Anac autoriza aumento de tarifas de aeroportos. Veja quanto fica no de Goiânia


Reajuste de 4,58% afetará voos domésticos e internacionais em todos os terminais administrados pela Infraero

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou, nesta terça-feira (16/1), o aumento de 4,5833% nas tarifas aeroportuárias dos terminais administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Os valores recaem sobre as tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência.

Com o reajuste, a tarifa máxima de embarque doméstico a ser paga pelos passageiros passará de R$ 29,90 para R$ 31,27. Já a tarifa máxima de embarque internacional de R$ 115,64 para R$ 118,06.

No Aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, o valor é o mais alto e, assim, passará de R$ 29,90 para R$ 31,27.

A agência autorizou ainda o reajuste nos tetos das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas de 2,94%. Os novos valores passarão a valer em 30 dias.

“O reajuste foi aplicado sobre os tetos estabelecidos pela Portaria nº 169/SRA, de 17 de janeiro de 2017, considerando a inflação acumulada entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, medida pela variação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE observada no período”, informa a agência em comunicado.

Reclamações

A Anac também anunciou que passará, a partir desta terça-feira (16), a divulgar o ranking com as manifestações dos usuários do transporte aéreo.

Os dados, coletados a partir de janeiro de 2017 são apresentados por empresa aérea e podem ser consultados por meio de um site. Segundo a agência, mais de 12 mil demandas de usuários do transporte aéreo foram respondidas em 2017.

“Na apuração divulgada hoje estão a quantidade de reclamações registradas; o prazo médio de resposta pela empresa; o índice de solução das demandas conforme a avaliação dos consumidores; e o índice de satisfação dos consumidores com o atendimento prestado pelas empresas na plataforma”, informou.


Governo de Goiás entrega duas penitenciárias no Entorno



As unidades prisionais de Formosa e Anápolis serão entregues pelo governador Marconi Perillo, respectivamente, neste e no próximo mês. Elas acompanham o que há de mais moderno em engenharia e arquitetura de presídios no país e vão consolidar a modernização do sistema prisional goiano, que deverá servir de modelo em todo o Brasil.

Em Formosa, mais de R$ 19 milhões foram investidos. O presídio tem seis mil metros quadrados de área edificada, refeitório, sala de aula, pátio de sol, área para atendimento psicológico e espiritual, além de galpões e guaritas de segurança. Ao todo, são 300 novas vagas. A unidade será entregue este mês. Já em Anápolis, cujo presídio contará com a mesma estrutura do de Formosa, os investimentos também somam R$ 19 milhões, provenientes de parceria entre o Governo Federal e do Estado, e mais R$ 6,5 milhões em aparelhamento e custeio.


Começa reforma da Estação Ferroviária de Goiânia


Construtora já atua no local em serviços de limpeza e diagnóstico da situação para a realização de projetos executivos, sob a supervisão do Iphan em Goiás Os tapumes no entorno da Estação Ferroviária, no Setor Central de Goiânia, provam que as obras de revitalização no local já foram iniciadas. Até então, o período, que começou em meados de dezembro do ano passado, é chamado de preparação, quando é feita a limpeza do local e a avaliação da situação, ou diagnóstico, para o projeto, já que a revitalização é no Regime Diferenciado de Contratações Integrado (RDC-I), quando a empresa vencedora do processo licitatório realiza o projeto executivo e também as obras. O local, após ter finalizada a revitalização, voltará à administração da Prefeitura.

No entanto, há funcionários trabalhando na Estação, com o objetivo até de evitar que os estragos no local se tornem maiores do que atualmente, em razão do abandono que o prédio sofreu entre 2014 e 2017. A ideia é fazer a contenção sobretudo das infiltrações, causadas pelo entupimento das calhas e dos condutores, que, com a água das chuvas, formavam “piscinas” entre as paredes e também no telhado. Nos locais em que há telhas, não há cobertura impermeável, e a água se acumula na laje, permitindo a infiltração nas paredes da construção.

A superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, Salma Saddi, reforça que é a entidade quem está executando a obra, sob serviços da Biapó Construtora, ao custo de R$ 5,87 milhões. “Solicitamos um fiscal da Prefeitura para acompanhar as reuniões semanais que temos com a construtora sobre a obra, porque aqui fazemos assim, mas é para ser um técnico, ou arquiteto e engenheiro, não se trata de um representante da Prefeitura”, diz.

Prefeitura

A participação do Paço Municipal, ainda na gestão de Paulo Garcia (PT), teria sido um dos pontos para a demora da revitalização da Estação Ferroviária. Isso porque a administração pediu em 2012 que fosse responsável pela execução da obra, mas o projeto e as planilhas feitos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas, não eram aceitos pelo Iphan nacional. Assim, o Iphan realizou ele mesmo o anteprojeto e fez a licitação pelo RDC-I, o que dá celeridade ao processo.

A participação de um técnico do Paço no acompanhamento das obras, segundo Salma, serve também para que não se tenha, no futuro, um problema de que a Prefeitura não teria sido informada sobre alguma coisa da revitalização. A previsão de entrega do local continua sendo para o final de dezembro deste ano. “Vamos ter que esperar mais para ver, porque é normal que alguns atrasos ocorram, mas esse é o nosso prazo ainda e queremos entregar no Natal deste ano”, afirma



Marcada reunião para definir aumento da passagem de ônibus em Goiânia



CDTC se reúne nesta sexta-feira (19/1) para votar reajuste no valor da tarifa, que deve fechar em R$ 4 

A Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo de Goiânia (CDTC) marcou para esta sexta-feira (19/1) a reunião que definirá o reajuste na passagem de ônibus que operam na região metropolitana da capital.

Embora a informação não tenha sido confirmada oficialmente, fontes revelaram ao Jornal Opção que os integrantes do colegiado já foram informados.

A expectativa inicial é de que o reajuste fosse de R$ 0,35, fazendo com que o bilhete para uma viagem passasse de R$ 3,70 para R$ 4,05. No entanto, há a possibilidade de fechar o valor em R$ 4.

Fazem parte da CDTC:

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), que é o presidente;
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB);
O secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Cidades, Infraestrutura e Assuntos Metropolitanos, Vilmar Rocha (PSD);
O prefeito de Senador Canedo, Divino Lemes (PSD);
O deputado estadual Marlúcio Pereira (PSB), representante da Assembleia Legislativa;
O vereador Clécio Alves (MDB), representante da Câmara de Goiânia;
O presidente da Agência Goiana de Regulação, Ridoval Chiareloto;
O secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh), Agenor Mariano (MDB);
O secretário de Trânsito, Transportes e Mobilidade de Goiânia, Fernando Santana;
O presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo, Fernando Meirelles;
O vereador por Trindade, Agneuson Alves (PV), representante das Câmaras Municipais da região metropolitana.
Para que o aumento seja confirmado, é preciso que o colegiado vote e aprove a proposta, que já foi chancelada pela AGR.

Fonte: Jornal Opção

Aparecida de Goiânia ainda aguarda recursos para abrir Hospital Municipal


Em junho, ministro visitou centro médico e garantiu a liberação de R$ 18 milhões para equipar o centro médico. Recurso ainda não chegou

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), revelou, durante coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (27/12), que os R$ 18 milhões prometidos pelo Ministério da Saúde para equipar o Hospital Municipal ainda não chegaram.

Anunciado em junho durante uma visita do ministro Ricardo Barros (PP-PR) à cidade, o recurso será usado para equipar o centro médico e, assim, colocá-lo em funcionamento.

“Cobramos toda semana, mas fica sempre para a próxima. Já se passaram quase seis meses… É verdade que a primeira parcela já recebemos, mas não é suficiente para abrir as portas”, explicou.

Construído pela prefeitura, o hospital contará com 180 leitos de enfermaria, 30 leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), sendo dez deles de UTIs pediátricas, além de dez salas de cirurgias, laboratórios e salas para exames e 14 consultórios.

A expectativa da gestão Mendanha é funcionar de forma gradativa, em três etapas. Para a primeira, é necessário o aporte de R$ 18 milhões. “Não compramos os equipamentos por isso”, acrescentou.

Mesmo assim, o prefeito afirma que termina seu primeiro ano de governo com o dever cumprido e espera um 2018 melhor.

“A crise que o País vive afetou os governos federal e estadual e os municípios também. Isso dificultou que pudéssemos realizar obras importantes, queria ter feito mais obras de infraestrutura, gostaria que o Estado pudesse ter feito obras de saneamento”, destacou.

Gustavo Mendanha elencou algumas conquistas da Prefeitura de Aparecida de Goiânia, como a construção de praças, o aumento no número de vagas da educação infantil, além dos mutirões, que limparam a cidade.



Novatos são autores de 71% dos projetos na Câmara Municipal de Goiânia; veja o ranking de relevância



Do total de matérias de 2017, maioria foi apresentada pelos vereadores em primeiro mandato; apesar disso, parte das propostas é questionada pela sua irrelevância

Os vereadores em primeiro mandato na Câmara Municipal de Goiânia foram responsáveis por 454 dos 631 projetos apresentados em 2017, quantitativo que representa 71% do total final. Entre os veteranos, apenas quatro parlamentares apresentaram mais de dez propostas: Cristina Lopes (PSDB), Tatiana Lemos (PCdoB), Welington Peixoto (PMDB) e Zander Fábio (PEN), atualmente afastado do mandato.

O levantamento considerou todos os projetos de lei, emendas à Lei Orgânica do Município, leis complementares e decretos legislativos disponibilizados no Portal da Câmara, em que constam as matéria que já estão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Quem ficou no topo da lista de mais matérias apresentadas foi Paulo Daher (DEM), que protocolou, no total, 88 matérias. Em seguida aparecem Tatiana Lemos (PCdoB), com 52 e Sabrina Garcêz (PMB), com 47.

O levantamento do POPULAR considerou também a relevância das propostas, contando quantos deles são concessões de títulos de cidadania ou criação de medalhas; os que declaram entidades como de utilidade pública; quantos apenas mudam nomes de praças e ruas; e os que criam datas comemorativas para o calendário municipal. Na lista de Paulo Daher, 26% dos projetos se encaixam nessa categoria. Já na de Sabrina, são 8% e na de Tatiana, não há nenhum.

São de Paulo Daher algumas das propostas mais polêmicas da atual legislatura, como a que cria o “Dia do Saci” no calendário municipal e a que obriga restaurantes a disponibilizar sobremesas sem açúcar. Ele também foi quem mais apresentou a criação de datas especiais e semanas de conscientização: foram 18 do tipo. O jornal tenta contato com o vereador há dias, mas não obteve retorno.

Menor produção

Entre os que menos apresentaram matérias, Milton Mercez (PRP) possui apenas uma proposta registrada no portal da Câmara. Além dele, o presidente Andrey Azevedo (PMDB) e os vereadores Clécio Alves (PMDB) e Juarez Lopes só apresentaram, cada, dois projetos.

O suplente Edson Automóveis (PMN) também apresentou dois projetos, mas ele ficou no cargo por cerca de quatro meses, enquanto Felisberto Tavares (PR) era titular da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT).

Para Tatiana, a discrepância entre novatos e veteranos é explicada, em parte, pelo fato de quem já está na Casa há mais tempo conhece melhor as leis da cidade e, por isso, tem uma necessidade menor de apresentar projetos. Por outro lado, admite ela, é um recado para os veteranos de que eles precisam “correr atrás”: “A cidade não é estática, muda o tempo todo. Então é preciso acompanhar essas novidades”, pontuou ela.

Já Andrey avalia que, cada vez mais, os vereadores precisam se preocupar com a qualidade das propostas apresentadas. “Muitas vezes, temos ideias excelentes, mas que não preenchem os limites legais e, para parte da sociedade, isso evidencia que a Câmara não está trabalhando com o esmero necessário”, disse o peemedebista.



Novo Plano Diretor vai proibir construção de prédios no Jardim Goiás


Retirada da região do shopping Flamboyant como “área de adensamento” deve ser um dos pontos mais polêmicos do projeto 

A gestão do prefeito Iris Rezende (PMDB) decidiu propor a retirada da região do shopping Flamboyant, incluindo os setores Jardim Goiás e Alto da Glória, da chamada área de adensamento urbano.

Dessa forma, caso aprovada, a diretriz impedirá, na prática, que sejam construídos novos edifícios residenciais. A informação foi confirmada pelo superintendente de Planejamento da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh), Henrique Alves.

Ao Jornal Opção, ele explicou que, embora possa causar certo embate (em especial pelos interesses da especulação imobiliária), não há dúvidas que a região já está saturada. “Queremos restringir a possibilidade da construção de habitações coletiva, é necessário”, defendeu.

Desde a criação do Parque Flamboyant, em 2007, toda a adjacência enfrenta um boom imobiliário com dezenas e mais dezenas de espigões sendo erguidos em setores com infraestrutura deficitária — em especial no que diz respeito às ruas (a maioria estreita).

Nem as intervenções promovidas pela prefeitura nos últimos anos conseguiu amenizar o caótico trânsito local. Não obstante, a impermeabilização excessiva do solo é a principal causa das recorrentes enchentes e alagamentos locais.

De acordo com Henrique Alves, a restrição não levará em conta os edifícios que já estão em construção, nem tampouco os que forem protocolados junto à prefeitura até a entrada de vigência da lei.

Contudo, ele fez questão de destacar que o chamado período de transição entre o plano diretor antigo e o novo será bem claro e descrito no próprio projeto. Justamente para evitar que o célebre caso da CEI das Pastinhas, que investigou um suposto esquema dentro da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação em que empreiteiros protocolavam projetos com pastas vazias, ou seja, sem nenhuma documentação, apenas para garantir direito de construir em uma legislação mais branda.

“Pessoalmente estou tendo o máximo de cuidado com as regras de transição. Só vão ser analisados projetos que forem protocolados atendendo a critérios mínimos, não vai valer só a ‘pasta vazia’. No mínimo tem que ter uso e remembramento de solo”, arrematou.

A minuta do novo Plano Diretor de Goiânia será enviada pela gestão Iris na primeira semana de fevereiro, quando os vereadores voltam do recesso parlamentar.

Foto: Google Imagem