importante para a consolidação dessa Universidade como um grande centro de busca do saber. Assim a UEG se insere no seleto rol das grandes universidades brasileiras", e destacou que "os alunos que vão fazer Medicina aqui poderão, talvez, no futuro, trabalhar no Hospital José Gomes da Rocha que vamos construir juntos".

O reitor da UEG, Haroldo Reimer, destaca que a unidade de Itumbiara se transforma, com o curso de Medicina, no principal polo de formação de profissionais da área de Saúde da Universidade, e se consolida como um Centro de Excelência em Saúde. Ele abriu seu discurso dizendo que "quem olha rumo ao futuro", ao se referir à administração de José Eliton, "deve pensar hoje nos investimentos que devem ser feitos, porque um estado que investe nas pessoas, olhando para a frente, com investimentos em educação e inovação colherá, com certeza, bons frutos no futuro".

Para que fosse possível a abertura do curso de Medicina, foram firmadas parcerias entre UEG, governo de Goiás e a Prefeitura Municipal de Itumbiara. Entre as providências tomadas, foi realizado no último mês de março concurso público para a contratação de 14 professores efetivos para formação do corpo docente do curso.

A prefeitura do município destinou, via doação, R$ 190 mil para a construção de laboratórios que serão utilizados nas aulas da nova graduação ofertada pela UEG. Além disso, uma parceria com o Procon irá viabilizar a aquisição de livros para a formação do acervo bibliográfico.

Com a abertura do curso, a UEG passa ser a segunda instituição pública a ofertar Medicina no interior de Goiás. O Câmpus Itumbiara foi escolhido para abrigar o novo curso por ter vocação para a área da saúde, já que oferece as graduações de Enfermagem, Farmácia e Educação Física.

A UEG foi criada em 1999, a partir de 12 faculdades espalhadas por Goiás e hoje conta com 45 unidades, quase todas com sedes próprias. 


Reforma das placas de viaduto na Avenida 85, em Goiânia, ainda não foi feita


Após anúncio de revitalização do revestimento da estrutura dos viadutos na Avenida 85, objetos mais estragados foram retirados pelo Paço, mas ainda não foram repostos

Os cartões-postais de Goiânia ao longo da Avenida 85 continuam sem poder aparecer bem nas fotos que mostram a cidade, mesmo 52 dias após o anúncio da Prefeitura de que os dois viadutos teriam os revestimentos de placas metálicas revitalizados. No dia 25 de abril, O POPULAR publicou que tanto a trincheira na Praça do Ratinho denominada Viaduto Latiff Sebba quanto a obra na Praça do Chafariz, o Viaduto João Alves de Queiroz, traziam risco à população já que diversas placas estavam soltas e poderiam cair ou provocar acidentes. Na mesma data, a Prefeitura anunciou que realizaria a revitalização dos dois viadutos. O prazo para toda a reforma foi estimado em até 60 dias.

Já no final de semana seguinte, no dia 30 de abril, os servidores da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) iniciaram o que parecia ser uma ação efetiva da gestão goianiense. As placas com risco iminente de cair foram retiradas, o que inclusive limpou o nome do viaduto na Praça no Ratinho no sentido da Região Sul para o Centro. Ao todo, mais de 130 placas foram retiradas dos dois viadutos. Em pouco tempo, no entanto, já é possível verificar objetos que se movem com a ação do vento ou passagem dos veículos.

Na Praça do Ratinho, por exemplo, cerca de 75 placas foram retiradas e é possível ver as ferragens que seguram a estrutura e o concreto da obra, mas há problemas no teto do local, visível por motoristas e passageiros que passam pela via, continuando pela Avenida 85. Já na Praça do Chafariz, cerca de 55 placas foram retiradas na ação do Paço Municipal, mas já há pelo menos sete cujas bases estão se soltando, especialmente na parte alta que protege a via contínua da Avenida T-63, acima da praça. Além disso, há pichações na maioria das placas e a jardinagem nas duas praças, apesar da grama baixa, já não possui flores e a vegetação tem aparência degrada.

Depois que as placas foram retiradas no final de abril, não houve mais nenhuma ação do Paço para adiantar a reforma nos viadutos. À época, o Paço informou que realizaria uma licitação para a aquisição das placas necessárias para a troca daquelas que foram retiradas. Ainda seria necessária uma limpeza ou pintura metálica nos objetos para igualar o revestimento. Em razão da imponência dos viadutos, principalmente pelas estruturas elevadas, as obras sempre são utilizadas para retratar a cidade e, por isso, há a necessidade até mesmo turística e urbana de revitalizar os locais.

O Paço Municipal, em nota, informou “que está finalizando a tomada de preços para aquisição de 200 novas placas que serão utilizadas no lugar das que foram retiradas”. A intenção da aquisição é que se possa ter objetos em número suficiente para possíveis novas trocas, quando as placas atuais sofrerem danos. “A Seinfra lembra ainda que a revitalização das duas praças com a troca de luminárias, jardinagem, pintura, letreiro e a reposição das placas, continua dentro do cronograma de 60 dias”, completa.

O processo de tomada de preços, que é a modalidade escolhida pela administração para a aquisição das placas, é mais rápido do que os pregões. Isso porque se trata de um meio de apenas adquirir objetos, de modo que o preço mais baixo pelo mesmo elemento, nas características descritas pelo edital do processo, vence. Assim, há poucos meios de contestação administrativa e judicial.

Em entrevista ao POPULAR no último dia 6, o secretário da Seinfra, Dolzonan da Cunha Mattos, confirmou que a intenção da administração era realizar a licitação para a aquisição de placas, que seriam um total de 126 unidades. Ele lembrou ainda que as placas apresentam apenas um efeito estético nas obras de arte, não pertencendo à estrutura que sustenta os viadutos. “As placas que estavam danificadas, que corriam o risco de serem soltas, nós retiramos, e então não vamos ter problemas de trafegabilidade”, disse ele, à época. O secretário ressaltou ainda que haveria também a possibilidade de modificar o revestimento das placas para alguma alternativa de menor custo, mas isso teria de ser conversado e resolvido pelo prefeito Iris Rezende (MDB).

Estrutura vai receber lâmpadas de LED

As estruturas dos viadutos da Avenida 85, tanto da Praça do Ratinho quanto da Praça do Chafariz, que ficam acima das obras também deverão passar por revitalização nos próximos meses. Os locais devem receber lâmpadas do tipo LED para a iluminação que mudarão de cor a cada data comemorativa. Essa situação já ocorre atualmente, mas é necessária uma modificação manual nas estruturas, o que, com a mudança, será mais fácil e rápido. 

Na Praça do Ratinho, as três pontas metálicas representam as regiões para onde Goiânia, historicamente, cresceu, sendo Leste, Oeste e Sul. Trata-se de três pirâmides com 56 metros de altura cada uma. Nelas, ficam doze refletores externos e oito internos, que produzem os efeitos luminosos em datas comemorativas.

Já na Praça do Chafariz, são apenas duas pontas, com a altura de 64,53 metros cada, representando a ponteira de uma bússola. Logo, as pontas apontam para a Região Norte da cidade, o que fica mais visível para os motoristas que trafegam pela Avenida 85 no sentido Setor Bueno e Bela Vista para a Praça Cívica, no Centro da capital. Ele também possui refletores internos e externos que ficam iluminados a noite e podem ter as cores das luzes alteradas em datas comemorativas, o que é menos comum do que na Praça do Ratinho. Em ambos, no entanto, o Paço apaga as luzes no dia da Hora do Planeta, em que se conscientiza sobre o aquecimento global.


Prefeitura de Aparecida de Goiânia irá oferecer internet grátis em pontos estratégicos da cidade


Praças, parques e locais com grande fluxo de pessoas receberão rede sem fio, possibilitando navegação na web e conexão com os serviços públicos

A Prefeitura de Aparecida, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, irá disponibilizar acesso gratuito à internet em equipamentos públicos estrategicamente espalhados pela cidade. A iniciativa é uma das ações previstas no Projeto Cidade Inteligente que tem como objetivo tornar o município conectado, integrando todas as áreas da administração a fim de acelerar o desenvolvimento econômico e melhorar a qualidade de vida da população.

A proposta que prevê a instalação dos hotspots, que é a definição utilizada para locais com rede sem fio disponível para navegação gratuita, foi licitado junto com o projeto de criação da infraestrutura de rede, data center e videmonitoramento urbano. A implantação está prevista para o segundo semestre deste ano.

Segundo a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, o acesso à internet em locais como praças, parques, repartições públicas e ambientes com grande fluxo de pessoas será feito através de cadastro dos usuários que terão à disposição jogos informativos e educativos relacionados à cidadania e meio ambiente e navegação na web para uso pessoal. A escolha dos pontos que irão receber as redes será feita em conjunto com as secretarias de Desenvolvimento Urbano e Esporte, Lazer e Juventude, levando em consideração a necessidade de cada região do município.

“O projeto Hotspots Livres é parte fundamental da estratégia de transformar Aparecida de Goiânia em uma cidade digital, moderna e conectada, garantindo acesso para a população a todos os serviços disponibilizados pela prefeitura”, destaca o coordenador de diagnósticos de sistemas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ernesto Fonseca Veiga.

Moradores de bairros com baixa cobertura de sinal ou pessoas que não possuem condições financeiras para adquirir um pacote de dados móveis poderão, quando estiverem em parques, praças e outros pontos, se conectar com o mundo através do wi-fi gratuito. “Essa iniciativa vai facilitar o acesso à internet, contribuindo com a inclusão digital de todos os cidadãos”, completa o coordenador.

Prêmios – Cidade Inteligente

Por se tratar de um dos projetos Smart Cities mais completos, o Cidade Inteligente de Aparecida de Goiânia foi premiado três vezes. Dois dos reconhecimentos foram concedidos pelo Instituto Smart City Business America em congressos e exposições de 2017 e 2018. O prêmio reconhece iniciativas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida nas cidades. O projeto também foi premiado pelo Instituto de Inovação e Parque Tecnológico com o certificado Gyntec Awards 2017, que destaca os melhores no campo da inovação. O programa a ser implantado ainda foi apresentado em conferências em vários estados e em outros países.


Parte dos Credeqs segue sem previsão para entrar em funcionamento em Goiás



Governo não tem data precisa de quando conseguirá colocar em atividade todas as unidades prometidas. Obra iniciada em 2013, em Morrinhos, está apenas 35% pronta

Credeq de Goianésia foi entregue em março deste ano, mas ainda não funciona. Processo para escolha de OS que vai administrar unidade está no início 

O governo de Goiás corre o risco de concluir a atual gestão sem que todos os Centros Estaduais de Referência e Excelência em Dependência Química (Credeqs) estejam funcionando. Duas das cinco unidades prometidas e cujas construções começaram em 2013, assim como as demais, não estão nem com metade da obra realizada. Em Caldas Novas, por exemplo, onde a construção foi iniciada em dezembro de 2013, o porcentual é de 49%. Em Morrinhos, a 125 quilômetros de Goiânia, a situação é ainda pior. A obra começou no dia 4 de novembro de 2013, há quase cinco anos, e o total realizado é de apenas 35%.

Das cinco unidades anunciadas pelo governo, apenas a de Aparecida de Goiânia funciona, desde julho de 2016, mas os prazos também não foram cumpridos conforme o previsto (veja quadro). Em março deste ano, os Credeqs de Goianésia e Quirinópolis foram entregues, mas seguem sem funcionar. Os processos de escolha das organizações sociais (OSs) que vão se responsabilizar pela gestão de cada uma delas estão em fase inicial, sem previsão de quando serão finalizados. A expectativa inicial e anunciada no momento da inauguração das obras era de que elas estariam funcionando a partir deste mês.

Em resposta ao POPULAR, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) informou que o processo referente à unidade de Caldas Novas está na Controladoria Geral do Estado e o da unidade de Quirinópolis está na Procuradoria Geral do Estado. Após a aprovação desses órgãos, os procedimentos retornarão para a secretaria realizar os chamamentos. As etapas, no entanto, são inúmeras e demoradas, como a publicação do edital, recebimento de documentação, julgamento, análise das propostas e possíveis recursos. Diante disso, explica a SES-GO, é impossível precisar uma data de quando os dois Credeqs estarão, enfim, funcionando.

O quadro marcado pela demora e burocracia dos processos, além do atraso das obras, é o que alerta sobre a possibilidade de chegar ao final deste ano, quando termina a atual gestão do governo, sem que todas as unidades estejam funcionando plenamente. A SES-GO trabalha hoje com a previsão de que as obras estarão prontas até o final de dezembro, informação citada inclusive no tópico Rede Credeq do Plano de Governo para a Saúde (2015-2018) publicado no site da Secretaria. Entre o término das construções e o início dos atendimentos, como é possível ver nos casos de Quirinópolis e Goianésia, há chances de que o funcionamento fique apenas para 2019, nos casos de Caldas Novas e Morrinhos.

Atrasos

A promessa inicial, quando as obras começaram a ser feitas em 2013, era de que todas as unidades estariam prontas para funcionamento até o final de 2014. Na época, conforme notícias do site da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), falava-se em um investimento de R$ 100 milhões para a construção das cinco unidades. Com os atrasos, esse valor foi ampliado, conforme as atualizações anuais. A obra do Credeq de Aparecida de Goiânia, por exemplo, foi avaliada inicialmente em R$ 19,8 milhões e terminou custando R$ 26,6 milhões aos cofres públicos. A construção da unidade de Goianésia foi avaliada, em 2015, em R$ 18,7 milhões e, ao ser inaugurada este ano, o valor final foi de R$ 28,2 milhões.

Existia a intenção de ampliar a rede de atenção a dependentes químicos para mais cinco cidades. A licitação da obra de um Credeq em Itumbiara chegou a ser feita e o resultado homologado, mas o governo voltou atrás na proposta. Segundo a SES-GO, a crise que atingiu o País em 2014 agravou o cenário e a prioridade hoje é terminar e colocar em funcionamento as cinco unidades programadas.


Governo de Goiás e UEG lançam Faculdade do Esporte nesta quinta-feira


Com a criação da Faculdade do Esporte, a estrutura da UEG Câmpus Eseffego será transferida para o Centro de Excelência do Esporte.

O lançamento da UEG Faculdade do Esporte Eseffego será realizado nesta quinta-feira (21/6), a partir das 18h30, no Centro de Excelência do Esporte Eurico Godói. Entre as atrações do evento estão apresentações esportivas, shows e bate papo com atletas nacionais.

Com a criação da Faculdade do Esporte, a estrutura da UEG Câmpus Eseffego será transferida para o Centro de Excelência do Esporte.

A estratégia é utilizar todo o potencial cientifico-tecnológico já instalado no Câmpus Eseffego para a criação de uma plataforma de desenvolvimento esportivo, criando um ambiente regional para a identificação e formação de jovens atletas.

A iniciativa irá atuar na formação de atletas profissionais das mais diversas modalidades esportivas. Além disso, está prevista a criação da Rede de Desenvolvimento do Esporte de Alto Rendimento (Redesporte), que alcançará, em todo o estado, escolas, associações, clubes, profissionais, além de outras organizações e agentes estratégicos do setor.

A UEG Faculdade do Esporte Eseffego já conta com cerca de 800 alunos de três graduações, licenciatura e bacharelado em Educação Física e bacharelado em Fisioterapia. O corpo docente é composto por 106 professores, sendo 23 especialistas, 47 mestres, 28 doutores e 8 pós-doutores.

Já são ofertadas quatro especializações: Fisioterapia Esportiva, Movimento Humano, Educação Física Escolar e Metodologia do Treinamento Esportivo de Alto Rendimento. Aproximadamente 200 estudantes já estão matriculados nas especializações.

Esporte como fator de desenvolvimento

A expectativa é que nessa nova fase o Centro de Excelência atraia investimentos para o Estado com a oferta de serviços de medicina esportiva, atuando principalmente com avaliações, assessorias e consultorias.

“Um equipamento dessa grandeza torna Goiânia uma potência no esporte de alto rendimento. A expectativa é que, com os trabalhos, possamos identificar e lapidar talentos, que no futuro estarão na elite do esporte nacional”, afirma Haroldo Reimer, reitor da UEG. Ao mesmo tempo, o Centro de Excelência também irá oportunizar a prática do esporte amador na capital.

Estrutura

O Estádio Olímpico conta com 12 mil lugares, gramado padrão Fifa, pista de atletismo com 400 m e oito raias. A área total é de 33 mil metros quadrados. O complexo inclui ainda o Ginásio Rio Vermelho e o Parque Aquático – que atualmente estão com as obras de reforma licitadas e em vias de execução – além de Laboratório de Capacitação e Pesquisa.

O Laboratório é composto por alojamentos, departamentos de fisiologia do esporte, ergometria médica e reabilitação, e academia. Quando finalizado, o Parque Aquático terá área total de 1.571,72 m², piscina olímpica e duas piscinas de aquecimento

O Ginásio Rio Vermelho possui 4.575,63 m² e também passa por reformas. As duas obras recebem investimentos de R$ 9 milhões.

Foto: Renato Conde

Projeto do aeroporto de Aparecida de Goiânia será apresentado neste sábado


Aeródromo ocupará 209 hectares

 O projeto do aeroporto de Aparecida de Goiânia será apresentado neste sábado (23/6) no All Park, primeiro condomínio fechado do Centro-Oeste para indústrias e empresas, situado na parte Leste da cidade. Na ocasião, o heliponto e o galpão modelo do empreendimento serão inaugurados. 

O aeródromo ocupará 209 hectares, onde estão previstos hotel, pista para pouso e decolagem com 2 mil metros, estação de embarque e desembarque, helicentro, posto para abastecimento, pista de acesso aos hangares (taxiway), Fixed Base Operator (FBO) completo para assistência aos proprietários de aeronaves e estacionamento para visitantes. 

O lançamento comercial está previsto para o final do segundo semestre deste ano, quando serão ofertados 489 lotes com área média de 1 mil m2 cada, voltados para a construção dos hangares particulares, empresas de manutenção, comércio, oficinas, compra/venda e aluguel de aeronaves.

“O All Park é o primeiro produto de um Masterplan. A continuidade é o Antares Polo Aeronáutico, que deve ter suas obras iniciadas em abril de 2019. Já o começo das operações é planejado para 2021. Serão investidos no Antares cerca de R$ 100 milhões”, revela Romeu Neiva Junior, diretor da Innovar Urbanismo, empresa integrante do grupo empreendedor do Antares e responsável pelo All Park. E acrescenta: “Quando entrar em plena atividade, o Antares e o All Park devem gerar, juntos, cerca de 5 mil empregos”.

All Park
Entregue em 2016, o All Park conta com área total de 600 mil m², dispondo de lotes que variam de 1 mil a 8.840 m². O condomínio conta com segurança 24 horas, vias largas para trânsito e manobras de veículos de cargas, pátio de carga e descarga, balança para pesagem de caminhões, sistema de facilities (mix de conveniência, praça de alimentação, clube de compras, sala de treinamento, posto bancário, correios) e estacionamento para carros, motos e caminhões.  

Fonte: A Redação

Atraso: Reforma do Mutirama segue lenta e parque não deve reabrir nas férias


Quase um ano depois, nenhuma das atrações passou por manutenção e há dificuldades burocráticas na prestação de serviços

Fechado desde julho do ano passado, o Parque Mutirama, que passa por reforma depois que um dos brinquedos deu pane deixando 13 pessoas feridas, pode não reabrir para as férias escolares do mês de julho.

O gestor do contrato para a reforma do parque, Frank Fraga, diz que a restauração do Mutirama anda mais lenta do que era esperado. “Infelizmente precisamos enfrentar muitos trâmites burocráticos. Precisamos de cerca de 12 processos licitatórios para realizar alguns serviços específicos”, explicou.

De acordo com Frank, nenhuma das atrações do parque está pronta para ser utilizada. Diante da demora, ele assume que existe a possibilidade de o Mutirama não reabrir até julho como prometido.

“Queríamos que fosse mais ágil, mas temos que prezar pela segurança de todos e não vamos de forma alguma pular etapas. Hoje temos um levantamento completo do parque. Sabemos até quantos parafusos e quantas arruelas tem aqui. O Mutirama vai ficar melhor do que quando foi inaugurado em 2011”, garantiu.