Goiânia Music Festival : Anitta, Naiara Azevedo e Hungria,


Data: 9 de dezembro (domingo)
Local: Atlanta Music Hall
Horário: Das 16h às 1h
Ingresso: a partir de R$ 70,00

Mais informações: www.goianiamusicfestival.com.br


O Goiânia Music Festival, uma sunset para quem ama funk, axé, hip-hop, pop, sertanejo e música eletrônica, será realizado no dia 9 de dezembro, a partir das 16h, no Atlanta Music Hall. 

Quem chega para o pôr-do-sol de domingo, vai assistir ao vivo as goianas do MaLuê, o vozerão da sertaneja Naiara Azevedo, os sucesso da poderosa Anitta, o rap do Hungria, o funk pop de Caio Dias e a performance na música eletrônica com OnFire Music.

Serão nove horas de música, arte e gastronomia, com flash tattoo, maquiagem artística, espaço com food trucks, grafites ao vivo com o artista Job Bento, além de shows com cantores e Djs badalados do momento.

Quem também vai agitar as pistas do Goiânia Music Festival são os DJs Stanka e Renato Borges.

Fonte: A Redação

Comerciantes se antecipam à aprovação de lei e limpam fachadas de imóveis no Centro de Goiânia


Comércios que eliminam fachadas publicitárias e valorizam arquitetura do imóvel são realidade ainda pequena na região central de Goiânia

Apesar de serem uma minoria, alguns empresários do centro histórico de Goiânia não esperaram a aprovação leis de incentivos para valorizarem os imóveis em que os comércios se encontram e promover uma despoluição visual pontual, mas de impacto. São poucos estes estabelecimentos, mas suas iniciativas causam impacto na região em que estão localizados. O POPULAR encontrou pelo menos quatro casos em que as mudanças foram maiores até do que as previstas em projeto de lei do programa Reviva Goiânia, encaminhado pela Prefeitura para a Câmara Municipal no mês passado. Neste projeto, o executivo municipal visa regular os engenhos publicitários dos comércios.

Um dos estabelecimentos que investem há mais tempo na valorização do imóvel é a Farmácia Artesanal, que funciona no centro há 30 anos e em 2012 resolveu mudar toda a fachada. “A fachada do prédio era toda tampada com faixas, assim que retiramos, vimos que tinha uma arquitetura bonita e a Art Déco foi o que chamou muita atenção”, conta o farmacêutico e diretor geral do estabelecimento, Evandro Tokarski, de 63 anos. “Sempre achei muito bonito. Quem não tem um passado não constrói o futuro.” Ele diz que a motivação para a reforma veio da vontade de valorizar o patrimônio original. A “reinauguração” ocorreu no mês de aniversário da capital.

A proposta de recuperação arquitetônica incluiu também a requalificação da calçada e a estratégia de sinalização da fachada. “Escolhemos letreiros de dimensões reduzidas de forma a preservar a visualização do imóvel e a contribuir com a limpeza visual da cidade”, explica a arquiteta Janaína de Castro, responsável pelo projeto. Ela já acompanhou outras obras do tipo desenvolvidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Fomos motivados pela real necessidade que existe na área de preservação da história da capital goiana e pelo desejo de disponibilizar esse patrimônio para a comunidade em geral”, destaca Tokarski.

A comerciante Flávia Alessandra de Morais, de 42 anos, também resolveu investir na valorização do imóvel onde fica sua loja de roupas e acessórios, na Avenida Anhanguera. Ela e a sócia vêm fazendo mudanças no estabelecimento há algum tempo. “Nós precisamos nos adequar até mesmo ao estilo que nossa loja propõe, já que a gente atende um público mais preocupado com essas questões históricas. Sem contar a parte estética”, explica. Flávia diz que não coloca placas na calçada e nem enche as paredes de anúncio. Segundo ela, os clientes que frequentam sua loja estão atrás de peças de qualidade e não é qualquer tipo de publicidade que os atrai. “Vale a pena.”

Tokarski afirma que chegou a apresentar o projeto de revitalização à Prefeitura e que, na época, não houve nenhum interesse de apoio da administração. Segundo ele, o investimento financeiro feito na reforma foi compensado pelo retorno “muito bom” do público. “As pessoas no dia da inauguração vieram vestidas a caráter da época de 1945 e sempre loja elogiam a loja”, relembra. “Essa área do Centro era uma área muito nobre, tinha a feira coberta com uma beleza espetacular. Lamento que nossa iniciativa na época não encorajou outros comerciantes.”

Sindicato diz que cada caso deve ser avaliado

O vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista no Estado de Goiás (Sindilojas-GO), José Carlos Palma Ribeiro, afirma que a questão da despoluição visual no comércio de rua tem sido muito debatida, mas ainda espera que os vereadores ao analisarem o projeto de lei do programa Reviva Goiânia busquem defender “não só a cidade, mas o desenvolvimento”.

“Temos que analisar casos diferentes. De fato temos prédios com fachadas históricas, mas tem muitos que não são assim. Na Rua 8, tiraram os letreiros e logo picharam toda a fachada”, conta Ribeiro. Contudo, segundo ele, os comerciantes afirmam ter interesse em se adequarem à lei.

É o caso do gerente de uma filial de loja de enxovais na Avenida Araguaia, Geverson Ramiro. Ele lamenta a perda de visibilidade publicitária das fachadas, mas garante que vai seguir as normas. “A redução no tamanho das fachadas causaria um impacto, porque nossa fachada é bastante imponente”, diz.

De acordo com o projeto, será isento por um ano de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) quem regular a fachada do imóvel e por dois anos quem ainda reformar e pintar o prédio. A Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) explica que, a proposta de isenção de dois anos do imposto foi do setor empresarial e a pasta adicionou a ressalva de reformar o edifício. A expectativa é que o projeto de lei seja aprovado ainda este ano e até o final de 2019 todas as fachadas estejam revitalizadas. Se aprovado, os comerciantes têm até essa data para se adequarem a nova lei, cujas multas variam entre R$ 500 e 2 mil.

A intenção das mudanças, segundo a pasta, é valorizar o Núcleo Pioneiro da capital, que é definido em lei federal e abrange todo o Setor Central, parte da Avenida Anhanguera e do Setor Campinas, na região da Avenida 24 de Outubro e Praça Joaquim Lúcio.


Árvore de Natal de 15 metros é inaugurada no Parque Vaca Brava, em Goiânia


Árvore de Natal de 15 metros feita com garrafas pet é inaugurada no Parque Vaca Brava, em Goiânia. Foram usados 60 mil recipientes plásticos recolhidos durante a limpeza diária das ruas e córregos da capital.

A Prefeitura de Goiânia inaugurou na noite deste domingo (17) uma árvore de Natal de 15 metros feita totalmente com garrafas pet, instalada no Parque Vaca Brava. O material usado na confecção é resultado da limpeza diária das ruas e até de córregos que passam pela capital.

Foram utilizadas 60 mil garrafas plásticas para construir a decoração de natal. Ela fica no meio do lago do parque. Uma base flutuante, formada por 60 tambores de 50 litros, dá sustentação à estrutura. A árvore é coberta de luzes, com alcance de 100 metros de luminosidade.

Além disso, a prefeitura está instalando no parque anjos, caixas de presente e uma garrafa com duas taças de champanhe, tudo feito com as garrafas pet. Cerca de 40 funcionários da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) participaram da iniciativa.

Fonte: G1 Goiás


Atrações de Natal seguem até dia 25 na Praça Cívica, em Goiânia


Decoração especial, apresentações culturais e o Papai Noel podem ser visitados no Centro da capital

A programação do Show de Natal, na Praça Cívica, em Goiânia, foi aberta nesta sexta-feira (30) com a presença do Papai Noel e exibição do Coral Infantil do Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter, que apresentou uma cantata. 

Neste sábado (1°) está programada a apresentação do Coral Jovem de Goiânia, da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Goiânia com canções natalinas. Para este domingo (2), a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), promotora do evento, agendou apresentação da Cia de Teatro Senhoras do Cerrado, com o espetáculo Brasilidade. 

A praça está decorada com Pinheiros de tamanhos variados que ganharam arranjos com luzes e figuras representativas dos símbolos natalinos, presépio e casa do Papai Noel, que podem vistos até o dia 25, entre 19 horas e 22 horas.


Prefeitura decreta que apenas 4 eventos por ano são permitidos na Praça Cívica


Prefeito de Goiânia assina decreto para que programações temporárias no local durem no máximo 15 dias e sejam feitas a cada quatro meses e para até 35 mil pessoas

A Praça Cívica só poderá receber um máximo de quatro eventos temporários por ano a partir de agora. A limitação ocorre pelo decreto assinado pelo prefeito Iris Rezende (MDB) na última terça-feira, dia 13, em que estabelece os critérios e procedimentos para análise e aprovação dos pedidos de eventos para a principal praça de Goiânia. No documento o prazo mínimo entre um evento e outro é de 120 dias, o que permite a execução de apenas quatro por ano. Além disso, cada evento deve durar um máximo de 15 dias, contando o prazo de montagem e desmontagem das estruturas.

Para se ter uma ideia, apenas neste ano, de março a outubro, a Prefeitura aprovou a realização de sete eventos de grande porte na Praça Cívica. Houve de Marcha Para Jesus a até a Parada do Orgulho LGBTI, além do show surpresa da cantora Marília Mendonça e eventos do governo estadual, como em comemoração do Dia das Mães, uma etapa do Governo Junto de Você e o Arraiá do Cerrado, com shows musicais por quatro dias. Além disso, em fevereiro um bloco de carnaval, chamado de Cai Na Rua, também ocorreu na praça. Isso sem levar em conta os protestos sociais, as passeatas políticas em razão das eleições ou mesmo protestos trabalhistas.

O decreto não interfere em manifestações sociais ou políticas no local, apenas eventos com a necessidade de estruturas temporárias. Para tais, a proposta deve ser enviada à Prefeitura com um prazo de 60 dias antes do início do evento, em que a análise se dará pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec). Além dos prazos, o decreto determina que as estruturas só poderão ser instaladas a uma distância mínima de 2,5 metros dos bens tombados na praça, incluindo as fontes luminosas, e que não sejam perfurantes. Além disso, a capacidade máxima do evento será de 35 mil pessoas.

Segundo a Prefeitura, o decreto visa atender recomendação do Ministério Público Federal (MPF) em consonância com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já que a Praça Cívica é um bem tombado pela União. O local, inclusive, foi totalmente reformado entre 2014 e 2015 com verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas.

Preservação

Segundo a Sedetec, o documento ministerial ocorreu após a realização da Marcha Para Jesus, em maio deste ano. Isso porque a expectativa era que se reunisse um máximo de 30 mil pessoas, mas a estimativa era de que pelo menos 100 mil estiveram na Praça Cívica, o que causou danos estruturais no patrimônio. O secretário da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), Kléber Adorno, afirma que é comum haver problemas de destruição aos mobiliários urbanos, calçadas, pisos táteis e monumentos após eventos e, por isso, ocorreram as reclamações do Iphan e do MPF.

“Como é um bem tombado, precisa de regras para a perfuração, sonorização e todas as coisas. A ideia do decreto é para que as ações estejam em conformidade com a lei federal e também o Código de Posturas, para normatizar isso”, diz Adorno. Segundo ele, caso ocorra problemas nos próximos eventos, a Prefeitura pode ser acionada pelo MPF. Na tarde da última quarta-feira, a reportagem constatou diversas falhas estruturais na Praça Cívica, até mesmo com pedaços de mármores destruídos nas escadas e calçamentos quebrados, além dos pisos táteis e ciclovias, embora não seja possível afirmar quando o vandalismo tenha ocorrido.


Fonte: Jornal O Popular

Obras da Antiga Estação Ferroviária de Goiânia devem ser entregues no início de 2019



Após passar muito tempo em estado de abandono e representar riscos à população, a Antiga Estação Ferroviária de Goiânia está passando por reformas e pode ser entregue no início de 2019.

A Antiga Estação Ferroviária de Goiânia é um dos maiores ícones da arquitetura da cidade. Foi inaugurada no ano de 1950 e faz parte do projeto urbanístico do arquiteto Attílio Correa Lima, responsável por integrar o estilo de art déco aos principais prédios e construções de Goiânia.

Sua área interna possui painéis que foram pintados por Frei Confaloni, considerado um dos maiores expoentes do modernismo goiano. Mesmo após deixar de funcionar, a estação era um dos principais pontos turísticos da cidade, vista por muitos como um dos prédios mais bonitos.

No entanto, à medida que o tempo foi passando o local foi abandonado pelos órgãos públicos e se tornou vítima de descaso, representando insegurança para quem passasse por perto. Felizmente, ao passar pela Praça do Trabalhador ou imediações, é possível notar que a Antiga Estação Ferroviária de Goiânia passa por um intenso processo de revitalização, e tudo indica que já está quase pronta!

Segundo Beatriz Otto de Santana, coordenadora-técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, o processo de revitalização pode ter fim antes da data prevista. As obras tiveram início ainda no mês de janeiro de 2018 e a expectativa agora é de que sejam entregues no início de 2019.

Revitalização da Antiga Estação Ferroviária de Goiânia



O projeto contempla a requalificação de todas as instalações do prédio, bem como o de seus entornos, a exemplo da própria Praça do Trabalhador. De acordo com Beatriz Otto, o custo total para as reformas será de R$ 5,8 milhões, conseguidos do Governo Federal pelo programa PAC Cidades Históricas, do Iphan.

A reforma, que foi desenvolvida pela arquiteta Janaína de Castro, inclui a criação de um museu, um café, um local para leitura e a recomposição dos trilhos. Também está prevista a reconstrução de uma fonte em homenagem ao monumento do trabalhador, que acabou sendo demolido durante o período da ditadura militar.

A revitalização está sendo planejada em dois pilares, apoiando-se na reforma estrutural e artística da Antiga Estação. Assim como mencionado anteriormente, o interior do edifício é formado por pinturas e obras de arte de grande valor cultural.

As obras já estão em estágio avançado e por isso podem ser concluídas antes do previsto. Para a coordenadora-técnica do Iphan, um dos maiores desafios foi eliminar os danos que o excesso de água provocou nos painéis de Frei Confaloni.

No atual estágio as reformas já contemplam os entornos da Antiga Estação Ferroviária de Goiânia. Segundo o projeto, por ali terá um espaço destinado a paisagismo, áreas de descanso e contemplação e áreas de playground. Sem contar que a iluminação e sinalização também serão reforçados, garantindo mais segurança para o ambiente mesmo nos períodos da noite.

A partir do momento em que a obra for entregue, a ideia é que ela tenha usos diversos e atenda a todos os públicos, mesmo aqueles que não se interessam inicialmente em cultura.

Será instalado um posto de atendimento do Atende Fácil, que é um serviço do município ao cidadão, e também um Centro de Atendimento ao Turista (CAT). Pensando em futuras exposições, também será possível encontrar espaços vinculados à Secretaria de Cultura. O objetivo é transformar o local em um ambiente para todos, atendendo a variadas demandas.

Fonte: Dia Online

Buracos se multiplicam no asfalto de Goiânia



Com início das chuvas, moradores reclamam de problemas e Prefeitura anuncia intensificação de ações de reparo em vias da capital

Os buracos no asfalto das ruas de Goiânia já começaram a se multiplicar. Todos os anos quando o período chuvoso se intensifica eles aparecem. A reportagem do POPULAR percorreu bairros de diferentes regiões da capital na tarde desta quinta-feira (8) para ouvir moradores sobre o problema. A Prefeitura de Goiânia informou que o trabalho de tapa-buraco é realizado o ano todo, mas que nessa época, o serviço é intensificado e que a Secretaria de Infraestrutura pode ser acionada por telefone e WhatsApp.

Um buraco causado pela chuva preocupa o comerciante Adonias Hungria. Ele mantém uma loja de peças para veículos na Avenida Anhanguera, na Vila Morais, e bem em frente à sua porta um buraco já causou vários acidentes, segundo explica. “A gente colocou um pouco de entulho, um pedaço de pau para evitar mais acidentes. Já vimos motociclistas caírem aí, carros batem a roda, o que causa prejuízo”, destaca. Ele afirma que o buraco está ali há 15 dias. “Se não arrumarem logo, teremos muitos outros acidentes”, diz.

Na Avenida C, também na Vila Morais, o mecânico Augusto Duarte reclama que um buraco feito há 60 dias para a conclusão de um serviço nunca foi fechado. O buraco acumula água e tem aumentado com os dias. “A gente já ligou, já pediu para virem arrumar e até hoje nada. Esperamos que seja resolvido logo. Com o aumento das chuvas, temos medo de que o buraco fique ainda maior. Ele já tem pegado muito motorista de surpresa. Se ficar maior, vai causar muito prejuízo”, ressalta.

A comerciante Analice Magalhães de Sousa mantém sua loja na Avenida Laurício Pedro Rasmussen, no Bairro Feliz. Ela diz que o buraco perto da calçada também pega motoristas de surpresa. “Já vimos até pessoas caindo nesse buraco. Eles acham que é raso, que dá pra passar, mas quando pisam, levam tombo”, afirma.

Resposta

A Prefeitura de Goiânia encaminhou nota sobre o assunto e diz que no período de estiagem oito equipes trabalham diariamente e tapam até três mil buracos, em 20 bairros, diariamente. Ainda de acordo com a Prefeitura, com a chegada do período chuvoso, mesmo com o esforço de aumento do número de equipes para 14, este trabalho acaba ficando prejudicado, principalmente em dias de chuva contínua.

A explicação da Prefeitura detalha que técnicos da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) definem os bairros que serão atendidos pelas equipes conforme as solicitações realizadas por meio dos canais de atendimento da secretaria e levantamentos feitos por servidores por toda a cidade. Um cronograma dos serviços a serem realizados é feito e cumprido diariamente.

A Seinfra informou que utiliza o Concreto Betuminoso Usinado a Quente, o chamado (CBUQ) e explica que a recomendação é que ele seja aplicado em superfície seca, mas em situações emergenciais o trabalho é realizado e quando a chuva dá uma trégua para que o serviço volte ao normal.

População pode usar WhatsApp

A Seinfra deixa à disposição os números 62 3524-8363, 62 3524-8367 e 62 98493-7229, que é WhatsApp para receber indicações de locais que precisam ser reparados.

A Seinfra informou que a idade avançada do asfalto contribui para o surgimento de buracos e que busca empréstimo junto ao Banco Andino para recapeamento de mais de 650 quilômetros de vias da capital.