Onda de frio deve chegar a Goiás em maio, diz Núcleo de Meteorologia


Nova estação traz madrugadas mais amenas

O outono começou às 18h58 de quarta-feira (20/3). Segundo o Núcleo de Meteorologia e Hidrologia da Secretaria de Desenvolvimento e Serviços (SEDS), apesar da mudança de estação, os efeitos aparecem de forma gradual. Em Goiás o outono se caracteriza por madrugadas mais frias. 

As chuvas diminuem gradualmente até abril, quando cessam, provocando queda da umidade relativa do ar e deixando o tempo mais seco.

De acordo com o Núcleo de Meteorologia, a primeira onda de frio chegará em Goiás em meados de maio. Em junho as temperaturas diminuem ainda mais com a proximidade do inverno, que inicia no dia 21 de junho, às 12h54.

Fonte: A Redação

Chove 60% menos no primeiro bimestre e Goiás se prepara para a escassez de água


Precipitações nos meses de janeiro e fevereiro são inferiores às dos anos anteriores e vazão do Meia Ponte atinge níveis preocupantes

Os moradores de Goiás já podem começar a fechar as torneiras, tomar banhos mais rápidos e adotar métodos de reaproveitamento de água. Apesar das chuvas dos últimos dias, no primeiro bimestre São Pedro foi avarento e o resultado pode ser a falta d’água no período seco – que começa em abril e tende a se agravar até setembro.

Segundo dados do Sistema de Meteorologia e Hidrologia de Goiás, o volume de chuva foi apenas 60% do esperado. O gerente do sistema de meteorologia do Estado, André Amorim, relata que em janeiro, o volume de chuvas foi de 143,2 milímetros, quando a média é de 247,8 milímetros. Em fevereiro, o volume foi de 195,2 milímetros – a média é de 222,9. “Se somarmos o déficit de precipitação acumulada, temos o valor de 132,3 milímetros”, diz Amorim.

A Saneago aponta outro problema. Além do volume de chuva nos dois primeiros meses do ano ter sido menor, ele foi de baixa qualidade. Ou seja: segundo a estatal, as chuvas foram concentradas em períodos curtos, não favorecendo a infiltração.

Dessa forma, não ocorre o reabastecimento adequado do lençol freático. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustetável (Semad), a capacidade de infiltração de água da bacia do Alto Meia Ponte é muito baixa e, com isso, grande parte da precipitação não é refletida em manutenção das vazões

O regime raquítico de chuvas no primeiro bimestre piora uma situação que se arrasta há pelo menos quatro anos. Segundo André Amorim, há um déficit acumulado de 752 milímetros de chuva nesse período. Dessa forma, de acordo com a Saneago, diminui-se a disponibilidade de água nos mananciais, em função do prejuízo nos mecanismos de recarga.

O cenário é preocupante. Desde 2015, o ciclo de chuvas em Goiás tem diminuído constantemente. Em 2018, o primeiro semestre teve os menores registros de precipitação pluviométrica desde 1994. Os números do primeiro bimestre de 2019 apontam para a possibilidade de que a situação fique ainda pior.

Contingência
Diante dos dados disponíveis até agora, as autoridades do setor, os organismos colegiados e o setor produtivo já se mobilizam no sentido de se preparar um plano de contingência – a exemplo do modelo adotado em 2018, quando os efeitos da seca foram menos graves que os sentidos na crise hídrica de 2017. Vários encontros foram feitos, um deles, na quinta-feira, 14.

A maior preocupação é com a Bacia do Rio Meia Ponte, a mais importante do Estado, por abastecer aproximadamente 50% da população, distribuídas em 39 municípios. Em janeiro, a vazão do rio no ponto de capitação da Saneago foi menor em todos os dias do mês, no comparativo com o mesmo período do ano passado. No dia 26 de janeiro de 2018, por exemplo, a vazão foi de 20,5 metros cúbicos por segundo; em 2019, foi de 5,51 metros cúbicos por segundo na mesma data.

De acordo com o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte, Fábio Camargo, a situação é a pior da história. “Pior que 2017”, diz, lembrando da crise de abastecimento daquele ano, quando faltou água em vários municípios por períodos prolongados.

Segundo Camargo, se as projeções se confirmarem, será necessário tomar medidas mais rigorosas que as de 2018, quando o Comitê – composto pelo governo, Saneago, usuários como Celg, Federação da Agricultura e Pecuária (Faeg), Federação da Indústria (Fieg) e sociedade civil – tentou evitar que o colapso se repetisse.

Na oportunidade, foram criados níveis para atuação na bacia, que iam de alerta (menos de 10 mil litros por segundo) a crítico 3 (menor ou igual a 6 mil litros por segundo). Para cada nível, o Comitê definiu um tipo de providência: da realização de campanhas de conscientização à suspensão dos volumes outorgados.

Além disso, a emissão de novas autorizações para uso de água foram suspensas. No pior momento da estiagem, a outorga de uso foi fixada em 50% da quantidade autorizada. A medida vigorou de junho a dezembro, quando as chuvas se intensificaram.

Paralelamente, a Saneago instalou medidores eletrônicos do nível de água nos pontos de captação. A extinta Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), hoje Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), intensificou o combate ao uso irregular. De acordo com o ex-secretário Hwaskar Fagundes, na época a fiscalização encontrou vários pontos de captação irregular de água ao longo da Bacia do Meia Ponte.

Com a quantidade menor de chuvas este ano, a vazão do Meia Ponte chegou a apenas 4 mil litros por segundo em alguns dias, mesmo estando ainda fora do período de estiagem. Por isso, Camargo propõe que os limites para atuação sejam ainda mais rigorosos. É o que tem sido discutido nas reuniões dos grupos técnicos.

Principal uso do Meia Ponte  é para abastecimento urbano

O principal uso da Bacia do Meia Ponte, cerca de 80%, é para o abastecimento urbano, por meio da Saneago. A empresa diz que monitora diariamente os mananciais e envia os relatórios para a Semad. A secretaria, por sua vez, informou, ao Jornal Opção, que o comitê trabalha na definição dos níveis de atuação na bacia (vazões críticas), aos moldes do que foi realizado no ano passado, só que contemplando o prognóstico mais desfavorável deste ano.

A expectativa é que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, divulgue nos próximos dias quais serão as providências para que não falte água na torneira dos goianos – ou que essa falta tenha o menor impacto possível.

Fonte: Jornal Opção

Iris: Aumento da tarifa é coisa pequena diante da gravidade do problema


O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, afirmou nesta quarta-feira (20/3) que o reajuste na tarifa do transporte coletivo na grande Goiânia é "coisa muito pequena diante da gravidade do problema". 

O Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) aprovou, nesta segunda-feira (18), os cálculos para o reajuste na tarifa. Com isso, a  passagem que hoje custa R$ 4 pode chegar a R$ 4,30. O assunto será pauta de reunião na CDTC ainda nesta semana. 

Se as entidades evitarem o aumento, segundo o prefeito, não terão autoridade para exigir o cumprimento do dever das empresas responsáveis pelo transporte em Goiânia e região metropolitana. "Nós da Prefeitura e o governo do Estado estamos todos discutindo questões dos ônibus, em especial do Eixão, e vamos resolver isso", afirmou. 

"O governador Ronaldo Caiado está disposto até de abrir da concessão que lhe foi dada para o Eixo. Já a prefeitura está disposta a abrir licitação e privatizar essa linha," destacou o prefeito explicando que pretende "botar ordem" no transporte coletivo da capital e região metropolitana.

CDTC adia reunião para discutir reajuste do transporte coletivo

Marcada inicialmente para esta quinta-feira (21/3), a reunião da Câmara Deliberativa de Transporte de Coletivo (CDTC) que discutiria o reajuste do transporte coletivo da Grande Goiânia foi adiada. A informação foi confirmada pelo prefeito de Trindade, Jânio Darrot, que também é presidente da CDTC.

A decisão foi tomada após entendimento com o prefeito Iris Rezende, o Ministério Público, na pessoa da promotora Leila Maria e Oliveira, os vereadores de Goiânia e da região metropolitana. 

O presidente Jânio Darrot informou que será marcada reunião para discutir iniciativas que resultem em melhorias em todo o sistema do transporte público. 

Tarifa
O Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) aprovou nesta semana os cálculos feitos pela Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) para reajuste na tarifa do transporte coletivo na Grande Goiânia. 

A planilha de cálculos da CMTC indica aumento de 7,5%. Sendo assim, a passagem, que hoje custa R$ 4, pode chegar a R$ 4,30. 

Fonte: A Redação

Arena da Serrinha começa a sair do papel e Goiás se despedirá do Serra


Já há previsão de entrega e é possível que o estádio seja reinaugurado antes disso

A cidade de Goiânia vai mesmo ganhar um novo estádio até o final de 2021. Após apresentar o plano oficial, o Goiás já começou os primeiros movimentos para a construção da nova Arena da Serrinha, no setor Bela Vista.

A ideia do clube é deixar o Estádio Serra Dourada, após anos disputando torneios no local.

Os planos incluem melhores camarotes e um estacionamento maior para os torcedores.

O Estádio Hailé Pinheiro, também conhecido por Serrinha, foi inaugurado em 1995 e sempre fez parte do cenário da capital goiana.

Com uma capacidade de apenas 10 mil torcedores, ele se transformou na casa das categorias de base do Goiás.

No entanto, desde o ano passado, tem recebido algumas reformas graduais para ser utilizado no Campeonato Goiano e também nas primeiras fases da Copa do Brasil.

Em janeiro deste ano, Goiás e Vila Nova se enfrentaram pelo Estadual e conseguiram bater o recorde de público do estádio, conseguindo levar mais de 9 mil torcedores para o jogo.

Era o tipo de resposta que a diretoria do clube esmeraldino precisava.

Em março, foram anunciados os planos e todo o projeto para a reforma completa, que vai deixar a Arena da Serrinha com uma estrutura moderna e com espaço para 20 mil pessoas.

As obras devem começar logo após o término do Campeonato Goiano, em abril.

O arquiteto Paulo Renato Alves foi responsável pelo projeto, que deve demorar cerca de 36 meses para ficar completamente pronto.

Porém, existe a chance dele ser reinaugurado antes disso, já que as obras serão feitas por etapas.

O Goiás está, oficialmente, se despedindo do icônico Serra Dourado e voltando para a avenida Edmundo Pinheiro de Abreu.

Para se manter na elite

Dentro de campo, o Goiás projeta a temporada de 2019 como essencial para os planos futuros.

Após voltar à elite do futebol brasileiro, a equipe quer afastar qualquer chance de rebaixamento no Brasileirão. Porém, vai precisar desafiar as principais cotações do torneio. Nas casas de apostas online, no dia 17 de março, o clube goiano é o penúltimo colocado na luta pelo título, com apenas 1% de chance.

O Esmeraldino só fica na frente da equipe do CSA. A permanência na Série A é essencial para o Goiás, principalmente com a reforma do estádio.

O custo total do empreendimento deve girar em torno dos R$ 100 milhões, sendo que o clube já liberou 20% para o início.

O resto deve ficar por conta de apoios financeiros de iniciativas privadas, por isso a equipe precisa de visibilidade.

Disputando o Brasileirão, será mais fácil chamar a atenção de patrocinadores.

O Goiás estreia no Campeonato Brasileiro no dia 28 de abril, contra o Fluminense, fora de casa.

Até lá, a equipe deve se preocupar apenas com o Campeonato Goiano, já que foi eliminada pelo CRB na Copa do Brasil.

A derrota, que veio nos pênaltis após empate por 1 a 1, colocou em dúvida o recente trabalho de Maurício Barbieri, algo comum no futebol nacional.

Enquanto isso, Goiânia espera pela nova Arena da Serrinha pronta no coração da cidade.


Fonte: Folhaz

Caiado discute implantação de VLT no Eixo Anhanguera


Empresa chinesa responsável pelo Veículo Leve sobre Trilhos também pode ter fábrica de alta tecnologia no Estado

Goiás pode receber o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na linha Eixo Anhanguera. Isso, porque, segundo o governo, a empresa chinesa, com atuação em mais de 50 países, Build Your Dreams (BYD), quer não só inserir o VLT em Goiás, mas também investir no Estado. Nesta quinta-feira, 21, o governador Ronaldo Caiado (DEM) esteve em São Paulo, na 25ª Edição da Intermodal South America 2019, onde conheceu a atuação da multinacional especialista em alta tecnologia de energia limpa.

A nova tecnologia de monotrilho apresentada ao governador, inclusive, já é implantada em Salvador (BA), segundo gestor estadual, que quer dar maior agilidade ao transporte da Capital. Caiado visitou o estande da BYD, ao lado do secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, e do presidente da Adial-GO, Otávio Lage Filho. “Além de buscar o menor preço, ao mesmo tempo buscamos qualidade e respeito ao meio ambiente”, afirmou o líder do Executivo estadual, ao reforçar que a chinesa também pode somar mais conhecimento acerca de energia limpa à Goiás.

Alexandre Liu, diretor de negócios da BYD Auto, defendeu o sistema de monotrilhos. “Estamos ansiosos para participar do projeto de Goiânia, com tecnologia mais moderna de reconhecimento facial, sistema superecológico que vai evitar o trânsito e fazer o usuário ter internet de alta velocidade com intervalo de parada mais curto. Vai ser uma ótima solução para cidade, além de economizar vias, vão liberar duas vias, no caso para veículos ou até um parque dependendo do que for melhor para a população”, descreveu.

Mais investimentos

Segundo Wilder, além da oportunidade da visita ao estande da BYD, a empresa poderá vir à Goiás para conhecer as potencialidades do Estado. “Não só implantar o Eixo Anhanguera, mas também ter uma fábrica de alta tecnologia no Estado”, disse e lembrou que a multinacional é uma das maiores empresas de caminhões elétricos e baterias do mundo.


Governo quer que aeroporto de Goiânia receba voos internacionais


O governo estadual iniciou tratativas para buscar a “internacionalização” do Aeroporto Santa Genoveva.

O assunto foi discutido ontem na sede da Secretaria Estadual de Indústria e Comércio (SIC), com representantes da Infraero, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa, Ministério da Agricultura e Goiás Turismo.

“Na próxima semana queremos um documento com todas estas partes envolvidas pleiteando por isso. O aeroporto tem capacidade duas vezes maior do que a utilizada hoje e a Infraero já manifestou o interesse nisso”, afirma o titular da SIC, Wilder Morais (DEM).

Segundo ele, há condições de o processo, que depende de trâmite na Secretaria Nacional de Aviação Civil, ser efetivado nos próximos meses. “Nós somos terceiros em mineração e um Estado forte no agronegócio. Recebemos gente do mundo inteiro, mas não existimos no cenário internacional”, diz

Fonte: Jornal O Popular

Iris e Caiado concordam em privatizar a Metrobus


Governador recebeu o prefeito nesta sexta

 A privatização da Metrobus - responsável pelo Eixo Anhanguera -  pautou encontro do governador Ronaldo Caiado com o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, nesta sexta-feira (15/3). Na reunião, realizada Palácio Pedro Ludovico Teixeira, tanto o prefeito quanto o governador se manifestaram favoráveis à privatização. 

“Sempre deixei isso claro e nunca tive dúvidas”, afirmou o governador Caiado. De acordo com Iris, a prefeitura de Goiânia trabalhará no processo licitatório para "buscar a melhor empresa para substituir a função do Estado”. De acordo com o prefeito, "o foco é melhorar o serviço prestado ao cidadão". 

Equipes da prefeitura e do governo do Estado vão elaborar um estudo técnico para viabilizar o processo de privatização. 

Fonte: A Redação