Licitação para implantação do Parque da Serrinha, em Goiânia, seguirá com três empresas


Resultado foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (17). A 1ª etapa das obras inclui construção de pista de caminhada e alambrado e iluminação solar e está estimada em R$ 4,5 milhões

Três empresas foram consideradas aptas e seguirão na licitação para a implantação da 1ª etapa do Parque Estadual do Morro da Serrinha, localizado entre o Setor Serrinha e o Setor Pedro Ludovico, na Região Sul da capital. O resultado da habilitação da concorrência foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (17).

De acordo com a publicação, assinada pela Comissão Especial de Licitações (Cel) da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), estão habilitadas as empresas Primecom Construtora Ltda, Phelps Construtora Ltda EPP e DTC di Almeida Transportadora e Construtora Ltda. Com a divulgação, terá início o prazo de cinco dias para que as duas empresas que participaram do pleito e não foram habilitadas apresentem recurso. Em seguida, em caso de recurso, mais cinco dias serão concedidos.

Encerrada tal fase, terá início a abertura das propostas comerciais para a realização da obra, que, na 1ª etapa, inclui construção de pista de caminhada e alambrado e iluminação solar e está estimada em R$ 4,5 milhões.


Nova sede da Assembleia deve custar até R$ 140 milhões


Licitação para continuidade da obra é novamente adiada, com aumento de custos, e grupo estima que, se não for novamente interrompida, construção será concluída em 2020

Inicialmente orçada em R$ 54,4 milhões, a nova sede da Assembleia Legislativa de Goiás, no Park Lozandes, deve custar cerca de R$ 140 milhões e, se não for novamente interrompida, será concluída em 2020, 15 anos depois de iniciada. As estimativas são do grupo de trabalho criado pelo presidente da Casa, José Vitti (PSDB), para acompanhar a construção.

Segundo o secretário de Contratos, Convênios e Projetos Institucionais da Assembleia, Anderson Máximo, o grupo está atualmente na chamada fase de compatibilização dos projetos para concluir a adequação da obra à realidade atual. Para isso, estão sendo realizadas algumas reuniões técnicas: “Em vez de lançar edital, ir fazendo a obra e então resolvendo os problemas que possam ocorrer, estamos nos reunindo com os órgãos competentes para evitar qualquer intercorrência”, afirma.

Na quarta-feira (16), o diretor-geral da Casa, Renato Meneses, esteve com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Márcio de Morais, para discutir detalhes do projeto. Também ficou acordado, na reunião, que a nova sede terá um espaço específico para a Brigada de Combate a Incêndio.

O grupo também trabalha na construção do orçamento da obra para que, já no início do segundo semestre, possivelmente em agosto, possa ser lançado o edital de concorrência. A ideia é que a empresa contratada seja responsável pela empreitada global e que, caso não haja nenhum imprevisto ou recursos de concorrentes, em 45 dias a contratada possa iniciar os serviços, ainda em 2018.

Ainda de acordo com Anderson, o grupo, composto por oito pessoas, espera que a obra seja concluída entre 26 e 30 meses. Atualmente, cerca de 40% da fundação já está pronta, mas como a nova sede deve ter cerca de 44 mil metros quadrados, ainda há muito a fazer.

A nova sede da Alego começou a ser construída em 2005, quando foi lançada a pedra fundamental, mas sofreu sua primeira paralisação em 2007. Depois, foi retomada lentamente em 2013 e novamente interrompida em 2015.

Custos

Inicialmente, ela deveria custar R$ 54,4 milhões, mas, em 2013, o contrato foi aditivado e o valor saltou para R$ 95 milhões. Até agora, já foram pagos R$ 24,4 milhões para a Construtora Central do Brasil (CCB), responsável pela fundação da obra, que acabou tendo o contrato rescindido em 2015.

No ano passado, José Vitti anunciou novos processos licitatórios para elaboração de projeto de tecnologia da informação, elétrico e acessibilidade, além das atualizações dos que já existiam; e informou que não faria alterações no tamanho e na estrutura do prédio, já que, em novembro de 2016, foram feitos estudos técnicos que atestavam a possibilidade de aproveitamento do trabalho que já havia sido feito no local.

Em seguida, ele criou o grupo de trabalho prometendo “rotineiro e rigoroso acompanhamento” do andamento das obras. Eles ficaram responsáveis pela verificação dos servidos executados e pelas mudanças necessárias nos projetos, bem como pela realização de estudo de impacto de vizinhança e viabilização das licenças ambientais devidas.

Assim, a previsão era de que o edital fosse lançado no início do ano passado, mas o prazo foi adiado para o primeiro trimestre de 2018, e, agora, para o segundo semestre. No fim de 2017, a estimativa era de que, já contados os acréscimos da nova licitação, o custo final fosse de R$ 120 milhões.

Também em 2017, a Casa aprovou uma lei que destinava as sobras dos duodécimos, que são os valores mensais que o Estado passa ao Legislativo, a um Fundo Especial de Modernização e Aprimoramento Funcional da Assembleia Legislativa (Femal). Assim, a Casa passou a ter pelo menos R$ 30 milhões para a obra, R$ 24 milhões deles provenientes do fundo.


Goiás terá seis unidades de Saúde Especializada (USE)


Goiás terá seis unidades de Saúde Especializada (USE) em Formosa, Goianésia, Posse, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos. Já foram entregues as obras de Quirinópolis (Sudoeste) e Goianésia (Centro-Norte).

As seis Unidades de Saúde Especializadas (USEs) que estão sendo construídas em Goiás são centros de diagnóstico de média e alta complexidade e orientação terapêutica, que reunirão 21 especialidades médicas para atendimento aos pacientes encaminhados pela rede básica de saúde. As USEs vão oferecer ainda atendimento de enfermagem, serviço social, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição e fonoaudiologia.

 Com metodologia de “day one health” – um dia de saúde – as USEs ofertarão aos pacientes encaminhados à unidade, um verdadeiro “check up”, com consultas em especialistas tais como cardiologista, endocrinologia, nutricionista, entre outras (veja abaixo lista completa).

“O Governo de Goiás está investindo 17 milhões de reais para construir e equipar as USE. Elas vão cobrir as diversas regiões do Estado, com atendimento de qualidade perto do cidadão” disse o governador José Eliton, que visitou na última quinta-feira, dia 24, as obras da USE de São Luís de Montes Belos que vai atender aos municípios da Macrorregiao Central de Saúde.

Os pacientes também serão submetidos a todos os exames solicitados pelos profissionais em um só dia. Entrando pela manhã na unidade, o paciente sairá no final do dia com um relatório médico de todas as evidências diagnósticas identificadas pelos profissionais, além dos exames realizados.

Inovação e cuidados especiais
Os profissionais da atenção primária receberão orientações de como conduzir a terapia com este paciente. Este elo entre o nível primário da atenção e o secundário, ainda não existia em Goiás.

Outro processo inovador das USEs são as linhas do cuidado do paciente. São programas especiais para crianças, gestantes, idosos, diabéticos, hipertensos, entre outros públicos, que proporcionam um acompanhamento sistemático da saúde dos usuários, com toda equipe médica e multidisciplinar, visando construir um cuidado contínuo e eficiente na atenção primária (que são as unidades básicas de saúde e a Estratégia de Saúde da Família) em consonância com a atenção secundária (que são os USE’s e seus especialistas).

Dessa forma, as orientações terapêuticas e os resultados no tratamento serão acompanhados de perto por todas as equipes nos diferentes níveis de atenção.

USE:

Valor da obra: R$ 9 milhões.
Valor de equipamentos: R$ 8 milhões.
Valor total investido: R$ 17 milhões.
Total área construída: 3.775 metros quadrados.
23 consultórios para atender, inicialmente, especialidades de cardiologia, endocrinologia, gastroenterologia, ginecologia e obstetrícia de alto risco, mastologia, neurologia, oftamologia, pneumologia, urologia, ortopedia e pediatria.
Seis mil consultas por mês no auge de sua capacidade operacional.
13 salas para realização de exames como tomografia, mamografia, ultrassonografia, raios-X, densitometria óssea, análises clínicas, endoscopia, teste ergométrico, ecocardiografia, endoscopia, colonoscopia, eletrocardiograma, eletroencefalografia e eletroneuromiografia (exames neurológicos); espirometria, holter, urodinâmica e cistoscopia.
Capacidade de até 13 mil exames por mês, quando estiver totalmente implantada.

Fonte: Governo de Goiás


Rombo na Petrobras motivou reajuste de preço dos combistiveis


Como consequência, o preço do diesel já subiu 38 vezes desde janeiro

Quando decidiu reajustar diariamente os preços em linha com o mercado internacional, em julho de 2017, a Petrobras mirou seu caixa. O foco era a redução do endividamento que elevou a empresa ao posto de petroleira mais endividada do mundo. Estratégia que deu certo, com a petroleira registrando um lucro de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, o maior trimestral dos últimos cinco anos.

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018, após um período de quedas. Pela primeira vez desde 2014, o barril atingiu US$ 80 neste mês.

Como consequência, o preço do diesel já subiu 38 vezes desde janeiro. Para a empresa, a alta do petróleo significa uma oportunidade para gerar receita, distribuir dividendos aos acionistas e atingir a meta financeira, ainda que o programa de venda de ativos caminhe devagar.

O presidente Pedro Parente obedece à máxima de que a Petrobras deve se comportar como uma produtora como outra qualquer, independentemente da importância estratégia dos combustíveis para o País. Afinal, a estatal compete diretamente com importadores e possui a flexibilidade de atuar em outros países.

A lógica é que não há fronteiras no mercado de petróleo. Mas, no Brasil, a realidade é que as altas no preço da estatal surtem efeito no bolso da população e de segmentos da economia que nada têm a ver com o mercado externo.

Professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, Helder Queiroz destaca que a alta do petróleo foi o primeiro teste de Parente. "É certo que é preciso acompanhar o mercado internacional. Mas existem várias soluções para isso. Será que essa é realmente a melhor?", diz.

Pesa ainda o fato de o maior volume do combustível consumido no País sair das refinarias brasileiras, comandadas pela Petrobras. No primeiro trimestre deste ano, a empresa produziu 1,67 milhão de barris por dia (bpd) de derivados de petróleo e importou apenas 97 mil.

"Se o preço do petróleo não oscilar, oscila o câmbio. A Petrobras tem de seguir os preços internacionais, mas não precisa ser diariamente. A empresa cobra tanto previsibilidade do governo e não faz o mesmo com os seus consumidores", criticou um especialista em petróleo que já fez parte do governo e não quis se identificar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Clima frio deve durar a semana toda em Goiânia, diz Inmet


Esta segunda-feira (21/5) registrou a menor temperatura do ano até agora 8° C, mas mínima permanece em baixa até sexta-feira

O clima mais frio deve durar pelo menos até a próxima sexta-feira (25/5) em Goiânia. Segundo previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima, que nesta segunda-feira (21) atinge os 7°C, continua entre os 13°C e 15°C até o final da semana. As máximas variam entre 28°C e 29°C.

A menor temperatura até então em Goiânia tinha sido no dia 12 de maio, quando foi registrada 15,2°C.

Segundo a chefe do Inmet em Goiás, Elizabeth Alves, esta é a primeira massa de ar frio a chegar ao Centro-Oeste este ano, que acabou derrubando a média de temperaturas neste mês de maio. “Ainda estamos no outono, temos todo o inverno pela frente. No ano passado, o mês de maio ficou acima da média esperada, quase não fez frio. Hoje nós estamos abaixo, mas a expectativa é de que o saldo final fique dentro do esperado, uma vez que é comum a queda de temperatura nesta segunda quinzena”, explicou.

Essa madrugada de segunda-feira foi considerada a mais fria do ano não apenas em Goiânia, mas em várias regiões do Brasil. O ar frio de origem polar predomina sobre todo o Centro-Oeste deixando a temperatura baixa e o ar seco.

Cidades do Sul de Goiás registraram temperaturas abaixo dos 10ºC. Em Mineiros, o Inmet registrou 8,6°C, em Rio Verde 7,2°C e em Jataí 9,3°C.


A Infraero planeja licitar 15 áreas externas do Aeroporto de Goiânia


A Infraero planeja licitar 15 áreas externas do Aeroporto de Goiânia para uma expansão comercial, o que deve começar este ano. Ao todo, a estatal mapeou 30 espaços em 17 terminais aeroportuários sob sua administração no País. Nesses locais, poderão ser instalados diversos empreendimentos, de postos de combustíveis a hotéis e grandes lojas. Na capital goiana, serão disponibilizados 374 mil metros quadrados.

No Santa Genoveva, as áreas variam de 1,9 mil a 90 mil metros quadrados. Segundo o superintendente do Aeroporto de Goiânia, Antônio Erivaldo Sales, o mapeamento ocorreu em 20 dias e foram aprovados pontos que circundam o terminal de passageiros, especialmente na parte frontal do prédio. O menor espaço, ele diz que pode ser destinado a estacionamento de área de apoio e o maior para eventos.

A empresa espera conseguir R$ 850 mil mensais a partir da concessão desses espaços. No País, a meta é ter receita de mais de R$ 420 milhões, o que significa um incremento de 8% ao registrado em 2017 nos contratos comerciais, que envolvem as atividades de áreas externas e serviços aéreos. Sales pontua que para cada empreendimento haverá licitação e a concessão de uso de área pode ocorrer com ou sem investimento.

O contrato comercial pode variar de 60 a 300 meses, dependendo do negócio a ser explorado e do valor. Para 2018, o superintendente afirma que a expectativa é para que ao menos três áreas sejam concedidas, para instalação de posto, hotel – que teria as obras iniciadas – e para área de eventos. “Tudo depende do mercado, vai muito do que o investidor tem interesse e da agilidade da parte do interessado em se estruturar na atividade que pretende”, avalia.

Mercado favorável

Esses primeiros empreendimentos seriam os que já possuem maior apelo. No caso do espaço para festas, por exemplo, o Santa Genoveva se tornou local visado, recebeu eventos badalados, o que começou em junho do ano passado. “Há mercado favorável”, opina Sales. Rede hoteleira é outra que ele pontua que pode ter boa receptividade ao projeto. “Já temos interessados, mas tudo é muito preliminar, começamos a divulgação.”

“O aeroporto é uma grande cidade, indústria. E uma coisa chama outra. Uma área para grandes eventos é fomento para hospedagem na localidade. Dotar de infraestrutura dá facilidade”, defende. A ideia com o projeto é aproveitar a estrutura como um todo e em um contexto estratégico para a Infraero. Porém, para quem está nos arredores, pode ser mais um impacto.

Quando ocorreu a mudança do terminal de passageiros, há dois anos, muitos comerciantes que tinham negócios nos arredores quebraram e outros abriram empreendimentos próximos ao novo prédio. Agora, o receio é de que construções isolem os estacionamentos, por exemplo, que vivem do fluxo do aeroporto. A estatal diz que o processo é aberto a todos.

Alimentação

O custo-benefício da alimentação no Aeroporto de Goiânia teve a pior nota do País na avaliação dos passageiros na última pesquisa de satisfação divulgada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil. Um dos motivos para isso é o preço e a pouca diversidade, crítica que persiste desde a inauguração do novo terminal, há dois anos.

A área interna e sob responsabilidade da Socicam tem vazios que a Infraero estuda com a empresa formas de trabalhar. O contrato ainda durará pelo menos mais nove anos. Com novos empreendimentos na parte externa do Santa Genoveva, o superintendente do Aeroporto de Goiânia, Antônio Erivaldo Sales, afirma que haverá maior movimentação e o plano é que 54% de estrutura esteja em operação com mais seis lojas em operação, com destaque para o Giraffas, que oferecerá prato executivo a um preço pouco mais acessível. “Todo investimento obedece aquilo que está no plano diretor do aeroporto, cumpre regras de segurança”, diz. A Socicam informou que as opções estão de acordo com a demanda.


Aparecida de Goiânia: RMTC Aparecida é lançada e cria seis novas linhas interbairros


Com uma viagem de ônibus percorrendo as ruas e bairros da linha 970, foi lançada nesta terça-feira, 15, a Rede Metropolitana de Transporte Coletivo de Aparecida de Goiânia – RMTC Aparecida.  O prefeito de Aparecida de Goiânia e presidente da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivo (CDTC), Gustavo Mendanha liderou a solenidade que foi realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial de Aparecida (Aciag). Outras cinco linhas interbairros também foram anunciadas com o objetivo de atender todas as regiões do município, ligando os bairros com os polos industriais e à área central, proporcionando maior acessibilidade e mobilidade.

“Estamos aqui hoje comemorando mais uma conquista de todos os aparecidenses que dependem do transporte público para se locomover. Aparecida cresceu e se desenvolveu e somos a maior geradora de empregos em Goiás e uma das maiores no país. Por isso a melhoria na malha de transportes urbanos precisava ser revista. E agora, com essas seis novas linhas, o cidadão aparecidense não vai precisar ir a Goiânia para retornar à Aparecida, o que é um grande avanço”, disse o prefeito Gustavo Mendanha, acompanhado da primeira-dama Mayara Mendanha e do vice-prefeito Veter Martins.

Atualmente Aparecida conta com 50 linhas locais e 22 linhas com destino à capital. De acordo com dados da RMTC, são atendidos diariamente mais de 100 mil usuários nas mais de 101 mil viagens realizadas no município, sendo que 40% dessas viagens são feitas dentro da cidade que percorrem 945 quilômetros de extensão de linhas que passam pelos seis terminais de integração existentes. Com a implantação dos seis novos itinerários, que começam a funcionar nos próximos meses (veja tabela abaixo), a cidade passa a totalizar 78 linhas, aumentando a extensão para 1.105 quilômetros.

“Lutei muito, como presidente da CDTC, para ampliar o atendimento do transporte coletivo em Aparecida e também da região metropolitana. E deixo a presidência em junho com o sentimento de dever cumprido. Com este novo progresso o nosso problema interno de deslocamento está sendo sanado e vai facilitar a vida do usuário, dando qualidade e também reduzindo o tempo de espera e dentro do ônibus. Por isso ressalto que este é um grande ganho para a cidade e eu confesso que é um legado que eu deixo como presidente da CDTC”, ressaltou Gustavo Mendanha.

Para atender as novas linhas serão utilizados em torno de 140 ônibus, conforme explica o diretor executivo da Rede Mób Consórcios, Leomar Avelino. “Imediatamente já entra em funcionamento a linha 970 que sai do Terminal Araguaia com destino ao Setor Santa Luzia. E outras cinco estão sendo implantadas. São ônibus a mais sendo colocados para rodar, em torno de 130 a 140. Mas logicamente que ao longo do tempo, devido a dinamicidade da rede de transporte coletivo, temos que analisar o comportamento da demanda, satisfação das pessoas e a partir daí tomar mais decisões necessárias para a melhoria do serviço”, comentou.

Sub rede – A RMTC Aparecida funcionará como um braço da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo e com isso o município permanece integrado na rede única e os cidadãos aparecidenses continuarão viajando de forma integrada pelos 18 municípios da Região Metropolitana. Dentre as principais características da rede municipal estão a amplitude que busca atender as principais regiões de Aparecida; a conexão que liga as regiões facilitando o acesso aos bairros; o traçado onde consta o desenho das linhas usando o sistema viário da cidade incluindo eixos de integração e zonas básicas especiais.

Há ainda a articulação com o Plano Diretor da cidade, atendendo áreas de desenvolvimento urbano previstas na revisão como os Eixos Norte Sul e mais adiante os Leste Oeste; e ainda a flexibilidade de reconfiguração que torna público que, por se tratar de um serviço novo, o possível ajuste das rotas caso não tenham a demanda esperada ou a população não esteja satisfeita com a linha implantada. Presente na solenidade o vereador Almeidinha agradeceu a implantação da linha 970, inaugurada hoje, que beneficiou a região leste.

“Nós, moradores do setor Santa Luzia, Jardim dos Buritis, Chácara São Pedro e demais bairros estamos contentes com essa conquista. Isso mostra o quanto Aparecida se desenvolveu e precisa agora de meios para que sua população tenha melhor qualidade de vida e isso inclui mobilidade e transporte público de qualidade passando próximo à sua casa”, pontuou o parlamentar que estava acompanhado do presidente da Câmara, Vilmar Mariano (MDB) e dos demais vereadores da cidade. O deputado federal, Daniel Vilela (MDB) também elogiou a conquista.

“Desde que era vereador o prefeito Gustavo Mendanha falava da necessidade de expandir as linhas de ônibus em Aparecida. Agora à frente da Prefeitura e da CDTC, mostrou aos empresários do setor a necessidade da população e a oportunidade de negócio para eles. O resultado são essas seis novas linhas interbairros, que trarão comodidade aos moradores da cidade. Por isso fiz questão de vir aqui hoje para participar deste grande momento, que ficará marcado na história”, comentou o parlamentar goiano.

Ponto de ônibus – O prefeito Gustavo Mendanha salientou, durante a solenidade de lançamento da RMTC Aparecida a realização da licitação para a construção de novos pontos de ônibus na cidade. “A responsabilidade da implantação dos pontos de embarque e desembarque foi repassada para as prefeituras, por isso, estamos um passo na frente já licitamos a construção dos equipamentos e aguardamos agora a CMTC nos repassar os locais adequados para iniciarmos as obras. E todos atenderão as necessidades dos usuários, protegendo da chuva e do sol”, sublinhou ele destacando que serão investidos cerca de R$ 500 mil.

Datas de funcionamento das seis novas linhas



970 – Terminal Araguaia/Santa Luzia (via Parque Industrial) – 14/05/18
972 – Terminal Maranata/Terminal Araguaia – 28/06/18
973 – Terminal Maranata/Jardim Tiradentes/Terminal Cruzeiro – 30/08/18
971 – Terminal Garavelo/Terminal Veiga Jardim/Terminal Araguaia (Via Polo Empresarial) – 27/09/18
974 – Terminal Cruzeiro/Santa Luzia (via Buriti Shopping) – 31/10/18
975 – Terminal Veiga Jardim/Centro/Parque Industrial – 20/11/18

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia