Para entrega, 20% das obras do Hospital do Servidor Público precisam ser finalizadas


Na próxima semana Ipasgo terá acesso a relatório sobre situação da instituição. Sobre migração do HMI para a estrutura, presidente nega possibilidade

O presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Fernandes, informou que, na próxima semana, deve ter acesso ao relatório da situação completa do Hospital do Servidor Público. Segundo ele, o serviço ambulatorial funciona normalmente, mas ainda faltam 20% das obras para serem concluídas.

O relatório está sendo formulado por uma comissão instaurada por Sílvio no fim de fevereiro. O objetivo é verificar o que foi feito e o que ainda há para fazer. “As obras estão paralisadas desde novembro passado”, disse.

Ainda segundo o presidente, as obras devem ser retomadas imediatamente após a apresentação do relatório. “Não dá para retomar enquanto houver divergência de dados”, explica.

Sobre uma nova licitação, ele diz que, provavelmente, a mesma empresa, a Oliveira Melo, deve dar sequência. Segundo ele, essa mudança só seria necessária se houvesse demora na apuração dos dados.

HMI
Rumores sugeriam que o Hospital Materno Infantil (HMI), que já tem solicitação para interdição, migrasse para o Hospital do Servidor Público. O presidente nega. “O hospital é do Ipasgo, do servidor. Qualquer destinação diferente teria que fazer uma venda”, reafirma.

Silvio, por fim, lembra que a construção do hospital teve início em 2015 e a previsão era para durar 15 meses. Até o momento, conforme ele, foram 17 aditivos (valores e outros) e um gasto de R$ 82 milhões. Fernandes também disse que só terá acesso a outros valores com o relatório em mãos. A expectativa é que a conclusão ocorra seis meses após a retomada.


Com orçamento de R$ 400 mil, coreto da Praça Cívica passará por revitalização


Obra conta com recursos do Iphan e visa a recuperação completa do cartão-postal, como canteiros, piso, bancos e reconstituição dos adornos Um dos símbolos da memória de Goiânia, o coreto da Praça Cívica, no Centro, passará por um processo de revitalização nos próximos meses. O processo licitatório para a obra de restauração está em fase de finalização, com projeto de intervenção assinado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de Goiânia, esta responsável pelo cartão-postal.

A obra visa a recuperação completa do coreto, incluindo canteiros, serviço de drenagem, recuperação do piso, bancos em granitina, reconstituição do reboco, adornos e elementos decorativos, e por último, a pintura. A revitalização contará com recursos do próprio Iphan, atualmente uma autarquia do Ministério da Cidadania, na ordem de R$ 400 mil.

“É um belo símbolo histórico de Goiânia e precisa, mais do que nunca, de uma revitalização. Tentaremos também colocar a torre do relógio, ali ao lado, para funcionar”, explica a superintendente do Iphan em Goiás, Salma Saddi.

Ao longo dos anos, o coreto passou por diferentes modificações que acabaram transformando o seu projeto original. Em 1978, o então prefeito Hélio Mauro Humbelino Lobo fez com que a obra voltasse ao modelo arquitetônico original.

Apesar das mudanças, todas as modificações que o coreto sofreu ao longo do tempo não comprometeram as linhas principais do desenho arquitetônico inicial da capital, em art déco. Atualmente a construção tem servido como abrigo para pessoas em situação de rua.


Ruas e canteiros de Aparecida de Goiânia recebem ciclofaixas e ciclovias dentro do projeto de Mobilidade Urbana



Condutores, ciclistas e pedestres terão melhores condições de trânsito e a garantia de acessibilidade 

Para atender as necessidades do crescimento urbano e populacional da cidade, a Prefeitura de Aparecida está implantando quilômetros de ciclovias e ciclofaixas em regiões diferentes do município. O projeto de mobilidade urbana passou por estudo técnico de engenharia e está sendo executado pelas secretarias de Infraestrutura e Mobilidade e Defesa Social, e tem como objetivo, propor aos condutores de veículos, ciclistas e pedestres, um trânsito mais seguro e acessível nas ruas da cidade.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, o projeto de mobilidade urbana contempla os eixos Norte-Sul, Leste-Oeste, São João e a trincheira da Avenida São Paulo – que interligam as regiões de Aparecida. Neste pontos serão implantados cerca de 20 mil metros de ciclovia e ciclofaixas; 39 mil metros de calçadas, 31 mil metros de paisagismo; 2,5 mil metros de asfalto e recapeamento; 17.780 mil metros de meio-fio e 104 novos pontos de ônibus. As obras são parte do financiamento do Programa Pró-Transporte da Caixa Econômica Federal e União cujo investimento é de R$ 57 milhões.

“A implantação deste mega sistema de infraestrutura e mobilidade integrará a cidade, beneficiando a todos, motoristas, ciclistas e pedestres, contribuindo na promoção do desenvolvimento territorial, econômico e social de Aparecida, como também para a melhoria do bem-estar da população”, pontuou o prefeito Gustavo Mendanha, que é entusiasta da ideia de um trânsito seguro e acessível para todos.  “O número de veículos nas ruas e o índice populacional aumentou e, consequentemente, isso contribui para que novas intervenções urbanas sejam implantadas. E para atender a todos, de modo igual, a prefeitura está desenvolvendo este projeto que é estratégico, trabalhando a inclusão e propondo melhorar o trânsito para todos”, destacou ainda.

O projeto de criar ciclovias, que são os espaços destinados para os ciclistas nos canteiros de ruas e avenidas e as ciclofaixas, que são a faixa de domínio implantada na pista de rolamento, ou seja, no asfalto, atende as normas gerais e os critérios básicos da lei federal para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida. O projeto em Aparecida visa atender também uma necessidade de melhorar as condições de trânsito da cidade, proporcionando espaço adequado e seguro para todos os meios de transporte.

A obra de implantação da ciclovia/ciclofaixa está sendo realizada em etapas, começando com a demarcação de faixas, pintura de branco e vermelho, implantação da sinalização horizontal e vertical e dos tachões, no caso das ciclofaixas, separando o espaço para as bicicletas dos veículos automotores. “As intervenções que estamos fazendo estão eliminando barreiras e vão oferecer maior acessibilidade e segurança no trânsito, e isso deve ser observado pela população. Estamos modernizando as vias públicas, organizando o trânsito para que todos possam circular de modo digno e acessível e com livre circulação para todos”, pontou o superintendente de Infraestrutura, Roberto Lemos.

De acordo com ele, as obras de implantação de ciclovias e ciclofaixas devem vir acompanhadas de mudanças de hábitos da população e maior consciência de todos. “O condutor e o pedestre precisam ter consciência da necessidade de um trânsito mais seguro e desta forma, cada um fazer a sua parte, exercendo sua cidadania, respeitando a sinalização e os espaços reservados para carros, motos, caminhões, ônibus, ciclistas e pedestres. É preciso eliminar a imprudência, o desrespeito e outras infrações. Só assim teremos um trânsito com menos acidentes, mais seguro e tranquilo para toda a comunidade”, disse Roberto.

Ciclofaixas e ciclovias – Atualmente está em execução os 17 quilômetros de ciclofaixas que interligarão a Região Leste de Aparecida à Região Oeste, saindo da Avenida Santana no Polo Industrial vice-presidente José Alencar, passando pelo centro e bairros como Independência, Riviera e Cidade Livre, alcançando o Jardim Tropical, chegando no Terminal de Ônibus do Setor Garavelo. “A obra está dentro do Eixo Leste-Oeste, e visa proporcionar maior segurança para o trabalhador que utiliza a bicicleta como meio de locomoção de sua casa para o trabalho. Estamos realizando a obra por etapas e em alguns locais ela já está completa, com sinalização e tachões separando o fluxo de veículos”, comentou Roberto Lemos.

Já como parte dos Eixos Estruturantes Norte-Sul, foram implantadas as ciclofaixas da Avenida São João e Eixo Norte-Sul 04, na Vila Alzira e Parque América, ligando a Avenida São Paulo ao Polo Empresarial Goiás e Anel Viário; e os 13 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas na Avenida Jataí (Eixo Norte-Sul 01), que liga toda a região Leste, partindo do Jardim Bela Vista na divisa com a capital, passando pelos bairros Jardim dos Buritis, Chácara São Pedro e chegando no Polo Industrial vice-presidente José Alencar. “Estamos trabalhando para deixar o trânsito democrático, seguro e acessível a todos”, finalizou o prefeito.


Previsão do tempo: fim de semana será de chuva em Goiânia


Por enquanto, segundo meteorologistas, ainda não há expectativa de frio intenso.

A chuva não deve dar trégua neste fim de semana em Goiânia e algumas cidades da região Norte de Goiás, segundo previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE). Maio começou chuvoso não só na capital goiana. Nas últimas 24 horas, choveu em diversas áreas e em quase todas as capitais.

Nesta sexta-feira (3/5), a previsão é de variação de nuvens e pancadas de chuva localizadas que poderão ser fortes e vir acompanhadas de trovoadas a qualquer hora do dia. A temperatura fica entre 20° de mínima e 31° de máxima. Deve chover 4o milímetros por hora na capital. 

Já no sábado e domingo, 4 e 5 de maio, podem ocorrer chuvas intensas em diversas regiões do estado, conforme alerta publicado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Mesmo com sol no início das manhãs, há previsão de chuva forte a qualquer hora. Além de Goiás, no Distrito Federal o alerta também é para temporal. Nos dois dias, as temperaturas ficam entre 20° e 30°.

De sábado (4/5) até a próxima terça-feira (7/5), o volume de chuva esperado fica entre 25 e 8 mm, de acordo com levantamento do site ClimaTempo.

Chuva no Centro-Oeste

Segundo publicação do ClimaTempo, a “fluxo de vento da região amazônica está transportando umidade e calor diretamente para o Centro-Oeste e além disso, a atuação de um cavado meteorológico, em médios níveis da atmosfera, ajuda a concentrar mais umidade. Essa combinação mantém alta as condições de chuva.”

Nos primeiros dias de maio podem ocorrer chuvas intensas no norte de Goiás, no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, no centro-sul e oeste de Mato Grosso. Nestes dias, por enquanto, ainda não há expectativa de frio intenso, de acordo com os meteorologistas.

Já no próximo fim de semana, data em que se comemora o Dia das Mães, uma massa polar é esperada para chegar ao Brasil e parte do Centro-Oeste poderá sentir o resfriamento, aponta o site.

Fonte: Dia Online

Prefeitura deve realizar quatro obras para desafogar trânsito da capital


Obras foram orçadas em R$ 61,5 milhões, são elas: mudanças nos viadutos da Jamel Cecílio e Leste Universitário, construção de uma ponte na Avenida dos Alpes e prolongamento da Marginal Botafogo

A Prefeitura de Goiânia pretende realizar quatro obras para desafogar o trânsito na capital. No total, devem ser gastos R$ 61,5 milhões. A principal obra será no cruzamento da Marginal Botafogo com a Avenida Jamel Cecílio, no Jardim Goiás. De acordo com motoristas, o local, em horário de pico, fica quase intrafegável.

Além desta, a Prefeitura deve realizar, no segundo semestre, uma obra similar, ligando o Setor Leste Universitário ao Jardim Novo mundo. A Região Sudoeste ganhará uma nova ponte que será construída na Avenida dos Alpes, e por fim, um viaduto sobre a Jamel Cecílio, que também faz parte do projeto, além do prolongamento da Marginal Botafogo, indo da Av. 136 até a 2º Radial.

A primeira obra que será iniciada é a de prolongamento da Marginal Botafogo, obra está orçada em R$ 14,9 milhões. De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos de Goiânia (Seinfra), devem ser investido, ainda, quase R$ 30,4 milhões no viaduto da Jamel Cecílio com a Marginal. Esta obra deve ser iniciada em julho. Veja no final da matéria as previsões de início e término de cada obra, bem como o valor orçado.

Segundo o projeto apresentado em uma reunião entre comerciantes da Jamel Cecílio, representantes da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio) e representantes da Prefeitura de Goiânia, ocorrida em fevereiro deste ano, na Câmara Municipal, a obra consiste na construção de um elevado na Jamel Cecílio com o intuíto de eliminar o cruzamento com a Marginal Botafogo e a Alameda Leopoldo de Bulhões. No projeto, as pistas da Marginal serão rebaixadas e uma rotatória será construída para dar acesso à Leopoldo de Bulhões.

Em julho a Prefeitura deve começar as obras de ligação entre o Setor Leste Universitário e o Jardim Novo Mundo. O viaduto, que custará cerca de R$ 9,2 milhões, passará em uma área entre a subestação da Enel e a Saneago, no Leste Universitário. A Rua 117, hoje sem saída, será aberta e seguirá até o Novo Mundo, passando por cima da BR-153. Por fim, a ponte na Avenida dos Alpes, deve ser iniciada em julho. O custo será de R$ 7,2 milhões, valor orçado pela prefeitura. Procurada a Seinfra não deu detalhes da construção.

Custos e previsões

Prolongamento da Marginal Botafogo da Av. 136 até a 2° Radial:
Inicio: maio de 2019
Valor: R$ 14.974.650,55

Viaduto Jamel Cecílio com Marginal Botafogo:
Inicio: julho de 2019
Valor: R$ 30.393.477,41


Viaduto do Jardim Novo Mundo:
Início: Julho de 2019
Valor: R$ 9.255.297,90

Ponte Avenida Alpes:
Inicio: Julho de 2019
Valor: R$ 7.278.769,84

Fonte: Jornal O hoje

Serviço de iluminação será privatizado em Goiânia


Paço Municipal divulgou o edital de chamamento para que empresas apresentem projetos que primem por maior economia, modernização e expansão da rede pública 

O serviço de iluminação pública municipal em Goiânia vai ser objeto de concessão à iniciativa privada a partir de meados do próximo ano. Atualmente, o Paço tem como terceirizado o serviço de manutenção dos pontos luminosos em contrato com a empresa Citelum, firmado em 2016 e que está no terceiro aditivo. A ideia é que seja feito um acordo mais robusto com uma empresa privada, que tomaria conta de tudo o que tange a iluminação pública da capital, desde a expansão da rede, a modernização e a economia de energia. O  processo iniciou nesta terça-feira (23), com a divulgação de um chamamento público que corresponde ao Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) com prazo total de 110 dias.

Com o edital, a intenção é que a Prefeitura receba propostas de projetos para a iluminação pública da cidade. O levantamento feito pelo Paço indica que a cidade tem hoje 162.839 pontos luminosos com lâmpadas de tecnologia considerada obsoleta, ou seja, com vapores metálicos, de sódio ou de mercúrio. A intenção, conforme matéria publicada pelo POPULAR em janeiro deste ano, é que todas as lâmpadas da capital sejam de LED (da sigla em inglês de Light Emitting Diode, ou diodo emissor de luz, em português).

Na época, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), informou que 6.705 pontos da cidade já tinham lâmpadas de LED. Existe uma intenção do Paço de trocar as lâmpadas da cidade desde 2016. Procurador-geral do Município, Brenno Kelvys Souza Marques explica que o momento atual é de verificar quais serão as propostas técnicas e projetos. “O que a gente quer é eficiência, expansão e economia. Vamos ver quais são as propostas, podem ser outras que não o LED”, diz.

Marques considera que o PMI é vantajoso para o município, já que não há gastos públicos. Isso porque as empresas participantes desta primeira etapa realizam os estudos e o projeto escolhido é licitado. A empresa vencedora deste processo é quem arca com o pagamento da proposta técnica. “Nada induz que seja a mesma empresa a fazer o projeto e a executar depois, mas nada impede que ela participe das duas etapas.”

Segundo o procurador, a intenção do Paço ao escolher o projeto no PMI vai ser com base em três premissas básicas, que são a engenharia, a viabilidade econômica e a fundamentação jurídica. São os três requisitos que devem definir o tempo de contrato para a concessão e o modelo de iluminação pública que a cidade vai ter. Pela lei federal, a concessão do serviço só pode ocorrer por um período máximo de 35 anos e em cidades com custo maior que R$ 20 milhões para a iluminação pública.

As cidades que têm optado pela concessão, em média, têm realizado contratos de parceria público-privada por 20 anos, como em Belo Horizonte (MG) e Teresina (PI). Atualmente, Goiânia recebe anualmente cerca de R$ 82 milhões via Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip), que é o rateio do serviço com todos os usuários da capital que possuem uma unidade consumidora ativa.

Essa taxa é cobrada junto da cobrança da energia residencial e comercial de todas as cidades. A empresa executora da concessão terá esta verba para arcar com o custeio da iluminação pública e obter seu lucro, mas deve fazer investimentos iniciais, com prazos para cumprir as determinações dos projetos, o que mostra a importância da análise de viabilidade econômica.

Contrato será aditivado mais uma vez

O contrato da Prefeitura de Goiânia com a empresa Citelum, responsável pela monitoração e manutenção dos pontos luminosos da capital desde 2016, está em seu terceiro aditivo e receberá nova prorrogação a partir de julho deste ano. Legalmente, o Paço pode realizar um máximo de cinco aditivos em contratos de terceirização, que são válidos por um ano cada. Procurador-geral do Município, Brenno Kelvys Souza Marques afirma que o atual contrato receberá mais um aditivo justamente para que se finalize o processo de concessão do serviço.

Com a divulgação do edital nesta terça-feira, as empresas interessadas terão 20 dias para se cadastrar e receber o aval para iniciar o processo de estudos técnicos. Depois disto, serão mais 90 dias para a entrega dos documentos e a então escolha do projeto vencedor. Em seguida, o Paço realizará novo processo licitatório, com base no projeto escolhido, para definir quem vai obter a concessão da iluminação pública em Goiânia.

Marques explica que são situações diferentes, já que a terceirização é objetiva e mais simples, em que se atém a apenas um tipo de serviço, no caso, a manutenção. Já a concessão permite maior complexidade, de modo que a empresa vencedora fará, além da manutenção, a ampliação dos pontos luminosos, troca de tecnologia e qualquer tipo de exploração dos pontos. Hoje, por exemplo, a Citelum opera com trabalhadores que se locomovem pela cidade procurando os pontos com defeito, no caso da mudança de tecnologia isso poderá ser feito de maneira remota e online, por exemplo.

Entre dezembro de 2016 e março deste ano, a Citelum, apenas para a manutenção, recebeu cerca de R$ 21 milhões. Em janeiro, a ideia era de que a empresa fizesse parte do processo de modernização do parque de iluminação municipal, de modo que seria a executora do projeto escolhido, com cotação de preço. Não houve, no entanto, interessados no processo realizado via Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra), o que fez com que o Paço mudasse a estratégia.

Ainda em 2016, a modernização dos pontos luminosos foi iniciada com um contrato à parte, com a empresa Vasconcelos e Santos, orçado em R$ 13,7 milhões para a realização da implantação da tecnologia LED em 6.705 pontos, que seriam especialmente em parques e locais com maior acesso público, como as grandes avenidas. A Marginal Botafogo foi uma das vias contempladas com a modernização.

Fonte e foto: Jornal O Popular

Deteriorados, pontos de ônibus da Capital oferecem perigo a usuários do transporte coletivo



Processo licitatório para terceirização dos abrigos se arrasta há mais de três anos. Para vereador, Poder Público “não colabora com o cidadão”

Abandonados. Esta é a palavra que melhor define a situação dos pontos de ônibus da capital. As estruturas que, em tese, deveriam oferecer proteção aos usuários do transporte coletivo soam mais como uma grande ameaça. A impressão é de que, a qualquer momento, algumas estruturas poderão ceder e atingir aqueles que nelas procuram abrigo.

A maioria delas já foram tomadas pelo desgaste decorrente da falta de manutenção atrelada ao tempo de uso. O ideal seria que esses espaços oferecessem mais proteção e conforto aos passageiros.

O Poder Público até poderia entregar os “pontos” e colocar a responsabilidade nas mãos de uma empresa privada. Há, inclusive, um processo de licitação nesse sentido. Acontece que ele aguarda, desde 2017, pela celeridade da Prefeitura de Goiânia.

A ideia seria que a manutenção e construção desses abrigos ficassem a cargo de uma empresa que, em troca, poderia explorar os pontos com publicidade. Ou seja, é uma relação de ganhos. A empresa vencedora do processo de licitação ganharia o direito de fazer seus anúncios, ao passo em que a prefeitura ganharia o direito de ser omissa à administração e manutenção. Por fim, o usuário — o mais interessado e atingido — ganharia mais dignidade enquanto espera pelo transporte.

Acontece que esse projeto parece ter sido abandonado pelo Poder Público que não quis comentar sobre o assunto. Haja vista que o Jornal Opção procurou por diversas vezes a Prefeitura de Goiânia, mas até o fechamento dessa reportagem, não obteve respostas para nenhum dos questionamentos enviados.

Sem os devidos reparos, os usuários continuarão expostos, não só ao sol e a chuva, mas também aos perigos recorrentes. Não é preciso muito para que se perceba o protagonismo dos assentos amassados ou quebrados, das coberturas precárias, da ferrugem e pichação, além da falta de iluminação.

Em entrevista ao Jornal Opção, o vereador Lucas Kitão (PSL) não escondeu o sentimento de pesar. “Sabemos que Goiânia é uma cidade que tem tudo para dar certo e infelizmente o Poder Público não colabora com o cidadão”, lamentou.

“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada [o processo de licitação] não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas. Não há outra explicação”, considerou o parlamentar que disparou em seguida: “não haveria uma maneira melhor do que terceirizar essa manutenção e construir novos abrigos”.

Ele explica que a terceirização tem como contrapartida “apenas a permissão de que a empresa faça mídia”. “É uma ideia boa e barata; simples e criativa. Acho que a cidade pode melhorar com ideias modernas como essa”, finalizou.


Iris lança, no Parque Oeste Industrial, 43º parque urbanizado de Goiânia


Maquete do Parque Sebastião Júlio Aguiar, lançado pelo prefeito Iris Rezende, no setor Parque Oeste Industrial: unidade vai beneficiar região Oeste da capital, onde vivem cerca de 150 mil moradores, com investimento previsto de R$ 7 milhões

O prefeito Iris Rezende lançou, neste domingo (28/04), durante 19º mutirão, as obras do 43º parque de Goiânia, denominado Sebastião Júlio Aguiar, no setor Parque Oeste Industrial. A unidade vai beneficiar a região Oeste da capital, onde vivem cerca de 150 mil moradores. “A construção é resultado de mais uma parceria da Prefeitura de Goiânia com a iniciativa privada em prol da cidade”, afirma Iris. O investimento previsto é da ordem de R$ 7 milhões.

“É o espírito de mutirão que prevalece e garante o desenvolvimento com mais rapidez e eficiência”, disse o prefeito. Com 112,757 mil m², o parque vai abrigar uma grande veredas de buritis, que será cercada e preservada, e ganhará um lago, bicicletário, playground, faixa de caminhada para pedestres, estacionamento e faixa de ciclovia em seu entorno.

A previsão é de que o parque seja entregue para a população em outubro. Ao todo, 40 trabalhadores atuarão no local. O projeto foi desenvolvido pela Prefeitura de Goiânia em parceria com empresas CMO Construtora, Dinâmica Engenharia, Engel Engenharia, Tropical Urbanismo, e a família de Sebastião Júlio Aguiar, loteadora no bairro.

Homenagem

O nome do parque é uma homenagem ao antigo proprietário da área, deputado Sebastião Júlio de Aguiar, mineiro que chegou em Goiânia nos anos 1950 e deu início à urbanização do setor Parque Oeste Industrial, em 1957, quando foi aprovado o loteamento do bairro.

No projeto inicial de loteamento já havia a previsão da área do parque municipal, mas a família transferiu mais área privada para esta finalidade, o que o tornou duas vezes maior que original.


Serra Dourada é reaberto após quase 40 dias de reparos


Estádio receberá primeiro jogo do Goiás em casa na Série A do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira (1°), às 21h30, contra o São Paulo Após ficar 36 dias fechado para reparos em sua estrutura, o Estádio Serra Dourada, principal praça esportiva do futebol goiano, foi liberado e está pronto para receber o primeiro compromisso, marcado para esta quarta-feira (1°), quando o Goiás, clube responsável por financiar, juntamente com a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), a reforma no local, encara o São Paulo, às 21h30, em jogo válido pela 2ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Dentre as mudanças, algumas delas exigidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para receber jogos da elite do futebol nacional, o Serra Dourada conta agora com um camarote para o clube mandante das partidas no estádio, além de vestiários com manutenção em dia.

A edição de 2019 da Série A contará com a presença do árbitro assistente de vídeo (VAR, na sigla em inglês) em todos os seus 380 jogos. Em função disso, uma sala exclusiva para a equipe que comandará a ferramenta tecnológica foi construída. As comissões técnicas dos clubes que forem disputar jogos no Serra Dourada também terão salas dedicadas, construídas durante a reforma. Nos bancos de reservas, o número de assentos foi ampliado de 18 para 23 lugares.

Uma novidade a ser observada por atletas, torcedores e imprensa será a iluminação geral do estádio, que foi consertada durante os trabalhos. As duas fileiras de refletores têm, agora, a capacidade de 870lux, medida para observação de luminosidade. O número supera o mínimo exigido pela CBF, que é de 800lux.









Prefeitura divulga que na Estação Ferroviária funcionará uma galeria de artes e um café


Local também terá um posto da guarda civil e uma unidade da Atende Fácil 

A Prefeitura de Goiânia divulgou oficialmente pelas redes sociais na tarde desta terça-feira (16) que na Estação Ferroviária, no Centro da capital, irá funcionar uma galeria de artes, um posto da guarda civil, uma unidade do Atende Fácil e um café.

Segundo o prefeito Iris Rezende (MDB), os trabalhos vão contemplar também a revitalização de uma parte da Praça do Trabalhador, que será realizada ao final da restauração da Estação Ferroviária. “A previsão é de que o projeto seja finalizado neste semestre”.

Como reportado pelo POPULAR no início de março, uma novidade do local é a Locomotiva Maria Fumaça, que volta ao seu local de origem, diante da antiga plataforma de embarque e desembarque, onde ficavam os trilhos. A locomotiva integra a parte artística do local.

A obra custou R$ 5,87 milhões, foi realizada com verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas e executada seguindo o “ritmo normal” previsto pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Novos usos

Estação Ferroviária de Goiânia deverá ser dividida entre:

Museu Frei Confaloni: com galerias de arte e exposições permanentes, deve ocupar a maior parte do local

Centro de Atendimento ao Turista (CAT): instalado na antiga bilheteria

Unidade Atende Fácil

Base da Guarda Civil Metropolitana

Café

Locomotiva Maria Fumaça, que ficava exposta na parte da frente da Estação Ferroviária, é transferida para a parte de trás do prédio, onde originalmente os vagões faziam as paradas